domingo, 19 de novembro de 2023

MELGAÇO: Padres, Monges e Frades.

Por Joaquim A. Rocha



 // continuação de 11/08/2023.


LIMA, Joaquim Ribeiro de Campos (Padre). // Nasceu na freguesia de Forjães, Esposende. // Paroquiou a freguesia de Fiães, Melgaço, de onde, em Outubro de 1944, transitou para a da Gave. // No jornal ia lembrando, ou pedindo. Leia-se o seu artigo publicado no Notícias de Melgaço n.º 702, de 17/9/1944: «Lembrar ou pedir? Sempre foi nossa intenção, é e será, fazer uma e outra coisa, como já temos afirmado. Lembramos o que aos outros vai passando desapercebido, e pedimos o que é de justiça pedir – uma estrada que ponha fim a tão maus caminhos que ligam Fiães com a vila de Melgaço. Dizem-nos que ela já foi marcada há uns sessenta anos. Se assim é, embora se prove mais uma vez praticamente o atraso que não sei pelo que é atribuído aos portugueses, mostra ao mesmo tempo que já está alguma coisa feita, e mais nos anima a insistir, lembrando prudentemente a grande necessidade que temos de ver construída essa estrada da vila de Melgaço para Fiães e quanto antes. E neste nosso pedido supomos que não fazemos ofensa a ninguém, pois estamos convencidos do grande benefício que da estrada todos vão tirar, a principiar pelo Estado Novo, como já dissemos no último número que saiu. Benefício tira ainda Portugal, porque sendo a única nação da Europa que se destaca de todas as outras pela dignidade de sexo, é preciso que os seus melhoramentos estejam de harmonia com essa dignidade, o que só se pode afirmar quando esses melhoramentos se estenderem a todos os cantos do país. Por isso mesmo, imos pedindo sempre até vermos Fiães e todas as aldeias sertanejas com as suas escolas, os seus fontenários de águas limpas, e as suas estradas, para em coro uníssono esses habitantes das serras dizerem numa só voz com os habitantes das vilas e cidades: “Portugal, quanto às nações,/É modelo a imitar;/Isso se deve ao grande homem,/Oliveira Salazar.” // Fiães, 13/9/1944. // No Notícias de Melgaço n.º 703, de 24/9/1944, publicou a seguinte quadra: «Se tu morres de desgraça/Pecador, que andas perdido;/O inferno há de ser/Para sempre o teu castigo.» // Nesse ano de 1944, no Notícias de Melgaço n.º 705, de 8/10/1944, página 4, publicou um poema dedicado a São Francisco de Assis e a Santa Teresinha do Menino Jesus. // Em 1947, 2 de Maio, foi a Fátima, juntamente com o pároco da vila de Melgaço, padre Justino Domingues, e com as raparigas da juventude católica melgacense; iam assistir à Grande Peregrinação Internacional, além de outras pessoas (NM 816, de 4/5/1947). // No jornal Notícias de Melgaço n.º 834, de 28/9/1947, Notícias de Melgaço n.º 835, de 12/10/1947, e Notícias de Melgaço n.º 841, de 3/12/1947, aparecem artigos da sua autoria, pedindo à Câmara Municipal, ou ao Estado Novo, uma estrada de Pomares à Gave, pois o caminho que existia «é estreito, e sempre cheio de água e lama.» Remata o 1.º artigo com uma quadra: «Ó Virgem Santa Maria/Permiti seja verdade;/A vinda desta estrada/De Pomares para a Gave.» E no 2.º: «Ajudai, Virgem Maria/A nossa autoridade;/A conseguir a estrada/De Pomares para a Gave.» E no 3.º: «Se Melgaço está dentro dos limites da pátria, tenham pois os melgacenses estradas para todas as freguesias, como têm os outros povos.» E remata com uma quadra: «E, então, a boa gente/Remediado este mal/Dirá, ao ver a estrada:/Viva, viva, Portugal.» // - Só lhe faltou escrever: queremos uma estrada: - De Pomares para a Gave, ou da Gave pra Pomares; oxalá haja vontade, e milagre de avatares. // Depois da estrada, pediu para a Gave um cemitério novo, pois aquele que existia não era suficiente. No final do seu artigo, escreve: «Ó meu bom Deus, ajudai-me/A sair bem desta vida;/Dar cemitério a cadáveres/Que hoje ainda tem vida» (NM 842, de 14/12/1947). // No Notícias de Melgaço n.º 867, de 1/7/1948, publicou a seguinte quadra, à qual deu o título de “Má-Língua”: «Cuidado com a má-língua/Que tem sempre por feição/Dizer mal de quase tudo,/Tenha, ou não tenha, razão.» // No Notícias de Melgaço n.º 874, de 3/10/1948, publica um longo poema, através do qual pede o comboio para Melgaço. // Segundo me contou o Professor Dr. José Marques, o padre Campos Lima percebia muito de plantas medicinais, chegando mesmo a curar algumas pessoas; também disse que certo dia partiu, regressando anos depois de África, indo residir na sua terra natal, onde provavelmente acabou seus dias. // Graças à colaboração da freguesia de Forjães consegui os seguintes dados: «Joaquim Ribeiro de Campos Lima, filho de Manuel José Ribeiro Lima e de Ana Alves de Campos, neto paterno de José Dias Ribeiro Lima e de Maria Josefa Eiras de Meira Torres e materno de Manuel Dias de Campos e de Ana Joaquina Alves. Nasceu a 16/10/1903, no lugar do Matinho, e faleceu em Forjães a 7/10/1980. Concluídos os estudos nos Seminários de Braga, foi ordenado sacerdote a 18/9/1932 e cantou missa nova no dia seguinte em Forjães. Foi pároco de São Martinho de Lago, arciprestado de Amares, desde Setembro de 1932 a 30/6/1938. A seguir, de Setembro de 1938 a 31/10/1941, paroquiou a freguesia de Santa Marinha de Remelhe, arciprestado de Barcelos. De Dezembro de 1942 a Janeiro de 1944, esteve na Galiza, Espanha. Em Janeiro de 1943 encontrava-se no então convento franciscano de Vilariño de la Ramalhosa, concelho de Gondomar, diocese de Tui. De Março a Outubro de 1944 trabalhou em Santa Maria de Fiães, arciprestado de Melgaço. Em Outubro de 1944 tomou posse como pároco de Nossa Senhora da Natividade de Gave, arciprestado de Melgaço, onde permaneceu até Agosto de 1948. De Outubro de 1948 a Outubro de 1949 reside em Forjães, ajudando os párocos desta freguesia e de São Paio de Antas. Em finais de Abril de 1949, durante a doença do pároco desta freguesia, padre António Dias Ferreira, assume o trabalho paroquial até 30/6/1949. A 14/10/1949 parte para Angola, diocese de Nova Lisboa (hoje Huambo). Aqui assume a paróquia de Nossa Senhora de Fátima de Longoujo e a paróquia de São João Batista de Lepi em Caála. Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1425, de 4/2/1962: «Recordando. I Ó Gave, tão linda terra/em belezas naturais;/ És digna de tudo o que tens/e ainda de muito mais. // II Quando em ti trabalhei// disso estás bem lembrada,/que de Pomares para a Gave/sempre pedi uma estrada. // III Se há quem guarde os jornais,/consultá-los já deve ir;/para o que neles escrevi/ voltarem a repetir;/quando estive em Fiães/no meu: Lembrar, ou pedir?... // IV Porque não temos, se tanto precisamos?.../ já na Gave eu escrevia:/sempre a pedir a estrada/para essa freguesia. // V Sem estrada, e maus caminhos, /o mesmo assunto tratava;/no Jornal de Melgaço/ que se imprimia em Braga. // VI Quando fomos as esmolas/ao hospital levar/disse: não nos dando a estrada/não podemos cá voltar. // VII E ela foi prometida /bem disso a Gave se lembra;/pelo presidente da Câmara/Doutor Elísio Pimenta. // VIII  Não pensem que é invenção/pois sempre falo a sério;/fez essa promessa junta/à do novo cemitério. // IX Rematei alguns artigos/pedindo que fosse verdade/ir depressa a estrada/de Pomares até à Gave. // X Isso peço ainda agora/pois tu, linda freguesia/és também, como as outras/terra de Santa Maria. // XI As autoridades locais/que representam o povo/peçam com quem de direito/essa estrada ao Estado Novo. // XII Tenho por ti saudades/pelas belezas que tens/e quero que tenhas estrada para dar-te os parabéns. // XIII Que deus do céu não esqueça/perante o Estado Novo/que a Gave é das terras/onde vive o melhor povo. // XIV Termino com uma palavra/que tem maior embaraço/escrevia-a “É de justiça”/e repito-a sem cansaço:/pois julgo ser de justiça/vir a linha de comboio/de Monção até Melgaço.» // Longonja, Angola, 13/1/1962. // Do amigo da Gave e de Melgaço. // Padre Joaquim Ribeiro de Campos Lima. // Regressa a Forjães depois do 25 de Abril de 1974, auxiliando o pároco, padre Dr. Justino Moreira da Silva. Graças à generosidade do padre Joaquim Campos Lima, a ele se deve o arranjo do adro (obras terminadas a 16/7/1978) e da igreja, a construção do escadório de Santa Marinha (obras concluídas a 16/7/1979), a construção das capelas do Senhor dos Passos e de Nossa Senhora das Dores, no adro da igreja, em 1958 (!?), e a da Senhora das Curas, no lugar do Matinho.  

 

LIMA, José Rodrigues (Padre). // Em 1966 era presidente da “Associação Mútua de Seguros de Gado Bovino”, com sede na freguesia de Chaviães. // A ideia de criar esta associação foi de Amadeu Abílio Lopes, emigrante no Brasil. // Ver Notícias de Melgaço n.º 1610, de 25/9/1966.

 

LIMA, Manuel Armindo (Padre). Filho de Manuel Luís de Lima, natural de Rouças, e de Maria Esteves Calçada, natural da freguesia de Chaviães. Neto paterno de Justiniano de Lima e de Albina Pinheiro; neto materno de Justino Esteves Calçada e de Rosa Maria Alves. Nasceu em Chaviães a --/--/1938 (Notícias de Melgaço n.º 411). // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1482, de 25/8/1963, página 5: (…) // Pertenceu aos padres missionários da Boa Nova e foi assassinado em Angola a 3/2/1982 (verA Voz de Melgaço” n.º 1140, de 15/6/2000).

 

LIMA, Manuel Bento (Padre). // A 18 de Agosto de 1768 era encomendado na freguesia da vila de Melgaço, SMP.

 

LIRA, Luís António da Costa (Padre). Filho de Manuel Fernandes da Costa e de Maria Angélica da Silva Lira, esta natural da freguesia de Santa Maria dos Anjos, Monção. Nasceu no século XVIII (em Paderne ou Monção). // Pouco se sabe da sua atividade religiosa.  

 

LIRA, Manuel da Cunha (Padre). // A 24/10/1713, na igreja de SMP, foi padrinho de Manuel, que nascera cinco dias antes, filho de Manuel Lourenço e de Inês de Araújo, moradores no lugar de Galvão. // Foi abade de Rouças, provedor da Santa Casa da Misericórdia de Melgaço em 1714 e 1715. // Benzeu e cantou a 1.ª missa na capela da Pastoriza a 17/8/1727. Idem, idem, na capela de São Mamede de Cavaleiros, a 13/7/1740. Também benzera a capela de São Paio (mais tarde de Santa Rita) da Eira de Vilela em 1738 (ver artigo de José Marques em Diário do Minho n.º 32144, de 5/6/2019, no Suplemento da Cultura). // Faleceu a 26/1/1752.   

 

LIRA, Manuel Esteves Balanzuela (Padre). // A 28/7/1884, na igreja de Alvaredo, foi padrinho de Ninfa, nascida quatro dias antes, filha de João Esteves Lira e de Maria Benta Soares de Castro. // A 17/4/1889, na igreja de Alvaredo, foi padrinho de Helena, nascida na freguesia de Alvaredo a 14/4/1889, filha de João Esteves Lira e de Maria Benta Soares, lavradores, residentes no lugar dos Esteves. A madrinha era a avó paterna da neófita, Maria Joana Domingues de Araújo.

 

LOBARINHAS, António Álvares (Padre). // Natural do Rio do Porto (!). // Foi escrivão da Confraria das Almas de Prado a partir de 1736. // Diz o “Mário de Prado” acerca dele: «… escrevia maravilhosamente; dificilmente se encontra caligrafia mais perfeita (Padre Júlio Vaz Apresenta Mário, página 227).  

 

LOBARINHAS, António Esteves (Padre). // Foi abade de São Miguel de Prado, em Pico de Regalados, e provedor da Santa Casa da Misericórdia de Melgaço em 1680.

 

LOBARINHAS, António Joaquim Marques (Padre). // A 3 de Abril de 1820, na igreja de Paços, foi padrinho de Joaquim, nascido a 31/3/1820, filho de Avelina (ou Belina) Rosa Rodrigues, solteira. Neto materno de António Rodrigues e de Caetana Gomes, todos de Sá. A madrinha era Joaquina Luísa Esteves, solteira, também do lugar de Sá.  

 

LOBARINHAS, Domingos Gomes (Padre e Dr.) // Foi comissário do Santo Ofício e provedor da SCMM em 1696. Lê-se em “Obras Completas” de ACE, volume I, tomo I, página 356: «Morou na vila de Melgaço e isso mesmo se diz neste requerimento – Diz o reverendo padre Domingos Gomes Lobarinhas, Comissário do Santo Ofício, e morador na Calçada desta vila de Melgaço, que pela santa (?) junta foram requeridos Madalena Pires e João Gonçalves, como consta da notificação nas costas da dita santa para pagar a pensão de quatro alqueires de pão, ou nomear bens e porque tem passado o termo da lei, e não tem nomeado, nem satisfeito, pede a Vossa Senhoria seja servido dar licença para o suplicante nomear bens a penhora que bastem para pagamento e custas. E.R.M.» // Morreu na Quinta das Carvalheiras, Chaviães, a 17/10/1725. Nota: no livro “Padre Júlio Vaz Apresenta Mário”, página 227, diz-se que ele morreu no Rio do Porto. // Era irmão do padre António.   

 

LOBARINHAS, Francisco Alberto (Padre). // Foi reitor de Rio Seco e provedor da Santa Casa da Misericórdia de Melgaço em 1818.

 

LOBARINHAS, Joaquim José (Padre). // Foi pároco de Trute, Monção, e provedor da Santa Casa da Misericórdia de Melgaço em 1802.

 

LOBARINHAS, Salvador Gomes (Padre). // Sobrinho do padre Domingos Gomes Lobarinhas. // Foi provedor da Santa Casa da Misericórdia de Melgaço em 1733. 

 

LOBATO, António (Padre). Filho de Aires João de Sousa Lobato e de Florinda Gonçalves, moradores no lugar de Rabosa. Neto paterno de António José de Sousa Lobato e de Ana Joaquina da Rocha, da Casa do Rego, Alvaredo; neto materno de Manuel Joaquim Gonçalves e de Ana Maria Esteves Cordeiro, de Rabosa. Nasceu em Penso a 22/3/1858 e foi batizado na igreja no dia seguinte. Padrinhos: João José Pires e sua esposa, Catarina Luísa Pires, de Rabosa. // Em 1891 era cura na freguesia de Penso. // Passou a coadjutor. // A 17/2/1895, na igreja de Penso, foi padrinho de Antonino, nascido quatro dias antes, filho de Manuel Joaquim Fernandes “Capelas” e de Adelaide da Mota Bastos. // A 4/4/1901, na igreja de Paderne, foi padrinho de Rosalina Gonçalves, nascida três dias antes. // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 8, de 14/4/1929: «Anúncio. Comarca de Melgaço. Editos de 30 dias (1.ª publicação). Por este juízo de direito e cartório do escrivão do 1.º ofício correm editos de trinta dias, a contar da 2.ª e última publicação deste anúncio no jornal desta localidade, citando a ré, Juliana [da Pureza] Esteves, solteira, maior, da freguesia de Penso, desta comarca, e ausente em parte incerta, para todos os termos da ação de paternidade ilegítima pelo processo ordinário, que neste juízo corre seus termos, na qual é autor António Fernandes Dias, que também é conhecido por Antonino F. Dias, empregado comercial, residente na cidade de Lisboa, e réus José Torquato de Sousa Lobato, mulher e outros, todos herdeiros do falecido António de Sousa Lobato, presbítero que foi do lugar da Rabosa, Penso, na qual o autor pede que a referida ação seja julgada procedente e provada, e por via dela ele julgado e declarado filho ilegítimo do referido António de Sousa Lobato, pelo que correm editos de trinta dias, citando a mencionada ré, para no prazo de vinte dias, findo que seja o dos editos, contestar o pedido sob pena de se haverem por confessos todos os factos articulados na petição inicial da mesma ação, devendo o prazo legal para a contestação principiar a contar-se depois de decorridos cinco dias, da data em que findar o dos editos. // Melgaço, 11/4/1929. // Verifiquei – o juiz de direito substituto, Augusto Lima. // O escrivão do 1.º ofício, João Afonso

 

LOBATO, Manuel António de Sousa (Padre). Filho de Bento Manuel Sousa Lobato e de Maria José Esteves, lavradores, padernenses, a residirem no lugar de Vilar. Neto paterno de António José de Sousa Lobato e de Ana Joaquina da Rocha, do lugar do Rego, Alvaredo; neto materno de João Manuel Esteves e de Ana Fernandes, do lugar da Granja. Nasceu em Paderne a 28/1/1841 e foi batizado na igreja do mosteiro no dia seguinte. Padrinhos: os tios paternos, padre António José de Sousa Lobato e sua irmã, Emília, do Rego, Alvaredo. // Foi pároco em Alvaredo, etc. // A 1/8/1871, na igreja de Penso, foi padrinho de Ana Maria, nascida a 30 de Julho desse ano, filha de Aires João de Sousa Lobato e de Florinda Gonçalves, moradores no lugar da Rabosa, freguesia de Penso. A madrinha, Ana de Sousa Lobato, era irmã do padrinho. // A 10/6/1872, na igreja de Paderne, foi padrinho de Feliciano, nascido dois dias antes, filho de José Joaquim Alves e de Adelaide de Sousa. // A 21/11/1872, na igreja de Alvaredo, foi padrinho de Manuel Gonçalves, nascido três dias antes. // A 3/8/1874, na igreja de Paderne, foi padrinho de António Rodrigues, nascido no dia anterior. // A 23/2/1876, na igreja de Alvaredo, foi padrinho de Manuel, nascido dois dias antes, filho de António de Abreu e de Maria Teresa Rodrigues. // A 27/2/1876, na igreja de Alvaredo, onde era coadjutor do abade, foi padrinho de José de Castro, nascido dois dias antes. // A 20/1/1877, na igreja de Alvaredo, foi padrinho de José Lobato, nascido dois dias antes. // A 12/2/1877, na igreja de Alvaredo, foi padrinho de Ilídio Magalhães, nascido cinco dias antes. // A 5/4/1877, na igreja de Alvaredo, foi padrinho de Manuel Rodrigues, nascido seis dias antes. // A 19/9/1880, na igreja de Alvaredo, foi padrinho de Angelina Rosa, nascida antes cinco dias, filha de António José Rodrigues e de Brites Alves, rurais. // A 4/1/1882, na igreja de Paderne, batizou e foi padrinho de Firmino de Carvalho, nascido a 31 de Dezembro de 1881. // A 16/2/1882, na igreja de Alvaredo, foi padrinho de Manuel, nascido dois dias antes, filho de António de Abreu e de Maria Rodrigues. // A 16/4/1883, na igreja de Alvaredo, foi padrinho de Rosa Rodrigues, nascida dois dias antes. // Em 1885 era encomendado da freguesia de Paderne; depois foi coadjutor. // A 2/7/1885 foi padrinho de Manuel, filho de António de Abreu e de Maria Rodrigues, lavradores, nascido no lugar do Barbeito, Alvaredo, a 30/6/1885. // Também a 2/7/1885, na igreja de Alvaredo, foi padrinho de Manuel, nascido nesse dito dia, filho de Luís Manuel Alves e de Ana de Sousa Lobato. // A 2/12/1886, na igreja do mosteiro, foi padrinho de António Alves, nascido no dia anterior. // A 28/4/1888, na igreja de Paderne, foi padrinho de Juliana Rodrigues, nascida dois dias antes, filha de Maria Rodrigues, solteira. // A 26 de Agosto de 1888, na igreja de Paderne, foi padrinho de Ilídio, nascido nesse dito dia, filho de Joaquina Nóvoas, solteira. // A 12/8/1889, na igreja de Alvaredo, foi padrinho de Maria Alves, nascida nesse mesmo dia. // A 4/5/1891, na igreja de Paderne, foi padrinho de Felicidade Alves, nascida nesse dia, filha de Luís Manuel Alves e de Ana de Sousa Lobato. // A 27/12/1891, na igreja de Paderne, foi padrinho de Filomena Nóvoas, nascida no dia anterior. // Uns ladrões feriram-no gravemente em sua casa de Vilar, a 2/7/1892, de madrugada. Cinco rufias da pior espécie, entre os quais se encontrava António Fernandes (o Guerra, ou o Bera), de Casal Maninho, Penso, conhecido do sacerdote e da sua família. O móbil do crime era o roubo. Outro dos canalhas era galego, de Lugo. Havia um de Monção e outro de São João da Pesqueira. Morreu em consequência desse crime, na sua casa, a 22/7/1892, às seis horas da tarde. Não fizera testamento e foi sepultado dentro da igreja do mosteiro de Paderne. // Todos os assassinos foram duramente condenados, à exceção de um, o Romão Lousada, nascido na província de Pontevedra. No Jornal de Melgaço n.º 700, de 12/9/1907, pode ler-se: «Éditos de 60 dias – citando Romão Lousada, solteiro, de Verim, Espanha, para dentro de sessenta dias se apresentar neste juízo a fim de responder pelo crime que praticou, com outros, de tentar roubar na noite de 1 para 2/7/1892, os queixosos, padre Manuel António de Sousa Lobato, seu irmão António de Sousa Lobato, e cunhado, Luís Manuel Alves, de Vilar, Alvaredo, em sua própria casa, com escalamento, e aí ferir gravemente os queixosos, resultando desses ferimentos a morte do dito padre, pelo que se acha pronunciado, sem fiança, por despacho de 18/8/1892. A requerimento do Ministério Público e citado como residente em parte incerta, para comparecer dentro dos prazos dos éditos, sob pena de ser havido e julgado como revel sem mais formalidade alguma de processo, e de ser preso por qualquer pessoa do povo, e o será por qualquer oficial público, a fim de ser entregue à autoridade judicial mais próxima. Para os efeitos da lei de 18/2/1847 se passou o presente. Melgaço, 20/8/1907. S. Ribeiro (juiz); Miguel Augusto Ferreira (escrivão).» // Na altura do crime tinha o Lousada 24 ou 25 anos. «Era baixo, delgado, com a cara redonda…» e «… trazia sempre entre a cinta e o colete uma boa navalha de ponta e mola. // Parece que nunca foi castigado por este hediondo ato. // O julgamento dos criminosos tivera lugar no tribunal de Melgaço a 3/8/1893. O “Guerra” foi condenado a oito anos de prisão maior celular, seguido de doze anos de degredo (*). Alternativa: vinte anos de degredo. // Santiago, Alfredo, António Pinto, e João, foram condenados a oito anos de prisão maior celular, seguida de vinte anos de degredo. Alternativa: vinte e oito anos de degredo. A 7/11/1893 foi confirmada a sentença. // A 24/1/1894 partiram da cadeia do Porto para a Penitenciária de Lisboa. // O António Pinto faleceu a 21/12/1895. // O Santiago enlouqueceu e internaram-no em Rilhafoles a 28/2/1897. // Dos outros nada se sabe, mas devem ter ido para África, cumprir a pena de degredo, de onde certamente jamais voltaram. // Este monstruoso crime ficou conhecido por “Drama de Alvaredo” ou “Crime de Melgaço”. /// (*) O António Fernandes teve uma pena menor por ter colaborado com as autoridades.

 

LOBATO, Manuel Joaquim (Padre). Filho de António de Sousa Lobato, natural de São Paio, e de Maria Joaquina Martins, natural de Paços. Nasceu na freguesia de Paços a 20/1/1945. // Ordenou-se sacerdote no seminário de Braga no ano de 1969. // Em 2015 coadjuvava o pároco do Sameiro, Braga. // Em 2018 já estava internado na Casa Sacerdotal de Braga. // Em 2019 dizia missas na capela dos Terceiros, sita perto do Café do Viana, Braga. // Irmão de Rosa de Sousa Lobato.  

 

LOBO, Jácome Fernandes (Padre). // Foi abade da Vila de Melgaço de 1757 a 1766 (?). // A 10/12/1758, na igreja de SMP, foi padrinho de Manuel, nascido a 30 de Novembro desse ano, filho de Francisco Bento Pinto Cardoso e de Maria Xavier Domingues Salgado, moradores no lugar de Galvão; a criança fora batizada pelo padre Gregório Salgado, vigário da freguesia de Remoães. // A 19/4/1759, na igreja de SMP, foi padrinho de Rosa Maria, nascida três dias antes, batizada pelo padre Manuel António Pinheiro Figueiroa, filha de Manuel Vaz e de Isabel Quintela, moradores na Rua de Baixo, vila de Melgaço. A madrinha era Rosa Maria Teresa, da Quinta de Cavaleiros, Rouças. // A 30/9/1759, na igreja de SMP, batizou Josefa Benta, nascida seis dias antes, filha do Dr. José Luís Pinto Cardoso e de Inês Antónia Pereira da Rosa, moradores na Rua de Baixo, vila de Melgaço. // Ensandeceu quase no fim da vida. // Finou-se em Braga a 20/3/1768 e foi sepultado na igreja de São Vítor. Escreveu o Dr. Augusto César Esteves: «Em Melgaço não se lhe fez qualquer sufrágio por ter as rendas sequestradas e não deixar bens alguns no termo» (Obras Completas, volume I, tomo I, página 252). // Sucederam-lhe no múnus, enquanto vivo, os padres encomendados Manuel Álvares e Bento Lima; depois de morto, o sacerdote Manuel Esteves Costa (1768-1775).

 

LOBO, Manuel António Domingues Barbosa (Padre). // A 22 de Agosto de 1837, na igreja de Alvaredo, foi padrinho de Maria Rosa Lobo, nascida cinco dias antes. // A 23 de Março de 1844, na igreja de Alvaredo, foi padrinho de Benta Lobo, nascida dois dias antes. // Em 1849 morava no lugar de Bouças, freguesia de Alvaredo; colaborava com o reitor de Alvaredo, padre José de Sousa Afonso. // A 8/8/1849, na igreja de Alvaredo, batizou Maria Lourenço, nascida dois dias antes.

 

LONÉ, Manuel Pedro (Padre). // A 2/3/1776 era pároco da igreja de SMP. // A 19/4/1777 (ou 1779) representou como padrinho, ou madrinha, na igreja de SMP, Maria Vitória de Meneses, de Viana do Castelo, no batismo de Gertrudes Joaquina da Costa, nascida na vila de Melgaço sete dias antes. // A 31/7/1782, na igreja de SMP, serviu de testemunha no batismo de Ana Maria Teresa, nascida quatro dias antes, filha de Maria Vitória Fernandes Esteves, viúva, moradora na Vila de Melgaço. // Lê-se em “Obras Completas” de Augusto César Esteves, volume I, tomo I, página 252: «Deste abade tenho notícias desde 2/3/1776 até à data do seu falecimento a 10/5/1796. Sobre a renda da freguesia fez ele esta escritura a 4/9/1782 por estar “pactuado justo e contratado com Sebastião Durães, do lugar de Surribas, freguesia de Rouças, deste termo de Melgaço, de lhe arrendar a sua renda desta vila de Melgaço em preço e quantia de trezentos e oitenta mil réis por tempo de dois anos, que terão princípio… (…) Como dois anos mais tarde se viu sem fundos, contratou com o juiz da Confraria do Rosário, António José de Abreu Magalhães, da Orada, e demais mesários, receber a juro de 5% sessenta mil réis, e para garantia desse dinheiro lhes hipotecou “a sua casa, sita na Rua de Baixo, que vai da Misericórdia desta vila para as portas da vila (…)”, mas por último a escritura ficou sem efeito por o padre a não querer assinar. Por sua morte ficou a freguesia da vila, SMP, entregue aos cuidados do encomendado, padre Francisco Xavier Torres Salgado

 

LOPES, Francisco (Padre). // Foi pároco da freguesia de Cristóval e provedor da Santa Casa da Misericórdia de Melgaço em 1647. // Irmão do padre Manuel Lopes (ver).

 

LOPES, João Manuel (Padre). // Parece que em 1845 era pároco de Paços. 

 

LOPES, José (Padre). // Faleceu em Paços a 24/6/1750.

 

LOPES, José (Padre). Filho de António José Lopes e de --------------------. Neto paterno de Francisco Lopes e de Madalena Marques. Nasceu no Outeiro Alto, Galvão, no século XVIII. // Em 1781 teve de pagar à Confraria das Almas de Prado a quantia de 12.000 réis, valor de um empréstimo contraído por seu pai a 21/8/1744, tendo morrido sem o liquidar. // Foi aceite na dita Confraria a 25/8/1793, dando de entrada 1.600 réis.

 

LOPES, José (Padre). Filho de Rafael Lopes, galego, e da sua segunda esposa, Maria Gonçalves, do lugar dos Raposos, freguesia de Prado de Melgaço. Nasceu a 29/3/1752. // Ordenou-se sacerdote aí por 1775. // A 15/4/1807, na igreja de SMP, foi padrinho de José Luís, nascido na vila cinco dias antes, filho de Justo Fontanes e de Maria Benta, galega, moradores no lugar do Outeiro Alto, Melgaço. // Em 1815 exercia o seu múnus em Remoães, como encomendado. // Em 1826 morava no lugar de Bouços, Prado. // A 29/6/1826, na igreja de Prado, serviu de testemunha no casamento de Joaquim António de Araújo (Besteiro) com Ana Luísa Pinto, do lugar de Galvão, SMP. // Em 1828 edificou, ou deu início, à construção da capela de Santa Bárbara dos Bouços, Prado, que seu sobrinho e herdeiro, Dr. José Manuel Durães, se comprometeu a reedificar em 1856. // Mandou redigir o seu testamento a 23/11/1828 – escreveu-lho frei João de Nossa Senhora da Peneda, no convento das Carvalhiças. // Morreu a 2/3/1830. // O seu nome ficou registado nas Confrarias da Vila e de Prado. /// Gémeo de Luísa Lopes. /// O Dr. Augusto César Esteves diz-nos que não sabe onde ele foi buscar o apelido Araújo, que por vezes usava (ver Obras Completas de ACE, volume I, tomo II, página 508).

 

LOPES, José Manuel (Padre). Filho de Joaquim José Lopes e de Ana Maria Vaz, moradores em Sá, Paços. Nasceu por volta de 1810. // A 8/12/1834, na igreja de Paços, foi padrinho de José Joaquim, nascido dois dias antes, filho de João de Sousa e de Ana Joaquina Pires, moradores no lugar de Sá. A madrinha era Ana Joaquina da Ribeira, tia do padrinho. // Em 1838 era encomendado da freguesia de Cristóval; em 1857 era já o abade. // A 7/1/1840, na igreja de Paços, foi padrinho de Josefa Maria, nascida no dia anterior, filha de Caetano José Mendes e de Maria Josefa Lopes. // A 31/7/1840, na igreja de Cristóval, foi padrinho de José Manuel, nascido no Porto em 1839, filho de Maria Josefa Garcia, galega. // Em 1850, na igreja de Cristóval, batizou Caetano de Carvalho. // A 7/11/1852, na igreja de Paços, foi padrinho de Luís, nascido dois dias antes, filho de João Manuel Durães e de Francisca Caetana Pires. // A 22 de Novembro de 1854, na igreja de Paços, foi padrinho de José Manuel nascido dois dias antes, filho de Francisca Caetana Pires. // A 7/6/1860, na igreja de Paços, foi padrinho de Maria Caetana, nascida a 5/6/1860, filha de João Manuel Durães e de Francisca Caetana Pires, lavradores, do lugar de Sá. A madrinha era Maria Josefa Lopes, viúva, irmã do padrinho. // Em Março de 1878 ficou doente e foi substituído temporariamente pelo padre José Maria Mendes. // Morreu no lugar da Igreja a 24/10/1878, com sessenta e oito anos de idade, sem sacramentos, por não dar tempo, sem testamento, e foi sepultado na igreja de Cristóval. 

 

LOPES, Luís António (Padre). Filho de José Joaquim Lopes e de Maria Joaquina Gomes Calheiros, moradores no lugar de Trás-do-Coto, Prado. Neto paterno de Diogo Manuel Lopes e de Maria Joaquina Gomes; neto materno de Luís Manuel Gomes Calheiros e de Maria Caetana Gonçalves. Nasceu em Prado a 19/7/1854 e foi batizado na igreja paroquial a 23 desse mesmo mês e ano. Padrinhos: José Manuel Gomes Calheiros, solteiro, e sua mãe, Maria Caetana Gonçalves, todos do lugar de Bouços, Prado. // Em Junho de 1881, na igreja de Prado, foi padrinho de Aníbal Amador (ou Aníbal Amadeu), nascido a 14/6/1881, filho de João José Lopes e de Angelina Perpétua Esteves, moradores no lugar dos Bouços. A madrinha, Genoveva Augusta, era tia do batizando. // A 15/3/1884, na igreja de Prado, foi padrinho de José Manuel, nascido quatro dias antes, filho de João José Lopes e de Angelina Perpétua Esteves, moradores no lugar dos Bouços. A madrinha era Palmira Augusta Camanho, residente no lugar do Carvalhal. // A 29/5/1891 batizou, na igreja de Prado, Francisco António de Barros, nascido três dias antes. // Foi pároco encomendado de Vila do Conde. // Deixou de exercer a sua atividade devido a ter ensandecido. // Finou-se a 14/6/1921 na sua casa de Trás-do-Coto, Prado. // Lê-se no livro “Padre Júlio Apresenta Mário”, página 244: «Parece-me que estou a vê-lo: chapéu de coco, muito coçado, botas-de-elástico, um tanto ou quanto estafadas pelo uso, e sempre “fincado” no seu inseparável cajado de junco, no extremo do qual tinha enroscado, numa união de tubo de ferro, um espigão do mesmo metal, que no seu dizer era remédio santo para os cães desavergonhados. Muitos dos seus ditos, por espirituosos, ficaram célebres. Nos momentos lúcidos, se alguém lhe pedia um conselho, dava-o; e, pode-se crer, que era sempre bom. Se, porém, o consulente lhe fizesse objeções, o bom do padre Luís rematava invariavelmente: - «Arre burro!… Arre! … besta! Segue lá o teu caminho!» Voltava as costas e retirava imperturbável. Como eu recordo os ditos e a figura simpática do padre Luís “Manco”. Que Deus o tenha no Céu 

 

LOPES, Manuel (Padre). // Lê-se em Obras Completas de Augusto César Esteves, volume I, tomo I, página 250: «Em 25 de Junho de 1678 arrendou os frutos da sua igreja e os da anexa São Lourenço de Prado, por 140$000 réis, a João Domingues, da Calçada, e ao mercador da vila, Domingos Correia, reservando porém os dízimos da pesqueira da Foz e do quarto da pesqueira dos Garrotes. Com a mesma reserva destes dízimos arrendou ele a 27/12/1681, a seu parente José Pereira, da vila, metade dos frutos, mas só da freguesia da vila, a começar em dia de São João desse ano, por 60$000 réis limpos, por serem livres de todos os encargos, “assim de visitas como de colheita do seminário e jantar da Câmara desta vila que se costuma dar todos os anos pelo abade da vila…” Era irmão do padre Francisco Lopes, pároco da freguesia de Cristóval. // A 22/12/1689 a Confraria das Almas fez-lhe o primeiro ofício dos mortos

 

LOPES, Manuel (Padre). // Faleceu na Vila de Melgaço a 14/1/1813.

 

LOPES, Pero (Padre). // Foi pároco de Cristóval e provedor da Santa Casa da Misericórdia de Melgaço em 1625.

 

LOURENÇO, António Joaquim (frei António Joaquim da Neiva). Filho de Manuel José Lourenço e de Antónia Maria Afonso, lavradores, roucenses, residentes no lugar do Crasto. Nasceu na freguesia de Rouças a 14/7/1813. // Presbítero. // Morreu a 9/7/1898, no lugar do Crasto, da dita freguesia, com todos os sacramentos, com 85 anos de idade, com testamento, e foi sepultado no cemitério paroquial. // O jornal “Valenciano” n.º 1875, de 21/7/1898, dá-nos a notícia da sua morte: «faleceu na sua casa do Crasto, Rouças, o reverendo António Joaquim Neiva, último frade que existia por aqueles sítios. Nasceu a 14/7/1813, contando por isso 85 anos. Principiou os seus estudos no Convento de Santo António, da Vila de Melgaço, passando a noviço da ordem para o Convento de Caminha, onde mais tarde professou. Em 1834 – sendo expulsos os frades – dirigiu-se com outros a Lisboa, tomando, perante o patriarca, ordens de subdiácono, diácono e missa em 1838 

 

LOURENÇO, António Luís (Padre). Filho de João Luís Lourenço e de Maria Joana Gonçalves Romeu. Nasceu por volta de 1797. // Em 1842 era o reitor de Fiães. // Antes de vir para esta freguesia, fora pároco colado em Ganfei, Valença. // A 7/7/1862 na igreja de SMP, foi padrinho de Vitorino Joaquim Esteves, nascido onze dias antes. // A 10/9/1865, na igreja de Fiães, foi padrinho de Maria Rosa Domingues, nascida seis dias antes. // A 30/1/1870, na igreja de Fiães, foi padrinho de Maria Rosa Domingues, que nascera cinco dias antes. // Morreu a 2 de Maio de 1873, no lugar de Soutomendo de Cima, Fiães, com 76 anos de idade. // Deixou testamento. 

 

LOURENÇO, Bento (Padre). // A 16/7/1774, na igreja de SMP, batizou João Manuel da Costa, nascido três dias antes.

 

LOURENÇO, Estêvão (Padre). // A 23/11/1354 era pároco de SMP (Padroado Medieval Melgacense, página 96, de José Domingues, edição da CMM, 2004).

 

LOURENÇO, João (Padre). Filho de Lourenço da Gaia e de Maria Rodrigues, moradores na Quinta de Alote. // Deve ter terminado o curso de sacerdote nos anos quarenta do século XVII. // Foi ele que mandou construir a capela de Barata, São Paio, no século XVII, dedicada à “Virgem Nossa Senhora da Esperança”, mais tarde conhecida por “São Bento de Barata”. A 11/3/1651 fez a escritura do dote a favor da dita capela. A escritura foi feita na casa do dotador, situada no lugar da Ponte de Alote, pelo notário Francisco Soares de Brito. // Ver o artigo do Professor José Marques no Diário do Minho, de quarta-feira, 19/2/2020, Caderno Cultura.

 

LOURENÇO, Manuel (Padre). Filho de Manuel Lourenço, lavrador, do lugar de Aldeia, Rouças, e de Maria Rosa Fernandes, lavradeira, do lugar de Doma, Castro Laboreiro. Neto paterno de Manuel Lourenço e de Ludovina Pires; neto materno de Manuel José Fernandes e de Ana Rosa Fernandes. Nasceu em Cavaleiros, Rouças, a 17/10/1922. // Estudou em Braga, ordenou-se a 8/7/1945, e cantou missa nova em Rouças a 22/7/1945. // Foi pároco de Fiães desde 1945, chegando a pastorear também as freguesias de Chaviães e de Cristóval (esta última desde 1979). // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 933, de 21/5/1950, referindo à festa da Senhora de Fátima, realizada no Monte do Facho, Cristóval, a 13/5/1950: «Ao meio dia teve início a missa campal, cantada pelo reverendo padre Manuel Lourenço, abade de Fiães, acolitada pelo nosso reverendo abade e pelo reverendo padre António Domingues, pároco de Chaviães.» // Além de sacerdote, também se meteu na política; foi vereador da Câmara Municipal de Melgaço na década de cinquenta, tendo sido suspenso desse cargo por decisão do Conselho Municipal a 13/9/1957. // Em 1959, no palco do Cine Pelicano, apresentou “Os Modestos”, que se estreavam «com uma espetaculosa revista local» «e em poucas e compreensivas palavras soube concentrar e transmitir a beleza do espetáculo» (Obras Completas de Augusto César Esteves, volume I, tomo I, página 106). // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1570, de 26/9/1965: «No passado dia 21 comemorou-se nesta vila o dia da Guarda-Fiscal, com o seguinte programa – às oito horas foi hasteada a bandeira nacional perante a formatura de todos os sargentos e praças da secção desta vila. Pelas 9,30, na igreja matriz e pelo reverendo abade de Fiães, senhor padre Manuel Lourenço, foi celebrada missa em honra de São Mateus, padroeiro da corporação, assistindo, além de todo o pessoal de folga, o distinto comandante da secção senhor tenente Júlio Aires Crespo. Às 10,30 horas, na parada interior do quartel, o referido comandante proferiu uma brilhante palestra alusiva ao ato, finda a qual foi servido a todos os presentes um aperitivo.» // A fim de conseguir mais uns escudos mensais, a partir de 1976 tornou-se professor de religião e moral na Escola Secundária de Melgaço. // Foi diretor do jornal “União Raiana”, já extinto. // Foi arcipreste de Melgaço, o 4.º, de 1987 até à sua morte a 17/9/1990. // Nota: segundo consta, teria sido ideia sua a construção do monumento ao emigrante na avenida de Fiães, perto do mosteiro, inaugurado em 1973. // (ver VM 925).   

 

LOURENÇO, Rui (Padre). A 2/6/1432 era pároco da igreja de Santa Maria do Campo. // A 24/3/1472 era pároco da igreja de SMP (ver Padroado Medieval Melgacense, de José Domingues, páginas 97 e 103, edição da CMM, 2004).

 

LUÍS DE JESUS (Frei). // Foi o 26.º guardião do convento das Carvalhiças, SMP. Tomou posse a 13/7/1806.

 

LUÍS DE JESUS MARIA JOSÉ (Frei). // Foi o 17.º guardião do convento das Carvalhiças, SMP. Tomou posse a 17/12/1786 e terminou o mandato a 19/5/1788 «dia em que partiu [de Melgaço] para o Capítulo do padre-mestre frei Manuel de Santa Ana, Provincial, a celebrar no convento de Viana (Obras Completas de ACE, volume I, tomo II, página 389).  

 

MACHADO, Luís José de Faria. // A 6/8/1821, na igreja matriz de SMP, foi testemunha no casamento de Bento José Dias com Maria Josefa Monteiro Marques. 

 

MACHADO, Luís Manuel de Araújo (Padre). // Em 1827 era pároco da freguesia de Prado, concelho de Melgaço.


MACHADO, Manuel Joaquim Domingues (Padre). Natural da Gave. // A 21/10/1867, na igreja da Gave, serviu de testemunha no casamento de Joaquim Alves, natural de Cousso, com Madalena Rodrigues, natural da Gave. // A 11/12/1870, na igreja de Cousso, batizou Manuel Francisco Pires, nascido no dia anterior. // A 29/9/1876, na igreja da Gave, serviu de testemunha no casamento de José Albino Caldas com Angelina Fontes Gonçalves. // A 13/8/1879, na igreja da Gave, foi padrinho de António Duque, nascido no dia anterior.

 

MACIEL, César Manuel Araújo (Padre). Nasceu em Monserrate, Viana do Castelo (ver “A Voz de Melgaço” de 1/5/2021), a 9/6/1982. Ordenou-se sacerdote a 27/7/2008. Logo a seguir foi nomeado para exercer o seu múnus em Castro Laboreiro, Lamas de Mouro, Gavieira e Peneda. Substituiu o padre Aventino Freitas (VM 1299, de 1/8/2008). // cesarmaciel82@gmail.com // «Padre César Manuel Araújo Maciel e padre Raul de Oliveira Fernandes são nomeados párocos “In Solidum” das paróquias de Divino Salvador da Gavieira, incluindo a capelania do Santuário (Arcos de Valdevez), Nossa Senhora da Visitação de Castro Laboreiro, Santa Maria de Cubalhão, São Tomé de Cousso, Nossa Senhora da Natividade da Gave, São João Batista de Lamas de Mouro, São Mamede de Parada do Monte, São Paio e Divino Salvador de Paderne, Arciprestado de Melgaço, sendo moderador o padre Raul de Oliveiros Fernandes. Agradecemos, aos sacerdotes que são dispensados dos serviços que têm prestado, a generosidade e dedicação com que os realizaram, e àqueles que assumem novos serviços, a disponibilidade com que os aceitaram. Viana do Castelo, 8/11/2017. Anacleto Cordeiro Gonçalves de Oliveira, bispo de Viana do Castelo.»  


MAGALHÃES, Abílio Augusto (Padre). Filho de Maria de Jesus de Magalhães, solteira, lavradora, a morar em companhia dos pais no lugar da Tapada. Neto materno de Manuel Tomaz de Magalhães e de Jerónima Luísa Alves. Nasceu em Chaviães a 9 de Fevereiro ou 9/3/1879 e foi batizado pelo pároco de Paços, padre António Esteves, a 19 desse mês e ano. Padrinhos: o dito padre António Esteves e Amélia Angelina de Magalhães, solteira. // Em 1908 concluiu, no Seminário de Braga, o 2.º ano do Curso Teológico. // Ordenou-se sacerdote em 1909 (VM 1398, de 1/11/2016). // A 9/7/1911, na igreja de Chaviães, foi padrinho de Alzira da Trindade, nascida a 27/6/1911, filha de Américo Augusto da Silva e de Trindade Marinha Domingues. // A 27 de Abril de 1912, na igreja de SMP, foi padrinho de Flora Jovita Ribeiro, nascida a 28 de Março desse dito ano. // O seu tio, António J. Alves de Magalhães, emigrante no Brasil, deixou-lhe, aquando da sua morte, algum dinheiro em testamento. // Em 1914 era pároco da freguesia de Barbeita; a sua irmã, Virgínia, devia residir com ele, pois casou com um jovem dessa freguesia monçanense (Correio de Melgaço n.º 123, de 3/11/1914). // Morreu em Barbeita, Monção, a 19/5/1942.

 

MAGALHÃES, António (Padre). Filho de --------------- Gomes de Abreu Magalhães e de -----------------------. // Foi capelão da SCMM muitos anos. // Instituiu um vínculo para a capela de São Julião a 10/9/1755. // Faleceu a 9/3/1756. // Tio de Boaventura Gomes de Abreu Magalhães.   

 

MAGALHÃES, António de Abreu (Padre). Filho de António Gomes de Abreu, tabelião da Vila e termo de Melgaço, e de Jerónima Gomes de Magalhães. Deve ter nascido no início do século XVIII. // A 8/11/1724 ingressou, como irmão, na Confraria das Almas, com sede na vila de Melgaço (ver O Meu Livro das Gerações Melgacenses, volume II, página 79). // Foi pároco de Santa Cristina de Arões, Guimarães, e provedor da Santa Casa da Misericórdia de Melgaço em 1765 e 1766. // Deve ter sido um dos que assinou o pedido ao Ministro Provincial para que os franciscanos viessem para Melgaço (Obras Completas de ACE, volume I, tomo II, página 380). // Ordenou o seu testamento a 10/9/1775 e morreu a 15/12/1775. // Era tio de frei Jerónimo José Gomes de Magalhães, da Casa de Julião de Baixo.     

 

MAGALHÃES, Bernardino José de Caldas (Padre). Nasceu em Alvaredo. // A 27/3/1836, na igreja de Prado, foi padrinho de Joaquim Bernardino, nascido no dia anterior, filho do Dr. José Manuel de Araújo Durães e de Teresa Aniceta de Caldas Magalhães, moradores no lugar dos Bouços, Prado. A madrinha, Joaquina Rosa de Caldas Magalhães, era irmã do padrinho. // A 30/7/1836, na igreja de Paderne, foi padrinho de José Joaquim, nascido três dias antes, filho de José Caetano Gomes e de Francisca Antónia Domingues, moradores no lugar da Várzea. // A 21/2/1841, na igreja do mosteiro de Paderne, foi padrinho de Bebiana, nascida dois dias antes, filha de Caetano José Pires e de Francisca Antónia Domingues.

 

MAGALHÃES, Daniel Augusto Gomes (Padre). Filho de Serafim Miranda de Magalhães e de Emília Maciel Gomes. Nasceu em Barroselas, Viana do Castelo, a 15/5/1956. // Frequentou três seminários arquidiocesanos de Braga: Senhora da Conceição, Santiago, e Conciliar. // Foi ordenado a 12/7/1981 e nomeado pároco de Chaviães e Paços. // Em 1985 aceitou o convite para ser professor de Religião e Moral na Escola Secundária de Melgaço. // Em 1990 era pároco de Paços e de Cristóval (interino) –> fora substituir o padre Manuel Lourenço, que morrera. // Deixou Paços em 1991. Foi substituído pelo padre Manuel Batista Calçada Pombal.    

 

MAGALHÃES, Francisco Gomes de Abreu (Padre). Filho de António Gomes de Abreu, tabelião da Vila e termo de Melgaço, e de Jerónima Gomes de Magalhães (ver O Meu Livro das Gerações Melgacenses, de ACE, volume II, p.78). Nasceu (talvez em Rouças) nos finais do século XVII. // Em Dezembro de 1709 já era clérigo «in minoribus». // Depois de terminado o curso, ficou a residir em Cavaleiros. // Paroquiou Barbeita e foi provedor da SCMM em 1732. // Justificou a sua nobreza em 1736, sendo-lhe concedida carta de armas, cujo brasão se podia ver na casa que foi sua ao cimo da Praça da República, Vila. // Foi ele que instituiu o morgadio dos Chãos. // Faleceu a 10/1/1765. // Devia ter muito dinheiro, pois até o emprestava:

 

     [SIMÕES, António José. Filho de Sebastião Simões e de Catarina Alves, lavradores, residentes no lugar do Outeiro, Chaviães. // Casou com Caetana Manuela Poderé, filha de Francisco de Araújo Poderé e de Maria Rosa de Puga e Saavedra, esta da Casa de Moreira, sita em Cecriños, Creciente, Galiza. Os parentes de Caetana Manuela não gostaram desta união, visto o noivo ser de famílias humildes. As coisas não estavam a correr de feição, pois em Agosto de 1761 tiveram de pedir dinheiro emprestado ao padre Francisco Gomes de Abreu Magalhães, residente na Quinta dos Chãos, pagando juros a 5%, e para obterem o dito empréstimo (67$000 réis) hipotecaram um campo, latas e casas do “Rodovalho”, tudo no lugar do Outeiro, onde moravam; o fiador, e principal pagador, era o vizinho, António Alves da Ribeira.]     

 

MAGALHÃES, Francisco Leandro Álvares (Padre). Filho de Francisco António Álvares de Magalhães e de Matildes Alves Caldas (*), proprietários, ambos de Riba de Mouro. Nasceu nessa freguesia de Monção a --/--/1859. // Ordenou-se no Seminário de Braga. // Em 1887 tornou-se pároco (reitor) de Alvaredo, substituindo o padre João Manuel Esteves Cordeiro. // Em 1890 foi padrinho de seu sobrinho, Inocêncio Álvares de Magalhães, batizado na igreja de São Paio a 6/1/1890. // De 10/11/1899 a 23/2/1901 foi pároco de Rouças. // Em Abril de 1916 o correspondente do Correio de Melgaço escreveu: «Conhecem o reverendo Francisco Leandro Álvares de Magalhães? Pois quem não conhece esta figura de destaque, já no concelho, já no arciprestado, já no arcebispado até! É o reitor de Alvaredo. A escória tentou feri-lo (…), denunciando-o à autoridade, contrário às instituições. Claro, também, foi uma honra para sua reverência o depoimento testemunhal: - (que haviam de dizer?), mas não perdoamos à autoridade administrativa o haver procedido à inquirição, sem saber quem era o caluniador, esses biltres de má fama e raça que, com baba ultra peçonhenta, tentaram manchar um carácter ilibado: - como político, como pároco, e como homem. Nós já depusemos aqui; mas se houvermos de fazê-lo no tribunal, ou mesmo no inferno, falaremos com igual desassombro: - o reverendo reitor de Alvaredo nem um mícron passa além da baliza que lhe indica o Dever.» // Tudo isto por causa da sua ideologia monárquica, de acordo com os do “Jornal de Melgaço”. Queriam derrubar o regime, mas os republicanos ainda estavam fortes. Nesse ano fez parte de uma lista para governar a Câmara Municipal de Melgaço, como vereador; no topo constava o nome do Dr. António Augusto Durães; ele vinha logo a seguir; as eleições foram a 5/11/1916, mas perdeu-as. Na dita lista constavam os nomes de José Barbosa Martins (substituto) e Matias de Sousa Lobato (substituto para procurador à Junta Geral do Distrito). // Depois do sidonismo vingar (Dezembro de 1917), viu os seus correligionários apoderar-se, por nomeação do Governador Civil, do poder concelhio. Ele próprio foi presidente da Comissão Administrativa, substituindo o padre António Domingues, de Fiães, nessa altura reitor da freguesia de Paderne (ver Jornal de Melgaço n.º 1205, de 4/5/1918, e Jornal de Melgaço n.º 1209, de 8/6/1918). O administrador do concelho era Custódio da Costa Brito, escrivão de direito. // Nesse ano de 1918, servindo de juiz, subscreveu uma sentença, num litígio que a empresa Águas Minerais de Melgaço movia contra a viscondessa do Peso e outros. Lê-se no Jornal de Melgaço n.º 1212, de 29/6/1918: [acaba de ser resolvido o incidente da incompetência em razão da matéria que na ação com processo ordinário que a Empresa das Águas Minerais de Melgaço neste juízo move contra a viscondessa do Peso e outros, entre os quais sobressai a Empresa Limitada, por ordem do senhor Governador Civil do distrito o delegado do Procurador da República levantou ultimamente, julgando «incompetente este juízo para se ocupar da causa, portanto dos seus incidentes e apensos, declinando-a para a jurisdição administrativa.]» Subscreve esta sentença, escrita em dez páginas, o presidente da Comissão Municipal Administrativa, servindo de juiz o padre Francisco Leandro Álvares de Magalhães! // Apesar de ser presidente da Comissão Administrativa, pediu trinta dias de licença (ver Jornal de Melgaço n.º 1214, de 13/7/1918). // Morreu a 20/11/1920, numa casa do lugar da Igreja, Alvaredo, com sessenta e um anos de idade. Segundo a imprensa local, no dia anterior à morte ainda jantara «com a melhor das disposições» (Jornal de Melgaço n.º 1312, de 21/11/1920). Teve um grande funeral, segundo o Jornal de Melgaço n.º 1313, de 28/11/1920. Diz-se ali que «passou durante a vida fazendo apenas o bem.» E a prova «vimo-la bem clara no dia do seu funeral, na grande concorrência de clero e povo, coroas, choros e lágrimas que o acompanharam até ao cemitério.» // Era irmão de José Narciso, viúvo, e de Teresa... /// (*) Matildes Alves Caldas era filha de Francisco Alves Caldas e de Teresa Martins de Castro; faleceu a 17/11/1907, na residência paroquial de Alvaredo, com todos os sacramentos, no estado de viúva, com setenta e sete anos de idade, sem testamento, com filhos, e no dia 19 foi sepultada no cemitério de Alvaredo.

 

MAGALHÃES, José (Padre). Filho de Sebastião Gomes de Magalhães e de Jerónima Luísa de Araújo Souto. Neto paterno de Sebastião Esteves e de Guiomar Gomes de Abreu, da Quinta da Barqueira, Alvaredo; neto materno de António Álvares do Souto e de Maria dos Santos Araújo, da Quinta de Soengas, Chaviães. Nasceu (em Soengas, salvo erro) no século XVIII. // Foi para o seminário de Braga estudar; seus pais, como vissem que ele aproveitava, fizeram-lhe o património a 13/5/1784. // Morou em Chaviães. // A 11/8/1796, na igreja de SMP, serviu de testemunha no batismo de João José da Silva, nascido cinco dias antes. // Morreu na Pigarra, SMP, a 17/5/1803, de ataque cardíaco (flato), quando ia visitar a Quinta.    

 

MAGALHÃES, José Joaquim Caldas (Padre). Filho de Joaquim José Caldas Magalhães e de Maria de Araújo, da Quinta da Barqueira. // Em 1827 já era padre (deve ter nascido ainda no século XVIII). // A 8/7/1827, na igreja de Alvaredo, foi padrinho do seu sobrinho Anselmo José, nascido três dias antes, filho de Libório José de Caldas Magalhães e de Maria Joaquina Pereira Caldas, naturais de Penso, moradores no lugar da Barqueira, Alvaredo. // Em Maio de 1831 era pároco de Alvaredo. No dia 21 desse mês e ano, na igreja de Alvaredo, batizou Maria Rosa Domingues. // A 22/11/1832, na igreja de Prado, foi padrinho de Maria Justiniana, filha do Dr. José Manuel de Araújo Durães e de Teresa Aniceta de Caldas Magalhães, moradores no lugar dos Bouços, Prado. Neta paterna de João Caetano Durães e de Angélica Maria Lopes, do dito lugar; neta materna de Joaquim José de Caldas Magalhães e de Maria Gomes de Araújo, da Casa da Barqueira, Alvaredo, termo de Valadares, nascida em Prado a 20/11/1832. A madrinha, Joaquina Rosa, natural de Alvaredo, era irmã do padrinho. // A 29/12/1838, na igreja de Alvaredo, foi padrinho de Rosa Esteves, nascida no dia anterior. // A 10/10/1844, na igreja de Alvaredo, foi padrinho de Balbina, exposta a 4 desse mesmo mês e ano. // Morreu a 26 de Outubro de 1854. // Tio de Anselmo José de Araújo Magalhães. // Nota: não chegou a ser melgacense, pois Alvaredo só começou a fazer parte do concelho de Melgaço a partir do dia 24/10/1855.

 

MAGALHÃES, Lucas Gomes de Abreu (Padre). Filho de Pedro Gomes de Abreu e de Ana Gomes. // Morou no lugar do Viso, Chaviães, e prestou serviços à Santa Casa da Misericórdia como capelão. // Morreu a 6/8/1737. // Escreveu o Dr. Augusto César Esteves em «O Meu Livro das Gerações Melgacenses», volume II, página 101): «… ao seu funeral anda ligada uma triste e flagrante prova da indisciplina clerical desses tempos. Foi este um dos muitos padres melgacenses marcados com o ferrete da imprudência, por à sombra da fragilidade humana sacrificar nos altares de Afrodite como qualquer leigo. Assim ferreteado, decerto [que] não deixou de ser vítima dos costumes sociais, por ter sido empurrado para o breviário, quando o corpo lhe pedia matrimónio. De qualquer das formas, é certo não ter sido cauto o padre, e como deste seu proceder deixou ficar provas no mundo melgacense, aqui se invocam para ficarem conhecidos alguns dos seus descendentes. Embora no seu testamento apenas refira duas amantes – Maria Fernandes, galega, e Camila Rodrigues, portuguesa e de Paços – três foram os seus aconchegos de solteirão, porquanto naquele número de amásias também se deve incluir a Maria Gomes, solteira, [natural] da freguesia de Chaviães. Nesta mulher, a quem o padre não invocou no momento propício para pagar ao filho a desonra da mãe…» 

 

     [GOMES, Francisco. Filho do padre Lucas de Abreu Magalhães e de Maria Gomes. Nasceu em Chaviães no século XVIII. // Casou com Marta Vaz. // Moraram no lugar de Soengas, freguesia de Chaviães. // Pai de Mariana Gomes.] 

 

     [GOMES, Mariana. Filha de Francisco Gomes e de Marta Vaz. Neta paterna do padre Lucas de Abreu Magalhães e de Maria Gomes. // Casou na igreja de Chaviães a 16/11/1778, com João Manuel da Costa, filho de Manuel da Costa e de Jerónima de Moura, da referida freguesia, e neto paterno do padre João da Costa, natural de Paços, e de Faviana, solteira, do lugar de Vendas, Desteriz, Galiza, e neto materno de Pascoal de Moura e de Francisca, galega, solteira, de Crecente, Galiza.] 

 

    [MAGALHÃES, Ana. Filha do padre Lucas de Abreu Magalhães e de Camila Rodrigues. Nasceu no século XVIII. // Foi perfilhada pelo pai e dele herdou a meação dos bens livres. // Casou com Jerónimo Pereira. // Moraram no lugar do Viso, Chaviães.]

 

     [MAGALHÃES, Diogo. Filho do padre Lucas de Abreu Magalhães, morador no Viso, Chaviães, e de Maria Fernandes, galega. // Foi perfilhado pelo pai e era o seu menino querido. Dele, padre, herdou a metade dos bens livres e o prazo da Orada «embora com a obrigação de ele, e irmã Ana, esportularem a esmola de trinta mil réis para Maria, filha de Ana Vaz, de Gondufe.» (O Meu Livro das Gerações Melgacenses, de Augusto César Esteves, volume II, página 103). // Casou na igreja de Chaviães a 28/5/1742, com Jerónima de Araújo Sarmento, irmã de Maria, casada com o capitão Manuel Luís Pereira da Gama. Em uma escritura de 20/5/1742 lê-se: «que eles para haver de casar sua filha Jerónima de Araújo com Diogo de Abreu, do Viso, lhe davam e doavam, para ajuda de sustentar as cargas do matrimónio por sua morte do derradeiro cem mil réis agregados ao terço de seus bens». // Morreu a 6/8/1769. // Pai de Manuel António (1743-1750) e de Caetana (1744-?).]    

 

MAGALHÃES, Manuel António (Padre). Filho de Sebastião Gomes de Abreu Magalhães e de Jerónima Luísa de Araújo Souto. Neto paterno de Sebastião Esteves e de Guiomar Gomes de Abreu, da Quinta da Barqueira, Alvaredo; neto materno de António Álvares do Souto e de Maria dos Santos Araújo, da Quinta de Soengas, Chaviães. Nasceu (em Soengas, salvo erro) no século XVIII. // O património, a fim de ele poder ser eclesiástico, foi feito pelos pais a 21/10/1777. Hipotecaram, para o efeito, alguns bens de raiz. // Sem mais notícias. // continua...

 

terça-feira, 14 de novembro de 2023

GENTES DO CONCELHO DE MELGAÇO

Freguesia da Gave

 Por Joaquim A. Rocha 




// CONTINUAÇÃO DE 20/07/2023.


PERES

 

PERES, Maria da Purificação Martins. // Em 2000 residia no lugar da Lage, Gave. // Mãe de Sandrina Martins. // Através de anúncio publicado em “A Voz de Melgaço” n.º 1140 é citado Vítor Manuel de Jesus Peres, residente em parte incerta, com última residência conhecida na Figueira da Foz «para, querendo, no prazo de oito dias (…) deduzir a oposição que tiver ao pedido de afastamento de presunção da paternidade em relação à filha da requerente…» // Fez-se uma segunda publicação em “A Voz de Melgaço” n.º 1142, de 15/7/2000.

 

PINHEIRO

 

PINHEIRO, Boaventura Alves de Sousa. Filho de ----------------------------- e de ------------------------------------. Nasceu a --/--/19--. // No verão de 1915 fez exame do 1.º grau, com o professor António José Rodrigues, obtendo a classificação de «ótimo» (Correio de Melgaço n.º 160, de 8/8/1915).

 

PINTO

 

PINTO, Agostinho. Filho de ------------ Pinto e de ------------------------------------------------. Nasceu a --/--/18--. // Casou a --/--/1917 com Maria Rodrigues (Correio de Melgaço n.º 243, de 1/4/1917).

 

PINTO, Ernesto. Filho de Agostinho Domingues Pinto e de Maria Rodrigues. Nasceu na Gave a --/--/1919 (Jornal de Melgaço n.º 1242, de 13/4/1919).

 

PINTO, Lealdina de Jesus. Filha de Agostinho Domingues Pinto e de Maria Rodrigues. Nasceu na Gave a --/--/1917 (Jornal de Melgaço n.º 1180, de 20/10/1917).

 

PINTO, Marcelina. Filha de João Pinto e de Rosa Vaz. Nasceu na Gave por volta de 1820. // Faleceu a 18/1/1898, no lugar do Fojo, freguesia de Cousso, onde morava, com todos os sacramentos da igreja católica, com 78 anos de idade, solteira, sem testamento, sem filhos, e foi sepultada na igreja paroquial de Cousso.  

 

PIRES

 

PIRES, Ana Maria. Filha de --------- Pires e de -----------------------------------------. Nasceu por volta de 1824. // Faleceu no lugar da Baldosa, Gave, a --/--/1916, com 92 anos de idade (Correio de Melgaço n.º 221, de 22/10/1916).

 

PIRES, António Joaquim. Filho de José Maria Pires e de Ana Maria Domingues, lavradores, do lugar da Igreja, Gave. Neto paterno de Manuel José Pires e de Maria Teresa Rodrigues; neto materno de José Domingues e de Rita Gregório. Nasceu a 9/2/1860 e foi batizado nesse dia. Padrinhos: os seus avós maternos, lavradores, do dito lugar (ambos assinaram, o que não era comum nessa época). // Tinha 26 anos de idade, era solteiro, lavrador, morava no dito lugar da Igreja, quando casou na igreja paroquial a 10/1/1887 com Maria da Rocha, de 24 anos de idade, solteira, camponesa, natural de Parada do Monte, moradora no lugar de Aldeia Grande, filha de Francisco da Rocha e de Maria Ana Afonso, rurais.   

 

PIRES, António José. Filho de Manuel Joaquim Pires e de Maria Joaquina Fernandes, do Lameiro, Gave. Neto paterno de António Pires e de Joaquina Alves; neto materno de Manuel António Fernandes e de Maria Esteves. Nasceu a 11/6/1857 e foi batizado nesse dia. Padrinho: António Alves, solteiro.

 

PIRES, Aurora. Filha de António Joaquim Pires e de Maria da Rocha, lavradores, residentes no lugar da Igreja. Neta paterna de José Maria Pires e de Ana Maria Domingues; neta materna de Francisco da Rocha e de Maria Ana Afonso. Nasceu na Gave a 22/5/1898 e nesse mesmo dia foi batizada na igreja paroquial. Padrinhos: António Joaquim Dias Monteiro, viúvo, lavrador, e Rosa Duque, casada, lavradeira. // Faleceu a 15/7/1899.

 

PIRES, Benjamim. Filho de António Joaquim Pires, natural da Gave, e de Maria da Rocha, natural de Parada do Monte, lavradores, residentes no lugar da Igreja. Neto paterno de José Maria Pires e de Ana Maria Domingues, camponeses, moradores no dito lugar; neto materno de Francisco da Rocha e de Mariana Afonso, lavradores, residentes no lugar de Aldeia Grande, Parada do Monte. Nasceu na Gave a 3/5/1888 e no dia seguinte foi batizado na igreja paroquial. Padrinhos: João Domingues, morador no lugar dos Chãos, e Maria de Jesus Alves, moradora no lugar de Eiriz, solteiros.  

 

PIRES, Conceição. Filha de António Joaquim Pires e de Maria da Rocha, lavradores, residentes no lugar da Igreja. Neta paterna de José Maria Pires e de Ana Maria Domingues, camponeses, moradores no dito lugar; neta materna de Francisco da Rocha e de Maria Ana Afonso, rurais, moradores no lugar de Aldeia Grande, Parada do Monte. Nasceu na Gave a 25/4/1893 e no dia seguinte foi batizada na igreja paroquial. Padrinhos: António Joaquim Dias Monteiro, casado, lavrador, residente no lugar de São Cosme, e Conceição de Araújo, solteira, camponesa, moradora no lugar do Lameiro. // Casou na CRCM a 3/2/1913 com Manuel de Carvalho. // Faleceu na Gave a 27/11/1971.  

 

PIRES, Engrácia Rosa. Filha de Manuel Pires e de Ana Vaz Monteiro, de Cabenca, Riba de Mouro, lavradores. Nasceu nesse lugar de Riba de Mouro. // Faleceu (alienada) nos Chãos, Gave, a 14/2/1876, com 74 anos de idade, casada com Manuel Luís Duque, e foi enterrada na igreja. // Com geração. 

 

PIRES, Francisco. Filho de Manuel Pires e de Ana Vaz (?), de Cabenca, Riba de Mouro. // Casou na igreja da Gave a 30/8/1857, com Maria Joaquina, filha de Manuel Luís Afonso e de Maria Luísa, de Eiriz, Gave, concelho de Melgaço.

 

PIRES, Francisco. Filho de Rosa Maria Pires, solteira (*), camponesa, moradora no lugar de Eiriz. Neto materno de Maria Teresa Rodrigues. Nasceu a 30/3/1857 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: Francisco Rodrigues e Maria Teresa Rodrigues. // Tinha 32 anos de idade, era solteiro, lavrador, morava no dito lugar de Eiriz, quando casou na igreja paroquial a 3/8/1889 com a sua conterrânea Joaquina Rosa Duque, de 23 anos de idade, solteira, camponesa, moradora no lugar de São Cosme, filha de João Manuel Duque e de Luísa Maria Rodrigues, rurais. /// (*) Esta senhora casou mais tarde com António José Domingues.

 

PIRES, Francisco. Filho de Manuel Joaquim Pires e de Maria Joaquina Fernandes, lavradores, residentes no Lameiro. Neto paterno de António Pires e de Joaquina Alves; neto materno de Manuel António Fernandes e de Maria Esteves. Nasceu a 27/3/1863 e foi batizado nesse dia. Padrinhos: Francisco Pires, casado, lavrador, e Joaquina Pires, casada.    

 

PIRES, Jesuína. Filha de António Joaquim Pires e de Maria da Rocha, lavradores, residentes no lugar da Igreja. Neta paterna de José Maria Pires e de Ana Maria Domingues; neta materna de Francisco da Rocha e de Maria Ana Afonso. Nasceu na Gave a 22 de Maio de 1898 e nesse mesmo dia foi batizada na igreja paroquial. Padrinhos: Manuel Joaquim Domingues, solteiro, lavrador, e Carolina Rosa Esteves, solteira, tecedeira. // Faleceu a 25/1/1900. 

 

PIRES, Joana Rosa. Filha de José Pires e de Maria Domingues, lavradores, naturais de Meleiro Grande (?), freguesia de Parada do Monte. // Faleceu em São Cosme, Gave, a 6/3/1879, com 75 anos de idade, viúva de António José Domingues Machado, e foi sepultada na igreja. // Com geração.

 

PIRES, José. Filho de António Joaquim Pires, natural da Gave, e de Maria da Rocha, natural de Parada do Monte, lavradores, residentes na Gave, no lugar da Igreja. Neto paterno José Maria Pires e de Ana Maria Domingues, camponeses, moradores no dito lugar; neto materno de Francisco da Rocha e de Maria Ana Afonso. Nasceu na Gave a 11/11/1889 e no dia seguinte foi batizado na igreja paroquial. Padrinhos: José Alves, casado, e Maria de Jesus Alves, solteira, camponeses, moradores no lugar de Eiriz.

 

PIRES, José Maria. Filho de Francisco Manuel Pires e de Maria Teresa Rodrigues, lavradores, de Eiriz. // Casou na igreja da Gave a 8/9/1856 com Ana Maria, filha de José Domingues e de Rita Gregório, da Lage. // Faleceu no lugar da Igreja, Gave (onde residia), a 6/11/1872, com 39 anos de idade, lavrador, casado, e foi sepultado na igreja. // Deixou um filho.  

 

PIRES, Justino. Filho de Francisco Pires e de Joaquina Rosa Duque, lavradores, residentes no lugar de Perouteiro. Neto paterno de Rosa Maria Pires; neto materno de João Manuel Duque e de Luísa Maria Rodrigues. Nasceu na Gave a 6/4/1899 e nesse mesmo dia foi batizado na igreja paroquial. Padrinhos: Manuel Joaquim Lourenço, casado, lavrador, e Emília Ramos, solteira, camponesa. // Casou na CRCM a 16/3/1927 com Maria Veloso, de 26 anos de idade, natural do Estado de São Paulo, Brasil, filha de Joaquim Veloso e de Rosa Gonçalves. // A sua esposa faleceu na freguesia da Gave, Melgaço, a 26/7/1966. // Ele morreu também na Gave, a 26/12/1988.      

 

PIRES, Manuel Joaquim. Filho de António Pires e de Joaquina Alves, da Baldosa. // Casou na igreja da Gave, a 3/1/1855, com Maria Joaquina, filha de Manuel António Fernandes e de Maria Esteves, do Lameiro. Testemunhas do ato religioso: António Fernandes e José Duque.   

 

PIRES, Manuel Joaquim. Filho de Francisco Pires e de Joaquina Rosa Duque, lavradores, residentes no lugar de São Cosme. Neto paterno de Rosa Maria Pires, lavradeira, moradora no lugar de Eiriz; neto materno de João Manuel Duque e de Luísa Maria Rodrigues, camponeses, moradores no lugar de São Cosme. Nasceu na Gave a 11/3/1890 e foi batizado na igreja paroquial a 13 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Joaquim Lourenço e Felicidade Duque, tia materna do batizando, ambos solteiros, lavradores, residentes no lugar de São Cosme. // Tinha 20 anos de idade, era solteiro, camponês, quando casou na igreja da Gave a 30/4/1910 com a sua conterrânea Alexandrina Domingues, de 19 anos de idade, solteira, camponesa, filha de Luís Manuel Domingues e de Maria Clementina Rodrigues, lavradores.  

 

PIRES, Maria do Carmo. Filha de Manuel Joaquim Pires e de Maria Joaquina Fernandes. Neta paterna de António Pires e de Joaquina Alves; neta materna de Manuel António Fernandes e de Maria Esteves. Nasceu a 31/3/1859 e foi batizada a (?). Padrinhos: António José Alves e Rosa Fernandes.

 

PIRES, Maria Georgina. Filha de António Joaquim Pires, natural da Gave, e de Maria da Rocha, natural de Parada do Monte, lavradores, residentes no lugar da Igreja. Neta paterna de José Maria Pires e de Ana Maria Domingues, camponeses, moradores no dito lugar; neta materna de Francisco da Rocha e de Maria Ana Afonso, rurais, moradores no lugar de Aldeia Grande, Parada do Monte. Nasceu na freguesia da Gave a 27/12/1890 e no dia seguinte foi batizada na igreja paroquial. Padrinhos: José Alves, casado, e Maria de Jesus Alves, solteira, lavradores, residentes no lugar de Eiriz. // Nota: é provável que seja a mesma senhora que faleceu no lugar da Igreja, freguesia da Gave, a --/--/1929, com trinta e nove anos de idade (NM 9, de 21/4/1929).   

 

PIRES, Maria Rosa. Filha de José Maria Pires e de Ana Maria Domingues. Neta paterna de Francisco Pires e de Maria Teresa Rodrigues; neta materna de José Domingues e de Rita Gregório, do lugar da Igreja. Nasceu a 7/4/1858 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: António Domingues e Maria Rosa Domingues, todos gavienses.

 

PIRES, Rosa. Filha de António Joaquim Pires, natural da Gave, e de Maria da Rocha, natural de Parada do Monte, lavradores, residentes no lugar da Moreira. Neta paterna de José Pires e de Ana Domingues; neta materna de Francisco da Rocha e de Mariana Afonso. Nasceu na Gave a 25/11/1895 e no dia seguinte foi batizada na igreja paroquial. Padrinhos: António Joaquim Dias Monteiro e Conceição de Araújo, camponeses. // Casou na CRCM a 23/4/1926 com o seu conterrâneo José Rodrigues, de 28 anos de idade, filho de Francisco Joaquim Rodrigues e de Rosa Esteves. // Faleceu na freguesia da Gave a 8/2/1977.    

 

PIRES, Vítor Alexandre. Filho de Leonel Augusto Pires e de Maria Irene Alves, moradores em Baldosa, Gave. Nasceu a --/--/19-- e foi batizado a 8/8/1993. 

 

RAMOS

 

RAMOS, Abílio. Filho de Manuel Ramos e de Rosa Alves. Nasceu na Gave a --/--/1917 (Correio de Melgaço n.º 246, de 22/4/1917).

 

RAMOS, Amélia. Filha de Isaura Ramos. Nasceu no lugar do Lameiro, Gave, a --/--/1934 (NM 235, de 10/6/1934). // Faleceu a --/--/1938, com apenas quatro anos de idade (Notícias de Melgaço n.º 419).

 

RAMOS, Carolina. Filha de José Serafim Ramos, natural da freguesia de São Jorge de Sacos (ou Sucos), província de Pontevedra, Galiza, e de Rosa Joaquina de Castro, natural da freguesia de Badim, concelho de Monção, moradores nos moinhos da Ponte de Perouteiro, Gave. Neta paterna de Francisco Ramos e de Tomásia Martins, galegos, da dita freguesia; neta materna de Francisco Sebastião de Castro e de Rosa Ferreira, camponeses, moradores no lugar da Vailhosa, freguesia de São Julião de Badim, Monção. Nasceu na Gave a 7/12/1886 e foi batizada na igreja paroquial a 9 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Gonçalves, solteiro, camponês, morador no lugar de Aldeia, e Carolina Gonçalves, solteira, camponesa, moradora no lugar de Cerdeiras, ambos da freguesia de São Tomé de Cousso, concelho de Melgaço. // Casou na igreja da Gave a 19/9/1910 com o seu conterrâneo Bernardino Dias, de 33 anos de idade, filho de Luís Manuel Dias e de Germana Maria Esteves. // O seu marido morreu na Gave a 17/4/1956. // Ela faleceu também na Gave a 22/3/1966.     

 

RAMOS, César. Filho de Emília Ramos, solteira, jornaleira, moradora no lugar de Perouteiro. Neto materno de José Serafim Ramos e de Rosa Joaquina de Castro. Nasceu na Gave a 14/2/1910 e foi batizado na igreja paroquial a 16 desse mês e ano. Padrinhos: José Maria Claro, casado, negociante, e Arminda Esteves, solteira, camponesa.  

 

RAMOS, Clementina. Filha de Emília Ramos, solteira, camponesa, moradora no lugar de Prouteiro. Neta materna de José Serafim Ramos e de Rosa Joaquina de Castro. Nasceu na Gave a 24/3/1903 e nesse mesmo dia foi batizada na igreja paroquial. Padrinhos: Joaquim Duque, solteiro, e Rosa Duque, casada, lavradores. // Faleceu na freguesia do Laranjeiro, concelho de Almada, a 18/4/1992.

 

RAMOS, Emília. Filha de ---------- Ramos e de ----------------------------------------. Nasceu na Gave a --/--/18--. // Em 1913 a Câmara Municipal de Melgaço concedeu-lhe um subsídio de lactação por seis meses (Correio de Melgaço n.º 61, de 10/8/1913). // Em 1914 recebeu o dito subsídio por mais quatro meses (Correio de Melgaço n.º 90, de 8/3/1914).  

 

RAMOS, Emília Rosa. Filha de José Serafim Ramos, natural da freguesia de São Jorge de Sacos, província de Pontevedra, Espanha, e de Rosa Joaquina de Castro, natural da freguesia de Badim, concelho de Monção, moleiros, moradores nos Moinhos, Gave. Neta paterna de Francisco Ramos e de Tomásia Martins, lavradores; neta materna de Francisco Sebastião de Castro e de Rosa Ferreira, lavradores. Nasceu na Gave a 12/8/1881 e no dia seguinte foi batizada na igreja católica local. Padrinhos: padre Manuel Rodrigues, reitor da freguesia de São Salvador de Tangil, e Rosa Emília Gonçalves, solteira, camponesa, residente no lugar das Cerdeiras, freguesia de Cousso. // Faleceu no lugar de Virtelo, Cousso, a 6/7/1940 (confirmar a data do óbito).

 

RAMOS, Felisbela. Filha de Manuel Ramos e de Felicidade Gonçalves. Nasceu na freguesia da Gave a --/--/1930 (Notícias de Melgaço n.º 52, de 2/3/1930). // Casou com Aurélio da Silva. // Em 1964 deu à luz uma menina (ver Notícias de Melgaço n.º 1504, de 8 de Março de 1964). 

 

RAMOS, Isaura. Filha de Carolina Ramos, solteira, jornaleira, moradora no lugar de Perouteiro. Neta materna de José Serafim Ramos e de Rosa Joaquina de Castro. Nasceu na Gave a 27/6/1907 e foi batizada na igreja paroquial a 29 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Ramos e Balbina Esteves, solteiros, camponeses. // Faleceu a 24/2/1909.

 

RAMOS, Isaura. Filha de Manuel Ramos e de Maria Rosa Alves, lavradores, residentes no lugar de Coelhos. Neta paterna de José Serafim Ramos e de Rosa Joaquina de Castro; neta materna de Guilherme Alves e de Maria Emília Gregório. Nasceu na Gave a 2/2/1911 e nesse dito dia foi batizada na igreja paroquial. Padrinhos: Frederico Fernandes, casado, e Filomena Gregório, solteira, camponeses. // Casou na igreja de Parada do Monte a 1/1/1949 com Henrique de Carvalho, natural de Parada do Monte. // Faleceu na sua freguesia natal a 15/2/1976.

 

RAMOS, José Maria. Filho de Emília Ramos, solteira, jornaleira, moradora no lugar do Perouteiro. Neto materno de José Serafim Ramos e de Rosa Joaquina de Castro. Nasceu na Gave a 21/8/1907 e foi batizado na igreja paroquial a 23 desse mês e ano. Padrinhos: José Maria Claro, casado, negociante, e Maria Domingues, casada, camponesa. // Faleceu a 16 de Agosto de 1908. 

 

RAMOS, Justino. Filho de José Serafim Ramos, natural da freguesia de São Jorge de Sacos (!), província de Pontevedra, Espanha, e de Rosa Joaquina de Castro, natural da freguesia de Badim, concelho de Monção, moleiros, moradores nos moinhos da Ponte, Gave. Neto paterno de Francisco Ramos e de Tomásia Martins, lavradores, espanhóis; neto materno de Francisco Sebastião de Castro e de Rosa Ferreira, camponeses, do lugar de Vailhosa, freguesia de Badim, Monção. Nasceu na Gave, Melgaço, a 13/4/1883, e foi batizado na igreja paroquial da freguesia a 16 desse mês e ano. Padrinhos: Justino Pereira, casado, lavrador, residente no lugar de Aldeia, freguesia de Couço, e Carolina Gonçalves, solteira, camponesa, moradora no lugar das Cerdeiras, Couço. // Artista. // Tinha apenas 19 anos de idade quando casou na igreja de Penso a 17/5/1902 com Filomena Cândida Costas, de 18 anos de idade, solteira, costureira, residente no lugar de Felgueiras, freguesia de Penso, natural de Chaviães, Melgaço, filha de Francisca Costas, solteira, galega. Testemunhas presentes: Anacleto Alves, casado, jornaleiro, e Manuel Pereira, solteiro, jornaleiro, ambos da freguesia de Penso. // Pai de Aurélio Ramos (ver em Penso).

 

RAMOS, Manuel. Filho de José Serafim Ramos, natural da freguesia de São Jorge de Sacos, Pontevedra, e de Rosa Joaquina de Castro, natural de Badim, Monção, moradores nos moinhos da Ponte de Perouteiro, Gave. Neto paterno de Francisco Ramos e de Tomásia Martins, lavradores, residentes na Galiza; neto materno de Francisco Sebastião de Castro e de Rosa Ferreira, camponeses, moradores em Badim, Monção. Nasceu na Gave a 1/5/1889 e foi batizado na igreja paroquial a 3 desse mês e ano. Padrinhos: Bento Gonçalves Roldão e Maria Esteves, solteiros, lavradores, residentes no lugar de Aldeia, freguesia de Cousso. // Tinha 21 anos de idade, era solteiro, artista, quando casou na igreja da Gave a 11/6/1910 com Maria Rosa Alves, de 19 anos de idade, solteira, camponesa, filha de Guilherme Alves e de Maria Emília Gregório, rurais. // Enviuvou a 19/3/1924. // Casou em segundas núpcias na CRCM a 8 de Agosto de 1928 com Felicidade Gonçalves. // Enviuvou novamente a 22/4/1937. // Casou na CRCM a 24/7/1958, em terceiras núpcias, com Florinda Rosa Esteves. // Faleceu na sua freguesia natal a 2/8/1967. // Com geração.

 

RAMOS, Maria. Filha de Manuel Ramos e de Maria Rosa Alves. Nasceu na Gave a --/--/1914 (Correio de Melgaço n.º 99, de 10/5/1914). // Faleceu no lugar dos Coelhos a --/--/1916, com apenas 28 meses de idade (Correio de Melgaço n.º 218, de 1/10/1916).

 

RAMOS, Maria da Conceição. Filha de José Serafim Ramos, natural da freguesia de São Jorge de Sacos, província de Pontevedra, e de Rosa Joaquina de Castro, natural da freguesia de Badim, concelho de Monção, moradores nos moinhos da Ponte do Perouteiro, Gave. Neta paterna de Francisco Ramos e de Tomásia Martins, camponeses, residentes na dita freguesia espanhola; neta materna de Francisco Sebastião de Castro e de Rosa Ferreira, camponeses, moradores no lugar de Vailhosa, Badim. Nasceu na Gave a 27/2/1892 e no dia seguinte foi batizada na igreja paroquial. Padrinhos: Manuel Joaquim Domingues, casado, alfaiate, do lugar do Cerdeiral, e Maria de Carvalho, solteira, camponesa, do lugar da Lage. // Faleceu em Cousso a 4/4/1947.

 

RAMOS, Sara. Filha de Emília Ramos. Nasceu na Gave a --/--/1913 (Correio de Melgaço n.º 61, de 10/8/1913).

 

ROCHA

 

ROCHA, Maria. Filha de ------------- Rocha e de ----------------------------------------. Nasceu na Gave a --/--/1848. // Faleceu no lugar da Igreja, Gave, a --/--/1938, com noventa anos de idade (Notícias de Melgaço n.º 400, de 12/6/1938). 

 

ROCHA, Maria Argentina. Filha de José da Rocha e de Albina Alves, moradores no lugar de Eiriz, Gave. Foi batizada na igreja paroquial em Agosto de 1965 (Notícias de Melgaço n.º 1566, de 29/8/1965).

 

RODRIGUES

 

RODRIGUES, Abílio. Filho de Manuel Vitorino Rodrigues e de Maria Rosa Duque, lavradores, residentes no lugar de Barreiros. Neto paterno de Manuel Luís Rodrigues e de Luísa Domingues; neto materno de Joaquim Duque e de Joaquina de Araújo. Nasceu na Gave a 13/10/1900 e no dia seguinte foi batizado na igreja paroquial. Padrinhos: José Manuel de Araújo e Rosa de Araújo, viúvos, camponeses. // Casou na CRCM a 18/7/1923 com a sua conterrânea Rosa Rodrigues, de vinte e cinco anos de idade, filha de João Manuel Rodrigues e de Rosa Domingues. // Enviuvou a 19/10/1944. // Com geração.  

 

RODRIGUES, Adriano. Filho de Manuel Joaquim Rodrigues e de Maria Rosa Alves, lavradores, residentes no lugar dos Cófaros. Neto paterno de Manuel José Rodrigues e de Luísa Pereira; neto materno de João Manuel Alves e de Maria José Gregório, camponeses, moradores no dito lugar. Nasceu na Gave a 15/7/1884 e no dia seguinte foi batizado na igreja paroquial. Padrinhos: Manuel Joaquim Alves, tio materno do batizando, e Maria José Rodrigues, tia paterna do mesmo, solteiros, lavradores, residentes no dito lugar dos Cófaros. // Casou na Conservatória do Registo Civil de Melgaço a 15/5/1926 com Germana Alves, de 36 anos de idade, natural de Riba de Mouro, Monção. // Faleceu na freguesia da Gave a 25 de Agosto de 1941.    

 

RODRIGUES, Adriano. Filho de Manuel Vitorino Rodrigues e de Maria Rosa Duque, lavradores, residentes no lugar dos Barreiros. Neto paterno de Manuel Luís Rodrigues e de Luísa Domingues; neto materno de Joaquim Duque e de Joaquina de Araújo. Nasceu na Gave a 9/6/1898 e foi batizado na igreja paroquial a 11 desse mês e ano. Padrinhos: José Manuel de Araújo e Rosa de Araújo, viúvos, camponeses. // Faleceu a 19/12/1899.

 

RODRIGUES, Adriano. Filho de Francisco Joaquim Rodrigues e de Rosa Esteves. Nasceu na Gave a --/--/1914 (Correio de Melgaço n.º 103, de 9/6/1914).

 

RODRIGUES, Adriano Manuel. Filho de Manuel Joaquim Rodrigues, natural da Gave, e de Maria Luísa Peixoto, natural de Entre-os Rios, Ponte da Barca, lavradores, residentes no lugar dos Coelhos. Neto paterno de António Joaquim Rodrigues e de Maria José Alves; neto materno de Manuel Joaquim Peixoto e de Maria Joaquina Gomes. Nasceu na Gave a 16/6/1902 e foi batizado na igreja paroquial a 18 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Alves, solteiro, carpinteiro, e Maria Joaquina Rodrigues, solteira, camponesa. 

 

RODRIGUES, Albertina do Carmo. Filha de Luísa Rodrigues, solteira, lavradora, residente no lugar de São Cosme. Neta materna de Francisco Rodrigues e de Rosa Dias Monteiro. Nasceu na Gave a 4/2/1900 e no dia seguinte foi batizada na igreja paroquial. Padrinhos: António Joaquim Dias Monteiro e sua mulher, Adelinda Gonçalves, camponeses. // Faleceu na sua freguesia de nascimento a 9/5/1977.

 

RODRIGUES, Albertina da Conceição. Filha de Manuel Joaquim Rodrigues, natural da Gave, Melgaço, e de Maria Luísa Peixoto, natural da freguesia de Entre-Rios, Ponte da Barca, moradores no lugar dos Coelhos. Neta paterna de António Joaquim Rodrigues e de Maria Luísa Alves; neta materna de Manuel Joaquim Peixoto e de Maria Joaquina Gomes. Nasceu na Gave a 11/5/1904 e foi batizada na igreja paroquial desta freguesia a 14 desse mesmo mês e ano. Padrinhos: Manuel Alves e Josefina Esteves, solteiros, camponeses. // Faleceu a 26/9/1906.   

 

RODRIGUES, Albino de Jesus. Filho de Francisco Joaquim Rodrigues, natural da Gave, e de Rosa Esteves, natural de Cousso, lavradores, residentes no lugar de Cerdeiral. Neto paterno de Luís Manuel Rodrigues e de Luísa Maria Domingues; neto materno de João Esteves e de Maria Joana Gonçalves. Nasceu na Gave a 12/3/1901 e no dia seguinte foi batizado na igreja paroquial. Padrinhos: Francisco Rodrigues e sua mulher Angelina Duque, lavradores. // Casou em Acebal, Espanha, em 1924.    

 

RODRIGUES, Amadeu. Filho de Manuel Joaquim Rodrigues, natural da Gave, Melgaço, e de Maria Luísa Peixoto, natural da freguesia de Entre-Rios, Ponte da Barca, moradores no lugar dos Coelhos. Neto paterno de António Joaquim Rodrigues e de Maria José Alves; neto materno de Manuel Joaquim Peixoto e de Maria Joaquina Gomes. Nasceu na Gave a 27/8/1899 e foi batizado na igreja paroquial a 29 desse mês e ano. Padrinhos: António Joaquim Pires e Maria Duque, lavradores. // Casou a 21/2/1923 com Joaquina Rosa Gonçalves Lobo, no posto do Registo Civil de Britelo, Ponte da Barca. // Divórcio decretado por sentença de 23/1/1935. // Faleceu na freguesia de Salvador, Arcos de Valdevez, a 30/1/1982. 

 

RODRIGUES, Amélia. Filha de Salvador Rodrigues e de Izaudina Esteves Caldas. Nasceu na Gave a --/--/1938. // (Notícias de Melgaço n.º 419).

 

RODRIGUES, António. Filho de Manuel António Rodrigues e de Ana Maria Fernandes, moradores nos Coelhos, Gave. Nasceu em -----------, a --/--/1835. // Tinha 32 anos de idade, era solteiro, lavrador, residia com os pais, quando casou na igreja da Gave, a 7/10/1867, com Rosa, de 27 anos de idade, solteira, lavradora, gaviense, residente em Listedo, filha de José Duque e de Constância Alves. Testemunhas: FAV, viúvo, escrivão, e António José Alves, casado, dos Coelhos. 

 

RODRIGUES, António. Filho de Ana Rodrigues, solteira, lavradora, residente nos Coelhos, Gave. Neto materno de Manuel António Rodrigues e de Ana Maria Fernandes. Nasceu a 23/2/1864 e foi batizado nesse dia. Padrinhos: António Rodrigues e Maria Joaquina Rodrigues, solteiros. 

 

RODRIGUES, António. Filho de Manuel José Rodrigues e de Maria Joaquina Esteves, moradores no lugar do Listedo. Neto paterno de José Manuel Rodrigues e de Catarina Alves; neto materno de Florinda Rosa Esteves, solteira. Nasceu na Gave a 27/2/1876 e foi batizado na igreja católica local a 29 desse mês e ano. Padrinhos: a sua avó paterna e Manuel Luís Carvalho, casado, mestre ferreiro, do lugar da Lage, Gave. // Tinha 24 anos de idade, era solteiro, lavrador, quando casou na igreja da sua freguesia natal a 11/11/1900 com a sua conterrânea Maria Fernandes, de 31 anos de idade, viúva de António Joaquim Fernandes, costureira. Testemunhas presentes: António Joaquim Dias Monteiro, casado, lavrador, residente no lugar de São Cosme, e José Duque, solteiro, camponês, morador no lugar da Costa. // A sua esposa finou-se a 12 de Abril de 1929. // Casou em segundas núpcias, na CRCM, a 28/2/19-- com Palmira Alves. // Faleceu no lugar da Costa, Gave, a 30/6/1939 (confirmar). 

 

RODRIGUES, António. Filho de Manuel Rodrigues e de Maria Emília Alves, lavradores, residentes no lugar do Val. Neto paterno de José Joaquim Rodrigues e de Maria José Esteves, camponeses, moradores no dito lugar; neto materno de José Joaquim Alves e de Maria Joaquina Domingues, rurais, moradores no lugar dos Chãos. Nasceu na Gave a 26/8/1893 e no dia seguinte foi batizado na igreja paroquial. Padrinhos: Casimiro Alves, solteiro, lavrador, residente no lugar dos Chãos, e Maria Domingues, solteira, camponesa, moradora no lugar de Ferrão.

 

RODRIGUES, António. Filho de Francisco Joaquim Rodrigues, natural da Gave, e de Rosa Esteves, natural de Cousso, lavradores, residentes no lugar do Cerdeiral. Neto paterno de Luís Manuel Rodrigues e de Luísa Maria Domingues; neto materno de João Esteves e de Maria Joana Gonçalves. Nasceu no lugar de Cerdeiral, Gave, a 8/7/1902 e foi batizado na igreja paroquial a 11 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco José Rodrigues e sua mulher Angelina Duque, lavradores. // Casou na CRCM a 18/3/1925 com Eduarda Cândida Gonçalves Dias Monteiro, de São Cosme, Gave. // Por sentença de 20 de Julho de 1938 foi decretado o divórcio definitivo entre ambos, requerido por ele ao abrigo do n.º 1 do artigo 4.º do decreto de 3/11/1910 (ver Notícias de Melgaço n.º 418, de 23/10/1938).

 

RODRIGUES, António Joaquim. Filho de Manuel António Rodrigues e de Ana Maria Gonçalves, dos Coelhos. // Casou na igreja da Gave a 17/9/1855 com Maria José, filha de Maria Luísa Alves, do lugar do Val. Testemunhas do ato religioso: João Manuel Domingues e António Domingues.

 

RODRIGUES, António Joaquim. Filho de Caetano José Rodrigues e de Maria Teresa Lourenço, da Igreja, Tangil. Nasceu em Tangil a 14/11/1840. // Era solteiro, lavrador, e morava no lugar da Igreja, quando casou, na igreja da Gave, a 11/10/1865, com Maria Joaquina, nascida a 26/1/1844, solteira, lavradora, residente em São Cosme, Gave, filha de José Duque e de Mariana Duque. Testemunhas do ato religioso: Manuel José Gonçalves Fontes, casado, e Manuel Joaquim Duque, solteiro, ambos do lugar da Igreja, Gave.  

 

RODRIGUES, António Joaquim. Filho de Manuel Rodrigues e de Ana Maria Fernandes, lavradores, residentes no Lameiro. // Faleceu nos Coelhos, Gave, a 7/5/1883, com 58 anos de idade, casado com Maria Alves, e foi sepultado na igreja. // Trabalhava na agricultura e residia no lugar onde morreu. // Com geração.  

 

RODRIGUES, António Joaquim. Filho de José Joaquim Rodrigues e de Emília Joaquina Domingues, lavradores, residentes no lugar do Val. Neto paterno de José Joaquim Rodrigues e de Maria José Esteves; neto materno de Manuel Joaquim Domingues e de Rita Rodrigues, todos camponeses, moradores no dito lugar. Nasceu na Gave a 30/9/1889 e foi batizado na igreja paroquial a 1 de Outubro desse mesmo ano. Padrinhos: António Joaquim Domingues, tio materno do batizando, e sua mulher Luísa Maria Rodrigues, tia paterna do dito batizando. // Casou na CRCM a 22/7/1923 (confirmar) com Clementina Duque, de 19 anos de idade, filha de Manuel Duque e de Ana Júlia Maurício, brasileira. // A sua esposa faleceu na freguesia da Gave, Melgaço, a 29/1/1940. // Ele morreu também na freguesia da Gave a 18/7/1960. // Pai de Delízia Rodrigues.    

 

RODRIGUES, António Joaquim. // Em 1917 era professor da escola do ensino primário da Gave (ver Jornal de Melgaço n.º 1170, de 11/8/1917, página 3). // Nesse ano oficiou à Câmara Municipal de Melgaço participando-lhe que fora transferido para a escola de Afife, Viana do Castelo, pelo que a partir de 1 de Agosto deixava de ser professor na Gave (Jornal de Melgaço n.º 1172, de 25/8/1917).  

 

RODRIGUES, António José (Padre). // Em 1864 era pároco encomendado da freguesia da Gave; em 1868 continuava nesta freguesia.

 

RODRIGUES, António José. Filho de Francisco Rodrigues, natural da Gave, e de Teresa Esteves, natural de Riba de Mouro. Neto paterno de António José Rodrigues e de Maria Alves; neto materno de João Manuel Esteves e de Ana Clara, de Riba de Mouro. Nasceu a 28/7/1858 e foi batizado ainda nesse mês e ano. Padrinhos: padre António Martins de Castro (por procuração) e Rosa Teresa Domingues, do lugar da Igreja, Gave. // Casou na igreja paroquial a 22/2/1875 com Ludovina Gonçalves, nascida em Parada do Monte a 20/9/1853, solteira, moradora na Gave, filha de Manuel José Gonçalves (Fontes), natural de Fiães, e de Maria Engrácia Gonçalves de Castro.      

 

RODRIGUES, Armindo. Filho de Sílvio Rodrigues e de Sara Domingues. Nasceu na freguesia da Gave a --/--/1932 (Notícias de Melgaço n.º 171, de 30/10/1932). // Morreu no lugar do Cerdeiral, freguesia da Gave, a --/--/1933, com apenas dez meses de idade (Notícias de Melgaço n.º 205, de 20/8/1933).

 

RODRIGUES, Armindo. Filho de Adriano Rodrigues e de Maria Enes. Nasceu na freguesia da Gave a --/--/1937 (Notícias de Melgaço n.º 380). // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1608, de 11/9/1966: «No passado dia 16 do mês findo, pelas 16,30 horas, quando tomava banho num poço do rio Mau, perto da ponte da Cela, pereceu afogado o menos de 18 anos Armindo Rodrigues, desta freguesia. O infeliz Armindo, que sofria de alienação mental, foi retirado da água e conduzido para a casa de seus pais, que banhados em lágrimas veem partir para o além um filho querido e estimado…»

 

RODRIGUES, Arnaldo. // Casou na igreja paroquial a 19/6/1949 com Maria de Carvalho (Notícias de Melgaço n.º 903, de 26/6/1949).

 

RODRIGUES, Asdrúbal Carolino. Filho de António Joaquim Rodrigues (Braga), professor oficial na escola da Gave, e de Amélia de Castro Sotomaior Gondia, professora oficial em Riba de Mouro. Nasceu a --/--/19--. // A 14/7/1913 fez exame do 1.º grau, obtendo a classificação de «ótimo» (ver Correio de Melgaço n.º 58, de 20/7/1913, e Correio de Melgaço n.º 161, de 15/8/1915).

 

RODRIGUES, Belmiro Manuel. Filho de Abílio Rodrigues e de Rosa Domingues. Nasceu na Gave a --/--/1934 (NM 221, de 23/1/1934).

 

RODRIGUES, Boaventura. Filho de Manuel Vitorino Rodrigues e de Maria Rosa Duque, lavradores, residentes no lugar de Barreiros. Neto paterno de Manuel Luís Rodrigues e de Luísa Domingues; neto materno de Joaquim Duque e de Joaquina de Araújo. Nasceu na Gave a 22/3/1903 e foi batizado no dia seguinte na igreja paroquial. Padrinhos: José Manuel de Araújo e Delfina Duque, viúva, lavradeira. // Casou na CRCM a 15/4/1937 com Ambozina (!) Domingues. // Por sentença de 28/6/1951 foi decretado o divórcio entre ambos devido a adultério. // Faleceu na Gave a --/2/1979 (ou 1989).  

 

RODRIGUES, Bonança dos Prazeres. // Nasceu por volta de 1928. // Faleceu no lugar do Lameiro a --/--/1930, com apenas dois anos de idade (NM 85, de 9/11/1930).

 

RODRIGUES, Branca Luísa. Filha de Francisco Rodrigues e de Rosa Gonçalves, lavradores, residentes no lugar de São Cosme. Neta paterna de José Rodrigues e de Catarina Alves, camponeses, residentes no lugar de Listedo; neta materna de Maria Quitéria Gonçalves, solteira, camponesa, moradora no lugar de São Cosme. Nasceu na Gave a 13/4/1884 e foi batizada na igreja paroquial a 19 desse mês e ano. Padrinhos: João Dias Monteiro, capitão do batalhão n.º 7, e sua mulher, Cândida de Jesus Dias Monteiro, representados pelos seus procuradores Manuel Joaquim Gonçalves e Maria Luísa Rodrigues, camponeses, moradores no lugar de São Cosme.   

 

RODRIGUES, Cândida de Jesus. Filha de Francisco Rodrigues e de Rosa Gonçalves, lavradores, residentes no lugar de São Cosme. Neta paterna de José Rodrigues e de Catarina Alves, camponeses, moradores no lugar de Listedo; neta materna de Maria Quitéria Gonçalves, solteira, camponesa, moradora no lugar de São Cosme. Nasceu na Gave a 13/4/1884 e foi batizada na igreja paroquial a 19 desse mês e ano. Padrinhos: João Dias Monteiro, capitão do batalhão n.º 7, representado por seu procurador Manuel Joaquim Gonçalves, e Cândida de Jesus Dias Monteiro, esposa do padrinho, representada por sua procuradora Maria Luísa Rodrigues.  

 

RODRIGUES, Carlos. Filho de José Rodrigues e de Luísa Rosa Rodrigues, lavradores, residentes na Lage. Neto paterno de José Rodrigues e de Maria Rosa Alves; neto materno de António José Rodrigues e de Maria Alves. // Tinha 38 anos de idade, era solteiro, quando casou na igreja da sua terra, Gave, a 13/8/1860, com Balbina das Dores Domingues, de 33 anos de idade, solteira, batizada na igreja de São Pedro de Riba de Mouro, moradora no lugar da Costa, dessa freguesia de Monção, filha de (?), neta paterna de Inês Afonso, e neta materna de Teresa Afonso. Testemunhas do ato religioso: Constantino Igrejas, criado de servir, solteiro, e José Manuel Marques, solteiro, negociante.

 

RODRIGUES, Casimiro. Filho de Manuel Vitorino Rodrigues e de Maria Rosa Duque, lavradores, residentes no lugar dos Barreiros. Neto paterno de Manuel Luís Rodrigues e de Luísa Domingues; neto materno de Joaquim Duque e de Joaquina de Araújo. Nasceu na Gave a 26/3/1896 e nesse mesmo dia foi batizado na igreja paroquial. Padrinhos: José Manuel de Araújo e Delfina Duque, camponeses. // Casou na CRCM a 14/5/1930 com Jesuína Dias (ver Notícias de Melgaço n.º 65, de 15/6/1930). // Enviuvou a 1/6/1942. // Faleceu na Gave a 6/5/1986.    

 

RODRIGUES, Catarina. Filha de Manuel José Rodrigues e de Maria Joaquina Esteves, moradores no lugar de Listedo, Gave. Neta paterna de José Manuel Rodrigues, natural da Gave, e de Catarina Alves, natural da freguesia de Provesende, concelho de Sabrosa, Trás-os-Montes; neta materna de Florinda Rosa Esteves, solteira, do lugar do Lameiro. Nasceu na Gave a 21/7/1873 e foi batizada na igreja católica local dois dias depois. Padrinhos: a avó paterna da neófita e Francisco Alves, casado. 

 

RODRIGUES, Clementina. Filha de António Joaquim Rodrigues, natural da freguesia de Tangil, e de Maria Joaquina Duque, natural da Gave. Neta paterna de Caetano José Rodrigues e de Maria Teresa Lourenço; neta materna de José Duque e de Maria Ana Duque, todos lavradores. Nasceu na Gave a 12/8/1874 e foi batizada na igreja católica local pelo padre Manuel Joaquim Domingues Machado dois dias depois. Padrinhos: José Joaquim Duque e sua esposa, Maria Joaquina da Cunha, tios maternos da neófita, residentes no lugar da Portela, Riba de Mouro. // Faleceu no lugar de São Cosme, Gave, a 12/11/1937, com 63 anos de idade (Notícias de Melgaço n.º 377).

 

RODRIGUES, Conceição. Filha de Manuel Joaquim Rodrigues e de Maria Rosa Alves, lavradores, residentes no lugar dos Cófaros. Neta paterna de Manuel José Rodrigues e de Luísa Pereira, camponeses, moradores no dito lugar; neto materno de João Manuel Alves e de Maria José Gregório, camponeses, do mesmo lugar. Nasceu na Gave a 15/7/1884 e no dia seguinte foi batizada na igreja paroquial. Padrinhos: Manuel Joaquim Alves, tio materno da neófita, e Maria José Rodrigues, tia paterna da mesma, solteiros, lavradores, residentes no dito lugar dos Cófaros, freguesia da Gave. // Faleceu na sua freguesia natal a 24/12/1944. 

 

RODRIGUES, Delízia. Filha de António Joaquim Rodrigues e de Clementina Duque. Nasceu na Gave por volta de 1929. // Casou com o seu conterrâneo Amadeu Domingues, nascido na Gave por volta de 1922. // Mãe de Justino Domingues, nascido na Gave a 9/11/1952.   

 

RODRIGUES, Duartina. Filha de Albertina do Carmo Rodrigues. Nasceu na freguesia da Gave a --/--/1938 (Notícias de Melgaço n.º 427, de 1/1/1939). // Em 1997 já estava viúva e residia no lugar de Pronteiro (A Voz de Melgaço n.º 1069). // Faleceu no lugar no lugar do Prouteiro – ou Pronteiro – a --/--/2023, com oitenta e quatro (84) anos de idade (A Voz de Melgaço de 1 de Novembro de 2023).

 

RODRIGUES, Eduardo. Filho de --------- Rodrigues e de --------------. Nasceu a --/--/1---. // Casou a --/--/1933 com Silvana Afonso (Notícias de Melgaço n.º 186, de 12/3/1933). 

 

RODRIGUES, Ermezinda. Filha de Rosa Rodrigues. Nasceu na freguesia da Gave, Melgaço, a --/--/1929 (Notícias de Melgaço n.º 13, de 19/5/1929). // Nota: deve tratar-se da mesma senhora que casou com o seu conterrâneo, Ernesto Domingues (Pinta). // Em 1997 residiam no lugar de Ferrão, Gave (A Voz de Melgaço n.º 1065).  

 

RODRIGUES, Ermezindo de Jesus. // Nasceu por volta de 1930. // Morreu no lugar de São Cosme a --/--/1931 (Notícias de Melgaço n.º 107, de 3/5/1931).    

 

RODRIGUES, Felicidade. Filha de José Joaquim Rodrigues e de Emília Domingues, lavradores, residentes no lugar do Val. Neta paterna de José Joaquim Rodrigues e de Maria José Esteves; neta materna de Manuel Joaquim Domingues e de Rita Maria Rodrigues. Nasceu na Gave a 13/5/1900 e no dia seguinte foi batizada na igreja paroquial. Padrinhos: António Joaquim Domingues, casado, e Felicidade Domingues, solteira, camponesa. // Faleceu na sua freguesia natal a 11/10/1973.   

 

RODRIGUES, Felisbino. Filho de Francisco Joaquim Rodrigues e de Rosa Esteves, lavradores, residentes no lugar do Cerdeiral. Neto paterno de Luís Manuel Rodrigues e de Luísa Maria Domingues; neta materna de João Esteves e de Maria Joana Gonçalves. Nasceu na Gave a 31/8/1899 e nesse mesmo dia foi batizado pelo presbítero Francisco Esteves, capelão no lugar de Lijó, Riba de Mouro. // Faleceu a 10/10/1900.

 

RODRIGUES, Francisco (Barrenhas). Filho de Francisco Rodrigues e de Rosa Fernandes. Nasceu na Gave por volta de 1806. // Faleceu a 23/10/1891, no lugar e freguesia de Cousso, onde morava, apenas com a extrema-unção, devido a estar sem fala havia mais de um ano, com 85 anos de idade, viúvo de Maria Luísa Domingues, sem testamento, com filhos, e foi sepultado na igreja paroquial de Cousso.

 

RODRIGUES, Francisco. Filho de António José Rodrigues e de Maria Alves, lavradores. Nasceu por volta de 1818. // Faleceu no Lameiro, Gave (onde nascera e morava), a 1/5/1875, com 57 anos de idade, casado com Maria Teresa Esteves, e foi sepultado na igreja. // Com geração. 

 

RODRIGUES, Francisco. Filho de José Rodrigues e de Catarina Alves Teixeira, do lugar de Listedo. Nasceu na freguesia de São João Batista de Provesende por volta de 1832. // Lavrador. // Morava no lugar de Listedo, Gave, quando casou na igreja da Gave a 30/9/1968 com a sua parente no 4.º grau de consanguinidade, Rosa Gonçalves, de 28 anos de idade, solteira, camponesa, gaviense, moradora no lugar de São Cosme, filha de Maria Quitéria Gonçalves, do dito lugar de São Cosme. Testemunhas presentes: Manuel Luís de Carvalho, casado, mestre ferreiro, do lugar da Lage, e Manuel Carlos Rodrigues, viúvo, mestre-carpinteiro, do lugar da Igreja.    

 

RODRIGUES, Francisco. Filho de Luís Manuel Rodrigues e de Luísa Maria Domingues, camponeses, moradores no lugar do Cerdeiral. Neto paterno de José Rodrigues e de Maria Rosa Dias, de São Cosme; neto materno de Manuel José Domingues e de Maria Isabel Domingues. Nasceu na freguesia da Gave a 23/4/1856 e foi batizado na igreja paroquial no dia seguinte. Padrinhos: Manuel António Rodrigues e Ana Teresa Rodrigues. // Tinha 39 anos de idade quando casou na igreja da sua freguesia a 24/2/1895 com Angelina Duque, de 23 anos de idade, filha de José Maria Duque e de Maria Joaquina Esteves, lavradores, residentes no lugar de Lijó, freguesia de Riba de Mouro, concelho de Monção. Testemunhas presentes: Francisco Joaquim Rodrigues, solteiro, lavrador, residente no lugar do Cerdeiral, e Manuel Joaquim Alves, casado, camponês, morador no lugar da Lage, ambos naturais da freguesia da Gave.     

 

RODRIGUES, Francisco Joaquim. Filho de Luís Manuel Rodrigues e de Luísa Maria Domingues. Nasceu na freguesia da Gave por volta de 1847. // Tinha 51 anos de idade, era solteiro, quando casou na igreja de Cousso a 20 de Janeiro e 1898 com Rosa Esteves, de 22 anos de idade, solteira, natural da freguesia de Cousso, onde morava, filha de João Esteves e de Maria Joana Gonçalves, coussenses. Testemunhas presentes: Justino António Esteves, lavrador, residente no lugar de Virtelo, Cousso, e Manuel Vitorino Rodrigues, lavrador, residente no lugar de Barreiros, freguesia da Gave.

 

RODRIGUES, Francisco José. Filho de ----------- Rodrigues e de ----------------------------. Nasceu por volta de 1856. // Faleceu na Gave a --/--/1914, com 58 anos de idade (Correio de Melgaço n.º 115, de 8/9/1914).

 

RODRIGUES, Francisco Manuel. Filho de João Rodrigues e de Maria Domingues, de Eiriz. // Casou na igreja da Gave a 30/6/1856 com Clara, filha de Manuel Alves e de Ana Maria Alves, de Alijó, Riba de Mouro. Testemunhas do ato religioso: Manuel Marques e João Manuel Domingues.

 

RODRIGUES, Francisco Máximo (Padre). Filho de -------------- Rodrigues e de -------------------------------------. Nasceu a --/--/18--. // Em 1898 era encomendado e em 1913 era pároco da freguesia da Gave. // A 19/7/1913, pelas vinte e duas horas, manifestou-se um incêndio num prédio de sua propriedade, sito na Rua Dr. Afonso Costa, Vila de Melgaço; quem deu pelo fogo foi um inquilino do prédio, António Manuel da Costa, que com a ajuda de outros populares o extinguiram, não havendo perdas significativas a lamentar (Correio de Melgaço n.º 59).

 

RODRIGUES, Germana. Filha de Manuel Joaquim Rodrigues e de Maria Rosa Alves, lavradores, residentes no lugar dos Cófaros. Neta paterna de Manuel José Rodrigues e de Luísa Pereira; neta materna de João Manuel Álvares e de Maria José Gregório. Nasceu na Gave a 15/7/1873 e no dia seguinte foi batizada na igreja católica local. Padrinhos: Manuel Joaquim Alves, solteiro, tio materno do batizando, e Maria José Rodrigues, solteira, tia paterna do mesmo. // Faleceu no lugar dos Cófaros, Gave, a 24/7/1940.  

 

RODRIGUES, Gomezinda das Dores. Filha de Manuel Rodrigues e de Delmira Domingues. Nasceu na Gave a --/--/1934 (NM 225, de 11/3/1934). 

 

RODRIGUES, Hortênsia. Filha de José Joaquim Rodrigues e de Emília Domingues, lavradores, residentes no lugar do Val. Neta paterna de José Joaquim Rodrigues e de Maria José Esteves; neta materna de Manuel Joaquim Domingues e de Rita Maria Rodrigues. Nasceu na Gave a 16/12/1902 e no dia seguinte foi batizada na igreja paroquial. Padrinhos: Manuel Joaquim Domingues, casado, e Felicidade Domingues, solteira, ambos camponeses. // Faleceu na sua freguesia de nascimento a 13/1/1980.

 

RODRIGUES, Ilda da Purificação. Filha de Manuel Rodrigues e de Dalmira Domingues. Nasceu na Gave a --/--/1931 (Notícias de Melgaço n.º 115, de 28/6/1931).   

 

RODRIGUES, Isaura. Filha de Luísa Rodrigues, solteira, jornaleira, moradora no lugar de São Cosme. Neta materna de Francisco Rodrigues e de Rosa Gonçalves. Nasceu na Gave a 25/5/1909 e no dia seguinte foi batizada na igreja paroquial. Padrinhos: António Rodrigues, solteiro, lavrador, e Cândida de Jesus Rodrigues, solteira, jornaleira. // Faleceu na sua freguesia de nascimento a 30/1/1999. 

 

RODRIGUES, Jerónimo. Filho de Francisco Joaquim Rodrigues, natural da Gave, e de Rosa Esteves, natural de Cousso, lavradores, residentes no lugar de Cerdeiral. Neto paterno de Luís Manuel Rodrigues e de Luísa Maria Domingues; neto materno de João Esteves e de Maria Joana Gonçalves. Nasceu na Gave a 6/5/1904 e foi batizado na igreja paroquial a 8 desse mês e ano. Padrinhos: Jerónimo Domingues e Luísa Esteves, solteiros, camponeses. // Casou na CRCM a 29/9/1938 com a sua conterrânea Maria de Carvalho, de 27 anos de idade, filha de Agostinho de Carvalho e de Clementina Gregório. // Faleceu na sua freguesia de nascimento a 10/4/1971.  

 

RODRIGUES, Jerónimo. Filho de José Rodrigues e de Rosa Pires. Nasceu na Gave a --/--/1929 (Notícias de Melgaço n.º 42, de 15/12/1929).  

 

RODRIGUES, João Agostinho. Filho de Manuel Rodrigues e de Maria Isabel Rodrigues, lavradores, residentes no lugar da Sobreira, Gave. Neto paterno de António Joaquim Rodrigues e de Maria Lourenço, da Barroca; neto materno de Manuel Luís Rodrigues e de Maria Luísa Alves, da Sobreira. Nasceu a 28/8/1866 e foi batizado a 31 desse mês e ano. Padrinho: João Luís de Araújo, casado, lavrador, residente no Lameiro. // Faleceu no sobredito lugar da Sobreira a --/--/1938, com 71 anos de idade. // (Notícias de Melgaço n.º 397).  

 

RODRIGUES, João Manuel. Filho de Manuel António Rodrigues e de Maria Rosa Domingues. // Lavrador. // Faleceu no Val, Gave, a 9/11/1881, com 65 anos de idade, viúvo de Maria Joaquina Domingues, e foi sepultado na igreja. // Fizera testamento. // Não deixou filhos.

 

RODRIGUES, João Manuel. Filho de Manuel José Rodrigues e de Luísa Pereira. Nasceu na freguesia da Gave a 8/8/1833. // Era solteiro, lavrador, e morava nos Cófaros, quando casou na igreja da sua terra, a 24/6/1867, com [Maria] Luísa, nascida na mesma freguesia a 24/5/1836, solteira, lavradora, residente no lugar do Lameiro, filha de Manuel Joaquim Duque e de Margarida Luísa Duque. Testemunhas: Manuel Carlos Rodrigues, viúvo, de ao pé da igreja, e Manuel José Rodrigues, solteiro, natural do lugar da Costa, São Paio. // A sua esposa faleceu no lugar do Val, Gave, a 12/7/1877, com 41 anos de idade. // Nota: este casamento é muito estranho, pois a noiva já estava casada desde 1863 com Manuel Joaquim Lourenço, do lugar de Fontes, Paderne! Além disso ela já tinha dois filhos: um nascido em 1864 e outro em 1865. // Esperemos que surja no futuro alguma informação acerca dele – o seu óbito, por exemplo, a fim de se esclarecer este imbróglio.   

 

RODRIGUES, João Manuel. Filho de Carolina Rosa Rodrigues, solteira, camponesa, residente no lugar da Igreja. Neto materno de Manuel José Rodrigues e de Luísa Esteves, do dito lugar. Nasceu na Gave a 20/7/1868 e foi batizado na igreja católica local nesse mesmo dia, mês e ano. Padrinhos: João António Esteves, solteiro, do lugar da Lage, e Joaquina Rodrigues, solteira, do lugar da Igreja, camponeses. // Tinha 26 anos de idade, era solteiro, camponês, morava no lugar do Lameiro, quando casou na igreja paroquial a 11/10/1893 com Ana Domingues, de 26 anos de idade, solteira, filha de Francisco Manuel Domingues e de Maria José Afonso, camponeses, moradores no lugar da Igreja.     

 

RODRIGUES, João Tomé. Filho de Manuel Joaquim Rodrigues e de Albina Rosa Domingues, lavradores, residentes em São Cosme. Neto paterno de Rosa Maria Rodrigues, solteira, camponesa, moradora no dito lugar; neto materno de Manuel Joaquim Domingues e de Rita Rodrigues, camponeses, moradores no lugar do Val. Nasceu na Gave a 9/8/1888 e nesse mesmo dia foi batizado na igreja paroquial. Padrinhos: Manuel José Domingues, casado, lavrador, residente no lugar do Cerdeiral, e Luísa Domingues, solteira, tia materna do batizando, camponesa, moradora no lugar do Val. // Faleceu no dito lugar de São Cosme, Gave, a 26/3/1889, e foi sepultado na igreja!  

 

RODRIGUES, Joaquim. // Morreu no lugar do Cerdeiral a --/--/1932, com oitenta e oito anos de idade (NM 149, de 8/5/1932 e NM 153, de 12/6/1932).

 

RODRIGUES, Joaquim. Filho de Francisco Manuel Rodrigues e de Rosa Alves, de Baldosa. // Lavrador. // Faleceu no lugar da Barroca, onde morava, a 21/3/1868, com sessenta e seis anos de idade, no estado de viúvo de Maria Lourenço, e foi sepultado na igreja. // Deixou dois filhos.

 

RODRIGUES, Joaquim. Filho de ------------ Rodrigues e de --------------------------------. Nasceu por volta de 1914. // Casou com -------------------------. // Morreu «após quinze dias de doloroso sofrimento» a 13/10/1949, com apenas trinta e cinco anos de idade, e foi sepultado no dia seguinte. // Deixou viúva e cinco filhos (NM 915, de 30/10/1949).

 

RODRIGUES, José. Filho de José Rodrigues e de Maria Rosa Alves, moradores que foram na Lage. // Lavrador. // Faleceu no lugar da Igreja, Gave, a 6/2/1881, com 76 anos de idade, casado com Luísa Rosa Rodrigues. // O casal morava na Lage. // Foi sepultado na igreja. // Com geração.

 

RODRIGUES, José. Filho de pais incógnitos. Nasceu na Gave por volta de 1820. // Trabalhador rural. // Faleceu a 5/9/1904, em casa de seu genro, sita no lugar de Soutomendo de Cima, Fiães, com todos os sacramentos da igreja católica, com 84 anos de idade, no estado de viúvo de Angélica Rosa Marques, natural de Fiães, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no cemitério da freguesia de Fiães. 

 

RODRIGUES, José. Filho de Francisco Rodrigues e de Rosa Gonçalves, moradores no lugar de São Cosme. Neto paterno de José Rodrigues e de Catarina Alves, do lugar de Listedo; neto materno de Maria Quitéria Gonçalves, solteira, do dito lugar de São Cosme. Nasceu na Gave a 20/11/1873 e no dia seguinte foi batizado na igreja católica local. Padrinhos: José Joaquim Lourenço e sua filha Maria Luísa Lourenço, solteira, do lugar de São Cosme, todos lavradores. 

 

RODRIGUES, José. Filho de Manuel Rodrigues e de Maria Emília Alves, lavradores, residentes no lugar dos Chãos. Neto paterno de José Joaquim Rodrigues e de Maria José Esteves, camponeses, moradores no lugar do Val; neto materno de José Joaquim Alves e de Maria Joaquina Domingues, rurais, moradores no lugar dos Chãos. Nasceu na Gave a 2/8/1891 e nesse mesmo dia foi batizado na igreja paroquial. Padrinhos: Casimiro Alves, tio materno do batizando, solteiro, lavrador, residente no lugar dos Chãos, e Maria Domingues, prima da criança, solteira, camponesa, moradora no lugar de Ferrão.   

 

RODRIGUES, José. Filho de --------- Rodrigues e de --------------------------------. Nasceu na Gave por volta de 1895. // Em 1990, a 4 de Setembro, pelas duas horas da manhã, deflagrou-se em sua casa um violento fogo, deixando em pé apenas as paredes. José Rodrigues era então viúvo, e já tinha a bonita idade de noventa e cinco (95) anos. Os bombeiros voluntários de Melgaço acorreram ao local do incêndio, logo que lhes foi possível, mas nada puderam fazer. Era tarde de mais. // Não houve quaisquer vítimas. 

 

RODRIGUES, José. Filho de Francisco Joaquim Rodrigues e de Rosa Esteves, lavradores, residentes no lugar do Cerdeiral. Neto paterno de Luís Manuel Rodrigues e de Luísa Maria Domingues; neto materno de João Esteves e de Maria Joana Gonçalves. Nasceu na Gave a 30/4/1898 e foi batizado na igreja paroquial a 1 de Maio desse mesmo ano. Padrinhos: José Esteves, solteiro, e Maria Joana Gonçalves, casada, avó materna do batizando, ambos do lugar de Virtelo, Cousso. // Casou na CRCM a 23/4/1926 com a sua conterrânea Rosa Pires, de 30 anos de idade, filha de António Joaquim Pires e de Maria da Rocha. // A sua esposa faleceu na Gave a 8/2/1977. // Ele morreu em Paços a 2/10/1996, em casa de uma filha, com 98 anos de idade, viúvo, e foi sepultado no cemitério paroquial da sua freguesia natal. // (VM 1060).  

 

RODRIGUES, José Joaquim. Filho de José Joaquim Rodrigues e de Maria José Esteves, lavradores, residentes no lugar do Val. Neto paterno de José Rodrigues e de Maria Rosa Dias; neto materno de Manuel Luís Esteves e de Maria Rosa Domingues. Nasceu a 8/9/1863 e foi batizado a 10 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Domingues, solteiro, lavrador, e Rita Rodrigues, casada. // Tinha 24 anos de idade, era solteiro, lavrador, morava no dito lugar, quando casou na igreja paroquial a 27/6/1887 com a sua parente, Emília Joaquina Domingues, de 22 anos de idade, solteira, camponesa, moradora no dito lugar do Val, filha de Manuel Joaquim Domingues e de Rita Rodrigues, rurais. // Faleceu na Gave a 18/3/1951.

 

RODRIGUES, José Joaquim. Filho de Vitorino Manuel Rodrigues e de Maria Rosa Duque, lavradores, residentes no lugar de Barreiros. Neto paterno de Manuel Luís Rodrigues e de Luísa Domingues, camponeses, moradores no lugar de Cerdeiral; neto materno de Manuel Joaquim Duque e de Joaquina Araújo, rurais, residentes no lugar de Barreiros. Nasceu na Gave a 25/8/1892 e nesse mesmo dia foi batizado na igreja paroquial. Padrinhos: José Manuel de Araújo, casado, lavrador, residente no lugar do Lameiro, e Piedade Duque, solteira, camponesa, moradora no lugar da Costa. // O Ministério da Guerra avisou que tinha que se apresentar em Infantaria 3, Viana do Castelo, entre 12 e 15 de Maio de 1913 (Correio de Melgaço n.º 45, de 13/4/1913).

 

RODRIGUES, José Manuel. Filho de Francisco Rodrigues e de Rosa Maria Alves, de Baldosa. Nasceu nesse lugar da Gave a --/--/18--. // Faleceu em Listedo a 5/2/1875, com cerca de 74 anos de idade, casado com Catarina Alves, e foi sepultado na igreja. // A sua viúva morreu a 24/4/1881. // Nesse ano de 1881 procedeu-se a um inventário orfanológico, cujos citados foram Francisco Rodrigues, casado com Rosa Dias, e Manuel José Rodrigues, casado com Maria Joaquina Esteves (ver Diário do Governo n.º 220, de 30/9/1881). Inventariante: Maria Margarida Rodrigues, filha dos finados.   

 

RODRIGUES, José Manuel. Filho de Manuel Rodrigues e de Maria Rodrigues, lavradores, residentes no lugar da Sobreira. Neto paterno de António Joaquim Rodrigues e de Maria Joana Lourenço; neto materno de Manuel Rodrigues e de Maria Luísa Alves. Nasceu na Gave a 8/8/1863 e foi batizado a 25 desse mês e ano. Padrinhos: José Manuel Rodrigues, solteiro, lavrador, e Carolina Rodrigues. // Tinha 30 anos de idade, era solteiro, lavrador, morava no dito lugar da Sobreira, quando casou na igreja paroquial a 10/4/1893 com a sua conterrânea Luísa Domingues, de 26 anos de idade, solteira, camponesa, moradora no lugar do Val, filha de Manuel Joaquim Domingues e de Maria Rita Rodrigues, rurais. // Faleceu na freguesia da Gave a 5/9/1941. 

 

RODRIGUES, José Maria (Zé Serrano). Filho de Abílio Rodrigues e de Rosa Domingues. Neto paterno de Manuel Vitorino Rodrigues e de Maria Rosa Duque; neto materno de João Manuel Rodrigues e de Rosa Domingues. Nasceu na Gave a 10/8/1930 (Notícias de Melgaço n.º 77, de 14/9/1930). // Em Maio de 1942, já com a 4.ª classe da instrução primária, decide preparar o exame de admissão ao Seminário de Braga, para o qual foi apoiado pelo padre Carlos Vaz, pároco de Rouças. Em 1944 ingressa no Seminário da Senhora da Conceição, onde estudou até 1948, 4.º ano; por razões pessoais ou familiares, desistiu. // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 880, de 28/11/1948: «Honra-nos hoje com a sua preciosa e substancial colaboração o nosso estimado amigo e assinante da Gave, senhor José Maria Rodrigues, pelo que lhe endereçamos os nossos penhorados agradecimentos, ao mesmo tempo que pomos as colunas do nosso modesto semanário à sua inteira disposição.» // Foi ficando por Melgaço, mas entre 8/9/1951 e finais de Agosto de 1952 cumpriu o serviço militar obrigatório, com a patente de furriel miliciano de infantaria, em Tavira; dali passou para a escola prática de infantaria, em Mafra, especializando-se em rádiotelegrafia. Concluído esse curso, colocaram-no no batalhão de caçadores n.º 9. Depois da tropa regressa à sua terra natal, onde se mantém até 1957. No dia 27 de Fevereiro desse ano emigra para França. Nesse país trabalhou na construção civil até Setembro de 1984. Em esse dito ano, fixa residência na sua freguesia de nascimento. // A partir do número 880, de 28/11/1948, foi colaborador do semanário “Notícias de Melgaço”; colaborou também, durante muitos anos, no jornal “A Voz de Melgaço”. // Após o regresso de França foi presidente da Junta de Freguesia da Gave pelo Partido Socialista. // Poeta popular. Reuniu alguns poemas, de índole popular, e editou um livro, com patrocínio da Câmara Municipal de Melgaço. // Morreu a --/--/2---, século XXI.

 

RODRIGUES, Justino. Filho de José Joaquim Rodrigues e de Emília Domingues, lavradores, residentes no lugar do Val. Neto paterno de José Joaquim Rodrigues e de Maria José Esteves, camponeses, moradores no dito lugar; neto materno de Manuel Joaquim Domingues e de Rita Rodrigues, rurais, moradores no lugar do Ferrão. Nasceu na Gave a 23/2/1892 e no dia seguinte foi batizado na igreja paroquial. Padrinhos: António Joaquim Domingues, tio materno do batizando, e Luísa Domingues, lavradores.   

 

RODRIGUES, Justino. Filho de Manuel Vitorino Rodrigues e de Maria Rosa Duque, lavradores, residentes no lugar de Barreiros. Neto paterno de Manuel Luís Rodrigues e de Luísa Domingues; neto materno de Joaquim Duque e de Joaquina de Araújo. Nasceu na Gave a 21/7/1905 e foi batizado na igreja paroquial a 23 desse mês e ano. Padrinhos: José Rodrigues e Maria Rodrigues, solteiros. // Faleceu a 12/11/1905.

 

RODRIGUES, Justino. Filho de Francisco Joaquim Rodrigues, natural da Gave, e de Rosa Esteves, natural da freguesia de Cousso, lavradores, residentes no lugar de Cerdeiral. Neto paterno de Luís Manuel Rodrigues e de Luísa Maria Domingues; neto materno de João Esteves e de Maria Joana Gonçalves. Nasceu na Gave a 16/12/1908 e foi batizado na igreja paroquial a 23 desse mesmo mês e ano. Padrinhos: José Rodrigues e Angelina Esteves, solteiros, camponeses.

 

RODRIGUES, Justino. Filho de ---------- Rodrigues e de ------------ Carvalho. Nasceu no lugar de Ferrão, Gave, a --/--/19--. // A 16/11/1990, ainda jovem, deu uma queda grave quando trabalhava em uma obra; foi examinado no hospital de Viana do Castelo, regressando depois a casa. 

 

RODRIGUES, Libânia. Filha de Manuel Rodrigues e de Maria Clementina Rodrigues, lavradores, residentes no lugar do Val. Neta paterna de Manuel Joaquim Rodrigues e de Maria Rosa Alves; neta materna de João Manuel Rodrigues e de Luísa Duque. Nasceu na Gave a 13/1/1911 e foi batizada na igreja paroquial a 15 desse mês e ano. Padrinhos: Inácio Fernandes, casado, e Conceição Rodrigues, solteira, lavradores. // Casou na CRCM a 10/2/1936 com Manuel Joaquim Fernandes. // Faleceu na sua freguesia de nascimento a 18/12/1972. 

 

RODRIGUES, Lina. Filha de António Joaquim Rodrigues e de Maria Joaquina Duque, lavradores, residentes no lugar de São Cosme. Neta paterna de Caetano José Rodrigues e de Maria Teresa Lourenço, do lugar da Igreja, freguesia de Tangil; neta materna de José Duque e de Maria Ana Duque, do lugar de São Cosme. Nasceu na Gave a 5/7/1868 e foi batizada na igreja católica local nesse mesmo dia, mês e ano. Padrinhos: João Manuel Duque e Luísa Rodrigues, casados, camponeses, do lugar de São Cosme.

 

RODRIGUES, Lucinda. Filha de José Joaquim Rodrigues e de Emília Domingues, lavradores, residentes no lugar do Val. Neta paterna de José Joaquim Rodrigues e de Maria José Esteves; neta materna de Manuel Joaquim Domingues e de Rita Maria Rodrigues. Nasceu na Gave a 12/9/1897 e nesse mesmo dia foi batizada na igreja paroquial. Padrinhos: Joaquim Manuel de Araújo, casado, proprietário, e Ludovina Domingues, solteira, camponesa. // Casou na CRCM a 6/4/1938 com Rodrigo de Jesus Gonçalves, natural de Paderne. // Faleceu na dita freguesia de Paderne a 9/3/1974.    

 

RODRIGUES, Ludovina. Filha de António Rodrigues e de Rosa Duque, residentes no lugar dos Coelhos. Neta paterna de Manuel António Rodrigues e de Ana Maria Fernandes; neta materna de José Duque e de Constância Alves. Nasceu na Gave a 3 de Janeiro de 1874 e foi batizada na igreja católica local nesse mesmo dia, mês e ano. Padrinhos: Bernardino Esteves, solteiro, e Joaquina Rodrigues, solteira, ambos do lugar de Lijó, Riba de Mouro. // Faleceu no lugar dos Coelhos, Gave, a --/--/1912, com 38 anos de idade (Correio de Melgaço n.º 28, de 15/12/1912).

 

RODRIGUES, Ludovina Rosa. Filha de Joaquina Rosa Rodrigues, do lugar da Igreja, Gave. Neto materno de Manuel José Rodrigues e de Luísa Esteves, do dito lugar. Nasceu a 10/7/1865 e foi batizada no dia seguinte por frei José de Pureza (?), de Lijó, Riba de Mouro. Padrinhos: Manuel José Esteves, do Lameiro, casado, lavrador, e Carolina Rodrigues, solteira, lavradora, da Gave.  

 

RODRIGUES, Luís. Filho de Vitorino Manuel Rodrigues e de Maria Rosa Duque, lavradores, residentes no lugar de Barreiros. Neto paterno de Manuel Luís Rodrigues e de Luísa Domingues, camponeses, moradores no lugar do Cerdeiral; neto materno de Manuel Joaquim Duque e de Joaquina de Araújo, rurais, moradores no lugar de Barreiros. Nasceu na Gave a 22/5/1894 e foi batizado na igreja paroquial no dia 24 desse mês e ano. Padrinhos: José Manuel de Araújo, viúvo, lavrador, residente no lugar do Lameiro, e Delfina Araújo, solteira, camponesa, moradora no lugar de Barreiros. // Por ter pedido o adiamento, iria ser incluído no recenseamento militar de 1915 (Correio de Melgaço n.º 122, de 27/10/1914). // Casou na CRCM a 18/3/1937 com a sua conterrânea Felisbela Fernandes, de 25 anos de idade, filha de Manuel Fernandes e de Maria de Jesus Fernandes. // Faleceu na sua freguesia de nascimento a 18/5/1982.

 

RODRIGUES, Luísa. Filha de Francisco Rodrigues e de Rosa Gonçalves, residentes no lugar de São Cosme. Neta paterna de José Rodrigues e de Catarina Alves, do lugar de Listedo; neta materna de Maria Quitéria Gonçalves, solteira, do lugar de São Cosme. Nasceu na Gave a 25/12/1876 e foi batizada na igreja católica local a 28 desse mês e ano. Padrinhos: António Joaquim Fernandes e sua mulher, Ana Maria Domingues, do lugar do Cerdeiral. // Faleceu na sua freguesia de nascimento a 14/3/1961.

 

RODRIGUES, Luísa Maria. Filha de Rosa Rodrigues, solteira. // Lavradora. // Faleceu em São Cosme a 12/8/1884, com 41 anos de idade, casada com João Manuel Duque, e foi sepultada no cemitério da Gave. // Com geração. 

 

RODRIGUES, Luísa Maria. Filha de José Joaquim Rodrigues e de Maria José Esteves. Neta paterna de José Rodrigues e de Maria Rosa Dias; neta materna de Manuel Luís Esteves e de Maria Rosa Domingues, da Portela, Cousso. Nasceu a 3/12/1858 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: Luís Manuel Rodrigues e sua mulher, Luísa Domingues. 

 

RODRIGUES, Luísa Maria. Filha de Manuel Joaquim Rodrigues e de Maria Rosa Alves, lavradores, residentes no lugar dos Cófaros. Neta paterna de Manuel José Rodrigues e de Luísa Pereira; neta materna de João Manuel Alves e de Maria José Gregório, todos camponeses e residentes no dito lugar de Cófaros. Nasceu na Gave a 2/5/1882 e nesse mesmo dia, por a considerarem em perigo de vida, foi batizada em casa por sua tia paterna, Maria José Rodrigues; no dia seguinte foi batizada na igreja paroquial da freguesia. Padrinhos: João Manuel Rodrigues, viúvo, lavrador, residente no lugar do Val, e Maria José Rodrigues, solteira, camponesa, moradora no sobredito lugar de Cófaros, ambos tios paternos da neófita. // Faleceu no dito lugar da Gave, a 13/6/1883, com apenas um ano de idade, e foi sepultada na igreja paroquial.

 

RODRIGUES, Luísa Rosa. Filha de António José Rodrigues e de Maria Alves. // Lavradeira. // Faleceu na Lage, Gave (onde morava), a 11/11/1886, com 85 anos de idade, viúva de José Rodrigues, e foi sepultada na igreja. // Com geração.  

 

RODRIGUES, Manuel. Filho de António Joaquim Rodrigues e de Maria Rodrigues. // Casou na igreja da Gave, a 1/6/1857, com Maria, filha de Manuel Luís Rodrigues e de Maria Luísa Alves, todos gavienses.

 

RODRIGUES, Manuel. Filho de Manuel (ou José) Joaquim Rodrigues e de Maria José Esteves, lavradores, residentes no lugar do Val. Neto paterno de José Rodrigues e de Maria Rosa Dias; neto materno de Manuel Luís Esteves e de Maria Rosa Domingues, de Virtelo, Cousso. Nasceu na Gave a 13/8/1855 e foi batizado na igreja paroquial nesse mesmo dia. Padrinhos: Manuel Esteves e sua mãe, Maria Rosa Domingues, de Virtelo. // Tinha 32 anos de idade, era solteiro, camponês, residia no dito lugar do Val, quando casou na igreja da sua freguesia a 12/2/1888 com a sua conterrânea Maria Emília Alves, de 32 anos de idade, solteira, camponesa, moradora no lugar dos Chãos, filha de José Joaquim Alves e de Maria Joaquina Domingues, rurais.    

 

RODRIGUES, Manuel. Filho de Manuel Joaquim Rodrigues e de Maria Rosa Alves, residentes no lugar dos Cófaros. Neto paterno de Manuel José Rodrigues e de Luísa Pereira; neto materno de João Manuel Alves e de Maria José Gregório. Nasceu na Gave a 10/5/1876 e no dia seguinte foi batizado na igreja católica local. Padrinhos: Ana Rodrigues, solteira, e João Rodrigues, casado, tios paternos do batizando. // Tinha 19 anos de idade, era solteiro, lavrador, quando casou na igreja paroquial a 20/4/1896 com a sua conterrânea e parente no 2.º grau de consanguinidade, Maria Clementina Rodrigues, de 27 anos de idade, solteira, camponesa, filha de João Manuel Rodrigues e de Luísa Duque, gavienses. // Faleceu na sua freguesia de nascimento a 4/2/1947.

 

RODRIGUES, Manuel. Filho de Francisco Joaquim Rodrigues, natural da Gave, e de Rosa Esteves, natural de Cousso, lavradores, residentes no lugar do Cerdeiral. Neto paterno de Luís Manuel Rodrigues e de Luísa Maria Domingues; Neto materno de João Esteves e de Maria Joana Gonçalves. Nasceu na Gave a 16/5/1906 e foi batizado na igreja paroquial a 21 desse mês e ano. Padrinhos: Jerónimo Domingues e Ermelinda Esteves, solteiros, camponeses. // Casou na CRCM a 3/4/1930 com Delmira Domingues. // Ambos os cônjuges faleceram na freguesia da Gave: a esposa a 2 de Março de 1978 e ele a 30 de Abril de 1998. // Nota: é provável que seja a mesma pessoa que em 1914 era aluno da escola do sexo masculino da Gave; tinha por professor António Joaquim Rodrigues; a 4/7/1914 fez exame do 1.º grau na escola Conde de Ferreira, sita na Vila de Melgaço, obtendo a classificação de «suficiente» (Correio de Melgaço n.º 106, de 7/7/1914). 

 

RODRIGUES, Manuel. Filho do professor António Joaquim Rodrigues e da professora Amélia de Castro Sotomaior Gondim. Nasceu na freguesia da Gave a 16/6/1913.

 

RODRIGUES, Manuel. Filho de --------- Rodrigues e de ---------- Dias. Nasceu por volta de 1933. // Morreu no lugar de Barreiros, freguesia da Gave, a --/--/2020, 87 anos de idade (ver A Voz de Melgaço de 1/9/2020).  

 

RODRIGUES, Manuel. Filho de Boaventura Rodrigues e de Ambrosina Domingues. Nasceu no lugar da Igreja, freguesia da Gave, a --/--/1937 (Notícias de Melgaço n.º 364). // Faleceu com apenas oito dias de vida.

 

RODRIGUES, Manuel. Filho de Luís Rodrigues e de Felisbela Fernandes. Nasceu na Gave a –/--/1938 (Notícias de Melgaço n.º 385).

 

RODRIGUES, Manuel. Filho de ---------- Rodrigues e de ----------------------------. Nasceu em -----------------, a --/--/19--. // Faleceu no lugar de Baldosa, Gave, a --/--/1994 (A Voz de Melgaço n.º 1014). 

 

RODRIGUES, Manuel António. Filho de José Rodrigues e de Maria Rosa Esteves, lavradores, da Lage. // Faleceu na Baldosa, Gave (onde residia), a 8/1/1871, com 60 anos de idade, lavrador, casado com Luísa Fernandes, e foi sepultado na igreja. 

 

 RODRIGUES, Manuel António. Filho de Francisco Rodrigues e de Maria Luísa Gonçalves, lavradores, de Virtelo, Cousso. // Faleceu em São Cosme, Gave (onde morava), a 28/4/1889, com 64 anos de idade, casado com Ana Teresa Rodrigues, e foi sepultado na igreja da Gave. // Trabalhava na agricultura. // Com geração. 

 

RODRIGUES, Manuel António (Padre). // Nasceu por volta de 1877 (*) // Em 1891 (!) era pároco encomendado da freguesia da Gave; em 1895 já era pároco efetivo. // BRAGA, Manuel António Rodrigues (Padre). // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 81, de 12/10/1930: // «Gave, 6/10/1930. A morte ceifeira, incansável de vidas, estendeu as suas negras asas sobre esta freguesia, vitimando, depois de um longo e penoso martírio, suportado com resignação cristã, o seu saudoso pastor, reverendo Manuel A. R. Braga, verdadeira alma de escol. A freguesia, que o prezava muito, chora-o inconsolável e cobrem-na os negros crepes da orfandade. Deixando expandir o meu coração alanceado de dor, em terno sentimento de saudade, apresento à família sentidas condolências e peço aos leitores orações pela alma cândida que Deus levou.» // Lê-se também no Notícias de Melgaço n.º 77, de 14/9/1930: «Padre Manuel Braga. Pároco da Gave. Mais um que, após terrível sofrimento, rola à campa, fulminado pela morte. A bárbara, na sua lida habitual, já nem repara na necessidade dos entes que vitima. “Detém-te, ó monstro. Vê o que fizeste”, ordenaríamos imperiosos se ela nos atendesse. Mas não. A dor brutal que nos tortura não conseguiu apagar em nós o facho lampejante da crença. E nós sabemos por um conhecimento absoluto omnímodo que são misteriosos os desígnios de Deus a nosso respeito. Deixemos que a sua alma pura e grácil, bata as asas rumo ao infinito e aí junto de Deus goze eternamente da ventura de uma existência quanto humanamente se pode dizer… imaculada.» // João Rodrigues. // As lamentações continuam. Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 83, de 26/10/1930: «Gave, 24/10/1930. Triste povo, pobres filhos da Gave! Opressos pela dor pungente de haverem perdido um pai tão solícito, tão bondoso, um pastor tão desvelado, veem-se ainda cobertos pela capa negra da soledade. Só tarde, muito tarde – infeliz pensamento – é que poderão depor-se os tétricos crepes da viuvez e passar a segundas-núpcias. Mas quando será isso? Respondemos profundamente magoados: – Não sabemos! Não sabemos! O clero desaparece consideravelmente, as vagas multiplicam-se e as sombras funestas envolvem na espessa escuridão as freguesias, precipitando-as num horrendo e asqueroso caos. É mais do que certo: onde faltar o padre falta a luz que deve alumiar as consciências, falta tudo! Nesta triste situação em que nos encontramos não haverá uma mão amiga que aplique algum remédio balsâmico aos nossos males? Sem dúvida! Encontramo-la na meritíssima Pessoa de Sua Ex.ª Reverendíssima bondoso pai, que olha de coração alanceado a nossa orfandade e nos entrega aos cuidados e desvelos de um bom pastor, para nos guiar, juntamente com o seu já numeroso rebanho, na senda da verdade e do bem. Anda-se tratando da organização da Comissão Fabriqueira, cuja realização está confiada ao ativo cuidado do reverendo Augusto César de Lima Monteiro, pároco de Parada do Monte, e encarregado “constitucionalmente” desta. A Sua Reverência, suplicamos encarecidamente, atentas as necessidades, que diligencie a sua completa execução. Penhorados agradecemos tão gentil amabilidade (…) O remédio é contentar-nos com o que Deus nos dá.» // Correspondente. // Morreu na Gave, no lugar da Igreja, a --/--/1930, com cinquenta e três anos de idade (Notícias de Melgaço n.º 84, de 2/11/1930). /// (*) NOTA 1: se ele se finou com 53 anos de idade, teria nascido em 1877; se ele nasceu em 1877 não poderia ser pároco encomendado em 1891, com apenas catorze anos de idade! Logo, o mais certo é ter nascido na década de sessenta do século XIX, ou seja, por volta de 1867. // NOTA 2: penso que Braga deve ser uma espécie de alcunha (por ter nascido, ou habitado na capital do Minho quando estudava no Seminário?).         

   

RODRIGUES, Manuel Bento. Filho de José Rodrigues e de Maria Rosa Alves, da Lage. Nasceu a --/--/18--. // Lavrador. // Casou na igreja da Gave, a 15/1/1855, com Luísa Rosa, filha de João Domingues e de Ana Maria Gonçalves, do Lameiro. Testemunha do ato religioso: Constantino Enes (?). // Faleceu na Lage, no estado de casado, a 29/12/1874, com mais de 66 anos de idade, e foi sepultado na igreja. // Com geração.   

 

RODRIGUES, Manuel Carlos. // Casou em primeiras núpcias com Balbina Domingues. // A sua mulher faleceu na freguesia de Riba do Mouro, Monção. // Era lavrador, morava no lugar da Igreja, Gave, quando se matrimoniou pela segunda vez, na igreja paroquial da Gave, Melgaço, a 14/5/1883, com Marcelina Fernandes, nascida a 8 e batizada a 9/5/1845, solteira, camponesa, moradora no lugar de Pomares, freguesia de Paderne, filha de Jerónimo Fernandes e de Florinda Rosa Afonso, rurais, moradores no dito lugar de Pomares. Testemunhas presentes: Francisco Manuel Domingues, casado, e Félix Domingues, solteiro, ambos camponeses, moradores no lugar da Igreja.

 

RODRIGUES, Manuel Joaquim. Filho de Manuel Rodrigues e de Isabel Rodrigues, lavradores, residentes que foram em São Cosme. N.p. de Francisco Rodrigues e de Feliciana Dias, do dito lugar; n.m. de António Rodrigues e de Maria Gregório, da Sobreira, todos da Gave. Foi batizado nesta freguesia. // Tinha 64 anos de idade, e estava viúvo, quando casou na igreja de Cousso, a 8/7/1861, com a sua parente em 2.º grau de afinidade, Maria Joana, de 56 anos de idade, viúva, batizada em Penso, filha de João Luís Alves e de Mariana Gomes, neta paterna de Quitéria Rodrigues Alves, de Valadares, e neta materna de Francisco Gomes e de Quitéria Rodrigues, de Penso. Testemunhas: o reverendo subdiácono Manuel Afonso Tojeira e José Luís Domingues, viúvo, lavrador, moradores no lugar de Cousso.     

 

RODRIGUES, Manuel Joaquim. Filho de Maria Rodrigues, solteira, camponesa, moradora no lugar de São Cosme. Nasceu na Gave a 6 e foi batizado na igreja paroquial 10/9/1835. // Era solteiro, lavrador, residia no lugar de São Cosme, quando casou catolicamente a 19/5/1884 com a sua parente Albina Rosa Domingues, de 30 anos de idade, batizada a 16 de Abril de 1854, solteira, camponesa, moradora no lugar do Val, filha de Manuel Joaquim Domingues e de Rita Rodrigues, rurais. Testemunhas presentes: Manuel Rodrigues, solteiro, lavrador, residente no lugar do Val, e Manuel José Domingues, casado, lavrador, residente no lugar do Cerdeiral.     

 

RODRIGUES, Manuel Joaquim. Filho de Manuel José Rodrigues e de Luísa Pereira, do lugar de Cófaros. Nasceu na Gave por volta de 1836. // Tinha 34 anos de idade, era solteiro, lavrador, morava no dito lugar, quando casou na igreja paroquial a 15/8/1870 com a sua conterrânea Maria Rosa Álvares, de 28 anos de idade, solteira, camponesa, filha de João Manuel Álvares e de Maria José Gregório, do dito lugar de Cófaros. Testemunhas presentes: Manuel José Gonçalves Fontes, casado, negociante, do lugar da Lage, e Manuel Luís de Carvalho, casado, mestre ferreiro, do lugar da Lage.

 

RODRIGUES, Manuel Joaquim. Filho de António Joaquim Rodrigues e de Maria José Alves, moradores no lugar do Val. Neto paterno de Manuel António Rodrigues e de Ana Maria Fernandes; neto materno de Maria Alves, solteira. Nasceu a 4/7/1856 e foi batizado ainda nesse mês e ano. Padrinhos: João Alves, solteiro, e Maria Rosa Rodrigues, solteira, todos gavienses. // Nota: deve ser o mesmo senhor que em 1914 pediu licença à Câmara Municipal para cobrir com uma latada o caminho público de Cófaros, na extensão de vinte a vinte e cinco metros; foi-lhe concedida a licença, visto ter havido informação favorável da Junta de Paróquia da Gave; morava no lugar do Val, freguesia da Gave (Correio de Melgaço n.º 93, de 29/3/1914).

 

RODRIGUES, Manuel Joaquim. Filho de José Joaquim Rodrigues e de Emília Joaquina Domingues, lavradores, residentes no lugar do Val. Neto paterno de José Joaquim Rodrigues e de Maria José Esteves, camponeses; neto materno de Manuel Joaquim Domingues e de Rita Rodrigues, rurais, todos moradores no dito lugar. Nasceu na Gave a 8/7/1887 e no dia seguinte foi batizado na igreja paroquial. Padrinhos: Manuel Rodrigues, tio paterno do batizando, e Luísa Domingues, tia materna do mesmo, ambos solteiros, lavradores, residentes no dito lugar do Val.

 

RODRIGUES, Manuel José. Filho de Manuel António Rodrigues e de Maria Rosa Domingues, do Val. Nasceu por volta de 1803. // Lavrador. // Faleceu nos Cófaros (onde morava), a 28/7/1882, com 79 anos de idade, viúvo de Luísa Pereira, e foi sepultado na igreja. // Com geração.

 

RODRIGUES, Manuel José. Filho de Maria Rodrigues, de Ferrão, Gave. Nasceu a --/--/18--. // Casou na igreja da Gave, a 24/6/1857, com Maria Balbina, filha de Teresa Rosa de Brito, de Padornelo, Paredes de Coura. 

 

RODRIGUES, Manuel José. Filho de Maria Rodrigues, solteira, do Ferrão. Nasceu por volta de 1831. // Faleceu no lugar de Rouças, Gavieira, Arcos de Valdevez, a 6/5/1871 (às seis horas da tarde), sem receber quaisquer sacramentos, com 40 anos de idade, casado com Balbina Rosa de Brito, do lugar do Ferrão, Gave, lavrador, e foi sepultado na igreja da Gave, tendo o seu corpo sido conduzido desde aquele lugar da Gavieira até esta freguesia do concelho de Melgaço.  

 

RODRIGUES, Manuel José. Filho de José Manuel Rodrigues e de Catarina Álvares, do lugar de Listedo. Nasceu na Gave por volta de 1839. // Tinha 31 anos de idade, era solteiro, lavrador, morava no dito lugar, quando casou na igreja da sua freguesia natal a 30/3/1870 com a sua conterrânea Maria Joaquina Esteves, de 23 anos de idade, solteira, camponesa, filha de Florinda Rosa Esteves, solteira, do lugar de Lameiro, onde residia. Testemunhas presentes: o padre Manuel Joaquim Domingues Machado, do lugar de São Cosme, e Manuel Esteves Codeço, camponês, do lugar do Val, Gave. // Tinha 68 anos de idade, estava viúvo de Maria Joaquina Esteves, quando voltou a casar, na igreja paroquial, a 23/9/1908, com a sua conterrânea Maria José Fernandes, de 60 anos de idade, solteira, filha de Maria Joaquina Fernandes. // Faleceu no lugar de Listedo, Gave, a --/--/1913, com 73 anos de idade (Correio de Melgaço n.º 32, de 12/1/1913).

 

RODRIGUES, Marcelina. Filha de Luís Manuel Rodrigues e de Maria Luísa Domingues, do Cerdeiral. Neta paterna de José Rodrigues e de Maria Rosa Dias, do lugar de São Cosme; neta materna de Manuel José Domingues e de Maria Isabel Domingues. Nasceu a 28/3/1859 e foi batizada nesse dia. Padrinhos: José Joaquim Rodrigues e Maria Rosa Rodrigues.

 

RODRIGUES, Maria. Filha de Manuel Rodrigues e de Isabel Domingues, lavradores, do Val, Gave. Nasceu por volta de 1802. // Faleceu no dito lugar, onde residia, a 26/1/1872, com 70 anos de idade, lavradeira, viúva de António José Domingues, e foi sepultada na igreja. // Fizera testamento. // Deixou três filhos e uma filha.  

 

RODRIGUES, Maria. Filha de José Luís Rodrigues e de Maria Rosa Alves, gavienses. Nasceu na freguesia da Gave por volta de 1810. // Lavradeira. // Faleceu no lugar de Soutomendo de Baixo, freguesia de Fiães, onde residia, a 10/5/1887, sem sacramentos, com 77 anos de idade, viúva de António Domingues, sem testamento, e foi sepultada na igreja do antigo mosteiro de Fiães. // Deixou uma filha e netos.

 

RODRIGUES, Maria. Filha de ----------- Rodrigues e de ----------------------------------. Nasceu em ------------, a --/--/184-. // Faleceu no lugar de São Cosme, Gave, a --/--/1937, com noventa e dois anos de idade. // (Notícias de Melgaço n.º 376).

 

RODRIGUES, Maria. Filha de José Rodrigues e de Maria Luísa Rodrigues, lavradores, residentes no lugar da Sobreira. Neta paterna de Manuel Rodrigues e de Maria Rodrigues; neta materna de Joaquim Domingues e de Rita Rodrigues. Nasceu na Gave a 8 de Setembro de 1895 e no dia seguinte foi batizada na igreja paroquial. Padrinhos: João Agostinho Rodrigues e Rosa Domingues, lavradores. // Casou na CRCM a 6/3/1917 com Agostinho Pinto. // Enviuvou a 4/12/1971 (confirmar). // Faleceu na Gave a 28/5/1975.

 

RODRIGUES, Maria. Filha de António Rodrigues e de Clementina Duque. Nasceu na Gave a --/--/1932 (NM 165, de 18/9/1932).

 

RODRIGUES, Maria Clementina. Filha de Manuel Rodrigues e de Maria Rodrigues, lavradores, residentes na Sobreira. Neta paterna de António Joaquim Rodrigues e de Maria Joana Lourenço; neta materna de Manuel Luís Rodrigues e de Maria Luísa Alves. Nasceu a --/6/1860 e foi batizada a 15/6/1860. Padrinhos: João Luís de Araújo e Florinda Gregório, casados, lavradores, residentes na Sobreira. // (Era a primeira filha do casal).

 

RODRIGUES, Maria Clementina. Filha de João Manuel Rodrigues e de Luísa Duque, lavradores, residentes no lugar do Val. Neta paterna de Manuel José Rodrigues e de Luísa Maria Pereira, do lugar dos Cófaros; neta materna de Manuel Joaquim Duque e de Margarida Duque, do lugar do Lameiro. Nasceu na Gave a 2/7/1868 e foi batizada na igreja católica local nesse mesmo dia, mês e ano. Padrinhos: Manuel Joaquim Rodrigues e Ana Rodrigues, solteiros, camponeses, do lugar dos Cófaros. // Faleceu na sua freguesia de nascimento a 8/5/1955 (confirmar). 

 

RODRIGUES, Maria da Conceição. Filha de Manuel Joaquim Rodrigues e de Maria Rosa Alves, lavradores, residentes nos Cófaros. Neta paterna de Manuel José Rodrigues e de Luísa Pereira; neta materna de João Manuel Alves e de Maria José Gregório, camponeses, moradores no dito lugar de Cófaros. Nasceu na Gave a 2/5/1882 e no dia seguinte foi batizada na igreja paroquial da freguesia. Padrinhos: Manuel Joaquim Alves e Maria José Alves, solteiros, agricultores, tios maternos da batizanda. // Faleceu no dito lugar da Gave, a 17/9/1883, com apenas um ano de idade, e foi enterrada no adro da igreja. 

 

RODRIGUES, Maria da Conceição. Filha de Vitorino Manuel Rodrigues e de Maria Rosa Duque, lavradores, residentes no lugar de Barreiros. Neta paterna de Manuel Luís Rodrigues e de Luísa Domingues, camponeses, moradores no lugar de Cerdeiral; neta materna de Manuel Joaquim Duque e de Joaquina de Araújo, rurais, moradores no lugar de Barreiros. Nasceu na Gave a 28/2/1891 e nesse mesmo dia foi batizada na igreja paroquial. Padrinhos: José Manuel de Araújo e Ana Domingues, lavradores, residentes no lugar do Lameiro, casados. // Casou na CRCM a 18/9/1929 com Manuel Fernandes. // Enviuvou a 25/8/1946. // Faleceu na Gave a 16/8/1973.

 

RODRIGUES, Maria da Conceição. Filha de Manuel Rodrigues e de Maria Clementina Rodrigues, lavradores, residentes no lugar do Val. Neta paterna de Manuel Joaquim Rodrigues e de Maria Rosa Alves; neta materna de João Manuel Rodrigues e de Luísa Duque. Nasceu na Gave a 30/11/1903 e nesse mesmo dia foi batizada na igreja paroquial. Padrinhos: Inácio Fernandes e sua esposa, Maria Rosa Rodrigues, camponeses. // Faleceu a 1 de Maio de 1912.

 

RODRIGUES, Maria da Conceição. Filha de Silvério Rodrigues e de Sara Domingues. Nasceu na Gave a --/--/1931 (Notícias de Melgaço n.º 112, de 7/6/1931).

 

RODRIGUES, Maria da Conceição. Filha de J. Rodrigues e de Rosa Pires. Nasceu na Gave a --/--/1932 (Notícias de Melgaço n.º 175, de 4/12/1932). // Faleceu no lugar da Lage, Gave, a --/--/2023, com 90 anos de idade (A Voz de Melgaço de 1/2/2023).

 

RODRIGUES, Maria da Conceição. // Nasceu por volta de 1941. // Faleceu no lugar do Cerdeiral, Gave, a --/--/2023, com 82 anos de idade (A Voz de Melgaço de 1/2/2023).

 

RODRIGUES, Maria Emília. Filha de António Rodrigues e de Rosa Duque, lavradores, residentes no lugar dos Coelhos. Neta paterna de Manuel António Rodrigues e de Ana Maria Fernandes, do lugar dos Coelhos; neta materna de José Duque e de Constância Alves, do lugar do Listedo, todos rurais. Nasceu na Gave a 30/9/1871 e foi batizada na igreja católica local a 1 de Outubro desse dito ano. Padrinhos: Bernardino Esteves e Joaquina Rodrigues, solteiros, camponeses, do lugar de Lijó. 

 

RODRIGUES, Maria Felicidade. Filha de António Joaquim Rodrigues e de Maria Joaquina Duque, lavradores, residentes em São Cosme, Gave. Neta paterna de Caetano José Rodrigues e de Maria Teresa Lourenço, do lugar da Igreja, Tangil; neta materna de José Duque e de Mariana Duque, de São Cosme. Nasceu a 29/7/1866 e foi batizada nesse mesmo dia. Padrinhos: padre Manuel Joaquim Domingues Machado e Maria Rosa Domingues, solteira, lavradora, residente em São Cosme. // Tinha 23 anos de idade, era solteira, camponesa, morava no lugar da Eira Velha, quando casou na igreja paroquial a 2/7/1890 com o seu conterrâneo José Alves, de 29 anos de idade, solteiro, camponês, morador no lugar de Ferrão, filho de Joaquim Alves e de Maria Ana Vaz de Sousa, rurais. // Faleceu no lugar de São Cosme a --/--/1916 (Correio de Melgaço n.º 183, de 23/1/1916).  

 

RODRIGUES, Maria Joana. Filha de Francisco Rodrigues e de Rosa Maria Esteves. // Lavradeira. // Faleceu em Baldosa, a 28/2/1882, com 67 anos de idade, viúva de José Joaquim Esteves, e foi sepultada na igreja. // Com geração.

 

RODRIGUES, Maria Joaquina. Filha de Maria Teresa Rodrigues, viúva, lavradeira, moradora no lugar de Eiriz. Nasceu na Gave por volta de 1847. // Tinha 28 anos de idade, era solteira, camponesa, morava no dito lugar de Eiriz, quando casou na igreja de Parada do Monte a 4/12/1875 com Luís Domingues, de 42 anos de idade, viúvo, lavrador, natural de Parada do Monte, morador no lugar do Paço.   

 

RODRIGUES, Maria Joaquina. Filha de António Rodrigues e de Rosa Duque, lavradores, residentes no lugar dos Coelhos. Neta paterna de Manuel António Rodrigues e de Ana Maria Fernandes, do dito lugar; neta materna de José Duque e de Constância Alves, do lugar de Listedo, todos rurais. Nasceu na Gave a 30/8/1869 e foi batizada na igreja católica local nesse mesmo dia, mês e ano. Padrinhos: Bernardino Esteves, solteiro, e Joaquina Rodrigues, solteira, camponeses, do lugar de Lijó, freguesia de Riba de Mouro. // Casou na igreja da sua freguesia de nascimento a 15/10/1908. 

 

RODRIGUES, Maria Joaquina. Filha de Francisco Rodrigues e de Rosa Gonçalves, lavradores, residentes no lugar de São Cosme. Neta paterna de José Rodrigues e de Catarina Alves, do lugar de Listedo; neto materno de Maria Quitéria Gonçalves, solteira, do lugar de São Cosme, todos rurais. Nasceu na Gave a 28/6/1870 e foi batizada na igreja católica local nesse mesmo dia. Padrinhos: José Joaquim Lourenço e Joaquina Rosa Afonso, casados, camponeses, do lugar de São Cosme. 

 

RODRIGUES, Maria José. Filha de António Rodrigues e de Francisca Fernandes. Nasceu em Podame, Monção. / Lavradeira. / Faleceu no Pombal, Gave, a 24/3/1869, com 50 anos, casada com Manuel António Afonso, e foi sepultada na igreja. Deixou um filho e uma filha.

 

RODRIGUES, Maria Laurentina. Filha de Manuel Carlos Rodrigues, do lugar da Lage, freguesia da Gave, e de Balbina das Dores Domingues (já defunta), do lugar da Costa, freguesia de Riba de Mouro, lavradores. Nasceu na dita freguesia de Monção. // Faleceu no citado lugar da Lage, Gave, a 17/11/1868, com apenas três anos de idade, e foi sepultada na igreja da Gave. 

 

RODRIGUES, Maria Luísa. Filha de Luís Rodrigues e de Maria Dias, lavradores, de São Cosme. // Faleceu no dito lugar da Gave, a 21/2/1870, com 74 anos de idade, lavradeira, viúva de Luís Manuel Afonso, e foi sepultada na igreja. // Fizera testamento e deixou duas filhas. 

 

RODRIGUES, Maria Luísa. Filha de António José Rodrigues e de Maria Alves, da Lage. // Lavradeira. // Faleceu nos Coelhos (onde morava), a 4/12/1883, com 73 anos de idade, no estado de viúva de Manuel Rosendo Gregório, e foi sepultada no cemitério paroquial da Gave. (Foi o 1.º corpo a ser ali enterrado).

 

RODRIGUES, Maria Luísa. Filha de Maria Rodrigues, solteira, do Ferrão. // Nasceu por volta de 1831. // Faleceu no lugar da Lage, Gave (onde residia), a 24/1/1873, com 42 anos de idade, lavradeira, no estado de casada com Manuel Joaquim Esteves, e foi sepultada na igreja. // Deixou dois filhos e quatro filhas. 

 

RODRIGUES, Maria Luísa. Filha de Manuel Joaquim Rodrigues e de Maria Rosa Álvares, lavradores, residentes no lugar dos Cófaros. Neta paterna de Manuel José Rodrigues e de Luísa Pereira, do dito lugar; neta materna de João Manuel Álvares e de Maria José Gregório, também do sobredito lugar. Nasceu na Gave a 21/12/1870 e foi batizada na igreja católica local nesse mesmo dia, mês e ano. Padrinhos: João Álvares, viúvo, e Maria Luísa Rodrigues, ambos do citado lugar. // Faleceu na sua freguesia de nascimento a 13/10/1956.

 

RODRIGUES, Maria de Lurdes. Filha de Casimiro Rodrigues e de Jesuína Dias. Nasceu em Eiriz, Gave, a --/--/1937 (Notícias de Melgaço n.º 373). // Faleceu a --/--/1938, com apenas dez meses de idade (Notícias de Melgaço n.º 414).

 

RODRIGUES, Maria Margarida. Filha de José Manuel Rodrigues e de Catarina Alves. Nasceu na Gave a 24/4/1834. // Casou com Francisco Alves, seu conterrâneo, emigrante no Brasil. // Ela, em 1881, aquando da morte da mãe, morava na sua freguesia de nascimento, no lugar de Listedo. 

 

RODRIGUES, Maria Rosa. Filha de Francisco Rodrigues e de Maria Rosa Gonçalves. // Lavradeira. // Faleceu em Eiriz, a 24/12/1876, com 74 anos, viúva de Manuel António Alves, e foi sepultada na igreja. // Com geração.

 

RODRIGUES, Maria Rosa. Filha de Pedro Rodrigues e de Josefa Afonso, naturais de Riba de Mouro. Nasceu no lugar do Carvalho, da dita freguesia de Monção. // Lavradeira. // Faleceu no lugar de Eiriz, Gave, a 28/3/1879, com 74 anos de idade, viúva de Manuel Luís Esteves, e foi sepultada na igreja da Gave. // Com geração.   

 

RODRIGUES, Maria Rosa. Filha de Domingos Rodrigues e de Isabel Fernandes, do lugar da Fonte, Álvora, Arcos de Valdevez. Nascera nesse lugar e freguesia dos Arcos. // Faleceu em São Cosme, Gave, a 26/6/1871, com 60 anos de idade, solteira, lavradora, residente no lugar onde faleceu, e foi sepultada na igreja da Gave. // Deixou um filho. 

 

RODRIGUES, Maria Rosa. Filha de Manuel José Rodrigues e de Luísa Maria Pereira. // Lavradeira. // Faleceu nos Cófaros (onde morava), a 26/6/1883, com 51 anos, solteira, e foi sepultada na igreja.

 

RODRIGUES, Maria Rosa. Filha de Bento Manuel Rodrigues e de Luísa Rosa Domingues. Neta paterna de José Luís Rodrigues e de Maria Rosa Alves; neta materna de João Domingues e de Ana Maria Gonçalves. Nasceu a 20/2/1857 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: José Rodrigues e Maria Rosa Domingues.

 

RODRIGUES, Maria Rosa. Filha de João Manuel Rodrigues e de Luísa Duque, lavradores, residentes no lugar de Val. Neta paterna de Manuel José Rodrigues e de Luísa Maria Pires, do lugar de Cófaros; neta materna de Manuel Joaquim Duque e de Margarida Luísa Duque, do lugar do Lameiro, todos rurais. Nasceu na Gave a 21/5/1870 e no dia seguinte foi batizada na igreja católica local. Padrinhos: Manuel Joaquim Rodrigues, solteiro, do lugar dos Cófaros, e Maria Rosa Duque, solteira, do lugar do Lameiro, camponeses. // Faleceu na sua terra natal a 18/8/1948.   

 

RODRIGUES, Maria Rosa. Filha de João Manuel Rodrigues e de Ana Domingues, lavradores, residentes no lugar do Lameiro. Neta paterna de António Manuel Domingues e de Carolina Rodrigues, camponeses, moradores no dito lugar; neto materno de Francisco Manuel Domingues e de Maria José Afonso, rurais, moradores no lugar da Igreja. Nasceu na Gave a 5/10/1894 e nesse mesmo dia foi batizada na igreja paroquial. Padrinhos: Joaquim Domingues e Maria Rosa Domingues, solteiros, tios maternos da neófita.

 

RODRIGUES, Maria Teresa. Filha de Isabel Rodrigues, viúva, lavradeira, do Lameiro. // Faleceu no dito lugar da Gave, a 1/12/1872, com 50 anos de idade, casada com Francisco Carvalho, lavradora, e foi sepultada na igreja. // Deixou seis filhos e duas filhas. 

 

RODRIGUES, Maria Teresa. Filha de Francisco Rodrigues e de Maria Rosa Gonçalves. // Faleceu em Eiriz, a 15/12/1879, com 70 anos de idade, viúva de Francisco Manuel Pires, e foi sepultada na igreja. // Com geração.

 

RODRIGUES, Maria Teresa. Filha de Maria Rodrigues, solteira. // Faleceu em Ferrão, a 10/4/1874, com cinquenta anos de idade, pouco mais ou menos, no estado de solteira, lavradora, e foi sepultada na igreja. 

 

RODRIGUES, Mirandolina. Filha de João Manuel Rodrigues e de Ana Domingues, lavradores, residentes no lugar do Lameiro. Neta paterna de António Manuel Domingues e de Carolina Rodrigues; neta materna de Francisco Manuel Domingues e de Maria José Afonso. Nasceu na Gave a 24/1/1896 e foi batizada na igreja paroquial a 26 desse dito mês e ano. Padrinhos: Joaquim Domingues e Maria Rosa Domingues, lavradores. // Casou na CRCM a 17/2/1915 com o seu conterrâneo Manuel Domingues, de 26 anos de idade, filho de Luís Manuel Domingues e de Maria Clementina Rodrigues. // Faleceu na freguesia da Gave a 18/3/1966. Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1590, de 20/3/1966: «Confortada com os sacramentos da santa igreja faleceu nesta freguesia com a idade de 70 anos a senhora Mirandolina Rodrigues, casada com o senhor Manuel Domingues, mãe de Amadeu Domingues e de Maria Rosa Domingues, e cunhada de Justino Domingues, comerciante nesta localidade. A saudosa extinta, de quem os pobres choram a sua perda por das suas mãos sempre sair uma esmola generosa e abundante, era por todos muito querida e estimada, sendo a sua morte bastante sentida. A comprová-lo teve o seu funeral que se realizou no dia seguinte, com grande acompanhamento de pessoas. Ao seu viúvo, filhos, cunhado e demais família em luto enviamos as nossas mais sentidas condolências 

 

RODRIGUES, Paulino. Filho de ----------- Rodrigues e de --------------------------. Nasceu a --/--/19--. // Em 1914 era aluno da escola do sexo masculino da Gave; tinha por professor António J. Rodrigues. // A 4/7/1914 fez exame do 1.º grau na escola Conde de Ferreira, sita na Vila de Melgaço, obtendo a classificação de «suficiente» (Correio de Melgaço n.º 106, de 7/7/1914).

 

RODRIGUES, Rosa. Filha de Francisco Manuel Rodrigues e de Luísa Domingues. Nasceu a --/--/18--. // Casou com Manuel António, filho de Manuel Ventura Rodrigues e de Maria José Rodrigues, naturais de Cousso. // Morou na freguesia de Cousso. // Deve ter falecido por volta de 1920, pois nesse ano foram citados pelo cartório do escrivão Soares a sua filha Madalena Rodrigues e marido, Justino Alves Gregório, ausentes em parte incerta, e o seu neto, Augusto Rodrigues, solteiro, também ausente, a fim de assistirem a todos os termos do inventário a que se procedia por sua morte (Jornal de Melgaço n.º 1312, de 21/11/1920).

 

RODRIGUES, Rosa. Filha de Manuel Bento Rodrigues e de Luísa Rosa Domingues. Neta paterna de José Luís Rodrigues e de Maria Rosa Alves; neta materna de João Domingues e de Maria Gonçalves. Nasceu a 15/10/1859 e foi batizada na igreja da Gave pelo padre Elias de Jesus Marques.

 

RODRIGUES, Rosa. Filha de Manuel José Rodrigues e de Maria Joaquina Esteves, residentes no lugar do Listedo. Neta paterna de José Manuel Rodrigues, natural da Gave, e de Catarina Alves, natural da Vila de Provesende, Trás-os-Montes; neta materna de Florinda Rosa Esteves, solteira, moradora no lugar do Lameiro. Nasceu na Gave a 30/5/1878 e foi batizada na igreja católica local a 1 de Junho desse mesmo ano. Padrinhos: Bento Afonso e sua mulher, Rosa Rodrigues, tios da neófita, afim e consanguíneos pela parte paterna, moradores no lugar do Pereiral, freguesia de Parada do Monte, rurais.

 

RODRIGUES, Rosa. Filha de Manuel Rodrigues e de Maria Emília Alves, lavradores, residentes no lugar dos Chãos. Neta paterna de José Joaquim Rodrigues e de Maria José Esteves, camponeses, moradores no lugar do Val; neta materna de José Joaquim Alves e de Maria Joaquina Domingues. Nasceu na Gave a 2/12/1888 e nesse mesmo dia foi batizada na igreja paroquial. Padrinhos: a sua avó paterna e Casimiro Alves, solteiro, lavrador, tio materno da neófita, residente no lugar dos Chãos. // Faleceu na sua freguesia de nascimento a 11/9/1971.    

 

RODRIGUES, Rosa. Filha de José Joaquim Rodrigues e de Emília Domingues, lavradores, residentes no lugar do Val. Neta paterna de José Joaquim Rodrigues e de Maria José Esteves, camponeses, moradores no dito lugar; neto materno de Manuel Joaquim Domingues e de Rita Maria Rodrigues, rurais, do mesmo lugar. Nasceu na Gave a 6/10/1894 e no dia seguinte foi batizada na igreja paroquial. Padrinhos: Manuel Joaquim Domingues, casado, lavrador, residente no lugar de Ferrão, e Albina Rosa Domingues, viúva, camponesa, moradora no lugar de São Cosme. // Faleceu na sua freguesia de nascimento a 22/3/1948.

 

RODRIGUES, Rosa. Filha de João Manuel Rodrigues e de Ana Domingues, lavradores, residentes no lugar do Lameiro. Neta paterna de António Manuel Domingues e de Carolina Rodrigues; neta materna de Francisco Manuel Domingues e de Maria José Afonso. Nasceu na Gave a 19/7/1898 e foi batizada na igreja paroquial a 20 desse mês e ano. Padrinhos: Joaquim Domingues e Maria Rosa Domingues, camponeses. // Casou na CRCM a 18/7/1923 com o seu conterrâneo Abílio Rodrigues, de 22 anos de idade, filho de Manuel António Rodrigues e de Maria Rosa Duque. // Faleceu na Gave a 19/10/1944.   

 

RODRIGUES, Rosa Lina. Filha de António Joaquim Rodrigues e de Maria Joaquina Duque, lavradores, residentes no lugar de São Cosme. Neta paterna de Caetano José Rodrigues e de Maria Teresa Lourenço, do lugar da Igreja, freguesia de Tangil; neta materna de José Duque e de Maria Ana Duque, do lugar de São Cosme, Gave, todos rurais. Nasceu na Gave a 12/10/1871 e no dia seguinte foi batizada na igreja católica local. Padrinhos: José Joaquim Lourenço, casado, e Rosa Lourenço, solteira, do lugar de São Cosme, camponeses, gavienses.

 

RODRIGUES, Rosa Maria. Filha de Manuel Joaquim Rodrigues e de Rita Rodrigues. Neta paterna de António José Domingues e de Maria Rodrigues; neta materna de José Rodrigues e de Maria Rosa Dias, do Val. Nasceu a 19/3/1857 e foi batizada nesse mesmo dia. Padrinhos: Manuel António Rodrigues e sua mulher, Ana Teresa Rodrigues, todos gavienses. 

 

RODRIGUES, Salvador. Filho de ---------- Rodrigues e de -------------------------. Nasceu a --/--/1---. // Casou a --/--/1933 com Izaldina (ou Isolina) Esteves Caldas (Notícias de Melgaço n.º 181, de 29/1/1933, e NM 184, de 26/2/1933).

 

RODRIGUES, Salvador. Filho de Isaura Rodrigues. Nasceu na freguesia da Gave a --/--/1933 (NM 193, de 7/5/1933).

 

RODRIGUES, Secundino Manuel. Filho de Manuel José Rodrigues e de Maria Joaquina Esteves, lavradores, residentes no lugar de Listedo. Neto paterno de José Manuel Rodrigues e de Catarina Álvares, do dito lugar; neto materno de Florinda Rosa Esteves, solteira, do lugar de Lameiro, todos rurais. Nasceu na Gave a 10/4/1871 e no dia seguinte foi batizado na igreja católica local. Padrinhos: Francisco Álvares, casado, e Catarina Álvares, casada, camponeses, do lugar de Listedo. // // Tinha 37 anos de idade, era solteiro, emigrante no Brasil, quando casou na igreja paroquial da Gave a 15/10/1908 com a sua conterrânea Maria Joaquina Rodrigues, de 39 anos de idade, solteira, filha de António Rodrigues e de Rosa Duque, gavienses. // Faleceu no lugar de Listedo, freguesia da Gave, a 23 de Março de 1940.   

 

RODRIGUES, Silvério. Filho de José Joaquim Rodrigues e de Emília Domingues, lavradores, residentes no lugar do Val. Neto paterno de José Joaquim Rodrigues e de Maria José Esteves; neto materno de Manuel Joaquim Domingues e de Rita Maria Rodrigues. Nasceu na Gave a 20 de Março de 1906 e foi batizado na igreja paroquial a 22 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Rodrigues e Felicidade Domingues, solteiros, camponeses. // Casou na CRCM a 12/4/1930 (NM 58, de 27/4/1930) com a sua conterrânea Sara Domingues, de apenas quinze anos de idade, filha de Adriano Domingues e de Felicidade Domingues. // Ambos os cônjuges faleceram na freguesia da Gave: a esposa a 15/11/1952 (ou 1962) e ele a 13/5/1979.  

 

RODRIGUES, Virgínia. Filha de Manuel José Rodrigues e de Maria Joaquina Esteves, lavradores, residentes no lugar de Listedo. Neta paterna de José Manuel Rodrigues e de Catarina Alves, do dito lugar; neta materna de Florinda Rosa Esteves, solteira, moradora no lugar do Lameiro. Nasceu na Gave a 10/3/1881 e foi batizada na igreja católica local nesse mesmo dia, mês e ano. Padrinhos: Manuel Luís Carvalho, ferreiro, e sua mulher, Margarida Fernandes.      

 

RODRIGUES, Vitorino Manuel. Filho de Manuel Luís Rodrigues e de Luísa Domingues, lavradores, residentes no lugar do Cerdeiral. Nasceu na Gave por volta de 1850. // Tinha 40 anos de idade, era solteiro, camponês, residia no citado lugar, quando casou na igreja paroquial a 16/4/1890 com a sua conterrânea Maria Rosa Duque, de 26 anos de idade, solteira, camponesa, moradora no lugar de Barreiros, filha de Manuel Joaquim Duque e de Joaquina de Araújo, rurais. // Com geração.

 

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ROSA LINA. Filha de Felicidade Maria (*), da Sobreira, Gave. Nasceu a 21/8/1872 e foi batizada na igreja da Gave no dia seguinte. Padrinhos: Aires Esteves e Maria Rosa Gregório, solteiros, do lugar de Sobreira, Gave. // A mãe, por ser solteira e pobre, requereu à Câmara Municipal de Melgaço a aceitação da criança no hospício, o que aconteceu a 23/10/1872, ficando registada no livro dos expostos sob o n.º 287. // Os vereadores, tendo nesse ano como presidente interino Manuel Joaquim de Sousa e Castro Morais Sarmento, decidiram deixar a criança com a progenitora, pagando-lhe um subsídio de cerca de 800 réis por mês, exigindo-lhe apenas que se inscrevesse como ama-de-leite. // A 31/5/1878 deu-se por findo o tempo da mãe receber pelo cofre municipal, tendo em conta o facto de ela enveredar por um caminho irregular, entregando-se ao deboche, além de já ter outro filho (**). Neste ano de 1878 era presidente da Câmara Municipal de Melgaço, interinamente, José de Sá Sotomaior. /// (*) Deve tratar-se de Felicidade Maria Esteves, solteira, residente no lugar da Sobreira. /// (**) Ver Laura Esteves.

 

 

SÁ, Luísa. Filha de Francisco de Sá e de Emília Rosa de Brito, naturais do lugar do Cardoso, freguesia de Feitosa, concelho de Ponte de Lima, moradores nos Moinhos da Ponte do Plauteiro (?), do Monteiro (?), freguesia da Gave, Melgaço. Neta paterna de Inácio de Sá e de Maria Luísa de Sá; neta materna de Mariana de Brito, solteira, do lugar do Loureiro, freguesia da Correlhã, concelho de Ponte de Lima. Nasceu na Gave a 18/8/1869 e foi batizada na igreja católica local a 21 desse mês e ano. Padrinhos: padre Manuel Joaquim Domingues Machado, do lugar de São Cosme, Gave, e Luísa Rodrigues, casada, do lugar de Aldeia, freguesia de Cousso. 

 

SILVA

 

SILVA, António. Filho de José da Silva e de Emília Teixeira, lavradores, naturais da freguesia de Gestaçô, concelho de Baião. Neto paterno de Francisco José da Silva e de Margarida Joaquina Alves; neto materno de António Teira e de Ana Pinto, todos do lugar de Fura Casas, Gestaçô, Baião. Nasceu na Gave, Melgaço, a 25/11/1871, e foi batizado na igreja católica local nesse dito dia, mês e ano. Padrinhos: António Rodrigues, solteiro, e Maria Teresa da Silva, casada, camponeses, do lugar do Lameiro, Gave.  

 

SOUSA

 

SOUSA, Álvaro. Filho de Manuel Joaquim de Sousa e de Maria Esteves. Nasceu na Gave a --/--/1932 (NM 145, de 17/4/1932).

 

SOUSA, Augusto. Filho de José de Sousa e de Maria Lima (confirmar). Nasceu na Gave a --/--/19--. // Casou com Albertina da Cunha, sua conterrânea. // Em 1997 o casal residia em Sandia, Vila Praia de Âncora. // (A Voz de Melgaço n.º 1076).

 

SOUSA, Benezinda. Filha de Manuel Joaquim de Sousa e de Maria Esteves. Nasceu na freguesia da Gave a --/--/1929 (Notícias de Melgaço n.º 34, de 13/10/1929).

 

SOUSA, Delfim. Filho de ------------- de Sousa e de ------------- Esteves. Nasceu por volta de 1914. // Faleceu no lugar da Sobreira, Gave, a --/--/1916, com apenas quinze meses de idade (Correio de Melgaço n.º 226, de 26/11/1916).

 

SOUSA, Fernando Paulo. Filho de ------------ de Sousa e de ------------ Pereira. Nasceu no lugar da Igreja, Gave, a --/--/19--. // Casou a 14/8/1993 com Elisabete Alves Pinto, nascida em Montunil, França. 

 

SOUSA, Francisco do Nascimento. Filho de Manuel Joaquim de Sousa e de Maria Esteves. Nasceu na Gave a --/--/1913 (Correio de Melgaço n.º 80, de 21/12/1913). // Faleceu no lugar da Sobreira a --/--/1914, com apenas dezassete dias de idade (Correio de Melgaço n.º 82, de 11/1/1914).   

 

SOUSA, José. Filho de ---------- de Sousa e de ----------------------------------------. Nasceu na Gave por volta de 1912. // Casou com Maria Lima a --/--/1933 (Notícias de Melgaço n.º 198, de 18/6/1933). // Faleceu em casa de sua filha Rosa, com 79 anos de idade (A Voz de Melgaço n.º 943, de 15/7/1991). // Além da citada Rosa, tinha mais os seguintes filhos: Albertina, Augusto, Fernando, e Manuel (Taciano).

 

SOUSA, Justino. Filho de José de Sousa e de Maria de Lima. // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1586, de 6/2/1966: «Por notícias recebidas de França sabemos ter falecido no passado dia 3 do corrente, em Grenoble, vítima de acidente no trabalho, o nosso conterrâneo senhor Justino de Sousa, filho de José de Sousa e de Maria de Lima, e irmão de Agostinho e Manuel de Lima, comerciantes nesta freguesia, que seguiram imediatamente para aquele país a fim de assistirem ao funeral de seu desditoso irmão. O infeliz Justino, que era um moço de raras virtudes e o amparo de seus pais, deixa envolvidos em lágrimas todos os seus familiares e os numerosos amigos que o conheciam…»

 

SOUSA, Manuel. Filho de José de Sousa e de Maria Lima. Nasceu na freguesia da Gave a --/--/1934 (NM 235, de 10/6/1934). 

 

SOUSA, Manuel Taciano. // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1551, de 11/4/1965: «Na igreja paroquial desta freguesia realizou-se o enlace matrimonial de Manuel Taciano de Sousa, comerciante, do lugar da Sobreira, filho de José de Sousa e de Maria de Lima, com a menina Maria da Conceição Pereira, filha de Aurélio Pereira e de Leonina Alves, comerciantes, do lugar de Ferrão. Serviram de padrinhos o tio e irmã do noivo, Albano de Lima e Albertina de Sousa…»  

 

SOUSA, Maria. // Nasceu por volta de1953. // Faleceu no lugar de Sobreira, freguesia da Gave, a --/--/2022, com 69 anos de idade (A Voz de Melgaço de 1/6/2022).

 

SOUSA, Rosa. // Nasceu por volta de 1942. // Faleceu no lugar dos Coelhos, freguesia da Gave, a --/--/2022, com 80 anos de idade (A Voz de Melgaço de 1/5/2022).

 

SOUSA, Rosa da Conceição. // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1454, de 2/12/1962: «Por ser portadora de hérnia estrangulada foi operada de urgência no hospital da SCMM a senhora Rosa da Conceição de Sousa, casada, do lugar da Valdosa, Gave

 

VAL

 

VAL, Francisco António. Filho de Domingos Pires Val e de Maria Rosa Alves Pinheiro, de Afife, Viana. Nasceu no lugar da Casinha, Afife (Santa Cristina). // Faleceu na Lage, Gave, a 3/9/1870, com 70 anos de idade, casado com Mariana Gonçalves, e foi sepultado na igreja da Gave. // Era secretário do juiz eleito da freguesia da Gave. 

 

VEIGA

 

VEIGA, Manuel Domingues. // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1609, de 18 de Setembro de 1966: «No passado dia 8 do corrente, pelas 18 horas, deu-se um incêndio em um palheiro pertencente ao senhor M.D.V., onde lhe arderam 17 carros de feno e 44 sacos de batatas. O povo ocorreu em massa, evitando que o fogo se propagasse na casa do senhor Américo Enes 

 

VIEITES

 

VIEITES, Amélia. Filha de Francisco Vieites e de Maria da Conceição Domingues, lavradores, residentes no lugar de São Cosme. Neta paterna de Miguel Vieites e de Maria Pereira, camponeses, moradores no lugar de Cortegada, freguesia de Parada do Monte; neta materna de Francisco Domingues e de Maria Domingues Machado, rurais, moradores no lugar do Lameiro. Nasceu na Gave a 28/6/1890 e no dia seguinte foi batizada na igreja paroquial. Padrinhos: José Domingues, solteiro, camponês, tio materno da neófita, morador no lugar de São Cosme, e Carlota Joaquina Vieira, casada, lavradeira, moradora no lugar de Paço Velho, freguesia de Messegães, Monção.  

 

VIEITES, Bernardo. // Galego. // Andava a mendigar pelas freguesias do concelho de Melgaço. // Faleceu em Baldosa, Gave, a 15/8/1871 (às seis horas da tarde), com trinta anos de idade, pouco mais ou menos, solteiro, e foi sepultado na igreja da Gave.  

 

VIEITES, José. Filho de ----------- Vieites e de -----------------------------------------. Nasceu a --/--/1---. // Casou a --/--/1934 com Olímpia Domingues (Notícias de Melgaço n.º 231, de 6/5/1934).

 

VIEITES, Manuel. Filho de José Vieites e de Olímpia Domingues. Nasceu na Gave a --/--/1938. // (Notícias de Melgaço n.º 428).

 

XAVIER

 

XAVIER, Ildefonso (Padre). // Nasceu em Timor a 17/5/1952. // Ordenou-se sacerdote na arquidiocese de Braga em 1978, passando a trabalhar na paróquia de Maximinos, Braga. // Desde 5/8/1979 que é pároco da freguesia da Gave, Melgaço, acumulando posteriormente com a freguesia de Cubalhão. // Em 1992 passou a ser pároco também de Parada do Monte, substituindo o padre António Domingues, já idoso. // Licenciou-se pelo Conservatório de Braga com o Curso Geral de Composição. É músico e organista e deu aulas de educação musical na Escola Preparatória de Melgaço. // A sua mãe faleceu em Timor com 69 anos de idade, em 1995, sem nunca ter visto o filho depois de este ser presbítero! // (ver A Voz de Melgaço n.º 961 e n.º 1022).   

               FIM