GENTES DO CONCELHO DE MELGAÇO
Freguesia de Cristóval
Por Joaquim A. Rocha
ALVAREZ
ALVAREZ, António. Filho de Manuel Gomes Puga e de Teresa Alvarez
Dias, galegos. Nasceu na freguesia de São Martinho de Valongo, diocese de Ourense,
Galiza, por volta de 1886. // Tinha vinte e dois anos de idade, era solteiro,
lavrador, morava na sua freguesia natal, quando casou na igreja de Cristóval,
Melgaço, a 4/8/1909, com Esperança Vergara Vasquez, de vinte e quatro anos de
idade, solteira, camponesa, moradora na dita freguesia de Valongo, natural da
freguesia de São Veríssimo de Pontedeva (Pontevedra?), diocese de Ourense, filha de António
Vergara Vasquez e de Generosa Vasquez Alvarez. Testemunhas presentes: Manuel
Pereira da Costa e António Evaristo Alves, ambos do lugar da Porta,
Cristóval.
ALVES
ALVES, Alberto Raimundo. Filho de Aníbal José Alves, lavrador, depois
cambista, natural de Chaviães, e de Olívia Isabel Rodrigues, lavradeira,
natural de Cristóval, moradores no lugar de Cevide (!). Neto paterno de José
Augusto Alves e de Carlota Maria Rodrigues; neto materno de Joaquim Rodrigues e
de Benedita Mendes. Nasceu em Cristóval a 4/7/1904 e foi batizado na igreja a 6
de Agosto desse dito ano. Padrinhos: Adriano Rodrigues dos Santos Sobrinho e
Raimunda Campelo Rodrigues, casados, negociantes, representados por Gaspar
António Monteiro e Rosa Augusta Rodrigues, casados, lavradores. // A 9/7/1912 fez exame do 1.º grau com o professor António
Vitorino da Cunha (ver em Chaviães), obtendo um ótimo. // Ainda jovem, emigrou para a África
Oriental Portuguesa, tornando-se ali capitalista e industrial. // Casou em Janeiro de 1940, na Conservatória de Manique e
Sofala, Moçambique, com Eileen Alroyn Harvison (ou Alwyn Harrison), de trinta
anos de idade, natural de Briaton, concelho e distrito de Londres, Inglaterra,
filha de Robert Gordon Harvison e de Edit Radford Harrison. // Em 1947
visitou a sua família de Chaviães (ver
Notícias de Melgaço n.º 820, de 15/6/1947). // Morreu na cidade da Beira, Moçambique, a 29/8/1962. Está
sepultado no cemitério de Chaviães. Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1446, de
2/9/1962: «… Lutando para não ser vencido pela adversidade, nem pela saudade
dos seus, conseguiu amealhar largos bens de fortuna, e embora a pátria de cada
um seja, no velho dizer dos romanos, onde ele se encontre bem, Alberto Alves,
nascido em Chaviães (!) e lá criado, nunca perdeu o amor à terra natal e por
isso a visitou algumas vezes...»
ALVES, Albina. Filha de Carmelo Alves, galego, e de Josefa
Monteiro, cristovalense, rurais, moradores no lugar do Coto. N.p. de António
Alves e de Maria Benta Araújo, de Matamá, Santa Maria de Pao, Ourense; n.m. de
João Monteiro e de Josefa Balada, do Coto; Cristóval. Nasceu a 6/3/1846 e foi
batizada a 8 desse mês e ano. Padrinhos: José Luís Pires e sua mulher,
Feliciana Monteiro, do lugar da Cruz. // Camponesa. // Faleceu a 16/12/1909, no
lugar da Rua Verde, onde morava, com todos os sacramentos, solteira, com
testamento, sem filhos, e foi sepultada no cemitério paroquial.
ALVES, Albina. Filha de Manuel Alves e de Ana Luísa Pereira do
Lago. N.p. de Manuel Caetano Alves e de Benita Baldera; n.m. de José Caetano
Pereira do Lago e de Francisca Caetana Ribeira, todos da Rua Verde. Nasceu a
10/5/1851 e foi batizada na igreja de Cristóval a 13 desse mês e ano. Padrinhos:
os seus avós maternos.
ALVES, Albina. Filha de Manuel Alves e de Maria Luísa Pereira do
Lago. N.p. de Manuel Caetano Alves e de Benta Baldera; n.m. de José Pereira do
Lago e de Francisca Caetana Ribeira, todos da Rua Verde. Nasceu a 11/8/1853 e
foi batizada na igreja de Cristóval a 13 desse mês e ano. Padrinhos: os seus avós
maternos.
ALVES, Albina. Filha de Manuel Alves e de Ana Afonso, lavradores,
residentes no lugar de Carvão. N.p. de António Alves e de Ana Domingues, do
mesmo lugar; n.m. de Manuel Afonso e de Isabel Alves, de Pousafoles, Fiães.
Nasceu a 15/9/1858 e foi batizada na igreja de Cristóval no dia seguinte.
Padrinhos: José Luís Pires e sua mulher, Feliciana Monteiro, do lugar da Cruz.
// Faleceu em casa dos pais a 22/8/1861.
ALVES, Albina. Filha de Bento Alves e de Maria Caetana, recebidos
na Vila de Melgaço, moradores em São Gregório, Cristóval. Neta paterna de José
Alves e de Maria Joaquina, naturais de Frossos, Braga; neta materna de Tomás
Alonso e de Vitória Joaquina, naturais da Vila de Melgaço. Nasceu a 9/1/1875 e
foi batizada na igreja de Cristóval a 11 desse mês e ano. Padrinhos: Caetano
Gonçalves, sapateiro, e sua mulher, Luísa Domingues, moradores em São
Gregório.
ALVES, Alcinda Augusta. Filha de Luís Manuel Alves e de Augusta
Esteves de Magalhães. Nasceu em Cristóval a --/--/1933 (NM 206, de 27/8/1933).
ALVES, Alexandrina. Filha de -------------- Alves e de
--------------------------------. Nasceu a --/--/18--. // Em 1917 recebeu da
Câmara Municipal de Melgaço um subsídio de lactação por quatro meses (JM 1165, de 7/7/1917).
ALVES, Amabélia de Jesus. Filha de Aníbal José Alves, natural
de Chaviães, e de Olívia Rodrigues, natural de Cristóval, rurais, moradores
no lugar de Cevide. Neta paterna de José Augusto Alves e de Carlota Maria Rodrigues;
neta materna de Joaquim Rodrigues e de Benedita Mendes. Nasceu em Cristóval a
16/1/1906 e foi batizada na igreja a 21 desse mês e ano. Padrinhos: os seus avós
paternos, lavradores. // A 4/7/1914 fez exame do 1.º grau na
escola Conde de Ferreira, Vila, obtendo um «ótimo»;
tinha por professora Maria Cândida Augusta Lopes Castelo (Correio de Melgaço n.º 106, de 7/7/1914). // A 21/8/1916 fez exame do 2.º grau na escola Conde de
Ferreira, Vila, ficando aprovada (Correio
de Melgaço n.º 213, de 27/8/1916). // Em
1925 foi rainha de beleza e simpatia em um concurso que houve na Vila de
Melgaço. // Faleceu na freguesia de Tenões, Braga,
a 3 de Março (ou 3 de Maio) de 1940 e foi sepultada no cemitério de
Chaviães.
ALVES, Amadeu Artur. Filho de Manuel Amadeu Alves e de Beatriz
Lourenço. Nasceu em Cristóval em 1936 (NM 306).
ALVES, Anastácia. Filha de Caetano Alves e de Benta Baldez (ou Baldera). // Proprietária. // Faleceu na Rua Verde a 6/2/1883, com sessenta
e oito anos de idade, no estado de viúva de José Luís Dias, apenas com o
sacramento da extrema-unção, sem testamento, e foi sepultada na igreja no dia seguinte.
// Com geração.
ALVES, Angelina Augusta. Filha de José Joaquim Alves e de Júlia
Augusta de Almeida. Nasceu em Cristóval a --/--/1929 (NM 4, de 10/3/1929).
ALVES, Antónia. Filha de Caetano Alves e de Benta Baldera. //
Faleceu na Rua Verde de São Gregório a 16/7/1871, com sessenta e um anos de
idade, no estado de casada com Manuel José Domingues, com todos os sacramentos,
sem testamento, e foi sepultada na igreja. // Mãe de Caetano e de
Benedita.
ALVES, António. Filho de Francisco Alves e de Francisca Caetana
Pereira do Lago, moradores em Carvão. N.p. de António Alves e de Ana Joaquina
Domingues, do mesmo lugar; n.m. de José Caetano Pereira do Lago e de Francisca
Caetana Ribeira, de São Gregório. Nasceu a 7/8/1854 e foi batizado na igreja de
Cristóval a 10 desse mês e ano. Madrinha: Ana Luísa Ribeira, tia materna do
batizando.
ALVES, António. Filho de Manuel Alves e de Luísa Pereira, residentes
na Rua Verde. N.p. de Caetano Alves e de Benita Baldera, do mesmo lugar; n.m.
de José Caetano Pereira e de Francisca Caetana Ribeira, de São Gregório, todos
lavradores. Nasceu a 19/4/1861 e foi batizado na igreja de Cristóval a 21 desse
mês e ano. Padrinhos: o seu avô materno e Emília Esteves, solteira, de Ponte Vargas,
Padrenda.
ALVES, António Cândido. Filho de Alexandrina Alves. Nasceu na
freguesia de Cristóval a --/--/1916 (Correio de Melgaço n.º 222, de 29/10/1916).
ALVES, António José. Filho de Domingos Alves e de Maria
Domingues, naturais de Castro Laboreiro. Estava viúvo de Ana, filha de
Manuel Domingues e de Maria Joaquina Esteves, natural de Cristóval, quando
casou na igreja de Cristóval a 31/1/1829 com Maria Josefa, filha de Francisco
Domingues e de Maria Luísa Reinalda, da freguesia de Santa Marinha da Ribeira,
bispado de Tui, residente em Chaviães. Testemunhas: Manuel Ribeiro e sua irmã,
Maria, do lugar do Ramo; e Francisca Rodrigues, do lugar de Aldeia do Souto. //
Nota: deve ser o senhor que morreu
no lugar de Carvão em 1938, com noventa
e sete anos de idade (NM 403, de 3/7/1938).
ALVES, António José. // Nasceu a --/--/1946. // Morreu em França
a --/12/2024 com 78 anos de idade e foi sepultado no cemitério de Cristóval,
Melgaço, a 14/12/2024 (agência funerária Vilarinho).
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ALVES, António Outeiro. // Casou na igreja de Cristóval a
--/--/1938 com Ilda Esteves (Notícias
de Melgaço n.º 397). // Sem mais notícias.
ALVES, António dos Santos. Filho de Manuel de Jesus Alves e de
Albina Rosa Monteiro. Nasceu em Cristóval a --/--/1914 (Correio de Melgaço n.º 124, de 10/11/1914).
ALVES, Augusto. Filho de --------- Alves e de ----------------------------.
Nasceu a --/--/19--. // Faleceu no lugar da Marga, freguesia de Cristóval, a
--/--/1998 (VM 1103).
ALVES, Augusto da Conceição. Filho de Henrique Evaristo Alves e
de Rosa Pires, recebidos em Castro Laboreiro e acidentalmente paroquianos de
Cristóval, moradores em Cevide, onde o Henrique estava estacionado como guarda
da alfândega da fiscalização de Valença. Neto paterno de António Manuel Alves e
de Maria Teresa da Silva, de Ventosa, Vieira do Minho; neto materno de Domingos
Pires e de Maria Antónia Domingues, de Castro Laboreiro. Nasceu em
Cristóval a 8/12/1869 e foi batizado na igreja de Cristóval a 12 desse mês e
ano. Padrinho: Henrique Benedito de Barros, casado, negociante, morador na vila
de Castro Laboreiro (substituído por António
Luís Correia dos Santos, casado, negociante, morador em São Gregório).
ALVES, Avelino. Filho de António Evaristo Alves e de Luísa
Ribeiro, lavradores, residentes no lugar da Porta, Cristóval. N.p. de Clara Joaquina
Alves, solteira, de Quintas, Chaviães; n.m. de Francisco Ribeiro e de
Helena Marques, da Porta. Nasceu a 10/6/1890 e foi batizado na igreja a 16
desse mês e ano. Padrinhos: Albino Gonçalves de Almeida, solteiro, de Toporiz,
Monção, morador em Chaviães, e Maria Florinda de Araújo, solteira, de Quintas, Chaviães.
ALVES, Bento. Filho de Caetano Alves e de Maria Benta Baldera,
moradores em São Gregório, solteiros. Neto paterno de Tadeu Alves e de Maria
Rosa do Outeiro, do dito lugar; neto materno de Bento Valdez (ou Baldera) e de Maria Luísa de
Puga, de São João de Crespos, Ourense. Nasceu por volta de 1822. // Proprietário.
// Tinha quarenta anos de idade, e era solteiro, quando casou na igreja de
Cristóval, a 30/4/1862, com a sua parente em 2.º grau de afinidade, Maria
Gonçalves, de vinte e seis anos de idade, solteira, moradora em São Gregório,
batizada na igreja de Santa Maria de Vila Meam, bispado de Ourense, filha de
Antónia Gonçalves, solteira, moradora em Cerdedo, Vila Meam, e neta materna de
José Gonçalves e de Teresa Olivares, de Cerdedo, Galiza. Testemunhas: António
Maria Rodrigues, casado, negociante, morador na Calçada; Francisco da Silva,
casado, alfaiate, morador no lugar da Porta; e o padre José Maria Mendes, dos
Casais, Paços. // Faleceu na Rua Verde de São Gregório a 11/4/1882, com
59 anos de idade, no estado de casado com a dita Maria Gonçalves, com todos os
sacramentos menos o da extrema-unção, por não darem parte, sem testamento, e
foi sepultado na igreja no dia seguinte. // Deixou um filho: José.
ALVES, Bento. Filho de José Alves e de Maria Joaquina, naturais
de Frossos (São Miguel), Braga. // Nasceu por volta de 1840. // Faleceu em São
Gregório a 9/12/1879, com 39 anos de idade, casado com Maria Caetana Alonso,
com todos os sacramentos, sem testamento, e foi sepultado na igreja. // Deixou
três filhos.
ALVES, Bento. Filho de José Alves e de Jacinta Aparício. N.p. de
Francisco Álvares e de Gertrudes Mesena (?); n.m. de Vicente Aparício e de Rosa
Iglésias, todos de Arnoia, Galiza. Nasceu em São Gregório a 18/1/1844 e foi batizado
na igreja de Cristóval a 21 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Miguel, dos
Casais, Paços.
ALVES, Bento Manuel. Filho de Manuel Alves e de Luísa Pereira do
Lago, da Rua Verde. N.p. de Caetano Alves e de Maria Benta Baldera; n.m. de
José Caetano Pereira do Lago e de Francisca Ribeira. Nasceu a 1/11/1841 e foi
batizado a 3 desse mês e ano. Padrinho: Bento Alves, tio do bebé. // Faleceu em
Janeiro de 1842 (?).
ALVES, Caetano. Filho de Tadeu Alves e de Maria Rosa do Outeiro,
lavradores, de São Gregório. // Morreu nesse lugar a 15/8/1862, com 90 anos de idade, no estado
de viúvo de Maria Benta Baldera, com todos os sacramentos, sem testamento, e
foi sepultado na igreja. // Pai de Manuel, Bento, Feliciano, Antónia e Anastácia.
ALVES, Caetano José. Filho de Manuel Alves e de Luísa Pereira do
Lago, de São Gregório. Neto paterno de Caetano Alves e de Maria Benita Baldera;
neto materno de José Caetano Pereira do Lago e de Francisca Ribeira. Nasceu a
20/6/1847 e foi batizado a 23 desse mês e ano. Padrinhos: os seus avós maternos.
ALVES, Caetano José. Filho de Francisco Alves e de Francisca
Caetana Pereira, lavradores, residentes no lugar de Carvão. N.p. de António
Alves e de Ana Joaquina, do mesmo lugar; n.m. de José Caetano Pereira e de
Francisca Caetana Ribeira, de São Gregório. Nasceu a 14/4/1848 e foi batizado a
17 desse mês e ano. Padrinhos: os seus avós maternos. // Emigrou para o Brasil.
// No dia 30/11/1881, na igreja de Cristóval, estando solteiro, casou com a sua
parente em 3.º grau de consanguinidade, Rosa Francisca, solteira, de 23 anos de
idade, filha de Joaquim Rodrigues e de Francisca Caetana Gonçalves, lavradores,
residentes em São Gregório. Testemunhas: José Manuel Alves, casado, lavrador,
residente em Carvão, e Francisco Rodrigues, solteiro, lavrador, residente em São
Gregório.
ALVES, Carmelo. Filho de António Álvares e de Maria Benita
Araújo, de Matuma, freguesia de Santa Maria do Pao, bispado de Ourense, Galiza.
// Casou na igreja de Cristóval a 26/2/1843 com Josefa Monteiro, filha de João
Monteiro e de Josefa Valada, do Coto de São Gregório. Testemunhas: Manuel
Francisco Domingues, de Carvão, e José Pires, do lugar da Cruz.
ALVES, Daniel Augusto. Filho de António José Alves, natural
de Lamas do Mouro, e de Albina da Silva, natural de Cristóval, lavradores,
residentes no lugar de Carvão. Neto paterno de Joaquim Alves e de Maria Rosa
Domingues, naturais do lugar de Gavião, freguesia de Lamas de Mouro; neto materno
de Gonçalo Luís da Silva e de Joaquina Esteves, do lugar de Carvão, Cristóval.
Nasceu a 30/9/1887 e foi batizado na igreja a 2 de Outubro desse dito ano.
Padrinhos: José de Brito, solteiro, e Joaquina Durães, viúva, proprietária,
moradora no lugar de Sobreira, Cristóval. // Faleceu a 29/7/1890 e foi sepultado
na igreja no dia 31.
ALVES, Dolores. Filha de Francisco Alves e de Manuela Martins, naturais
de Refojos, Celanova, bispado de Ourense, Galiza. // Faleceu no lugar de Carvão
a 28/9/1887, com quarenta anos de idade, no estado de casada com Manuel
Rodrigues (Alves), também galego, com todos os sacramentos, menos a eucaristia,
sem testamento, e foi sepultada na igreja de Cristóval no dia 30. // Deixou uma
filha menor. // O seu viúvo voltou a casar, desta vez com Josefa Alves (ver).
ALVES, Feliciana. Filha de Maria Joaquina Alves, de São
Gregório. // Faleceu na Rua Verde a 18/1/1887, com setenta e nove anos de idade,
com todos os sacramentos, sem testamento, e foi sepultada na igreja no dia 20.
ALVES, Fernando. Filho de António Alves, natural de Paços,
e de ------------- Souto, caseiros na Quinta de Mário Monteiro, comerciante em
Cevide. Nasceu em Cevide a --/--/19--. // Esteve ausente de Melgaço durante
alguns anos. // Depois de 2000 foi presidente do Sport Clube Melgacense. Lê-se
no “Diário do Minho” de 12/6/2012: «Fernando
Souto Alves está de saída da presidência do Sport Clube Melgacense (…). Após
ter cumprido dois mandatos onde conseguiu a subida inédita do clube à III
divisão nacional, bem como a sua manutenção no escalão por duas temporadas, o
dirigente está algo desgastado e vai afastar-se do dirigismo desportivo devido
aos afazeres de ordem profissional que lhe absorvem muito tempo. Os sócios do
SCM já reuniram em assembleia-geral na passada sexta-feira, mas a reunião foi
apenas de cariz exploratório. Fernando Souto Alves apresentou as suas razões
para não se recandidatar a novo mandato e o presidente da mesa da
assembleia-geral vai agora marcar a data das eleições que serão anunciadas brevemente.
O Melgacense conseguiu a manutenção na III Divisão Nacional sob o comando
técnico de Paulinho.» // É sobrinho de Lindoso (ou Lindolfo Augusto) Alves.
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ALVES, Francisca. Filha de Manuel Francisco Rodrigues Alves e de
Josefa Esteves, moradores no lugar da Porta. Neta paterna de Francisco José
Rodrigues Alves e de Maria Joaquina Pires, do dito lugar; neta materna de Francisco
António Esteves e de Maria Luísa Esteves, da Granja. Nasceu a 3/4/1839 e foi
batizada a 5 desse mês e ano. Padrinhos: os seus avós paternos.
ALVES, Francisca Caetana. Filha de Manuel Alves e de Luísa Rodrigues,
de São Gregório. Neta paterna de Caetano Alves e de Benita Baldera; neta materna
de José Caetano Pereira e de Francisca Caetana Ribeira. Nasceu a 20/8/1845 e
foi batizada a 24 desse mês e ano. Padrinhos: os seus avós maternos.
ALVES, Francisco. Filho de Pedro Alves e de Josefa Vasques, do
lugar de Regadas, Padrenda, Tui. // Casou na igreja de Cristóval a 1/5/1839 com
Ana Lopes, filha de Francisco Lopes e de Maria Joana Domingues, do Pico. Testemunhas
presentes: Gonçalo da Silva e António Lopes, ambos do Pico. // Faleceu no dito
lugar do Pico a 7/11/1867, com sessenta anos, no estado de casado, com todos os
sacramentos, sem testamento, e foi sepultado na igreja de Cristóval. // Pai de
Teresa.
ALVES, Francisco. Filho de António José Alves e de Ana Joaquina
Domingues, moradores em Carvão. // No dia 6/1/1841 casou na igreja de Cristóval
com Francisca Caetana, filha de José Caetano Pereira (do Lago) e de Francisca Caetana
Ribeira, de São Gregório. Testemunhas: Manuel José de Almeida e Bento Manuel
Veloso. // Faleceu no lugar de Carvão a 22/3/1872, com cinquenta e dois anos de
idade, no estado de viúvo, com todos os sacramentos, sem testamento, e foi
sepultado na igreja. // Pai de José, Caetano, Josefa, António, e de Guilherme.
ALVES, Francisco. Filho de José Alves e de Maria Rosa Alves, de
São Gregório. Neto paterno de José (Viso?) e de Liberata Alves, de Santa Maria
do Pao, Galiza; neto materno de Pascoal Alves e de Maria Alves, de São João de
Crespos, Galiza. Nasceu a 18/6/1834 e foi batizado a 20 desse mês e ano. Padrinhos:
Francisco António (Fernandes?) e sua mulher, Maria Josefa Ribeiro, de São
Gregório.
ALVES, Francisco. Filho de António José Alves, lavrador, natural
de Lamas de Mouro, e de Albina da Silva, lavradeira, cristovalense, residentes
no lugar de Carvão. Neto paterno de Joaquim Alves e de Maria Rosa Domingues; neto
materno de Gonçalo Luís da Silva e de Joaquina Esteves. Nasceu em Cristóval a
29/9/1896 e foi batizado na igreja a 1 de Outubro desse dito ano. Padrinhos:
Francisco José Rodrigues Junior, solteiro, proprietário, e Maria Rodrigues,
solteira.
ALVES, Francisco José. Filho de Manuel Rodrigues Alves e de
Maria Ventura Pires. Nasceu por volta de 1794. // Faleceu no lugar da Porta a
3/1/1864, com setenta anos de idade, no estado de viúvo de Maria Joaquina
Pires, sem testamento, e foi sepultado na igreja. // Pai de Manuel e de
Antónia.
ALVES, Francisco José. Filho de Manuel Francisco Rodrigues Alves
e de Josefa Esteves, moradores no lugar da Porta. N.p. de Francisco José
Rodrigues Alves e de Maria Joaquina Pires, do dito lugar; n.m. de Francisco
António Esteves e de Maria Luísa Esteves, do lugar da Granja. Nasceu a
23/5/1845 e foi batizado a 25 desse mês e ano. Padrinhos: o seu avô paterno e
Carlota Ludovina, tia materna.
ALVES, Gnara. Filha de Joaquim Alves e de Catalina Garcia,
lavradores, galegos. Nasceu na freguesia de Padrenda, diocese de Tui, por volta
de 1862. // Camponesa. // Faleceu a 15/3/1909, no lugar de Carvão, onde morava,
com todos os sacramentos, com quarenta e sete anos de idade, no estado de solteira,
sem testamento, sem filhos, e foi sepultada no cemitério de Cristóval.
ALVES, Guilherme. Filho de Francisco Alves e de Francisca
Caetana Pereira, moradores em Carvão. N.p. de António Alves e de Ana Joaquina
Domingues, do dito lugar; n.m. de José Caetano Pereira (do Lago) e de Francisca Caetana
Ribeira, de São Gregório. Nasceu a 30/4/1859 e foi batizado na igreja de Cristóval
a 1 de Maio desse ano. Madrinha: Emília Esteves, solteira, de São Gregório. //
Sem mais notícias.
ALVES, Isabel. // Nasceu na freguesia de Cristóval. // Morou na
Vila de Melgaço, onde faleceu, a 16/11/1840, tendo sido sepultada na igreja
matriz de SMP no dia seguinte.
ALVES, João. Filho de Francisco Álvares e de Maria Benta
Fernandes, de Aldeia, São Veríssimo de Pontedeva, Ourense. Nasceu por volta de
1808. // Rural. // Casou na igreja de Cristóval a 28/7/1836, com Feliciana,
filha de José do Outeiro e de Maria Rodrigues. Testemunhas: Jerónimo do
Outeiro, do lugar de São Gregório, e Manuel José Pires, do lugar de Doma. //
Faleceu em Sucastelo a 6/7/1884, com setenta e seis anos de idade, casado com
Josefa Vaz (*), com todos os sacramentos, sem testamento, e foi sepultado no
cemitério de Cristóval no dia seguinte. // Deixou um filho: Manuel. /// (*) Deve
ter ficado viúvo de Feliciana; Josefa Vaz morreu a 8/1/1893.
ALVES, Joaquina Rosa. Filha de Francisca Alves, viúva, de
Quintela do Leirado, Ourense. Neta materna de Manuel Alves e de Vicenta
Vasques, da dita freguesia galega. Nasceu no Regueiro, Cristóval, a 7/8/1846, e
foi batizada a 10 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Joaquim da Ribeira e sua
irmã, Ana, do Val, Chaviães.
ALVES, José. Filho de --------------- Alves e de
---------------------------------------. // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º
940, de 23/7/1950: «No passado dia
catorze foi julgado no tribunal judicial desta comarca José Alves, casado, do
lugar da Mouriga, freguesia de Cristóval, por ofensas corporais em Augusto
Rafael Domingues, de vinte anos de idade, do lugar da Porta, da mesma
freguesia, sendo condenado em quinze dias de prisão correcional, três de multa,
à razão de 8$00 diários, prisão aquela que lhe foi substituída a 30$00 diários,
perfazendo a importância total de 474$00, no imposto de justiça de 300$00 e
acréscimos legais, indemnização ao queixoso de 90$00 e ainda em 200$00 para o
seu defensor oficioso.»
ALVES, José Avelino. Filho de Maria Alves, solteira, natural
de Paços, moradora no lugar de Viladraque, mas acidentalmente a residir no
lugar de Marga, Cristóval. Neto materno de José Alves e de Rosa Esteves. Nasceu
em Cristóval a 22/5/1901 e foi batizado na igreja a 26 desse mês e ano.
Padrinhos: José Joaquim Marques, solteiro, lavrador, e Maria Fernandes,
solteira, camponesa. // Casou a 8/12/1923, na CRCM, com Rosa Pires, de vinte e
quatro anos de idade, natural de Paços, filha de José Joaquim Pires e de
Alexandrina Pires. // Faleceu em Paços a 5/7/1968. // Nota: deve ser filho de Maria Joaquina Alves (ver em Paços).
ALVES, José Bento. Filho de Manuel Alves e de Ana Luísa Pereira
do Lago. Neto paterno de Manuel Caetano Alves e de Benita Baldera; neto materno
de José Caetano Pereira do Lago e de Francisca Caetana Ribeira, todos da Rua
Verde. Nasceu a 28/11/1857 e foi batizado na igreja de Cristóval a 30 desse mês
e ano. Padrinho: Bento Alves, tio paterno do batizando, do sobredito lugar.
ALVES, José Emílio. Filho de António José Alves, natural de
Lamas do Mouro, e de Albina da Silva, natural de Cristóval, lavradores,
residentes no lugar de Carvão. Neto paterno de Joaquim Alves e de Maria Rosa
Domingues, de Gavião, Lamas de Mouro; neto materno de Gonçalo Luís da
Silva e de Joaquina Esteves, de Carvão. Nasceu a 27/11/1884 e foi batizado a 30
desse mês e ano. Padrinhos: António Emílio Pires e sua irmã, Joaquina Pires,
solteiros, lavradores, residentes em São Gregório.
ALVES, José Joaquim. Filho de Manuel José Alves, natural de
Lamas de Mouro, e de Maria da Silva, cristovalense, lavradores, residentes
no lugar da Granja. Neto paterno de António Alves e de Delfina Pereira; neto materno
de Manuel Joaquim da Silva e de Francisca Rodrigues. Nasceu em Cristóval a
8/12/1896 e foi batizada na igreja a 10 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel da
Silva, casado, lavrador, e Francisca Rodrigues, casada. // Casou a 14/12/1926,
na Conservatória do Registo Civil de Melgaço, com Júlia Augusta de Almeida.
ALVES, José de Lurdes. Filho de Manuel Alves, natural de Rouças,
e de Albina Rosa Monteiro, natural de Cristóval, lavradores, residentes no
lugar de Carvão. Neto paterno de Manuel Alves e de Teresa de Jesus Lourenço; neto
materno de João Monteiro e de Maria Antónia Rodrigues. Nasceu em Cristóval a 31/5/1909
e foi batizado na igreja a 3 de Junho desse mesmo ano. Padrinhos: Manuel Alves,
casado, lavrador, e Albina Rosa Monteiro, solteira, camponesa.
ALVES, José Manuel. Filho de Francisco Alves e de Francisca
Pereira, de Carvão. Neto paterno de António Alves e de Ana Joaquina Domingues,
do dito lugar; neto materno de José Pereira do Lago e de Francisca Ribeira, de
São Gregório. Nasceu a 28/1/1842 e foi batizado a 1 de Fevereiro desse mesmo
ano. Padrinhos: Manuel José de Almeida e Maria do Outeiro, do Ramo. // Casou na
igreja da sua terra, no estado de solteiro, a 20/11/1879, com Ludovina Rosa, de
trinta e seis anos de idade, solteira, sua parente no terceiro grau de
consanguinidade, filha de Manuel Luís Gonçalves e de Francisca Caetana Pereira,
do Ramo. Testemunhas: António Manuel Gonçalves, casado, lavrador, do Ramo;
Manuel Carvalho, solteiro, lavrador, de São Gregório; e Francisco Lourenço,
solteiro, lavrador, de Marga.
ALVES, José Manuel. Filho de Manuel Alves e de Luísa Rodrigues,
da Rua Verde. N.p. de Caetano Álvares e de Benita Baldera; n.m. de José Caetano
Pereira e de Francisca Caetana Ribeira. Nasceu a 7/9/1843 e foi batizado no dia
seguinte. Padrinhos: o seu avô materno e sua filha Antónia. // (Faleceu ainda bebé).
ALVES, José Manuel. Filho de -------- Alves e de
-------------------------------------. Nasceu por volta de 1847. // Faleceu em
Cristóval a --/--/1912, com sessenta e cinco anos de idade (Correio de Melgaço n.º 9, de 4/8/1912).
ALVES, Josefa. Filha de Manuel Alves e de Josefa Gonçalves, da
freguesia de São Pedro da Torre, bispado de Ourense. Nasceu por volta de 1804. //
Faleceu em Doma a 26/5/1866, com 62 anos de idade, casada com António Monteiro,
com todos os sacramentos, com testamento em Notas, sem filhos, e foi sepultada
na igreja paroquial.
ALVES, Josefa. Filha de ------------ Alves e de
---------------------------------. // Nasceu na freguesia de Valongo, bispado
de Ourense, Galiza, por volta de 1825. // Faleceu no lugar de Carvão a
26/8/1901, com setenta e seis anos de idade, no estado de casada com Francisco
Domingues, com todos os sacramentos, sem testamento, sem filhos, e foi
sepultada no cemitério de Cristóval, Melgaço.
ALVES, Josefa. Filha de Francisco Alves e de Francisca Pereira
do Lago, residentes no lugar de Carvão. Neta paterna de António Alves e de Ana
Joaquina Domingues, do dito lugar; neta materna de José Caetano Pereira do Lago
e de Francisca Caetana Ribeira, de São Gregório. Nasceu a 1/2/1851 e foi batizada
na igreja de Cristóval a 3 desse mês e ano. Padrinho: José de Sousa Viana,
solteiro, de São Gregório. // Casou na igreja de Cristóval a 12/12/1888 com
Manuel Rodrigues, de 59 anos de idade, natural de Cela Nova, bispado de
Ourense, viúvo de Dolores Alves Martins, falecida no lugar de Carvão, Cristóval.
Testemunhas: Manuel Francisco Rodrigues, viúvo, e Francisco José Rodrigues,
casado, lavradores, residentes no lugar da Porta.
ALVES, Júlio Augusto. Filho de António José Alves, natural de
Lamas de Mouro, concelho de Melgaço, e de Albina da Silva, natural do lugar
de Carvão, freguesia de Cristóval, lavradores. Neto paterno de Joaquim Alves e
de Maria Rosa Domingues; neto materno de Gonçalo Luís da Silva e de Joaquina
Esteves. Nasceu em Cristóval a 15/6/1899 e foi batizado na igreja a 21 desse
mês e ano. Padrinhos: José Augusto de Brito e Albina Rosa Alves, casados,
lavradores. // Fez exame do 1.º grau a 3/7/1914 na escola do sexo masculino de
Cristóval, com o professor Abel Nogueira Dantas, obtendo a classificação de «ótimo» (Correio de Melgaço n.º 106, de 7/7/1914).
ALVES, Leonídia Augusta. Filha de António José Augusto, soldado
da Guarda-Fiscal, natural da Póvoa de Varzim, e de Maria Teresa Alves, natural
de Rouças. Nasceu em Cristóval a 7/1/1898. // Casou na Conservatória do Registo
Civil de Melgaço a 13/8/1921, e na igreja de Rouças a 24/8/1921, com Frederico
Augusto Esteves, funileiro na Vila de Melgaço, filho natural de Elisa Augusta
Esteves e de Frederico Augusto dos Santos Lima. // Faleceu na Vila, onde
morava, a 1/7/1954. // Era irmã da esposa de Cícero Cândido Solheiro, Maria Angelina
Alves.
ALVES, Lindolfo Augusto. Filho de ------- Alves e de ---------------------------------.
Nasceu em Paços a --/--/19--. // Morou no lugar de Cevide. // Casou com ----------------------------.
// Foi remetido a juízo pela Guarda Nacional Republicana «por maus tratos a uma sua enteada» (Notícias de Melgaço n.º 849, de 17/2/1948, página 4). // Morreu no hospital da SCMM a 25/7/1963
(ver Notícias de Melgaço n.º 1479, de 28/7/1963). (ver em Paços).
ALVES, Lucinda dos Santos. Filha de Aníbal José Alves,
proprietário, natural de Chaviães, e de Olívia Rodrigues, proprietária,
natural de Cristóval, moradores no lugar de Cevide. Neta paterna de José
Augusto Alves e de Carlota Maria Rodrigues; neta materna de Joaquim Rodrigues e
de Benedita Mendes. Nasceu em Cristóval a 1/11/1907 e foi batizada na igreja a
4 desse mês e ano. Padrinhos: Joaquim Rodrigues e Benedita Mendes, casados,
proprietários.
ALVES, Ludovina Rosa. Filha de Caetano Alves e de Rosa Francisca
Rodrigues, lavradores, residentes em São Gregório. N.p. de Francisco Alves e de
Francisca Pereira, de Carvão; n.m. de Joaquim Rodrigues e de Francisca Caetana
Gonçalves, de São Gregório. Nasceu a 3/9/1882 e foi batizada na igreja de
Cristóval a cinco desse mês e ano. Padrinhos: José Alves, casado, lavrador,
morador no lugar de Carvão, tio paterno da neófita, e a avó materna da mesma,
viúva.
ALVES, Luís Manuel. Filho de Manuel Alves e de Claudina Moreda
(*), lavradores-proprietários, residentes no lugar de Sucastelo. N.p. de João
Alves e de Josefa Vaz, do dito lugar; n.m. de Luís Moreda e de Maria Monteiro,
de São Gregório. Nasceu a 3/1/1891 e foi batizado na igreja no dia seguinte.
Madrinha: Benedita Pires Pereira, casada, proprietária, moradora na Rua Verde
de São Gregório. // Casou com Augusta da Conceição, de 18 anos de idade,
cristovalense, filha de Manuel Vitorino (?) de Magalhães e de Delfina Esteves (do Ramo?), na CRCM, a 25/1/1915.
// Finou-se na sua freguesia a 27/3/1967. // Pai de Iracema Claudina, batizada
em 1916 (Correio de Melgaço n.º
184, de 30/1/1916), a qual faleceu nos
Casais a --/--/1916, com apenas 16 dias de idade (Correio de Melgaço n.º 186, de 13/2/1916). /// (*) Claudina Moreda faleceu a 14/1/1891.
ALVES, Luísa. Filha de Romualdo Álvares e de Caetana Rodrigues,
de Desteriz, Galiza. // Faleceu no lugar dos Casais, Cristóval, a 23/7/1864,
com sessenta anos de idade, no estado de casada com Manuel Mendes, com todos os
sacramentos, sem testamento, sem filhos, e foi sepultada na igreja paroquial.
ALVES, Manuel (Padre). Filho de ------------- Alves e de
------------------------------------. // Em 1834 era o abade da freguesia de
Cristóval.
ALVES, Manuel. Filho de Francisco Rodrigues Alves e de Maria
Pires, do lugar da Porta. // Casou, na igreja de Cristóval, a 23/3/1836, com
Josefa, filha de Francisco António Esteves e de Luísa Esteves, da Granja.
ALVES, Manuel. Filho de António Alves e de Ana Domingues. Nasceu
por volta de 1813. // Faleceu no lugar de Carvão a 22/6/1873, com sessenta anos
de idade, casado com Ana Afonso, com todos os sacramentos, sem testamento, e
foi sepultado na igreja. // Deixou um filho: Manuel.
ALVES, Manuel (Catarinho). Filho de Manuel Caetano Alves e de Benta Baldera.
// Proprietário. // Casou com Maria Luísa, filha de José Pereira do Lago e de
Francisca Caetana Ribeira. // A sua esposa faleceu na Rua Verde de São Gregório
a 18/10/1864, com 50 anos de idade, com todos os sacramentos, sem testamento, e
foi sepultada na igreja local. // Ele morreu a 14/6/1891, também na Rua Verde,
com 74 anos de idade, com todos os sacramentos, com testamento feito na
Espanha, e foi sepultado na igreja no dia 16. // Pais de Joaquina, de Maria, de
Albina, de António e de José.
ALVES, Manuel. Filho de João Alves e de Feliciana do Outeiro, do
Ramo. Neto paterno de Francisco Alves e de Maria Benta Fernandes, de Pontedeva;
neto materno de Manuel José do Outeiro e de Maria Luísa Rodrigues, do Ramo.
Nasceu a 12/7/1838 e foi batizado a 16 desse mês e ano. Padrinho: Manuel Francisco
Moreda, de São Gregório. // Faleceu a 8/10/1838.
ALVES, Manuel. Filho de Manuel Rodrigues Alves e de Josefa
Esteves, do lugar da Porta. N.p. de Francisco José Rodrigues Alves e de Maria
Joaquina Pires, do dito lugar; n.m. de Francisco António Esteves e de Maria
Luísa Esteves, da Granja. Nasceu a 26/4/1848 e foi batizado no dia seguinte.
Padrinhos: o seu avô paterno e sua filha, Antónia, tia do bebé. // Casou na
igreja de Cristóval a 14/8/1878, com Maria da Cruz, de 21 anos de idade,
solteira, cristovalense, filha de Joaquim Júlio Lopes e de Josefa Durães, de São
Gregório. Testemunhas: Francisco Domingues, solteiro, ferreiro, e seu irmão,
José Domingues, casado, lavrador, moradores no Campo do Souto; e Francisco José
Rodrigues, solteiro, lavrador, do lugar da Porta.
ALVES, Manuel. Filho de João Alves e de Josefa Vaz, rurais,
moradores no lugar de Sucastelo. Neto paterno de Francisco Alves e de Maria
Benta Fernandes, de Aldeia, São Veríssimo de Pontedeva, Ourense; neto materno
de Francisco Vaz e de Ana da Ribeira, do Outeiro, Paços. Nasceu a
1/9/1857 e foi batizado na igreja de Cristóval a 3 desse mês e ano. Madrinha: a
sua avó materna. // Casou na igreja de Cristóval a 26/5/1890 com Benedita (*),
solteira, nascida a 8/1/1849, filha de Luís Moreda e de Maria Monteiro, lavradores,
residentes no lugar de São Gregório. Testemunhas presentes: padre Luís Manuel
Marques, de São Gregório, e Francisco José Rodrigues, solteiro, proprietário,
morador no lugar da Granja. // Enviuvou em 1891. // Casou em segundas núpcias,
na sobredita igreja, a 20/11/1893, com Albina do Outeiro, solteira, nascida a
25/9/1850, filha de Manuel do Outeiro e de Francisca Bermudes, lavradores,
residentes no lugar de Doma. Testemunhas presentes: Manuel Domingues, casado,
lavrador, residente no lugar de Doma, e Francisco Domingues, solteiro, do mesmo
lugar. // Pai de Luís Manuel Alves (ver). /// (*) O padre enganou-se, pois
quem casou com Manuel Alves foi a sua irmã Claudina Moreda (ver).
ALVES, Manuel. Filho de Maria Joaquina Alves. Nasceu em Cristóval
a --/--/1914 (Correio de Melgaço n.º
116, de 15/9/1914).
ALVES, Manuel Amadeu. Filho de --------- Alves e de
--------------------. Nasceu a --/--/19--. // Faleceu em Marga, Cristóval, a
--/--/2000 (VM 1134, de 15/3/2000).
ALVES, Manuel António. Filho de Manuel António Alves e de Benita
de Puga. // Casou na igreja de Cristóval a 4/1/1841, com Ana Luísa, filha de
José Caetano Pereira e de Francisca Caetana Ribeira. Testemunhas do ato
religioso: Manuel José Domingues e sua mulher, Antónia Luísa Alves, todos da
Rua Verde.
ALVES, Manuel António. Filho de Luís Manuel Alves e de Augusta
da Conceição de Magalhães. Nasceu em Cristóval a --/--/1917 (Correio de Melgaço n.º 237, de 18/2/1917).
ALVES, Manuel Augusto. Filho de Manuel José Alves e de Maria da
Silva, moradores no lugar da Granja. N.p. de António Alves e de Delfina
Pereira; n.m. de Manuel Joaquim da Silva e de Francisca Rodrigues. Nasceu em
Cristóval a 10/8/1900 e foi batizado na igreja a 12 desse mês e ano. Padrinhos:
José Joaquim da Silva e Albina Rosa da Silva, solteiros, cristovalenses. // Fez
exame do 1.º grau a 3/7/1914 na escola masculina de Cristóval, com o professor
Abel Nogueira Dantas, obtendo a classificação de «ótimo» (Correio de Melgaço n.º 106, de 7/7/1914).
ALVES, Manuel Caetano. // Casou com Benita Baldera. // A sua esposa
faleceu na Rua Verde de São Gregório, freguesia de Cristóval, a 2/4/1858, com
todos os sacramentos, sem testamento, e foi sepultada na igreja no dia 3; não
teve missa, nem ofício, por ser tempo impedido. No entanto, o viúvo mandou
rezar por sua alma trinta missas e os ofícios do costume de sete padres.
ALVES, Manuel Caetano. Filho de Manuel Alves e de Ana Joaquina
Afonso, moradores em Carvão. Neto paterno de António Alves e de Ana Domingues,
do dito lugar; neto materno de Manuel Afonso e de Isabel Alves, de Pousafoles, Fiães.
Nasceu a 13/7/1853 e foi batizado na igreja de Cristóval no dia seguinte.
Padrinhos: Manuel Caetano Enriques e sua mulher, Maria Luísa Afonso, de
Pousafoles, tios do neófito. // Lavrador. // Faleceu em Carvão a 24/5/1882,
solteiro, com todos os sacramentos, sem testamento, e foi sepultado na igreja no
dia 25.
ALVES, Manuel Francisco. Filho de Francisco Alves e de Francisca
Pereira (do Lago), moradores no lugar de Carvão. Neto paterno de António Alves e
de Ana Joaquina Domingues, do dito lugar; neto materno de José Caetano Pereira
e de Francisca Ribeira, de São Gregório. Nasceu a 21/10/1845 e foi batizado a
23 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Francisco Domingues e sua mulher, Isabel
Ventura Ribeira, de Carvão. // Faleceu em Carvão a 9/8/1871, solteiro, com
todos os sacramentos, sem testamento, e foi sepultado na igreja.
ALVES, Manuel José. Filho de António José Alves, natural de
Lamas do Mouro, e de Albina da Silva, natural de Cristóval, lavradores, residentes
no lugar da Cruz. Neto paterno de Joaquim Alves e de Maria Rosa Domingues, do
Gavião, Lamas de Mouro; neto materno de Gonçalo Luís da Silva e de Joaquina
Esteves, do lugar da Cruz. Nasceu a 12/2/1882 e foi batizado na igreja de
Cristóval a 17 desse mês e ano. Padrinhos: António José Alves, de Gavião, Lamas
(representado pelo avô materno do bebé), e Josefa Rodrigues, solteira, de Carvão,
Cristóval.
ALVES, Manuel José. Filho de Maria Alves, natural de Paços,
solteira, camponesa, moradora no lugar do Ranhado. Neto materno de José Alves e
de Rosa Esteves. Nasceu na freguesia de Cristóval a 18/7/1909 e foi batizado na
igreja a 24 desse mês e ano. Padrinhos: José Avelino Cousso e Constança
Gonçalves, solteiros, lavradores. // Morreu a 15/8/1910.
ALVES, Maria. Filha de Manuel Alves e de Ana Afonso, de
Pousafoles, Fiães, moradores em Carvão, Cristóval. N.p. de António Alves
e de Ana Joaquina Domingues, de Carvão; n.m. de Manuel Afonso e de Isabel Luísa
Alves, de Pousafoles. Nasceu a 1/1/1852 e foi batizada na igreja de Cristóval a
4 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Caetano Enriques e sua mulher, Maria Luísa
Afonso, tios da batizanda.
ALVES, Maria. Filha de António Evaristo Alves e de Luísa
Ribeiro, lavradores, do lugar da Porta. Neta paterna de Clara Joaquina Alves,
solteira, de Quintas, Chaviães; neta materna de Francisco Ribeiro e de
Helena Marques, do lugar da Porta. Nasceu a 22/11/1893 e foi batizada a 27
desse mês e ano. Padrinhos: Francisco José Rodrigues Junior, solteiro, da
Granja, e Benedita Ribeiro, solteira, do lugar da Porta, tia da batizanda. // Casou
com Justino, de 23 anos, filho de António Pereira e de ---------- Esteves,
natural da freguesia de (?), na CRCM, a --/--/1919. // Enviuvou a --/--/19--. //
Faleceu em Cristóval a 7/5/1978.
ALVES, Maria da Ascensão. Filha de -------------- Alves e de ----------------
Monteiro. Nasceu a --/--/192-. // Em 1938 fez exame do ensino primário na
escola de Cristóval, ficando aprovada (NM 409).
ALVES, Maria Benta. Filha de João Alves e de Feliciana do
Outeiro, moradores no lugar da Calçada, Cristóval. Neta paterna de Francisco
Alves e de Maria Benita Fernandes, de Pontedeva, Galiza; neta materna de José
do Outeiro e de Maria Rodrigues, da Calçada. Nasceu em Cristóval a 13/4/1840 e
foi batizada na igreja a 19 desse mês e ano. Madrinha: sua tia Josefa
Alves.
ALVES, Maria Benta. Filha de Manuel Caetano Alves e de Ana Luísa
Pereira. N.p. de Caetano Alves e de Benita Baldera; n.m. de José Caetano
Pereira e de Francisca Caetana Ribeira, todos da Rua Verde, Cristóval. Nasceu em
Cristóval a 9/8/1849 e foi batizada na igreja a 11 desse mês e ano. Padrinhos:
os seus avós maternos.
ALVES, Maria Ermelinda. Filha de António José Alves, natural
de Lamas de Mouro, e de Albina da Silva, natural de Cristóval, lavradores, residentes
no lugar de Carvão, Cristóval. Neta paterna de Joaquim Alves e de Maria Rosa
Domingues, do Gavião, Lamas de Mouro; neta materna de Gonçalo Luís da Silva e
de Joaquina Esteves, de Carvão. Nasceu a 31/5/1890 e foi batizada na igreja a 1
de Junho desse mesmo ano. Padrinhos: José de Brito, casado, morador em Viladraque,
Paços, e Joaquina Durães, viúva, proprietária, moradora na Sobreira, Cristóval.
ALVES, Maria Ermezinda. Filha de ------------ Alves e de
---------------------------------. // Nasceu por volta de 1924. // Faleceu na
freguesia de Cristóval a --/--/2020, com 96 anos de idade (A
Voz de Melgaço n.º 1441, de 1/8/2020).
ALVES, Maria Francisca. Filha de Manuel Francisco Rodrigues
Alves e de Josefa Esteves, moradores no lugar da Porta. // Faleceu nesse lugar
a 25/10/1867, com 30 anos de idade, solteira, sem testamento, sem filhos, e foi
sepultada na igreja.
ALVES, Maria de Jesus. Filha de José Manuel Alves e de Ludovina
Rosa Gonçalves, lavradores, residentes em Carvão. Neta paterna de Francisco
Alves e de Francisca Caetana Pereira, do dito lugar; neta materna de Manuel
Luís Gonçalves e de Francisca da Ribeira, do Ramo. Nasceu a 30/9/1880 e foi batizada
na igreja de Cristóval nesse dia. Padrinhos: Francisco José Rodrigues,
solteiro, proprietário, morador na Granja, e a avó materna da criança,
viúva.
ALVES, Maria Joaquina. Filha de Tadeu Álvares e de Maria Rosa do
Outeiro. // Faleceu em São Gregório a 8/11/1864, com
90 anos de idade, solteira, com todos os
sacramentos, com testamento, e foi sepultada na igreja. // Mãe de
Feliciana.
ALVES, Maria Luísa. Filha de Francisco Alves e de Ana Lopes, do
Pico. Neta paterna de Pedro Alves e de Pepa Vasques, de Regados, Padrenda,
Galiza; neta materna de Francisco Lopes e de Maria Joana, do Pico. Nasceu a
22/3/1840 e foi batizada a 25 desse mês e ano. Padrinhos: padre Domingos José Meleiro, da Carpinteira, São Paio, representado
por Manuel Lopes, do Pico, e Margarida Lopes, tia da batizanda.
ALVES, Maria Luísa. Filha de Manuel Francisco Rodrigues Alves e
de Josefa Esteves, do lugar da Porta. N.p. de Francisco José Rodrigues Alves e
de Maria Joaquina Pires, do dito lugar; n.m. de Francisco António Esteves e de
Maria Luísa Esteves, da Granja. Nasceu a 23/7/1842 e foi batizada no dia
seguinte. Padrinho: o seu avô paterno.
ALVES, Maria de Lurdes. Filha de Luís Manuel Alves e de Augusta
Esteves de Magalhães. Nasceu em Cristóval a --/--/1930 (NM 91, de
21/12/1930). // S.m.n.
ALVES, Maria Ventura. Filha de Francisco Alves e de Maria Ventura
do Souto. // Faleceu no lugar de Doma a 12/10/1879, com oitenta e três anos de
idade, no estado de viúva de Francisco Mendes, com todos os sacramentos, sem
testamento, e foi sepultada na igreja. Deixou uma filha: Ana.
ALVES, Maurício Monteiro. Filho de ---------- Alves e de
---------------------------. Nasceu a --/--/19--. // Morreu no lugar de Carvão,
Cristóval, a --/--/1996 (VM 1045).
ALVES, Olívia Luísa Monteiro. Filha de ---------- Alves e de
--------------------. Nasceu em -------------- a --/--/19--. // Suponho que
nasceu em Monção. // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1029, de 22/6/1952: «Vendem-se – Por preços módicos, propriedades
de bom rendimento (terras lavradias, pinheirais, casas e moinhos com dois
rodízios) no lugar de Cevide, freguesia de Cristóval. Falar com Olívia M.
Alves. // São Gregório.» // Em 1975 estava viúva e residia em São Gregório.
// Faleceu antes de 1999 (VM 1122).
ALVES, Onório António dos Santos. Filho de // Casou na igreja de
Cristóval em 1937, com Aurora Domingues (NM 378).
ALVES, Palmira. Filha de Manuel José Alves, natural de Lamas
de Mouro, e de Maria da Silva, natural de Cristóval, lavradores, residentes
no lugar da Granja. N.p. de António Alves e de Delfina Pereira; n.m. de Manuel
Joaquim da Silva e de Francisca Rodrigues. Nasceu em Cristóval a 31/10/1904 e
foi batizada na igreja a 2 de Novembro desse mesmo ano. Madrinha: Albina Rosa
da Silva, solteira, proprietária. // Casou a 10/11/1926, na CRCM, com Manuel
António Bernardo. // Enviuvou a 6/1/1987. // Faleceu a 4/2/1992, na freguesia
de Briteiros (Santo Estêvão), concelho de Guimarães.
ALVES, Palmira da Glória. Filha de --------------- Alves e de
--------------------------------. // Nasceu por volta de 1895. // Morou no
lugar da Sobreira, freguesia de Cristóval. // Casou com Salvador de Jesus de
Araújo. // Faleceu em 1938, com 43 anos de idade (Notícias de Melgaço n.º 407, de 31/7/1938). // Com geração.
ALVES, Palmira de Jesus. Filha de --------- Alves e de ---------------------------------.
Nasceu a --/--/19--. // Fez exame do 1.º grau a 6/7/1916 na escola Conde de
Ferreira, sita na Vila, obtendo a classificação de «ótima» (Correio de Melgaço n.º 206, de 9/7/1916).
ALVES, Palmira Joaquina. // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º
1024, de 11/5/1952: «Na maternidade do
hospital da Misericórdia desta vila, deram à luz uns lindos meninos, as
senhoras Maria Rosa Gregório e Marcelina Esteves, de Penso; Palmira
Joaquina Alves, de São Gregório, Cristóval (morto) e
Constança Esteves, das Carvalhiças, desta vila.»
ALVES, Pureza de Jesus. Filha de Manuel José Alves e de Maria da
Silva, moradores no lugar da Granja. Neta paterna de António Alves e de Delfina
Pereira; neta materna de Manuel Joaquim da Silva e de Francisca Rodrigues. Nasceu
em Cristóval a 5/5/1898 e foi batizada na igreja a 13 desse mês e ano.
Padrinhos: Manuel Joaquim da Silva, casado, lavrador, e Albina Rosa da Silva,
solteira. // Faleceu na sua freguesia de nascimento a 2/10/1984.
ALVES, Rosa. Filha de António José Alves, natural de Lamas de
Mouro, e de Albina Silva, natural de Cristóval, lavradores, residentes em
Carvão, Cristóval. N.p. de Joaquim Alves e de Maria Rosa Domingues, de Gavião, Lamas
de Mouro; n.m. de Gonçalo Luís da Silva e de Joaquina Esteves, de Carvão.
Nasceu a 10/3/1893 e foi batizada nesse dia. Padrinhos: Francisco José
Rodrigues e Maria Rodrigues, solteiros, proprietários, moradores na Granja. //
Casou com Adelino, de 30 anos de idade, seu conterrâneo, filho de Maria
Rodrigues, da Granja, na CRCM, a 23/10/1918. // Ambos faleceram em Cristóval: o
marido a 18/11/1959 e ela a 22/1/1976 (?).
ALVES, Rosa Maria. // Faleceu no lugar de São Gregório,
freguesia de Cristóval, a 14/9/1804; foi amortalhada em túnica de São Francisco
e sepultada na igreja de Cristóval. // Era casada com Francisco José Veloso.
ALVES, Secundino António. Filho de Bento Alves e de Maria
Caetana Alonso, moradores em São Gregório. Neto paterno de José Alves e de
Maria Joaquina, de Frossos, Braga; neto materno de Tomás Alonso e de Vitória
Joaquina, da Vila de Melgaço, moradores na Corga. Nasceu a 23/2/1877 e foi
batizado na igreja de Cristóval a 26 desse mês e ano. Padrinhos: os seus avós
maternos.
ALVES, Teresa. Filha de Francisco Alves e de Ana Lopes, residentes
no lugar do Pico. Neta paterna de Pedro Alves e de Josefa Vasques, de Regadas,
Padrenda; neta materna de Francisco Lopes e de Joana Domingues, do lugar do
Pico, Cristóval. Nasceu a 8/6/1844 e foi batizada a 12 desse mês e ano.
Padrinhos: padre Domingos José Meleiro,
de São Paio (representado por António Lopes, tio da batizanda), e Teresa, filha de António Fernandes, do
lugar da Rubinha, Padrenda, Tui. // Casou com Francisco António Fernandes. // Faleceu
por volta de 1918, pois em Dezembro desse ano eram citados seus filhos, Maria
Joaquina Fernandes e marido, João dos Santos, e Manuel Joaquim Fernandes,
ausentes em parte incerta dos Estados Unidos do Brasil, para assistirem a todos
os termos até final do inventário a que se procedia por seu óbito (Jornal de Melgaço n.º 1232, de 3/1/1919).
*
AMÁLIA. Filha de Petronila Maria Exposta, solteira, moradora,
como caseira, no lugar de São Gregório. Nasceu a 4/7/1888 e foi batizada na
igreja de Cristóval a seis desse mês e ano. Padrinhos: António Miguel Monteiro,
solteiro, maior de catorze anos de idade, e Maria Gonçalves, solteira,
moradores em São Gregório. // Faleceu na sua freguesia a 21/3/1961, com 72 anos
de idade.
AMARAL
AMARAL, Alice dos Anjos. Filha de António José Amaral e de
Antónia Manda Torres. Nasceu em Cristóval a --/--/1929 (Notícias de Melgaço n.º 26, de 18/8/1929).
AMARAL, Angélica da Conceição. Filha de António José Amaral e de
Antónia Manda Torres. Nasceu em São Gregório a --/--/1932 (Notícias de Melgaço n.º 164, de 11/9/1932). // Casou com Osvaldo José de Sousa, natural
de Paços. // Depois do matrimónio embarcaram para África. // O seu marido
morreu por volta de 2006, em Braga, capital do Minho, para onde vieram morar
depois da independência de Angola. // Ela faleceu também em Braga, em Setembro
de 2014. // Mãe de Vítor de Sousa, casado, residente na capital do Minho,
antigo vice-presidente da Câmara Municipal de Braga; fora eleito nas listas do
Partido Socialista.
AMARAL, António José. Filho de --------- Amaral e de
--------------------------. Nasceu em -------------------, a 5/3/1895 (NM 54.A,
de 23/3/1930). // Veio para Melgaço como 2.º sargento da Guarda-Fiscal. // Casou
a --/--/1916 com Antónia Manda Torres (Correio de Melgaço n.º 208, de 23/7/1916). // O casal teve sete ou oito filhos.
AMARAL, Eva da Luz. Filha de António José Amaral e de Antónia
Manda Torres. Nasceu em Cristóval a 13/12/1926. // Em 1938 fez exame do 2.º
grau na escola de São Gregório e ficou distinta (NM 413, de 18/9/1938). // Morou em Benfica, Lisboa, onde faleceu a 5/12/2019, com 92
anos de idade. Foi sepultada no cemitério de Monção. // Na agência funerária
CFAM surge com o nome de Iva da Luz Amaral Pinto; é provável que o apelido
Pinto seja do marido.
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AMARAL, Georgina da Anunciação. Filha de António José Amaral e
de Antónia Manda Torres. Nasceu em Cristóval a --/--/192-. // Em 1935 fez exame
do 2.º grau na escola de São Gregório e ficou distinta (NM 283, de 1/9/1935).
AMARAL, Manuel António. Filho de António José do Amaral e de
Antónia Manda Torres. Nasceu em Cristóval a --/--/1931 (Notícias de Melgaço n.º
97, de 17/2/1931).
AMARAL, Maria da Glória. Filha de António José Amaral e de
Antónia Manda Torres. Nasceu em Cristóval a --/--/192-. // A 17/7/1933 fez
exame do 2.º grau, quarta classe, ficando distinta (NM 204, de 13/8/1933).
AMARAL, Maria Luísa Lourenço. Filha de ---------------- e de
-------------------. Nasceu em ---------- a --/--/1935. // Faleceu em França a
--/03/2025. A câmara ardente decorreu na igreja de Cristóval a 27/03/2025. Foi
sepultada no cemitério de Cristóval nesse dia 27 de Março pelas 15 horas e 30
minutos (agência funerária Vilarinho). // NOTA: na notícia da sua morte fala-se em Cevide, será que ela
nascera nesse lugar de Cristóval?
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AMARAL, Nair das Dores. Filha de António José Amaral e de
Antónia Manda Torres. Nasceu em Cristóval a --/--/1919 (JM 1262, de 14/9/1919).
AMORIM
AMORIM, Adão (Dr.) // Filho de -------------- Amorim e de
-------------------------------------. Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1039,
de 7/9/1952: «3.º prémio (tiro
aos pombos, 31/8/1952) – Taça Asilo Pereira de Sousa – ao senhor
Dr. Adão Amorim, chefe da delegação aduaneira de São Gregório.»
AMORIM, Adriano. Filho de ------------- de Amorim e de --------------------------------.
Nasceu a --/--/19--. // A 3/7/1914 fez exame do 1.º grau na escola do sexo
masculino de Cristóval, com o professor Abel Nogueira Dantas, obtendo a classificação
de «ótimo» (Correio de Melgaço n.º 106, de 7/7/1914).
AMORIM, Ana Rosa. Filha de Palmira Alice Amorim, natural de
Paços. Nasceu na freguesia de Cristóval a --/--/1939 (NM 434).
AMORIM, António. Filho de ---------- Amorim e de --------------
Esteves. Nasceu a --/--/18--. // Em 1912 embarcou para o Brasil; com ele
seguiram Luís Douteiro e Manuel Pires (Correio de Melgaço n.º 21, de 27/10/1912).
AMORIM, António. Filho de Camilo de Amorim, natural da freguesia
de Crespos, partido judicial de Bande, diocese de Ourense, e de Ana Bermudes,
natural da freguesia de Paços, Melgaço, proprietários, moradores no lugar da
Ferraria, Cristóval. Neto paterno de Manuel de Amorim e de Luísa Mora; neto materno
de João Bermudes e de Francisca da Silva. Nasceu a 23/11/1907 e foi batizado na
igreja de Cristóval a 27 desse mês e ano. Padrinhos: João Pires Teixeira,
solteiro, proprietário, natural da Vila de Melgaço, e Ludovina Bermudes,
casada, proprietária. // A 13/7/1916 fez exame do 1.º grau (3.ª classe do ensino primário), na escola Conde de Ferreira, Vila, obtendo a classificação de
«ótimo». Morava em Paços e era seu
professor Sebastião Pereira (Correio
de Melgaço n.º 207, de 16/7/1916). // No verão de 1918 fez exame do 2.º grau, ficando aprovado (Jornal de Melgaço n.º 1220, de 24/8/1918). // Nos inícios da década de trinta namorou
com Maria Leonor da Rocha, natural da Vila de Melgaço, e ambos geraram o
Alfredo, nascido em SMP a 15/1/1933. // Logo depois ele embarcou para o Brasil,
onde teve oficina de serralheiro, casou com uma brasileira, salvo erro, e foi
pai de duas raparigas. // O filho Alfredo, depois da tropa, foi também para o
Brasil, ainda chegou a estar com o progenitor e irmãs, mas depois seguiu o seu
percurso (*). // Penso que o António nunca mais voltou à sua terra natal. ///
(*) Ver a biografia do Alfredo na Vila de Melgaço, no apelido Rocha.
AMORIM, António. Filho de ---------- Amorim e de ----------------------.
Nasceu a --/--/19--. // Natural do lugar do Ramo, Cristóval. // A sua esposa
deu à luz, em 1950, um menino (ver
Notícias de Melgaço n.º 939, de 16/7/1950). // Nota: deve ser
o senhor que casou com Palmira das Dores Gomes (ver).
AMORIM, Artur. Filho de Camilo de Amorim (ver em Paços), natural da freguesia de Crespos, partido judicial de Bande,
diocese de Ourense, e de Ana Bermudes, natural de Paços, Melgaço,
proprietários, moradores no lugar da Ferraria, Cristóval. Neto paterno de
Manuel de Amorim e de Luísa Mora; neto materno de João Bermudes e de Francisca
da Silva. Nasceu em Cristóval a 24/3/1904 e foi batizado na igreja a 30 desse
mês e ano. Padrinhos: João Pires Teixeira, solteiro, proprietário, e Ludovina
Bermudes, casada, proprietária. // A
13/8/1915 fez exame do 2.º grau na escola Conde de Ferreira, ficando aprovado (CM 161). // Deve ter estudado, pelo menos até
ao 5.º ano do liceu, pois em 1929 (e ainda em 1933) era escrivão de direito, ou
juízo criminal, em Setúbal (ver Notícias de
Melgaço n.º 7, de 7/4/1929, e Notícias de Melgaço n.º 8, de 14/4/1929). // Tornou-se colaborador do
Notícias de Melgaço (ver Notícias de Melgaço
n.º 416, de 9/10/1938). // Lê-se
no Notícias de Melgaço n.º 33, de 6/10/1929, o seguinte artigo por ele escrito:
«Pagar, mas bufar. Encontra-se em vias de
conclusão o troço da estrada Vila de Melgaço-São Gregório. Conseguimos, enfim,
nós esquecidos tributários do Estado, arrumados a este canto de Portugal,
desviar a atenção dos poderes centrais e lembrar-lhes que ainda fazemos parte
integrante do território português. Parece-nos, e os entendidos o confirmam,
que a nova disposição adotada na reconstrução se presta melhor para o trânsito,
sempre crescente, e a prova-lo está a velocidade a que os motoristas se
abalançam em curvas apertadíssimas, transformando a estrada em pista, onde se
experimentam a velocidade dos veículos e o grau de serenidade do desgraçado
transeunte. Posto isto, nada mais acrescentaríamos, por desnecessário, se
depois das considerações feitas não julgássemos interessante apreciar outros
factos; irrisórios, uns, outros muito enervantes. Concluiu-se a obra: e
imediatamente a seguir, a jeitos de quem não quer perder a ocasião, aparece um
fiscal do governo, segundo nos parece, a ordenar aos proprietários marginais da
estrada que fizessem as entradas nas suas propriedades segundo os moldes por
ele apresentados e olímpica e ditatorialmente marca o prazo de trinta dias para
essas obras, com vagas promessas de uma prorrogaçãozinha de prazo no caso de
haver juízo [tribunal?]. Não conhecemos as cláusulas em que se firmou o
contrato da reconstrução. Seja como for, não nos parece justo que o pobre
proprietário, que tinha as suas entradas em ordem, de harmonia com a estrada
antes da reconstrução, seja agora obrigado a construí-las de novo, como se já
não bastassem os encargos e prejuízos causados com a elevação do nível da
estrada. São estes os factos pouco justos a que aludimos. E mais, para dar ao
quadro um pouco de variedade e graça, aparece agora um contratado, ou lá o que
é, da Companhia reconstrutora que armando em papão se entretém a assustar as
gentes, ameaçando-as com multas fantásticas, autuações, exigindo obras que nos
fazem rir pelo que de destrambelhado encerram e no fim como remate de frase o
estribilho “quem manda aqui sou eu”.
Confessamos ignorar a fonte onde este homem bebeu os fumos de ameaça e mando
que lhe subiram à cabeça. Pela nossa parte encontramos-lhe muita graça,
sobretudo quando lhe vemos apresentar o delineamento de certas obras.
Interessante! Às juntas de freguesia, representantes e porta-voz dos interesses
locais, lembramos a ação que se impõe junto das entidades competentes. É este o
seu dever a que não podem fugir.» Artur
Amorim.
Lê-se no Notícias de
Melgaço n.º 78, de 21/9/1930: «Aquele
dia de Setembro agonizava aos poucos na santa resignação de rês mansa votada ao
sacrifício. A luz esgueirava-se a medo dos vales profundos, dando formas
estranhas e sombrias às coisas. As encostas, a morrerem lá ao fundo no murmúrio
calmo do rio, paramentadas que nem abade da freguesia rica em dia de festa,
eram alvadias a nascente, a poente cobriam-se com a poalha esvaída do
crepúsculo. Ao longo dos caminhos os tamancos dos lavradores ladravam de
encontro às pedras da calçada a canção arrastada e monótona do regresso. Mugiam
vacas, de teta inchada, voltando da faina no seu passo de procissão. A Mariana
do Chico Mordomo era das que recolhiam ao caldo e ao repouso acariciador das
mantas. Conheceram a Mariana? Conheci-a eu. Uma rapariga que nem um castelo, de
olhos luzidios que nem amoras a pintarem nos valados, uma boca que até cheirava
a maçãs no esconderijo do madureiro, com cada braço que era mesmo um louvar ao
Senhor, e as ancas, essas eram mais boleadas que as de uma cantarinha de Viana.
O seu corpo airoso e brincalhão, mais desempenado do que pé de milho em terra
de abono, lembrava loureiro moço, todo florido, em procissão de domingo de
ramos. A Mariana, sim senhor, ali onde se via, namorava a fina flor dos rapazes
das redondezas, e até o Chico do Souto, um mocetão de alto lá com ele, que
varria uma feira; o Manuel da Benta, que andara às sortes e tinha sido até
muito a que do senhor major, e, consequência disso, segundo se bichanava, era
agora regedor da freguesia; o Joaquim do Galo, bem-falante, e que escrevia uma
carta mais linda do que o sermão do senhor abade em dia de festa, a tinham
requestado e requerido em casamento. Apesar disso, nenhum deles se podia gabar
de a ter levado à ilharga às falas sábias do Senhor Doutor e ao latim do Senhor
Abade. As comadres do lugar, à tarde, no ripanço da sesta, bichanavam em
obediência ao regimento antigo, pondo na ordem do dia o público e o privado do
viver do pobre e do rico na taberna do Zé da Zoia, o tio João do Troncho,
padrinho da Mariana, mungindo as barbas brancas a caírem-lhe sobre o peito em
forma de babeiro, tinha afirmado que aquilo só levaria quem a pudesse ter em
estimação como a filha do Repas, casada com o brasileiro das Furnas. Os meus
amigos nunca foram (!) a Mariana. E eu também o não sou e não o serei
certamente, a não ser que se dê o fenómeno complicado da transmigração das
almas e assim não saberíamos explicar a sua escusa ao retoiçar constante dos
moços enamorados, se a Mariana mo não tivesse contado uma tardinha quando as
sombras desciam as quebradas e da capela da Senhora das Dores, as trindades se
despendiam suaves que nem contas de rosário a passarem nos dedos trémulos de
velhinha religiosa: «pois nessa tarde, contou-me ela na sua voz velada, os
olhos cravados nos longes, a jeitos de reza: “Há muito tempo, fez um ano pelo
sacho, na volta da romaria da Senhora da Saúde, encontrei-me na estrada com um
fidalgo dos que estavam nas Águas. Disse-me umas graças. Gostei muito dele. Era
alto, forte, bonito, sim senhor, lá isso era, e de falas tão mansas como as do
senhor padre confessor na quaresma. Acompanhou-me e pelo caminho falou-me das
coisas lindas lá de baixo, da cidade, e disse-me outras coisas que eu não
entendi, mas que se metiam mesmo pelo coração a dentro. Voltou muitas vezes, à
hora da sesta, quando tudo ressonava na modorra do descanso. Um dia, meu pai,
tremendo raivas, ameaçou: - “toma tento na bola rapariga, se me sujas as barbas,
racho-te de alto-a-baixo”. Tive medo. Jurei à Senhora do Amparo acabar com
aquilo. Mas não pude. Custava-me tanto dizer-lho que nem sabia por onde
principiar. Se o coração não fosse assim tão maneirinho, ia jurar, isso ia, que
o tinha lá dentro. Mas não foi preciso – aqui a sua voz tremia, e aos seus
olhos assomaram lágrimas – alijá-lo do coração. Uma noite, ao pé do Moinho das
Rendas, gritaram a homem morto. Deu-me um baque no coração de que seria ele e
fui ver. Era ele, sim senhor, era. Na cabeça, uma brecha onde cabiam três dedos
à vontade! Vieram as justiças da Vila e depois de o cortarem todo, levaram-no.
Mas ficou aqui no meu coração tão vivo e escorreito como no dia em que o
encontrei na volta da romaria. // A história termina aqui, mas se os meus
amigos se derem ao trabalho de escutar à porta da taberna do Zé da Zoia, ou
entrarem nos serões dos sítios, hãode ouvir mais, muito mais… // Artur
de Amorim.
Lê-se no dito Notícias
de Melgaço, n.º 166, de 25/9/1932: «Um
esclarecimento. Porque aos nossos ouvidos tem chegado ultimamente rumores de
protesto contra o facto do escrevinhador do pobre arrazoado que ultimamente se
tem publicado neste jornal com a epígrafe “À última hora” se acobertar à sombra
de um pseudónimo, entendemos por bem declarar: 1.º – Que esses despretensiosos
comentários não escondem qualquer intuito político; 2.º - Que não pretendemos
atingir intencionalmente as suscetibilidades de quem quer que seja; 3.º - Que
bordejando os factos pela forma que o fazemos, move-nos apenas o desejo de
encarar os acontecimentos o menos lugubremente possível. Contudo, e para que
não se julgue que pretendemos eximir-nos às responsabilidades que por ventura
nos possam caber, deve entender-se sempre que o pseudónimo “…” vale pela
assinatura do humilde rabiscador destas linhas.» Artur
de Amorim. // No ano de 1933 esteve na freguesia de Paços, lugar da
Ferraria, a gozar umas férias (ver Notícias de Melgaço
n.º 163, de 4/9/1932, e NM 206, de 27/8/1933). // Casou a 9/8/1933, na freguesia de São Julião, Setúbal,
com Maria Idalina de Assunção Cardoso. // Morreu a 27/12/1944 na freguesia de
São Salvador, concelho de Odemira.
AMORIM, Artur. Filho de Manuel António Rodrigues Amorim e de
Júlia da Purificação Seixo. Nasceu em Cristóval a --/--/193-. // Foi
comerciante e industrial no Porto. // Casou em Julho de 1955 com Luísa Maria
Seixo, filha de Artur Seixo e de Belmira de Jesus Vaz, de São Gregório. // Sem
mais notícias.
AMORIM, Baltazar. Filho de ------------ Amorim e de
----------------------------------------. // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º
988, de 5/8/1951: «Em gozo de licença
encontra-se em São Gregório o nosso estimado assinante, senhor Baltazar de
Amorim, digno soldado da Guarda Nacional Republicana em serviço no Porto.»
AMORIM, Beatriz. Filha de Martinho Amorim e de Júlia Fausta
Rodrigues. Nasceu em Cristóval a --/--/1917 (Correio de Melgaço n.º 234, de 28/1/1917).
AMORIM, Camilo. Filho de Camilo de Amorim, natural da freguesia
de Crespos, partido judicial de Bande, diocese de Ourense, e de Ana Bermudes, natural
de Paços, Melgaço, proprietários, moradores no lugar da Ferraria,
Cristóval. Neto paterno de Manuel de Amorim e de Luísa Mora; neto materno de
João Bermudes e de Francisca da Silva. Nasceu em Cristóval a 26/11/1905 e foi
batizado na igreja a 3 de Dezembro desse mesmo ano. Padrinhos: João Pires
Teixeira, solteiro, proprietário, e Ludovina Bermudes, solteira, proprietária. //
Casou a 6/1/1940 com Charlotte Margarite Rosé Alair, na Câmara Municipal de
Boulogne, França. // Por sentença de 1/2/1974 foi decretado o divórcio entre
ele e a esposa.
AMORIM, Elisa de Nazaré. Filha de Camilo de Amorim, galego, e de
Ana Bermudes, de Paços, Melgaço. Neta paterna de Manuel de Amorim e de Luísa Mora;
neta materna de João Bermudes e de Francisca da Silva. Nasceu em Cristóval a
--/--/1914 (Correio de Melgaço n.º
103, de 9/6/1914). // Faleceu no lugar da
Ferraria a --/--/1914, com apenas dezanove dias de idade (Correio de Melgaço n.º 105).
AMORIM, Elvira Cerqueira. Filha de ------------ Amorim e de
…………………………. // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1487,
de 6/10/1963: «Na maternidade do hospital da Santa Casa
da Misericórdia de Melgaço deu à luz uma menina…; morava no lugar do Ramo, freguesia
de Cristóval.»
AMORIM, Filomena. Filha de Francisco Esteves de Amorim, natural
de Cristóval, e de Elvira Mendes de Oliveira, natural da cidade de Pará,
Brasil, proprietários, moradores no lugar dos Casais. Neta paterna de Manuel
Esteves de Amorim e de Caetana Durães; neta materna de Ana Mendes de Oliveira.
Nasceu em Cristóval a 29/3/1898 e foi batizada na igreja a 4 de Abril desse
ano. Padrinhos: Vitorino Esteves, solteiro, lavrador, e Filomena Esteves, solteira.
AMORIM, Francisco. Filho de --------------- Amorim e de
----------------------------------------. // Nasceu por volta de 1860. //
Morreu no lugar da Ferraria, freguesia de Cristóval, a --/--/1931 (Notícias de Melgaço n.º 105, de 19/4/1931).
AMORIM, João. Filho de Camilo de Amorim, natural da freguesia de
São João de Crespos, província de Ourense, e de Ana Bermudes, natural de Paços,
proprietários, moradores no lugar da Ferraria. Neto paterno de Manuel de Amorim
e de Luisa Mora; neto materno de João Bermudes e de Francisca da Silva. Nasceu em
Cristóval a 27/6/1900 e foi batizado na igreja a 4 de Julho desse dito ano.
Padrinhos: João Pires Teixeira, solteiro, proprietário, natural da Vila de
Melgaço, e Ludovina Bermudes, casada, lavradeira, cristovalense. // Em 1912 fez
exame do 2.º grau da instrução primária, ficando aprovado (Correio de Melgaço n.º 10). // Comerciante. // Casou a 28/4/1919 com
Antónia da Conceição. // Morreu em São Gregório a 1/3/1944. // Nota: é possível que tenha sido
emigrante no Rio de Janeiro (ver
Notícias de Melgaço n.º 193, de 7/5/1933). Leia-se o texto inserto no Notícias de Melgaço n.º 32, de
29/9/1929, por si assinado: «MINHA
TERRA. Brando, e melancólico, soprava de leste com ternura mansa, uma saudável
brisa. O velho e lendário sino de Fiães, impulsionado por este brando vento,
fazia chegar ao humilde outeiro o eco de suas badaladas. Era seu grande dia de
festa – a romaria de São Bento. Estávamos no estio (Julho). A manhã
deslumbrante de encanto, animada por vivos raios de sol, e refrescada pelo
aroma embriagante de suas compactas alamedas, espachadas em redor da serra.
Animava os mais restringidos habitantes, esparsivos pelos outeiros afastados, a
irem colher algums horas de terna alegria, fazendo um longo exercício: caminhando
aqui por ruins caminhos; acolá por estreitos atalhos, escondidos por frondosas
árvores; além pulando um rego de cristalina água; mais além subindo a um
penedo, para poder descortinar, com seu nítido olhar, os montes escondidos por
nuvens cerradas de densos arbustos, os campos enluvados de tenra erva, os
pequeninos outeiros, povoados com suas casas de telhados, aqui toscos, acolá
completamente brancos, os seus canastros suspensos por quatro colunas de pedra
lavrada, guardando arejadamente o precioso mato desse tão alegre e inocente
povo; e lá, quase impercebível, corria muito lentamente, na maior melancolia, o
guarda avançado desse torrão sagrado – o rio Minho. Caminhando serra acima,
puxados pelo inseparável instrumento do povo da minha terra “a concertina”, um
forte e sadio rapaz, com sublime grandeza, movia o teclado de tão encantador
instrumento, de vez, em quando, acompanhado por uma fina e sublime voz, talvez
a predileta de seu órgão sensível (o coração). Parecia-me este alegre tocador o
filho de mestre Brás, este arrufando tambor da Legião de Honra, nos campos
guerreiros da imortal França, e aquele puxando um grupo de almas, puras, para
sobre as paredes do velho e lendário mosteiro orarem ao milagroso São Bento,
uma prece com a mais sagrada devoção. O passeio, ainda que fosse algo
espinhoso, tornava-se para essas almas uma oportuna ocasião de dar expansão
uniforme à alegre alma de que são dotados. À entrada do arraial está um
cruzeiro, junto a uma fonte da mais saborosa água. O arraial estende-se do
cruzeiro até à igreja do mosteiro, por uma larga alameda de filas de
entroncados carvalhos. Estamos na sagrada casa: oram todos, ouvindo com a
máxima atenção o latim do abade. Acabados que são estes atos religiosos,
meramente venerandos deste meu povo, todos apressados, procuram uma sombra no
meio de compactas urzes e giestas, onde na mais íntima das alegrias possam
gozar a amenidade sublime de tão pura atmosfera a par de uma “borracha” de bom
vinho, e de uma merenda preparada com todo o esmerado cuidado em casa. Refeito
o estômago, toca a cantar e a dançar, confraternizando-se todos num só corpo e
alma. E francamente, penso e realmente, de todas és tu, ó sagrada terra, o meu
maior orgulho.» Rio,
13/7/1924. João de Amorim.
AMORIM, José. Filho de ---------- de Amorim e de
--------------------. Nasceu a --/--/18--. // Casou a --/--/1913 com Rosa
Joaquina de Jesus (Correio de Melgaço n.º
76, de 23/11/1913).
AMORIM,
José. Filho de Camilo de Amorim, proprietário, natural da freguesia de São João
de Crespos, bispado de Ourense, e de Ana Bermudes, proprietária, de Cristóval,
Melgaço. Neto paterno de Manuel de Amorim e de Luísa de Moura; neto materno de
João Bermudes e de Francisca da Silva, moradores no lugar da Ferraria,
Cristóval. Nasceu no lugar da Ferraria, Cristóval, a 15/9/1902, e foi batizado
na igreja de Paços a 21 desse mês e ano. Padrinhos: João Pires Teixeira, natural
da Vila, e Ludovina Bermudes, tia materna do batizando, residente em Cristóval.
// A 19/7/1913 fez exame do 1.º grau (3.ª classe do ensino primário) na escola de Paços, obtendo a classificação de «bom» (Correio
de Melgaço n.º 59, de 27/7/1913).
AMORIM, José. Filho de Manuel António Rodrigues de Amorim e de
Júlia da Purificação Seixo. Nasceu em Cristóval a --/--/1934 (NM 230, de 22/4/1934).
AMORIM, José Augusto. Filho de Marcelino Maria de Amorim,
lavrador, natural da freguesia de Quintela, diocese de Tui, e de Miquelina de Jesus
de Pinho, lavradeira, natural de Cristóval, Melgaço, residentes no lugar do
Coto de São Gregório. N.p. de Manuel Amorim e de Simona Lourenço; n.m. de João José
de Pinho e de Maria de Araújo. Nasceu em Cristóval a 9/7/1898 e foi batizado na
igreja a 11 desse mês e ano. Padrinhos: José Fernandes, solteiro, lavrador, e
Josefa de Araújo, solteira. // A 11/8/1914 fez
exame do 2.º grau na escola Conde de Ferreira, ficando distinto. // Casou a 10/4/1919 com Sulfina (!) da Conceição Barreira,
na casa da noiva, sita na Vila de Valença. // Faleceu na dita Vila de Valença a
20/9/1970.
AMORIM, José Correia. Filho de -------------- Amorim e de
--------------------------------------. // Em Fevereiro de 1929 era o regedor
da freguesia de Cristóval (Notícias
de Melgaço n.º 1, de 17/2/1929). //
Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 29, de 8 de Setembro de 1929: «Deixou o cargo de regedor da freguesia o
nosso assinante, senhor José C. de Amorim, que há dezoito meses vinha
desempenhando muito bem. Foi a seu pedido. Para o substituir foi nomeado o
senhor J.J. da Ribeira, do lugar de Doma.»
AMORIM, Júlia Augusta. Filha de Marcelino Maria de Amorim,
lavrador, natural da freguesia de Quintela, diocese de Tui, e de Miquelina de Jesus
de Pinho, lavradeira, natural de Cristóval, residentes no lugar do Coto de São
Gregório. N.p. de Manuel Amorim e de Simona Lourenço; n.m. de João de Pinho e
de Maria de Araújo. Nasceu em Cristóval a 2/5/1897 e foi batizada na igreja no
dia seguinte. Padrinhos: Bento Alves Rodrigues, solteiro, lavrador, e Josefa de
Araújo, solteira.
AMORIM, Leonor. Filha de Martinho de Amorim e de Júlia Fausta
Rodrigues. Nasceu a 18 de Outubro de 1921. // Em 1935 fez exame do 2.º grau na
escola de Cristóval e ficou distinta (Notícias de Melgaço n.º 283, de 1/9/1935). // Casou a 12/7/1950, quarta-feira, na
igreja paroquial, com Manuel Pereira, filho de José Pereira e de Hermínia
Domingues (Notícias de Melgaço n.º
939, de 16/7/1950). // Lê-se em A Voz de
Melgaço n.º 1456, de 1/11/2021, escrito por João Martinho: «No dia em que
L.R.A. comemorou cem anos foi tomada por uma melancolia agridoce que nem os
chocolates oferecidos por José, um dos sobrinhos, conseguiu temperar. Fechou as
contas ao centenário a 18 de Outubro, mas não queria celebrar com foguetes a
data redonda. Nasceu em Melgaço, cresceu em Cristóval, e aos 28 anos aceitou o
pedido de casamento que tinha pendente por ter dado apoio à mãe, doente de
cancro, e partiu para o Porto. O marido já estava no Porto desde cedo, por
isso, Leonor, tendo cumprido a missão de apoiar a sua mãe com brio durante o tempo
que a vida da progenitora lho concedeu, assinou no fim da folha o seu projeto
de vida. Já casada, e no Porto, onde tinha uma loja de mercearia, que era
também confeitaria, foi-se aproximando dos sobrinhos e afilhados. “Não via mais
nada senão a eles”, confessa Leonor, que tomou José e Cristina como filhos.
Cresceram, passaram fins-de-semana juntos e estabeleceram uma relação que ainda
hoje José e Cristina mantém com as visitas, e telefonemas que frequentemente
fazem para a casa de repouso senior, localizada em São Gregório, Cristóval,
onde Leonor passa os dias. O falecimento do marido há cerca de vinte anos,
devido a doença cardíaca, deixou a aniversariante desancatada da festividade
das coisas. Reconhece que organizava com mais entusiasmo uma festa para outros
do que a sua própria, mas em nenhum momento esta perda de ânimo fora crónica.
Quando o marido adoeceu Leonor Amorim chegou a assumir a gestão da sua casa e
negócio, com o apoio de três funcionários. Em nome dos tempos bons, recorda-se
dos fins-de-semana com os sobrinhos e do mês de Agosto. Há cerca de quatro anos
as pernas deixaram de responder-lhe de forma adequada à necessidade de fazer a
sua vida independente e acabou por encontrar no lar de repouso, onde se
encontra uma equipa que lhe dá e faz “tudo o que há de bom”, embora lamente a
cada momento que lhe falta o melhor apoio para este momento da vida: o marido.
Contudo, o sentimento de solidão de alguns dias é contraposto com outros em que
recebe visitas e telefonemas de quem quer que Leonor tenha sempre uma palavra a
dizer sobre a vida. Durante a conversa que tivemos a propósito do seu
centenário Leonor recebeu chamadas da família e amigas, que a obrigaram a
assinalar de forma especial um aniversário que de outra forma a votariam à
melancolia. José, o afilhado que se deslocou do Porto a Melgaço para assinalar
de forma diferente o momento, recorda muito de Leonor e da vida que tinham no
Porto da sua infância e das férias em Melgaço. Os pais já faleceram e só as
fotos que ilustram este texto mantêm uma ligeira chama e memória do passado.
Dos momentos em família no Porto, das idas a Cristóval e à vila de Melgaço, uma
ou duas vezes por ano. José ainda se lembra de acontecer progresso em Melgaço,
de ver inslarem a eletricidade em casa, mas também de levar dali “um bocadinho
de tudo, para se matar saudades”, desde o chouriço, presunto, ovos… era onde se
comia Revilla, se bebia o Cola-Cao, se lia a revista Hola! E se via a televisão
espanhola. “Queria que houvese pelo menos uma fotografia deste momento, porque
não é todos os dias que se assiste a um acontecimento destes, em que estamos
juntos, faz cem anos com muita lucidez e saúde e para que os amigos que a
conhecem possam saber desta boa notícia”, confessa-nos o afilhado de Leonor. “Que
gosto muito deles”, sintetiza Leonor Amorim, inquirida sobre a mensagem que
quer passar através deste jornal. Entre chamadas de parabenização admite que se
não fossem as constantes solicitações do momento passaria “todo o dia a
chorar”. Assim, e contrariando a sua propensão para melancolia, somamos ao seu
centésimo aniversário um momento diferente. Para a história já sabíamos que
ficará.» // Faleceu em São Gregório, Cristóval, a
--/--/2022, com cem anos de idade (A Voz de
Melgaço de 1 de Maio de 2022).
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AMORIM, Ludovina Rosa. Filha de ---------- de Amorim e de
----------------------. Nasceu na Ferraria, Cristóval, a --/--/19--. // Casou na
igreja matriz de SMP a 27/12/1942, com Alfredo Gomes da Silva, farmacêutico em
Setúbal. Padrinhos da boda: Ursulina Pires Teixeira e o capitão José Pires
Louro de Oliveira. O copo-de-água foi servido na casa Pires Teixeira por Abel
Cortes, chefe de mesa do Hotel Ranhada (NM 615, de 3/1/1943).
AMORIM, Manuel. Filho de ---------- de Amorim e de
-------------------------------. Nasceu a --/--/19--. // Suponho que foi
emigrante em França (ver NM 1535, de 22/11/1964). // Faleceu no lugar do
Sobreiro, Cristóval, a --/--/1992 (A Voz de Melgaço n.º 963).
AMORIM, Manuel António. Filho de Júlia Fausta Rodrigues,
solteira, camponesa, moradora no lugar da Porta. Neto materno de Francisco José
Rodrigues e de Maria Rodrigues. Nasceu em Cristóval a 17/11/1905 e foi batizado
na igreja a 23 desse mês e ano. Padrinhos: António Porfírio Rodrigues,
solteiro, lavrador, e Albina Rosa da Silva, solteira, proprietária. // Casou a
8/6/1930, na CRCM, com Júlia da Purificação Seixo, de 24 anos de idade, filha
de José Maria Seixo e de Maria Rosa Fernandes. // Enviuvou a 11/11/1985. //
Faleceu a 21/3/1986 na sua freguesia. // Com geração. // Nota: foi legitimado pelo subsequente matrimónio de sua mãe e de
seu pai, Martinho de Amorim, filho de Manuel José de Amorim e de Marta
Gonçalves Grela, natural da freguesia de Santa Marta de Portuzelo, Viana,
ocorrido a 30/8/1909, na igreja de Cristóval.
AMORIM, Manuel José. Filho de ------------ Amorim e de
…………………………….. // Em Julho de 1932 fez exame do segundo (2.º) grau, ficando
distinto (ver Notícias de Melgaço
n.º 158, de 24/7/1932). // Sem mais notícias.
AMORIM, Marcelino Maria. Filho de Manuel Amorim e de Simona
Lourenço, lavradores, galegos. Nasceu na freguesia de Quintela, bispado de Tui,
a 4/3/1869. // Casou no estado de solteiro, na igreja de Cristóval, a
20/12/1894, com Miquelina de Jesus Pinho, solteira, nascida a 8/3/1868, filha
de João de Pinho e de Maria de Araújo, do lugar do Coto de São Gregório. Testemunhas:
Gaspar Monteiro, solteiro, e Josefa de Araújo, ambos de São Gregório. //
Faleceu a 8/2/1903, no lugar do Coto de São Gregório, onde morava, com todos os
sacramentos, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no cemitério de Cristóval.
AMORIM, Maria. Filha legítima de Martinho Amorim e de Júlia
Fausta Rodrigues. Nasceu a --/--/19--. // Casou com Carlos do Val, do lugar da
Porta, freguesia de Cristóval. // Em 1954 ela e os dois filhos, José e António,
embarcaram para o Brasil, onde se encontrava há três anos o marido. Escreveu-se
em “A Voz de Melgaço” n.º 1035: «em
Jacarei, após o falecimento do filho António, o Carlos e a Maria voltaram a
produzir, tendo mais Fernanda, Cláudio e Daniel. O José casou com Thaís e
tiveram os filhos Rodrigo e José.» // A Fernanda visitou Melgaço em
1995.
AMORIM, Maria Amélia. Filha de ------------ Amorim e de
----------------------------------. // Faleceu no lugar de São Gregório,
freguesia de Cristóval, a --/--/1929, com apenas cinco meses de idade (Noticias de Melgaço n.º 5, de 17/3/1929).
AMORIM, Maria de Lurdes. Filha de Martinho de Amorim, pedreiro,
natural de Santa Marta de Portuzelo, Viana do Castelo, e de Júlia Fausta
Rodrigues, lavradeira, natural de Cristóval, Melgaço, moradores no lugar da
Calçada do Ramo. Neta paterna de Manuel José de Amorim e de Marta Gonçalves
Grela; neta materna de Francisco José Rodrigues e de Maria Rodrigues. Nasceu em
Cristóval a 6/6/1910 e foi batizada na igreja a 12 desse mês e ano. Padrinhos:
António Porfírio Rodrigues, solteiro, lavrador, e Albina Rosa da Silva,
solteira, proprietária. // Casou na CRCM a 19/7/1933 com o seu conterrâneo
António Avelino Lourenço. // Enviuvou a 30/7/1991. // Faleceu na sua freguesia
de nascimento a 7/5/2000. // Com geração.
AMORIM, Maria de Lurdes. Filha de João de Amorim e de Antónia
Maria. Nasceu em Cristóval a --/--/1930 (Notícias de Melgaço n.º 75, de
31/8/1930).
AMORIM, Maria Margarida. Filha de Manuel António Rodrigues
Amorim e de Júlia da Purificação Seixo. Nasceu em Cristóval a 11/3/1931 (NM
104, de 12/4/1931). // Emigrou para o Brasil.
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AMORIM, Palmira Alice. Filha de Camilo de Amorim e de Ana
Bermudes, proprietários, moradores no lugar da Ferraria, Cristóval. N.p. de
Manuel de Amorim e de Luísa Mora; n.m. de João Bermudes e de Francisca da
Silva. Nasceu em Cristóval a 15/11/1910 e foi batizada na igreja a 24 de
Dezembro desse dito ano. Padrinhos: João Pires Teixeira, solteiro,
proprietário, e Ludovina Bermudes, casada, proprietária. // Casou a 11/9/1944,
na CRCM, com Albano José Lopes, natural de Paderne. // Enviuvou a 14/9/1994. //
Faleceu a 2/5/2000, na freguesia de São Francisco Xavier, Lisboa.
AMORIM, Palmira de Lurdes. Filha de Camilo de Amorim, natural de
Crespos, partido judicial de Bande, diocese de Ourense, e de Ana Bermudes, natural
de Paços, Melgaço, proprietários, moradores no lugar da Ferraria,
Cristóval. N.p. de Manuel de Amorim e de Luísa Mora; n.m. de João Bermudes e de
Francisca da Silva. Nasceu em Cristóval a 27/1/1909 e foi batizada na igreja a
3 de Fevereiro desse dito ano. Padrinhos: João Pires Teixeira, solteiro,
proprietário, e Ludovina Bermudes, casada, proprietária. // Faleceu no lugar da
Ferraria, Cristóval, a 4/10/1909.
AMORIM, Pureza. Filha de Martinho de Amorim e de Júlia Fausta
Rodrigues. Nasceu em Cristóval a --/--/1915 (Correio de Melgaço n.º 138, de 23/2/1915).
AMORIM, Rosalina. Filha de ---------- de Amorim e de -----------------.
Nasceu a --/--/19--. // Faleceu no lugar de Esquipa, Cristóval, a --/--/1994 (A Voz de Melgaço n.º 1015).