sábado, 9 de novembro de 2019

GENTES DO CONCELHO DE MELGAÇO
(Freguesia de Paderne)
 
Por Joaquim A. Rocha





 
// continuação...
 
AFONSO

 
AFONSO, Abel António. Filho de Maria Rosa Afonso, viúva, doméstica, moradora no lugar da Nogueira. Neta materna de Pedro Afonso e de Maria do Carmo Alves. Nasceu em Paderne a 2/10/1909 e foi batizado na igreja a 7 desse mês e ano. Padrinhos: José Joaquim Esteves, solteiro, trabalhador, e Adelaide da Conceição Caldas, solteira, doméstica.




 
AFONSO, Abílio. Filho de Joaquina Afonso, solteira, doméstica, moradora em Pomares. Neto materno de Tomás Afonso e de Rosa Vaz. Nasceu em Paderne a 30/7/1906 e foi batizado na igreja a 1 de Agosto desse ano. Padrinhos: Francisco Afonso, casado, trabalhador, e Felicidade Maria Gregório, casada, doméstica.   

 

AFONSO, Albina Rosa. Filha de Manuel António Afonso e de Rosa Pires. N.p. de Manuel Afonso e de Maria Alves, de Cousso; n.m. de José Pires e de Mariana Alves, de Estivadas. Nasceu a 9/5/1843 e foi batizada 11 desse mês e ano. Padrinhos: Bernardino Lourenço e sua mulher, Maria Luísa Gonçalves, de Estivadas. // Faleceu em Queirão a --/--/1917, com 73 anos de idade (Correio de Melgaço n.º 245, de 15/4/1917). // (ver, em Cristóval, José de Lurdes Rodrigues).  

 

AFONSO, Alfredo. Filho de ---------- Afonso e de ------------------------------------------------. Nasceu em ----------, por volta de 1936. // Faleceu na freguesia de Paderne a --/--/2018, com oitenta e dois (82) anos de idade (ver A Voz de Melgaço número 1417, de 1 de Junho de 2018).

 

AFONSO, Almerindo Álvaro. // Em Julho de 1932 fez exame do 2.º grau, 4.ª classe, ficando distinto (NM 158, de 24/7/1932).

 

AFONSO, Amadeu. Filho de Manuel Afonso e de Maria Alves, lavradores, residentes no lugar de Pomares. Neto paterno de Manuel Afonso e de Rosa Vieites; neto materno de Joaquim Alves e de Ana Gonçalves. Nasceu em Paderne a 29/12/1908 e foi batizado na igreja a 31 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Afonso, casado, rural, avô do batizando, e Felicidade Alves, solteira, doméstica, tia materna. // A 12/7/1918 fez exame do 1.º grau na escola Conde de Ferreira, obtendo a classificação de ótimo; era seu professor António Dâmaso Lopes. // Casou na CRCM a 25/9/1937 com Maria dos Prazeres Dias. // Enviuvou a 19/3/1989. // Morreu em Monção a 11/2/1999, com 90 anos de idade.

 

AFONSO, Amélia. Filha de Joaquina Afonso, solteira, doméstica, moradora no lugar de Pomares. Neta materna de Tomás Afonso e de Rosa Vaz. Nasceu em Paderne a 27/7/1910 e foi batizada na igreja a 29 desse mês e ano. Padrinhos: José Esteves, solteiro, lavrador, e Joaquina Alves, viúva, doméstica.

 

AFONSO, Amélia do Rosário. Filha de Manuel António Afonso, trabalhador, natural de Prado, e de Maria dos Remédios Domingues, doméstica, natural de Paderne, moradores no lugar de Crastos. Neta paterna de João Batista Afonso e de Ana Rosa de Campos; neta materna de João Luís Domingues [dos Santos] e de Filomena da Graça Domingues. Nasceu em Paderne a 27/2/1902 e foi batizada na igreja a 2 de Março desse mesmo ano. Padrinhos: Baltazar Luís de Araújo Azevedo, solteiro, proprietário, e Mariana Domingues, solteira, doméstica. // Faleceu em Prado a 19/7/1991.   

 

AFONSO, Ana Luísa. Filha de ----------- Afonso e de ---------------------------------. Nasceu a --/--/18--. // Em sessão da Câmara Municipal de 18/9/1912 foi decidido indeferir o seu pedido de subsídio de lactação (Correio de Melgaço n.º 16, de 22/9/1912).  

 

AFONSO, Bento. Filho de Tomás Afonso e de Rosa Vaz, moradores em Pomares. N.p. de Manuel José Afonso e de Joana Gonçalves; n.m. de Manuel José Vaz e de Maria Josefa Beites. Nasceu a 19/1/1875 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: Bento Manuel Gonçalves e Maria Gonçalves. // Gémeo de Justina.

 

AFONSO, Capitolina das Neves. Filha de João Manuel Afonso e de Maria do Rosário Gonçalves, lavradores, residentes em Pomares. Neta paterna de Francisco Afonso e de Margarida Alves; neta materna de Bento Manuel Gonçalves e de Maria Joaquina Vaz. Nasceu em Paderne a 5/8/1892 e foi batizada na igreja no dia seguinte. Padrinhos: Tomaz Afonso, viúvo, rural, e Maria Afonso, solteira, doméstica. // Casou na CRCM a 16/7/1914 com o seu conterrâneo José Cerqueira Afonso. // O seu marido morreu na Grande Guerra a 9/4/1918. // Ela faleceu em Paderne a 15/4/1988, com noventa e sete anos de idade. 

 

AFONSO, Claudina. Filha de Tomás Afonso e de Rosa Vaz. N.p. de Manuel José Afonso e de Joana Gonçalves; n.m. de Manuel José Vaz e de Maria Josefa Vieites, todos lavradores e padernenses. Nasceu em Pomares a 20/5/1872 e foi batizada nesse dia. Padrinhos: Bento Manuel Gonçalves e sua filha, Maria do Rosário. // Casou na igreja do mosteiro a 24/10/1895 com o seu conterrâneo Manuel Joaquim Rodrigues. // Faleceu em Pomares a 19/11/1939.

 

AFONSO, Constança da Conceição. Filha de Pedro Afonso, natural da Galiza, e de Maria do Carmo Alves, natural de Paderne, moradores no lugar da Nogueira. N.p. de João Ventura Afonso e de Maria da Paz; n.m. de Manuel Alves e de Rosa Maria Soares. Nasceu a 9/2/1879 e foi batizada a 16 desse mês e ano. Padrinhos: José Joaquim de Queirós (casado, proprietário) e a Senhora do Rosário. // Casou a 7/2/1900, na igreja do mosteiro, com Justino José Gomes, de 22 anos de idade, natural de São Paio, filho de Manuel Joaquim Gomes (Pintor do Barral) e de Teresa de Jesus Esteves. // Moraram no Barral. // Em 1915 deu à luz um nado-morto (Correio de Melgaço n.º 166, de 19/9/1915). // Faleceu em São Paio a 22/12/1964. // Em 2013 ainda tinha o filho Bento vivo, a morar na Vila de Melgaço (morreu em Outubro de 2016, quase com 100 anos de idade).     

 

AFONSO, Delfina Rosa. Filha de Francisco José Afonso e de Maria Joaquina Lourenço, lavradores, residentes em Sante. N.p. de Manuel José Afonso e de Margarida Rosa Monteiro; n.m. de António José Lourenço Fontes e de Rosa Maria Rodrigues. Nasceu a 15/8/1879 e foi batizada a 17 desse mês e ano. Padrinhos: Domingos Lourenço Fontes e sua mulher, Maria Alves Garelha, lavradores. // Faleceu em Paderne a 13 de Fevereiro (de 1961?). 

 

AFONSO, Deolinda da Pureza. Filha de Manuel Francisco Afonso, lavrador, natural de Paderne, e de Rosa Maria Alves, doméstica, natural de São Paio, moradores no lugar de Sante. Neta paterna de Manuel José Afonso e de Ludovina Rosa Domingues; neta materna de José Joaquim Alves e de Clemência Constância Rodrigues. Nasceu em Paderne a 18/6/1907 e foi batizada na igreja a 20 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco José Afonso, casado, lavrador, e Angelina Rosa Alves, solteira, doméstica. // Casou na CRCM a 2/8/1933 com o seu conterrâneo Manuel Francisco Domingues Casal. // Faleceu a 28/3/1981.

 

AFONSO, Domingos. Filho de Manuel José Afonso e de Joana Gonçalves, lavradores. Nasceu em Paderne por volta de 1829. // Faleceu a 26/1/1895, em sua casa de morada, sita no lugar de Fontes, com todos os sacramentos, com 66 anos de idade, no estado de viúvo de Joana Lourenço, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no adro da igreja.  

 

AFONSO, Eduardo Puga. // Nasceu em Espanha e veio viver para o Barral, Paderne. // Em 1999 já estava viúvo (VM 1117). // No ano de 1975, por doação verbal de Manuel Augusto Marques e mulher, Lina Afonso, moradores nesse dito lugar, falecidos antes de 1999, adquiriu o prédio rústico “Negraz”, com 1900 m2, sito no Barral, a confrontar a norte e poente com Caetano Pires, a sul com Manuel Domingues, e a nascente com José Marques. // Faleceu em 2001 (VM 1158). Deixou esposa (!). Teria casado em segundas núpcias?!

 

AFONSO, Emília Rosa. Filha de Manuel António Afonso e de Rosa Maria Pires, moradores em Estivadas. N.p. de Manuel Afonso e de Maria Alves, de Cousso; n.m. de João Pires e de Mariana Alves, de Estivadas. Nasceu a 29/8/1839 e foi batizada a 1 de Setembro desse ano. Padrinhos: o tio materno, Francisco Pires, e sua esposa, Rosa, do lugar de Queirão. // Ver Manuel José Rodrigues.  



AFONSO, Ermesinda. Filha de José António Afonso, soqueiro, natural da Gave, e de Maria de Jesus Fernandes, doméstica, natural de Paderne, moradores em Sainde. Neta paterna de José António Afonso e de Maria Emília Rodrigues; neta materna de Francisco José Fernandes e de Maria Teresa Gonçalves. Nasceu em Paderne a 4/3/1904 e foi batizada na igreja a 6 desse mês e ano. Padrinhos: José Rodrigues, solteiro, lavrador, e Maria Rosa Esteves, solteira, doméstica. // Faleceu em Paderne a 15/12/1985.   

 

AFONSO, Faustino. Filho de ---------- Afonso e de ------------------------------------. Nasceu a --/--/1917. // Faleceu em Pomares a --/--/1919, com apenas 26 meses de idade (JM 1262, de 14/9/1919).

 

AFONSO, Felismino. Filho de José António Afonso, soqueiro, natural da Gave, e de Maria de Jesus Fernandes, doméstica, natural de Paderne, moradores no lugar de Sainde. N.p. de José António Afonso e de Maria Emília Rodrigues; n.m. de Francisco Fernandes e de Maria Teresa Gonçalves. Nasceu a 3/2/1901 e foi batizado a 6 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Joaquim Rodrigues, casado, lavrador, e Rosa Alves, casada, doméstica.  

 

AFONSO, Florinda Rosa. Filha de Manuel José Afonso e de Joana Gonçalves, lavradores, padernenses. Nasceu em Paderne por volta de 1814. // Faleceu na sua casa de Pomares, a 20/2/1892, com setenta e oito anos de idade, no estado de viúva de Jerónimo Fernandes, e foi sepultada no adro da igreja. // Deixou filhos.

 

AFONSO, Fortunata. Filha de Maria Violante Afonso, solteira. Neta materna de Manuel José Afonso e de Rosa Maria, rurais. Nasceu no lugar de Sante por volta de 1866. // Era solteira, jornaleira, quando casou na igreja de São Paio a 19/12/1906 com Luís da Cunha, de 44 anos de idade, solteiro, jornaleiro, natural de Ceivães, Monção, filho de Joaquina da Cunha, jornaleira. Testemunhas: Jerónimo José Alves de Figueiredo e Carlos Alves, casados, lavradores, sampaienses.
 


AFONSO, Francisco. Filho de Manuel António Afonso e de Maria Luísa Lourenço, lavradores, residentes no lugar de Fontes. Nasceu e foi batizado em Paderne por volta de 1815 (no seu assento de óbito diz-se que ele nasceu por volta de 1823). // Tinha 52 anos de idade, era viúvo de Margarida Alves, quando voltou a casar, na igreja do mosteiro, a 4/9/1867, com Maria Joana Rodrigues, de 40 anos de idade, solteira, filha de Francisco Rodrigues e de Luísa Maria Rodrigues, do lugar de Pomares. // Enviuvou de novo. // Morava em Fontes. // Voltou a casar, na dita igreja, a 7/12/1868, com Maria Joaquina Afonso, de 29 anos de idade, solteira, natural de Tangil, residente no lugar de (Modelos?), filha de José Luís Afonso e de Antónia Luísa Domingues, lavradores. Testemunhas: MCR, tendeiro, casado, do lugar do Cruzeiro, e Manuel José Alves, viúvo, do lugar de Aldeia. // Rural. // Faleceu a 30/1/1897, em sua casa de morada, sita no lugar de Fontes, com todos os sacramentos, com 74 anos de idade, no estado de viúvo de Maria Joaquina Afonso, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no adro da igreja paroquial. 

 

AFONSO, Francisco Joaquim. Filho de Manuel António Afonso e de Rosa Maria Pires. N.p. de Manuel Afonso e de Maria Alves, de Cousso; n.m. de João Pires e de Mariana Alves, de Estivadas, Paderne. Nasceu a 9/7/1838 e foi batizado a 12 desse mês e ano. Padrinho: tio materno, Francisco Joaquim Pires. // À margem do assento: «morto de tenra idade».  

 

AFONSO, Francisco José. Filho de Manuel José Afonso e de Margarida Rosa Monteiro, lavradores. Nasceu por volta de 1842. // Tinha 27 anos de idade, era solteiro, morava em Sante, quando casou na igreja de Paderne, a 4/9/1869, com Maria Joaquina Lourenço, de 23 anos de idade, solteira, do dito lugar. Testemunhas: MCR e Maria José Rodrigues, viúva, do Barral.  



AFONSO, Francisco José. Filho de José Francisco Afonso e de Maria Joaquina Lourenço. N.p. de Manuel José Afonso e de Margarida Rosa Monteiro; n.m. de António Lourenço (de Freitas?) e de Rosa Maria Calhegas. Nasceu em Sante a --/8/1873 e foi batizado a 24/8/1873.  

 

AFONSO, Jeremias. Filho de José Afonso e de Capitolina das Neves Afonso. Nasceu em Paderne a --/--/1917 (Correio de Melgaço n.º 248, de 6/5/1917).

 

AFONSO, João. Filho de ---------- Afonso e de -----------------------------------------. Nasceu a --/--/18--. // Casou a --/--/1914 com Capitolina das Neves Afonso (Correio de Melgaço n.º 94, de 5/4/1914).

 

AFONSO, João Manuel. Filho de Francisco Afonso e de Margarida Alves. Nasceu em Paderne por volta de 1859. // Tinha 24 anos de idade, era solteiro, morava no lugar de Fontes, quando casou na igreja do mosteiro a 25/11/1883 com Maria do Rosário Gonçalves, viúva de António Luís Vaz, de 28 anos de idade, filha de Bento Manuel Gonçalves e de Maria Vaz, padernenses, moradores em Pomares, todos rurais.

 

AFONSO, Joaquina. Filha de Tomás Afonso e de Rosa Vaz, moradores em Pomares. N.p. de Manuel José Afonso e de Joana Gonçalves; n.m. de Manuel José Vaz e de Maria Josefa Vieites. Nasceu a 3/2/1867 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: Joaquim Afonso ------------ (?) e Ludovina Jerónima, solteiros, do sobredito lugar. // Faleceu no citado lugar a 22/7/1939.   

 

AFONSO, Joaquina Rosa. Filha de Manuel José Afonso e de Rosa Maria Alves, lavradores. N.p. de Pedro Afonso e de Sebastiana Carvalho; n.m. de Manuel Alves e de Ana Maria Gonçalves, todos de Sante. Nasceu a 27/6/1837 e foi batizada a 2 de Julho desse dito ano. Padrinhos: Manuel António de Carvalho e esposa, Joaquina Rosa, do lugar da Costa, São Paio. // Faleceu em Sante a 19/9/1883, solteira, e foi sepultada no adro da igreja de Paderne. // Fizera testamento. // Sem geração.    

 

AFONSO, José. Filho de Inácio José Afonso e de Maria Cerqueira, lavradores, residentes no lugar de Fontes. Neto paterno de Maria Joaquina Afonso, solteira; neto materno de Manuel Joaquim Cerqueira e de Maria Rosa Afonso. Nasceu em Paderne às cinco horas da manhã do dia 14/3/1892 e foi batizado na igreja no dia seguinte. Padrinhos: os seus avós maternos. // Casou em 1914 com a sua conterrânea Capitolina das Neves Afonso. // Foi soldado da 4.ª Companhia do CEP, 2.ª divisão, Regimento de Infantaria 3, Viana do Castelo. Embarcou para França a 22/4/1917, integrado no dito CEP, Brigada do Minho, a fim de participar nas batalhas da I Grande Guerra. No dia 16/9/1917 foi punido pelo comandante da Companhia «com dez dias de detenção por não apresentar a bolacha da ração de reserva que lhe havia sido distribuída com a recomendação expressa de não come-la sem autorização, recomendação esta que lhe foi feita por um oficial antes da marcha para as trincheiras da 2.ª brigada de infantaria e na ocasião da sua distribuição.» Foi de novo punido, no dia 17/9/1917, pelo comandante da companhia, «com seis dias de detenção, por ter faltado à terceira refeição de 16 (dia anterior), sem motivo justificado, apresentando-se meia hora depois.» Morreu naquele país, em combate, a 9/4/1918, na batalha de La Lys; ficou sepultado no cemitério militar de Richebourg l’Avoué, França, Talhão C, Fila 10, Coval 10. Inicialmente fora dado como desaparecido em combate na dita batalha, mas posteriormente verificou-se que tinha morrido.

 

AFONSO, José Augusto. Filho de ---------- Afonso e de ---------------------. Nasceu a --/--/1921. // Casou com Júlia de Assunção Domingues. // Residiram em Gramainha, Paderne. // Morreu a 3/3/1997, no hospital de Viana, com 76 anos de idade. // Pai de Maria (casada com Manuel Bento Fernandes), e de Maria de Lurdes (casada com o professor Alberto Esteves). Avô de Paula Maria Afonso Fernandes, de Filipe Marcelo Afonso Fernandes, e de Sílvia Daniela Afonso Esteves.

 

AFONSO, José Joaquim. Filho de Manuel António Afonso e de Rosa Alves, moradores em Estivadas. N.p. de Manuel Afonso e de Maria Alves, de Cousso; n.m. de João Pires e de Maria Alves, de Estivadas, Paderne. Nasceu a 6/2/1836 e foi batizado e foi batizado a 14 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel António Rodrigues e mulher, Maria Luísa Afonso, de Pomares.

 

AFONSO, José Joaquim. Filho de Jacinto Dionísio Afonso, galego, e de Luísa Maria Alves de Carvalho, de Cousso, moradores em Crastos, Paderne. N.p. de Manuel Afonso e de Vicenta Esteves, da freguesia de Lamosa, bispado de Tui; n.m. de Manuel Alves de Carvalho e de Isabel Ventura, de Cousso. Nasceu a 13/11/1836 e foi batizado a 16 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Joaquim de Castro e irmã, Joana Rita, da Portela de Paderne. // Era solteiro quando casou na igreja do mosteiro a 13/6/1863 com Maria Amélia, solteira, de 25 anos de idade, sua conterrânea, residente em Remoães, filha de António Joaquim da Cunha, de Remoães, e de Ana Luísa Soares, de Paderne. Testemunhas: João Manuel Vaz de Abreu, casado, proprietário, de Crastos, e João Manuel Gonçalves, casado. // Sem mais notícias.     

 

AFONSO, José Joaquim. Filho de Pedro Afonso e de Maria do Carmo Alves, moradores no lugar da Nogueira. Neto paterno de João Ventura Afonso e de Maria da Paz; neto materno de António Manuel Alves e de Rosa Maria Soares. Nasceu em Paderne a 22/1/1866 e foi batizado a 24 desse mês e ano. Padrinhos: José Joaquim de Queirós, negociante, e sua esposa, Maria Rosa, naturais de Penso. // Morreu na sua freguesia natal ainda bebé.

 

AFONSO, José Joaquim. Filho de Pedro Afonso, natural da Galiza, e de Maria do Carmo Alves, natural de Paderne, moradores no lugar da Nogueira. Neto paterno de João Ventura Afonso e de Maria da Paz; neto materno de António Manuel Alves e de Rosa Maria Soares, todos lavradores. Nasceu em Paderne a 2/3/1869 e foi batizado na igreja a 9 desse mês e ano. Padrinhos: José Joaquim de Queirós e esposa, negociantes, de Penso. // Tinha 24 anos de idade, era solteiro, lavrador, morava no lugar da Nogueira, Paderne, quando casou na igreja de São Paio a 10/7/1893 com Rosa Maria Sérvio, de 23 anos de idade, solteira, camponesa, do lugar dos Lourenços, São Paio, filha de João Francisco Sérvio e de Maria Teresa da Silva. Testemunhas: o presbítero José Maria Fernandes, do lugar do Regueiro, e Hipólito Vitoriano Soares Calheiros, casado, proprietário, do lugar do Cruzeiro. Deste casal nasceram: António em 1895, Augusto em 1899, Silvino Amaro em 1902, Manuel José em 1907, e Maria da Glória em 1910. // {assento 0233 (6) – São Paio e Castro Laboreiro}.

 

AFONSO, José Joaquim. Filho de Pedro Afonso e de Maria do Carmo Alves (julgo que esta filiação está errada). Nasceu em Paderne por volta de 1874. // Tinha 24 anos de idade, era solteiro, lavrador, morava no lugar da Nogueira, quando casou na igreja do mosteiro de Paderne a 22/8/1898 com a sua conterrânea Claudina da Assunção Cordeiro, de 22 anos de idade, solteira, doméstica, residente no mesmo lugar, filha de Simão António Cordeiro e de Clementina Rosa Alves, rurais. Testemunhas: António Joaquim Gregório, casado, carpinteiro, e Joaquim Gregório, solteiro, criado de servir, ambos do lugar da Costa. // {assento 0657 (9) – Lamas, Paços, e Paderne}. // Ficou viúvo a 28/1/1909. // Morreu no lugar de Queirão, freguesia de Paderne, a 11/1/1945 (confirmar). // Filhos: (ver, em São Paio, Joaquim Afonso, nascido a 18/9/1899, Raul Afonso, nascido a 4/5/1902, e Leocádia Afonso, nascida a 2/5/1905).

 

AFONSO, José Luís. Filho de Manuel José Afonso e de Joana Rosa Gonçalves, lavradores. Nasceu em Paderne por volta de 1823. // Rural. // Morreu em Pomares, a 21/6/1888, com 65 anos de idade, casado com a sua conterrânea Helena Vaz, e foi sepultado na igreja. // Com geração.

 

AFONSO, Justina. Filha de Tomás Afonso e de Rosa Vaz, rurais, moradores no lugar de Pomares. Neta paterna de Manuel José Afonso e de Joana Gonçalves; neta materna de Manuel José Vaz e de Maria Josefa Beites. Nasceu em Paderne a 19/1/1875 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: Bento Manuel Gonçalves e Maria Gonçalves. // Gémea de Bento. // Faleceu a 16/2/1898, em sua casa de morada, sita no lugar de Pomares, apenas com o sacramento da extrema-unção, no estado de solteira, sem testamento, sem filhos, e foi sepultada no adro da igreja paroquial. 

 

AFONSO, Lina. Filha de ---------- Afonso e de ------------------------------------------. Nasceu a --/--/1---. // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 217, de 24/12/1933: «No tribunal desta comarca respondeu, no dia 8, Lina Afonso, casada, do lugar do Barral, freguesia de Paderne, por ofensas corporais, sendo condenada em doze dias de prisão correcional, substituída por iguais dias de multa a 10$00, três dias de multa a 2$00, 100$00 de imposto de justiça, e 50$00 de indemnização à queixosa. Foi seu defensor, o Dr. António Francisco de Sousa Araújo 

 

AFONSO, Ludovina. Filha de Pedro Afonso, galego, e de Maria do Carmo Alves, padernense, lavradores, residentes em Nogueira. N.p. de João Ventura Afonso e de Maria da Paz; n.m. de Manuel Alves e de Rosa Maria Soares. Nasceu a 16/10/1875 e foi batizada a 24 desse mês e ano. Padrinho: José Joaquim de Queirós, casado, negociante. // Casou na igreja do mosteiro a 16 de Outubro de 1899 com Leopoldo Augusto, exposto na Roda de Melgaço em 1876. // Faleceu a 20/4/1946, em Remoães.

 

AFONSO, Manuel. Filho de José Luís Afonso e de Helena Vaz. Nasceu em Paderne por volta de 1859. // Tinha 21 anos de idade, morava em Pomares, quando casou na igreja do mosteiro a 5/7/1880 com a sua parente no 3.º grau, Rosa Maria Vieites, de 24 anos de idade, solteira, camponesa, filha de José Joaquim Vieites e de Margarida Rodrigues. Testemunhas: João Manuel Vieites e Francisco Vieites, solteiros, lavradores, do dito lugar. // Com geração. 

 

AFONSO, Manuel. Filho de Manuel Afonso e de Rosa Maria Vieites. Neto paterno de José Luís Afonso e de Helena Vaz; neto materno de José Joaquim Vieites e de Margarida Rodrigues, todos lavradores, de Pomares. Nasceu a 19/6/1881 e foi batizado pelo presbítero MASL nesse dia. Padrinhos: a sua avó paterna e João Manuel Vieites, solteiro, lavrador, de Pomares. // Rural. // Casou na igreja do mosteiro a 17/7/1907 com a sua parente e conterrânea Maria Alves, de 32 anos de idade, solteira, doméstica, moradora em Pomares, filha de Joaquim Alves e de Ana Gonçalves. // A sua esposa faleceu em Paderne a 6/9/1945. // Ele morreu em Badim, Monção, a 31/12/1972.     

 

AFONSO, Manuel. Filho de José Afonso e de Capitolina das Neves. Nasceu em Paderne a --/--/1915 (Correio de Melgaço n.º 157, de 18/7/1915).

 

AFONSO, Manuel António. Filho de Manuel António Afonso e de Rosa Pires, lavradores. Nasceu em Paderne por volta de 1835. // Tinha 32 anos de idade, era solteiro, quando casou na igreja de Penso a 4/8/1866 com a sua parente no 3.º grau de consanguinidade, Rosa Maria Vaz, de 36 anos de idade, solteira, natural de Penso, moradora em Rabosa, filha de Manuel Francisco Vaz, de Paderne, e de Teresa Maria Esteves, de Penso. Testemunhas: padre CEC, António José Fernandes, solteiro, pedreiro, de Barreiros, e Francisco Manuel Vaz. // Tinha 51 anos de idade, era lavrador, viúvo de Rosa Maria Vaz, falecida em Penso, morava no lugar de Rabosa, freguesia de Penso, quando casou na igreja dessa freguesia de Melgaço a 18/1/1886 com Teresa de Brito, de 31 anos de idade, solteira, criada de servir, natural da freguesia de Mazedo, concelho de Monção, moradora em Penso, Melgaço, filha de António José de Brito e de Mariana Vieites, rurais. Testemunhas presentes: Domingos José Esteves Reguengo, casado, agricultor, do lugar de Barro Pequeno, e José Esteves Cordeiro, solteiro, camponês, do lugar de Paradela, ambos de Penso. // Morreu a 25/8/1898, no lugar de Rabosa, com todos os sacramentos da igreja católica, com 63 anos de idade, no estado de casado com Teresa de Brito, com testamento, sem filhos deste matrimónio, e foi sepultado na igreja de Penso.    

 

AFONSO, Manuel António. Filho de Domingos Afonso e de Joana Rosa Lourenço, moradores em Pomares. N.p. de Manuel José Afonso e de Joana Rosa Gonçalves, do dito lugar; n.m. de António Joaquim Lourenço e de Maria Rosa Afonso, de Fontes. Nasceu a 31/3/1853 e foi batizado a 1/4/1853. 
 


AFONSO, Manuel Francisco. Filho de Manuel José Afonso e de Ludovina Rosa Domingues, rurais, moradores no lugar de Sante. Neto paterno de Manuel José Afonso e de Margarida Monteiro; neto materno de ------ Domingues e de --------. Nasceu a 2/5/1870 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: Francisco José Afonso, tio paterno, natural de São Paio, e Maria de Carvalho, solteira, do lugar de Sante. // Tinha 26 anos de idade, era solteiro, lavrador, morava no lugar de Sante, quando casou na igreja de São Paio a 31/10/1896 com Maria Rosa Alves, de 25 anos de idade, solteira, camponesa, do lugar das Cabencas, São Paio, filha de José Joaquim Alves e de Clementina Caetana Rodrigues, rurais.  

 

AFONSO, Manuel Joaquim. Filho de Pedro Afonso e de Maria do Carmo Alves. Nasceu em Paderne por volta de 1856. // Tinha 33 anos de idade, era solteiro, lavrador, morava no lugar da Nogueira, quando casou na igreja do mosteiro a 17/4/1889 com Maria Joaquina Correia, de 32 anos de idade, solteira, doméstica, natural de São Paio, residente no lugar de Barata, filha de Carlos José Correia e de Rita Joaquina Lourenço, rurais, sampaienses. Testemunhas: José da Costa, solteiro, alfaiate, morador no lugar da Costa, e José Joaquim Afonso, solteiro, lavrador, residente no lugar da Nogueira.   

 

AFONSO, Manuel Joaquim. Filho de Tomás Afonso e de Rosa Vaz, moradores em Pomares. N.p. de Manuel José Afonso e de Joana Rosa Afonso; n.m. de Manuel José Vaz e de Maria Josefa Vieites, todos lavradores. Nasceu a 25/1/1869 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: Joaquim e Ludovina Alves, filhos de Domingos Afonso, de Pomares.    

 

AFONSO, Manuel Joaquim. Filho de Teresa Afonso, solteira, lavradora, residente em Sante, onde nascera. N.m. de Maria Violante Afonso, solteira, do dito lugar. Nasceu a 27/7/1879 e foi batizado a 29 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Joaquim Alves e Angelina Domingues Casal, solteiros, lavradores.

 

AFONSO, Manuel Joaquim. Filho de Inácio José Afonso e de Maria Cerqueira. N.p. de Maria Joaquina Afonso, solteira; n.m. de Manuel Joaquim Cerqueira e de Maria Rosa Afonso, todos lavradores, de Fontes. Nasceu a 1/2/1887 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: os seus avós maternos.

 

AFONSO, Manuel Joaquim. Filho de João Manuel Afonso e de Maria do Rosário Gonçalves, lavradores, residentes em Pomares. N.p. de Francisco Afonso e de Margarida Alves; n.m. de Bento Manuel Gonçalves e de Maria Joaquina Vaz. Nasceu a 16/7/1889 e foi batizado nesse dia. Padrinhos: Bento Manuel Gonçalves, casado, lavrador, e Maria Afonso, solteira, doméstica. // Faleceu a 9/12/1892 e foi sepultado dentro da igreja. 

 

AFONSO, Manuel Joaquim. Filho de José António Afonso, lavrador e soqueiro, natural da Gave, e de Maria de Jesus Fernandes, doméstica, de Paderne, moradores em Sainde. N.p. de José António Afonso e de Maria Emília Rodrigues; n.m. de Francisco José Fernandes e de Maria Teresa Gonçalves. Nasceu em Paderne a 13/5/1895 e foi batizado no dia seguinte. // Faleceu a 20/11/1897 e foi sepultado no adro da igreja.

 

AFONSO, Manuel Joaquim. Filho de Joaquina Afonso, solteira, empregada doméstica, moradora em Pomares. N.m. de Tomaz Afonso e de Rosa Vaz. Nasceu a 13/4/1896 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: Manuel Joaquim Rodrigues, lavrador, e Claudina Afonso, casada, doméstica. // Faleceu em Paderne 18/5/1976.  

 

AFONSO, Manuel Joaquim. Filho de ------- Afonso e de ----------------------------. Nasceu a --/--/18--. // Casou a --/--/1914 com Maria Vieites (Correio de Melgaço n.º 86, de 8/2/1914). // Residiram em Pomares. // Em 1998 já ambos tinham morrido (VM 1091). // Com geração.  

 

AFONSO, Manuel Joaquim. Filho de José António Afonso, soqueiro, natural da Gave, e de Maria de Jesus Fernandes, doméstica, de Paderne, moradores em Sainde. N.p. de José António Afonso e de Maria Emília Rodrigues; n.m. de Francisco Fernandes e de Maria Teresa Gonçalves. Nasceu em Paderne a 9 de Julho de 1898 e foi batizado a 11 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Joaquim Rodrigues, casado, rural, e Rosa Alves, casada, doméstica. // Faleceu a 27/12/1899 e foi sepultado no adro da igreja.

 

AFONSO, Manuel José. Filho de Manuel José Afonso e de Margarida [Rosa Rodrigues] Monteiro, moradores em Sante. N.p. de João Afonso e de Maria da Silva, de São Paio; n.m. de António Monteiro e de Maria Esteves, de Sante. Nasceu a 22/7/1847 e foi batizado a 24 desse mês e ano. Padrinho: padre Manuel José Meleiro, de São Paio. // Casou na igreja de Paderne a 11/10/1869 com Ludovina, de 22 anos de idade, solteira, batizada na igreja de São Paio, residente em Sante, filha de Francisco José Domingues Casal e de Maria Alves, lavradores.    



 

AFONSO, Maria. Filha de Manuel Afonso e de Rosa Maria Vieites. N.p. de José Luís Afonso e de Helena Vaz; n.m. de José Joaquim Vieites e de Margarida Rodrigues. Nasceu a 7/10/1884 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: Francisco Vieites, solteiro, tio materno, e Helena Vaz, casada, todos lavradores, de Pomares. // Faleceu em Paderne a 25/10/1962.

 

AFONSO, Maria. Filha de Manuel Afonso, lavrador, de Paderne, e de Maria Joaquina Correia, doméstica, de São Paio, moradores em Gramoinha. N.p. de Pedro Afonso e de Maria do Carmo Gonçalves; n.m. de Carlos José Correia e de Rita Joaquina Lourenço. Nasceu a 12/6/1892 e foi batizada a 15 desse mês. Padrinhos: António Manuel da Rocha, casado, negociante, e Maria da Conceição Queirós, casada, proprietária. // Casou na igreja do mosteiro a 18/4/1966 com Bento (Firmino? Guilhermino?), de 51 anos de idade, padernense, filho de Vitorino Gomes e de (Floripes?) Exposta. // Faleceu em Paderne a 13/10/1976.   

 

AFONSO, Maria. Filha de Manuel Joaquim Afonso e de Maria Vieites. Nasceu em Paderne a --/--/1915 (Correio de Melgaço n.º 149, de 16/5/1915). // Faleceu em Pomares a --/--/1915, com apenas catorze horas de vida (CM 149).

 

AFONSO, Maria Angélica. Filha de -------- Afonso e de -----------------------------. Nasceu por volta de 1850. // Faleceu em Sante a --/--/1933, com 83 anos de idade (Notícias de Melgaço n.º 206, de 27/8/1933).

 

AFONSO, Maria da Conceição. Filha de José António Afonso, lavrador, da Gave, e de Maria de Jesus Fernandes, doméstica, de Paderne, moradores em Sainde. N.p. de José António Afonso e de Maria Emília Rodrigues; n.m. de Francisco José Fernandes e de Maria Teresa Gonçalves. Nasceu a 5/7/1889 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: Manuel Fernandes, casado, lavrador, e Maria Gertrudes Soares, casada, doméstica. // Morreu às dez horas da noite de 21/12/1891 e foi sepultada no adro da igreja.   

 

AFONSO, Maria da Conceição. Filha de Manuel Francisco Afonso, lavrador, de Paderne, e de Rosa Maria Alves, doméstica, de São Paio, moradores em Sante. N.p. de Manuel José Afonso e de Ludovina Rosa Domingues; n.m. de José Joaquim Alves e de Clemência Caetana Rodrigues. Nasceu a 22/7/1899 e foi batizado a 24 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco José Afonso, casado, rural, e Maria Joaquina Afonso, solteira, doméstica.

 

AFONSO, Maria Isabel. Filha de Ermezinda Afonso. Nasceu na freguesia de Paderne a --/--/1935 (NM 269, de 28/4/1935).

 

AFONSO, Maria Joana. Filha de Domingos Afonso e de Isabel Pires, lavradores, padernenses. Nasceu em Paderne por volta de 1811. // Faleceu na sua casa de Pomares, a 22/12/1889, com 78 anos de idade, casada com Francisco Luís Alves, natural de Parada do Monte, e foi sepultada na igreja. // Com geração.   

 

AFONSO, Maria Joaquina. Filha de José Luís Afonso e de Antónia Luísa Domingues, lavradores, naturais de Tangil. Nasceu em Tangil, Monção, por volta de 1826. // Morreu na sua casa de Fontes, Paderne, a 23/12/1890, com 64 anos de idade, casada com Francisco Afonso, e foi sepultada na igreja do Convento. // Com geração.

 

AFONSO, Maria Joaquina. Filha de Jacinto Dionísio Afonso e de Luísa Maria de Carvalho, lavradores. Nasceu em Paderne por volta de 1836. // Faleceu a 25/3/1908, em sua casa de morada, sita no lugar de Crastos, com todos os sacramentos, com 72 anos de idade, no estado de viúva de Luís Manuel Lourenço, com testamento, com filhos, e foi sepultada no adro da igreja.

 

AFONSO, Maria Joaquina. Filha de --------- Afonso e de ----------------------------. Nasceu a --/--/1---. // Casou com --------------------------------------. // Morou em Sante, Paderne. // A 8/10/1933 iriam alguns dos seus bens à praça em virtude do Ministério Público lhes mover uma execução de custas (NM 202, de 23/7/1933, e NM 203, de 6/8/1933).

 

AFONSO, Maria José. Filha de Maria Violante Afonso, solteira, moradora no lugar de Sante. Neta materna de Manuel José Afonso e de Maria Rosa, do dito lugar. Nasceu em Paderne a 17/6/1866 e foi batizada na igreja 21 desse mês e ano (fora batizada em casa, no dia do seu nascimento, por Teresa Alves Garelha). Padrinhos: José Joaquim Domingues, natural de Barata, São Paio, e a dita batizante. // Faleceu em Paderne a 12 de (?) de 1946.

 

AFONSO, Maria Rosa. Filha de Manuel António Afonso e de Maria Luísa Lourenço, lavradores. Nasceu em Paderne por volta de 1828. // Faleceu a 24 de Julho de 1899, em sua casa de morada, sita no lugar da Fontes, sem sacramentos, com 71 anos de idade, no estado de viúva de Manuel Joaquim Cerqueira, sem testamento, e foi sepultada no adro da igreja. // Com geração.

 

AFONSO, Maria Rosa. Filha de Pedro Afonso e de Maria do Carmo Alves, moradores em Crastos. N.p. de João Ventura Afonso e de Maria da (Paz?), galegos; n.m. de António Manuel Alves e de Rosa Maria Soares, padernenses. Nasceu em Paderne a 13/12/1870 e foi batizada 18 desse mês e ano. Padrinhos: a sua avó materna e José Joaquim Queirós, negociante, natural de Penso. // Casou na igreja do mosteiro a 10/2/1892 com o seu conterrâneo Manuel Joaquim Esteves, de 26 anos de idade, solteiro. // Faleceu em Paderne a 24/5/1944. // Com geração.  

 

AFONSO, Maria Rosa. Filha de Inácio José Afonso e de Maria Cerqueira, lavradores, residentes em Fontes. Neta paterna de Maria Joaquina Afonso; neta materna de Manuel Joaquim Cerqueira e de Maria Rosa Afonso. Nasceu a 8/7/1894 e foi batizada na igreja no dia seguinte. Padrinhos: a sua avó materna e Joaquim Vaz, casado, rural. // Casou a 20 de Julho (de 1920?) com José Joaquim Vaz. // Declaração: Maria Rosa Afonso, do lugar de Fontes, freguesia de Paderne, deste concelho, declara que não se responsabiliza por qualquer dívida, venda ou trato, que venha a contrair seu marido José Joaquim Vaz, residente em Lisboa. Paderne de Melgaço, 28/5/1949. // Faleceu na freguesia de Paderne a 12/8/1984, com noventa anos de idade. // continua... 

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

CAPITÃO VALENTE - UMA POLÉMICA INTERMINÁVEL (II Parte)
 
Por Joaquim A. Rocha






     E o homem não se cala! No Notícias de Melgaço n.º 158, de 24/7/1932, volta ao ataque: «CAMINHO PÚBLICOS – está dito e redito, e sobre o assunto muito se tem falado e escrito, o que são os caminhos públicos do nosso concelho. Péssimos, ordinários, cheios de águas, dificultando o trânsito aos peões que não andem descalços e, em sítios com lamaçais, intransponíveis, a não ser que se transite montado em cavalgadura, e piores do que o inferno para a tração animal. // Não há adjetivos suficientes que os possam qualificar [pelo] que têm de ordinários. // Diz-se que a culpa é dos povos por onde eles atravessam. Será verdade, mas não é certo, porque o povo de uma freguesia não há de andar a consertar os seus caminhos, quando eles servem outras freguesias. // Portanto, pertencendo o caminho público também ao domínio público concelhio e nacional, [compete] aos corpos administrativos as providências para que os caminhos sejam aquilo que de facto devem ser: transitáveis para a tração própria e peões, com um mínimo de comodidades para as populações que são obrigadas a deles fazerem uso. Será o problema dos caminhos (…) insolúvel? Não é. // Cremos que se os corpos administrativos [agissem], o concelho não teria os ruins caminhos que ora [tem]; e se há pontos bons é porque ainda há uns carolas que se interessam pela sua boa conservação. E quer-nos parecer que se os vereadores e empregados do 1.º corpo administrativo por eles tivessem de transitar diariamente, há muito que teriam dado algum paliativo; mas como raras vezes por eles transitam, e essas o fazem geralmente montados, eles bem veem a ruína em alguns pontos, mas com isso pouco se importam. // Não é problema transcendente, nem de grande dispêndio, facílimo de resolver, mais ainda do que foi a quadratura do círculo, com pouco dinheiro e que talvez ainda dê alguma receita, tirada dos desleixados, negligentes e vândalos. Uma postura, e uns trabalhadores permanentes espalhados por várias zonas, são os remédios adequados. A postura indicando o que são caminhos que não podem ser obstruídos pelas águas, sapadas dos prédios confinantes, com regos limpos, bem como limpeza dos arbustos, silvas, e outras vegetações que impedem o trânsito. Aos desleixados que não cumprissem com o indispensável, na parte que lhes pertencesse, seriam aplicadas as sanções. // Aos trabalhadores na zona que lhes fosse distribuída, competiria fazer a polícia dos caminhos, avisando e intimando os que não cumprissem com a postura. Ser-lhes-ia distribuído material próprio para reparações, pequenos consertos e limpeza de regos que os acompanham ou atravessam. // Quando um caso fortuito determinasse uma maior reparação, solicitaria da Junta de Freguesia e do regedor que nomeasse o povo do lugar, ou lugares, que forneceriam gente e transporte de material para ajudarem nessa reparação. Dirão: e dinheiro para pagar a esses trabalhadores? No orçamento da Câmara sempre haveria onde meter uns 8.000$00 anuais para lhes pagar. No presente ano económico os impostos indiretos renderam mais do que essa quantia do que no ano findo. Esse aumento já chega. E para o próximo ano, se bem se vasculhar, há sempre onde arranjar verba para fins tão úteis, e incluí-los no orçamento ordinário. Diz a doutrina que os dotes do corpo humano são três: memória, entendimento, e vontade. Pois nos corpos administrativos, com três dotes nos seus componentes se resolvem muitos problemas de administração. São eles: boa vontade para trabalhar; bom senso para acertar; boa justiça, para distribuir os benefícios pelos povos seus administrados.» // L. A. de Carvalho, capitão.    
  

 



     Prossegue a sua batalha, a sua implacável luta, no Notícias de Melgaço número 159, de 31/7/1932, agora elevando a aposta. Da Câmara Municipal de Melgaço já vira que pouco, ou nada, conseguia; o poder, como sempre, estava em Lisboa: «Excelentíssimos Senhores Ministro das Obras Públicas e Comunicações, e Presidente da Junta Autónoma das Estradas: a Vossas Excelências se dirige um humilde melgacense que, sem tinta lustral, lhes vai impetrar o cumprimento de uma promessa feita em época remota e que até recente data dormiu o sono dos justos nas estantes de qualquer repartição a Vossas Excelências subordinada. // Aí pelos anos de 1884 a 1888, infância do cronista, via este passar homens com vários apetrechos e uns paus pintados e ouvia dizer que andavam a demarcar a estrada para a Peneda e Arcos de Valdevez. // Recorda com saudade o entusiasmo do povo, mormente o dos montes, pois ia ter para si um caminho por onde podiam andar carros e diligências puxados a burros. // Até 1894, em que se ausentou desta terra, ouvia dizer às pessoas daqui: “em A indo ao poder, temos a estrada de Castro Laboreiro”. Outras [pessoas diziam]: “quando for B é que é certo a estrada começar”. O cronista, por Lisboa e colónias portuguesas esteve ausente até Setembro de 1930, sendo de serviço, nestas últimas, vinte e cinco anos, até que, velho, veio assentar residência na sua terra natal, não encontrando já os tais A e B, que se revezaram no poder, nem os C da República que também, segundo ouviu dizer, prometeram a estrada, não para carros puxados a burros, mas sim para automóveis, camiões e camionetas, nem tão pouco uma pazada de terra removida para a estrada. // Acabava o cronista de pousar as malas no seu tugúrio, recebeu a visita de um antigo condiscípulo da escola primária e grande influente da União Nacional, que após os abraços de cumprimentos lhe disparou o seguinte: - a estrada para Castro Laboreiro vai converter-se em realidade, pois já foi dotada para começo em setecentos e cinquenta contos. É preciso que se faça uma variante para atravessar a freguesia de São Paio pelo meio, e entre os eflúvios dos cumprimentos lhe narrou o que havia acerca da estrada. // Regozijando-se com a boa notícia, retorquiu ao seu amigo: – pois venha a estrada que, mesmo pelo traçado antigo, é um melhoramento precioso, há tanto tempo prometido e de tanta necessidade, como o pão para a boca do esfomeado. // Apartamo-nos e dias depois, outubro de 1930, chamaram a sua atenção para umas pessoas que andavam pelos campos a tratar da estrada. Dirigiu-se para lá e foi apresentado ao senhor engenheiro Meireles. Breves palavras, trocou com esse senhor, sobre a estrada e a variante. No dia imediato, depois de falar com o seu condiscípulo e com o então presidente da Comissão Administrativa da Câmara, dirigiu um telegrama ao Excelentíssimo Presidente da Junta Autónoma. // Após o acima relatado, o cronista soube, por lho dizerem, que o senhor Meireles retirou; mais tarde veio o senhor Valença, e há pouco voltou o senhor Meireles. E ambos retiraram, sempre, na boa paz, sem se ter tirado uma pedra ao pé da estrada nacional 1-1.ª, de onde há de irradiar a malfadada via de comunicação projetada há meio século. // Pergunta o cronista a um marechal da União Nacional: - a estrada começa? Ouve, como resposta: - os estudos, problemas, cadernos de encargos, etc. // Vox populi: - um diz, a estrada vai começar, porque o afirmou…, outro marechal da União. Outro diz: - cicrano, influente unionista, disse que a estrada não ia, afirmando até a A que podia vender o campo (…) // E (neste vox populi e vox União Nacional), o cronista chega à conclusão de nada saber. // De concreto e positivo, neste meio século, tem sido o fisco ter cobrado inalteravelmente as pesadas contribuições, sem devolver àquele povo montenho um centavo em comodidades de transportes, e pouco e quase nulo o benefício espiritual da instrução. // Excelentíssimos Senhores Ministro e Presidente da Junta de Estradas: a estrada de Melgaço a Castro Laboreiro, Arcos de Valdevez ou Lindoso, é tão necessária (repito) como o pão para a boca do esfomeado. // Não é preciso vir in loco ver a sua necessidade. Basta estender-se um mapa corográfico, olhar para o cocuruto de Portugal e notar que ali falta uma via de comunicação com faixa de rodagem, muito precisa sob os pontos de vista turístico, económico e estratégico e de comodidade dos povos por ali residentes, havendo um ponto – senhora da Peneda – que se há meio século deitassem uma derrama sobre os rendimentos da santa, que ali veneram, para a construção da estrada, esta, há mais de cinco lustros que estaria concluída. // Há meio século reconheceram a necessidade da sua construção e, segundo creio, no próprio Diário do Governo, no mapa da rede de estradas, publicado pela Ditadura, ela continua a figurar. // O cronista, alheado daquilo a que chamam política, vê que é preciso dotar-se esta região com aquilo que há cinquenta anos já era necessário, e que já se teria feito numa larga descentralização administrativa. // Quando o cronista foi para a província de Moçambique em 1898, nesta colónia viajava-se em machila, às costas dos indígenas; em equídeos e bovinos de toda a espécie, e para atravessar os pântanos despia-se a gente e passava-se a nado. Nos rios imperava o dongo e a jangada de polas de palmeira. // Uma reforma administrativa descentralizadora, decretada para aquela colónia em 1907 por Aires de Ornelas e Vasconcelos, executada por Freire de Andrade e outros governadores-gerais, cujos nomes ali são venerados, transformaram naquela colónia as suas vias de comunicação. Hoje vai-se a Tete de automóvel! // Aqui, na metrópole, se a ciência, ou arte de governar os Estados, fosse outra, não seria precisa a lamúria do cronista, pedindo a V. Excelências o cumprimento de um estudo efetuado há tanto tempo. // Se Vossas Excelências, senhor Ministro e Presidente, ordenarem o começo da estrada de Melgaço a Castro Laboreiro dentro do corrente ano civil e numa distância de cinco mil metros o primeiro lanço, o cronista, apesar de velho e alquebrado do paludismo, irá a Lisboa agradecer e beijar-lhes as mãos em reconhecimento do povo melgacense.» LAC, capitão reformado das colónias.                      



 

domingo, 3 de novembro de 2019

GENTES DO CONCELHO DE MELGAÇO
(Freguesia de Paços)

Por Joaquim A. Rocha 




 
AVELAR (?)

 

AVELAR (?), Ana. Filha de Joaquim Soares de (Avelar?), natural da Vila das Velas, Açores, e de Delfina de Sousa, de Cristóval, Melgaço, moradores em Beleco, Paços. N.p. de (?); n.m. de João de Sousa e de Maria Rodrigues. Nasceu em Paços a 3/4/1884 e foi batizada a 6 desse mês e ano. Madrinha: Ana Rodrigues, solteira, de Beleco. // (À margem: «este assento não leva selo por os pais carecerem de meios…»)     

 

BACELAR

 

BACELAR, Caetano Gomes (Padre). // Faleceu em Paços a 18/9/1782.

 

BACELAR, Francisco Gomes (Padre). // Faleceu em Paços a 4/9/1780.

 

BAILÃO

 

BAILÃO, António Joaquim. Filho de José Bailão, lavrador, natural de Paços, e de Maria Joaquina Gonçalves, lavradeira, natural de Cristóval, moradores no lugar de Sá. Neto paterno de Miguel Bailão e de Maria de Nóvoa; neto materno de Manuel Gonçalves e de Albina Monteiro. Nasceu em Paços a 7/1/1900 e foi batizado na igreja paroquial a 13 desse mês e ano. Padrinhos: José Joaquim Quintela, casado, e Ana Rosa Gonçalves, solteira, tia materna do batizando, ambos de Cristóval. // Casou na CRCM a 26/8/1924 com a sua conterrânea Palmira Augusta Pires, de 23 anos de idade, filha de Vitorino Pires e de Maria do Carmo Bermudes. // Faleceu na sua freguesia de nascimento a 8/11/1979.

 

BAILÃO, Armindo Miguel. Filho de José Bailão, lavrador, natural de Paços, e de Maria Rosa Gonçalves, lavradeira, natural de Cristóval, moradores no lugar de Sá. Neto paterno de Miguel Bailão e de Maria de Nóvoa; neto materno de Manuel Gonçalves e de Albina Monteiro. Nasceu em Paços a 4/3/1906 e foi batizado na igreja paroquial a 11 desse mês e ano. Padrinhos: Miguel Martinez e Rosa Monteiro, casados, camponeses, da freguesia da Ribeira, bispado de Tui. // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 258, de 20/1/1935: «Do Brasil regressou Armindo Bailão, de Sá.» // Casou na igreja da sua freguesia natal a 5/12/1952 com a sua conterrânea Júlia de Jesus Gomes. // Faleceu no Rio de Janeiro, Brasil, a 3/10/1989. 

 

BAILÃO, Francisca. Filha de Miguel Bailão, de Santa Marinha da Ribeira, diocese de Tui, e de Maria de Nóvoa, de Sá, Paços, lavradores. N.p. de Pedro Bailão e de Joana Antónia, galegos; n.m. de Rosa de Nóvoa, solteira, pacense. Nasceu a 6/5/1872 e foi batizada na igreja de Paços a 8 desse mês e ano. Padrinhos: José Durães (faleceu pouco tempo depois, por isso não pôde assinar) e Francisca Pires, casada, lavradores, de Paços. // Faleceu em Sá, Paços, em 1938 (NM 418).  

 

BAILÃO, Henrique António. Filho de António Joaquim Bailão e de Palmira Augusta Pires. Nasceu a --/--/1939.

 

BAILÃO, João Batista. Filho de José Bailão, músico, natural de Paços, e de Maria Rosa Gonçalves, lavradeira, natural de Cristóval, moradores no lugar de Sá. Neto paterno de Miguel Bailão e de Maria de Nóvoa; neto materno de Manuel Gonçalves e de Albina Monteiro. Nasceu em Paços a 10/4/1904 e foi batizado na igreja paroquial a 14 desse mês e ano. Padrinhos: João Veloso, casado, lavrador, residente no lugar de Santa Marinha da Ribeira, Espanha, e Rosa Monteiro, casada. // Faleceu na freguesia de Alcântara, Lisboa, a 6/3/1993.

 

BAILÃO, José. Filho de Miguel Bailão, de Santa Marinha da Ribeira, Tui, e de Maria de Nóvoa, de Paços, lavradores, residentes no lugar de Sá. N.p. de Pedro Bailão e de Joana Antónia; n.m. de Rosa de Nóvoa. Nasceu a 6/4/1868 e foi batizado a 29 desse mês e ano. Padrinhos: José Manuel Durães, estudante, e Francisca Pires, casada, moradora em Sá. // Casou na igreja de Cristóval a 3/9/1893 com Maria Rosa Gonçalves, solteira, de 26 anos de idade, natural de Cristóval. Testemunhas presentes: José Domingues, solteiro, do lugar de Pousadas, e Gaspar Monteiro, solteiro, de São Gregório, ambos cristovalenses. // Em 1932, e por morte de José Joaquim Pires, presidente da Junta de Freguesia, assumiu ele esse cargo (NM 145, ou 146, de 17/4/1932). // Morreu a 27/3/1946. // Com geração (ver em Cristóval). // O correspondente em Paços do Notícias de Melgaço escreveu acerca dele: [Há cerca de um ano que partiu para a eternidade o nosso amigo José Bailão, que, como é sabido, com paciência de Job, aturou bastantes anos os músicos de Paços, que, por vezes, lhe corresponderam com ingratidões. Nunca se recusou a prestar os seus serviços, sempre que na igreja fossem reclamados, sem que alguma vez perguntasse: - «Quanto boi ganando!» Quando este nosso amigo deixou de pertencer ao número dos vivos, e quando outros elementos se ausentaram da freguesia, não faltou quem dissesse: - «Lá vão as novenas de Paços.» Qual vão, ou qual carapuça?...] (ver NM 808, de 23/2/1947, p. 2) // Nota: parece que era sacristão.    

 

BAILÃO, José de Jesus. Filho de --------- Bailão e de -----------------. Nasceu a --/--/192-. // Em 1938 fez exame do 2.º grau na escola de Paços e ficou aprovado. Professor: António Dâmaso Lopes (NM 413). 

 

BAILÃO, Júlio. Filho de ------------------- Bailão e de ------------------------------------------. Nasceu a --/--/1---. // Casou a --/--/1933 com Rufina do Espírito Santo de Sousa (Notícias de Melgaço n.º 185, de 5/3/1933). 

 

BAILÃO, Júlio Augusto. Filho de António Joaquim Bailão e de Palmira Augusta Pires. Nasceu a 8 de Agosto de 1930. // Comerciante. // Foi candidato pelo PSD às eleições de Dezembro de 1997 (Assembleia Municipal). // Casou com Irene Mendes. // Moraram em Sá, Paços. // Faleceu no hospital de Santa Luzia, Viana, no ano de 2000, com 69 anos de idade. // Deixou viúva e dois filhos (VM 1140). // Fora emigrante no Brasil. 

 

BAILÃO, Palmira de Lurdes. Filha de José Bailão, lavrador, natural de Paços, e de Maria Rosa Gonçalves, lavradeira, natural de Cristóval. Neta paterna de Miguel Bailão e de Maria da Nóvoa; neta materna de Manuel Gonçalves e de Albina Monteiro. Nasceu em Sá, Paços, a 16/4/1908 e foi batizada na igreja paroquial a 23 desse mês e ano. Padrinhos: Alfredo Augusto Lopes, casado, rural, pacense, e Ana Bailão, solteira, camponesa, irmã da batizanda. // Casou na CRCM a 11/5/1932 com o seu conterrâneo Daniel Rodrigues, de 25 anos de idade, filho de José Maria Rodrigues e de Maria Benta Ribeiro. // Faleceu em Paços a 4/1/1983.

 

BALEIXO

 

BALEIXO, Albina. Filha de José Caetano Baleixo, da Vila de Melgaço, e de Maria Ventura de Castro, de Chaviães, lavradores, residentes no lugar de Granjas, Paços. N.p. de António Joaquim Baleixo e de Maria Rosa Monteiro; n.m. de José Luís de Castro e de Joaquina Rosa Alves. Nasceu a 31/3/1868 e foi batizada a 3 de Abril desse ano. Padrinhos: António Joaquim Baleixo, sapateiro, e sua mulher, da Vila de Melgaço. 

 

BALEIXO, João Alberto. Filho de Conceição Baleixo, solteira, de Desteriz, Galiza, moradora no lugar da Pedreira, Paços. N.m. de Romão Baleixo e de Maria Herédia, de Desteriz. Nasceu a 16/7/1875 e foi batizado a 19 desse mês. Padrinhos: João Douteiro e Rosa Douteiro, solteiros, lavradores, de Paços, residentes em Sá. // Faleceu na Trafaria, Almada, a 13/1/1950.

 

BALEIXO, José Joaquim. Filho de Conceição Baleixo, lavradeira, de Desteriz, Tui, moradora no lugar da Pedreira, Paços. Neto materno de Romão Baleixo e de Maria Herédia, de Desteriz. Nasceu a 30/5/1871 e foi batizado a 4 de Junho desse mesmo ano. Padrinhos: José Douteiro, do lugar de Sá, e Claudina Rodrigues, do lugar do Esporão, lavradores.   

 

BALEIXO, Manuel José. Filho de Conceição Baleixo, solteira, rural, moradora no lugar da Pedreira, Paços. Neto materno de Romão Baleixo e de Maria Heredia. Nasceu a 5/7/1878 e foi batizado na igreja paroquial a 10 desse mês e ano. Padrinhos: José Joaquim Alves e Maria Joaquina Marques, casados, lavradores, de Viladraque. // A sua mãe, alegando pobreza, requereu à Câmara Municipal que o aceitasse no hospício, o que de facto aconteceu a 27/3/1879, ficando registado no livro dos expostos sob o n.º 331. // A 1/4/1879 a progenitora, que continuou com a criança por decisão dos vereadores, passou a desempenhar o papel de ama, e a receber um vencimento de cerca de 800 réis mensais. // A 31/12/1884 a Câmara, entendendo que a mãe do rapaz já estava em uma situação financeira mais desafogada, deixou de lhe pagar a tal importância.   

 

BALEIXO, Maria. Filha de José Caetano Baleixo, da Vila de Melgaço, e de Maria Ventura de Castro, de Chaviães, moradores em Paços. N.p. de António Joaquim Baleixo e de Maria Rosa Monteiro; n.m. de José Luís de Castro e de Joaquina Rosa Alves. Nasceu a 27/7/1877 e foi batizada a 1/8/1877. Padrinhos: António Joaquim Baleixo, casado, e sua filha, Maria do Carmo Baleixo, naturais e moradores na Vila de Melgaço. // Faleceu em Paços a 26/8/1954.

 

BALEIXO, Mesildro. Filho de José Caetano Baleixo, lavrador, de SMP, e de Maria Ventura de Castro, de Chaviães, moradores em Granjas, Paços. N.p. de António Joaquim Baleixo e de Maria Rosa Monteiro, da Vila de Melgaço; n.m. de José Luís de Castro, de Paços, e de Joaquina Rosa Alves, de Chaviães. Nasceu a 3/8/1871 e foi batizado a 6 desse mês e ano. Padrinhos: António Joaquim Baleixo e sua mulher, tios do batizando.

 

BANDANHA

 

BANDANHA, Manuel Joaquim. Filho de José Pedro Bandanha e de Maria Rosa Rodrigues, naturais de SMP, Vila de Melgaço. Nasceu em Paços por volta de 1804. // Casou com Francisca Esteves. // Faleceu no lugar de Viladraque, onde morava, a 7/3/1864, com 60 anos de idade, no estado de casado, sem testamento, com filhos, e foi sepultado na igreja paroquial.

 

BARREIRO

 

BARREIRO, António. Filho de ---------------- Barreiro e de ------------------. Nasceu a --/--/192-. Faleceu no Coto, Paços, com 87 anos de idade, em Dezembro de 2008 ou em Janeiro de 2009. (VM 1305, de 1/2/2009).

 

BARROS

 

BARROS, Artur. Filho de Eduardo José de Barros e de Alexandrina de Sousa. Nasceu em Paços a --/--/1913 (Correio de Melgaço n.º 56, de 6/7/1913).

 

BARROS, Augusto. Filho de Eduardo José de Barros e de Alexandrina de Sousa. Nasceu em Paços a --/--/1915 (Correio de Melgaço n.º 141, de 16/3/1915). 

 

BARROS, Maria do Carmo. Filha de ------------ de Barros e de --------------------------------. Nasceu a --/--/18--. // Foi professora oficial do ensino primário na escola de Paderne. // Em 1914 foram-lhe concedidos uns dias de licença; avisou a Câmara Municipal de Melgaço que a podiam contactar em Paços, em casa de seus pais (Correio de Melgaço n.º 93, de 29/3/1914).    

 

BARROS, Maria de Lurdes. Filha de Eduardo José de Barros, lavrador, natural de Cristóval, e de Alexandrina de Sousa, costureira, natural de Paços, onde moravam, no lugar do Coto. Neta paterna de Domingos José de Barros e de Maria Gonçalves; neta materna de António de Sousa e de Joaquina Fernandes. Nasceu em Paços a 28/10/1908 e foi batizada na igreja paroquial a 3 de Novembro desse mesmo ano. Padrinhos: Cândido Rodrigues, casado, rural, pacense, e Maria Alexandrina de Barros, solteira, camponesa, natural de Cristóval. // Casou na CRCM a 6/9/1935 com Paulo Pinheiro, natural de Vila Verde. // Enviuvou a 18/12/1988. // Faleceu na freguesia de Rouças a 18/3/2000.  

 

BERMUDES

 

BERMUDES, Ana. Filha de João Bermudes, de Cristóval, e de Francisca da Silva, de Paços, lavradores, residentes no lugar do Outeiro. N.p. de [Victório] Romão Bermudes e de Ana Pires, moradores em Sucastelo, Cristóval; n.m. de João António da Silva e de Maria Antónia Douteiro, de Paços. Nasceu em Paços a 4/8/1872 e foi batizada a 6 desse mês e ano. Madrinha: Josefa Bermudes, irmã da batizanda. // Proprietária. // Casou a 21/8/1899, na igreja de SMP, Vila, com Camilo de Amorim, de 41 anos de idade, solteiro, capitalista, residente na altura na Vila de Melgaço, natural da freguesia de Crespos (São João), partido judicial de Bande, diocese de Ourense, filho de Manuel de Amorim e de Luísa Ollora (ou Moro). Residiram no lugar da Ferraria, Cristóval. // Ela faleceu no lugar da Ferraria a --/--/1914 (Correio de Melgaço n.º 123, de 3/11/1914). // Mãe de António, entre outros. 

 

BERMUDES, António. Filho de João Bermudes e de Francisca da Silva, lavradores, residentes no lugar do Outeiro. N.p. de [Victório] Romão Bermudes e de Ana Pires; n.m. de João António da Silva e de Maria Antónia Douteiro. Nasceu a 3/8/1860 e foi batizado a 5 desse mês e ano. Madrinha: a avó materna, casada, moradora no Outeiro. 

 

BERMUDES, Maria do Carmo. Filha de João Bermudes, natural de Cristóval, e de Francisca da Silva, natural de Paços, lavradores, residentes no lugar do Outeiro. N.p. de [Victório] Romão Bermudes e de Ana Pires; n.m. de João António da Silva e de Antónia Maria Douteiro. Nasceu em Paços a 5/8/1869 e foi batizada a 8 desse mês e ano. Madrinha: Josefa Bermudes, tia da batizanda, moradora em Doma, Cristóval. // Faleceu a 10/12/1909, em sua casa de morada, sita no lugar de Sá, com todos os sacramentos da igreja católica, no estado de casada com Vitorino Pires, sem testamento, com filhos, e foi sepultada no adro da igreja.

 

BERNARDES

 

BERNARDES, Maria Rosa. Filha de Manuel Bernardo e de Ana Luísa Ribeiro, moradores no lugar do Outeiro, Paços. Neta paterna de Manuel Bernardo e de Domingas Esteves; neta materna de José Ribeiro e de Ana Rodrigues. Nasceu em Paços a 28 de Outubro de 1784. // Casou com Manuel Joaquim Rodrigues (ver em Chaviães).

 

BIZO

 

BIZO, Joana. Filha de Joaquim José do Bizo e de Antónia Maria Alves, moradores em Ferreira, Paços. N.p. de Jacinto do Bizo e de Antónia Maria Lourenço, do dito lugar; n.m. de Manuel António Alves e de Maria Caetana da Costa, de Viladraque. Nasceu a 29/10/1829 e foi batizada a 1/11/1829. Padrinhos: Francisco José do Bizo e sua irmã, Maria Rosa do Bizo, de Ferreira. (À margem do assento: «falecida»).

 

BIZO, Joaquim José. Filho de Jacinto do Bizo e de Antónia Maria Lourenço, do lugar da Ferreira. // Casou na igreja de Paços a 17/11/1825, com Antónia Maria, filha de Manuel António Alves e de Maria Caetana da Costa, de Viladraque, todos de Paços. Testemunhas do acto: João Manuel Lopes, clérigo in minoribus, de Sá, e Manuel Joaquim Rodrigues, do Outeiro. 

 

BIZO, Manuel Caetano. Filho de Joaquim José do Bizo e de Antónia Maria Alves, de Ferreira, Paços. N.p. de Jacinto do Bizo e de Antónia Maria Lourenço, do dito lugar; n.m. de Manuel António Alves e de Maria Caetana da Costa, de Viladraque. Nasceu a 1/5/1827 e foi batizado a 3 desse mês. Padrinhos: Manuel António Ribeiro e sua mãe, Maria Caetana da Costa, do lugar da Porta, Cristóval.

 

BIZO, Maria. Filho de Joaquim José do Bizo e de Antónia Maria Alves, de Ferreira, Paços. Neta paterna de Jacinto do Bizo e de Antónia Maria Lourenço, do dito lugar; neta materna de Manuel António Alves e de Maria Caetana da Costa, de Viladraque. Nasceu a 12/6/1833 e foi batizada a 14 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco José do Bizo e sua irmã, Maria Rosa do Bizo, tios da criança.

 

BRITO

 

BRITO, Aníbal Adelino. Filho de José de Brito, natural de Cristóval, e de Albina Alves, natural de Paços, lavradores, residentes em Viladraque. Neto paterno de José de Brito e de Joaquina Durães; neto materno de Joaquim Alves e de Maria Benta Douteiro. Nasceu a 21/2/1891 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: José António Vaz, casado, lavrador, do lugar do Escuredo, Chaviães, e Rosa de Jesus de Brito, solteira, do lugar do Sobreiro, Cristóval. // Casou na CRCM a 14/12/1929 com Maria Aurora, de trinta anos de idade, sua conterrânea, filha de Francisco Pires e de Venceslã Douteiro. // Morreu em Paços a 28/2/1966. // Com geração. // Ver “Vil perseguição a um advogado por um delegado do Ministério Público”, do Dr. José Joaquim de Abreu, página 99, ano de 1955.  

 

BRITO, José Augusto. // Nasceu por volta de 1932. // Faleceu em casa de sua irmã, no Outeiro, Paços, a 28/10/1993, com 61 anos de idade. // Passava férias, vindo do Brasil. // Foi sepultado no cemitério de Paços. 

 

BRITO, José Maria. Filho de José de Brito, natural de Cristóval, e de Albina Alves, de Paços, lavradores, residentes em Viladraque. N.p. de José de Brito, natural de São Pedro do Souto, Arcos de Valdevez, e morador em Cristóval, Melgaço, e de Joaquina Durães, natural de Cristóval; n.m. de Joaquim Alves e de Maria Benta Douteiro, de Paços. Nasceu a 8/10/1888 e foi batizado a 14 desse mês e ano. Padrinhos: José António Vaz e Ana Joaquina Alves, casados, lavradores, do Escuredo, Chaviães. // Emigrou para o Brasil; em 1912 esteve de visita aos seus familiares de Viladraque (Correio de Melgaço n.º 1). // Em 1913 voltou a estar na sua terra natal; no regresso acompanhou-o Abílio Esteves, da Corga; foram no vapor “Arlanza” (Correio de Melgaço n.º 31, de 5/1/1913). // Em 1920 esteve novamente em Melgaço (Jornal de Melgaço n.º 1280, de 7/3/1920). // Casou com Aurora Fernandes, a 2/2/1924, na 8.ª Circunscrição do Registo Civil do Município do Rio de Janeiro, Brasil. // Faleceu no Rio de Janeiro, Brasil, a 14/9/1955. // Nota: os pais do batizando casaram na igreja de Paços a 23/11/1887; ele, noivo, tinha 30 anos de idade, era solteiro; ela, noiva, tinha 21 anos de idade, era solteira, natural de Paços. Testemunhas: Manuel do Souto e Rosa Alves, casados, lavradores, de Cristóval.

 

BRITO, Lara de Jesus. Filha de --------- Brito e de ----------------------. Nasceu a --/--/19--. // Casou na igreja de Paços a 22/6/1958 com António José Alves, natural de Rouças.

 

BRITO, Valdemar. Filho de Aníbal Adelino Brito e de Maria Aurora Pires. Nasceu no lugar do Outeiro, Paços, a --/--/1938 (NM 397). // Faleceu ainda nesse ano de 1938, com apenas três meses de vida (NM 407, de 31/7/1938).

 

CALHEIROS

 

CALHEIROS, Maria de Lurdes. Filha de José Manuel Gomes Calheiros, natural de Prado, e de Ana Monteiro, de Paços. Nasceu (*) a 3/3/1942. // Casou com Valentim Camilo Afonso, nascido em Paços em 1937. // Foi emigrante no Canadá. // É comerciante em Afife, Viana. // Mãe de Ana, de José Manuel, e de Ricardo, nascidos no Canadá, salvo erro. /// (*) O seu filho José Manuel, residente em Afife, disse-me no dia 3/3/2014 que sua mãe nascera em Lisboa!

 

*

 

CAMILA DE JESUS. // Apareceu exposta por volta de 1849 nos limites do lugar de Viladraque, freguesia de Paços. // No ano ano de 1906, a 3 de Junho, duvidando a igreja católica do seu batismo, por não aparecer o seu registo, foi batizada condicionalmente na igreja paroquial de Paços, pelo padre António Avelino Douteiro, tendo por padrinhos Luís António Alves, sacristão, e sua mulher, Ana Esteves. // Nota: ver, em Paços, Maria José de Jesus.   

 

CAMPILHO

 

CAMPILHO, Alberto de Jesus. Filho de Manuel Bento Campilho, guarda- fiscal, e de Constância Rosa de Castro, lavradeira, moradores no lugar de Sá. Neto paterno de António José Campilho e de Amália Joaquina de Figueiredo; neto materno de António Luís de Castro e de Ana Rodrigues. Nasceu em Paços a 30/1/1903 e foi batizado na igreja paroquial a 6 de Fevereiro desse dito ano. Padrinhos: João Douteiro, casado, do lugar da Pedreira, e Erminda de Castro, solteira, do lugar de Sá, ambos pacenses. // Casou no Rio de Janeiro, Brasil, a 5/8/1946, com Maria das Dores Chaves. // Enviuvou a 8 de Outubro de 1972.    

 

CAMPILHO, António Joaquim. Filho de Manuel Bento Campilho, guarda da Alfândega, de Arcas, Macedo de Cavaleiros, e de Constância Rosa de Castro, de Paços, moradores em Sá. N.p. de António José Campilho e de Amália Joaquina Figueiredo; n.m. de Luís de Castro e Ana Rodrigues. Nasceu a 30/3/1887 e foi batizado a 4 de Abril desse mesmo ano. Padrinhos: Joaquim José Durães, professor do ensino primário, e Francisca Pires, casada, de Sá. // (Seus pais casaram na igreja de Paços a 23/4/1883. O noivo tinha 29 anos de idade e era solteiro. A noiva tinha 22 anos de idade, era solteira, lavradora. Testemunhas: padre José Maria Mendes e Joaquim José Durães, professor do ensino primário em Paços).    

 

CAMPILHO, Beatriz. Filha de Manuel Bento Campilho, soldado da Guarda-Fiscal, de Arcas, Macedo de Cavaleiros, e de Constância Rosa de Castro, de Paços, moradores em Sá. N.p. de António José Campilho e de Amália Joaquina Figueiredo; n.m. de Luís de Castro e de Ana Rodrigues. Nasceu a 16/2/1892 e foi batizada a 19 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel José Pereira, soldado da Guarda-Fiscal, e Francisca de Castro, solteira, tia materna da batizanda, ambos de Sá. // Faleceu na freguesia de São Jorge de Arroios, Lisboa, a 10/1/1973. 

 

CAMPILHO, Hermínia de Jesus. Filha de Manuel Bento Campilho, soldado da Guarda-Fiscal, de Macedo de Cavaleiros, e de Constância Rosa de Castro, lavradeira, de Paços, moradores no lugar de Sá. Neta paterna de António José Campilho e de Amália Joaquina Figueiredo; neta materna de Luís António de Castro e de Ana Rodrigues. Nasceu em Paços a 5 de Junho de 1901 e foi batizada na igreja paroquial a 10 desse mês e ano. Padrinhos: José Luís Campilho, irmão da batizanda, e Hermínia de Castro, solteira, camponesa, do lugar de Sá. // Nota: deve ser a mesma menina que faleceu a 18/9/1901; a pessoa que redigiu o seu assento de óbito escreveu que ela morreu com quatro anos de idade, confundindo talvez com quatro meses; também diz que a defunta se chamava somente Hermínia. Suponho que houve uma certa desatenção.  

 

CAMPILHO, Jesufina. Filha de Manuel Bento Campilho, soldado da Guarda Fiscal, natural da freguesia de Arcas, Macedo de Cavaleiros, e de Constância Rosa de Castro, lavradeira, natural de Paços, onde residiam, no lugar de Sá. Neta paterna de António José Campilho e de Amália Joaquina Figueiredo; neta materna de Luís António de Castro e de Ana Rodrigues. Nasceu em Paços a 26/11/1898 e foi batizada na igreja paroquial a 3 de Dezembro desse ano. Padrinhos: Vitorino Augusto Douteiro, solteiro, camponês, e Maria Douteiro, solteira, camponesa. // Faleceu no lugar de Sá a 30/8/1901 e foi sepultada no adro da igreja. 

 

CAMPILHO, Joaquim José. Filho de Manuel Bento Campilho, guarda da Alfândega, de Arcas, Macedo de Cavaleiros, e de Constância Rosa de Castro, de Paços, moradores em Sá. N.p. de António José Campilho e de Amália Joaquina Figueiredo; n.m. de Luís de Castro e de Ana Rodrigues. Nasceu a 23/2/1884 e foi batizado a 27 desse mês e ano. Padrinhos: Joaquim José Durães, professor da instrução primária em Paços, e Francisca de Castro, tia materna do batizando. // (À margem do assento: «falecido»).  

 

CAMPILHO, José Augusto. // Natural de Paços. // Casou com Maria Augusta… // Era emigrante no Brasil (ver Notícias de Melgaço n.º 380, de 19/12/1937, p. 2, e Notícias de Melgaço n.º 840, de 23/11/1947, página 3).

 

CAMPILHO, José Luís. Filho de Manuel Bento Campilho, soldado da Guarda-Fiscal, de Arcas, Macedo de Cavaleiros, e de Constância Rosa de Castro, de Paços, moradores em Sá. N.p. de António José Campilho e de Amália Joaquina Figueiredo; n.m. de Luís de Castro e de Ana Rodrigues. Nasceu a 29/1/1889 e foi batizado a 31 desse mês e ano. Padrinhos: José de Castro, solteiro, e Francisca Pires, casada, ambos de Sá. // Faleceu no Rio de Janeiro, Brasil, a 8/6/1954.

 

CAMPILHO, Júlia da Conceição. Filha de Manuel Bento Campilho, soldado da Guarda-Fiscal, de Arcas, Macedo de Cavaleiros, e de Constância Rosa de Castro, lavradeira, de Paços, moradores em Sá. N.p. de António José Campilho e de Amália Joaquina Figueiredo; n.m. de Luís de Castro e de Ana Rodrigues. Nasceu a 21/4/1894 e foi batizada a 23 desse mês e ano. Madrinha: Francisca de Castro, solteira, lavradora, de Sá, Paços. // Fez exame do 1.º grau a 16 de Julho de 1908, obtendo um ótimo. // Faleceu na freguesia de Martires (?), concelho de Lisboa, a 24/9/1971.    

 

CAMPILHO, Júlio. Filho de Manuel Bento Campilho, soldado da Guarda-Fiscal, de Arcas, Macedo de Cavaleiros, e de Constância Rosa de Castro, de Paços, moradores em Sá. N.p. de António José Campilho e de Amália Joaquina Figueiredo; n.m. de Luís de Castro e de Ana Rodrigues. Nasceu em Paços a 18/1/1891 e foi batizado no dia seguinte. Madrinha: Júlia Douteiro, solteira, da Pedreira, Paços. // À margem do assento: «óbito».  

 

CAMPILHO, Laura Augusta. Filha de Manuel Bento Campilho, guarda da Alfândega, natural de Macedo de Cavaleiros, e de Constância Rosa de Castro, natural de Paços, moradores em Sá. N.p. de António José Campilho e de Amália Joaquina Figueiredo; n.m. de Luís de Castro e de Ana Rodrigues. Nasceu a 3/12/1885 e foi batizada a 8 desse mês e ano. Padrinhos: Joaquim José Durães, de Paços, solteiro, professor de instrução primária, e Francisca de Castro, solteira, tia materna da batizanda. // Faleceu na freguesia de São Jorge de Arroios, Lisboa, a 3/1/1965.

 

CAMPILHO, Maria Augusta. // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 961, de 7/1/1951: «… 4.º cortejo de oferendas a favor da Santa Casa da Misericórdia de Melgaço: - PAÇOS – É de inteira justiça destacar nesta freguesia a generosa esmola da Ex.ma Sr.ª D. Maria Augusta Campilho, constituída por 9.526$50 em dinheiro, uma cama articulada e duas peças de pano para lençóis, no valor de 3.473$50…»

 

CAMPILHO, Maria da Conceição. Filha de Manuel Bento Campilho, soldado da Guarda-Fiscal, natural da freguesia de Arcas, Macedo de Cavaleiros, e de Constância Rosa de Castro, natural de Paços, Melgaço, moradores no lugar de Sá. Neta paterna de António José Campilho e de Amália Joaquina Figueiredo; neta materna de Luís de Castro e de Ana Rodrigues. Nasceu em Paços a 18/5/1896 e foi batizada na igreja paroquial a 24 desse mês e ano. Padrinhos: Justino Esteves, solteiro, camponês, do lugar da Corga, e Francisca de Castro, solteira, camponesa, ambos pacenses. // Faleceu no lugar de Sá a 11/11/1900 e foi sepultada no adro da igreja.

 

CARDOSO

 

CARDOSO, Angélica Rosa. Filha de ------------- Cardoso e de ---------------------------------. Nasceu em Paços por volta de 1895. // Em 1915 morava em Sá; no natal desse ano recebeu uma esmola de 1$00, enviada do Brasil por Luís Manuel Solheiro, comerciante naquele país (Correio de Melgaço n.º 180, de 2/1/1916). // No natal do ano seguinte foi contemplada com outra esmola (Correio de Melgaço n.º 231, de 7/1/1917). // Em 1917 recebeu outra esmola, agora de $50 (Correio de Melgaço n.º 246, de 22/4/1917). Faleceu solteira, a --/--/1992, no Lar Pereira de Sousa, com 97 anos de idade. // Era aleijada desde a nascença (VM 960). 

 

CARDOSO, José Augusto. Filho de ----------- Cardoso e de ------------------------------------. Nasceu por volta de 1925. // Em 1938 fez exame do ensino primário, na escola de Paços, ficando aprovado (NM 409). // Foi soldado da Guarda-Fiscal. // Casou com Maria Amélia Gomes. // Morreu a --/--/2000, com 75 anos, quando assistia à missa de Todos-os-Santos, na igreja de Paços. // Pai de cinco filhos, tendo um deles morrido ainda bebé (VM 1149).  

 

CARVALHO

 

CARVALHO, João. Filho de Júlio Cândido de Carvalho, da Vila de Melgaço, e de Ana Joaquina Pires, de Paços, lavradores, residentes em Granjas. N.p. de João Batista de Carvalho e de Rosa Joaquina Gomes Veloso, moradores na Vila de Melgaço; n.m. de Francisco António Pires e de Joaquina Rosa de Castro, moradores em Paços. Nasceu a 19/8/1872 e foi batizado a 22 desse mês e ano. Padrinho: João da Silva Dias, de Darque, Viana do Castelo. // Nota: os pais do batizando casaram na igreja de Paços a 12/11/1871; o noivo tinha 36 anos de idade, era solteiro, de SMP; a noiva tinha 32 anos, era solteira, das Granjas, Paços. Testemunhas: Luís Esteves e Luís Monteiro, solteiros, pacenses. 

 

CARVALHO, Josefa Maria. Filha de Júlio Cândido de Carvalho, natural da Vila de Melgaço, e de Ana Joaquina Pires, natural de Paços, lavradores, residentes no lugar das Granjas, Paços. Neta paterna de João Batista de Carvalho, de Braga, e de Rosa Joaquina Gomes Veloso, de Melgaço; neta materna de Francisco António Pires e de Joaquina Rosa de Castro, de Paços. Nasceu a 4/5/1876 e foi batizada a 7 desse mês e ano. Padrinhos: padre José Joaquim Pires, encomendado em SMP, e Maria José, solteira, padeira, da Vila de Melgaço. // Casou na igreja matriz da Vila de Melgaço a 19/8/1901, com Manuel, pintor da construção civil, de 37 anos de idade, natural de Arcozelo, Ponte de Lima, filho de António Duarte de Almeida e de Josefina Rosa Silva. // Ambos faleceram na Vila de Melgaço: o marido a 26/12/1935 e ela a 8/5/1967, com noventa e um anos de idade. // Era uma senhora alta e esguia. // Tinha uma horta e um pomar da parte de baixo da Alameda Inês Negra, nos terrenos onde agora fazem a feira, que cuidava com imenso gosto. Uma das árvores de fruto, abebereira, produzia uns figos (bêberas) maravilhosos. Um castanheiro enorme, dava castanhas grandes e saborosas. Enfim, agora esses terrenos servem de parque de estacionamente, etc.
 
// continua...