terça-feira, 29 de setembro de 2026

LEMBRANÇAS AMARGAS

Romance

Por Joaquim A. Rocha 


1.º capítulo


O sol só brilha quando as nuvens se afastam

 

 

 

     Certo dia, não sei precisar quando, isso também pouca ou nenhuma importância terá para a história, eu e a minha mãe estávamos em casa a conversar, numa conversa íntima, da minha parte recheada de críticas abertas e subtis, duras lamentações, lembranças de outros tempos, e de súbito, quase num desafio, pergunto-lhe:

- Mamã, por que bebe tanto? Será que algum dia vai deixar de beber?

- Bebo, bebo e bebo! Já lá dizia a outra: «morra Marta, morra farta.» Ninguém manda em mim. Canté! Todos querem dar ordens. Na Matilde ninguém manda – ouviste? Mando todos para o raio que os parta. Gosto de vinho, confesso. E depois? Os outros não emborcam? Mais do que eu. A tua tia Bernardina não bebe vinho, mas come todas as tardes sopas de cavalo cansado – um litro! Bêbados, são todos uns borrachos, uma pandilha, escumalha.

- Oh, mamã! Todos os santos dias, isto. Já não posso mais. Que mal teria eu feito para suportar tamanho sofrimento, tamanha provação. E logo eu, que nem pai tive. Sabe ao menos quem é o meu pai?

- É um pulha qualquer, um lacaio, um rafeiro, um lambão. Nunca quis perfilhar-te, dizia que não tinha a certeza que eras filho dele. Ao teu irmão perfilhava. Malandro! Desse não duvidava - «esse é mesmo meu», dizia ele com ironia e desfaçatez.

- E é de certeza meu pai?

- É teu pai, é. Enquanto andei com ele, longos quatro anos, não tive outro homem. Respeitei-o, mas o patife não o merecia. Logo que veio da tropa arranjou uma namorada galega. Coitada! Comparada comigo não valia uma só sardinha moída. Fugiu com ela, o pelintra. Que lhe aproveite – homens não me faltam, nunca me faltaram, graças a Deus. Dou um pontapé numa pedra e logo saem debaixo dela meia dúzia. Canté! Olha eu a ser escrava dele – a alimentá-lo, o chulo. Homens são todos iguais – lixo! As mulheres trabalham como moiras, de sol a sol, para os sustentar. Que trabalhem, têm bom corpo. Patife; o que ele queria era dormir até lhe apetecer, chouriço na brasa, cacete fresquinho, do galego, que era o mais saboroso, feito com a melhor farinha, e vinho, muito vinho. Mas não lhe servia qualquer um – do bom, só do bom, sumo de uva. Bebia um quartilho num abrir e fechar de olhos. Filho da púcara, que não volte. Racho-lhe a cabeça.

- Nunca lhe pediu para casar com ele?

- Casar? No princípio sim, para conseguir o que queria, para levar a água ao seu moinho, mas isso alcançado… Ele não queria comprometer-se, porque depois teria de vergar o canastro para sustentar os filhos. Vadio. O que ele queria era chular as mulheres, emprenhá-las e pôr-se a léguas. Cobarde. Racho-lhe a cabeça ao meio se o volto a ver. Canté! Que apareça, que eu dou-lhe o arroz.

- Sabe onde ele está?

- Emigrou para a Galiza, para ir morar com a peixeira. Deve viver à custa dela, o cornudo. Mas ela não é de assoar, eu conheço-a. Até lhe bate, se for preciso. Chupista, só quer comer à custa das mulheres, das desgraçadas.

- Mas se os pais dele eram caseiros, trabalhavam campos e leiras, ele devia ajudá-los.

- O quê? Afastava-se da lavoura como o demónio da cruz. O pai bem lhe ralhava, ia atrás dele com um vergalho e estendia-lho pelas costas abaixo – cada coça! Quando o apanhava, é claro. O pulha corria que nem uma lebre. Ficava derreado e as marcas no lombo notavam-se durante dias. Vinha logo ter comigo para o tratar. Punha-lhe panos de linho embebidos em vinagre, uma pomadinha caseira… Bem o mereceu, o alma-danada, sem coração, que me calcou aos pés depois de tudo que fiz por ele. Bem parva que eu fui. Trabalho não era com sua excelência! Para sustentar os maus hábitos, que eram incontáveis, contrabandeava qualquer coisa: algum café, umas barras de sabão, pedras de isqueiro…, só o suficiente para arranjar uma nota para os mil vícios. Quando o regato ia cheio, no inverno, e porque a ponte tinha sido destruída pelos soldados do Franco, transportava às costas galegos que vinham a Portugal e não se queriam molhar. Certa vez, um deles, depois de lhe pagar, disse-lhe: «Homem, é a primeira vez que um burro português me leva às costas.» Nada lhe disse, mas passados uns tempos o tal galego apareceu-lhe de novo. No meio do regato atirou com ele à água. Vingou-se. Metia-se também na cerveja, um luxo, vê lá tu. Nunca me deu um tostão, o filho da mãe. Quando nasceu o teu irmão bem precisei; foram os vizinhos que me valeram, que Deus lhes pague e os proteja para toda a eternidade. Nem um tostão! Fome, nunca passastes; pão e um caldo de toucinho e couves tiveram sempre; mas podiam, se o malandro ajudasse, comer melhor, e ter roupinha para vestir. Nus nunca andaram, isso não, mas já calçado nunca tiveram, mas até faz bem andar descalço, ficaram com os pés rijos, pele de elefante. Olha os filhos dos ricos: sempre calçados, desde que nascem, e têm os pés que se assemelha a manteiga, desfazem-se mal tocam em qualquer coisa; vocês não, os vossos são de ferro, até à bola podeis jogar descalços. Canté! Se eu trocava os vossos pés pelos deles. E de burrinhos não tendes nada; meti-vos na escola, dei-vos aos dois a quarta classe. Mais não podia, não sou rica, mas a quartinha dei-vo-la. Que eu fui criada como uma menina de bem, com roupinhas bonitas, com bonito calçado, com comidinha boa. Mas a vida, o bandido que me desonrou, que me fez a tua irmã e não casou comigo, ele dizia-me sempre que casava, que casava: «Matilde, sem ti não consigo viver»; mas o tempo passou e ele não me veio buscar. De casa dos pais dele escorraçaram-me, mas pronto, ele não teve culpa, quem me mandou ficar de barriga?! E para que fui para Lisboa, estava tão bem na casa da minha madrinha, mas ela ia para o Brasil, queria-me levar com ela, mas eu não quis: «para o Brasil, nem morta!» Uma terra tão distante, viajar pelos oceanos, eu que nunca tinha visto o mar, só o rio, era capaz de morrer pelo caminho, pensava eu. Fui para Lisboa servir, sempre estava no nosso país, onde se falava a nossa língua.

- Mas, mamã: no Brasil também se fala português, disse o senhor professor na escola.

- Isso é o que vós dizeis, eu sei lá. Tão longe, com gente estranha, terra dos índios, andam nus e atiram setas venenosas às pessoas brancas, depois comem-nas! Não, do meu país não saio.

- Com que idade foi para Lisboa?

- Tinha dezoito anos. Não é para me gabar, mas era uma rapariga bonita; baixinha, mas bonita. E sabia fazer de tudo: cozinhar, limpar uma casa, passar a ferro – tudo!                     

- Agora aqui em casa não faz nada, abandalhou-se, é uma desmazelada. Nem vassoura tem!

- Nem preciso! Perdi o gosto pela vida, qualquer dia morro, já não falta muito, até há quem diga que já viram o meu enterro! Naquele tempo, sim: era nova, alegre, cantava sempre «verde Minho, verde Minho/quem me dera t’abraçar/ai de mim, longe de ti/tão cansada de chorar.» Os meus patrões de Lisboa gostavam imenso de mim: «ó Matilde, que bem cantas.» Mas aquele alfacinha refinado começou a fazer-me olhinhos. Não resisti: «Matilde, se não quiseres ser minha, mato-me, dou um tiro no coração.» Tão bonito que ele era – sempre bem barbeado, cheirava a limpo. E falar! Falava como um doutor. Gostei mesmo dele. Os pais não gostaram que me tivesse feito aquilo – eu não passava de uma criada de servir, de uma rapariga da província. Queriam melhor para o filho, uma menina rica, de boas famílias. Que eu era de boas famílias, pessoas honestas, trabalhadeiras, mas humildes. Eles queriam uma nora de posição, como eles. Botaram-me fora: «vai para casa dos teus pais criar o bebé, quando estiver crescido voltas.» Está bem, está. O que eles desejavam era ver-me portas a fora, longe do Adalfredo, eu era um estorvo, um empecilho, ai se a prometida dele soubesse! Mas olha, criei a tua irmã, ou melhor, criaram-na os teus avós, que eu, coitada de mim, tive de trabalhar, ir servir novamente. Fui para uma freguesia aqui do concelho, e logo fiquei de barriga cheia outra vez. O que me valeu foi que a criança deixou este mundo com meses. Logo a seguir fiquei grávida de outro. O de Lisboa ainda me escreveu durante algum tempo, a pedir-me que não me casasse, que esperasse, ele gostava muito de mim, mas que queres, é o destino, o meu fadário. O bruxo do Coto da Mó tinha razão. Um dia, fazendo sair de um frasco, com uma diabólica forma, os diabretes, ou bolinhas saltitantes, da cor da cinza e húmidas, as quais, por incrível que pareça, não molhavam a mesa, e ora se transformando em dezenas ou centenas, ora se reunindo numa só, disse-me: «Matilde, o teu futuro não se apresenta risonho, existem inúmeros obstáculos no teu caminho; só a força de vontade, a persistência, os poderão vencer; só vejo sombras em teu redor, tens muita gente que te quer mal.» Eu nunca tive essa força de vontade, deixei-me levar pelo destino, pelo fado cruel.

- Você é uma anarquista, viveu sempre sem regras, sem lei e sem grei, e ainda por cima acredita em bruxos.

- Agora não quero saber de nada, mas nesse tempo tinha ilusões. Este daqui prometeu-me mundos e fundos e eu, toca de ceder! Nasceu-me a criança, um robusto rapaz, e ele pôs-se a andar para as Américas, para a Venezuela, ou lá como se chama. Nem viu o filho que nasceu. E olha que é a cara dele – tal e qual. Os meus pais, zangadíssimos, ficaram com ele. Agora eram dois. Eu não podia deixar de trabalhar – era disso que eu vivia. Mas a minha mãe também teve culpas: escreveu ao de Lisboa a pedir-lhe que me deixasse em paz, ele era de gente fina e nós não passávamos de gente pobre e analfabetos, sem nenhumas letras. Coitada, estava convencida de que ele me queria fazer outro trambolho e abandonar-me depois. Mas eu julgo que ele gostava mesmo de mim. Mas não podia casar comigo, os pais dele não consentiriam, só me desejava para amásia. Depois teve uma doença, a maldita tuberculose, e morreu solteiro. Que a sua alma descanse em paz, lá onde estiver.

- Nunca mais o viu?

- Nunca mais! Tinha a Susana quase dezoito anos quando ele morreu. Foi uma irmã dele, a mais nova, a menina Mafalda, que nos deu a notícia, ainda se deve encontrar por aí a carta.

- E a Susana, encontrou-se alguma vez com o pai?

- Não, mas foi porque ela não quis. Nunca a proibi de ir para Lisboa, para junto dele. Só que ela estava muito pegada aos avós, até lhes chamava pais, foram eles que a criaram. Só quando eles morreram é que ela foi para Lisboa. Nessa altura já o pai dela tinha morrido. Olha que se parece com eles, não é do nosso lado. Devia ter ido, estudavam-na e depois casava com um homem de posição, assim é pobre como Job, e só ficou com a 3.ª classe da instrução primária. Mas é o destino, é o que tem de ser.

- Coitada, também não teve muita sorte, aconteceu-lhe o mesmo que lhe aconteceu a si, só que desta vez saiu na rifa um marçano.    

- Sim, mas segundo ela afirma não casou com ele porque não quis, ele foi para o estrangeiro e mandou-a ir, só que ela já o tinha esquecido, já tinha outro namorado.

- As duas tiveram caminhos paralelos, só que ela casou e você não.

- Não casei porque não quis, homens nunca me faltaram para casar. Mas eu sou livre, não quero cangas nem peias. Canté! E criei-vos sozinha. E dei-vos a escola, que naquele tempo nem todos a tinham, mas a vós dei-vo-la. E um ofício. O teu irmão Olavo preferiu ir para Lisboa, para junto do outro irmão, o Ambrósio, para a terra grande, isto aqui não lhe servia, bem o quis meter na lavoura, mas fugiu-lhe a sete pés, olha que é uma vida saudável e tem-se sempre o pãozinho para a boca; ofício também não quis, meti-o de funileiro, mas achou que era sujo; é delicado, o rapaz. Que trabalhe em Lisboa, que lá vai ver o que é bom; os marçanos andam todo o dia com cabazes às costas, a subir escadas, carregados que nem bestas. É para saber o que custa, o pão não aparece na mesa, é preciso ganhá-lo, tem bom corpo. Tu, coitadinho, és um enfezado, saíste-me fraquinho, cinco réis de gente, mas arguto que nem um rato; se estivesses na cidade até podias estudar. Aqui, olha, tens o teu ofício, não é limpo, não, mas sempre ganhas alguma coisa para comer, que agora o tempo não está para luxos, nunca os tivemos, só quando estive com a minha madrinha, aí sim vestia bem e andava com a barriguinha cheia, mas aquilo também não podia durar a vida inteira, qualquer dia teria de acabar, era bom de mais para mim. «Quem pobre nasce, pobre morre», lá diz o ditado.

- Isso é verdade, salvo raras exceções. Mas uma coisa que eu nunca compreendi foi o facto de você ficar analfabeta; há mulheres da sua idade que sabem ler e escrever.

- Ai, ai, tu pensas que naquela altura era fácil as raparigas andarem na escola? Os pais humildes mandavam-nas trabalhar logo que elas tivessem sete ou oito anos. Servir. Mocinha de recados. Canté! Que julgas, que ficavam em casa, a comer, a gastar o pouco que havia? Tinham de ganhar para elas. Olha, eu ainda fui um ano, mas a minha mãe, coitada, era uma moira de trabalho, não podia ter-me em casa, sem fazer nada, sem ganhar para mim, além disso a senhora professora em lugar de nos ensinar mandava-nos à lenha. A tua avó foi falar com a minha madrinha, que era filha família, gente de posses, de um clínico, fidalgos, e pediu-lhe para me levar para sua casa. Claro que não era criada deles, mas era como se fosse. Aprendi a limpar o pó, a varrer a casa, a fazer as camas, a cozinhar, a passar a ferro, a cuidar do jardim, como uma criada. Mas davam-me roupinha, aquela que já não vestiam, a minha madrinha tinha umas mãos de fada, fazia-me vestidos lindíssimos, andava vestida como uma princesinha.

- Com trapos velhos!

- Farpela usada, mas em bom estado. Que pensas, que a minha madrinha deixava chegar a roupa a mau estado? Nem penses; logo que deixava de gostar de uma saia, de um vestido, de um casaco, arranjava-os para mim, que eu, claro, não tinha o corpo ela, era mais baixinha e magra.

- E enquanto permaneceu lá não teve nenhum pretendente?

- Aquilo era uma casa de muito respeito. A mãe da minha madrinha ia todos os dias à missa, comungava sempre, muito crente, muito temerosa a Deus. O pai dela era médico na Vila. Todos os dias, manhã cedo, lá ia na sua charrete até ao hospital da Misericórdia. Aquilo é que era um doutor! E olha que não cobrava um tostão aos necessitados, está bem que depois eles ofereciam-lhe coisas: umas lampreias, uns sáveis, trutas, salmão, umas febras de porco quando matavam, um presuntinho, perus, salpicões, tudo, até madeira de castanho, mas olha que ele não pedia nada a ninguém, nem queria aceitar, eles é que lhe rogavam para ele receber as coisas. Que homem! E curava muita gente, olha que até se dizia que fazia milagres – um santo! Quando foi da epidemia, quanta gente ele não curou; até veio a Cruz vermelha de Viana do Castelo para ajudar a combater essa maldita febre. Eu tinha seis anos de idade e escapei, graças a Deus.

- Por falta de condições as pessoas morriam novas, na flor da idade.  

- Nem todas, felizmente. A tia Ana, que tu ainda conheceste, morreu quase com cem anos. E bebia-lhe todos os dias meio quartilho de aguardente. Até a garrafa escorrichava!

- Era uma exceção; os meus tios morreram quase todos jovens.

- Foi a tísica. Não tinha cura; nem mesmo o xarope de agrião, o vinho de carne, e os caldos de cobra os curava! Coitados, eram muitos fraquinhos e não resistiram. Morreu muita gente com a peste. Alguns foram acabar os seus dias ao cemitério, não havia lugar para eles no hospital, e como iam morrer, tanto fazia! Coitados! Ficou muita casa sem ninguém, sem uma única alma. A minha prima, a Amélia, coitada, essa foi por mor do vinagre. Queria ficar magra, elegante, ia casar, e começou a beber-lhe: emagreceu tanto, tanto, que adoeceu. O médico disse que ela estava tuberculosa. Não durou seis meses. E tão linda que ela era. A mais bonita de nós todas. Que eu não era feia, mas à sua beira… O rapaz ia-se apagando com o desgosto, deixou de comer, queria-se arruinar. Valeu-lhe um tio brasileiro, pegou nele e meteu-o no barco para o Brasil, nunca mais se viu por aqui, certamente casou por lá. Mal de quem morre; aqueles que ficam depressa esquecem, eu é que nunca a esqueci, a minha prima, gostava muito dela, era como se fosse minha irmã. As daqui ficaram satisfeitas, invejosas, queriam-lhe o noivo, não prestam para nada, feiosas, ela sim, que eu não é para me gabar, nas feições até me assemelho com ela, mas claro, era mais engraçada, tinha outro corpo que eu não tenho, mas olha que os homens também andavam atrás de mim, até o Licas, vê lá, até ele andava de beicinho por mim, depois juntou-se com essa remelosa, deu-lhe um rancho de filhos, todos porcos, todos borrados, a badalhoca não os lava, é uma lástima, ai se fossem meus filhos.

- Eu sou seu filho e não me lembro de andar asseado. Até metia nojo!              

- Canalha; malandro! Tens muita queixa, olha que o tirava da boca para to dar, quantas vezes nem comia coisa de jeito, só falam, mas de barriga cheia, pão nunca te faltou, e chocolate, duas e três barras que trazia do lado de lá, esqueces-te que nasceste depois da guerra de Espanha, e que depois começou a outra guerra, a grande, tudo racionado, e o patife do teu pai deixou-me com dois filhos nos braços, o rufia, que os céus caiam sobre ele, tanto lhe dei, e ele a mim nada, encheu-me o ventre duas vezes, e se não fosse embora ficava com um rebanho, filho de lucifer, que os dias lhe sejam curtos, que sofra o que eu sofri por causa dele. Como é que eu tinha tempo de vos limpar se passava o dia a vender peixe, de porta em porta, para conseguir alguns patacos para vos sustentar? Por que é que ele não vos levou? Assim já teriam roupa e comida, mas ele não gostava do trabalho, foi melhor assim, não vos deixei morrer, canté! Pobre, mas os meus filhos nunca passaram fome, até tinham mais do que outros, os da Touça, por exemplo, esses, coitados, pareciam raquíticos, não tinham uma côdea para rilhar. Também, coitadita, ficou viúva e com filharada às costas, muito ela fez, trabalhava que nem um homem, no matadouro, a matar animais, depois trazia aquelas porcarias de lá, cheiravam mal que tresandavam, mas aquilo era para eles um petisco, não tinham mais nada, vós à beira deles fostes príncipes, nunca vos faltou nada.

- O meu irmão Olavo não diz nada disso, se não fossem os vizinhos tínhamos morrido à fome, o que nos valeu foi broa com toucinho e um caldo com couves e farinha, daquele de pôr a colher de pé. Até cebolas e tomate cru comíamos!

- Ingrato! O que ele é, é um ingrato, um mentiroso, um aldrabão; nunca vos faltei com nada, andava a vender peixe, chegava à noite a casa, mas nunca iam para a cama sem comer. E tu? Tu mamaste nas minhas tetas até aos quatro anos, quando eu chegava querias sempre a mama, tive de lhe botar pimenta, se não nunca a largavas. E olha que paguei sempre às vizinhas, não ficavam a perder comigo, dava-lhes bons quilos de carne que eu comprava ao marchante, que pensas tu, que te davam as coisas de graça? Coitados, devo-lhes muitos favores, mas paguei-lhes sempre.

- Mas o Olavo disse-me que você chegava tarde a casa, já eu estava a dormir, e vinha normalmente com os copos, com uma grande perua, metade das coisas ficavam pelo caminho; depois, quando eu cresci, isso aconteceu imensas vezes, raro era o dia em que você não carregasse uma borracheira das fortes!

- Isso foi por causa do teu pai, pelintra, esse desnaturado deixou-me, trocou-me por outra, e eu com o desgosto comecei a beber, olha que dantes não bebia vinho; bebia muita água da fonte, mas depois comecei a beber, mas olha que nunca desgracei a vida de ninguém, só a minha.

- E a nossa.

- Tendes muita queixa, não tendes pai, mas olha que também esses por aí não o têm, e não se queixam, até parece que têm o rei na barriga, e não têm a vossa educação, sois filhos duma borracha, mas não sois filhos duma ladra, que isso nunca fui, nunca roubei nada, Deus me livre, as minhas mãos nunca se pegaram a nada, trabalhei sempre, o nosso nome está limpinho, não é como essa da Ribeira, essa já foi apanhada a roubar na feira, a GNR prendeu-a e mandou-a para a cadeia, coitada, não tem juízo, envergonha-se a ela e aos seus parentes.

- Antes de ir para Lisboa acredito que não bebesse, mas quando veio despejar a Susana começou a enxofrar-lhe, para esquecer as mágoas e o namorado de Lisboa.

- Isso foi durante pouco tempo, depois comecei a ter juízo, deixei-me disso, só que mais tarde um malandro fez-me um filho, que viria a morrer com poucos meses, e eu voltei a cair no vício, mas recuperei. Só que os homens querem a desgraça das mulheres, depressa fiquei outra vez prenha, do pai do Ambrósio, convenceu-me, dizia-me que queria casar comigo, mentiroso, o que ele queria sei eu.

- Logo a seguir, outro!

- Malditos homens! Cambada! Não me largavam a saia, sabiam que estava indefesa, ninguém me respeitava. Esse era um patifório, pior ainda do que o teu pai, ameaçava-me de morte, batia-me como se eu fora uma cadela! Fez-me uma filha, que graças a deus morreu, e depois casou com outra, mesmo depois de casado ainda quis andar comigo, fugi-lhe sempre, mas só quando comecei a namorar com o teu pai é que ele me deixou de vez – teve medo!

- E os seus pais, não a aconselhavam?

- Cheios de penas andavam eles, a tua avó, antes de casar com o teu avô, mais novo sete anos do que ela, já tinha tido três filhos, coitada, padeceu muito, dois morreram-lhe com meses, com aquela maldita doença das crianças, o garrotilho, ou o sarampo, já não sei, poucas escapavam; o terceiro, o meu irmão Roberto, ainda viveu dezoito anos, pobrezinho, foi um ferro em brasa que espetou nas partes, era ferreiro, foi um grande desgosto para nós todos, olha que o teu avô gostava dele como se fosse seu filho, respeitou-o sempre, tratava-o como nos tratava a nós, meteu-o no padrinho e tio a aprender a arte, nunca se pensou que o levasse à sepultura. Também era músico da banda da terra. Teve um grande funeral, os colegas dele não puderam conter as lágrimas! Do teu avô nasceram… nem eu sei quantos, mas a maioria morreu criança, que naquele tempo havia muitas doenças, epidemias, as febres, que levava muita alma para o purgatório e para o céu. Deus sabe o que faz; se Ele os chama para a sua beira, é porque acha que é bom para eles.             

  

domingo, 27 de setembro de 2026

                                              LEMBRANÇAS AMARGAS

Por Joaquim A. Rocha

 

Romance


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Prólogo

 

 

     Olá! Eu sou o Cândido da Matilde. Já tenho alguma idade, cabelos brancos, algumas rugas. Todos os idosos, salvo raras exceções, têm uma história para contar. Eu também vou contar uma: – a minha. Como quase todas as histórias de gente humilde, é triste, muito triste, por vezes atingindo o limiar do trágico; descreve a minha vida, enquanto jovem, antes de ingressar no serviço militar – e tudo isso aconteceu entre os anos quarenta e sessenta do século XX. Tive a desdita de nascer onde nasci, num lugar recôndito do Alto Minho, lugar fronteiriço com a vizinha Galiza, na cova do lobo, onde o contrabando era dono e senhor, e onde a lei era diariamente driblada; tive também a desdita de não ter pai legítimo, isto é, ser filho de pai incógnito, e ter, por minha desgraça, uma mãe alcoólica, uma seguidora fiel de Baco, grande consumidora do vinho de Noé, o primeiro a fabricá-lo e a bebê-lo em excesso, por conseguinte o primeiro bêbado da história da humanidade, segundo o antigo testamento.

     Padeci muitíssimo: tive em nossa casa um bruxo, amante da minha mãe, autoritário, um homem que falava o dialeto dos ciganos, pois segundo parece com eles tinha percorrido a Península Ibérica. A minha progenitora aderiu ao espiritismo e frequentava todas as casas onde houvesse velórios para ali falar de mortos e de almas de outro mundo. Apoderou-se de mim o terror, dominou-me por completo, os traumas foram crescendo comigo, mas às tantas resignei-me à minha pouca sorte, aceitei os desígnios dos céus e dos deuses. A minha infelicidade foi tão grande, os astros tão desfavoráveis me foram, que a própria namorada me abandonou para casar com um emigrante muito mais velho do que ela.

     Situo a narrativa no espaço de vinte anos, sem obedecer a regras muito precisas, ou a preciosismos desnecessários; deambulo pelo tempo de duas décadas ao sabor da memória, minha testemunha e confidente, e minha arca de recordações. A partir desse marco cronológico revivo as minhas lembranças amargas, extasio-me com a vida, apesar de ela me ser adversa, ziguezagueio por aqui e por ali. Por estranho que isso vos pareça, eu não me sentia magoado com ninguém; achava que cada um de nós surgia no mundo já com o seu destino traçado, tudo estaria escrito no “Grande Livro das Datas”, não poderia fugir-lhe, e que pensava que a revolta levaria ao caos. Era nessa altura um filósofo do ruralismo, um pobre diabo que ninguém levava a sério. Na década de sessenta do século XX ingressei na vida militar. A partir dessa data nada mais vos contarei; talvez noutra ocasião.

     Não quero abusar da vossa paciência e amabilidade, do vosso precioso tempo, por isso vou imediatamente pôr-vos em contacto com as odiosas e simpáticas personagens, levar-vos ao encontro de situações que vos parecerão familiares, como se as tivessem vivido, ou pelo menos presenciado a curta distância, mas que da vossa realidade pouco mais têm do que a roupagem, pois embora a maior parte dos factos narrados possam ter acontecido, para mim aconteceram sem dúvida, muito daquilo que vão ler a seguir é produto da minha imaginação e da prodigiosa fantasia, à mistura com a minha, e apenas minha, realidade, como se eu recuasse no tempo, dentro da tal máquina ainda não usada, mas já inventada, e engendrasse toda uma trama rocambolesca e absurda para depois pegar na pena e a descrever para os meus leitores. Ninguém se iluda: a realidade, tal como ela foi, jamais se submeterá à ficção, não é passível de descrição, seja de que tipo for, porque escapam sempre os pormenores.               

     E a prova do que afirmo é visível na chamada história ciência: cada historiador escreve e reescreve a sua versão da época em estudo. Se a realidade fosse descritível, só poderia haver uma única versão – não é verdade? Mas aqui, nesta novela, ou pequeno romance, trata-se de ficção virtual, quase todas as personagens foram criadas, a fim de servirem a minha história, e se confrontarem com as autênticas e genuínas. Todas as situações, todo o enredo, as intrigas, as infidelidades e as traições foram tecnicamente – mal ou bem - elaboradas. O ambiente natural e psicológico é apenas o cenário onde decorre todo o espetáculo da vida, a feira de todas as vaidades mundanas. Costuma-se avisar: «qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência.» Aqui não: o verdadeiro e o possível passeiam juntos, não de braço dado, mas quase sempre de costas voltadas, como se a vida e a não vida pudessem coexistir no mesmo mundo de ideias e ideais, e não de ossos e sangue.

     Percorram então comigo os carreiros

 sinuosos e agrestes da minha narrativa: 


// continua...     

sábado, 26 de setembro de 2026

 

GENTES DO CONCELH0 de MELGAÇO

 

Com fotos: + de 50 anos após morte.

 


 

Ficha técnica

 

 

 

Título: Gentes do Concelho de Melgaço - Cousso

 

Autor – Joaquim A. Rocha

 

Capa –

 

Fotografias – vários autores

 

Execução gráfica –

 

Tiragem –

 

Depósito legal –

 

ISBN –

 

Data de edição –

 

Correio eletrónico: joaquim.a.rocha@sapo.pt

Blogue: Melgaço, Minha Terra; 

 

 

Obras do autor

  

Obras a publicar

 

Poemas do Vento

Sonetos do Sol e da Lua

Quadras ao deus dará

Escritos Sobre Melgaço

Entre Mortos e Feridos (romance)

Lembranças Amargas (romance)

Gentes de Melgaço (biografias)

Dicionário Enciclopédico de Melgaço

A Minha Vida em Imagens

A minha religião e outros escritos

Auto da Palina

Conto (O Fim de um Sonho)

Os Ossos de Camões (tese de licenciatura)

Frágeis Elos (2.ª edição)

Melgaço: Padres, Monges e Frades

Escritores e Investigadores Melgacenses (e Afins)

Sob O Signo do Azar

Ferreira da Silva (…)

 

Obras publicadas

 

Livros

 

Frágeis Elos (uma história familiar)

Dicionário Enciclopédico de Melgaço (I e II volumes)

Lina – Filha de Pã (romance)

Os Meus Sonetos e os do frade

Os Novos Lusíadas (2018)

Melgacenses na I Grande Guerra (2018)

  (em parceria com Valter Alves)

 

Separatas

 

A Origem de Algumas Famílias Melgacenses

A Febre Tifoide e os seus Protagonistas

Tomás das Quingostas (200 anos do seu nascimento)

A Provável Origem de Melgaço e Paderne

 

Prefácios nos seguintes livros de José A. Cerdeira

e do Dr. Augusto César Esteves:

 

Tomaz das Quingostas

O Buraco da Serpe

A Adversidade por Madrasta

O Sonhador dos Montes da Aguieira

Nas Páginas do Notícias de Melgaço (ACE)

 

Colaborações

 

No Boletim dos Serviços Sociais da CGD

No Boletim Cultural da Câmara Municipal de Melgaço

No jornal A Voz de Melgaço

No jornal Fronteira Notícias

Artigo sobre o santuário da Peneda no livro Lugares Sagrados

 de Portugal I, editado pelo Círculo de Leitores em 2016.

 

 

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Apresentação

 

 

      Esta freguesia passou a pertencer a Melgaço a partir de outubro de 1855; mas somente em 1860 é que os padres católicos começaram a escrever que Cousso pertencia ao concelho de Melgaço!

 

     O popular Vitorino, mendigo, nasceu em Cousso, na década de vinte, salvo erro.

 

LUGARES: Aldeia, Barreira, Cela, Cerdeiras, Cousso, Fojo, Igreja, Pereira, Pousadas, Surribas, Tojeira e Virtelo.

 

     A capela de Virtelo foi beneficiada com várias obras (A Voz de Melgaço n.º 1299, de 1/8/2008).

  

     O primeiro cadáver a ser sepultado no adro da igreja foi Manuel Joaquim Gonçalves (1861-1883). Este tipo de enterramento durou até finais de 1885; no dia 30 de dezembro desse ano foi sepultado novamente na igreja o corpo de João Manuel Alves (1807-1885). // Voltou-se ao enterramento no adro em agosto de 1892 (ver Florinda Alves); a seguir os mortos voltaram a ser enterrados na igreja; em agosto de 1893 foi sepultado no adro da igreja Manuel Rodrigues Lobato.

  

     Ler artigo de António Augusto Gonçalves Ribeiro publicado no Notícias de Melgaço n.º 847, de 25/1/1948.  

                                       

AFONSO

 

AFONSO, Abílio. Filho de Francisco Afonso e de Florinda Alves. Neto paterno de Manuel Afonso e de Maria Joana Vaz; neto materno de Manuel Luís Alves e de Maria Alves. Nasceu a 23/10/1899 e foi batizado na igreja de Cousso a 26 desse mês e ano. Padrinhos: Joaquim Afonso “Morgado” e sua mulher, Emília Domingues, lavradores. // Casou com Maria dos Prazeres Afonso, a 28 de Novembro de 1924, na Conservatória do Registo Civil de Melgaço. // Faleceu em Vila Verde a 13 de Julho de 1970. // A sua viúva finou-se nesse concelho a 2/1/1992.    

 

AFONSO, Abílio. Filho de Justina Afonso, lavradeira, coussense, moradora no lugar do Fojo. Neto materno de João Afonso e de Maria Gregório. Nasceu na freguesia de Cousso a 17/4/1905 e foi batizado na igreja a 20 desse dito mês e ano. Padrinhos: Manuel Joaquim Gregório, casado, alfaiate, e Maria Gonçalves, viúva, lavradeira. // Casou na CRCM a 22/5/1929 com Rosa Veloso (ver Notícias de Melgaço n.º 14, de 26/5/1929). // A sua esposa faleceu em Riba de Mouro a 21/2/1984.

 

AFONSO, Adelino. Filho de Francisco Afonso e de Florinda Alves, coussenses. Neto paterno de Manuel Afonso e de Maria Joaquina Vaz; neto materno de Manuel Luís Alves e de Maria Alves. Nasceu em Cousso a 11/3/1902 e foi batizado a 16 desse mês e ano. Padrinhos: Torcato da Costa, casado, e Maria Duque, solteira, lavradores.

 

AFONSO, Adjuto. Filho de Maria Afonso, solteira, com a sua residência no lugar de Aldeia, freguesia de Cousso. Neto materno de Francisco Afonso e de Luísa Gonçalves. Nasceu a 25/2/1883 e foi batizado na igreja no dia seguinte. Padrinhos: Manuel Gonçalves, solteiro, de Surribas, e Joaquina Afonso, solteira, do Fojo. // Casou na CRCM, a 18/7/1928, com Mirandolina Gonçalves, de 35 anos de idade, natural de Cousso, filha de Rosa Gonçalves. // Morreu na sua freguesia a 18/9/1945.  

 

AFONSO, Agostinho. Filho de António Afonso e de Maria Teresa Domingues. Neto paterno de Manuel José Afonso e de Josefa Alves, da Tojeira; neto materno de Francisco Domingues e de Ana Enes. Nasceu em Cousso a 2/12/1857 e foi batizado no dia a seguir. Padrinhos: Agostinho Dias e sua mulher, Rosa Afonso.

 

AFONSO, Agostinho. Filho de José Afonso e de Joaquina Alves Barbeitos, lavradores, ela natural de Penso e ele natural de Cousso, com a sua residência nesta última freguesia. Neto paterno de Manuel Joaquim Afonso e de Josefa Alves; neto materno de Rosa Teresa Barbeitos (*) Nasceu a 8/5/1899 e foi batizado a 10 desse mês e ano. Padrinhos: Agostinho Afonso e Maria Alves, solteiros, lavradores. // Casou com Nazaré Miquelina Rodrigues, de Aveiras de Cima, Azambuja, a 28/11/1938. // Morreu a 22 de fevereiro de 1952. /// (*) Escreveu o padre: «declaro que esta a perfilhou, como consta de uma escritura feita em Valadares a 22/12/1898». Eu interpreto assim: Rosa Teresa Barbeitos deu à luz uma filha, Joaquina, e colocou-a na roda; mais tarde foi buscá-la e perfilhou-a, isto é, assumiu-se como mãe da criança. E o apelido Alves? Será do progenitor?     

 

AFONSO, Alfredo. Filho de Francisco Afonso e de Florinda Alves. Neto paterno de Manuel Afonso e de Maria Joaquina Vaz; neto materno de Manuel Luís Alves e de Maria Alves. Nasceu a 24 de Abril de 1893 e foi batizado na igreja de Cousso a 26 desse mês e ano. Padrinhos: António Alves e Maria Alves, solteiros, lavradores. // Casou na CRCM a 22/7/1916 com Adelaide Júlia, viúva, de 37 anos de idade, sua conterrânea, filha de José Gregório e de Rosa Alves. // Ambos os cônjuges faleceram na freguesia de Cousso: a esposa a 17/12/1965 e ele a 6/6/1972.   

 

AFONSO, Álvaro. Filho de Rosa Afonso. Nasceu em Cousso a --/--/1934 (Notícias de Melgaço n.º 230, de 22/4/1934).

 

AFONSO, Amadeu. Filho de ----------- Afonso e de -------------------------------------------. Nasceu em Cousso a --/--/1908. // Casou com ----------------------------------------. // Morreu em Monção, onde residia, no estado de viúvo, a 11/2/1999, com 91 anos de idade. // Pai de Manuel e de Abel; sogro de Fernanda Vaz e de Rosa Afonso. Avô do Dr. Paulo Afonso e de Fernanda Afonso. // Foi sepultado no cemitério da Vila de Monção.  

 

AFONSO, Amélia. // Faleceu no lugar da Tojeira a --/--/1932, com apenas dois meses de idade (Notícias de Melgaço n.º 142, de 6/3/1932).

 

AFONSO, Américo. Filho de --------------- Afonso e de --------------------------------------------. Nasceu a --/--/19--. // Faleceu em Cousso a --/--/1997 (VM 1074).

 

AFONSO, Ana. Filha de ---------------- Afonso e de ------------------------------------------------. Nasceu por volta de 1839. // Faleceu em Cousso a --/--/1912, com 73 anos de idade (Correio de Melgaço n.º 26, de 1/12/1912).

 

AFONSO, Ana. Filha de António Afonso e de Maria Josefa Alves. Neta paterna de Manuel Joaquim Afonso e de Maria José Alves; neta materna de Manuel José Alves e de Maria Joana Afonso, todos lavradores, da Tojeira. Nasceu em Cousso a 27/9/1873 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: o seu avô materno, viúvo, e Ana Afonso, solteira, lavradora, tia da criança.

 

AFONSO, Ana. Filha de António Afonso e de Maria Teresa Domingues, moradores no lugar de Covelo. Neta paterna de Manuel José Afonso e de Josefa Alves, da Tojeira; neta materna de Francisco Domingues e de Ana Enes, de Covelo. Nasceu em Cousso a 3/2/1856 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: o avô paterno e a avó materna.

 

AFONSO, Ana. // Nasceu por volta de 1919. // Faleceu em Cousso a --/--/1929, com apenas dez anos de idade (Notícias de Melgaço n.º 41, de 8/12/1929). 

 

AFONSO, António. Filho de Manuel José Afonso e de Josefa Alves, ambos naturais do lugar da Tojeira. Nasceu em Cousso por volta de 1810. // Lavrador. // Faleceu a 11/6/1878, no lugar de Cousso, onde residia, com todos os sacramentos da igreja católica, com sessenta e oito anos de idade, no estado de casado com Maria Teresa Domingues, sem testamento, com filhos, e foi sepultado na igreja.    

 

AFONSO, António. Filho de Manuel Joaquim Afonso e de Josefa Alves. Nasceu na Tojeira a 14/4/1845. // Casou na igreja de Cousso a 12/1868, com Maria, nascida na Tojeira a 20/4/1849, filha de Manuel José Alves e de Maria Joana Afonso, todos lavradores. Ambos obtiveram consentimento de seus pais. Ele foi dispensado (talvez tivesse sido seminarista) do voto simples de castidade «perpetuum». Testemunhas: Manuel António Rodrigues, viúvo, e seu filho, Manuel Joaquim Rodrigues, casado, do mesmo lugar. // (Os noivos eram parentes no 2.º, 3.º e 4.º graus).   

 

AFONSO, António. Filho de José Afonso e de Maria Afonso, lavradores. Neto paterno de Manuel José Afonso e de Maria José Rodrigues; neto materno de Joaquina Afonso, solteira, todos de Cerdeiras. Nasceu em Cousso a 16/2/1878 e foi batizado a 19 desse mês e ano. Padrinhos: padre Manuel Rodrigues, pároco de Tangil, e Carolina Vaz, solteira, da Breia, Prado. // Lavrador. // Casou na igreja de Cousso a 15/5/1910 com Maria Joaquina Rolo, de 35 anos de idade, solteira, camponesa, sua conterrânea, filha de Manuel Gonçalves Rolo e de Maria Custódia Gonçalves, do lugar de Aldeia. // Faleceu na sua terra, no lugar de Virtelo, a 29/3/1930 (NM 55, de 30/3/1930).     

 

AFONSO, António. Filho de ------------ Afonso e de ---------------------------------. Nasceu a --/--/19--. // Em 1938 fez exame do ensino primário na escola de Cousso e ficou aprovado. Era seu professor Eliseu Júlio P. Lemos (NM 411).

 

AFONSO, António. Filho de Adjuto Afonso e de Mirandolina Gonçalves. Nasceu em Cousso a 19/02/1932 (NM 142, de 6/3/1932). // Morreu na freguesia de Cousso a 18/09/2021, com 89 anos de idade (A Voz de Melgaço de 1/10/2021 e CFAM).

 

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AFONSO, António. Filho de ------------- Afonso e de -------------------------------------. // A 16/12/2001 era candidato a presidente da Junta de Freguesia de Cousso pelo Partido Socialista. // Já fora presidente (VM 1137, de 1/5/2000).

 

AFONSO, António Augusto. Filho de Maria Afonso, solteira, lavradora, do lugar de Aldeia. Neto materno de Francisco Afonso (Morgado) e de Luísa Gonçalves. Nasceu em Cousso a 14/2/1880 e foi batizado 17 desse mês e ano. Padrinhos: António Gonçalves e Maria Domingues, solteiros, lavradores, residentes no sobredito lugar.  

 

AFONSO, António José. Filho de Francisco Afonso (Morgado) e de Luísa Gonçalves, moradores no lugar de Aldeia. N.p. de Manuel Afonso e de Luísa Rodrigues; n.m. de José Gonçalves Rolo e de Maria Rosa Esteves. Nasceu em Cousso a 28/8/1858 e foi batizado a 30 desse mês e ano. Padrinhos: José Afonso, primo do batizando, e Maria Joana Rodrigues, casada com Manuel Gonçalves (Rolo), todos do lugar de Aldeia. // Faleceu a 30/9/1859 e foi sepultado na igreja local a 1 de outubro desse dito ano.

 

AFONSO, António Manuel. // Nasceu por volta de 1963. // Morreu na freguesia de Cousso a --/10/2020, com 57 anos de idade (A Voz de Melgaço de 1/11/2020).

 

AFONSO, Artur. Filho de António Afonso e de Maria Alves, lavradores, residentes no lugar da Tojeira. N.p. de Manuel Joaquim Afonso e de Josefa Alves; n.m. de Manuel José Alves e de Maria Joana Afonso. Nasceu em Cousso a 28/8/1879 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: Luís Manuel Afonso Tojeira, minorista, e Rosa Afonso, solteira, tios da criança.  

 

AFONSO, Augusto. Filho de --------------- Afonso e de --------------------------------------------. Nasceu por volta de 1863. // Faleceu em Cousso a --/--/1913, com 50 anos de idade (Correio de Melgaço n.º 34, de 26/1/1913).

 

AFONSO, Aurora de Jesus Duque. // Nasceu por volta de 1951. // Faleceu na freguesia de Cousso a --/--/2020, com 69 anos de idade (A Voz de Melgaço de 1/1/2021). 

 

AFONSO, Bento. Filho de Manuel Afonso e de Joaquina Vaz, lavradores, residentes no lugar de Surribas. N.p. de Francisco Afonso e de Francisca Afonso; n.m. de Maria José Vaz, solteira. Nasceu em Cousso a 13/7/1879 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: Bento Gonçalves Roldão, morador em Aldeia de Cousso, e Rosa Vaz, moradora em Paradela, freguesia de Penso, solteiros, lavradores.  

 

AFONSO, Carolina Rosa. Filha de José Afonso e de Maria Afonso, camponeses, moradores no lugar de Cerdeiras. Neta paterna de Manuel José Afonso e de Maria José Rodrigues; neta materna de Joaquina Afonso, solteira, todos lavradores. Nasceu em Cousso a --/--/1875 e foi batizada na igreja a ------------. Padrinhos: padre Manuel Rodrigues, reitor de Tangil, e Carolina Vaz, solteira, natural do lugar da Breia, freguesia de Prado. // Faleceu a 3/2/1877, no dito lugar de Cerdeiras, com apenas dois anos de idade, e foi sepultada na igreja paroquial.

 

AFONSO, Constantino. Filho de Manuel Afonso, natural de Cousso, e de Maria Joaquina Vaz, natural de Penso, moradores no lugar de Virtelo. N.p. de Francisco Afonso e de Joaquina Gonçalves; n.m. de Maria José Vaz, solteira, de Paradela, Penso. Nasceu na freguesia de Cousso a 6/3/1873 e foi batizado a oito do dito mês e ano. Padrinhos: Manuel Joaquim Gonçalves, solteiro, de Pousadas, e Custódia Gonçalves Roldão, solteira, de Aldeia, lavradores. // Faleceu na sua terra natal a 9/10/1945 (confirmar).   

 

AFONSO, Domingos. Filho de Manuel José Afonso e de Josefa Maria Alves. // Casou na igreja de Cousso, a 7/5/1856, com Maria Rodrigues, sua prima em terceiro grau, filha de Manuel António Rodrigues e de Quitéria Rodrigues, todos do lugar da Tojeira. Testemunhas presentes: Manuel Joaquim Afonso, casado, e Manuel Joaquim Rodrigues, solteiro, do mesmo lugar. 

 

AFONSO, Domingos. // Foi casado com Maria Rodrigues, do lugar da Tojeira. // Faleceu a 11/5/1859, sem testamento, e foi sepultado na igreja de Cousso a treze desse mês e ano. // Será o de cima?

 

AFONSO, Domingos. Filho de Manuel Joaquim Afonso e de Josefa Alves. Nasceu em Cousso a 7/9/1847. // Morreu a 16/4/1869, no lugar da Tojeira, com todos os sacramentos da igreja católica, solteiro, sem testamento, e foi sepultado na igreja. 

 

AFONSO, Eduardo. Filho de Maria Afonso, solteira. Neto materno de Francisco Afonso e de Luísa Gonçalves, moradores no lugar de Aldeia de Virtelo. Nasceu em Cousso a 10/3/1871 e foi batizado na igreja a 12 desse mês e ano. Padrinhos: José Afonso, casado, do lugar de Cerdeiras, e Maria Gonçalves Rolo, solteira, do lugar de Aldeia, filha de Manuel Gonçalves Rolo, lavradores.

 

AFONSO, Emília. Filha de Maria Afonso, solteira, com a sua casa de morada no lugar de Aldeia, freguesia de Cousso. Neta materna de Francisco Afonso e de Luísa Gonçalves. Nasceu a 20/3/1889 e foi batizada a 21 desse mês e ano. Padrinhos: Joaquim Afonso, tio da criança, e sua mulher, Emília Domingues. // Faleceu a 11/8/1889, no lugar de Aldeia, e foi sepultada na igreja.

 

AFONSO, Esmeralda. Filha de Rosa Afonso. Nasceu em Cousso a --/--/1916 (Correio de Melgaço n.º 216, de 17/9/1916).

 

AFONSO, Faustino. Filho de Manuel José Afonso e de Ana Joaquina Domingues, lavradores, ele natural de Parada do Monte e ela natural de Lamas do Mouro, residentes no lugar da Ponte da Cela, Cousso. Neto paterno de António Luís Afonso e de Rosa Gonçalves; neto materno de António Domingues e de Ana Afonso. Nasceu a 29/12/1883 e foi batizado a 1/1/1884. Padrinhos: Inácio Rodrigues e Felicidade Rodrigues, solteiros, lavradores, ambos do lugar da Cela. 

 

AFONSO, Fernando. Filho de Adjuto Afonso e de Mirandolina Gonçalves. Nasceu em Cousso a --/--/1930 (NM 75, de 31/8/1930). // Morou no lugar de Cousso. // A 16/12/2001 fazia parte da lista do PSD à Assembleia de Freguesia de Cousso. 

 

AFONSO, Francisco (Morgado). Filho de Manuel Afonso e de Luísa Rodrigues, lavradores. Nasceu por volta de 1804. // Casou a 6/8/1862, na igreja de Cousso, com Maria Joana, de 49 (confirmar) anos de idade, solteira, filha de Francisco Manuel Gonçalves, do lugar de Virtelo, e de Maria Joaquina Gonçalves, do lugar de Cousso, todos rurais. O noivo tinha 58 anos de idade e era viúvo de Luísa Gonçalves. Testemunhas: Manuel Afonso, clérigo diácono, e José Gregório, casado, alfaiate. // Morreu em Aldeia de Virtelo a 9/9/1867, com 63 anos de idade, casado com a sobredita Maria Joana Gonçalves, sem testamento, e foi sepultado na igreja. // Deixou filhos da primeira esposa.    

 

AFONSO, Francisco. Filho de Manuel Afonso, natural de Cousso, e de Maria Joaquina Vaz, natural de Penso, moradores em Aldeia de Virtelo. N.p. de Francisco Afonso e de Joaquina Gonçalves, de Aldeia; n.m. de Maria José Vaz, solteira, natural do lugar de Paradela, freguesia de Penso. Nasceu em Cousso a 16/3/1868 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: Francisco Gonçalves, solteiro, do lugar de Pousadas, e Maria Albina Domingues, solteira, do lugar de Aldeia de Virtelo, lavradores. // Camponês. // Casou na igreja da sua freguesia natal a 25/9/1892, com a sua conterrânea, Florinda Alves, de 25 anos de idade, solteira, camponesa, filha de Manuel Luís Alves e de Maria Alves. Testemunhas presentes: Francisco Gonçalves, casado, lavrador, do lugar de Virtelo, e António Alves, solteiro, rural, irmão da nubente.  

 

AFONSO, Francisco (Santos). Filho de João Manuel Afonso e de Maria Joana Gregório, lavradores, residentes no lugar do Fojo. Neto paterno de Rosa Afonso, solteira; neto materno de Luísa Gregório, solteira, ambas do dito lugar. Nasceu em Cousso a 16/4/1879 e foi batizado na igreja paroquial no dia seguinte. Padrinhos: Francisco Gonçalves, solteiro, de Pousadas, e Marcelina Pinto, solteira, do dito lugar do Fojo. // Era solteiro, artista, quando casou na igreja da freguesia de Penso a 2/4/1902 com Felícia Ferreira de Passos, de 16 anos de idade, solteira, costureira, natural de Penso, onde residia, no lugar da Carreira, filha de Germana Ferreira de Passos, costureira. Testemunhas presentes: Evaristo Esteves, casado, lavrador, natural de Penso, e Manuel Pereira, solteiro, criado de servir, também de Penso. // Faleceu no lugar de Felgueiras, Penso, a 1/8/1939. // Com geração (ver em Penso, no apelido Santos). 

 

AFONSO, Isaías. Filho de Secundino Afonso e de Gracinda Alves. Nasceu no lugar da Cela, Cousso, a --/--/1937. // Faleceu a --/--/1938, com apenas onze meses de vida (NM 367 e NM 407).

 

AFONSO, Isolina. Filha de Justina Afonso, lavradeira, coussense, moradora no lugar do Fojo. Neta materna de João Afonso e de Maria Gregório. Nasceu em Cousso a 24/3/1910 e foi batizada na igreja católica local a 27 desse mesmo mês e ano. Padrinhos: Manuel Joaquim Gonçalves, solteiro, lavrador, e Carolina Gregório, solteira, camponesa. // Casou a 12/11/1941 na igreja da sua terra natal com Máximo José Esteves, seu conterrâneo. // Faleceu a 17/1/1984 em Cousso.

 

AFONSO, Januário. Filho de Maria Afonso, solteira, moradora em Aldeia, Cousso. Neto materno de Francisco Afonso e de Luísa Gonçalves. Nasceu a 27/4/1885 e foi batizado a 29 desse mês e ano. Padrinhos: José Serafim Ramos, moleiro dos moinhos da Ponte de Virtelo, e Carolina Gregório, solteira, lavradora, do Fojo. 

 

AFONSO, Joana. Filha de João Afonso e de Maria Afonso, lavradores. // Faleceu em Cerdeiras (de Virtelo), a 19/9/1864, com 63 anos de idade, solteira, com todos os sacramentos, com testamento, e foi sepultada na igreja. // Camponessa. // Sem geração.  

 

AFONSO, João. Filho de Rosa Afonso, solteira, de Covelo, Riba de Mouro, Monção. Nasceu em Riba do Mouro por volta de 1829. // Lavrador. // Casou na igreja de Cousso a 4/4/1859, com Maria Joana Gregório, solteira, do lugar do Fojo, filha de Luísa Gregório. Testemunhas: João Rodrigues, viúvo, do lugar de Aldeia, e Domingos Afonso, do lugar de Tojeira. // Faleceu a 29/3/1893, em sua casa, sita no lugar do Fojo, freguesia de Cousso, com todos os sacramentos da igreja católica, menos o da extrema-unção, com 64 anos de idade, no estado de casado com a dita Maria Joana Gregório, sem testamento, com filhos, e foi sepultado na igreja de Cousso.    

 

AFONSO, João. Filho de Manuel Joaquim Afonso e de Josefa Maria Alves. Neto paterno de Manuel José Afonso e de Josefa Alves; neto materno de Manuel António Alves e de Maria Rosa Alves. Nasceu em Cousso a 18/12/1855 e foi batizado em casa, por necessidade, por Rosa Afonso, mulher de Francisco Joaquim Alves, todos da Tojeira. // Faleceu a 18/12/1859 e foi sepultado na igreja a 20 desse mês e ano.  

 

AFONSO, João. Filho de Manuel Joaquim Afonso e de Josefa Maria Alves, residentes no lugar de Cousso. N.p. de Manuel José Afonso e de Josefa Alves; n.m. de Manuel António Alves e de Maria Rosa Alves. Nasceu em Cousso a 12/9/1862 e foi batizado nesse mesmo dia. Padrinhos: António e Ana Alves, irmãos, solteiros, todos lavradores.

 

AFONSO, João. Filho de João Afonso, de Riba de Mouro, e de Maria Joana Gregório, moradores no lugar de Fojo de Virtelo. Neto paterno de Rosa Afonso, solteira; neto materno de Maria Luísa Gregório, solteira, todos lavradores. Nasceu em Cousso a 15/9/1869 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: João Domingues Souto e Maria Gonçalves Rolo, moradores em Aldeia de Virtelo.   

 

AFONSO, João Silvestre. Filho de António Afonso e de Maria Alves, lavradores, residentes na Tojeira, Cousso. Neto paterno de Manuel Joaquim Afonso e de Maria Josefa Alves; neto materno de Manuel José Alves e de Maria Joana Afonso. Nasceu a 4 de Junho de 1887 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: João Afonso e Rosa Afonso, tios paternos do bebé, solteiros, lavradores. // Casou com -------------------------. / Faleceu a --/--/19--. // (ver Mirandolina Afonso).

 

AFONSO, Joaquim. Filho de Francisco Afonso e de Luísa Gonçalves. Nasceu por volta de 1851. // Tinha trinta e seis anos de idade quando casou com Emília, de vinte e três anos de idade, filha de António Joaquim Domingues e de Maria Joaquina Enes, na igreja de Cousso, a 10/4/1887. Ele morava no lugar de Aldeia e ela no lugar de Cousso. Testemunhas: Manuel Joaquim Gonçalves Rolo, casado, e José Gonçalves, solteiro, ambos da freguesia de Cousso, todos lavradores.  

 

AFONSO, Joaquim. Filho de Manuel Afonso, natural de Cousso, e de Maria Joaquina Vaz, natural de Penso, moradores em Aldeia de Virtelo. N.p. de Francisco Afonso e de Joaquina Gonçalves; n.m. de Maria José Vaz, solteira, do lugar de Paradela, freguesia de Penso. Nasceu em Cousso a 12/12/1865 e foi batizado a 14 desse mês e ano. Padrinhos: Joaquim Gonçalves e sua mulher, Joaquina Afonso, de Cerdeiras.

 

AFONSO, Joaquim. Filho de António Afonso e de Maria Alves, da Tojeira, lavradores. Neto paterno de Manuel Joaquim Afonso e de Josefa Alves; neto materno de Manuel José Alves e de Maria Joana Afonso. Nasceu em Cousso a 20/11/1871 e foi batizado em casa, no lugar da Tojeira, no mesmo dia, pelo seu avô materno, em virtude da criança ter nascido fraca. Padrinho: o dito avô materno. // Lavrador. // Casou na igreja de Cousso a 24/2/1904 com a sua conterrânea e parente, Rosa Afonso, de 36 anos de idade, solteira, camponesa, filha de António Afonso e de Maria Teresa Domingues. Testemunhas presentes: Agostinho Afonso e Bento Afonso. // Nota: deve tratar-se do senhor que morreu no lugar da Tojeira, freguesia de Cousso, a --/--/1932, com 55 (!) anos de idade (NM 144, de -?-, de 3/4/1932); se for o mesmo, morreu com sessenta e um anos de idade. 

 

AFONSO, Joaquim António. Filho de ------------ Afonso e de -----------------------------------. Nasceu a --/--/19--. // Casou com a sua conterrânea Maria Domingues. // Faleceu antes de 1994, assim como a sua mulher. // Pai de António, casado com Maria da Glória Rodrigues, de Paços. // Avô da Dr.ª Maria Leonor Afonso.

 

AFONSO, Joaquina. Filha de Francisco Manuel Afonso e de Maria Luísa Rodrigues. Nasceu em Cousso por volta de 1831. // Lavradeira. // Faleceu a 28/2/1893, em sua casa, sita no lugar de Cerdeiras, com todos os sacramentos da igreja católica, com sessenta e dois anos de idade, no estado de viúva de Joaquim Gonçalves Roldão, sem testamento, com filhos, e foi sepultada na igreja.   

 

AFONSO, Joaquina. Filha de ---------- Afonso e de ----------------------------------. Nasceu em Virtelo, Cousso, por volta de 1852. // Faleceu a --/--/1938, com 86 anos de idade (Notícias de Melgaço n.º 403).  

 

AFONSO, José. Filho de -------------- Afonso e de -------------------------------------------------. Nasceu por volta de 1826. // Faleceu em Cousso a --/--/1912, com oitenta e seis anos de idade (Correio de Melgaço n.º 21, de 27/10/1912).

 

AFONSO, José. Filho de Manuel José Afonso e de Maria José Rodrigues. // Casou na igreja de Cousso a 19/7/1857, com Maria Luísa Afonso, filha de Joaquina Afonso, solteira, todos do lugar de Virtelo. Testemunhas: Manuel Joaquim Domingues, estudante, e Manuel Ventura Rodrigues, viúvo. // Os noivos eram parentes em 2.º e 3.º grau.   

 

AFONSO, José. Filho de Manuel Joaquim Afonso e de Josefa Alves. Neto paterno de Manuel José Afonso e de Josefa Alves; neto materno de Manuel António Alves e de Maria Rosa Alves, todos do lugar da Tojeira. Nasceu em Cousso a 18/10/1857 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: o avô paterno e sua neta Ana, irmã do batizando. // Tinha 41 anos de idade, era solteiro, lavrador, quando casou a 28/12/1898, na igreja da sua freguesia de nascimento, com Joaquina Alves Barbeitos, de 34 anos de idade, solteira, camponesa, natural da freguesia de Penso, filha de Rosa Teresa Barbeitos, «e declaro que hoje existe uma escriptura de perfilhação, feita em Valadares aos vinte e dois dias do mês de dezembro do anno de mil oito centos noventa e oito», escreveu o sacerdote. Testemunhas presentes: Agostinho Afonso, solteiro, lavrador, e Luís Enes, casado, lavrador. // A sua esposa faleceu em Cousso a 21/11/1950.

 

AFONSO, José. Filho de Manuel José Afonso, natural de Parada do Monte, e de Ana Joaquina Domingues, natural de Lamas de Mouro, lavradores, residentes em Ponte da Cela, Cousso. Neto paterno de António Luís Afonso e de Rosa Gonçalves; neto materno de António Domingues e de Maria Afonso. Nasceu em Cousso a 22/3/1878 e foi batizado a 25 desse mês e ano. Padrinhos: Sebastião Domingues, casado, e sua filha Maria Domingues, solteira, ambos de Fiães, Melgaço.     

 

AFONSO, José. Filho de Manuel Afonso e de Erminda Alves. Nasceu na freguesia de Cousso a --/--/1932 (NM 171, de 30/10/1932). // Morreu em Cousso a --/--/1932, com apenas um mês de vida (NM 174, de 27/11/1932).

 

AFONSO, José. Filho de ----------- Afonso e de -----------------------. // Morou em Virtelo. // A 16/12/2001 fazia parte da lista do PSD à Assembleia de Freguesia de Cousso. 

 

AFONSO, José Augusto. Filho de Joaquim Afonso e de Maria Domingues. Nasceu em Cousso a --/--/1939 (NM 435). // Deve ser o senhor que casou com a sua conterrânea Maria Ilda Rodrigues. // Por volta de 1974, por doação verbal de seus sogros, Agostinho Rodrigues e Perfeita Alves, adquiriu uma casa de morada de dois pavimentos, com 58 m2, e rossios com 180 m2, sita no lugar de Cousso. // Em 1999 o casal residia na Praceta de São Mamede, Troviscoso, Monção (VM 1122). 

 

AFONSO, José Fernando. // Nasceu por volta de 1964. // Casou com Maria Luísa Domingues Casal, natural de Cousso. // Em 1999 residia nesta freguesia (VM 1121). // Morreu em França a 21 de Julho de 2024, domingo, com 60 anos de idade /agência funerária Mira). // (ver “A Voz de Melgaço” de1/08/2024).

 

AFONSO, Júlia. Filha de Francisco Afonso, pedreiro, e de Florinda Alves, coussenses. N.p. de Manuel Afonso e de Maria Joaquina Vaz; n.m. de Manuel Luís Alves e de Maria Alves. Nasceu em Cousso a 10/2/1906 e foi batizado na igreja católica a 12 desse mês e ano. Padrinhos: António Alves, solteiro, lavrador, e Rosa Alves, solteira, camponesa. // Lavradeira. // Casou a 28/11/1928, na CRCM, com Augusto da Conceição Pereira Lemos, cantoneiro. // Por sentença de 15/7/1936 foi decretado o divórcio entre ambos; o seu marido achava-se ausente em Evres, Paris. // A 6/3/1938 iam ser arrematados em hasta pública alguns bens dela «penhorados na execução por custas e selos em que é exequente o Ministério Público.» O juiz de Direito era então o Dr. Alberto Simões Correia. // Faleceu na sua terra natal a 21/8/1969.   

 

AFONSO, Júlia. Filha de Maria Afonso. Nasceu em Cousso a --/--/1916 (Correio de Melgaço n.º 213, de 27/8/1916).

 

AFONSO, Júlio. Filho de António Afonso e de Maria Alves, lavradores, residentes na Tojeira. Neto paterno de Manuel Joaquim Afonso e de Josefa Alves; neto materno de Manuel José Alves e de Maria Joana Afonso. Nasceu a 13/9/1884 e foi batizado no mesmo dia. Padrinhos: padre Luís Afonso Tojeira e Rosa Afonso, tios paternos do bebé. / Faleceu na sua freguesia natal a 1/4/1955. 

 

AFONSO, Júlio. Filho de João Afonso e de Claudina Gonçalves. Nasceu em Cousso a --/--/1933 (Notícias de Melgaço n.º 182, de 5/2/1933). // Nota: deve ser o mesmo senhor que casou com Maria Joaquina Rodrigues, sua conterrânea; em 1996 residiam no lugar de Cousso (A Voz de Melgaço n.º 1057).

 

AFONSO, Justino. Filho de Maria Afonso, solteira. Neto materno de Francisco Afonso e de Luísa Gonçalves, moradores em Aldeia de Virtelo. Nasceu em Cousso a 7/2/1869 e foi batizado na igreja no dia seguinte. Padrinhos: Justino Pereira e sua mulher, Maria Rosa Domingues, do sobredito lugar, todos lavradores.  

 

AFONSO, Ludovina. Filha de Maria Afonso, solteira, coussense. Neta materna de Francisco Afonso e de Luísa Gonçalves, residentes no lugar de Aldeia, lavradores. Nasceu na freguesia de Cousso a 28/2/1866 e foi batizada a 1 de março desse dito ano. Padrinhos: Manuel Joaquim Gregório, solteiro, alfaiate, do lugar do Fojo, e Maria Gonçalves, solteira, lavradora, do lugar de Aldeia. // Faleceu a 12/9/1869, no lugar de Aldeia de Virtelo, e foi sepultada na igreja paroquial.  

 

AFONSO, Luís. Filho de João Afonso e de Maria Afonso. Nasceu a 23 de agosto de 1806. // Rural. // Faleceu no lugar de Cerdeiras de Virtelo a 15/8/1865, com todos os sacramentos, sem testamento, no estado de casado com Maria da Costa, e foi sepultado na igreja. // A sua viúva, Maria, filha de Nicolau Fernandes e de Maria da Costa, natural do bispado do Porto, faleceu a 30/4/1897, no lugar de Cerdeiras, freguesia de Cousso, concelho de Melgaço, apenas com a extrema-unção, com 75 anos de idade, sem testamento, com filhos, e foi sepultada na igreja de Cousso.  

 

AFONSO, Luís Abel. Filho de ----------- Afonso e de --------------------------------. Nasceu a --/--/19--. // Casou com Maria do Céu Ferreira Assunção, da Barca, Maia. // Em 2000 residiam em França (A Voz de Melgaço n.º 1148).

 

AFONSO, Luísa. Filha de Luís Afonso (Tola) e de Maria da Costa, lavradores, residentes em Cerdeiras (de Virtelo). N.p. de João Afonso e de Maria Afonso, do dito lugar; n.m. de Nicolau Francisco e de Maria da Costa, do lugar do Volinho (!), freguesia de Folgosa (São Salvador), Maia, bispado do Porto. Nasceu em Cousso a 2/9/1861 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: Bento e Maria Gonçalves, irmãos, solteiros, moradores em Cerdeiras. // Faleceu em casa dos pais a 21/12/1864 e foi sepultada na igreja.     

 

AFONSO, Luísa. Filha de José Afonso e de Maria Afonso, moradores no lugar de Cerdeiras. Neta paterna de Manuel José Afonso e de Maria José Rodrigues, do mesmo lugar; neta materna de Joaquina Afonso, solteira, de Aldeia, todos lavradores. Nasceu em Cousso a 24/12/1864 e foi batizada a 27 desse mês e ano. Padrinhos: padre Manuel Rodrigues, reitor de Tangil, e Maria Rosa Domingues, solteira, lavradora, de Aldeia. // Faleceu a 19/11/1866 e foi sepultada na igreja.   

AFONSO, Luísa. Filha de António Afonso e de Maria Alves, lavradores, residentes no lugar da Tojeira, Cousso. Neta paterna de Manuel Joaquim Afonso e de Josefa Alves; neta materna de Manuel José Alves e de Maria Joana Afonso. Nasceu a 9/1/1882 e foi batizada a 13 desse mês e ano. Padrinhos: José Afonso e Rosa Afonso, tios paternos da neófita. // Faleceu a 23/11/1901, com todos os sacramentos da igreja católica, no estado de solteira, e foi sepultada no adro da igreja.

 

AFONSO, Manuel. Filho de Francisco Afonso (Morgado) e de Joaquina Gonçalves, lavradores, coussenses. Nasceu em Cousso por volta de 1840. // Casou na igreja de Cousso a 21/7/1864, com Maria Joaquina, de 20 anos de idade, filha de Maria José Vaz, solteira, natural de Paradela, freguesia de Penso. A noiva encontrava-se em Virtelo, Cousso, como criada de servir. Testemunhas: António Afonso, casado, e Rosa Maria Rodrigues Lobato, solteira, ambos do lugar de Cousso, e também Joaquina Afonso, esposa de Joaquim Roldão, de Virtelo, todos lavradores. // Faleceu a 21/6/1910, no lugar de Surribas, com todos os sacramentos da igreja católica, com 72 anos de idade, no estado de viúvo da sobredita Maria Joaquina Vaz, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no adro da igreja paroquial. 

 

AFONSO, Manuel (Azevedo). Filho de Manuel Afonso e de Maria Luísa Rodrigues, camponeses, residentes no lugar de Cerdeiras. Nasceu em Cousso na década de quarenta do século XIX. // Lavrador. // Casou na igreja de Cousso, a 28/2/1881, com Luísa, de trinta e três anos de idade, filha de Manuel Domingues e de Maria Gonçalves, do lugar de Aldeia, lavradores. Testemunhas: José Gonçalves Roldão, viúvo, de Cerdeiras, e António Afonso, da Tojeira. (Os noivos eram parentes no 4.º grau de consanguinidade). // Morreu a 4/5/1904, no lugar de Cerdeiras, com todos os sacramentos da igreja católica, com 60 anos de idade, no estado de casado com a dita Luísa Domingues, com testamento, sem filhos, e foi sepultado no adro da igreja.   

 

AFONSO, Manuel. Filho de José Afonso e de Maria Luísa Afonso, moradores em Cerdeiras. N.p. de Manuel José Afonso e de Maria José Rodrigues; n.m. de Joaquina Afonso, solteira, de Aldeia. Nasceu em Cousso a 21/2/1871 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: padre Manuel Rodrigues, reitor de Tangil, e Maria Rosa Domingues, casada com Justino Pereira, de Aldeia. // Faleceu em Virtelo a 24/6/1940.     

 

AFONSO, Manuel. Filho de Maria Afonso, solteira, camponesa. Neto materno de Francisco Afonso e de Luísa Gonçalves, moradores em Aldeia. Nasceu em Cousso a 30/5/1873 e foi batizado na igreja católica a 1 de Junho desse mesmo ano. Padrinhos: Manuel José Gonçalves, solteiro, do lugar de Pousadas, e Maria Gonçalves, solteira, do lugar de Aldeia. // Faleceu a 5/10/1879 e foi sepultado na igreja paroquial. 

 

AFONSO, Manuel. Filho de ---------------- Afonso e de --------------------------------------------. Nasceu a --/--/18--. // Casou a --/--/1915 com Maria Gonçalves Roldão (Correio de Melgaço n.º 174, de 14/11/1915).

 

AFONSO, Manuel. Filho de Maria Afonso, solteira, camponesa, moradora no lugar de Surribas. Neto materno de Manuel Afonso e de Maria Joana Vaz. Nasceu em Cousso a 23/11/1901 e foi batizado na igreja católica no dia seguinte. Padrinhos: Manuel Esteves, solteiro, lavrador, e Luísa Esteves, solteira, criada de servir.

 

AFONSO, Manuel. Filho de ---------- Afonso e de -------------------------------------. Nasceu por volta de 1902. // Faleceu no lugar de Virtelo a --/--/1933, com apenas trinta e um anos de idade (NM 191, 23/4/1933).

 

AFONSO, Manuel. Filho de António Afonso e de Maria Gonçalves. Nasceu em Cousso a --/--/1917 (Jornal de Melgaço n.º 1172, de 25/8/1917). // Nota: é provável que tenha participado na desordem de 10/10/1937, aquando da festa a Santo António, na qual foi abatido a tiro Maximino de Lima, solteiro, natural de São Cosme, freguesia da Gave (ver Notícias de Melgaço n.º 372, de 17/10/1937).

 

AFONSO, Manuel. Filho de ----------- Afonso e de ----------------------------------. Nasceu a --/--/192-. // Em 1938 fez exame do ensino primário na escola de Cousso e ficou aprovado; era então regente escolar Eliseu J. P. Lemos (Notícias de Melgaço n.º 411).

 

AFONSO, Manuel António. Filho de Manuel Afonso e de Maria Alves, rurais, coussenses. Nasceu em Cousso por volta de 1804. // Faleceu a 9/2/1874, em casa de Manuel António Afonso, sita no lugar de Rabosa, freguesia de Penso, com cerca de setenta anos de idade; era lavrador, e estava viúvo de Rosa Maria Pires. Foi sepultado na igreja paroquial de Penso. // Fizera testamento. // Deixou filhos.  

 

AFONSO, Manuel Francisco. Filho de Secundino Afonso e de Gracinda Alves. Nasceu em Cousso a 18/07/1932 (NM 159, de 31/7/1932). // Morreu em Cousso a 17/04/2019, com 86 anos de idade (CFAM).

 

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AFONSO, Manuel Joaquim. Filho de António Afonso e de Maria Teresa Domingues. Nasceu na freguesia de Cousso por volta de 1855. // Tinha quarenta e cinco anos de idade, estava solteiro, quando casou na igreja da sua freguesia natal a 25/2/1900, com a sua conterrânea e parente no terceiro grau de consanguinidade, Adelaide Júlia Gregório, de vinte e um anos de idade, solteira, filha de José Gregório, de Cousso, Melgaço, e de Rosa Alves, de Riba do Mouro, Monção. Testemunhas presentes: João Afonso Tojeira, lavrador, e Agostinho Afonso, também lavrador, residentes em Cousso. // Faleceu na freguesia de Cousso a 22/2/1914.

 

AFONSO, Manuel Joaquim. Filho de José Afonso e de Maria Luísa Afonso, moradores em Cerdeiras. Neto paterno de Manuel José Afonso e de Maria José Rodrigues; neto materno de Joaquina Afonso, solteira, moradora em Aldeia. Nasceu a 18/12/1860 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: padre Manuel António Gonçalves e Maria Afonso, casada com José Esteves. // Faleceu em casa dos pais a 4/3/1861.     

 

AFONSO, Manuel Joaquim. Filho de João Afonso e de Maria Joana Gregório, lavradores, residentes no Fojo. Neto paterno de Rosa Afonso, solteira, de Riba de Moura; neto materno de Maria Luísa Gregório, solteira, do Fojo. Nasceu em Cousso a 29/6/1864 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: Manuel Moreira e Maria Joaquina Esteves, solteiros, lavradores, residentes no Carvalho, Riba de Mouro.     

 

AFONSO, Manuel José. // Do lugar da Tojeira, freguesia de Cousso. // Casou com Josefa Alves. // Faleceu na sua terra natal, no estado de viúvo, sem testamento, a 16/1/1858, e foi sepultado na igreja a 18 desse mês e ano.

 

AFONSO, Manuel José. Filho de Manuel Afonso e de Luísa Rodrigues, lavradores, residentes no lugar de Aldeia. Nasceu no lugar de Aldeia de Virtelo, freguesia de Cousso, por volta de 1796. // Rural. // Faleceu em Cerdeiras de Virtelo a 3/1/1867, com 71 anos de idade, com todos os sacramentos, sem testamento, no estado de viúvo de Maria José Rodrigues, e foi sepultado na igreja. // Deixou filhos.   

 

AFONSO, Manuel José. Filho de António Afonso e de Maria Alves, moradores no lugar de Tojeira. Neto paterno de Manuel Joaquim Afonso e de Josefa Alves; neto materno de Manuel José Alves e de Maria Joana Afonso. Nasceu em Cousso a 24/9/1869 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: o seu avô materno e Rosa Afonso, casada com Francisco Alves, do dito lugar, tia afim da criança, lavradores. // Nota: deve ser o mesmo senhor que faleceu no lugar de Cousso com quarenta e quatro anos de idade, a --/--/1914 (Correio de Melgaço n.º 123, de 3/11/1914). 

 

AFONSO, Maria. // Casou com Manuel Esteves, natural do lugar de Aldeia, freguesia de Cousso. // Faleceu nesta freguesia a 23/11/1856, no estado de viúva, sem testamento, e foi sepultada na igreja no dia seguinte. 

 

AFONSO, Maria. Filha de Sebastião Afonso e de Maria Rosa Gonçalves, lavradores. // Faleceu no lugar de Cousso a 19/4/1864, de repente, com 57 anos de idade, sem testamento, casada com Manuel António Enes, rural, e foi sepultada na igreja. 

 

AFONSO, Maria. Filha de Joaquina Afonso, lavradeira, coussense. Nasceu em Cousso por volta de 1826. // Faleceu a 13/6/1903, no lugar de Cerdeiras, com todos os sacramentos, com 77 anos de idade, no estado de casada com José Afonso Morgado, sem testamento, com filhos, e foi sepultada no adro da igreja paroquial.   

 

AFONSO, Maria. Filha de Luís Afonso e de Rosa Rodrigues, coussenses. Nasceu em Cousso por volta de 1841. // Faleceu a 2/3/1911, no lugar de Cerdeiras, onde residia, com todos os sacramentos da igreja católica, com 70 anos de idade, casada com José Maria Alves, sem testamento, com filhos, e foi sepultada no adro da igreja paroquial.

 

AFONSO, Maria. Filha de Francisco Afonso e de Luísa Gonçalves, lavradores, coussenses. Nasceu em Cousso por volta de 1842. // Camponesa. // Faleceu a 25/4/1909, no lugar de Cerdeiras, onde residia, tendo recebido apenas o sacramento da extrema-unção, com sessenta e sete anos de idade, no estado de solteira, sem testamento, com filhos, e foi sepultada no adro da igreja.

 

AFONSO, Maria. Filha de António Afonso e de Maria Teresa Domingues, lavradores, residentes no lugar de Cousso. Neta paterna de Manuel José Afonso e de Josefa Maria Alves, da Tojeira; neta materna de Francisco Domingues e de Ana Enes. Nasceu em Cousso a 7/9/1860 e foi batizada a 9 desse mês e ano. Padrinhos: o seu avô materno e Maria Rodrigues, viúva, da Tojeira. // Faleceu na sua freguesia a 1/10/1939.

 

AFONSO, Maria. Filha de ---------- Afonso e de ----------------------------------------. Nasceu por volta de 1861. // Faleceu no lugar de Virtelo, Cousso, com 54 anos de idade, a --/--/1915 (Correio de Melgaço n.º 173, de 7/11/1915).

 

AFONSO, Maria. // Nasceu por volta de 1881. // Faleceu no lugar de Virtelo a --/--/1932 com 51 anos de idade (NM 140, de 21/2/1932).

 

AFONSO, Maria. Filha de ---------- Afonso e de ----------------------------------------. Nasceu a --/--/1915. // Faleceu no lugar de Virtelo, Cousso, a --/--/1915, com apenas três meses de idade (Correio de Melgaço n.º 170, de 17/10/1915).

 

AFONSO, Maria Amélia. Filha de Alfredo Afonso e de Adelaide Júlia Gregório. Nasceu em Cousso a --/--/1917 (Jornal de Melgaço n.º 1169, de 4/8/1917).

 

AFONSO, Maria Amélia. Filha de ---------- Afonso e de ----------------------------. Nasceu no lugar da Cela, Cousso, a --/--/1936. // Faleceu a --/--/1938, com apenas dois anos de idade (Notícias de Melgaço n.º 411, de 28/8/1938).

 

AFONSO, Maria Amélia. Filha de ------------- Afonso e de ---------------------------. Nasceu na freguesia de Cousso a 26 de janeiro de 1940. // Faleceu no lugar da Cela, freguesia de Cousso, a 19/12/2021, com 81 anos de idade (A Voz de Melgaço de 1/1/2022 e a agência funerária CFAM).

 

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AFONSO, Maria da Conceição. Filha de Domingos Afonso e de Maria Rodrigues. Neta paterna de Manuel José Afonso e de Josefa Alves; neta materna de Manuel António Rodrigues e de Quitéria Rodrigues, todos de Tojeira. Nasceu em Cousso a 8/12/1856 e foi batizada em casa por Josefa Alves, mulher de Manuel Joaquim Afonso, do dito lugar, que foi depois na igreja a madrinha. // Sem mais notícias.     

 

AFONSO, Maria da Conceição. Filha de ------------- Afonso e de -----------------------. Nasceu na freguesia de Cousso a 26 de dezembro de 1946. // Faleceu na dita freguesia de Cousso a 19/01/2022, com 75 anos de idade (A Voz de Melgaço de 1/2/2022 e a agência funerária CFAM).

 

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AFONSO, Maria de Jesus. Filha de Manuel Afonso e de Arminda Alves. Nasceu na freguesia de Cousso a --/--/1934 (NM 221, de 28/1/1934). // Faleceu no Caminho das Pereiras, Cousso, a 4/9/2024, com 90 anos de idade (agência funerária Mira). 

 

AFONSO, Maria Joaquina. Filha de Manuel Afonso e de Maria Luísa Rodrigues, coussenses. Nasceu na freguesia de Cousso por volta de 1836. // Camponesa. // Faleceu a 26/5/1880, no lugar de Cerdeiras, onde morava, com todos os sacramentos da igreja católica, com quarenta e quatro anos de idade, no estado de solteira, sem testamento, sem filhos, e foi sepultada na igreja paroquial. 

 

AFONSO, Maria Joaquina. Filha de João Afonso e de Maria Joana Gregório, moradores no lugar de Cousso. Neta paterna de Rosa Afonso, solteira, do lugar do Carvalho, Riba de Mouro; neta materna de Maria Luísa Gregório, do lugar do Fojo. Nasceu em Cousso a 29/6/1859 e foi batizada na igreja a 3 de julho desse dito ano. Padrinhos: João Domingos, solteiro, do lugar de Aldeia, e Maria Joaquina Alves, também solteira, do sobredito lugar de Riba de Mouro. // Tinha vinte e cinco anos de idade, era solteira, camponesa, morava no lugar do Fojo, quando casou na igreja paroquial de Parada do Monte a 30/4/1885 com José Vieites, natural de Parada do Monte, de 30 anos de idade, solteiro, lavrador, filho de Manuel António Vieites e de Maria Esteves. // Faleceu no lugar de Aldeia Grande, Parada do Monte, a 24/6/1903, sem quaisquer sacramentos, no estado de casada, sem testamento, e foi sepultada no adro da igreja paroquial. // Com geração (ver em Parada do Monte).

 

AFONSO, Maria José. // Casou com Manuel Gonçalves, natural do lugar de Aldeia, freguesia de Cousso. // Faleceu nesta freguesia a 24/1/1859, sem testamento, no estado de viúva, e foi sepultada na igreja no dia seguinte. 

 

AFONSO, Maria Justina. Filha de João Afonso e de Maria Joana Gregório, lavradores, residentes no lugar do Fojo. Neta paterna de Rosa Afonso, solteira, de Riba do Mouro; neta materna de Maria Luísa Gregório, solteira, do dito lugar do Fojo. Nasceu em Cousso a 1/9/1866 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: José, solteiro, natural de Eiriz, Gave, filho de Maria Luísa Domingues, viúva, e Maria, solteira, filha de Manuel Gonçalves Rolo, de Aldeia. // Faleceu na sua freguesia a 20/10/1945.   

 

AFONSO, Maria Leonor. Filha de --------- Rodrigues e de ---------------- Dias. Nasceu na freguesia de Cousso a --/--/19--. // Casou com Fernando Manuel Rodrigues Carreira, natural de Caranguejeira, Leiria. // No ano de 1978 adquiriram – através de permuta verbal com Manuel Fernandes e sua esposa, Maria Alves, do lugar de Cousso – a “Casa de Palheiro”, sita no dito lugar, a confrontar a nascente com Perfeita Alves, etc. // Em 2000 ainda ali residiam (A Voz de Melgaço n.º 1131).

 

AFONSO, Maria Leonor (Dr.ª). Filha de António Afonso, natural de Cousso, e de Maria da Glória Rodrigues, natural de Paços. N.p. de Joaquim Afonso e de Maria Domingues, naturais de Cousso; n.m. de Manuel Rodrigues (Neca) e de Leonor de Jesus Pires, naturais de Sá, Paços. Nasceu a --/--/19--. // Terminou o Curso de Direito na Universidade de Sorbone com elevada classificação (VM 1002, de 1/3/1994).

 

AFONSO, Maria Luísa. Filha de Manuel Afonso e de Mariana Gonçalves, lavradores. // Faleceu no lugar de Virtelo a 28/6/1862, com setenta e dois anos de idade, com todos os sacramentos, com testamento, no estado de casada com Manuel António Afonso Lima, e foi sepultada na igreja paroquial. // Não deixou filhos.

 

AFONSO, Maria Luísa. Filha de José Afonso e de Maria Luísa Afonso. Neta paterna de Manuel José Afonso e de Maria José Rodrigues; neta materna de Joaquina Afonso, solteira, do lugar de Aldeia. Nasceu em Cousso a 11/12/1858 e foi batizada no dia a seguir. Padrinhos: Joaquim Gonçalves Roldão e Luísa Domingues, filha de Inácio Domingues e de Rosa Rodrigues, do lugar de Cerdeiras.    

 

AFONSO, Maria Luísa. Filha de Manuel Afonso, natural de Cousso, e Joaquina Vaz, natural de Penso, lavradores, residentes no lugar de Aldeia. N.p. de Francisco Afonso e de Joaquina Gonçalves; n.m. de Maria José Vaz, solteira, de Paradela, Penso. Nasceu em Cousso a 1/8/1876 e foi batizada no dia a seguir. Padrinhos: Joaquim Afonso e Maria Luísa Afonso, solteiros, lavradores, residentes em Virtelo.  

 

AFONSO, Maria do Nascimento. Filha de -------------- Afonso e de --------------------------. Nasceu em Cousso a 12/04/1926. // Faleceu na freguesia de Cousso a 5 de Abril de 2019, com 92 anos de idade (CFAM).

 

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AFONSO, Maria dos Prazeres. Filha de Manuel Joaquim Afonso e de Adelaide Júlia Gregório, coussenses. Neta paterna de António Afonso e de Maria Teresa Domingues; neta materna de José Gregório e de Rosa Alves. Nasceu em Cousso a 17/10/1901 e foi batizada na igreja católica a 20 desse dito mês e ano. Padrinhos: Agostinho Afonso e sua irmã, Rosa Afonso, solteiros, lavradores. // Casou a 28/11/1924, na Conservatória do Registo Civil de Melgaço, com Abílio Afonso. // Enviuvou a 13/7/1970. // Faleceu a 2/1/1992, na freguesia de Geme, Vila Verde, com 90 anos de idade.

 

AFONSO, Maria Rosa. Filha de Manuel José Afonso e de Maria José Rodrigues, lavradores, coussenses. Nasceu em Cousso por volta de 1822. // Morou no lugar de Aldeia. // Faleceu a 17/10/1904, na igreja de Cousso, com todos os sacramentos, com 82 anos de idade, no estado de viúva de José Esteves, sem testamento, com filhos, e foi sepultada no adro da igreja.   

 

AFONSO, Maria Rosa. Filha de João Afonso e de Maria Gregório, moradores no lugar do Fojo, freguesia de Cousso. Nasceu em Cousso por volta de 1860. // Tinha 27 anos de idade, era solteira, camponesa, morava no dito lugar, quando casou na igreja paroquial de Parada do Monte a 26 de maio de 1887 com Manuel Esteves, de 28 anos de idade, solteiro, lavrador, natural daquela freguesia de Melgaço, morador no lugar de Aldeia Grande, filho de António Luís Esteves e de Mariana Domingues.

 

AFONSO, Maria Rosa. Filha de Maria Afonso, lavradeira. Neta materna de Francisco Afonso e de Luísa Gonçalves Rolo, com a sua morada no lugar de Aldeia. Nasceu na freguesia de Cousso a 7/7/1876 e foi batizada dois dias depois. Padrinhos: Manuel Gonçalves Roldão e Maria Rosa Rodrigues, solteiros, lavradores, residentes no lugar de Aldeia. // Casou a 25/9/1905 com o seu conterrâneo António Gonçalves. // Mãe de Alexandrina e de Isaura...

 

AFONSO, Mirandolina. Filha de Angelina Afonso, solteira. Neta materna de Manuel Afonso e de Joaquina Domingues. Nasceu a 6/2/1893 e foi batizada na igreja de Cousso a 8 desse mês e ano. Padrinhos: Luís Manuel Domingues, casado, e Maria Domingues, solteira, lavradores. // Casou (*) a --/--/1914 com Clementino Pires (Correio de Melgaço n.º 84, de 25/1/1914). /// (*) Confirmar se é esta senhora ou a de baixo.

 

AFONSO, Mirandolina. Filha de António Afonso e de Maria Alves. Neta paterna de Manuel Joaquim Afonso e de Josefa Maria Alves; neta materna de Manuel José Alves e de Maria Joana Afonso. Nasceu a 24/9/1893 e foi batizada na igreja nesse dia. Padrinhos: padre Luís Manuel Afonso, reitor de Cousso, e Ana Afonso, solteira, lavradora, tios paternos da criança. // Faleceu na sua freguesia a 22/2/1966.     

 

AFONSO, Mirandolina. Filha de João Silvestre e de Claudina Gonçalves. Nasceu em Cousso a --/--/1938. // Faleceu com apenas quinze dias de vida (NM 411, de 28/8/1938).

 

AFONSO, Ortelinda da Conceição. Filha de Abílio Afonso e de Maria Afonso. Nasceu em Cousso a --/--/1931 (NM 113, de 14/6/1931). // Sem mais notícias. 

 

AFONSO, Rosa. Filha de Maria Afonso. // Nasceu no lugar e freguesia de Cousso por volta de 1803. // Faleceu a 28/1/1874, no lugar da Tojeira, apenas com o sacramento da extrema-unção, por estar demente, com setenta e um anos de idade, no estado de solteira, e foi sepultada na igreja.

 

AFONSO, Rosa. Filha de Manuel Afonso e de Maria Luísa Rodrigues, coussenses. Nasceu em Cousso por volta de 1804. // Lavradeira. // Faleceu a 19/3/1879, no lugar do Fojo, onde residia, com todos os sacramentos da igreja católica, com setenta e cinco anos de idade, no estado de viúva de Manuel José Gregório, sem testamento, com filhos, e foi sepultada na igreja paroquial. 

 

AFONSO, Rosa. Filha de Manuel José Afonso e de Josefa Maria Álvares. Nasceu por volta de 1820. // Faleceu a 22/11/1891, no lugar de Cousso, com todos os sacramentos da igreja católica, com 71 anos de idade, casada com Agostinho Dias, sem testamento, e foi sepultada na igreja paroquial de Cousso. // Deixou sobrinhos.

 

AFONSO, Rosa. Filha de Manuel Afonso e de Maria Luísa Rodrigues, coussenses. Nasceu em Cousso por volta de 1839. // Lavradeira. // Faleceu a 27/6/1880, no lugar de Pousada, onde residia, com todos os sacramentos da igreja católica, com 41 anos de idade, viúva de João Pinto, sem testamento, sem filhos, e foi sepultada na igreja. 

 

AFONSO, Rosa. Filha de --------- Afonso e de --------------------------. Nasceu em Cousso por volta de 1857. // Faleceu a --/--/1938, com 81 anos de idade (NM 411, de 28/8/1938).

 

AFONSO, Rosa. Filha de Manuel Joaquim Afonso e de Josefa Maria Alves, lavradores, residentes na Tojeira. Neta paterna de Manuel José Afonso e de Josefa Maria Alves; neta materna de Manuel António Alves e de Maria Rosa Alves. Nasceu em Cousso a 6/3/1860 e foi batizada a 8 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel José Alves, viúvo, lavrador, residente em Tojeira, e Rosa Afonso, casada com Agostinho Dias, lavradeira. // Nota: deve ser a mesma senhora que faleceu no lugar de Virtelo, freguesia de Cousso, a --/--/1933, com 72 anos de idade (NM 198, de 18/6/1933).

 

AFONSO, Rosa. Filha de ----------- Afonso e de ---------------------------------------. Nasceu por volta de 1862. // Faleceu no lugar de Cousso a --/--/1934, com 72 anos de idade (Notícias de Melgaço n.º 225, de 11/3/1934). 

 

AFONSO, Rosa. Filha de António Afonso e de Maria Teresa Domingues, moradores no lugar de Cousso. N.p. de Manuel José Afonso e de Josefa Maria Alves, da Tojeira; n.m. de Francisco Domingues e de Ana Enes. Nasceu em Cousso a 24/9/1866 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: Agostinho Dias e sua esposa, Rosa Afonso, do lugar de Cousso, tios afins e consanguíneos da batizanda. // Casou na igreja da sua terra natal a 24/2/1904 com Joaquim Afonso, seu parente e conterrâneo.     

 

AFONSO, Rosa. Filha de António Afonso e de Maria Alves, lavradores-proprietários. Neta paterna de Manuel Joaquim Afonso e de Maria Josefa Alves; neta materna de Manuel José Alves e de Maria Joana Afonso, todos moradores em Tojeira. Nasceu em Cousso a 15/6/1876 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: José Afonso e Ana Afonso, tios da criança, solteiros, lavradores, também residentes no lugar acima citado. // Faleceu a 1/2/1902, no lugar da Tojeira, com todos os sacramentos, solteira, sem testamento, e foi sepultada no adro da igreja.  

 

AFONSO, Rosa. Filha de António Afonso e de Maria Gonçalves. Nasceu em Cousso a --/--/1912 (Correio de Melgaço n.º 11, de 18/8/1912).

 

AFONSO, Rosa da Conceição. Filha de João Silvestre Afonso e de Claudina Gonçalves. Nasceu em Cousso a --/--/1930 (NM 47, de 26/1/1930).

 

AFONSO, Rosa Emília. Filha de José Afonso e de Maria Afonso, moradores em Cerdeiras. N.p. de Manuel José Afonso e de Maria José Rodrigues, do dito lugar; n.m. de Joaquina Afonso, solteira, de Aldeia, todos trabalhadores no mundo rural. Nasceu em Cousso a 9/1/1862 e foi batizada a 12 desse mês e ano. Padrinhos: padre Manuel António Gonçalves e Maria Afonso, casada com José Esteves, de Aldeia.

 

AFONSO, Rosa Maria. Filha de João Afonso, almocreve, e de Maria Gregório, moradores em Fojo. Neta paterna de Rosa Afonso, solteira, de Corvelo, Riba de Mouro; neta materna de Luísa Gregório, solteira, do Fojo. Nasceu em Cousso a 6/5/1861 e foi batizada a 8 desse mês e ano. Padrinhos: José Alves, solteiro, alfaiate, de Eiriz, Gave, e Rosa Gregório, solteira, tia materna da batizanda.

 

AFONSO, Rosa dos Prazeres. // Nasceu por volta de 1939. // Faleceu no lugar da Cela, Cousso, a --/--/2024, com 85 anos de idade (A Voz de Melgaço de 1/02/2024). 

 

AFONSO, Secundino. Filho de Francisco Afonso e de Florinda Alves, lavradores. Neto paterno de Manuel Afonso e de Maria Joana Vaz; neto materno de Manuel Luís Alves e de Maria Alves. Nasceu em Surribas a 28/6/1894 e foi batizado na igreja de Cousso a 1 de julho desse ano. Padrinhos: Joaquim Veloso, pedreiro, e Maria Afonso, lavradeira, solteiros. // Casou com Gracinda, de 19 anos de idade, sua conterrânea, filha de Manuel Francisco Alves e de Maria Domingues, na CRCM, a 8/7/1920. // Ambos faleceram em Cousso: a esposa a 13/11/1940 e ele a 2/3/1963.  

 

AFONSO, Silvestre. Filho de Rosa Afonso. Nasceu em Cousso a --/--/1938 (NM 414).

 

AFONSO, Valeriano. Filho de ------------ Afonso e de -------------------------------------------. Nasceu a --/--/18--. // Casou a --/--/1916 com Rosa Alves (Correio de Melgaço n.º 222, de 29/10/1916). // Sem mais notícias.

continua...