sábado, 25 de abril de 2026

 SENDIM


SENDIM, Amanda dos Anjos. Filha de Cândida Sendim, natural de Troviscoso, Mon-ção. N.m. de José Sendim e de Maria Rosa Alves. Nasceu na Rua de Baixo, Vila de Melgaço, a 10/4/1906, e foi batizada na igreja de SMP a 18 desse mês e ano. Padri-nhos: António Luís Fernandes, solteiro, negociante, e a Senhora do Rosário, tocando com a coroa José Gonçalves, casado, negociante. // Casou em Monção a 26/12/1928 com João António Puga Pereira. // Faleceu na Vila de Monção a 17/8/1974. // Nota: a 25/2/1928 foi legitimada na Repartição do Registo Civil de Monção por José Manuel Rodrigues, chefe fiscal dos impostos, natural de Arão, concelho de Valença, e por Cândida Sendim, doméstica de Troviscoso, Monção.  


SENRA


SENRA, Heliodora. Filha de Manuela Senra, costureira, natural da cidade de Ouren-se. N.m. de António Senra e de Teresa Rodrigues. Nasceu na Rua Direita, Vila, a 15/11/1908, e foi batizada na igreja de SMP a 22 desse mês e ano. Padrinhos: José Dias, casado, industrial, e Cândida Alves de Barros, solteira, doméstica. 

     

SENRA, Maria Manuela. Filha de -------- Senra e de -------------------------------------------. Nasceu a --/--/18--. // Morou na Vila. // Em 1913 a Câmara Minicipal atribuiu-lhe um subsídio de lactação pelo período de seis meses (Correio de Melgaço n.º 52, de 1/6/1913). 


SENRA, Maria de Nazaré. Filha de Manuela Senra. Nasceu na freguesia da Vila a --/--/1916 (Correio de Melgaço n.º 183, de 23/1/1916).


SENRA, Zulmira da Conceição. Filha de Maria Manuela Senra. Nasceu na Vila a --/--/1913 (Correio de Melgaço n.º 52, de 1/6/1913).


SERAFIM


SERAFIM, Albina Rosa. Filha de Gabriel Serafim, barbeiro, e de Inocência Rodrigues, doméstica, ambos de Monção. N.p. de José Serafim e de Albina Rosa Sarandão; n.m. de Justino Manuel Rodrigues e de Rosa Cardoso. Nasceu na Rua da Calçada, Vila de Melgaço, a 5/6/1905, e foi batizada na igreja de SMP a 12 desse mês e ano. Padrinhos: José de Araújo, casado, industrial, e Florinda Rodrigues, casada, industrial. // Faleceu a 14/7/1906.  


SERAFIM, Gabriel. Filho de José Serafim e de Albina Rosa Sarandão. Nasceu na Vila de Monção por volta de 1881. // Barbeiro. // Veio para Melgaço ainda solteiro, abrindo oficina e tornando-se agente de vários jornais. // Tinha 23 anos de idade quando casou na igreja de SMP a 8/9/1904 com Inocência, de 24 anos de idade, sol-teira, doméstica, sua conterrânea, filha de Justino Manuel Rodrigues e de Rosa Car-doso. Testemunhas: José Dias, proprietário, José de Araújo, vendeiro, e Cesário Au-gusto Cerdeira, trabalhador, todos residentes em SMP. // Em 1913 foi demitido de membro da sociedade “Recreio Melgacense”, tendo sido nomeado para o substituir Ilídio Esteves (Correio de Melgaço n.º 39, de 2/3/1913). // Faleceu na Vila de Melgaço a 3/3/1939, com 57 anos de idade, na sua casa de residência, na Rua da Calçada. // Sucedeu-lhe na barbearia o seu sobrinho João Rodrigues de Sousa. // A sua viúva finou-se também na Calçada, a 7/8/1954, com 74 anos de idade.    


SIERRA


SIERRA, António Augusto. Filho de Isabel Maria Sierra, moradora intramuros. Neto materno de Manuel António Sierra e de Agostinha Mosqueira, de São Veríssimo, Ri-badávia (Riba de Albea), Ourense. Nasceu na Vila a 18/5/1826 e foi batizado na igreja de SMP a 22 desse mês e ano. Padrinhos: António da Silva Magalhães, cirurgião do partido, e sua filha, Maria Rosa da Silva Magalhães. // Sem mais notícias.


SILVA


SILVA, Abílio Augusto. Filho de Joaquim Gonçalves da Silva, empregado ambulante da Companhia de Tabacos, e de Maria da Silva Crisóstomo, doméstica, ambos de Vilar de Maçada, concelho de Alijó. N.p. de Júlio Gonçalves e de Maria Luísa da Silva Faria (!); n.m. de José da Silva Crisóstomo e de Ana da Silva Pereira. Nasceu no Lar-go da Misericórdia, Vila de Melgaço, a 31/1/1903, e foi batizado na igreja de SMP a 8 de Fevereiro desse ano. Padrinhos: Abílio José Aires, solteiro, empregado da Compa-nhia de Tabacos, natural de Carviçais, Torre de Moncorvo, e Almira Augusta, solteira, vendeira, de SMP, Melgaço. // Sem mais notícias. 


SILVA, Alberto. Filho de ------------- Silva e de -------------------- Coelho Pinto. Nasceu em -----------------, a 7 de Agosto de 1960. // Casou com -----------------------------------. // Faleceu em --------------, a 13 de Dezembro de 2009, e foi sepultado no cemitério mu-nicipal de Melgaço. // Deixou viúva e filhos. 

















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SILVA, Albino. Filho de Manuel António da Silva e de Maria Rita Cardoso. Nasceu em Oleiros, Ponte da Barca, a 6/7/1916. Deve ter residido em Ceivães, Monção, de onde veio para Melgaço na década de cinquenta trabalhar as terras da família do professor Abílio Domingues, castrejos que moravam na Quinta da Orada, SMP, sitas no lugar dos Buraquinhos, freguesia da Vila de Melgaço. Com ele trouxe a cunhada (*), Sr.ª Helena, viúva do seu irmão “Joselito”, e um filho desta, que nascera (s.e.) em Cei-vães, em 1944, o qual frequentou a escola do ensino primário até 1955, tendo depois saído de Melgaço, juntamente com a mãe, para a sua terra de nascimento. Consta que o Albino era namorado da cunhada, no entanto casou, a 15/1/1960 (**), com a melgacense Maria de Lurdes de Melo, de cujo matrimónio nasceram quatro filhos: duas meninas e dois rapazes. // Faleceu na Praça da República, onde residia, a 29/10/2003, e foi sepultado no cemitério municipal de Melgaço. /// (*) Há quem diga que o irmão ainda chegou a estar em Melgaço, mas não me parece credível. /// (**) Em 1960 casou na igreja, pois na CRCM casara em 1956.   










     







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SILVA, Alexandre. Filho de Maria da Silva, solteira, camponesa, natural da Vila de Mel-gaço. Nasceu na Vila por volta de 1852. // Tamanqueiro. // Casou na igreja de Prado a 16/12/1880 com Constância Teresa Rodrigues de Morais, de 38 anos de idade, lavra-deira, viúva de Manuel José Fernandes, moradora em Outeirão, Prado. Testemunhas: José Francisco Esteves, casado, rural, da Corredoura, e Manuel Joaquim Salgado, casado, rural, da Breia.  


SILVA, Ana Cândida. Filha de António Fernandes da Silva, 1.º cabo da Guarda-Fiscal, de Braga, e de Lucinda Aurora Pinto, da Vila de Melgaço, moradores na Rua da Cal-çada de Baixo. N.p. de Francisco Fernandes da Silva e de Josefa Rosa da Costa, bracarenses; n.m. de Diogo Manuel Pinto, servo da Santa Casa da Misericórdia de Melgaço, e de Mariana de Jesus Vasques, melgacenses. Nasceu a 14/3/1894 e foi batizada a 1 de Abril desse ano. Padrinhos: José Cândido Gomes de Abreu e Ana Joaquina Vasques, governanta, solteira, tia da neófita. // Casou a 15/3/1915 com Ar-naldo, de 21 anos de idade, aspirante dos Correios e Telégrafos em Melgaço, natural de Alenquer (Santo Estêvão), filho de António Reis de Sousa, ex-secretário de Finan-ças em Melgaço, e agora em Viana do Castelo, de Mesão Frio, Lamego, e de Maria Monteiro Rebelo da Silva, de Festaço, Baião, Porto. Testemunhas: Dr. Alfredo Cândi-do Pinto Alves, casado, residente em Vila Verde, e Ana Joaquina Vasques de Abreu, viúva, ambos da Vila de Melgaço (ver Correio de Melgaço n.º 141, de 16/3/1915). // Faleceu em Paranhos, Porto, a 2/11/1974. // Mãe de Maria Lucinda. // Nota: o seu irmão José fez exame de admissão ao 3.º ano no Liceu Central do Porto em Julho de 1912 (Correio de Melgaço n.º 6, de 14/7/1912).     


SILVA, Ana Maria. Filha de José da Silva e de Maria da Glória Gregório. Nasceu na Vila a 22/3/1971. // Funcionária da Termas do Peso. 


SILVA, Ana Rosa. // Morou intramuros, casada com Manuel Caetano Alves. // Fale-ceu a 19/4/1809. // Antes de morrer pediu para lhe fazerem o testamento, deixando pagas, além de outras, trinta missas pelas almas do padre Bento, de Caetana, e de Matias da Silva Fajardo. 


SILVA, Ana Ventura. Filha de Francisco da Silva e de Maria Luísa Gonçalves, mora-dores nas Carvalhiças. N.p. de Ventura da Silva e de Maria da Ribeira, residentes também nas Carvalhiças; n.m. de Domingos Gonçalves e de Francisca Martins, de Remoães. Nasceu a 23/11/1807 e foi batizada na igreja de SMP no dia seguinte. Pa-drinhos: avô paterno, tocando na coroa da santa como madrinha Ventura Domingues, das Bouças, São Martinho de Alvaredo.  


SILVA, Anésia da Glória. Filha de José Francisco da Silva, 2.º cabo da Guarda-Fiscal, de Paredes de Coura (Santa Maria), e de Joaquina Rosa de Jesus Paixão, de Valen-ça (Santa Maria dos Anjos). N.p. de Manuel Bento Fernandes e de Maria José; n.m. de João dos Santos Paixão e de Francisca Rosa da Cunha. Nasceu na Rua Direita, Vila de Melgaço, a 22/11/1900, e foi batizada na igreja de SMP a 7 de Dezembro des-se ano. Padrinhos: Francisco António Esteves, proprietário, e Anésia Esteves, filha-família. // Casou a 15/10/1921, na Conservatória de Paredes de Coura, com António Alves. // O seu marido faleceu a 1/2/1954 na freguesia de Moselos, Paredes de Cou-ra. // Ela finou-se em Queluz, Sintra, a 24/10/1990. 


SILVA, Ângela de Oliveira. Filha de ---------------------- e de -------------------------. Nas-ceu na Valinha, Monção, a 26/5/1904. // Veio para Melgaço ainda nova, vender peixe, e por aqui foi ficando. // Foi mãe solteira de Maria; depois conheceu o Indalécio Ro-drigues, ferrador, divorciado, e dele teve três filhos: Indalécio, Mirandolina e Guilher-mina.   


SILVA, Angélica. Filha de Fernando Costa da Silva e de Elisabete de Sousa. Neta paterna de ---------- Silva e de ------------------; neta materna de Ilídio de Sousa (Tostas) e de Maria Soares. Nasceu em --------------, a --/--/19— e foi batizada na igreja matriz da Vila de Melgaço a --/--/1996. Padrinhos: José Maria Costa da Silva e sua esposa, tios da neófita. O almoço foi servido no restaurante “Santa Cruz”, sito em Paços.      


SILVA, Antónia Maria. // Casou com Jorge Almeida. // Moraram no Campo da Feira de Dentro, Vila de Melgaço. // Morreu a 27/11/1807, no estado de viúva. 


SILVA, António. Filho de Francisco Fernandes da Silva e de Josefa Rosa da Costa, lavradores, de Adaúfe, Braga. Nasceu na dita freguesia de Adaúfe por volta de 1866. // Tinha 21 anos de idade, era solteiro, soldado da Guarda-Fiscal, quando casou na igreja de SMP a 17/4/1887 com Lucinda Aurora, de 26 anos de idade, solteira, costu-reira, natural da Vila de Melgaço, filha de Diogo Manuel Pinto (sacristão da SCMM), e de Maria Joaquina Vasques.    


SILVA, António. Filho de ----------- Silva e de ------------ Marques. Nasceu em -----------, a --/--/1---. // Casou na Vila de Melgaço a --/--/1932 (NM 174, de 27/11/1932) com Maria Margarida Trancoso Rodrigues. // Com geração. 


SILVA, António (Porto). Filho de --------- Silva e de ------------------------------------. Nas-ceu em -------------, a --/--/19--. // Operário da construção civil. // Casou com Joaquina Rodrigues, de Braga. // O casal deve ter vindo para Melgaço na década de setenta ou oitenta, na altura em que começaram a construir aqui prédios. // Moraram na Avenida da Barbosa, Vila, onde a sua esposa faleceu, a --/--/1996, com 59 anos de idade. // Pai de José, casado com Ana; de Maria José, casada com Anselmo Rodrigues; de Armanda Maria, casada com José Alfredo Pires; e de Maria Helena, casada com Octávio Fernandes Antunes. // (A Voz de Melgaço n.º 1055).    


SILVA, António. Filho de ------------- Silva e de ----------------------------------------. Nasceu em ----------------, a 16 de Janeiro de 1959. // Casou com -----------------------------------. // Faleceu em -----------------, a 22 de Março de 2012, no estado de casado. 










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SILVA, António Joaquim. Filho de Joaquim Gonçalves da Silva, empregado da Com-panhia de Tabacos, e de Maria da Silva, doméstica, ambos de Vilar de Maçada, Alijó, residentes em Melgaço. N.p. de Júlio da Silva Gonçalves e de Maria Luísa da Silva Farrié; n.m. de José da Silva Crisóstomo e de Ana da Silva. Nasceu no Largo da Bai-xa, Vila de Melgaço, a 6/10/1909, e foi batizado a 13 desse mês e ano. Padrinhos: António Joaquim Esteves, casado, proprietário, e Maria de Nazaré Esteves dos San-tos Lima, viúva, proprietária. // Casou a 28/2/1944 com Aurora Lourenço da Silva, em Primavera, Pará, Brasil. // Faleceu a 6/7/2000 em Belém de Pará, Brasil.  


SILVA, António Vicente. Filho de Manuel da Silva, natural de Chaviães, e de Maria Rosa, natural de Santo Adrião, Tui, moradores na Assadura, Vila. N.p. de José da Silva e de Inês Alves, de Chaviães, e ali moradores; n.m. de Maria da Bella, solteira, de Santo Adrião, Tui. Nasceu a 4/5/1788 e foi batizado na igreja de SMP dois dias depois. Padrinhos: António Eusébio Rodrigues e Isabel Pereira, viúva. // Casou na igreja de SMP a 14/7/1821 com Maria Luísa, galega, enjeitada, criada na freguesia de São Benito do Rabinho, Arnoia, bispado de Ourense, de onde veio para Melgaço, sendo ainda menor de 14 anos, e desde essa altura tem residido na Assadura. Teste-munhas: padre Manuel Joaquim Quintela, do lugar de Corujeiras; padre AJG, cura de SMP; e Luís Inácio Pereira, soldado da Companhia Fixa.  


SILVA, Antonio Vitorino. Filho de Manuel da Silva e de Laurinda de Sousa, proprietá-rios e industriais em Monção. Nasceu em Monção a 5/12/1949. // Andou no Seminário de Braga três anos. // No Colégio D. Nuno, Póvoa de Varzim, andou um ano. // Em Monção estudou até ao antigo 5.º ano do liceu. // Em Melgaço fez o 6.º ano e duas disciplinas do 7.º ano. // Cumpriu o serviço militar, permanecendo 26 meses na Gui-né-Bissau. // Em 1973 inicia a sua vida profissional, ingressando na Segurança Social de Melgaço (ou Casa do Povo). // Casou com a melgacense Ana Maria da Silva Bar-ros, professora do ensino primário. // Politicamente está ligado ao PSD, tendo sido deputado à assembleia municipal de Melgaço e presidente da comissão política do partido neste concelho. // Irmão do ex-padre Manuel Bento da Silva e pai de Sandra Catarina e de Ana Filipa da Silva.   


SILVA, Armando. Filho de Valentim da Silva, comerciante, natural dos Arcos de Val-devez, e de Blandina Celeste Pinto, natural de Melgaço. Neto paterno de Custódio Bernardino da Silva e de Maria de Araújo; neto materno de Abílio César Pinto e de Joana Rosa de Araújo. Nasceu na Vila, SMP, a 23/3/1924 e foi batizado a 2 de Abril desse ano. Padrinhos: Aparício António de Sousa, viúvo, comerciante, e Rufina Pinto, solteira, de Melgaço, ambos aqui residentes. 


SILVA, Armando Jorge (Eng.º) Filho de Ernesto Viriato Ferreira da Silva, natural de Braga, e de Maria Margarida Esteves, natural de Melgaço. Neto paterno de Maria Beatriz da Silva; neto materno de António Joaquim Esteves e de Ludovina da Glória Álvares de Barros. Nasceu na Vila de Melgaço a 25/8/1925 e foi batizado a 10 de No-vembro desse ano. Padrinhos: Dr. João da Cruz Filipe e Sofia Laura Filipe. // Formou-se em engenharia civil em 1948, em Lausana, Suíça. // Casou com Jacqueline Olga Hoerler, nascida no Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte, a 23/9/19--. // Foi funcionário da Companhia Hidro-Eléctrica do Norte de Portugal (CHENOP), Porto. // Por volta de 1956 adquiriu, através de uma compra verbal feita a seus avós mater-nos, residentes na Vila, dois prédios rústicos: “Cordeira”, sito em Corujeiras, com a área de 1220 m2, e “Corujeiras”, com a área de 2900 m2. Também adquiriu, por volta de 1972, através de doação dos pais, a “Vinha Grande”, terreno de pastagem, com 3.432 m2, sito em Corujeiras, confrontando do nascente com João Marques Morais, etc. // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1475, de 23/6/1963:


 


Em 1998 e em 2000 morava no Porto (“A Voz de Melgaço” n.º 1140). // Pai de Alexandre Jorge, batizado a 16/4/1960.   


SILVA, Artur Anselmo. Filho de Mário Ferreira da Silva e de Diana da Silva, ambos de Monção. Nasceu nesse concelho minhoto a --/--/1945. // Veio novo para Melgaço, como aprendiz de alfaiate do Sr. Arlindo Vilas, quando tinha dezassete anos de idade. // Cumpriu parte do serviço militar numa das colónias de África. // Jogou futebol no Sport Clube Melgacense e na Vila de Melgaço abriu uma loja de roupas e alfaiataria. // Aqui arranjou namoro e casou, a 6/6/1971, com Maria Raquel de Sousa, costureira, filha de Alberto Barros de Sousa e de Virgínia de Jesus Ribeiro Pousa Mendes, anti-gos proprietários da Pensão Minhota. O casal ficou a residir na Vila, na Rua Herme-negildo Solheiro, onde o Artur tem a dita loja. // Também explorou um Café e uma Garrafeira, acabando por trespassar um e outra. // Pai de dois filhos.     
















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SILVA, Augusto Albano. Filho de Manuel da Silva e de Maria Manuela Pereira, da Várzea, Paderne, caseiros na Quinta de Corujeiras. N.p. de José da Silva e de Joana, de Abragão, Penafiel; n.m. de Joana Pereira, do sobredito lugar de Paderne. Nasceu a 22/2/1843 e foi batizado na igreja de SMP a 27 desse mês e ano. Padrinhos: Frede-rico de Sousa e Margarida Carolina de Castro, da Casa de Galvão. 


SILVA, Caetana. // Morou junto à igreja da Misericórdia, Vila. // Morreu solteira e pobre a 14/10/1807.  


SILVA, Caetana. // Morou intramuros, Vila. // Apareceu morta em sua cama a 10/7/1810. // Era solteira. 


SILVA, Claudina Rosa. Filha de Francisco José da Silva, natural de Braga, e de Maria Josefa Correia Meleiro, natural de Paderne, marchantes, moradores na Vila de Mel-gaço. Neta paterna de António Manuel da Silva e de Rosa Fernandes, bracarenses; neta materna de Francisco Meleiro e de Teresa Correia de Jesus, padernenses. Nas-ceu entreportas a 14/3/1866 e foi batizada a 17 desse mês e ano. Padrinhos: os seus avós maternos. // Faleceu a 21/4/1866.   


SILVA, Claudina Rosa. Filha de Francisco José da Silva e de Maria Josefa Correia Meleiro, proprietários, moradores entreportas, SMP. N.p. de António Manuel da Silva e de Rosa Fernandes, de Braga; n.m. de Francisco Meleiro e de Teresa Correia, de Paderne, todos marchantes. Nasceu a 15/12/1867 e foi batizada a 19 desse mês e ano. Padrinhos: os avós maternos. // Casou com Artur Napoleão de Matos Teixeira Pinto. // Faleceu a 14/4/1906, na sua casa da Rua do Espírito Santo, SMP, sem sa-cramentos, viúva, sem testamento, com filhos, e foi sepultada no cemitério municipal.  


SILVA, Constantino. Filho de ---------- Silva e de ----------------------------------. Nasceu em Portimão a 6/7/1898. // Veio para Melgaço como comandante do posto da mari-nha, com a patente de 1.º sargento da armada. // Casou a --/--19-- com Isabel Maria Gonçalves, nascida em Caminha a 15/3/1893. // A 19/7/1938, por ordem superior, deixou de exercer o comando do posto de marinha de Melgaço; saiu daqui para a capitania do Porto (Notícias de Melgaço n.º 410, de 21/8/1938). // Reformou-se em Novem-bro de 1961. // A sua esposa finou-se a 15/5/1966. Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1597, de 22/5/1966: 


 


     Ele morreu a 2/11/1980. // Estão ambos sepultados no cemitério municipal de Mel-gaço. // Com geração.   
















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SILVA, Constantino. Filho de Constantino da Silva, 1.º sargento da armada, e de Isa-bel Maria Gonçalves, doméstica. Nasceu em -----------, a --/--/19--. // Veio com seus pais para Melgaço ainda jovenzinho. // Deve ter feito alguns estudos de liceu, pois trabalhou como empregado de escritório na empresa “Auto Viação Melgaço, Lda.” // Em Junho de 1955, juntamente com seu pai e outros, entre os quais o seu próprio patrão, Artur Passos Teixeira, subscreveu uma petição ao ministro da Justiça, na qual se pedia castigo severo para o advogado, Dr. José Joaquim de Abreu (ver “Denúncia Caluniosa”, de JJA, edição de 1957). // Casou a 29/12/1955 com Maria do Carmo, filha de José Joaquim Meleiro e de Rosa da Conceição Esteves, de Golães, Paderne, para onde foi morar. // Em 1973 pertencia à ANP de Melgaço. // A sua esposa faleceu a 6/12/2015, com 82 anos de idade. // Depois de viúvo passou a residir em Braga. // Pai de Filomena e de Rosa Maria.   


SILVA, Domingas. Filha de Manuel Gonçalves da Silva e de Ana Gomes, moradores em Corujeiras, Vila. N.p. de João Gonçalves e de Catarina Gonçalves, do dito lugar; n.m. de António Gomes Quintela e de Juliana (?) Pires, de Crasto, Rouças. Nasceu a 29/7/1759 e foi batizada na igreja de SMP pelo padre Manuel António Pinheiro Figuei-roa, pároco de Rouças, a 1 de Agosto desse ano. Padrinhos: o padre batizante e Do-mingas Gomes, solteira, do lugar de Crasto, Rouças. 


SILVA, Domingos António. Filho de José Ricardo e de Maria Gonçalves, moradores na freguesia de Cossourado, Barcelos. // Era voluntário da Rainha (D. Maria II) quando casou na igreja de SMP a 27/7/1836 com Isabel Maria, filha de Francisco Mazeira e de Benta Rodrigues, de Airais, freguesia de São Julião de Belguntes, bispado de Ou-rense. Testemunhas: Joaquim Bruno Gomes e Maria Josefa Fernandes, da Vila de Melgaço. 


SILVA, Domingos José. Filho de ----------- Silva e de ---------------------------------. Nas-ceu em ------------------, por volta de 1875. // Faleceu na Vila de Melgaço a --/--/1933, com cinquenta e oito (58) anos de idade (NM 197, de 11/6/1933).  


SILVA, Ernesto Viriato (*). Filho de Maria Beatriz Ferreira da Silva (**), solteira, do-méstica, natural da freguesia de São Vítor, Braga, moradora na freguesia da Sé Pri-maz, da mesma cidade. Nasceu na freguesia da Sé, Braga, a 27/12/1893. // Estudou no liceu, filiando-se na Liga Académica Republicana e no Centro Republicano Dr. Manuel Monteiro. // Veio para Melgaço, transferido de Cabeceiras de Basto, a fim de chefiar a secção de finanças deste concelho, substituindo assim Luís de Passos Via-na, que fora transferido para Valença, tomando posse a um sábado, -- de Março de 1918; essa posse foi-lhe conferida pelo aspirante de finanças, Manuel José da Costa (ver JM 1197, de 2/3/1918, e JM 1199, de 16/3/1918). // Aqui casou a 21/9/1918 com Maria Margarida, de 23 anos de idade, solteira, da Vila de Melgaço, filha de António Joaquim Esteves e de Ludovina da Glória Álvares de Barros, comerciantes na Loja Nova. Tes-temunhas: José dos Anjos Pereira Valente, casado, capitão do exército, e Luciana Marcela, solteira, professora da instrução primária, ambos da capital do Minho. // Em Melgaço moraram posteriormente no antigo solar dos Cunha Araújo, sito no Rio do Porto, que ele comprara (com dinheiro emprestado por seu sogro, certamente). // Juntamente com Hermenegildo José Solheiro, Dr. António José Joaquim Barros Du-rães, e professor Abel Nogueira Dantas, fundou, a 21/2/1926, o semanário “O Melga-cense”, do qual assumiu a direção. // Foi governador civil de Viana do Castelo de 1925 a 1926, mas devido a problemas de ordem política, e por ser filiado no Partido Demo-crático, foi preso e julgado como comparticipante do “Movimento de 3/2/1927”, demi-tido do cargo, sendo-lhe fixada residência em Sines, de onde regressou a 17/6/1928. // Como perdeu o emprego nas Finanças, em 1929 teve de ir trabalhar na Companhia Hidro Elétrica do Varosa, onde foi delegado gerente (1939); em 1940 já era diretor. Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 3, de 3/3/1929: «Paderne, 22/2/1929. De todos os leito-res do Notícias de Melgaço é sabido que terminou a sua publicação neste concelho o jornal “Melgacense”, do qual foi muito digno diretor político o nosso amigo Sr. Ernesto Viriato da Silva. Determinou a sua suspensão, ainda que provisoriamente, a saída da-quele nosso amigo do cargo que ocupava, para ir, como já foi, exercer outro, não menos espinhoso, qual é o de diretor dos serviços administrativos da Companhia Hi-droelétrica do Varoza, fixando a sua residência na Régua, como participou aos seus amigos, e aonde ofereceu os seus serviços, que podem ser muito valiosos, como sempre. Àquele semanário “Melgacense” deu aquele nosso amigo o melhor do seu esforço, do seu cérebro, da sua atividade, enfim, da sua preclara e lúcida inteligência. Amigos como somos, fui correspondente daquele semanário, a seu pedido, e por isso mesmo senti muito a sua saída porque se nos confrange a alma sempre que vemos desaparecer do convívio da sua família, que o adora, e dos seus numerosos amigos, que o estimam, homens como Ferreira da Silva. Tivemos ocasião de conhecer muito de perto os predicados que lhe exornam o seu caráter impoluto, a nobreza da sua alma; e, porque lhe não foi possível despedir-se de nós pessoalmente, daqui lhe envi-amos um efusivo abraço, e as nossas mais sinceras saudações.» // Manuel N. do Outei-ro.      

     Nos seus tempos livres inscreveu-se no Clube dos Fenianos, chegando a presiden-te em 1939. // Foi secretário do Ateneu Comercial do Porto de 1940 a 1944. // Por eleições havidas em 1945, ascendeu ao lugar de presidente da Associação dos Bom-beiros Voluntários do Porto. // No “Notícias de Melgaço n.º 755, de 4/11/1945, pode ler-se uma entrevista sua, concedida a Vasco Gama de Almeida. // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1427, de 25/2/1962: «Por a doença o ter enlaçado num forte e inusita-do amplexo de mau querer, recolheu ao leito já há dias o nosso querido amigo, senhor EVPFS que, por conselhos da medicina, não pode nem deve nesta altura ser inco-modado pela visita afetuosa dos seus muitos amigos. Sabemos contudo estarem-se acentuando as suas melhoras, e oxalá bem cedo seja visto por todos nas ruas desta vila completamente bom.» 


     Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1430, de 25/3/1962: «Completamente restabele-cido da doença de que foi acometido, há pouco tempo tivemos já o prazer de ver nu-ma das ruas desta vila o nosso prezado amigo senhor Ernesto dos Passos Ferreira da Silva. Com os seus muitos amigos se congratula NM pois este nosso amigo é dos tais que ainda faz muita falta à nossa terra.» 


     «O abaixo-assinado, na impossibilidade de o fazer pessoalmente e, ainda, no bom desejo de suprir faltas inevitáveis, usa deste meio para exprimir o seu profundo e inde-lével agradecimento às inúmeras pessoas e amigos que se dignaram significar-lhe a sua amizade e estima, informando-se, visitando-o, ou interessando-se, de qualquer modo, pelo seu estado de saúde durante o período evolutivo da sua doença. Melgaço, 23/3/1962.» EVPFS 


     A partir do número 1460, de 3/2/1963, torna-se diretor do “Notícias de Melgaço”. Escreveu então: 


 

 

     Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1460, de 3/2/1963: «Está de parabéns a redação do Notícias de Melgaço por haver escolhido para diretor do semanário o senhor Er-nesto V. P. Ferreira da Silva, esse homem que é melgacense pelo coração e já ga-nhou as esporas de ouro do jornalismo local à frente do “Melgacense”. Isso é garantia do progama do Notícias ainda hoje se cifrar nas poucas palavras escritas em 1961, razão bastante para as não recordar aqui.» 


Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1473, de 2/6/1963:









 


 


     Leia-se mais um seu artigo, com o título “Entre Aspas”: «… encontramos no mira-douro central … o grupo de meninas de Melgaço que se prestaram à contrafação de representar o património etnográfico de Castro Laboreiro. Lindas moças… encantado-ras meninas, na sua habitual indumentária e garridice, de cabelos cortados à garçone, lábios corados por toques de rubro “baton” e olhos a sobressair de pestanas e so-brancelhas enegrecidas por qualquer produto de beleza negro de fumo. Ficamos nós a pensar. Como é que aquele grupo de lindas raparigas (valorizadas por produtos), poderiam substituir a representação etnográfica autêntica das moças de Castro?! A substituição das toilettes habituais pela indumentária das castrejas, saia e blusa so-bre o escuro e capas, seguras na cabeça por original capuz, polainas tricotadas pelas suas mãos, em lã churra e botas cardadas, pareceu-nos que não resolveria a preten-dida falsificação, não só porque o desembaraço das substitutas, que o demo pintou para elas pintarem o diabo, se distingue, a distância, dos modos e hábitos da gente castreja, mas também porque na representação se notava o ar civilizado e semi do-cente da profissão – de professoras primárias oficiais. O hábito só faz o monge quan-do as maneiras dos respetivos cabides se confundem com os modelos originais. Quisemos, no entanto, verificar com os próprios olhos, como o grupo organizado pelo responsável da contrafação se desembaraçava da tão difícil missão. Deslocamo-nos por este motivo especial a ver o Cortejo Etnográfico e do Trabalho, organizado e le-vado a efeito na ridente princesa do Lima, capital do nosso distrito, com a assistência oficial do titular da pasta das Corporações e particular do titular da pasta da Marinha. O cortejo foi um espetáculo de animado folclore e de beleza sem par do ponto de vista da garridice polícroma dos trajes, mas bastante pobre como manifestação de autenti-cidade do valiosíssimo património etnográfico do Alto Minho… De verdadeiro, de au-têntico, apenas a assustadiça cadela que uma das pretensas castrejas conduzia pela trela. A nossa representação passou despercebida, confundida com a do Soajo, tanto por parte da assistência como dos jornais – que nem a ela se referiram! Não nos pa-rece boa norma este sistema de falsificação das coisas sérias e em manifestações oficiais, coisas que poderiam e deveriam constituir uma autêntica amostra da etnogra-fia melgacense e de atração turística. Em nosso entender nem só Castro é Melgaço; neste aspeto, muito embora a consideremos a mais típica e curiosa das nossas fre-guesias, podendo completar-se a sua reduzida representação com as gentes de Pa-rada do Monte, com a sua indumentária própria e os seus açafates levados à cabeça por lindas moçoilas e cobertos por toalhas de linho de uma alvura impecável…» (NM 1482, de 25/8/1963).


     Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1559, de 20/6/1965, um artigo algo estranho, por si escrito, ao qual deu o título de Delitos Morais: «No conturbado mundo em que vivemos, é com a maior tristeza que notamos certos delitos morais, derivados (!) de indivíduos cuja deformação educacional faz sobressair os ruins instintos congénitos ou adquiridos em uma convivência nociva, com total alheamento dos sãos princípios em que deve fundamentar-se uma sociedade razoavelmente equilibrada. É difícil classificar e ordenar os vícios de consciência e os desvios da inteligência dos espécimens transviados da reta linha de conduta que consti-tue o fundamento e a base da organização social e das relações entre os seus elementos gregários. Na deambulação que nos propomos fazer através do que consideramos delitos morais, temos em vista a definição das regras gerais e dos preceitos estabelecidos pela experiência da vida coletiva, a partir da asso-ciação tribal e sua adaptação e afeiçoamento às sociedades bem constituídas em que a humanidade se reúne, auxilia, fraterniza, luta e trabalha com devoção e lealdade, sem soberba e sem atropelamento dos sentimentos e da estabilida-de da ordem comunal. Ao enunciarmos algumas regras gerais, é evidente que repelimos a ideia de visar, intencionalmente, quem quer que possa ajustar a crítica às suas pessoas e, como se acentua nas representações da sétima arte, qualquer semelhança ou afinidade dos agentes de possíveis delitos deverá ser considerada mera coincidência. Portanto, ninguém deverá sentir-se individual-mente atingido quando a carapuça lhe sirva ou se adapte perfeitamente à sua cabeça. Neste caso desejamos que a lição lhes aproveite e tenha a virtude de modificar o seu modo de ser ou de proceder, em ordem a ascender à estima, ao apreço, à consideração e à admiração dos seus concidadãos. Os nossos repa-ros e referências – de ordem genérica – são para todos e para ninguém. Para regular as relações sociais e estabelecer a harmonia e a paz entre os homens, as comunidades, por via dos seus órgãos representativos, fixaram nas leis um conjunto de preceitos morais e de defesa coletiva, concretizados em direitos e obrigações aos quais, obrigatoriamente, devemos respeito e acatamento. A execução dessas leis, baseadas na moral e defesa social, cabe aos representan-tes dos organismos para tal efeito criados, que incarnam os poderes do Estado e, em consequência, impõem a ordem, o respeito e a obediência da liberdade de crenças, da segurança e tranquilidade pública, dos desvios abusivos e prevari-cações, da violência, resistência, violação e malfeitorias, da verdade, da decên-cia, das convenções, dos atentados criminosos contra as pessoas e contra a propriedade, da manutenção da família dentro da ética de um ambiente de bons costumes, de honestidade e de moralidade. Nesta ligeira referência a alguns dos aspetos mais flagrantes enquadrados na vida social, não apresentamos muitos outros, de importância real, que não caberiam nos limites escassos e até ficariam deslocados no conteúdo de um pequeno artigo de jornal. O seu estudo e desenvolvimento tem sido objeto de longo e paciente trabalho dos tratadistas da especialidade, e enchem muitos e volumosos livros. O que enunciamos ele-mentarmente na generalidade, basta para considerar que o homem não deve ser o lobo do homem e que, em matéria de família, a casa dos pais deve ser a escola dos filhos. Na realidade, os homens seriam felizes se cumprissem os seus deveres morais, concretizados nas leis e se, pela bondade, piedade, cle-mência, probidade, fraternidade, isenção e espiritualidade, contribuíssem, de-sinteressadamente, para o bem comum. As manifestações da soberba, da vai-dade, da inveja, da ambição e do egocentrismo, conduzem aos erros crimino-sos que infelicitam as famílias e envenenam o convívio e a coexistência dos seus iguais. Não reconhecemos no homem um ente superior nas escalas zoo-lógica, social e moral, em relação à sua companheira natural. Que interesse po-de ter uma vida em comum se, da parte do mais forte, não houver o sentimento de amizade, de tolerância e de recíproco respeito a iluminar o lar (…) // E que exemplo é dado aos filhos, carne da nossa carne, se a sua conduta truculenta e intolerante impede a tranquilidade e a paz conjugal? Porque será que os ho-mens destroem, por suas próprias mãos e atos, a coexistência pacífica dos seus irmãos e a felicidade do seu lar? E porque não hão-de resolver por bem os seus dissídios, respeitar as suas pessoas e fazenda e enriquecer o património em vez de o esbanjar? Quem não ama a paz; quem renega as obrigações cor-respondentes aos direitos e deveres alheios; quem se endeusa e despreza a fraternidade, tornando-se delator, egoísta, mau e intolerante, ou caminha para a casa de Orates (*), não merece, nem é digno de viver em sociedade.» // Ferreira da Silva. /// (*) Significa casa desgovernada, etc.  

     Era um homem de ação. Não sendo natural de Melgaço, pois nascera em Braga, pugnava mais pela sua conservação do que alguns que aqui nasceram. E não fingia, era mesmo sincero. O seu casamento com uma melgacense; o nascimento dos fi-lhos; o ter adquirido por compra um solar antigo na sede do concelho; dão-lhe essa legitimidade. Já outros, antes dele, fixaram a sua residência nesta linda terra, mas pouco, ou nada, fizeram por ela. É certo que o senhor Hilário Alves Gonçalves, nasci-do em Monção, criou a Casa do Cinema e do Teatro, que proporcionou a muitos mel-gacenses verem filmes de alguma qualidade, e também ao senhor Vasco de Almeida exibir as suas peças de teatro, que fizeram rir imensa gente até às lágrimas. 


     No Notícias de Melgaço n.º 1510, de 3/5/1964, páginas 1 e 4, foi publicado um arti-go da sua autoria, com o título “Empréstimo Municipal”; esse artigo tem imenso inte-resse, pois lembra as carências do concelho em termos de distribuição da água potá-vel, rede de esgotos, higiene das ruas, das pessoas, etc. 

     

     Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1513, de 31/5/1964: «Lemos algures que a agri-cultura no nosso país é um sector deprimido. Pior, muito pior do que nas outras regi-ões, a parte acidentada do nosso país na qual se compreende o concelho de Melgaço, a agricultura constitui um grave problema praticamente insolúvel. O nosso meio rural está submetido a um depauperamento de incalculável extensão, resultante da própria orografia do terreno em fortes declives sustentados por verdadeiras muralhas de apoio, brasonadas pelo sangue e pelo suor do trabalho do homem. A terra arável, re-duzida a parcelas pequenas, de superfície ínfima, talhada em rampa na lomba das montanhas, dificilmente sustentam o húmus produtivo, implacavelmente arrastado pela erosão provocada por agentes dinâmicos externos, mormente pela ação das águas para as correntes fluviais que lhes roubam a seiva e desgatam, progressiva-mente, as respetivas estruturas. Desta forma, o dispêndio dos adubos orgânicos, de curral, de nitreiras ou químicos, são levados pelos regatos aos rios, e pelos rios ao mar, onde se transformam em plâncton e abastecem, generosamente, a mesa de banquete dos peixes; com a matéria orgânica vai a parte suculenta da terra arrastada por agentes físicos, em uma tendência cada vez mais destrutiva e indomável, de re-duzir o solo às partículas areentas do granito transformando no que chamamos saibro, onde as plantas se estiolam e morrem por falta de alimento. Aditemos à pobreza da terra falha de matéria orgânica, a carestia dos adubos, dos produtos fungicidas e in-seticidas e, sobretudo, a falta de braços resultante do êxodo crescente e incontestável dos emigrantes, e teremos as causas reais do depauperamento do nosso meio rural. Por isto, a agricultura que sempre foi uma fonte de segurança social, de estabilidade económica, e “salvaguarda dos valores morais e de permanência das virtudes da grei”, constitui um sector deprimido relativamente aos restantes sectores da atividade económica: quer se trate do índice de produtividade de mão-de-obra ou de nível de vida das populações rurais. Enquanto não forem modificadas as formas de cultura tradicionais, substituindo-as por outras mais compensadoras, a nossa agricultura con-tinuará a ser “a arte de empobrecer alegremente.” Tendo em vista o volume das nas-centes e a precipitação de águas na nossa região, a cultura do linho e das pastagens a par do arvoredo, seriam naturalmente as indicadas, não falando na vinha, em certas manchas apropriadas ao cultivo de boas castas regionais e outras, adequadas à pro-dução de bons vinhos, brancos e tintos. Para tanto, seria necessário a escolha de bo-as raças de gado leiteiro e de abate, instalado em vacarias higiénicas, construídas em obediência a regras já estudadas e experimentadas, a industrialização dos produtos lácteos e a instituição de adegas regionais, em regime cooperativo. A exploração das modalidades de cultivo referidas está condenada a estrondoso fracasso, não só por falta de disciplina do agricultor, da relutância pelos recomendados métodos de cultura e da insuficiência de capitais para realizar uma obra cujo custo de industrialização e comercialização dos produtos é muito cara. Na zona mais montanhosa a cultura da batata, a criação de gado ovino e suíno, e a preparação e comercialização das car-nes, parece-nos a mais indicada. Da forma como se processa, a lavoura não assegu-ra qualquer margem de lucro aos agricultores e o campo despovoa-se, em marcha acelerada, com rumo ao urbanismo e à miragem sedutora do êxodo para as terras do meio-dia, pujantes de seiva, de cultura mecânica, de intensa comercialização, de aproveitamento racional, de métodos científicos e de acesso às empresas industriais de transformação. As nossas explorações agrícolas, muito pequenas e fragmentadas, não permitem as modernas técnicas de cultivo e, consequentemente, uma rendibili-dade aceitável, capaz de prender à terra as populações rurais, desviando-as da procu-ra em terra alheia dos francos que, com menos esforço físico, lhes assegura, e aos seus, uma vida mais fácil e próspera.» // F.S. 


     No Notícias de Melgaço n.º 1465, de 17/3/1963, publicou um artigo sobre a ex-escola Conde de Ferreira (ver). // Outro artigo: “SANEAMENTO” (NM 1466, de 31/3/1963, e NM 1467, de 7/4/1963). // EMIGRAÇÃO (NM 1468, de 21/4/1963). // “QUEM TINHA RAZÃO?”; artigo sobre a defesa do consumidor de eletricidade (Notí-cias de Melgaço n.º 1469, de 28/4/1963). // “BARBÁRIE” (NM 1471, de 12/5/1963). // 

No Notícias de Melgaço n.º 1472, de 26/5/1963, lê-se “RUÍNAS”. // No NM 1474 po-der-se-á ler “MERCADO MUNICIPAL”. // No NM 1475, de 23/6/1963, lemos o seu artigo “ARCADES AMBOS”. // E no NM 1476, de 30/6/1963, lemos “DESMAZELOS”, realçando a falta de fiscalização por parte da CMM sobre os bens municipais. // Lê-se no NM 1477, de 7/7/1963: “ALERTA”. Trata-se de um artigo sobre o caminho-de-ferro para Melgaço. // A sua garra crítica ficou bem demonstrada no seu artigo “A RELÍ-QUIA” (NM 1478, de 21/7/1963). Lê-se no NM 1479, de 28/7/1963: 

 

 

// No NM 1479, de 28/7/1963, leia-se o seu artigo “SOMA E SEGUE”. // E no NM 1480, de 4/8/1963, lê-se o seu artigo crítico “E Continua…» // No NM 1483, de 1/9/1963, lê-se “VINHO PARA A QUEIMA”. // No número seguinte – 1484, de 8/9/1963 – continua com “AINDA A QUEIMA”. // “PARAGEM DA CARREIRA” (NM 1485, de 22/9/1963). // Escreveu no NM 1485, de 22/9/1963: “QUEIMA”. // E no NM 1486, de 29/9/1963: “NOVO EDIFÍCIO ESCOLAR”. // “CONTINUANDO” (NM 1486, de 29/9/1963. // Ainda no NM 1486, de 29/9/1963, pode ler-se “ÁGUA PÚBLICA”. // No NM 1487, de 6/10/1963, publicou “MONS PARTURIENS”. // NM 1488, de 20/10/1963: “SOLDADOS DA PAZ”. // NM 1489, de 27/10/1963 “SITUAÇÂO GRA-VE”. // Foi publicado no NM 1490, de 3/11/1963: “ADEGA COOPERATIVA”. // Mais um artigo: “MEDIDA URGENTE” (NM 1491, de 12/11/1963). // “MANIFESTO DOS VINHOS” (NM 1492, de 24/11/1963). // “ORATES DO VOLANTE” (Notícias de Mel-gaço n.º 1493, de 1/12/1963). // “SEMPRE TEIMANDO” (NM 1494, de 15/12/1963). // “FINALMENTE” (NM 1495, de 22/12/1963). // CORTEJO DE OFERENDAS (NM 1496, de 29/12/1963). // Ler o seu interessante artigo “TURISMO REGIONAL” em Notícias de Melgaço n.º 1514, de 7/8/1964, páginas 1 e 4. // Ler também, no Notí-cias de Melgaço n.º 1516, de 21/6/1964, o seu artigo crítico “A QUEM COMPE-TE”, páginas 1 e 2. // Ler no NM 1517, de 28/6/1964, o artigo “SILÊNCIO LE-TAL”, por si assinado (1.ª e 4.ª páginas). // Leia-se no NM 1518, de 12/7/1964, o artigo “PERGUNTAR NÃO OFENDE”, páginas 1 e 2. // Escreveu o artigo “IN-DÚSTRIA AGRÍCOLA”, o qual foi publicado no NM 1519, de 19/7/1964. // No NM 1520, de 26/7/1964, páginas 1 e 4, escreveu “ILUMINAÇÃO PÚBLICA”. // No re-ferido NM 1520 informa-se que Ferreira da Silva publicou no jornal “A Repúbli-ca”, de 20/7/1964, um interessante artigo sobre Melgaço, ao qual deu o título de “MELGAÇO RECLAMA” – 1.º - ligação ferroviária; 2.º - rede de esgotos; 3.º - mercado coberto. // No NM 1521, de 2/8/1964, escreveu “PLANTIO DA VINHA”. // Outro artigo: “FESTIVAL DE FOLCLORE” (NM 1523, de 16/8/1964). // Ainda outro, publicado no NM 1524, de 23/8/1964: “EMPRÉSTIMO MUNICIPAL”. // No NM 1525, de 6/9/1964, pode ler-se o seu artigo “CORTEJO ETNOGRÁFICO”. // No NM 1529, de 11/10/1964, páginas 1 e 2, publicou o artigo «5 de Outubro», nele analisando a queda da monarquia. // No NM 1530, de 18/10/1964, páginas 1 e 4, publicou “MAIS COMBOIOS E MELHORES HORÁRIOS.” // No NM 1533, de 8/11/1964, publicou “VIDA CARA”. // No Notícias de Melgaço n.º 1536, de 6/12/1964, páginas 1 e 6, podemos ler um artigo da sua autoria, cem por cento nacionalista, ao qual deu o título de “RESTAURAÇÃO”. // No Notícias de Mel-gaço n.º 1537, de 13/12/1964, oferece-nos o seu artigo “A CAPELA DO CEMI-TÉRIO”. // No Notícias de Melgaço n.º 1539, de 27/12/1964, podemos ler o seu artigo “PELO HOSPITAL”. // Leia-se no NM 1541, de 17/1/1965, o seu excelente artigo “ALOJAMENTO DE EMIGRANTES”. // Mais um artigo, este sobre a mor-te de W. Churchill: “MORTE DO GIGANTE” (ver Notícias de Melgaço n.º 1543, de 31/1/1965, páginas 1 e 4). // Mais um artigo: “SUBORDINAÇÃO OU INDE-PENDÊNCIA?” (Notícias de Melgaço n.º 1544, de 7/2/1965). // Outro: “36.º A NI-VERSÁRIO” (ver Notícias de Melgaço n.º 1545, de 17/2/1965). // Ainda outro: “FESTAS DO CONCELHO” (ver NM n.º 1546, de 28/2/1965). // No NM 1547, de 7/3/1965, publicou “EXPORTAÇÃO DE VINHO.” // Ver em NM 1549, de 28/3/1965, o seu artigo “GRÉMIO DA LAVOURA”. // E no NM 1550, de 4/4/1965 “AINDA AS FESTAS DO CONCELHO”. // No NM 1551, de 11/4/1965, podemos ler “MUITO BEM E MUITO MAL”. // Lê-se no NM n.º 1552, de 25/4/1965, de sua autoria: “MELHORAMENTOS LOCAIS”. // No NM 1553, de 2/5/1965, lê-se “DIA DA MÃE” (páginas 1 e 4).

     

                       Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1532, de 1/11/1964:


 


    

                        Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1540, de 3/1/1965:




 


 



                       Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1542, de 24/1/1964:


 


                     Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1548, de 14/3/1965:      










 


 



                        Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1549, de 28/3/1965:






 


     Ferreira da Silva, em finais de 1965, sendo diretor do jornal “Notícias de Melgaço”, escreveu: «Quem por necessidade tenha de percorrer a rua Direita da nossa vila, dentro das suas vetustas muralhas, no fim da qual se situa o salão do Cine Melgacen-se (***), dificilmente se adapta e sofre a irregularidade do seu pavimento, que data dos primórdios da fundação da praça-forte de Melgaço. Foi esta rua aberta na parte central da cintura de muralhas interiores que fechavam e defendiam o acesso ao nos-so burgo, onde residiam os seus moradores e ainda moram os habitantes da vila, sob as vistas da altaneira torre de menagem, mais conhecida entre nós por castelo. O seu pavimento é constituído em calçada de granito à portuguesa, como era habitual nas antigas construções, quando os senhorios dos domínios urbanos não optavam, por motivos de ordem económica, pelo lajeado ou lajedo que vemos cobrir as ruas das velhas vilas e cidades de certa importância. A ação destruidora do tempo, sobretudo das chuvas e o movimento dos habitantes e dos seus instrumentos de transporte e respetivos animais de tiro e sela, não só provocaram o desgaste das pedras da calce-taria, mas também compeliram o terreno à cedência ou abaixamento da calçada nos sítios em que a sua estrutura revela fundações mais fracas ou menos cuidadas por deficiência de enchimento ou defeito de constituição da terra que preenche os vazios da rocha onde foi implantada. Desta sorte, a calcetaria apresenta-se irregularíssima, aos altos e baixos, traduzindo-se por formas agudas e arestas vivas e em certos pon-tos por cotas de desníveis mais próprios do empoçamento de águas do que da utiliza-ção pessoal dos transitários. O pavimento assim desnivelado dificulta penosamente a marcha dos peões, ameaça a suspensão dos veículos que por ele transitam, atormen-ta e magoa os pés dos caminhantes e conspurca de lama, ou de poeira, pessoas, car-ros e animais, segundo as estações do ano, determinadas pelos equinócios e solstí-cios de verão e de inverno. Não exageramos afirmando que a rua principal da vila, cognominada de direita, para melhor significar que é torta, onde vive, aglomerada em colmeia, a maioria da população e onde existem edifícios caraterísticos de valor histó-rico, está pura e simplesmente intransitável. E se deste modo se apresenta a rua prin-cipal da vila intra muralhas, as ruas transversais e as que delimitam a parte baixa, à ilharga da nova avenida de circunvalação, talvez secundárias mas onde foram cons-truídos monumentos valiosos, pertença da Misericórdia, nem é bom falar, com os seus pavimentos praticamente destruídos e matizados de autênticas crateras que no inverno exigem embarcações para serem atravessadas. Sabemos bem que a nossa Câmara não está em condições financeiras de remediar, de repente e de uma só vez, os inconvenientes que deixamos apontados. Porém, por etapas de seguidas emprei-tadas, e com o auxílio das comparticipações do Estado, o problema oferece solução viável fácil e breve. Apreciemos em primeiro plano o caso da espinha dorsal do velho burgo, a chamada Rua Direita ou, com mais propriedade, Rua Torta, que da igreja matriz se prolonga até à porta sul da vila, ostentando uma inscrição vandalicamente deteriorada da reconstrução da muralha, centrada pelo antigo edifício da Domus Mu-nicipalis e pela bela Torre de Menagem. Como reparar imediatamente o pavimento desta caraterística artéria, face às possibilidades financeiras do nosso município? Em nossa modesta e desvaliosa opinião, parece-nos que poderia começar-se pelo levan-tamento da calçada e nivelamento do terreno e, seguidamente, recolocar a mesma calcetaria depois de normalizada a estrutura do pavimento. Realizada esta primeira operação, passados um ou dois anos da regularização, ou seja, o tempo necessário para a consolidação das fundações, e reparados os desnivelamentos verificados, pro-ceder-se-ia à betumenização do pavimento, asfaltando-o, ou alcatroando-o, a fim de estabelecer a necessária coesão da calçada pela aderência dos seus elementos de constituição. A rua ficaria nivelada e o piso suave e duradouro. Os gastos da recons-trução limitar-se-iam, inicialmente ao levantamento da atual calcetaria, ao enchimento do respetivo leito com uma razoável camada de areia e à recolocação das pedras, obedecendo às regras usuais de nivelamento. Decorrido o tempo indispensável à consolidação, o pavimento tornar-se-ia numa placa maciça e indivisível por meio da aplicação do aglomerado aconselhável ou de simples betuminização. Quem ousará afirmar que a nossa Câmara não está em condições de realizar este melhoramento? Nós, não! Outros que o digam, se são capazes…» F.S. //… 


     Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1586, de 6/2/1966: «Talvez devido às más condi-ções do tempo, que há uns meses nos fustiga, tem passado um pouco incomodado da saúde o nosso querido amigo, senhor Ferreira da Silva. Para recuperar as suas forças e consultar competente especialista encontra-se no Porto, de onde brevemente regressará ao convívio dos seus inúmeros amigos e às lides jornalísticas, momenta-neamente interrompidas. Felizmente, o seu estado de saúde não inspira quaisquer cuidados. No entanto, fazemos sinceros votos para que o incansável diretor deste jornal retome dentro em breve a sua profícua atividade, continuando a tratar com mão de mestre e com a competência e oportunidade que todos lhe reconhecem os temas tão apreciados sobre os assuntos de candente interesse para o concelho, que todos desejamos cada vez mais progressivo. Ao querido amigo desejamos pronto e comple-to restabelecimento.»  


         Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1589, de 13/3/1966: «Regressou há dias à sua casa do Rio do Porto, em vias de completo restabelecimento, o nosso muito prezado diretor. Embora ainda um pouco combalido, pelos tratamentos a que se tem sujeitado, o seu estado geral e o seu aspeto são bons, o que muito nos alegra, bem como aos seus numerosos amigos, que são toda a população desta terra. À sua casa tem acor-rido a visitá-lo e a inteirar-se do seu estado de saúde numerosas pessoas de todas as categorias sociais. Ao querido amigo desejamos pronto e completo restabelecimen-to.» // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1593, de 17/4/1966: «A fim de tratar do com-pleto restabelecimento da sua abalada saúde, partiu há dias para o Porto, com curta demora, segundo acabamos de saber, o inteligente diretor deste jornal e nosso muito querido amigo, senhor Ferreira da Silva. O seu estado de saúde chegou a inspirar cuidados, tanto à sua família como aos seus numerosos amigos, que – às centenas – têm acompanhado a evolução da doença e se têm informado do estado do querido doente. Felizmente que as apreensões se desvaneceram, pois o senhor Ferreira da Silva, embora ainda bastante combalido, tem vindo a recuperar de forma bastante satisfatória. Fazemos sinceros votos para que o nosso estimado amigo em breve pos-sa tonificar os pulmões e exercitar os membros, voltando à convivência com os seus numerosos amigos, e continue a prender-nos com os seus tão apreciados artigos de “Notícias de Melgaço”.»  

    

     Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1596, de 15/5/1966: «Prevenindo a hipótese de qualquer lapso, falta ou omissão, por deficiência de registo ou ignorância de presença dos inúmeros amigos ou simpatizantes que durante o longo período da sua doença lhe significaram o seu cuidado e interesse, e aos mais, por este motivo, não tenha feito pessoal ou indiretamente o seu agradecimento, vem por este meio apresentar-lhes os protestos do seu indelével reconhecimento pela sua gentileza e prova de considera-ção e amizade e informá-los de que felizmente se encontra a caminho de franca re-cuperação. Esclarece também que não lhe sendo possível assumir, por enquanto, as suas atividades de direção e publicidade deste semanário, declina toda a responsabili-dade moral e legal do que aqui tenha e venha a ser publicado ou não seja subscrito com as inicias “F.S.” do seu apelido e não se enquadre nos estritos limites do noticiário corrente, como seja a transcrição de artigos oriundos dos organismos oficiais de pu-blicidade e informação cuja orientação e doutrina não perfilha e enjeita por não cor-responder ao seu passado e ao seu modo de pensar e sentir. Porém, as colunas deste jornal continuarão abertas a todos quantos nelas devem versar assuntos pertinentes aos legítimos interesses do concelho e de reconhecida utilidade ao seu progresso e engrandecimento.» // F.S. // Foi pena não ter vivido o 25 de Abril. Morreu na Vila de Melgaço a 4/7/1972, com setenta e oito anos de idade. // Pai de Maria Ivone e de Ar-mando Jorge. /// (*) Nome completo: Ernesto Viriato dos Passos Ferreira da Silva. /// (**) Ma-ria Beatriz finou-se em Braga em 1940; estava casada com o capitão de infantaria José dos Santos A. Pereira Valente. /// (***) Era conhecido por Cine Pelicano.  
















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SILVA, Estêvão. // Aí por 1844 foi exposto na Roda da Vila de Monção. // Tinha 28 anos de idade, era solteiro, quando casou na igreja de SMP a 26/6/1872 com Pulqué-ria Alonso, de 30 anos de idade, solteira, filha de Tomaz Alonso, de Crescente, Galiza, e de Vitória Joaquina Fernandes, de Melgaço (SMP). Testemunhas: Manuel Alves Rodrigues e Filomena Rosa de Sousa, solteiros, de SMP.   


SILVA, Evangelina da Conceição. Filha de António Barbosa da Silva e de Maria da Ascensão Peres. Nasceu em Caminha a --/--/1896. // Casou na Vila de Melgaço a --/--/1916 com António Fernandes (Correio de Melgaço n.º 228, de 10/12/1916). // Faleceu na Vila de Melgaço, onde residia, a 16/7/1920, com apenas 24 anos de idade. // Os seus pais já tinham falecido.   


SILVA, Fátima. Filha de Indalécio Oliveira da Silva e de Maria de Lurdes da Rocha. N.p. de Indalécio Rodrigues e de Ângela de Oliveira da Silva; n.m. de Salatiel José da Rocha e de Celeste Alves de Melo. Nasceu no hospital da Santa Casa da Misericórdia de Melgaço a --/1/1959. // Foi emigrante em França, mas voltou com os pais para a terra natal. // É gerente bancária na Vila de Melgaço. // Casou com --------------.   


SILVA, Francisco. Filho de José António [da Silva] e de Mariana da Costa, naturais de São Pedro de Polvareira, termo de Guimarães. // Casou na igreja de SMP a 8/6/1801 com Caetana Antónia, filha de António José Ribeiro, de Cristóval, e de Caetana Maria Salgado, da Vila, moradores no Louridal. Testemunhas: António de Sampaio e João Luís Araújo.   


SILVA, Francisco António. Filho de Inácio Rodrigues da Silva e de Ana Domingues, moradores no Campo da Feira de Fora. Neto paterno de João Rodrigues e de Luísa Rodrigues da Silva, da Vila; neto materno de Francisco Domingues e de Domingas Fernandes, do lugar de Bilhões, Rouças. Nasceu na Vila a 16/8/1774 e foi batizado na igreja de SMP a 22 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco José da Costa, mercador na Vila de Melgaço, e Inês Antónia Pereira, natural da Vila. // Casou na igreja de SMP a 10/9/1800 com Maria Helena, filha de Manuel Pereira Novais e de Rosa Maria Go-mes, residentes intramuros. Testemunhas: Tomaz José Gomes de Abreu, João Luís Araújo, e MPF. // Nota: deve ser o mesmo senhor que faleceu na Vila de Melgaço a 31/8/1834, tendo sido sepultado na igreja matriz. 


SILVA, Francisco José. Filho de Maria Joana da Silva, solteira, moradora no lugar das Carvalhiças, SMP. Neto materno de Maria Luísa da Silva, de São Pedro da Torre, residente no dito lugar da Vila de Melgaço. Nasceu a 3/9/1793 e foi batizado na igreja de SMP a 11 desse mês e ano. Padrinhos: Gonçalo de Carvalho e sua esposa, Maria Benta de Sousa, moradores na Vila. 


SILVA, Francisco José. Filho de António Manuel da Silva e de Rosa Fernandes, de Braga. Nasceu nessa cidade por volta de 1823. // Morou em Melgaço, com a esposa, Maria Josefa Meleiro, de Paderne, e filhos, onde era marchante. // Faleceu na Vila a 30/4/1876, com 53 anos de idade, e foi sepultado na igreja do convento das Carvalhi-ças. // A sua viúva finou-se também na Vila de Melgaço, a 3/9/1882, com 46 anos de idade.   


SILVA, Francisco Manuel. Filho de Francisco António da Silva e de Maria Albina Pe-reira, moradores na Calçada. N.p. de Inácio da Silva e de Ana Maria Domingues; n.m. de Manuel Pereira e de Maria Rosa Gomes, da Vila. Nasceu a 13/1/1823 e foi batiza-do na igreja de SMP a 22 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel José Domingues, de São Gregório, servindo de madrinha Francisco Luís, da Campo da Feira. 


SILVA, Francisco Ventura. Filho de Ventura da Silva, exposto, e de Maria da Ribeira (*), moradores nas Carvalhiças. Neto materno de Clemente Martins e de Ângela da Ribeira, moradores na Vila. Nasceu a 8/12/1766 e foi batizado em casa, por correr risco de vida, pelo padre guardião, frei Francisco do Rosário, do convento das Carva-lhiças (Pedreira). Testemunhas: Francisca Martins e irmã, Rosa da Ribeira. Recebeu os santos óleos a 13/12/1766. // Casou na igreja de SMP a 23/11/1803 com Maria Luísa, filha de Domingos Gonçalves e de Francisca Martins, residentes em Remoães. Testemunhas do ato: Luís Manuel Domingues e António Eusébio Rodrigues, sacristão. // Faleceu nas Carvalhiças a 28/10/1843, casado com Maria Luísa Gonçalves. Fizera testamento e deixou por sua alma três ofícios de 10 clérigos, e mais 15 missas, tam-bém por sua alma; foi sepultado na igreja matriz com ofício de 10 padres. /// (*) Maria da Ribeira faleceu antes de 1803. 


SILVA, Gertrudes. Filha de Manuel da Silva, proprietário, e de Rosa Maria Alves, mel-gacenses. Nasceu por volta de 1851. // Faleceu na Rua do Espírito Santo, Vila, a 23/1/1915, com 64 anos, solteira e sem geração. 


SILVA, Guilherme João. Filho de Maria Inácia. Neto materno de João Francisco e de Maria Luísa da Silva, moradores nas Carvalhiças. Nasceu a 9/1/1818 e foi batizado na igreja de SMP a 13 desse mês e ano. Padrinhos: Guilherme de Sousa, de Remoães, e Maria Joana Rebelo, das Carvalhiças, Vila.  


SILVA, Guilhermina. Filha de Ângela Oliveira da Silva, solteira, peixeira, e de Indalécio Rodrigues, viúvo, ferrador, ambos de Monção, moradores na Vila de Melgaço. Nas-ceu a 18/10/1939. // Casou a 7/4/1958 com Álvaro Joaquim, também da Vila, nascido em 1934, filho de António Joaquim Oliveira, sapateiro, e de Floripes da Silva Cintrão, peixeira. // O marido emigrou para França e logo a seguir foi ela. Nesse país arranjou uma doença dos nervos e nunca mais foi a mesma “Mina”, alegre e sorridente. // Fa-leceu a 24/12/1998 e foi sepultada no cemitério municipal de Melgaço. // O casal teve apenas um filho, José, nascido por volta de 1960, o qual vive em França casado com Helena, e pai de Cecília.   










     






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SILVA, Idalina. Filha de Constantino da Silva, 1.º sargento da armada, e de Isabel Gonçalves. Nasceu em -----------, a --/--/19--. // Casou a 9/9/1949 com Aurélio Augus-to de Magalhães Barros, funcionário da Conservatória do Registo Predial de Melgaço (ver Notícias de Melgaço n.º 913, de 2/10/1949). // Faleceu a --/--/----. // O seu viúvo finou-se a 26/9/2011. // Com geração.  


SILVA, Inácio. Filho de Francisca Codesso. Nasceu e foi batizado na Vila de Melgaço. // Casou na igreja de SMP a 24/6/1824 com Maria Caetana, filha de Manuel Reinaldo e de Maria Antónia Fernandes, da freguesia do Couto, Tui. Testemunhas: Carlos Câncio Gomes, padre Luís de Faria Machado, e António J. Rodrigues, solteiro, mor-domo da igreja.  


SILVA, Indalécio. Filho de Ângela Oliveira da Silva, solteira, vendedora de peixe, e de Indalécio Rodrigues, separado, ferrador, ambos de Monção, residentes em Melgaço. Nasceu na Vila de Melgaço a --/--/1935. // Depois da 4.ª classe aprendeu a profissão de canalizador, talvez com João Maria de Oliveira, mais conhecido por “João dos Canos”. // Casou com Maria de Lurdes da Rocha, empregada doméstica, nascida na Vila a 11/7/1932, filha de Salatiel da Rocha e de Celeste Alves de Melo. // Emigrou para França, mandando depois ir a esposa, mas passados uns anos regressaram com os filhos à terra natal, onde abriram um estabelecimento de materiais de cozinha, ca-nalizações, etc., na Calçada, no edifício Construminho, loja 6. // Pai de Fátima, bancá-ria, de João e de Indalécio Paulo, colaboradores de seu pai. // Em Melgaço é conhe-cido por “Guena”. // A sua esposa faleceu em Agosto de 2016. // Ele morreu em Julho de 2018. // Nota: na fotografia está com a neta ao colo.   
















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SILVA, Indalécio Paulo. Filho de Indalécio Oliveira da Silva e de Maria de Lurdes da Rocha. N.p. de Indalécio Rodrigues e de Ângela Oliveira Silva; n.m. de Salatiel José da Rocha e de Celeste Alves de Melo. Nasceu em Melgaço (quando os pais estavam de férias) a --/--/197-. Teve por padrinhos João Maria de Oliveira (João dos Canos) e Leonídia Augusta Alves (Lili). // Casou com uma senhora espanhola e tem uma meni-na, de seu nome Laura. // Explora, juntamente com o irmão João, a loja que foi do pai «Irmãos Oliveira Silva, Lda.»   


SILVA, Jerónima. // Morou junto à igreja da Misericórdia, intramuros. // Faleceu a 10/1/1822, solteira e pobre. 


SILVA, Joana. Filha de Manuel José da Silva, soldado da Companhia Fixa da Vila de Melgaço, e de Ana Maria da Rocha, moradores intramuros. // Faleceu a 11/5/1821, solteira. 


SILVA, João. // Foi exposto, ou enjeitado, pelos progenitores por volta de 1803 ou 1813. // Era soldado veterano na praça de Melgaço quando recebeu o batismo na igreja de SMP a 6/1/1869. Padrinhos: José Maria Pereira, também soldado veterano, e esposa, Maria Josefa. // Tinha 56 ou 66 anos, era solteiro, quando casou na igreja de SMP a 13/1/1869 com Maria Joaquina, de 34 anos, solteira, de Sapardos, Vila No-va de Cerveira (nessa altura pertencia ao concelho de Valença), filha de João (António?) Pereira e de Joaquina Gonçalves, neta paterna de José Pereira e de Maria Angélica Barbosa, e neta materna de João José Gonçalves e de Faustina Pereira.   


SILVA, João. Filho de Indalécio Oliveira da Silva e de Maria de Lurdes da Rocha. Ne-to paterno de Indalécio Rodrigues e de Ângela Oliveira da Silva; neto materno de Sa-latiel José da Rocha e de Celeste Alves de Melo. Nasceu na França na década de sessenta do século XX. // Casou com Teresa, nascida em França, mas descendente de pessoas de Cavaleiro Alvo, São Paio. // Reside na Vila de Melgaço. Explora, jun-tamente com o irmão Indalécio Paulo, a loja que foi do pai. // Com geração.


SILVA, João José. Filho de Maria Joana da Silva, solteira, natural das Carvalhiças. N.m. de Maria Luísa da Silva, de São Pedro da Torre, residente no dito lugar da Vila de Melgaço. Nasceu a 6/8/1796 e foi batizado na igreja de SMP a 11 desse mês e ano. Padrinho: capitão João António de Araújo, melgacense. Testemunhas: padre José Gomes de Magalhães e Manuel José de Sousa.  


SILVA, João José. Filho de Francisco José da Silva, de Braga, e de Maria Josefa Correia Meleiro, de Paderne, marchantes, moradores na Vila de Melgaço. N.p. de António Manuel Silva e de Rosa Fernandes; n.m. de Francisco Meleiro e de Teresa Correia. Nasceu entreportas, a 25/6/1870, e foi batizado a 4/7/1870. Padrinhos: João Fernandes e mulher, Umbelina Rosa Fernandes, tio paterno do neófito, marchantes, residentes em Monção. // Faleceu em casa dos pais, a 11/9/1870, e foi sepultado na igreja do Convento de Santo António, sito nas Carvalhiças, SMP.  


SILVA, João Luís. Filho de António Joaquim da Silva e de Maria Teresa da Silva, mo-radores nas Carvalhiças. N.p. de Francisco Ventura da Silva e de Maria Luísa Gon-çalves, residentes no dito lugar; n.m. de Maria da Silva, solteira, de Chaviães. Nasceu a 27/2/1824 e foi batizado na igreja de SMP a 29 desse mês e ano. Padrinhos: João António de Abreu Cunha Araújo, solteiro, da Casa e Quinta do Rio do Porto, e a Se-nhora do Rosário.   


SILVA, João Manuel. Filho de Francisco Ventura da Silva e de Maria Luísa Gonçal-ves, moradores na Carvalhiças. N.p. de Ventura da Silva e de Maria da Ribeira, resi-dentes que foram no dito lugar; n.m. de Domingos Gonçalves e de Francisca Martins, de Remoães. Nasceu a 31/5/1813 e foi batizado na igreja de SMP a 3 de Junho desse ano. Padrinhos: João Manuel de Araújo Teixeira e esposa, Maria Vitória de Sousa. // Morava nas Carvalhiças quando casou na igreja de SMP a 11/6/1851 com Maria Jo-aquina, filha de Maria Joaquina Rodrigues, solteira (defunta), do lugar da Verdade, Rouças. Testemunhas: José Manuel de Araújo Durães, viúvo, bacharel formado na Universidade de Coimbra, de Prado, Narciso Albano Gomes (de Abreu?), solteiro, filho de Lourenço Gomes e de Escolástica Salgado, de Requeijo, Rouças, e Vitorino António do Souto.  


SILVA, Joaquim António. Filho de Antónia Caetana da Silva, viúva, ambos moradores no Bairro do Carvalho. // Casou na igreja de SMP a 15/8/1804 com Josefa Maria, filha de Maria Araújo, residente intramuros. Testemunhas: José Joaquim Torres Araújo, JDTS, e AER.   


SILVA, Joaquim Lourenço dos Santos. Filho de Lourenço da Silva e de Teresa Joa-quina de Jesus. Nasceu em (Antuzede?), bispado de Coimbra, por volta de 1829. // Tinha 37 anos de idade, era viúvo de Maria do Carmo (*), quando casou na igreja de SMP a 3/9/1866 com Teresa de Jesus, de 29 anos de idade, solteira, nascida e bati-zada na freguesia de São João do Souto, Braga, filha de José António Ferreira e de Agueda de Jesus, de Braga, moradores em Melgaço. Testemunhas: Manuel José Vidal, guarda da Alfândega, e Maria da Conceição da Rocha, irmã da noiva (!). /// (*) Faleceu intramuros, com 70 anos de idade, a 2/11/1865, uma senhora chamada Maria do Carmo, nascida na freguesia de (Venços?), Galiza, casada com Joaquim Lourenço dos Santos! Foi sepultada na igreja matriz da Vila de Melgaço. Fizera testamento. Não deixou filhos. Se não fosse a diferença de idades, dir-se-ia que é a mesma de cima. Será?! 


SILVA, Jorge Caetano de Figueiredo. // Morou no Campo da Feira de Fora, SMP, onde trabalhava como caixeiro de Ana Ribeiro Codesso. // Faleceu solteiro, a 7/10/1830; foi amortalhado com hábito de São Francisco e sepultado na igreja da SCMM, com ofício pago pela Confraria Nova de Paderne, que a mesma lhe veio fa-zer, segundo ele determinara em seu testamento.  


SILVA, José (o Mouco). // Constava que nascera no Porto. // Morava no Campo da Feira de Fora, SMP, em casa de Bento José Dias. // Faleceu solteiro, a 7/11/1832; foi amortalhado em túnica de São Francisco e sepultado na igreja matriz com ofício de corpo presente de 16 padres, a que todos assistiram de caridade, por ele ser pobre. 


SILVA, José. Filho de Luís da Silva, marchante, e de Teresa de Jesus da Silva, mora-dores entreportas, SMP. N.p. de António José Fernandes, de Braga, e de Maria Joa-quina, de Freiria, Arcozelo, Ponte de Lima; n.m. de Francisco José da Silva e de Ma-ria Josefa Correia Meleiro (defuntos). Nasceu a 14/12/1885 e foi batizado a 1/1/1886. Padrinhos: José Fernandes Braga e Maria Fernandes Baixinho, casados, da Vila de Monção. // Faleceu na Rua de Baixo, SMP, onde moravam seus pais, a 5/6/1887. // Nota: o padrinho assinou José Joaquim de Carvalho. 


SILVA, José. Filho de Albino Cardoso da Silva, de Ponte da Barca, e de Maria de Lur-des Melo, da Vila de Melgaço, caseiros. N.p. de Manuel António da Silva e de Maria Rita Cardoso; n.m. de Vítor César Alves de Melo e de Florinda da Natividade Gonçal-ves. Nasceu na década de cinquenta, ou sessenta, do século XX. // S.m.n. 


SILVA, José Francisco. Filho de Francisco António da Silva e de Maria Helena No-vais, moradores intramuros. N.p. de Inácio Rodrigues da Silva, da Vila, e de Ana Do-mingues, de Rouças; n.m. de Manuel Pereira Novais e de Rosa Gomes, residentes intramuros. Nasceu a 9/6/1801 e foi batizado na igreja de SMP a 13 desse mês e ano. Padrinhos: Tomaz José Gomes de Abreu e sua esposa, Constança Teresa de Araújo, melgacenses. // Faleceu a 19/7/1820, vindo embarcado do porto de Lisboa para Via-na, no iate “Bela Sociedade”, do qual era mestre Mateus José Gonçalves; o padre redigiu o assento de óbito por certidão daquele.  


SILVA, José Joaquim. // Nasceu (em Monção?) por volta de 1806. // Armeiro. // Fale-ceu no lugar da Barbosa, SMP, a 23/6/1866, com cerca de 60 anos, solteiro, não es-tando em seu perfeito juízo; foi sepultado na igreja matriz da Vila de Melgaço. 


SILVA, José Joaquim. Filho de António Ferreira da Silva, guarda-fiscal, de Adaufe, Braga, e de Lucinda Aurora Pinto, doméstica, de Melgaço. N.p. de Francisco Fernan-des da Silva e de Josefa Rosa da Costa, lavradores, de Adaufe; n.m. de Diogo Manu-el Pinto, servo da SCMM, e de Mariana de Jesus Vasques. Nasceu na Rua da Calça-da, SMP, a 19/4/1891, e foi batizado a 27 de Maio desse ano. Padrinhos: José Cândi-do Gomes de Abreu e Ana Joaquina Vasques, solteira, proprietária, de SMP.     


SILVA, Josefa Maria. // Faleceu na Rua de Baixo, Santa Maria da Porta, a 9/12/1838, e foi sepultada na igreja matriz. 


SILVA, Josefa Maria Correia. // Morou no Campo da Feira de Dentro, casada com João Rodrigues. // Faleceu a 20/10/1822, viúva e pobre. 


SILVA, Ladislau Justiniano. Filho de Manuel da Silva e de Maria Manuela Ferreira, caseiros na Quinta de Corujeiras, freguesia da Vila. N.p. de José da Silva e de Joana Teixeira, ambos de São Pedro de Abragão, bispado do Porto; n.m. de Joana Ferreira, solteira, da Várzea, Paderne. Nasceu a 27/6/1845 e foi batizado na igreja de SMP. Padrinhos: Tomaz António Gomes de Abreu, viúvo, e Vicência Rosa Gonçalves, da Granja, Paderne. 


SILVA, Laurentina. Filha de José Trancoso da Silva e de Joaquina de Jesus Paixão. Nasceu na freguesia de São Salvador, Vila de Castelo de Paiva, por volta de 1897. // Faleceu a 26 de Julho de 1900 na Rua Direita, Vila de Melgaço, com apenas três anos e meio de idade, e foi sepultada no cemitério municipal de Melgaço.  


SILVA, Luís. Filho de António José Fernandes, de Braga, e de Maria Joaquina da Sil-va, de Freiria, Arcozelo. // Nasceu em Arcozelo, Ponte de Lima, por volta de 1860. // Tinha 24 anos de idade, era solteiro, marchante na Vila de Melgaço, quando casou na igreja de SMP a 11/2/1884 com a sua parente no 3.º grau de consanguinidade, Teresa de Jesus, de 22 anos de idade, solteira, nascida em Paderne, filha de Francisco José da Silva e de Josefa Correia Meleiro (defuntos). Testemunhas presentes: padre Elias José Marques, de Prado, e padre Caetano Celestino de Sousa, da Vila. // Em Janeiro de 1913 a Câmara Municipal de Melgaço concedeu-lhe licença para ele abrir um talho na Vila (Correio de Melgaço n.º 33, de 19/1/1913). // Em sessão camarária de 7/1/1914 fo-ram lidos requerimentos dele e de Manuel Bernardo Grilo, também cortador de carne verde, nos quais solicitavam autorização para abrir talhos e apresentarem a tabela de preços, tendo os seus pedidos sido satisfeitos. // Em 1915 tinha em sua companhia uma irmã, Gertrudes, nascida em São Miguel-o-Anjo, Braga, a qual morreu na Vila de Melgaço a 22/1/1915, com 55 anos de idade «depois de cruciantes sofrimentos»; o seu funeral realizou a 24 desse mês (Correio de Melgaço n.º 134, de 26/1/1915). // Morreu na Vila a 21/4/1915, com 54 anos de idade, no estado de casado (Correio de Melgaço n.º 146, de 25/4/1915). // Era tio de Maker Luís Teixeira Pinto.       


SILVA, Luís Abílio. Filho de Jorge da Silva e de ---------------------------. Nasceu no sé-culo XIX. // Em 1908 trabalhava em Grândola. Nesse ano foi promovido à 3.ª catego-ria e colocado em Melgaço como escrivão da Fazenda. Trouxe com ele a esposa, filhos, e também o seu pai, que devia ser viúvo. // (ver Jornal de Melgaço n.º 737 e n.º 740, de 2/7/1908).   


SILVA, Manuel. // Morou na Vila. Foi mestre de campo e cavaleiro professo na Or-dem de Cristo. // Em 1681 era vereador e juiz pela ordenação. // Pertencia à família Sá. // (Organização Judicial de Melgaço, de ACE, p. 123).


SILVA, Manuel. // Morou no lugar da Orada, freguesia da Vila. // Faleceu no estado de viúvo (*) e pobre a 23/3/1822. /// (*) A sua esposa devia ser Maria Rosa, que faleceu no lugar da Assadura a 19/1/1818.


SILVA, Manuel. // Era viúvo de Maria Rosa, da Vila de Caminha, quando casou na igreja de SMP no ano de 1833 com Maria Manuela, filha de Maria Joana Ribeiro, de Melgaço. // Foi caseiro na Quinta de Corujeiras, pertença de Margarida de Castro, de Galvão, juntamente com sua segunda mulher, Maria Manuela. // Faleceu a 15/1/1847, sendo sepultado na igreja matriz da Vila, com ofício de doze padres, tudo por carida-de.  

     

SILVA, Manuel. Filho de Francisco José da Silva, marchante, e de Josefa Correia Meleiro, moradores intramuros, Vila de Melgaço. // Faleceu com apenas três anos de idade, a 24/9/1866, e foi sepultado na igreja matriz.  


SILVA, Manuel. Filho de Estêvão da Silva (exposto) e de Pulquéria Afonso, de SMP. Neto materno de Tomaz Afonso e de Joaquina Vitória Fernandes. Nasceu na Rua da Calçada a 1/6/1873 e foi batizado a 6 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Alves Ro-drigues, solteiro, escrevente na Fazenda Nacional, e Filomena Rosa de Sousa, soltei-ra. // Morreu a 5/8/1875. 


SILVA, Manuel. Filho de Manuel Ribeiro (Granjinho) e de Luísa da Silva. Nasceu na freguesia de Magueija, Lamego, a 7/5/1883. // Concluiu o curso do magistério primário na antiga Escola do distrito de Vila Real em 1899. Exerceu o munus do magistério durante mais de trinta anos. Na escola de Tarouca (sede) de 1899 a 1901; e na escola de Magueija de 1901 a 1932. // Casou em primeiras núpcias com Francisca Pereira Barbosa, de quem enviuvou a 24/8/1909; não houve filhos deste matrimónio. // Em segundas núpcias casou com Ana de Jesus Cardoso, enviuvando a 7/4/1930. Desta segunda união nasceram: Abel, Arménio, e Manuel. // Devido aos inúmeros desgos-tos, veio viver para a Vila de Melgaço em 1935, hospedando-se em uma pensão na Calçada. No Notícias de Melgaço n.º 289, de 27/10/1935 publica um poema, ao qual atribui o título de «O Castelo de Melgaço». A partir deste número torna-se colaborador assíduo desse semanário. // Era uma pessoa culta, poeta com alguma aceitação. Aqui organizou o Orfeão Melgacense, que fez a sua estreia a 3/2/1936 com êxito estrondo-so. // A 14/8/1938 assumiu a direção e edição do Notícias de Melgaço. As suas gazeti-lhas ficaram famosas e até inspiraram o poeta popular, Francisco Augusto Igrejas (Gu). No entanto, devido à sua ironia e mordacidade, começaram a ser criticadas; por isso, e consciente das consequências, teve de mudar de tática. Escreveu em “Notí-cias de Melgaço” n.º 417, de 16/10/1938: «a gazetilha vai agora ser uma série de anedotas e facécias engraçadas, a ver se assim deixam os mal-intencionados de me atribuir propósitos de maledicência ou detracção.» // O “Notícias de Melgaço” n.º 422, de 20/11/1938, informava o seu público: «por notícias recebidas sabemos que tem estado doente o nosso inteligente director e editor, professor Ribeiro da Silva…» // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 896, de 17/4/1949: «Tem estado bastante doente e de cama o nosso ilustre director, Sr. Prof. Ribeiro da Silva, pelo que não se tem publica-do a costumada gazetilha…» // Pode ler-se no Notícias de Melgaço n.º 926, de 26/2/1950: «Encontra-se há bastante tempo retido no leito, em virtude de uma queda, o nosso estimado diretor, senhor professor Ribeiro da Silva…» // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1040, de 28/9/1952: «Com muito prazer recebemos a notícia do nosso director, senhor professor Ribeiro da Silva, cuja saúde, nestes últimos tempos, não tem sido das melhores. Um forte ataque de paralisia o apoquentou, mas felizmente são já tão grandes as melhoras que o nosso prezado director pôde ir passar umas boas férias a São Martinho de Mouros (Douro). Para lá lhe enviamos agora as nossas notícias e o desejo de constantes melhoras, com a manifestação do muito apreço em que os nossos leitores têm as suas inconfundíveis gazetilhas.» // Morreu no hospital de São João, Porto, a 23/10/1962. Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1451, de 28/10/1962:









 


 


    Publicou: “Brisas da Tarde” (poesia); “Martírios de Amor” (romance); e “O Livro dos Namorados e Noivos”. // Colaborou também no “Diário de Notícias”, “Diário do Mi-nho”, e “Voz de Lamego”.  


























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SILVA, Manuel. Filho de Manuel Joaquim da Silva, de Messegães, ou Valadares, Monção, e de Joaquina Agre (*). Nasceu por volta de 1899. // Fiscal dos tabacos. // Casou em Melgaço a 8/12/1932 com Maria Augusta, filha de António Maria Valas e de Deolinda Augusta Pedrosa Gomes. Padrinhos da boda: Artur Pires Teixeira e sua irmã, Palmira Pires Teixeira (representados por Ana Rosa Esteves, tia do noivo, e marido, Augusto Joaquim Domingues); e José Augusto da Cunha, tio da noiva, comerciante em Lisboa, e esposa, Maria Pereira. O brinde foi feito pelo Dr. José Joaquim de Abreu. // Faleceu na Vila de Melgaço a 6/12/1969, com 70 anos de idade. // Com geração. /// (*) Joaquina Agre finou-se na Vila de Melgaço a 7/1/1958, com 92 anos de idade. 


SILVA, Manuel. Filho de Albino Cardoso da Silva, natural de Ponte da Barca, e de Maria de Lurdes Melo, natural da Vila de Melgaço, moradores no lugar de Buraqui-nhos, SMP. N.p. de Manuel António da Silva e de Maria Rita Cardoso; n.m. de Vítor César Alves de Melo e de Florinda da Natividade Gonçalves. Nasceu na década de cinquenta, ou sessenta, do século XX. // S.m.n.   


SILVA, Manuel António. Filho de Manuel da Silva e de Maria Manuela Ferreira, mora-dores em Corujeiras, freguesia da Vila. Neto paterno de José da Silva e de Joaquina de Almeida, de Abragão, Penafiel; n.m. de Joana Rosa Ferreira, de Paderne. Nasceu a 10/2/1840 e foi batizado na igreja de SMP a 13 desse mês e ano. Padrinhos: padre António Manuel Fernandes, de São Martinho de Alvaredo, e Maria de Castro, de Pa-derne. // Tinha 30 anos de idade, morava em Paderne, quando casou na igreja do mosteiro a 27/2/1870 com Maria Luísa, de 27 anos de idade, solteira, padernense, filha de José Joaquim Domingues e de Maria Angelina da Rocha, residentes em Go-lães. 


SILVA, Manuel Bento (Padre e Dr.) Filho de Manuel da Silva, proprietário e industrial em Monção, e de Laurinda de Sousa (*). Nasceu na freguesia de Segude, concelho de Monção, a 6/4/1936. // Depois da instrução primária os seus pais destinaram-no à vida religiosa. // Fez Filosofia e Teologia nos Seminários de Braga. // Veio para Melga-ço como sacerdote, para a freguesia da Gave (10/8/1960?). // Lecionou no Ciclo Pre-paratório de Melgaço e também na Telescola. // Em 1968 increveu-se na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, acabando o curso em 1976. // Foi juiz substituto de instrução criminal de Melgaço. // Abandonou o sacerdócio e abriu escritório de ad-vogado em Monção e em Melgaço. // Politicamente é conservador. Foi presidente da Comissão Concelhia do PSD em Melgaço e vice-presidente da Comissão Distrital desse partido. // Nas eleições de 16/12/1979 ganhou a presidência da Câmara Muni-cipal de Melgaço, cargo que manteve até 1982. // É o fundador-sócio n.º 1 do novo Sport Clube Melgacense. // Foi deputado à Assembleia da República depois de Abril de 1974. // Casou com Maria da Conceição Amorim Arantes Rodrigues, delegada do Procurador da República em Viana do Castelo. // Pai de Manuel. // Irmão de António Vitorino e de Maria das Dores. // Morreu em Amares, Braga, a 8 ou 9/1/2022, sábado, com 86 anos de idade (ver “A Voz de Melgaço” de 1/2/2022). /// (*) Laurinda de Sousa faleceu a 3/1/1980.


SILVA, Manuel José. // Soldado veterano da Vila de Melgaço, dos fixes (*). // Faleceu a 20/1/1826, no estado de casado com Ana da Rocha; foi amortalhado em túnica de São Francisco, mas por baixo e por cima com fardamento militar, e sepultado na igre-ja da Santa Casa da Misericórdia de Melgaço. /// (*) Isto é: pertencia ao grupo de sol-dados fixos, que não se mudavam constantemente.    


SILVA, Manuel José. Filho de Francisco António (exposto na roda da cidade de Braga) e de Rosa Joaquina da Silva, de Cerdal, Valença, mendigos. Neto materno de Manuel António da Silva e de Maria Felícia, de Cerdal. Nasceu no Rio do Porto, SMP, a 14/4/1893 e foi batizado a 17 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Pinto, casado, em-pregado na Guarda-Fiscal, e Maria Caetana da Costa, casada, moradores na Vila de Melgaço. // De 12 a 15/1/1914 teria de estar presente em Infantaria 3, Viana, a fim de cumprir o serviço militar (Correio de Melgaço n.º 79, de 14/12/1913).


SILVA, Manuel José (Tom-Tom). Filho de Manuel da Silva, fiscal do tabaco, e de Maria Augusta Valas, doméstica. Nasceu na Vila,SMP, a 25/9/1933. // Casou na igreja de SMP a 9/8/1959 com Maria da Saudade, filha de Manuel José Alves e de Jalsemina da Silva Cintrão, marchantes. // Em 1964 trabalhava no tribunal da comarca de Tabu-aço (NM 1563, de 16/8/1964). Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1536, de 6/12/1964: «Da comarca de Tabuaço, onde se encontrava a prestar serviço como oficial de dili-gências, foi transferido a seu pedido para o Tribunal Judicial de Melgaço, o nosso con-terrâneo e assinante…» // Foi oficial de diligências no tribunal de Melgaço até à sua aposentação. // Morreu no hospital de Viana do Castelo a 20/7/2013. // Pai de Maria de Fátima, casada com José Carlos Domingues, do lugar do Barral, emigrantes em França, a qual faleceu nesse país em finais de Julho de 2013, mas está sepultada no cemitério municipal de Melgaço; do Dr. António José (a morar em Lisboa?); e de Ma-nuel José, casado, a trabalhar nas termas do Peso. // Avô de David Alexandre da Sil-va Domingues, enfermeiro no Hospital de Santo António (confirmar).


















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SILVA, Manuel José. Filho de Manuel José da Silva e de Maria da Saudade Cintrão Alves. Neto paterno de Manuel da Silva e de Maria Augusta Valas; neto materno de Manuel José Alves e de Jalsemina da Silva Cintrão. Nasceu na vila de Melgaço, a --/--/196-. // Casou com ---------------------------------. // Trabalha nas Termas do Peso, fre-guesia de Paderne, concelho de Melgaço. // (confirmar se a fotografia corresponde ao no-me).  


















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SILVA, Marcelina Maria. Filha de Constantino da Silva, 1.º sargento da armada, e de Idalina (ou Isabel) Gonçalves. Nasceu em ------------, a --/--/19--. // Casou a 17/11/1955 com Luís Vicente Pires Cerdeira, funcionário da Câmara Municipal de Melgaço. // Faleceu a --/--/19--. // O seu viúvo finou-se no Lar Pereira de Sousa, onde estava in-ternado, a --/--/1998.  


SILVA, Maria. // Morou no Rio do Porto, SMP. // Faleceu a 31/3/1832, solteira; foi amortalhada em hábito de freira e sepultada na igreja matriz com ofício de corpo pre-sente de sete padres. 


SILVA, Maria. Filha de António da Silva e de Albina Fernandes. Nasceu em Monserra-te, Viana do Castelo, a 29/12/1893. // Deslocou-se para a Vila de Melgaço ainda nova; aqui conheceu Augusto Cândido Lopes (1897-1927), alfaiate, depois soldado da Guarda Nacional Republicana, filho de Cândida Lopes, e juntos geraram os seguintes filhos: Maria Amélia (1917-1918); Emília, casada com Mário Baleixo (morreram am-bos no Brasil); Maria Salomé (1922-> morreu no bairro do Castelo de São Jorge, Lis-boa, onde residia); Augusto Carlos (1925 -> em 2012 morava em Golães, Paderne). Para a primeira filha a Câmara Municipal atribuiu-lhe o subsídio de lactação por seis meses (JM 1190, de 12/1/1918). // Acontece que o companheiro morre em 1927, com apenas trinta anos de idade. Algum tempo depois passa a viver com Amadeu Caeta-no Dias, latoeiro (e músico da banda), que já tinha uma filha de Cândida da Concei-ção Lopes (Chaufera): Palmira de Lurdes (1926-201-). // Do Amadeu teve mais al-guns filhos: Maria de Fátima (1930); Maria Helena (1932); Acácio (1935-2013); e Ma-ria de Lurdes (1936); // Foi vendedeira de peixe e dona de casa. // Faleceu no lugar da Igreja, freguesia de Gémeos, concelho de Celorico de Basto, em casa da filha Maria de Lurdes, a 24/3/1980, com 86 anos de idade, e foi sepultada no cemitério municipal de Melgaço. // Era sobrinha de Ana Fernandes (Ana Home).  















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SILVA, Maria. Filha de Ângela de Oliveira Silva, peixeira, natural da freguesia da Vali-nha, concelho de Monção. Nasceu em Monção, distrito de Viana do Castelo, a 31/8/1930. // Veio ainda criança para a Vila de Melgaço com sua mãe. // Aqui casou a 23/1/1955 com Abílio de Jesus, filho de António de Jesus Afonso e de Felicidade Ro-drigues, todos lavradores. // Ambos faleceram na freguesia da Vila: ele a 29/11/2011 e ela a 5/5/2012. // Com geração.   

















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SILVA, Maria (Rodrigues). // Em 1963, na maternidade do hospital da SCMM, deu à luz um menino (ver Notícias de Melgaço n.º 1490, de 3/11/1963). 


SILVA, Maria Angelina. Filha natural (*) de João António da Silva, soldado de Infanta-ria 3, dos Leiros, Barca, e de Ana Maria, de Refojos, Ponte de Lima. N.p. de Francis-co António da Silva e de Ana Maria da Costa, da Barca; n.m. de António José Calhei-ros, de Refojos, e de -----------------------------. Nasceu intramuros, SMP, a 5/3/1866, e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: José Cerqueira, cabo de Infantaria 3, de São Jorge, Arcos de Valdevez, e Maria Engrácia, solteira, da Vila de Melgaço. /// (*) Os pais dela eram solteiros, provavelmente. 


SILVA, Maria Benedita. Filha de António Joaquim da Silva e de Maria Teresa Gonçal-ves. N.p. de Francisco Ventura da Silva e de Maria Luísa Gonçalves; n.m. de Maria da Silva Gonçalves, das Carvalhiças. Nasceu a 3/8/1836 e foi batizada na igreja de SMP dois dias depois. Padrinhos: João Manuel da Silva, tio paterno, e Maria Luísa, de São Martinho de Alvaredo.  


SILVA, Maria do Cabo. Filha de Manuel Luís da Silva, natural de Prozelo, Arcos de Valdevez, e de Ana Rosa da Silva, natural da Vila de Oeiras, Lisboa. Nasceu em Be-lém, Lisboa, por volta de 1821. // Casou com José Jerónimo da Costa. // Faleceu a 1/12/1900, na Travessa de Santa Isabel, Vila de Melgaço, onde morava, com 79 anos de idade, com todos os sacramentos, no estado de viúva, sem testamento, com fi-lhos, e foi sepultada no cemitério municipal.   


SILVA, Maria Caetana. // Morou no Campo da Feira de Dentro, SMP, «perto da cape-la de Santo António.» // Faleceu solteira, a 22/10/1843, e foi sepultada na igreja matriz com ofício de 10 padres. Diz-nos o padre: «… nada mais tinha do que uma pequena choupana.» 


SILVA, Maria Isabel de Sousa Ribeiro (Dr.ª) // Foi juíza de direito em Melgaço; a 4/1/1993 já aqui se encontrava. // Saiu antes de 1996.  


SILVA, Maria Ivone. Filha de Ernesto Viriato Passos Ferreira da Silva, natural de Bra-ga, e de Maria Margarida Esteves, natural de Melgaço, donos da Casa brasonada do Rio do Porto, Vila de Melgaço. Neta paterna de Maria Beatriz da Silva (Valente); neta materna de António Joaquim Esteves e de Ludovina da Glória Álvares de Barros, co-merciantes. Nasceu na Vila, SMP, a 15/1/1920. // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 242, de 19/8/1934: «Com óptima classificação fez exame do 2.º ano no liceu do Porto a menina…» // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 429, de 22/1/1939: «Pelo Sr. Manuel dos Santos Pardal, funcionário dos Caminhos-de-Ferro, foi pedida em casamento para seu irmão, o distinto engenheiro Sr. José dos Santos Pardal, a gentilíssima e prendada menina …» Casou na Conservatória do Porto a 3/6/1939, e no dia seguinte na igreja do Bom Jesus do Monte, Braga, com o dito Eng.º José dos Santos Pardal. // O casal residiu alguns anos em Angola, regressando a Portugal em Agosto de 1942. Mais tarde fixaram a sua residência em Braga. // Faleceu na capital do Minho a 10/7/2007, no estado de viúva, e no dia seguinte foi sepultada em jazigo de família no cemitério Monte d’Arcos, sito na cidade de Braga. // Com geração. // Lê-se no Notí-cias de Melgaço n.º 1519, de 19/7/1964:


 


SILVA, Maria de Jesus. Filha de Rosa Cardoso da Silva. Neta materna de António Cardoso da Silva e de Rosa da Silva, todos da Vila de Barcelos. Nasceu a 10/1/1837 e foi batizada na igreja de SMP nesse dito dia. Padrinhos: Manuel Joaquim Afonso, de Lourenços, São Paio, e Caetana Luísa Correia, da Vila.  


SILVA, Maria José. Filha de Manuel Francisco da Silva e de Maria Teresa Fernandes, moradores na Vila. Neta paterna de Carlos José de Fontes e de Luísa Maria da Silva, da freguesia de São Salvador, Prado; neta materna de José Ribeira e de Josefa Fer-nandes, de São João de Crespos, Ourense. Nasceu a 3/3/1846 e foi batizada na igreja de SMP a 11 desse mês e ano. Padrinhos: José Joaquim Gomes da Ribeira, solteiro, e Maria José Lopes, casada com Manuel Soares, da Vila. 


SILVA, Maria Josefa. Filha de Antónia Maria da Silva, solteira, residente na Rua da Misericórdia. N.m. de Ventura da Silva, do lugar de Pedreira, e de Rosária Pereira, solteira, moradora na dita Rua da Misericórdia. Nasceu a 3/4/1775 e foi batizada na igreja de SMP a 10 desse mês. Padrinhos: Manuel Monteiro do Souto, de Galvão, e sua filha Maria Josefa, solteira. Testemunhas: Francisco Pinto e Fecaltino (?) Araújo, artilheiros da praça de Melgaço. 


SILVA, Maria Lucinda. Filha de Arnaldo Reis de Sousa Rebelo da Silva e de Ana Cândida da Silva. Nasceu na Vila a --/--/1916 (Correio de Melgaço n.º 190, de 12/3/1916).


SILVA, Maria Ludovina. Filha de Joaquina do Carmo da Silva, moradora na Assadura, SMP. Neta materna de Serafim da Silva e de Maria Francisca Alves, do dito lugar. Nasceu a 2/2/1856 e foi atizada a 6 desse mês e ano. Padrinhos: António Bento, cria-do (da família Castro?), da Assadura, e Maria Josefa, tia materna da batizanda. 


SILVA, Maria Luísa. Filha de Luís da Silva e de Maria da Silva. Nasceu em Riba de Mouro, Monção, a --/--/1857. // Peixeira. // Casou com Luís da Silva (*). // Faleceu numa casa do Bairro do Carvalho, Vila, a 24/3/1904, com todos os sacramentos, com 47 anos de idade, sem testamento, no estado de viúva, e foi sepultada no cemitério municipal. // Com geração. /// (*) Deve ter casado com António José Fernandes (ver) e não com Luís da Silva. 


SILVA, Maria de Lurdes. Filha de Valentim da Silva, comerciante, dos Arcos de Val-devez, e de Blandina Celeste Pinto, melgacense. N.p. de Custódio Bernardino da Sil-va e de Maria de Araújo; n.m. de Abílio César Pinto (falecido antes de 1921) e de Jo-ana Rosa de Araújo. Nasceu em Galvão de Baixo a 12/10/1921 e foi batizada a 20/1/1922. Padrinhos: Hermenegildo José Solheiro, proprietário, e Capitolina dos Pra-zeres, de Paderne, residente em Castelo de Paiva.   


SILVA, Maria de Nazaré. Filha de Joaquim Gonçalves da Silva, empregado da Com-panhia de Tabacos, e de Maria da Silva Crisóstomo, ambos de Vilar de Maçada, Alijó. N.p. de Júlio Gonçalves e de Maria Luísa da Silva (Farria); n.m. de José da Silva Cri-sóstomo e de Ana Pereira. Nasceu na Vila de Melgaço a 25/6/1907 e foi batizada na igreja de SMP a 3 de Julho desse ano. Padrinhos: António Joaquim Esteves, casado, negociante, e Maria de Nazaré Esteves Lima, viúva, proprietária. // Contraiu matrimó-nio na Conservatória dos Arcos de Valdevez com Francisco António Gonçalves Batis-ta Gomes, natural de Ponte da Barca, a 4/7/1935. // Por sentença de 29/7/1948, tribu-nal dos Arcos, foi decretado o divórcio definitivo entre ela e o marido. // Faleceu em Monserrate, Viana, a 7/4/2001. // (ver Abílio Augusto da Silva). 


SILVA, Maria dos Prazeres. Filha de Ana da Silva, de Nogueira, Ponte da Barca, mo-radora no lugar de Cascalheira. Nasceu na freguesia de Lindoso, Ponte da Barca, a 1/2/1926. // Veio muito jovem para Melgaço, trabalhar como empregada doméstica, e aqui conheceu o jardineiro da Câmara Municipal, Baltazar José da Rocha, com quem casou a 2/4/1949 em regime de comunhão de bens. Moraram algum tempo no rés-do-chão do edifício que é agora o Solar do Alvarinho, nessa altura conhecido por “Ca-deia Velha”. Tiveram sete filhos. // Enviuvou a 29/11/1983. // Faleceu a 17/10/2000 e foi sepultada no cemitério municipal de Melgaço, ao lado do defunto marido.  
















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SILVA, Maria dos Prazeres de Jesus. Filha de ------------ Silva e de -------------------------------------. Nasceu a --/--/193-. // Faleceu na Assadura, Vila, a --/--/1938, com apenas quatro meses de idade. // (Notícias de Melgaço n.º 421).  


SILVA, Maria do Rosário. Filha de António Fernandes da Silva, cabo da Guarda-Fiscal, de Adaufe, Braga, e de Lucinda Aurora Pinto, doméstica, de SMP. N.p. de Francisco Fernandes da Silva e de Josefa Rosa da Costa, lavradores, bracarenses; n.m. de Diogo Manuel Pinto, servo da SCMM, e de Mariana de Jesus Vasques, mel-gacenses. Nasceu na Rua da Calçada a 21/9/1889 e foi batizada a 2/10/1889. Padri-nhos: JCGA e a Senhora do Rosário. // Faleceu no local onde nascera, a 8/10/1889. 


SILVA, Maria do Rosário. Filha de Albino Cardoso da Silva, de Ponte da Barca, e de Maria Lurdes Melo, da Vila de Melgaço, caseiros. N.p. de Manuel António da Silva e de Maria Rita Cardoso; n.m. de Vítor César Alves de Melo e de Florinda da Natividade Gonçalves. Nasceu na década de cinquenta, ou sessenta, do século XX. // Casou com Miguel, barbeiro, com a barbearia na Alameda Inês Negra, filho de Hermenegildo de Sousa (Gildo), cabeleireiro. // Com geração.   


SILVA, Maria Teresa. // Lavradeira. // Faleceu a 13/11/1882, na sua casa das Carva-lhiças, SMP, demente, viúva de António Joaquim da Cunha, com 78 anos de idade, e foi sepultada no cemitério municipal. // Deixou filhos. 


SILVA, Maria Vicência. Filha de Francisco Pereira da Silva, guarda-fiscal, da fregue-sia de Nosso Senhor do Bonfim, diocese do Porto, e de Ana de Jesus Urbana, do-méstica, natural da freguesia de Nossa Senhora da Conceição, Alandroal, diocese de Évora. Neta paterna de avós incógnitos; neta materna de Sebastião Urbano e de Vi-cência Rita Malta. Nasceu em Galvão, SMP, a 26/5/1905, e foi batizada a 5 de Março desse ano. Padrinhos: José Cândido Gomes de Abreu, casado, negociante, e Maria Carlota, solteira, industrial. // Casou a 25/1/1942, na freguesia do Santo Condestável, Lisboa, com Américo Rodrigues de Oliveira, natural de Estarreja (confirmar). // Faleceu a 31/3/1946 na freguesia da Pena, Lisboa.


SILVA, Mário Sérgio Ferreira Rodrigues (Dr.). // Em 1996 era juiz de direito em Mel-gaço. // (A Voz de Melgaço n.º 1049).


SILVA, Mirandolina. Filha de Indalécio Rodrigues, ferrador, divorciado, e de Ângela de Oliveira Silva, vendedora de peixe, solteira. Nasceu a 12/3/1935. // Casou com Edu-ardo António (“Tónio Cerinha”), nascido em 1924, filho de António Joaquim de Oliveira e de Floripes da Silva Cintrão, ex-polícia em Goa e já pai de três filhos que lá deixara em uma goesa. // Os filhos melgacenses começaram a surgir, e ao fim de alguns anos já tinham um ranchinho deles. O marido agarrou-se a tudo: foi sapateiro, jogador de futebol em Monção, e quando começou a emigração, nos anos sessenta, come-çou a carregar malas nas camionetas que iam e vinham de França. // A “Mirám”, co-mo era tratada, faleceu a 28/11/2002 e foi sepultada no cemitério municipal de Mel-gaço. // Deixou viúvo e filhos.  
















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SILVA, Miguel António. Filho de Maria Caetana da Silva, da Portela do Couto, Cha-viães. // Casou na igreja de SMP a 28/9/1809 com Teresa Joaquina, filha de Antónia Maria, de São Julião, Vila. Testemunhas: Bento José Gomes, Domingos José Rodri-gues e o padre Francisco Xavier Torres Salgado. 


SILVA, Octávio António. Filho de António Marques da Silva e de Maria Margarida Trancoso Rodrigues. Nasceu na Vila a --/--/1937 (NM 377, de 21/11/1937). 


SILVA, Paulino da Costa. // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1438, de 17/6/1962: «Inesperadamente, e após a festa da Senhora da Orada, recolheu à companhia o cabo da GNR, senhor Paulino da Costa e Silva, que aqui estava há tempos a coman-dar o posto. Já está preenchido o comando pelo senhor José Bouçada Marinho e, por isso, daqui fazemos votos para que os nossos conterrâneos sintam e tenham na G.N.R. a melhor das defesas.»   


SILVA, Pedro Bento. Filho de Jerónima da Silva, solteira. Nasceu em Melgaço no século XVIII. // Morou intramuros. // Faleceu a 7/10/1819. // Deixou testamento.  


SILVA, Rosa Maria. Filha de Albino Cardoso da Silva, de Ponte da Barca, e de Maria de Lurdes Melo, da Vila de Melgaço, caseiros, residentes no lugar dos Buraquinhos. N.p. de Manuel António da Silva e de Maria Rita Cardoso; n.m. de Vítor César Alves de Melo e de Florinda da Natividade Gonçalves. Nasceu na década de cinquenta, ou sessenta, do século XX. // Casou com António Rodrigues Lima, industrial. Tem uma filha, Joana, batizada na igreja matriz da Vila em Outubro de 1996, tendo por padri-nhos o eng.º Carlos Antoninho e a Dr.ª Isabel Lima Montes da Silva.   


SILVA, Teresa. // Devia ter um talho, pois no Jornal de Melgaço n.º 1239, de 23/3/1919, lê-se: «Teresa da Silva, viúva, desta vila, está sem receber a quantia de 59$10 proveniente de carne de vaca e vitela que forneceu, naturalmente à ordem do Brito.» // Nota: Custódio da Costa e Brito desempenhara, até esse ano, o cargo de administrador do concelho; segundo o dito jornal, abotoou-se bem à custa dos outros.  


SILVA, Sandra Catarina. Filha do Dr. António Vitorino Sousa da Silva, de Monção, e da professora Ana Maria da Silva Barros, de Melgaço. Nasceu em -------------------, a --/--/19--. // Casou na capela da Orada a --/--/1998 com José Manuel, agente da Polícia Judiciária e aluno do 4.º ano de Direito, natural de Vila Nova de Gaia, filho de Cons-tantino de Freitas, aposentado da PSP, e de Sílvia Rosa Fonseca, funcionária da PSP do Porto. Padrinhos da noiva: Dr. Manuel Bento Sousa da Silva, advogado, ex-padre, ex-presidente da CMM, e Dr.ª Maria José da Silva Cerdeira, médica no Porto, tio e prima da noiva. Padrinhos do noivo: Adélio Rodrigues e esposa, Angelina Teixeira da Silva, empresários. O almoço decorreu na Sala de Festas da “Adega Quintas de Mel-gaço”, e foi servido pelo “Restaurante Adérito”. // Os noivos passaram a lua-de-mel nas Canárias. // (A Voz de Melgaço n.º 1093).


SILVA, Ventura. // Faleceu nas Carvalhiças, Vila, a 18/10/1809, viúvo. 


SILVEIRA


SILVEIRA, António Joaquim. Filho de Serafim José da Silveira e de Maria Francisca Fernandes. N.p. de Manuel José da Silveira e de Gertrudes Maria de Brito; n.m. de Gabriel Alves e de Maria Josefa Fernandes. Nasceu na Vila a 3/7/1836 e foi batizado na igreja de SMP no dia seguinte. Padrinho: António Joaquim Rodrigues, melgacense.   


SILVEIRA, Domingos José. Filho de Serafim José Silveira e de Maria Francisca Fer-nandes, moradores no Louridal. N.p. de Manuel José da Silveira e de Gertrudes Maria de Brito, naturais da freguesia de Refojos de Basto, concelho de Cabeceiras de Basto; n.m. de Gabriel Alves e de Maria Josefa Fernandes, de Melgaço. Nasceu a 17/4/1829 e foi batizado na igreja de SMP dois dias depois. Padrinhos: Domingos Alves, ferreiro, solteiro, da Calçada, e Margarida Joaquina de Barros, do Bairro do Carvalho.  


SILVEIRA, Francisco (Dr.) // Foi juiz de fora em Melgaço de 1586 a 1588 (ver Organi-zação Judicial de Melgaço, de Augusto César Esteves, p. 45). 


SILVEIRA, Francisco António. Filho de Serafim José da Silveira e de Maria Francisca Fernandes. N.p. de Manuel José da Silveira e de Gertrudes Maria de Brito; n.m. de Gabriel Alves e de Maria Josefa Fernandes. Nasceu na Vila a 19/7/1824 e foi batizado na igreja de SMP a 24 desse mês. Padrinhos: Francisco Bernardo Pereira e Francisco António Coelho, este de Monção.  


SILVEIRA, Francisco Eduardo Simões (Dr.) // Foi juiz de direito na comarca de Mel-gaço em 1867 (OJM, de ACE, p. 152). 


SILVEIRA, Joaquim Tavares (Dr.) // Tomou posse como notário do concelho de Mel-gaço a 21/3/1936. Para seu ajudante foi nomeado, por despacho de 28/7/1936, Justi-niano Gonçalves Ribeiro, então presidente da Junta de Freguesia de Prado, tendo sido exonerado de esse lugar de ajudante Manuel José Domingues. // Em Maio de 1937 foi transferido, a seu pedido, para Ílhavo, Aveiro. // (Notícias de Melgaço n.º 355).   


SILVEIRA, Joaquina do Carmo. Filha de Serafim José da Silveira e de Maria Francis-ca Fernandes, moradores no Louridal. N.p. de Manuel José da Silveira e de Gertrudes Maria de Brito; n.m. de Gabriel Alves e de Maria Josefa Fernandes. Nasceu a 25/11/1826 e foi batizada na igreja de SMP nesse mesmo dia. Padrinhos: Pedro Vas-ques de Puga e sua esposa, Joaquina Torres de Araújo, da Torre de Moreira, São Miguel de Cecrinhos, Tui. // Com geração. 


SILVEIRA, José António. Filho de Joaquina do Carmo da Silveira, solteira, moradora na Corga, SMP. N.m. de Serafim José da Silveira e de Maria Francisca Alves, resi-dentes no dito lugar. Nasceu a 28/8/1858 e foi batizado a 30 desse mês. Madrinha: Maria Benedita Vasques, solteira, da paróquia de Cendelhe, Galiza, moradora na Vila de Melgaço. 


SILVEIRA, Manuel Crato (Padre). // Natural de Castelo de Vide. // Foi pároco da fre-guesia da Vila de Melgaço e provedor da SCMM em 1671. // Ordenou o seu testa-mento a 2/2/1672. // Faleceu a 8/3/1672. 


SILVEIRA, Manuel José. Filho de Serafim José da Silveira e de Maria Francisca Fer-nandes, moradores no Louridal. N.p. de Manuel José da Silveira e de Gertrudes Maria de Brito; n.m. de Gabriel Alves e de Maria Josefa Fernandes. Nasceu a 4/10/1827 e foi batizado na igreja de SMP três dias depois. Padrinhos: Bento António Pereira, sol-teiro, do lugar da Assadura, e Antónia Maria Fernandes, solteira, do lugar da Oliveira, Vila. 


SILVEIRA, Maria Josefa. Filha de Joana Gonçalves da Silveira. Nasceu na Vila a 16/3/1759 e foi batizada na igreja de SMP três dias depois. Padrinhos: Manuel Gomes e esposa, Andreza Gomes. 


SILVEIRA, Maria Josefa. Filha de Serafim José da Silveira e de Maria Francisca Fer-nandes, moradores no Louridal. N.p. de Manuel José da Silveira e de Gertrudes Maria de Brito; n.m. de Gabriel Alves e de Maria Josefa Fernandes. Nasceu a 5/7/1832 e foi batizada na igreja de SMP três dias depois. Padrinhos: Bernardo Pereira de Castro e Joana, do lugar de Gondomar, freguesia de Remoães. // Faleceu na Assadura a 11/5/1895, com 62 anos de idade, casada com Manuel Gonçalves. // Mãe de Olívia dos Remédios Gonçalves, casada com Alfredo Augusto Lopes, de Chaviães. 


SILVEIRA, Pedro Maria. Filho de Serafim José da Silveira e de Maria Francisca Fer-nandes, moradores no Louridal. N.p. de Manuel José da Silveira e de Gertrudes Maria de Brito, de Refojos de Basto (São Miguel); n.m. de Gabriel Alves e de Maria Josefa Fernandes, da Vila de Melgaço. Nasceu a 6/10/1830 e foi batizado na igreja de SMP a 9 desse mês. Padrinhos: Pedro Maria Vasques de Puga e Josefa Vasques de Puga, de Alveios, Tui. 


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