quarta-feira, 23 de outubro de 2019

DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE MELGAÇO
 
Por Joaquim A. Rocha





(1930) – Crime de Castro Laboreiro. Por mais voltas que se dê à nossa imaginação, jamais algum dia esperaríamos deparar com um assassínio numa aldeia remota do país, onde todos se conhecem, se respeitam, ou se temem – onde todos, ao fim, e ao cabo, são uma família. Porém, naquele dia fatídico, a insaciável esposa de Belzebu, já cansada de aguardar, reivindicou a sua presa. Aquelas pessoas, os assassinos, não eram gente má. A sua vida, marcada pelo labor duro e ingrato, estava isenta de máculas. Iam todos os domingos à missa, e confessavam ao cura os seus pecados – coisas de somenos. Davam o seu melhor à comunidade, cumpriam escrupulosamente os seus deveres, recebiam em troca apenas aquilo a que tinham direito. Para quê matar, se os conflitos surgidos se resolviam com uma simples discussão, uma pequena cedência, ou por vezes – raras – com umas pauladas, ou vergastadas, dadas naqueles lombos habituados a sofrer até à exaustão. Longe iam os tempos da Inquisição, em que os membros da igreja católica, todo-poderosos, metiam nos cárceres, ou queimavam na fogueira, aqueles que se lhes opunham, ou de quem não gostavam. Os tempos eram outros. Contudo, os atos menos nobres dos seres humanos são como as tempestades: surgem de repente, tudo arrasa, e logo a seguir tudo acalma, a mente adormece, nasce o silêncio inquietante, apenas restam os destroços, pequenos fragmentos espalhados ao acaso. / Naquela madrugada do dia 20/5/1930 António José Domingues, mais conhecido por “Soajo”, de 50 anos, acorda cedo e chama a sua companheira de escala, Maria Gonçalves, de 23 anos, do Ribeiro de Cima, para juntos irem apascentar o gado. Antes de partirem manjam a habitual água de unto, com aquele delicioso pão castrejo, mantendo em sossego aqueles estômagos por algumas horas. O corpulento cão de raça já acordara, e mostrava-se impaciente por partir para aquelas pastagens com o “seu” rebanho. Habituara-se àquele ritual: todas as manhãs, muito cedo, um homem e uma mulher da comunidade vinham chamá-lo para os acompanhar, e para os defender, caso fosse necessário. Especializara-se em guardar o rebanho, em mantê-lo em respeito, não admitia desobediências nem deserções – se levasse cem cabeças para o monte, esse exacto número teria que voltar com ele; às vezes até voltavam mais, pois as fêmeas não iam à maternidade parir, pariam ali, no monte, como se fosse a coisa mais banal do mundo, sem parteira por perto. / Há um ditado antigo que diz assim: «o homem põe e a divindade dispõe.» Pois é: nesse dia só regressa do pasto a rapariga. Os vizinhos, estupefactos, boquiabertos, perguntam-lhe: - «e Antônio?» «Que é feito de Antônio?!» / O tempo foi passando e nada de aparecer o pastor. Alguns habitantes do lugar, inquietos, augurando o pior, decidem ir à procura do desaparecido. Procuram, chamam, nada! Regressam, altas horas, já com a luz diurna, deveras desiludidos. Participam o evento à autoridade. São enviados dois cabos de polícia (nessa altura, em virtude de um conflito surgido entre a administração do concelho e a GNR, esta teve que ir embora), sendo um deles o perspicaz “Manuel Pintor”. Inteiram-se imediatamente do que se passou e depressa se apercebem que a jovem pastora devia saber muito mais do que aquilo que timidamente revelara. Obrigam-na a acompanhá-los ao monte; pelo caminho iam-na interrogando. Em princípio negou mas, apertada, entrou em grosseiras contradições. Resolve contar tudo: fora seu primo quem assassinara, à pedrada, o pobre “Soajo”. O corpo da vítima encontrava-se no sítio designado a Cova do Ladrão. Dirigiram-se imediatamente para o local e depressa descobriram o cadáver. Estava coberto de ervas e urzes. Comunicaram o sucedido à sede do concelho, que ficava quase a 20 km de distância, e logo que foi possível um carro puxado a animais transportou o corpo para o hospital da SCMM, onde foi submetido a autópsia. «Apresentava-se horrorosamente martirizado, com contusões enormes nos braços, no peito e na cabeça, e com onze facadas, sendo uma no pescoço e outras pelo peito, que atravessaram o coração e pulmões.» / Iniciaram-se as inevitáveis investigações, e os agentes policiais chegaram à seguinte conclusão: o “Soajo” andava de relações cortadas, havia já um ano, com Constantino Xavier e esposa, e com Manuel António Bernardo (o Redondo), e com a companheira deste, Rosa Gonçalves. O motivo da zanga era normal: uma questão de águas de rega com os primeiros, e uma servidão com os segundos. António José pedira uma opinião, por escrito, à Direção das Hidráulicas, e essa entidade deu-lhe razão, pelo que os outros ficaram furiosos e juraram vingar-se. Elaboraram um hábil plano, mas como sabiam que o adversário era um latagão, teriam que arranjar alguém de fora, um indivíduo habituado a bater, para lhe dar, enfim, um corretivo. Não o queriam matar, apenas aplicar-lhe uma tareia que lhe servisse de lição. Lembraram-se daquele valente da Peneda, o Manuel José de Sousa, cuja fama de brigão correra já aquelas serras de fio, a pavio. O Redondo, em Abril, foi ter com ele, mas aconteceu o imprevisto: o Sousa disse-lhe que não dava coças a quem não conhecia nem mal algum lhe fizera; tinha a sua maneira própria de agir, a sua ética, o seu código de honra. O grupo ficou irritado. Tinham que encontrar uma solução – o Domingues não se riria deles. A Rosa abordou a mulher do Constantino, Amélia Gonçalves, e sugeriu-lhe que insistisse com o seu marido para ir convencer o tal Sousa, e se ele recusasse então recorreriam ao Félix da Rosa, também da Gavieira, menos escrupuloso do que aquele. Manuel António dirigiu-se, no dia 18/5/1930, à Peneda e fez novamente o convite ao Sousa, oferecendo-lhe uma nota das grandes. A resposta foi perentória: não! / Regressou ao Ribeiro de Cima com o rabo entre as pernas – a sua diplomacia não fora suficiente para convencer o lutador. / Reuniram o grupo e tomaram uma decisão: seriam eles a malhar no conterrâneo. Escolheram o dia vinte desse mês, dia em que o “Soajo” haveria de ir para o monte com o gado. A Amélia combinou com o marido irem à tarde ao monte darem umas pauladas ao seu inimigo. O plano era simples e eficaz. Para encontrar um álibi o Constantino, com o Bernardo e a sua amante, iriam à vila de Castro. O primeiro solicitava uma licença para cortar madeira no monte baldio, os segundos pagariam a multa provocada pela desavença. No regresso partiram para o monte. Já lá estava Amélia com a pastora. Dissera-lhe ao que ia. Ela não concordou, até simpatizava com o companheiro de ofício, tinha o seu feitio mas não era mau diabo. Contudo, ameaçada de morte, viu-se obrigada a participar. Foi ela a primeira a achegar-se ao pastor. Este de nada desconfiou. Maria, rodeando-o, como uma especialista no jogo do pau, espeta-lhe duas pauladas na cabeça, ficando o pobre homem a cambalear. Como era forte como um touro, depressa se recompôs. Tirou o pau à moça e tentou agredi-la, assim como a Amélia, pois verificou que elas não estavam a brincar. Estas retiram-se, atirando pedras e mais pedras. Ele, vendo que as mulheres se afastaram, começa a correr em direção a sua casa, a fim de tratar da cabeça, que muito lhe doía. Porém, quando chega à Lapa do Ladrão, à sua espera estava a matilha. Amélia, que ficara ferida na rixa, tira do bolso uma faca e entrega-a ao marido, exigindo-lhe que mate o “Soajo”, pois de contrário ele matá-los-ia. Constantino não hesita: espeta a naifa na garganta da vítima. Este tenta defender-se, mas vê-se manietado, enquanto o agressor o esfaqueia sem dó nem piedade. Quando a vítima já estava a despedir-se deste mundo, numa agonia indescritível, o energúmeno passa a faca a Maria, obrigando-a a dar-lhe duas facadas – assim não haveria ali inocentes, todos, sem excepção, eram culpados e cúmplices daquela chacina brutal, selvagem, sem explicação racional. / Depois de levarem o cadáver para o tal buraco, dispersaram; somente Maria, atordoada, incrédula, ficou, a fim de conduzir os animais para a corte. O pobre cão ladrava, quase chorando! Quando a rapariga chegou ao lugar, sem o companheiro, e perguntando-lhe os vizinhos por ele respondeu meio a brincar, meio a sério, aparvalhada, que fora comido pelo lobo. Ela fugira! / Se não fora a persistência do “Manuel Pintor“ talvez ainda hoje não conhecêssemos o nome dos canalhas, nem a causa daquela horrível morte. / Numa das salas do edifício dos Paços do Concelho, inaugurado em 1931, decorreu o julgamento. Os juízes, Manuel Faria Sampaio, António Baltazar Pereira e Jaime Fontes, depois de um ano de intenso trabalho, preparavam-se para ler as sentenças. A acusação pública estava a cargo do Dr. António de Almeida Moura; a particular coube ao Dr. António Francisco de Sousa Araújo. A defesa dos réus foi assegurada pelo Dr. Francisco de Sá Tinoco, advogado de Braga. Como se esperava, foram todos condenados a oito anos de prisão maior, seguidos de doze anos de degredo, ou na alternativa a 25 anos de degredo, e 1.800$00 de imposto de justiça, cada um, com exceção de Maria Gonçalves, que pagaria 800$00, e todos solidariamente em 10.000$00 de indemnização à queixosa. E desta maneira, inesperadamente, como num filme de terror, famílias honradas transformaram-se em criminosos! // (ver NM 62, de 25/7/1930; NM 99, de 1/3/1931; NM 101, de 15/3/1931; NM 102, de 22/3/1931; NM 107, de 3/5/1931; NM 114, de 21/6/1931). // Publicado em Fronteira Notícias n.º 7, de 10/1/2005.    
 


(1933) - SOUSA, José. // Nasceu por volta de 1880. // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 179, de 8/1/1933: «no dia 6 do corrente, por uma questiúncula sem importância, no lugar da Eira, freguesia de Rouças, José de Sousa, casado, vibrou três facadas no seu vizinho [António Manuel] Fernandes, também casado, em vários pontos do corpo, cujas facadas são de tal gravidade que o ferido se obrigou a recolher ao hospital da Misericórdia desta Vila. O caso já foi participado em Juízo, a fim de receber o respetivo corretivo o autor de tal proeza.» // E pode ler-se no Notícias de Melgaço n.º 180, de 22/1/1933: «Foi preso no dia 11, na fronteira, no sítio denominado Frieira, pela polícia internacional, José de Sousa, que – como o Notícias de Melgaço já noticiou – assassinou à facada no dia 6 deste mês António Manuel Fernandes, no sítio do Codessal, freguesia de Rouças. O assassino declarou à autoridade que no dia do crime se encontrava de guarda à água que destinava a uma propriedade e que a certa altura apareceu o pai do Fernandes que se dispunha a desviar a água para uma propriedade sua. Ambos, após uma troca de palavras, envolveram-se em desordem, chegando o Sousa a arremessar o sacho ao pai do Fernandes, que se pôs em fuga, e foi contar ao filho o que se passava. Este dirigiu-se ao encontro do Sousa para lhe pedir uma satisfação. O criminoso, ao ver o Fernandes, que estava munido de um pau, pousou o sacho que tinha ao ombro e disse-lhe –> “António, por Deus, não te chegues a mim, porque fazes a tua desgraça e a minha.” Após estas palavras o Fernandes lançou-se sobre o Sousa. Este, que estava munido de uma navalha, deu-lhe uma facada na região epigástrica, e como o Fernandes não o largasse vibrou-lhe mais duas facadas nas costas. Aos gritos de socorro acudiu Manuel Domingues, do lugar da Cela, que os apartou. O ferido foi depois conduzido para o hospital da Misericórdia, onde faleceu no passado dia 9. O Sousa fugiu para casa, seguindo depois para Espanha, onde costumava trabalhar de pedreiro, e ali esteve até ser preso.» // Lê-se também no Notícias de Melgaço n.º 189, de 2/4/1933: «No tribunal desta comarca respondeu no dia 28 do mês passado José de Sousa, casado, de 53 anos de idade, acusado de ter assassinado à facada na noite de 6 de Janeiro próximo passado, António Manuel Fernandes, no sítio do Codessal, freguesia de Rouças… O tribunal foi constituído pelos meritíssimos juízes desta comarca, de Monção e de Valença, respetivamente doutores José Luís de Almeida, António Baltazar Pereira, e Manuel Faria Sampaio. O Ministério Público estava representado pelo senhor Dr. António de Almeida Moura, estando a acusação particular a cargo do nosso conterrâneo senhor Dr. António Francisco de Sousa Araújo, advogado na comarca de Monção, e a defesa confiada ao senhor Dr. Henrique da Rocha Fernandes Pinto, advogado em Lisboa. Foi aberta a audiência às 12 horas, encontrando-se o tribunal repleto de gente. Depois das formalidades da praxe iniciou-se a inquirição das testemunhas - que pouca luz fez sobre o crime -, à excepção do reverendo abade de Chaviães, e de José e Manuel Domingues. A testemunha Manuel Domingues – única de vista – deu a impressão, no seu nervosismo excessivo, que não dizia tudo que sabia, limitando-se a meia dúzia de palavras, que não ficaram esclarecidas como verdadeiras. Instado pelo senhor presidente e pelo digno agente do Ministério Público, respondeu bruscamente: «não sei mais senhor… já disse… já disse.» Acareado com o réu, manteve o que tinha dito. Frases da testemunha Manuel Lourenço «não atendi quase nada para não ter que dizer – não afirmo mais que a minha opinião me manda.» O reverendo abade de Chaviães e capelão do hospital da Misericórdia, tendo conversado particularmente com a vítima no hospital, pouco antes de ela falecer, reproduziu ao tribunal a afirmação por aquela feita, em que se salientava o seguinte: «o meu pai, após a discussão com o Sousa, veio chamar-me e eu corri armado dum fueiro com que o agredi, e teria dado a matar se soubesse que ele me picava.» Como este facto tinha sido negado pelo pai do Fernandes e pela viúva, foram estes acareados com a testemunha, tendo-se o pai retratado. Às 15.55 foi interrompida a audiência por quinze minutos para descanso do tribunal. Reaberta a audiência, foram prescindidas as testemunhas que ainda faltavam para depor, e o ilustre advogado de defesa requereu para serem ouvidos os peritos que tinham procedido à autópsia. Não se tendo oposto o digno agente do Ministério Público, nem a acusação particular, os senhores doutores António Esteves e Cândido de Sá prestaram declarações muito interessantes e de valor científico. Seguiram-se os debates: tanto a acusação como a defesa foram brilhantes. Às vinte horas foi proferida a sentença, que condenou o réu a dois anos de prisão correcional, dois anos de multa a dois escudos por dia, 1.500$00 de imposto de justiça, e 10.000$00 de indemnização à família da vítima. Lida a sentença o senhor juiz presidente disse que o tribunal tinha sido muito benevolente para com o réu atendendo ao seu passado honesto, um passado longo, e também à afirmação de um moribundo, feita a um sacerdote. Aconselhou o réu a que continuasse a ser um homem de bem e que evitasse nunca mais vir a um tribunal por um caso idêntico. O réu chorava copiosamente.»

domingo, 20 de outubro de 2019

GENTES DO CONCELHO DE MELGAÇO
 
(Freguesia de Lamas de Mouro)

Por Joaquim A. Rocha 





 
// continuação...
 
ARAÚJO
 

ARAÚJO, António Matias. Filho de ----------- Araújo e de -------------------------. Nasceu a --/--/192-. // Em 1938 fez exame do ensino primário na escola de Lamas de Mouro, ficando aprovado. Era regente L. M. Domingues (NM 411).

 

ARAÚJO, Florinda Rosa. Filha de Manuel Bernardo de Araújo e de ---------- (?) de Sousa, de Prado, moradores em Alcobaça, Lamas de Mouro. Neta paterna de Francisco de Araújo e de Joana Rosa Gomes, das Bouças, Prado; neta materna de António Joaquim de Sousa e de Ana Luísa (Penta?), moradores na Rua Direita (?), Prado. Nasceu a 9/6/1860 e foi batizada na igreja de Lamas a 13 desse mês e ano. Padrinhos: Bernardo Gomes e sua mulher, Florinda Rosa, moradores em Remoães. 

 

ARAÚJO, Maria da Conceição. Filha de Manuela de Araújo, moradora no lugar de Assureira, natural da paróquia (ou povo) de Soutelilho, ajuntamento de Laça, Espanha. Neta materna de Nicolau de Araújo e de Josefa Rodrigues, lavradores, do dito ajuntamento. Nasceu no dito lugar de Assureira, Padrenda, a 8/2/1895, e foi batizada na igreja católica de Lamas de Mouro, concelho de Melgaço, a 11 desse mesmo mês e ano. Padrinhos: o padre Manuel Francisco Domingues, natural da freguesia de Fiães, e Maria José Alves, solteira, camponesa, moradora no lugar de Assureira, paróquia de Padrenda, Galiza.

 

BARROS

 

BARROS, Maria Antónia. Nasceu em Entrimo, Galiza. // Lavradeira. // Faleceu no lugar de Cima, Lamas de Mouro, a 20/11/1881, com 75 anos de idade, já viúva, e foi sepultada na igreja de Lamas de Mouro. // Deixou filhos.

 

*

 

BENITO. Nasceu na Galiza, em parte incerta, e faleceu no lugar de Cima, Lamas de Mouro, a 22/8/1876, com cerca de 50 anos de idade. Morava havia muitos anos na freguesia de Lamas, e pedia esmola. Ignorava-se o nome dos pais. (Provavelmente teria sido exposto).

 

BERNARDO

 

BERNARDO, Angelina Rosa. Filha de António Bernardo e de Maria Rosa Domingues, ele de Alagoa, Castro Laboreiro, e ela de Alcobaça, Lamas de Mouro, onde habitavam. Neta paterna de António Bernardo e de Maria Antónia Domingues, de Alagoa; neta materna de Joaquim Domingues e de Ana Maria Domingues, de Alcobaça. Nasceu no lugar de Alcobaça, freguesia de Lamas de Mouro, a 21/5/1888, e foi batizada na igreja de Castro Laboreiro a 31 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Joaquim Durães e esposa, Maria Rosa Alves, do lugar de Bilhões, freguesia de Rouças. 

 

BERNARDO, António. Filho de José Manuel Bernardo e de Maria Rosa Domingues, residentes no lugar da Igreja, Lamas de Mouro. Neto paterno de Francisco Bernardo e de Maria Rosa Fernandes, do Vido, Castro Laboreiro; neto materno de Joaquim Domingues e de Maria Rosa Pereira Bacelar. Nasceu a 4/6/1867 e foi batizado na igreja de Lamas de Mouro a 10 desse mês e ano. Padrinhos: Domingos Bernardo e Maria Pereira. // Tinha 29 anos de idade, era solteiro, lavrador, quando casou na igreja da sua terra natal, a 9/7/1896, com Ana Rosa, de 23 anos de idade, solteira, lavradora, filha de António Alves e de Delfina Pereira, de Touça. Testemunhas presentes: Manuel Alves, casado, lavrador, da Granja, Cristóval, e Vitorino Bernardo, solteiro, lavrador, do lugar de Igreja, Lamas de Mouro. // Nota: suponho que é o mesmo indivíduo que foi nomeado regedor de Lamas de Mouro em 1908; era seu substituto José António Domingues (Jornal de Melgaço n.º 727, de 26/3/1908).   

 

BERNARDO, António. Filho de --------- Bernardo e de ------------------------------. Nasceu por volta de 1878. // Faleceu no lugar da Touça, freguesia de Lamas de Mouro, a --/--/1933, com 55 anos de idade (NM 186, de 12/3/1933).

 

BERNARDO, António. Filho de José Joaquim Bernardo e de Maria da Conceição Rodrigues. Nasceu em Lamas de Mouro por volta de 1940. // Casou com Maria Pereira. // Faleceu em Paris, França, em 1996, com 56 anos de idade. // Pai de Ostide. // Irmão de Geraldino, etc. (VM 1064).

 

BERNARDO, António Joaquim. Filho de António Joaquim Bernardo e de Maria Luísa Domingues, lavradores, residentes no lugar de Alcobaça, Lamas de Mouro. Neto paterno de António Bernardo e de Maria Antónia Domingues; neto materno de Joaquim Domingues e de Ana Maria Domingues. Nasceu em Lamas de Mouro a 17/9/1894 e foi batizado na igreja paroquial a 20 desse mês e ano. Padrinhos: Rosalino Afonso, solteiro, e Mariana Domingues, casada, ambos lavradores, residentes no lugar de Alcobaça, freguesia de Fiães. // Faleceu em casa dos seus pais, em Alcobaça, Lamas de Mouro, a 27/12/1896, com apenas dois anos e três meses de idade, e foi sepultado na igreja.

 

BERNARDO, Arlindo. Filho de Constantino Bernardo e de Rosa Alves. Nasceu em Lamas de Mouro a --/--/1935 (NM 292, de 24/11/1935).

 

BERNARDO, Belarmino. Filho de António Bernardo e de Ana Joaquina Alves, lavradores, residentes no lugar de Touça, Lamas de Mouro. Neto paterno de Manuel Bernardo e de Rosa Domingues; neto materno de António Alves e de Delfina Pereira. Nasceu em Lamas de Mouro a 12 de Janeiro de 1899 e foi batizado na igreja paroquial a 15 desse mês e ano. Padrinhos: António Alves e Maria Alves, solteiros, camponeses, moradores no lugar da Touça, Lamas de Mouro. // Casou na CRCM a 16 de Julho de 1919 com a sua conterrânea Alexandrina Rosa Domingues.

 

BERNARDO, Deolinda. Filha de António Bernardo, do lugar da Igreja, e de Ana Joaquina Alves, do lugar de Touça, lavradores, residentes no lugar de Touça, Lamas de Mouro. Neta paterna de Manuel Bernardo e de Rosa Domingues; neta materna de António Alves e de Delfina Pereira. Nasceu em Lamas de Mouro a 4/9/1910 e foi batizada na igreja paroquial a 8 desse mês e ano. Padrinhos: José Joaquim Alves e sua mulher, Maria Pires, rurais, moradores no lugar da Vila, Castro Laboreiro. // Casou na CRCM a 6/3/1954 com António Bernardo, natural de Castro Laboreiro. // Ambos os cônjuges faleceram em Lamas de Mouro: o marido a 29/3/1962 e ela a 30 de Janeiro de 2002.    

 

BERNARDO, Firmino. Filho de José Manuel Bernardo, natural de Castro Laboreiro, lugar do Vido, e de Maria Rosa Domingues (da Neve), natural de Lamas de Mouro, camponeses, moradores no lugar da Igreja, Lamas de Mouro. Neto paterno de Francisco Bernardo e de Maria Rosa Fernandes, do Vido, Castro Laboreiro; neto materno de Joaquim Domingues e de Maria Rosa Pereira (Bacelar), de Lamas de Mouro. Nasceu a 6/5/1874 e foi batizado nesse mesmo dia. Padrinhos: Pedro Esteves e sua mulher, Maria Rosa Bernardo, residentes no lugar do Vido, Castro Laboreiro, todos lavradores. // Camponês. // Faleceu a 21/12/1905, em sua casa de morada, sita no lugar de Cortelhas, freguesia de Cubalhão, com todos os sacramentos da igreja católica, com apenas 31 anos de idade, solteiro, sem testamento, e foi sepultado no adro da igreja paroquial de Cubalhão.  

 

BERNARDO, Geraldino. Filho de José Joaquim Bernardo e de Maria da Conceição Rodrigues. // Nasceu a --/--/19--. // Casou com ----------------------. // Emigrante em França. // Com geração (VM 923, de 1/9/1990).

 

BERNARDO, José. // Nasceu em Lamas de Mouro. // Em 1991 encontrava-se a trabalhar na Austrália (VM 943).

 

BERNARDO, José Joaquim. // Nasceu em Lamas de Mouro por volta de 1913. // Casou com Maria da Conceição Rodrigues. // Faleceu em 1997, com 84 anos de idade. // Pai de Geraldino, de Rosa, de Celeste, de Lealdina e de Lurdes (VM 1077).  

 

BERNARDO, José Manuel. Filho de Francisco Bernardo e de Maria Rosa Fernandes, do Vido, Castro Laboreiro. // Lavrador. // Faleceu no lugar da Igreja, Lamas de Mouro, a 24/4/1876, com 40 anos de idade, casado com Maria Rosa Domingues. // Deixou cinco filhos.   

 

BERNARDO, José Maria. Filho de Joaquim Bernardo e de Ermelinda Alves. Nasceu em Lamas de Mouro a --/--/1933 (NM 194, de 14/5/1933).

 

BERNARDO, Manuel António (Chancas). Filho de António Joaquim Bernardo, de Castro Laboreiro, e de Florinda Rosa Domingues, de Alcobaça, Lamas de Mouro. Neto paterno de António José Bernardo e de Maria Antónia Domingues, castrejos; neto materno de José Joaquim Domingues e de Ana Maria Domingues, lamacenses. Nasceu a 17/5/1884 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: António José Domingues e Maria Luísa Domingues, de Alcobaça. // Em 1919 estava solteiro e encontrava-se em parte incerta do Brasil; nesse ano, aquando da morte de seu pai, foi citado pelo Juízo de Direito da comarca de Melgaço a fim de assistir a todos os termos do inventário orfanológico a que se procedia (Jornal de Melgaço n.º 1270, de 9/11/1919). // Casou com Filomena, filha de Manuel Joaquim Lourenço (Manuel da Fichoa) e de Constância Rosa Gomes. // Faleceu no lugar da Corredoura, freguesia de Prado, a 21/5/1940. 

 

BERNARDO, Manuel José. Filho de José Manuel Bernardo e de Maria Rosa Domingues. Neto paterno de Francisco Bernardo e de Maria Rosa Fernandes, do Vido, Castro Laboreiro; neto materno de Joaquim Domingues e de Maria Rosa Pereira “Bacelar”. Nasceu a 3/6/1865 e foi batizado a 5 desse mês e ano. Padrinhos: os seus avós maternos.

 

BERNARDO, Manuel José. Filho de António Bernardo e de Ana Rosa Alves, lavradores, residentes no lugar de Touça, Lamas de Mouro. Neto paterno de Manuel Bernardo e de Rosa Domingues; neto materno de António Alves e de Delfina Pereira. Nasceu em Lamas de Mouro a 19 de Abril de 1897 e foi batizado na igreja paroquial a 22 desse mês e ano. Padrinhos: José Vaz, casado, empregado da Guarda-Fiscal, natural da freguesia de Cubalhão, e Maria Alves, solteira, camponesa, moradora no lugar de Touça, Lamas de Mouro. // Casou na CRCM a 1/8/1921 com a sua conterrânea Rosa da Conceição Domingues, de 18 anos de idade, filha de Manuel Joaquim Domingues e de Maria Rosa Domingues.

 

BERNARDO, Maria. Filha de António Joaquim Bernardo, natural de Castro Laboreiro, e de Florinda Rosa, natural de Alcobaça, Lamas de Mouro, lavradores. Neta paterna de António José Bernardo e de Maria Antónia Domingues, do Rodeiro, Castro Laboreiro; neta materna de José Joaquim Domingues e de Ana Maria Domingues, de Alcobaça. Nasceu em Lamas de Mouro a 21/3/1886 e foi batizada na igreja paroquial no dia seguinte. Padrinhos: os seus avós paternos. // Faleceu a 10/2/1903, em casa dos pais, sita em Lamas de Mouro, lugar de Alcobaça, tendo recebido o sacramento do batismo, no estado de solteira, sem filhos, sem testamento, demente, e foi sepultada no adro da igreja.  

 

BERNARDO, Maria da Glória. Filho de José Manuel Bernardo e de Maria Rosa Domingues. Neta paterna de Francisco Bernardo e de Maria Rosa Fernandes; neta materna de Joaquim Domingues e de Maria Rosa Pereira (Bacelar). Nasceu a 28/6/1871 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: António Domingues e sua mãe, Maria Pereira (Bacelar). 

 

BERNARDO, Maria Rosa. Filha de António Bernardo e de Ana Rosa Alves, lavradores, residentes no lugar da Touça, Lamas de Mouro. Neta paterna de Manuel Bernardo e de Maria Domingues; neta materna de António Alves e de Delfina Pereira. Nasceu em Lamas de Mouro a 1/7/1901 e foi batizada na igreja paroquial a 4 desse mesmo mês e ano. Padrinhos: António Alves e sua mulher, Maria Joaquina Domingues, camponeses, moradores no lugar do Gavião, Lamas de Mouro. // Faleceu a 1/3/1905 e foi sepultada no adro da igreja paroquial.

 

BERNARDO, Maria Rosa. Filha de António Bernardo e de Ana Alves, lavradores, residentes no lugar de Touça, freguesia de Lamas de Mouro. Neto paterno de Manuel Bernardo e de Rosa Domingues; neto materno de António Alves e de Delfina Pereira. Nasceu em Lamas de Mouro a 4/1/1908 e foi batizada na igreja paroquial a 8 desse mês e ano. Padrinhos: José Joaquim Alves e Maria Pires, casados, negociantes, da vila de Castro Laboreiro. // Casou na CRCM a 27/7/1927 com o seu conterrâneo Justino Pereira, de 25 anos de idade, filho de José Pereira e de Maria da Ascensão Domingues. // Enviuvou a 26/3/1986. // Faleceu na sua freguesia de nascimento a 22 de Dezembro de 1992.    

 

BERNARDO, Palmira de Jesus. Filha de António Joaquim Bernardo, de Castro Laboreiro, e de Maria Luísa Domingues, de Lamas de Mouro, moradores nesta última freguesia, no lugar de Alcobaça. Neta paterna de António Bernardo e de Maria Antónia Domingues; neta materna de Joaquim Domingues e de Ana Maria Domingues. Nasceu em Alcobaça, Lamas de Mouro, a 24/3/1897 e foi batizada na igreja paroquial a 28 desse mês e ano. Padrinhos: José Vaz, casado, empregado da Guarda-Fiscal, natural de Cubalhão, e Maria Domingues, solteira, camponesa, do lugar de Alcobaça, Fiães. // Casou na CRCM a 7/10/1922, com Abílio, seu conterrâneo, filho de Manuel Joaquim Fernandes e de Maria Rosa Domingues. // O casamento foi dissolvido em virtude de se ter presumido a data de óbito do seu marido a 15/8/1948, por sentença de 2/4/1970, proferida pelo tribunal de Melgaço. // Faleceu em Prado, Melgaço, a 8/3/1975.

 

BERNARDO, Pureza. Filha de ---------- Bernardo e de ----------------------------------------. Nasceu em ------------, por volta de 1943. // Faleceu na freguesia de Lamas de Mouro, concelho de Melgaço, a --/--/2018, com setenta e cinco (75) anos de idade (ver A Voz de Melgaço n.º 1417, de 1 de Junho de 2018).

 

BERNARDO, Requelinda de Jesus. Filha de António Bernardo e de Ana Alves, lavradores. Neta paterna de Manuel José Bernardo e de Rosa Domingues; neta materna de António Alves e de Delfina Pereira. Nasceu em Lamas de Mouro a 6/3/1903 e foi batizada na igreja paroquial a 8 desse mês e ano. Padrinhos: José Vaz, guarda-fiscal, e Maria Alves, solteira, camponesa.   

 

BERNARDO, Vitorino. Filho de José Manuel Bernardo e de Maria Rosa Domingues. Neto paterno de Francisco Bernardo e de Maria Rosa Fernandes, do Vido, Castro Laboreiro; neto materno de Joaquim Domingues e de Maria Rosa Pereira (Bacelar). Nasceu a 3/6/1869 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: António Domingues e sua mulher, Maria Domingues. 

 

CORTES

 

CORTES, Maria Luísa. Filha de António Cortes e de Ana Gonçalves. // Lavradeira. // Faleceu a 29/3/1897, na sua casa de Alcobaça, Lamas de Mouro, com 80 anos de idade, viúva de António Joaquim Domingues, e foi sepultada na igreja. // Com geração.

 

DIAS

 

DIAS, Adriano. Filho de António Dias, do lugar de Touça, e de Teresa Afonso, do lugar de Gavião, onde moravam, ambos lavradores. Neto paterno de António José Dias e de Rosa Pereira; neto materno de António Afonso e de Maria Rosa Domingues. Nasceu em Lamas de Mouro a 9 de Junho de 1909 e foi batizado na igreja paroquial a 14 desse mês e ano. Madrinha: a sua avó materna, viúva, lavradeira, moradora em Gavião. // Casou na CRCM a 14/1/1932 com Sara Esteves, de 21 anos de idade, natural da freguesia de Riba de Mouro, Monção, filha de José Adriano Esteves e de Belarmina Gil Leiras (NM 138, de 7/2/1932). // Em 1937 moravam no lugar de Alcobaça, freguesia de Fiães; nesse ano, a 9 de Maio, iriam à praça alguns bens do casal, penhorados nos autos de execução sumária em que eram exequentes António José Afonso, Laura Germanda Afonso e marido, José Francisco Bernardo, do lugar do Sobreiro, Cristóval, para pagamento da quantia exequenda de 846$04 e mais despesas acrescidas (Notícias de Melgaço n.º 351, de 2/5/1937). // Faleceu em Fiães, Melgaço, a 10/10/1992. // Com geração (ver na freguesia de Fiães).

     

DIAS, António. Filho de Manuel Dias (falecido antes de 1867) e de Rosa Rodrigues, da Vila do Soajo, Arcos de Valdevez. // Lavrador. // Tinha 25 anos de idade, era solteiro, morava em Pomares, Paderne (onde nascera?), quando casou na igreja de Lamas de Mouro, a 18/8/1867, com Rosa Teresa, de 30 anos de idade, solteira, de Touça, filha de Francisco Pereira (já defunto) e de Maria Rosa Rodrigues. // Faleceu em Touça, Lamas de Mouro, a 26/8/1876, casado com Rosa Teresa Pereira. // Deixou um filho. 

 

DIAS, António José. Filho de António Dias e de Rosa Teresa Pereira, moradores em Touça. Nasceu entre 1872 e 1874, mas só foi registado na Conservatória do Registo Civil de Melgaço em 1914 (ver Correio de Melgaço n.º 98, de 3/5/1914). // Tinha mais ou menos 25 anos de idade, era solteiro, lavrador, morava no citado lugar, quando casou na igreja de Lamas de Mouro, a 17/9/1899, com Rosa Teresa, de 27 anos de idade, solteira, lavradora, filha de António Afonso (já falecido) e de Maria Rosa Domingues, de Gavião.

 

DIAS, Hermínia Rosa. Filha de António Dias e de Teresa Afonso, lavradores, residentes no lugar de Gavião, Lamas de Mouro. Neta paterna de António José Dias e de Rosa Pereira; neta materna de António Afonso e de Maria Rosa Domingues. Nasceu em Lamas de Mouro a 1/6/1905 e foi batizada na igreja paroquial a 4 desse mês e ano. Padrinhos: António Joaquim Domingues e Rosa Domingues, solteiros, lavradores, residentes no lugar de Alcobaça, Lamas de Mouro. // Casou na CRCM a 23/6/1924 com o seu conterrâneo Manuel José, de 22 anos de idade, filho de Joaquim Pereira e de Maria Rosa Alves. // O seu marido morreu em Lamas de Mouro a 23/3/1978. // Ela faleceu também em Lamas de Mouro a 24/9/1985.   

 

DIAS, Manuel Augusto. Filho de António Dias e de Teresa Afonso, lavradores, residentes no lugar de Gavião, Lamas de Mouro. Neto paterno de António José Dias e de Rosa Pereira; neto materno de António Afonso e de Maria Rosa Domingues. Nasceu em Lamas de Mouro a 13/3/1902 e foi batizado na igreja paroquial a 16 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Afonso, casado, camponês, do lugar do Sobreiro, Cristóval, por procuração passada a Francisco Fernandes, do lugar de Campo do Souto, Cristóval, e sua mulher, Rosa de Brito, do mesmo lugar e freguesia.

 

DOMINGUES

 

DOMINGUES, Adelina. Filha de António Domingues e de Miquelina Afonso, lavradores, residentes no lugar de Alcobaça. Neta paterna de Domingos Domingues e de Maria Joaquina Pires; neta materna de Domingos Afonso e de Maria Afonso. Nasceu em Lamas de Mouro a 27/10/1906 e foi batizada na igreja paroquial a 1 de Novembro desse mesmo ano. Padrinhos: Manuel António Domingues e Adelina Domingues, solteiros, camponeses, moradores em Portelinha, Castro Laboreiro.

 

DOMINGUES, Adelino. Filho de Manuel Joaquim Domingues e de Rosa Domingues, lavradores, residentes no lugar de Gavião, Lamas de Mouro. Neto paterno de Ludovina Domingues; neto materno de Domingos Domingues e de Joaquina Pires. Nasceu em Lamas de Mouro a 12/9/1908 e nesse mesmo dia foi batizado na igreja paroquial. Padrinhos: José Rodrigues e Maria Rodrigues, solteiros, camponeses, moradores no lugar do Gavião, Lamas de Mouro.

 

DOMINGUES, Adriano. Filho de Manuel Joaquim Domingues e de Maria Rosa Domingues, lavradores, residentes no lugar de Touça, Lamas de Mouro. Neto paterno de António Joaquim Domingues e de Mariana Alves; neto materno de Domingos Domingues e de Isabel Esteves. Nasceu em Lamas de Mouro a 10/7/1900 e foi batizado na igreja paroquial a 12 desse mês e ano. Padrinhos: António Joaquim Domingues e Mariana Alves, avós paternos do batizando, camponeses, do lugar de Cima. // Casou na CRCM com a sua conterrânea Maria da Conceição Rodrigues, de 23 anos de idade, filha de António Rodrigues e de Maria Pereira.

 

DOMINGUES, Albina. Filha de José Domingues e de Rosa Maria Pires, lavradores, de Lamas de Mouro. // Faleceu no lugar do Gavião, Lamas de Mouro, com apenas 16 anos de idade, solteira, a 3/4/1885.

 

DOMINGUES, Albina. Filha de António Domingues e de Maria Rodrigues. Neta paterna de António Domingues e de Maria Luísa Cortes; neta materna de António Rodrigues e de Antónia Domingues. Nasceu a 3/3/1869 e foi batizada a 7 desse mês e ano. Padrinhos: António Domingues e sua mulher, Mariana Alves.

 

DOMINGUES, Albina Rosa. Filha de Manuel Domingues e de Tomásia Rodrigues. Neta paterna de João Manuel Domingues e de Maria Antónia de Barros; neta materna de Henrique Rodrigues e de Isabel Gonçalves. Nasceu a 11/9/1863 e foi batizada a 14 desse mês. Padrinhos: Manuel José Gonçalves e sua mulher, Joaquina Afonso, de Lobiô, Rouças.

 

DOMINGUES, Alcinda. Filha de Manuel Joaquim Domingues e de Joaquina Rosa Pires, lavradores, residentes no lugar de Gavião, Lamas de Mouro. Neta paterna de Domingos Domingues e de Joaquina Pires; neta materna de José Pires e de Ana Luísa Alves. Nasceu em Lamas de Mouro a 2/7/1899 e foi batizada na igreja paroquial a 6 desse mês e ano. Padrinhos: José Vaz, casado, cabo da Guarda-Fiscal, em serviço no posto de Alcobaça, e Rosa Teresa Pires, solteira, camponesa, moradora no lugar de Alcobaça, Fiães. // Casou na CRCM a 10/10/1921 com Manuel Alves (Santejo?). // Enviuvou a 25/4/1985. // Faleceu em Cousso a 24/2/1991.

 

DOMINGUES, Alexandrina Rosa. Filha de Manuel Domingues (Calado) e de Maria Rosa Domingues, lavradores, do lugar de Cima, Lamas de Mouro. Neta paterna de António Joaquim Domingues e de Mariana Alves; neta materna de Domingos Domingues e de Isabel Esteves. Nasceu a 20/8/1892 e foi batizada a 22 desse mês e ano. Padrinhos: os seus avós paternos. // Casou com Belarmino Bernardo, na CRCM, a 10/7/1919. // Faleceu em Lamas de Mouro a 9/12/1986.

 

DOMINGUES, Alexandrina Rosa. Filha de António Domingues (Carriço) e de Joaquina Rosa Rodrigues, lavradores. Neta paterna de António Domingues (Carriço) e de Clara Domingues; neta materna de Manuel Joaquim Rodrigues e de Ana Alves. Nasceu em Lamas de Mouro a 1/3/1903 e foi batizada na igreja paroquial a 3 desse mês e ano. Padrinhos: o seu avô materno, casado, e Maria Rodrigues, viúva, camponeses, moradores no lugar de Cima. // Casou na CRCM a 10/5/1934 com Manuel Joaquim Domingues. // Enviuvou a 13/10/1984. // Faleceu em Cubalhão a 13/1/1997.

 

DOMINGUES, Amabélia. Filha de José Joaquim Domingues e de Ermezinda Domingues. Nasceu em Lamas de Mouro a --/--/1939 (NM 434).

 

DOMINGUES, Ana. Filha de Manuel Joaquim Domingues e de Maria Luísa Pereira, lavradores, residentes em Senra. Neta paterna de Isabel Domingues; neta materna de Luísa Pereira. Nasceu a 15/4/1862 e foi batizada no dia seguinte. Madrinha: Ana Pereira, solteira, da freguesia de Cunha, Paredes de Coura. 

 

DOMINGUES, Ana Maria. Filha de António Domingues e de Joaquina Domingues. // Lavradeira. // Faleceu em Alcobaça, Lamas (onde nascera), a 4/12/1878, com 70 anos de idade, viúva de Joaquim Domingues, e foi sepultada na igreja. // Deixou três filhos.

 

DOMINGUES, Ana Maria. Filha de Francisco José Domingues e de Maria Rosa Domingues. Nasceu em Lamas de Mouro por volta de 1822. // Lavradeira. // Faleceu no lugar de Alcobaça, freguesia de Fiães, a 5/11/1891, com 69 anos de idade, viúva de Manuel António Gonçalves, com todos os sacramentos, sem testamento, com filhos, e foi sepultada na igreja paroquial de Fiães. 

 

DOMINGUES, Ana Maria. Filha de Manuel António Domingues e de Ana Alves, moradores em Alcobaça, Lamas. Neta paterna de Francisco Domingues e de Maria Rosa Domingues; neta materna de António Alves e de Maria Luísa de Almeida. Nasceu a 10/6/1862 e foi batizada a 15 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel António Gonçalves e sua mulher, Ana Maria Domingues, lavradores.

 

DOMINGUES, Ana Rosa. Filha de Manuel José Domingues e de Domingas Esteves, lavradores, residentes que foram no lugar de Cima, freguesia de Lamas de Mouro. // Lavradeira. // Casou com Manuel António Alves, natural de São Paio. // Faleceu em Cavaleiro Alvo, dita freguesia de São Paio, a 1/1/1881, com todos os sacramentos. // Tinha 63 anos de idade. // Foi sepultada na igreja de São Paio. // Não fizera testamento. // Deixou filhos.  

 

DOMINGUES, Aníbal. Filho de António Domingues (Clemente), natural de Castro Laboreiro, e de Joaquina Domingues, natural de Lamas de Mouro, lavradores, residentes no lugar de Cima, Lamas de Mouro. Neto paterno de Manuel Domingues e de Maria José Afonso; neto materno de Manuel Francisco Domingues e de Tomásia Rodrigues. Nasceu em Lamas de Mouro a 24/6/1900 e foi batizado na igreja paroquial a 28 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel José Esteves, solteiro, camponês, do lugar de Adofreire, Castro Laboreiro, e Maria Rosa Domingues, solteira, camponesa, do lugar de Virtelo, freguesia de Cousso. 

 

DOMINGUES, Antónia. Filha de Domingos Domingues e de Ana Maria Esteves. // Lavradeira. // Faleceu em Alcobaça, Lamas de Mouro, a 4/4/1879, com 75 anos de idade, viúva de António Rodrigues, e foi sepultada na igreja paroquial. // Deixou três filhos. 

 

DOMINGUES, António. Filho de Manuel Domingues e de Isabel Domingues, lavradores. // Faleceu em Alcobaça, Lamas, a 21/11/1868, com 85 anos de idade, casado, e foi sepultado na igreja. // Com geração.

 

DOMINGUES, António. Filho de José Domingues e de Ana da Neve. // Faleceu em Touça, Lamas de Mouro, a 2/12/1887, com 82 anos de idade.

 

DOMINGUES, António. Filho de António José Domingues (já defunto em 1856) e de Maria Rosa Domingues, de Alcobaça. // Casou na igreja de Lamas de Mouro a 26/6/1856, com Maria, filha de Joaquim Domingues e de Teresa Pereira (já defunta).

 

DOMINGUES, António (Ferraria). Filho de Francisco Domingues e de Maria Rosa Domingues, lavradores. Nasceu em Lamas de Mouro, no lugar de Alcobaça, por volta de 1829. // Camponês. // Faleceu a 26/5/1905, em sua casa, sita no lugar de Cima, Lamas de Mouro, com 76 anos de idade, sem sacramentos, viúvo de Maria José Domingues, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no adro da igreja.  

 

DOMINGUES, António. Filho de António Joaquim Domingues e de Maria Luísa Cortes. Nasceu por volta de 1842. // Tinha 25 anos de idade, era solteiro, de Alcobaça, Lamas de Mouro, quando casou na igreja da sua terra, a 15/8/1867, com Maria Joaquina, de 25 anos de idade, solteira, do dito lugar, filha de António Rodrigues e de Antónia Domingues. 

 

DOMINGUES, António. Filho de Manuel Domingues (Carriço) e de Maria Gregório. // Tinha 24 anos de idade, morava em Lamas de Mouro, onde nascera, quando casou na igreja da sua freguesia, a 16/7/1871, com Clara, de 26 anos de idade, filha de António Domingues e de Maria José Afonso. 

 

DOMINGUES, António. Filho de Manuel José Domingues e de Ana Alves, lavradores, residentes em Alcobaça, Lamas. Neto paterno de Francisco Domingues e de Maria Rosa Domingues; neto materno de António Alves “Senra” e de Maria Luísa de Almeida. Nasceu a 15/3/1861 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: os seus avós maternos, moradores em Senra. (Era o 3.º filho do casal, e o 3.º de nome!) / Faleceu a 21/3/1861. 

 

DOMINGUES, António. Filho de António Domingues e de Mariana Alves Senra. Neto paterno de António Joaquim Domingues e de Mariana Afonso; neto materno de António Alves Senra e de Maria Luísa de Almeida. Nasceu a 13/6/1867 e foi batizado no dia seguinte. Padrinho: Rosa Alves Senra.  

 

DOMINGUES, António. Filho de Manuel Domingues e de Tomásia Rodrigues. Neto paterno de João Manuel Domingues e de Maria Antónia de Barros; neto materno de Henrique Rodrigues e de Isabel Gonçalves. Nasceu a 2/5/1868 e foi batizado na igreja de Lamas de Mouro a 5 desse mês e ano. Madrinha: Maria Antónia de Barros.

 

DOMINGUES, António. Filho de António Domingues e de Mariana Alves Senra. Neto paterno de António Domingues e de Maria Afonso; neto materno de António Alves Senra e de Maria Luísa de Almeida. Nasceu a 4/6/1869 e foi batizado a 6 desse mês e ano. Padrinhos: Luís Domingues e sua mulher, Luísa Domingues.  

 

DOMINGUES, António. Filho de António Joaquim Domingues (Ferraria) e de Maria José Domingues. Neto paterno de Francisco Domingues e de Maria Rosa Domingues; neto materno de Joaquim Domingues e de Teresa Pereira. Nasceu a 12/7/1871 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: António Joaquim Domingues e Mariana Alves.  

 

DOMINGUES, António. Filho de António Domingues e de Clara Domingues, moradores em Touça, Lamas de Mouro. Neto paterno de Manuel Domingues e de Maria Gregório; neto materno de António Domingues e de Maria José Afonso. Nasceu a 28/3/1873 e foi batizado a 30 desse mês e ano. Padrinhos: António Domingues e Rosa Domingues. // Tinha 23 anos de idade, era solteiro, lavrador, morava no lugar de Cima, quando casou na igreja da sua freguesia, a 9/8/1896, com a sua parente no 4.º grau de consanguinidade, Joaquina Rosa, de apenas 17 anos de idade (o pai deu consentimento no ato do casamento), solteira, lavradora, filha de Manuel Joaquim Rodrigues e de Ana Joaquina Alves, do lugar de Cima, Lamas de Mouro. Testemunhas presentes: António José Alves, casado, lavrador, do lugar da Igreja, e António Joaquim Domingues, casado, lavrador, do lugar de Cima, ambos de Lamas de Mouro. // Faleceu em Lamas de Mouro a 14/2/1975 (?), com cerca de 102 anos de idade! // Nota: deve ser o mesmo senhor que foi escolhido em Janeiro de 1918 para fazer parte da Comissão Administrativa da Junta de Freguesia de Lamas de Mouro. Também foram nomeados: Joaquim Pereira, José Domingues, Joaquim Domingues Ferreiro e Manuel António Domingues. 

 

DOMINGUES, António. Filho de Manuel José Domingues e de Maria Teresa Domingues. Neto paterno de Bento Domingues e de Rosa Gregório; neto materno de Manuel Francisco Domingues e de Tomásia Rodrigues, todos lavradores, do lugar de Cima. Nasceu em Lamas de Mouro a 9/6/1883 e foi batizado na igreja paroquial desta freguesia a 12 desse mês e ano. Padrinhos: o seu avô materno e Joaquina Domingues, tia do batizando. // Tinha 26 anos de idade, era solteiro, lavrador, morava no lugar de Cima, quando casou na igreja de Lamas de Mouro a 13/10/1909 com Maria Alves, sua conterrânea e parente, de 27 anos de idade, solteira, camponesa, residente no lugar da Igreja, filha de António José Alves e de Rosa Domingues. Testemunhas: Manuel Alves, casado, lavrador, residente no lugar de Cima, e Manuel Domingues, casado, lavrador, residente no lugar da Touça. // A sua esposa faleceu a 30/1/1962, em Sá, Monção. // Ele morreu também na freguesia de Sá, Monção, a 18/1/1965. 

 

DOMINGUES, António. Filho de ---------- Domingues e de ------------------------. Nasceu a --/--/192-. // Em 1938 fez exame do ensino primário na escola de Lamas de Mouro e ficou aprovado. Era regente Luís M. Domingues (Notícias de Melgaço n.º 411).





 DOMINGUES, António da Cruz. Filho de Manuel José Domingues e de Clara Domingues, lavradores. Neto paterno de Manuel Domingues e de Maria Gregório; neto materno de Joaquim Domingues e de Maria Rosa Pereira, todos do lugar de Cima. Nasceu a 2/5/1885 e foi batizado na igreja de Lamas no dia seguinte. Padrinhos: Manuel Domingues e Maria Pires, de Orjaz, freguesia de Paderne (?!!!).




 

DOMINGUES, António da Cruz. Filho de Joaquim Domingues e de Rosa Pereira, lavradores, residentes no lugar de Cima, Lamas de Mouro. Neto paterno de Manuel Domingues e de Clara Domingues; neto materno de José Bento Pereira e de Rosa Teresa Domingues. Nasceu em Lamas de Mouro a 25/10/1910 e a 29 desse mês e ano foi batizado na igreja matriz. Padrinhos: António Domingues e Maria Domingues, solteiros, camponeses, moradores no lugar de Cima. // Lavrador. // Casou na CRCM a 8 de Junho de 1932 com Albina Esteves, filha de Felisménia Esteves, nascida em Parada do Monte a 17 de Janeiro de 1888, portanto mais nova do que o marido 21 anos! // Moraram em Lamas do Mouro, no lugar de Cima. // A sua esposa faleceu a 12/1/1954, com 65 anos de idade, envenenada por Laurinda Alves, natural de Pomares, Paderne, Melgaço, mais conhecida por “Palina”, a fim de lhe roubar o marido, que já era amante da criminosa, tendo-se provado em tribunal que ele era conivente. // Tanto ele como a “Palina” foram condenados a graves penas de prisão. // Casou em segundas núpcias, na igreja de Paderne, a 29/10/1966, com Maria Armanda Domingues, de 29 anos de idade, natural da freguesia de Paderne, filha de Joaquina Rosa Domingues. // Faleceu em Paderne a 26/11/1981.    

          

DOMINGUES, António Joaquim. Filho de Luís Domingues e de Maria Esteves. // Lavrador. // Faleceu no lugar de Alcobaça, Lamas de Mouro, a 10/3/1861, com 75 anos de idade, casado com Maria Luísa Cortes. // Com geração. 

 

DOMINGUES, António Joaquim. Filho de António Joaquim Domingues e de Mariana Afonso, lavradores, de Alcobaça, Fiães. Nasceu nesse lugar. // Lavrador. // Faleceu a 18/6/1901, na sua casa do lugar de Cima, Lamas de Mouro, privado da fala e com a mente algo perturbada, devido a um ataque repentino, com 66 anos de idade, casado com Mariana Alves, e foi sepultado no adro da igreja de Lamas de Mouro. // Teve três ofícios e trinta missas. // Com geração.  

 

DOMINGUES, António Joaquim. Filho de Domingos Domingues e de Isabel Esteves (já falecida), castrejos, mas residentes em Touça, Lamas de Mouro. // Tinha 26 anos de idade quando casou na igreja de Lamas de Mouro, a 16/8/1891, com Maria Rosa, de 19 anos de idade (os seus pais tiveram de lhe dar consentimento), filha de Manuel Joaquim Rodrigues e de Ana Alves, moradores no lugar de Cima, Lamas de Mouro. // Lavrador. // Faleceu a 7/12/1897, na sua casa do lugar de Cima, Lamas de Mouro, no estado de casado, e foi sepultada na igreja. // Deixou um filho. // Teve três ofícios e 30 missas.   

 

DOMINGUES, António Joaquim. Filho de António Joaquim Domingues (Ferraria) e de Maria José Domingues, lavradores. // Faleceu em Lamas de Mouro a 6/5/1873, com apenas 10 meses de vida, e foi sepultado na igreja.

 

DOMINGUES, António Joaquim. Filho de António José Domingues e de Maria Joaquina Rodrigues, de Alcobaça, Lamas de Mouro. Neta paterna de António Joaquim Domingues e de Maria Luísa Cortes; neta materna de António Rodrigues e de Antónia Domingues, todos lavradores. Nasceu a 28/5/1882 e foi batizado na igreja de Lamas de Mouro a 30 desse mês e ano. Madrinha: Maria José Rodrigues, de Alcobaça, Lamas de Mouro. // Nota: este senhor, ou o de baixo, casou a --/--/1916 com Rosa Alves (ver “Correio de Melgaço” n.º 205, de 2/7/1916).   

 

DOMINGUES, António Joaquim. Filho de Manuel Domingues e de Maria Domingues, lavradores. Neto paterno de António Joaquim Domingues e de Mariana Alves, do lugar de Cima; neta materna de Domingos Domingues e de Isabel Esteves, de Campelo, Castro Laboreiro. Nasceu a 12/4/1887 e foi batizado na igreja de Lamas de Mouro nesse dia. Padrinhos: os seus avós paternos. 

 

DOMINGUES, António José. Filho de António Joaquim Domingues (já falecido) e de Maria Luísa Cortes, lavradores, de Alcobaça, Lamas de Mouro. // Faleceu no dito lugar, onde residia, a 18/5/1896, com 41 anos de idade, lavrador, casado com Maria Joaquina Rodrigues, e foi sepultado na igreja paroquial! // Com geração.

 

DOMINGUES, António José. Filho de Domingos Domingues e de Joaquina Pires. Neto paterno de Carlos Domingues e de Angélica Domingues; neto materno de Manuel António Pires e de Isabel Esteves. Nasceu a 10/2/1872 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: Manuel António Pires e Mariana Pires. // Lavrador. // Casou na igreja de Fiães a 4/6/1903 com Miquelina Afonso, de 26 anos de idade, solteira, camponesa, natural do lugar de Alcobaça, freguesia de Fiães, filha de Domingos Afonso e de Maria Joaquina Afonso, lavradores, fenalenses. Testemunhas presentes: Manuel José Fernandes, casado, lavrador, do lugar de Alcobaça, Fiães, e José Domingues, casado, lavrador, do lugar de Gavião, Lamas de Mouro.    

 

DOMINGUES, António José. Filho de Ludovina Domingues, solteira, lavradora, residente no Gavião, Lamas de Mouro. Neto materno de Manuel Domingues e de Maria Fernandes. Nasceu a 7/3/1875 e foi batizado nesse mesmo dia. Madrinha: Joaquina Domingues, viúva, lavradeira, moradora no dito lugar de Gavião.  

 

DOMINGUES, Arlindo. Filho de Manuel Domingues e de Rosa Gonçalves. Nasceu a --/--/1926. // Casou a --/--/1949 com Maria da Conceição Domingues. // Faleceu em Alcobaça, Lamas de Mouro, a 8/7/1994, e foi sepultado no cemitério local. // Irmão de Oliveiros.

 

DOMINGUES, Arlindo. Filho de --------- Domingues e de ------------------------. Nasceu em Lamas de Mouro a --/--/19--. // Casou com Beatriz Augusta Fernandes, natural de Cristóval. // Por volta de 1970 adquiriram – por doação verbal feita por Mercês Domingues – o prédio rústico “Campo das Chães”, sito em Telhada Pequena, Penso. // E por volta de 1977 compraram o prédio rústico “Barreira” a Domingos Lopes Coelho e esposa, Eugénia da Rocha Alves, residentes nessa altura no lugar de Mós, Penso. // Em 1998 moravam em Telhada Grande, Penso (VM 1100). // Em 2000 era emigrante em França (VM 1151). // Nota: deve ser o mesmo que fez, em 1938, na escola de Lamas de Mouro, exame do ensino primário, ficando aprovado (NM 411).  

 

DOMINGUES, Avelino. Filho de Manuel Domingues (Carriço) e de Clara Domingues, moradores no lugar de Cima, Lamas. Neta paterna de Manuel Domingues (Carriço) e de Maria Gregório; neto materno de Joaquim Domingues e de Maria Rosa. Nasceu a 2/7/1879 e foi batizado a 4 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco Domingues, solteiro, tio materno do bebé, e Joaquina Pereira, solteira, de Touça, Lamas.