quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

SONETOS DO SOL E DA LUA

Por Joaquim A. Rocha


 


MILAGRES

 

Jesus transformou a água em vinho,

Tasqueiro converteu vinho em água;

Dalila transforma alegria em mágoa,

Um valente leão em cordeirinho.

 

E até um regato ou o rio Minho,

No verão autêntica frágua,

Deslizando como uma frágil tábua,

Afoga no seu leito o passarinho.

 

E eu, sonhando sonhos maus, ruins,

Cavalgando estrela escaldante,

Montado em dragões, anjos-serafins,

 

Percorro, no colo da vil amante,

Ao som de concertinas, cornetins,

Espaço de Júpiter, deus tonante.

 

*

 

UMA VIDA ASSIM

 

Colhi sonhos no auge da ilusão,

Perfumes que o tempo desfez um dia;

Sonhos pueris, de intensa magia,

Mais leves do que um simples balão.

 

Restou, no meu pequeno coração,

Um simulacro de dor, apatia;

Nos meus olhos laivos de agonia,

No meu peito sementes de paixão.

 

Continuo a viver, independente,

Sem quaisquer obrigações, sem contrato,

Livre como todas as aves do céu.

 

Passeio de continente em continente,

Deixando fragmentos do meu retrato,

Daquilo que fui, sem jamais ser eu.

 

 

GUINÉ-BISSAU

 

Pisei território de bravos fulas,

De balantas, papéis, nalus, manjacos;

Montam vacas, substituindo mulas,

Não vestem calças, meias, nem casacos.

 

Andam descalços sobre as faúlas,

Não borrifam perfumes nos sovacos,

Não sabem ler jornais, livros ou bulas,

Nem apreciam cheiros de tabacos.

 

Na selva, nos braços da natureza,

Mandingas, brames, f’lupes, bijagós, 

Comem arroz, óleo e peixe seco…

 

A floresta inteira é a sua mesa,

Moinhos de vento sem vela e mós,

Alimentam galinha, porco, meco.



quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

GENTES DO CONCELHO DE MELGAÇO

Freguesia da Vila (SMP)

Por Joaquim A. Rocha 





LINARES

 

LINARES, António Alberto. Filho de Dolores Linares, do lugar do Castro, freguesia de Santa Cristina de Baleixe, partido judicial da Caniça, Galiza. // A 13/6/1866, pelas duas horas da manhã, colocaram-no na roda de Melgaço, aparentando ter dois ou três dias de idade. // A rodeira levou-o à Câmara Municipal, ficando registado no livro dos expostos sob o n.º 263. // Foi batizado nesse dia treze, na igreja de SMP, tendo por padrinhos Caetano Celestino de Sousa e Maria Henriqueta Pereira, solteira, da Assadura (ou Corga), ambos da freguesia da Vila. // Após o batismo foi entregue para criação à ama acima citada, Maria Henriqueta Pereira. // A 27/6/1866 a criança foi entregue à sua mãe, afiançada por Manuel António Rodrigues, solteiro, da Vila, que assinou. Assinaram também Luís Manuel Rodrigues e António Joaquim de Sousa.   

 

LINDO

 

LINDO, António Adelino. Filho de ----------- Lindo e de ------------ Costa. Nasceu em ----------------, a --/--/19--. // É dono do restaurante Panorama, sito na Praça Municipal, Vila de Melgaço. // (VM 1062, de 1/12/1996). 

 

LIRA

 

LIRA, António José da Costa (Dr.) // Foi juiz de fora em Melgaço de 1834 a 1835. // Estava casado com Constança Caetana Pereira de Castro Marinho, do lugar de Crastos, Paderne. // Foi o último juiz de fora em Melgaço, devido à nova reforma administrativa do território. // Daqui seguiu para Monção, onde assumiu a administração desse concelho. // Com geração. // (OJM, de ACE, p. 110).

 

LIRA, António Maria. Filho de Jacinto Mosqueira Tavares Sotomaior e de Teresa Antónia Lira e Pereira, da Casa de Paravedra, em São Cristóvão de Mourentão, Galiza. N.p. de José Mosqueira e Trancoso e de Beatriz Tavares Sotomaior; n.m. de Bazílio Lira Pereira e de Joana Mosqueira e Baamonde. Nasceu no século XVIII. // Foi um dos conjurados da “revolta” melgacense de 9/6/1808 para expulsar os franceses de território nacional. // (ver Melgaço e as Invasões Francesas, de Augusto César Esteves).

 

LIRA, Bebiana Amália. Filha do Dr. António José da Costa Lira, juiz de fora, e de Constança Caetana Pereira de Castro Marinho, doméstica, residentes na Vila de Melgaço. N.p. de Manuel Fernandes da Costa e de Maria Angélica da Silva Lira, da Vila de Monção; n.m. de Dionísio António Pereira de Castro e de Josefa Caetana Ribeiro, de Paderne. Nasceu a 30/8/1835 e foi batizada na igreja de SMP a 6 de Setembro desse ano. Padrinhos: José Guilherme e Luciana, irmãos da neófita. // Em finais desse ano partiu com a família para a Vila de Monção, onde faleceu a 13/5/1854.     

 

LIRA, Maria Teresa. Filha de Jacinto Mosqueira Tavares Sotomaior e de Teresa Antónia Lira e Pereira. Nasceu na Galiza no século XVIII. // Casou com Caetano José, filho de Caetano de Abreu Soares e de Caetana Maria Gomes de Abreu, da Casa armoriada de ao pé da matriz, Vila de Melgaço. // O marido foi, tal como seu cunhado galego, um dos conjurados de 1808. // Com geração.    

 

LISBOA

 

LISBOA, Aniceto Guilherme. Filho de António Manuel Lisboa, jornaleiro, e de Olívia dos Anjos, doméstica. N.p. de Guilherme Augusto e de Ermelinda da Rosa; n.m. de João Manuel Teixeira e de Isabel Maria. Nasceu no lugar de Vale Bom dos Figos, freguesia de Mascarenhas, concelho de Mirandela, a 11/3/1937. // Embarcou para África ainda jovem, onde casou (na igreja paroquial de Vila Trigo de Morais) em primeiras núpcias com Emília, de 25 anos de idade, natural da freguesia de Oleiros, Ponte da Barca, filha de José Maria Elias e de Rosa Maria de Sousa, a 20/12/1964. // Foi agente da Polícia de Segurança Pública. // Depois da independência das ex-colónias regressa a Portugal e fixa-se, com esposa e filhos, em Melgaço. Nesta Vila alto-minhota residiu 36 anos da sua vida. Ali ficou viúvo (a sua esposa faleceu a 27/8/1975) e ali casou em segundas núpcias, a 8/11/1980, com Ilda de Barros, viúva, natural de Eiró, Rouças. // Em Dezembro de 1997, já aposentado, foi candidato pelo PSD local à Assembleia de Freguesia. // Depois de 2000 deixa Melgaço e fixa residência em Braga. // Morreu no dia 12/10/2020, às onze horas da manhã, na capital da província do Minho, na freguesia de São Vítor. // Pai de Ana (ou Anabela), casada com Valdemiro da Costa Fernandes, nascido em Prado, Vila Verde, por volta de 1964; de Graça Maria, casada com José Filipe Malheiro Vidal, nascido em Cristóval, Melgaço; de ---------------------------------. // Da segunda mulher não houve descendência.

   

LOBARINHAS

 

LOBARINHAS, Amaro Esteves. // Foi vereador mais velho e juiz pela ordenação em 1702. // (Organização Judicial de Melgaço, de ACE, p. 126).

 

LOBARINHAS, António Esteves (Padre). // Foi abade de São Miguel de Prado, em Pico de Regalados, e provedor da Santa Casa da Misericórdia de Melgaço em 1680.

 

LOBARINHAS, António Gomes (Dr.) // Foi juiz de fora em Melgaço de 1717 a 1721. // (OJM, de ACE, p. 65).

 

LOBARINHAS, Domingos Gomes (Padre). // Foi comissário do Santo Ofício e provedor da SCMM em 1696. // Faleceu na Quinta das Carvalheiras, Chaviães, a 17/10/1725.  

 

LOBARINHAS, Francisco Alberto (Padre). // Foi reitor de Rio Seco e provedor da Santa Casa da Misericórdia de Melgaço em 1818.

 

LOBARINHAS, Joaquim José (Padre). // Foi pároco de Trute, Monção, e provedor da Santa Casa da Misericórdia de Melgaço em 1802.

 

LOBARINHAS, Salvador Gomes (Padre). // Sobrinho do padre Domingos Gomes Lobarinhas. // Foi provedor da SCMM em 1733. 

 

LOBATO

 

LOBATO, Adriano Felício. Filho de Francisco Joaquim Lobato e de Ermelinda da Glória de Sousa e Castro, moradores na Calçada, Vila. N.p. de Manuel Caetano Lobato e de Ana Maria Esteves de Lima, de Riba de Mouro; n.m. de Frederico Justiniano de Sousa e Castro e de Mariana Carolina de Abreu Cunha Araújo, da Quinta da Torre, Paderne. Nasceu a 17/8/1859 e foi batizado na igreja de SMP a 28 desse mês. Padrinhos: João António Cunha Araújo e sua mãe, Maria Luísa dos Reis, da Casa do Rio do Porto.

 

LOBATO, Albino José. Filho de Francisco Joaquim Lobato e de Ermelinda da Glória de Sousa e Castro, proprietários, moradores na Calçada, SMP. N.p. de Manuel Caetano Lobato e de Ana Maria Esteves de Lima; n.m. de Frederico Justiniano de Sousa e Castro e de Mariana Carolina de Abreu Cunha Araújo. Nasceu a 15/10/1860 e foi batizado a 24 desse mês. Padrinhos: Caetano José de Abreu Cunha Araújo, casado, morador em Monção, e Albina Clara de Abreu Cunha Araújo (por procuração de Ludovina da Conceição Amorim Azedo e Castro, mulher do padrinho).

 

LOBATO, Aldemiro Alberto. Filho de Francisco Joaquim Lobato e de Ermelinda da Glória de Sousa e Castro, proprietários, moradores na Rua da Calçada, SMP. N.p. de Manuel Caetano Lobato e de Ana Maria Esteves de Lima, de Riba de Mouro; n.m. de Frederico Justiniano de Sousa e Castro e de Mariana Carolina de Abreu Cunha Araújo. Nasceu a 20/6/1866 e foi batizado a 30 desse mês. Padrinhos: Alberto Magno de Sousa e Castro e Amélia Augusta de Sousa e Castro, tios maternos do batizando.

 

LOBATO, Belarmina. Filha de Francisco Joaquim Lobato e de Ermelinda da Glória de Sousa e Castro, proprietários, moradores na Calçada, SMP. N.p. de Manuel Caetano Lobato e de Ana Maria Esteves Lima, de Riba de Mouro (ex Valadares e a partir de 1855 Monção), proprietários; n.m. de Frederico Justiniano de Sousa e Castro, escrivão, e de Mariana Carolina de Abreu Cunha Araújo. Nasceu a 16/3/1868 e foi batizada a 29 desse mês. Padrinhos: o avô materno e sua filha Albina, tia materna.

 

LOBATO, Jalsemina. Filha de Francisco Joaquim Lobato e de Ermelinda da Glória de Sousa e Castro, moradores na Calçada, SMP. N.p. de Manuel Caetano Lobato e de Ana Maria Esteves Lima; n.m. de Frederico Justiniano de Sousa e Castro e de Mariana Carolina de Abreu Cunha Araújo. Nasceu a 1/5/1864 e foi batizada a 12 desse mês e ano. Padrinhos: o avô materno e sua filha, Angelina Cândida.

 

LOBATO, José. Filho de Manuel Lobato e de Maria Lourenço, lavradores, de Mazedo, Monção. Nasceu nessa freguesia por volta de 1835. // Criado de servir. // Faleceu solteiro, na Vila de Melgaço, a 2/11/1865, com 30 anos de idade, e foi sepultado na igreja matriz.

 

LOBATO, José. Filho natural de José de Sousa Lobato, farmacêutico, de Alvaredo, e de Cândida de Azevedo, proprietária, da freguesia de Fiscal, concelho de Amares, moradora em Galvão, Vila de Melgaço. N.p. de Vitorino de Sousa Lobato e de Maria Benedita Martins; n.m. de Francisco da Silva Reis e de Gertrudes de Azevedo. Nasceu em Galvão a 11/3/1909 (*), e foi batizado pelo padre Manuel José Domingues a 8 de Agosto desse ano. Padrinhos: António do Rosário, casado, chefe da conservação das hidráulicas, e Ana de Sousa Lobato, casada, proprietária. // Casou a 14/7/1927 com Ana de Sousa Lobato, natural de Alvaredo. // Terminou o Curso do Magistério Primário em 1933 (ver NM 203, de 6/8/1933, e NM 204, de 13/8/1933); nesse ano foi nomeado professor para a escola do sexo masculino de Tangil, Monção; era professor oficial do quadro auxiliar do distrito escolar de Viana (NM 216, de 17/12/1933). // Em 1934 era professor oficial na escola de Paderne; nesse ano foi nomeado vogal da Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Melgaço (Notícias de Melgaço n.º 249, de 21/10/1934). // Chegou a ser inspetor escolar. // A sua mulher finou-se na freguesia de Ramalde, Porto, a 4/11/1978. // Ele faleceu em Aldoar, Porto, a 30/12/1987. // Com geração. /// (*) No assento de batismo ficou registada, por engano, a data de 1/8/1909.

 

LOBATO, José. Filho de José de Sousa Lobato e de Ana de Sousa Lobato, residentes na Vila. N.p. de José de Sousa Lobato e de Cândida de Azevedo; n.m. de Manuel de Sousa Lobato e de Lina Rosa Domingues. Nasceu na Vila de Melgaço a 29/9/1926 e foi batizado na igreja de SMP 23/2/1927. Padrinhos: Abílio Domingues e Ana de Sousa Lobato. // Casou a 25/10/1948 na Senhora da Conceição, Porto, com Rosa Viana (Moreira?).   

 

LOBATO, Laureano Augusto. Filho de Francisco Joaquim Lobato e de Ermelinda da Glória de Sousa e Castro, proprietários, residentes na Calçada, Vila. N.p. de Manuel Caetano Lobato e de Ana Maria Esteves Lima, proprietários, moradores em Riba de Mouro, Monção; n.m. de Frederico Justiniano de Sousa e Castro, advogado nos auditórios, e de Mariana Carolina de Abreu Cunha Araújo, da Vila de Melgaço. Nasceu a --/--/18--. // Faleceu a 8/9/1864, com apenas vinte e dois meses de vida, e foi sepultado na igreja do extinto convento das Carvalhiças.       

 

LOBATO, Maria Amália. Filha de Jorge de Sousa Lobato e de Sidónia Ferreira de Araújo, moradores na Vila. N.p. de José de Sousa Lobato e de Cândida de Azevedo; n.m. de Domingos Ferreira de Araújo e de Amália Correia dos Santos. Nasceu na Vila a 10/10/1926 e foi batizada na igreja de SMP a 7 de Novembro desse ano. Padrinhos: Artur Correia dos Santos e Amália Correia dos Santos Araújo. // Casou com Júlio Pereira Coutinho, dos Arcos de Valdevez, chefe de conservação de estradas na JAE. // Faleceu em ------------------, a --/--/19--. // O seu viúvo finou-se em 1991, com sessenta e seis anos de idade. // (VM 938). 

 

LOBATO, Manuel. Filho de José de Sousa Lobato e de Ana de Sousa Lobato. Nasceu na Vila a --/--/1931 (Notícias de Melgaço n.º 96, de 1/2/1931). 

 

LOBATO, Tristão. Filho de João de Caldas Lobato e de Páscoa de Sousa Castro. Nasceu no lugar das Várzeas no século XVII. // A 17/2/1681 ainda estava solteiro; era capitão de infantaria. // Casou com Constança de Abreu de Castro Soares, filha de João de Sousa e Castro e de Maria de São Francisco. // Quando se reformou, fixaram a sua residência na Quinta das Várzeas. // Pai de Pedro (foi batizado na igreja de Prado a 18/6/1685); de Páscoa (batizada em Prado a 5/4/1687); de João (batizado em Prado a 28/3/1689, cavaleiro professo da Ordem de Cristo, em 1755 vivia em Lisboa, casado com Joana Margarida de Sousa, e era pai de Carlos Tristão e de Inês); e de Damião (foi batizado por necessidade em casa e depois na igreja de Prado a 28/9/1691).   

 

LOBO

 

LOBO, Jácomo Fernandes (Padre). // Foi abade da Vila de 1757 a 1766 (?). // Ensandeceu. // Finou-se em Braga a 20/3/1768. // Sucederam-lhe no múnus, enquanto vivo, os padres encomendados Manuel Álvares e Bento Lima; depois de morto, o sacerdote Manuel Esteves Costa (1768-1775).

 

LONÉ

 

LONÉ, Manuel Pedro (Padre). // Foi abade de SMP e morreu a 10/5/1796. Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1578, de 5/12/1965: (...)

  

LOPES

 

LOPES, Abílio [Augusto]. Filho de Rogério Augusto Lopes e de Maria da Cruz Colmeiro, agricultores-caseiros. Nasceu no Bairro do Carvalho, Vila de Melgaço, a --/--/1946 (ou 1947). // Antes do serviço militar emigrou para França. // Na página 21 do jornal “A Voz de Melgaço” de 1/9/2024 fala-se dele: diz-se que é solteiro, adquiriu a nacionalidade francesa, que comprou a casa que era dos pais no dito Bairro do Carvalho, vila de Melgaço.   

 

LOPES, Albertina Augusta. Filha de Cândido Augusto Lopes, cocheiro, e de Ermelinda Gomes da Costa, de Barbeita, ambos de Monção, moradores na Vila de Melgaço. Neta paterna de João António Lopes e de Maria Inácia da Costa; neta materna de José Gomes da Costa e de Maria Domingues (Torres?). Nasceu em Melgaço a 2/2/1912 e foi batizado na igreja de SMP a 2 de Julho desse ano. Padrinhos: Abel Martins, sapateiro, solteiro, e Albertina Augusta Ferreira, solteira, de serviço doméstico.  

 

LOPES, Almerinda Teresa. Filha de Rogério Augusto Lopes e de Maria da Cruz Colmeiro, caseiros. Nasceu no Bairro do Carvalho, SMP, a 29/5/1941 (confirmar). // Depois da instrução primária foi para casa da sua tia Isaulinda Colmeiro, para a ajudar nos trabalhos domésticos e fazer-lhe companhia. // Na adolescência namorou com Albano, caixeiro na loja de Hilário Alves Gonçalves, mas acabaram o namoro. // Emigrou para França e ali casou em 1965 com Joaquim Botelho Vilas, emigrante nesse país, sobrinho por afinidade da sua prima Aurora Colmeiro Fernandes. Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1545, de 17/2/1965: (...) // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1554, de 9/5/1965: (...) // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1603, de 24/7/1966: (...) // 

      

LOPES, Ana Maria. Filha de Francisco Rodrigues Lopes, de Viana do Castelo, e de Carmen de Oliva, natural da Galiza, moradores na Vila de Melgaço. N.p. de António Rodrigues Lopes e de Maria Fernandes; n.m. de António de Oliva e de Joana Trancoso. Nasceu a 13/5/1928 e foi batizada na igreja de SMP a 23 de Agosto desse ano. // Casou a --/12/1945 na paróquia de Desteriz, Tui, com João Vitorino, filho de João Morais e de Aida dos Santos Lima. // Tiveram um forno de pão na Vila de Melgaço, mas vendo que o negócio estava fraco, emigraram ambos para França. // Enviuvou a --/--/2---. // Com geração.    

 

LOPES, Ana Maria. Filha de Maria Amélia Lopes, da Vila (e de Henrique Augusto Alves, natural de Chaviães), ambos solteiros quando ela viu a luz do dia. Nasceu por volta de 1952. // Casou com Carlos Augusto, filho de António Alves (Estopas) e de ------------- da Lama, emigrante no Quebec, Canadá, para onde ela seguiu. // Mãe de Carla Maria.

 

LOPES, Ana Ventura. Filha de Bernardo Lopes e de Bernarda Meleiro, moradores no Outeiro Alto, freguesia da Vila. N.p. de António Lopes e de Gregória Marques, da Vila; n.m. de Lourenço Meleiro e de Ana Rodrigues, de Prado. Nasceu a 2/11/1759 e foi batizada na igreja de SMP pelo padre BLM dois dias depois. Padrinhos: Lourenço Meleiro e Isabel Vaz, da freguesia de Prado. 

 

LOPES, Ana Ventura. // Morava em Galvão de Baixo, SMP, onde nascera, quando morreu, a 17/1/1844, viúva de Manuel José Caminha, sendo sepultada na igreja matriz com ofício de 10 padres.   

LOPES, Aníbal Moura (Eng.º) // Tirou o Curso de Engenharia Civil. // Casou com a Dr.ª Manuela Sofia Gorgel Couto Pinto. // Em 1995 a sua esposa era notária em Melgaço. // Em 1996 ele tinha escritório na Rua Dr. António Durães, 3.º D, Vila de Melgaço. Elaborava projetos de engenharia. // Em 1999 a sua esposa deu à luz uma menina em uma maternidade de Coimbra. // (VM 1042 e VM 1111). 

 

LOPES, António. Filho de António Luís Lopes e de Maria Joaquina Rodrigues, moradores na Vila. N.p. de Manuel José Lopes e de Ana Joaquina Ribeiro; n.m. de António José Rodrigues Ana Joaquina Esteves, todos lavradores, de Chaviães. Nasceu na Quinta da Orada, SMP, a 6/6/1892 e foi batizado a 19 desse mês e ano. Padrinhos: Carlos João Ribeiro Lima, casado, capitalista, e Emília de La Salete de Barros, solteira, filha-família. // Casou a 1/2/1917 com Filomena de Jesus, de 27 anos de idade, de Chaviães, filha de Maria José Esteves. // Faleceu em Chaviães a 26/8/1949.     

 

LOPES, António. Filho de Francisco Rodrigues Lopes, de Capareiros (Barroselas), Viana do Castelo, relojoeiro e fotógrafo, e de Carmen Oliva, de Cresciente, Galiza, taberneira, moradores na Vila de Melgaço. N.p. de António Rodrigues Lopes e de Maria Fernandes; n.m. de António Oliva e de Joana Trancoso. Nasceu a 22/5/1922 e foi batizado na igreja de SMP a 18 de Junho desse ano. Padrinhos: Marcelino Ferreira, pedreiro, e Wenceslã Oliva, doméstica, de, e moradores, em Cresciente. // Morreu a --/--/1933 (NM 198, de 18/6/1933), com apenas onze anos de idade, em consequência (*) de uma tremenda coça dada pelos irmãos Hilário Nunes de Castro e José Nunes de Castro, como represália por não os ter ajudado num trabalho escolar! /// (*) Esta informação foi-me prestada por sua irmã, Maria Rodrigues Lopes.  

 

LOPES, António. Filho de Francisco da Silva Lopes e de Albertina Francisca da Silva. Nasceu na Vila a --/--/1932 (Notícias de Melgaço n.º 175, de 4/12/1932). 

 

LOPES, António Augusto. Filho de Alfredo Augusto Lopes, natural de Chaviães, e de Olívia dos Remédios da Silva Gonçalves, natural da Vila, lavradores. Neto paterno de António Luís Lopes e de Maria Joaquina Rodrigues; neto materno de Manuel Gonçalves e de Maria Josefa da Silva. Nasceu no lugar da Oliveira, freguesia da Vila, a 17/3/1901, e foi batizado na igreja de SMP a 24 desse mês e ano. Padrinhos: António Augusto Durães e Amália Augusta Ferreira de Araújo. // Casou a 26/3/1924, na CRCM, com Mariana de Jesus Lopes, de Gondufe, Chaviães. // Faleceu nessa freguesia de Chaviães a 1/4/1971. // Com geração.

 

LOPES, António Augusto. Filho de Cândido Augusto Lopes, cocheiro, natural de Prado, e de Ermelinda Gomes da Costa, doméstica, natural de Barbeita, Monção. N.p. de João António Lopes e de Maria Unácia da Costa; n.m. de José Gomes da Costa e de Maria Domingues Torres. Nasceu na Rua Nova de Melo a 15/2/1903 e foi batizado na igreja de SMP a 1 de Março desse ano. Padrinhos: António Augusto Durães, solteiro, filho-família, e Maria das Dores Pereira Mendes, solteira, doméstica, ambos residentes em SMP. // A 12/7/1916 fez exame do 1.º grau na escola Conde de Ferreira, obtendo a classificação de «bem» (Correio de Melgaço n.º 207, de 16/7/1916).

 

LOPES, António Augusto. Filho de Rogério Augusto Lopes e de Maria da Cruz Colmeiro. Nasceu na Vila a --/--/1935. // Lavrador. // Casou com Maria de Lurdes, nascida em Prado em 1938, filha de Aniceto Gomes e de Belarmina da Glória Sarandão. // Emigraram para França, onde se mantiveram até à aposentação dele, em 1995, após 39 anos de serviço. A empresa de construção civil “J. Novellot”, sita em Tours, condecorou-o com a medalha de ouro e diploma de mérito pelos 35 anos de bons serviços. // O casal regressou a Melgaço, mandaram reconstruir uma pequena vivenda de granito que ele herdara junto a uns campos nas Carvalhiças, e ali vivem. // Morreu na Vila de Melgaço a --/--/2022, com 86 anos de idade (A Voz de Melgaço de 1/6/2022). // (ver A Voz de Melgaço n.º 992, de 15/9/1993, e A Voz de Melgaço n.º 1037). // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1424, de --/01/1962 (!). Casamento de: (...) // NOTA: os do jornal enganaram-se; quem casou com a Maria de Lurdes Sarandão Gomes foi o António Augusto Lopes.

 

LOPES, António José. // Morou na Vila, intramuros, casado com Antónia Lourenço. // Morreu a 2/7/1801.

 

LOPES, António Maria. Filho de Dolores Lopes, solteira, moradora nas Carvalhiças, Melgaço. N.p. de José Lopes e de Manuela Ferreira, de São Pedro Félix, partido do Carvalhinho, alcaidaria de Brobas, Galiza. Nasceu na Vila de Melgaço a 13/8/1869 e foi batizado a 18 desse mês. Padrinhos: o avô materno e Maria Josefa Lopes, solteira, do Bairro do Carvalho, SMP. // Tinha 24 anos, era solteiro, padeiro, morava na Portela, Mourentão, quando casou na igreja de SMP a 21/5/1893 com Isabel Marques Ucha, de 27 anos de idade, solteira, lavradora, de São Cristóvão de Mourentão, Tui, moradora no dito lugar da Portela, filha de José e de Francisca, lavradores, de Mourentão. Testemunhas: Vitorino Joaquim Lourenço, casado, negociante, e José Albano Migueis, solteiro, vendeiro, ambos da Vila de Melgaço.  

 

LOPES, António do Patrocínio. Filho de João Lopes e de Brígida Rosa. Nasceu em São Dinis, Vila Real, a --/--/1878. // Tinha 28 anos de idade, era solteiro, empregado da Companhia dos Tabacos, quando casou na igreja de SMP, Melgaço, a 4/8/1906, com Glória, de 22 anos de idade, solteira, doméstica, de Cambeses, Monção, residente na Vila de Melgaço, filha de Manuel Luís Esteves e de Rosa Francisco. Testemunhas: Leopoldo Gonçalves da Silva, casado, empregado da Companhia de Tabacos, e José Dias, mordomo da igreja. // S.m.n.  

 

LOPES, Armando. Filho de --------------- Lopes e de ---------- Cunha. Nasceu na Vila de Melgaço (*) a --/--/19--. // Casou com Maria dos Prazeres Martins Afonso, da Gavieira, Arcos de Valdevez. // Por volta de 1977 adquiriram, por compra verbal, um prédio urbano: casa de r/c e 1.º andar, com rossios, com a área de 198 mais 62 m2, sito em Porto Ribeiro, Lamas de Mouro, a Alberto Domingues, viúvo, residente na Peneda. // Em 1999 residiam na Peneda (VM 1113). /// (*) Confirmar.

 

LOPES, Artur Augusto. Filho de Rogério Augusto Lopes e de Maria da Cruz Colmeiro. Nasceu no Bairro do Carvalho, Vila de Melgaço, a 4/8/1931 (NM 125, de 20/9/1931). // Na sua juventude emigrou para França, só regressando à terra natal 50 anos depois, em 2000. Trouxe com ele a sua esposa, Arlete. // (VM 1146). Morreu a --/--/2---.

 

LOPES, Augusto Cândido. Filho de Cândida (ou Cândida Augusta) Lopes, costureira, moradora na Rua da Calçada. Neto materno de Josefa Lopes. Nasceu a 17/5/1897 e foi batizado na igreja de SMP a 24 desse mês e ano. Padrinhos: Diogo Pinto, casado, servo da Misericórdia, e Cândida Laurinda Pinto, casada. // Aprendeu a profissão de alfaiate com Francisco José Ribeiro, pai de Ângelo Ribeiro. Depois do serviço militar cumprido ingressou na GNR, prestando serviço em Monção, etc. // Viveu maritalmente com Maria Fernandes da Silva e geraram Maria Emília (nasceu em Campanhã, Porto, por volta de 1920, e casou com Mário Baleixo, de Rouças); Maria Salomé (nasceu na Vila de Melgaço a 21/9/1922); Augusto Carlos (nasceu na Vila a 10/10/1925). // Morreu no Rio do Porto, Vila, a --/--/1927, com apenas 30 anos de idade, ainda sua mãe era viva.    

 

LOPES, Augusto Carlos. Filho de Augusto Cândido Lopes, solteiro, alfaiate e depois soldado da GNR, solteiro, natural da Vila de Melgaço, e de Maria Fernandes da Silva, solteira, peixeira, natural da freguesia de Monserrate, Viana do Castelo, moradora na Vila de Melgaço. Neto paterno de Cândida Lopes; neto materno de António da Silva e de Albina Rosa Dias Fernandes. Nasceu na Vila de Melgaço a 10/10/1925 e foi batizado na igreja a 18 desse mês e ano. Padrinhos: Carlos António Afonso, residente no Brasil, representado por seu prucurador e irmão, José Cândido Afonso, morador em Chaviães, e Ludovina. // Casou na igreja de Paderne a 21/1/1946 com Maria dos Anjos Pereira. Ficaram a residir em Golães. // Foi funileiro, mas vendo que a profissão mal dava para a côdea, emigrou para a França. // Depois da aposentação voltaram para Melgaço. // A sua esposa faleceu a 10/10/2006. // Ele em 2012 residia em Golães, Paderne. // Morreu em Golães a --/2/2015. // Com geração. // Nota: era irmão, por parte da mãe, de Acácio Dias, escultor.       

 

LOPES, Augusto José. Filho de Teresa Joaquina Lopes, solteira, moradora no Carvalho, SMP. N.m. de José Bernardo Lopes e de Januária Lopes, do dito lugar. Nasceu a 24/3/1853 e foi batizado a 27 desse mês e ano. Padrinhos: José Esteves (o Rainha) e Maria Luísa Gonçalves (do Silvestre), solteira, todos da Vila.

 

LOPES, Beatriz. Filha de José Cândido Lopes, carpinteiro, da Vila, e de Maria das Dores Fernandes, exposta na Roda do extinto concelho de Valadares, doméstica, moradores na Vila. N.p. de Maria das Dores Lopes, criada de servir, de SMP; n.m. de Ana Rosa Fernandes, solteira, da Vila, e antes aqui residente «a qual sei ser mãe da mãe da criança» (assim escreveu o padre). Nasceu na Rua da Calçada, Vila, a 6/2/1891, e foi batizada a 22 desse mês. Padrinhos: Cândido Augusto Correia dos Santos Lima, solteiro, proprietário, e Emília de La Sallette Barros, solteira, proprietária. // Casou civilmente, a 5/4/1920, com Francisco Caetano, de 30 anos de idade, de Rouças, filho de António Cardoso e de Florinda de Sousa. // O seu marido finou-se em Rouças a 14/2/1960. // Ela faleceu na Vila a 3/8/1970. 

 

LOPES, Bernarda Maria. Filha de Domingos Lopes, da Vila, e de Maria Pires Veloso, de Penso, moradores na Calçada. N.p. do Dr. Domingos Lopes Azevedo, de Chaves, e de Maria Teresa, solteira, moradora na Calçada, Melgaço; n.m. de António Pires Veloso e de Quitéria Pereira, solteira, ambos naturais de Penso, e ali moradores. Nasceu a 20/8/1786 e foi batizada na igreja de SMP a 23 desse mês e ano. Padrinhos: Leão José Gomes de Abreu e esposa, Maria Pereira de Araújo, melgacenses.   

 

LOPES, Bernardo. Filho de António Lopes, dos Arcos, e de Gregória Marques, de Melgaço. Nasceu no século XVIII. // Casou com Bernarda Meleiro. // Em 1797 morava no Outeiro Alto (Galvão). // Pai de Manuel Bento e de Mariana, casada com Manuel José Quintela. // Nota: parece ser o mesmo senhor que morreu no lugar dos Moinhos, freguesia da Vila, onde morava, a 25/2/1806, no estado de viúvo.

 

LOPES, Bernardo Joaquim. Filho de Bernardo José Lopes e de Josefa Januária Lopes, lavradores, residentes na Rua Direita, SMP. N.p. de António José Lopes e de Antónia Lourenço (ou Lourença Antónia), marchantes na Vila de Melgaço; n.m. de António Lopes e de Josefa Fernandes, de São Pedro de Leirado, Ourense. Nasceu na Vila a 24/11/1825 e foi batizado nesse dia pelo padre Carlos Domingues. Padrinhos: Joaquim Daniel Torres Salgado, escrivão da Câmara Municipal, e serviu de madrinha Francisco Bernardo Pereira da Gama, ambos da Vila. // Tinha 47 anos de idade, era solteiro, lavrador, quando casou na igreja de SMP a 17/11/1872 com Rosa Maria, de cerca de 30 anos de idade, solteira, exposta na Galiza e batizada na igreja matriz da Vila de Melgaço por ordem de Sua Excelência [o bispo] a 22/8/1872. No ato disseram ao pároco que reconheciam por seus filhos legítimos a Jerónimo José, nascido a 4/7/1866, a João, nascido a 4/4/1869, e a Teresa Joaquina, nascida a 8/6/1872. Testemunhas: Jerónimo Pereira, de intramuros, casado, e Caetano Celestino de Sousa, mordomo da igreja. // Faleceu no Bairro do Carvalho, Vila, a 12/8/1901, com todos os sacramentos, sem testamento, e foi sepultado no cemitério municipal.

 

LOPES, Bernardo José. Filho de António José Lopes, de Leirado, Milmanda, Ourense, e de Lourença Antónia, da Cela, Tui, moradores no Bairro do Carvalho, Vila de Melgaço. N.p. de Fabião Lopes e de Maria Fernandes; n.m. de Marta Rodrigues, solteira. Nasceu a 11/3/1793 e foi batizado na igreja de SMP a 19 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Bernardo Gomes e sua esposa, Úrsula Josefa, melgacenses. // Casou com Josefa Januária Lopes.

 

LOPES, Caetano José. Filho de Manuela Lopes, de São Miguel de Cecriños, Galiza, viúva de João Ribeiro. Neto materno de Francisco Lopes e de Teresa Simões, galegos. Nasceu a 28/8/1864 e foi batizado na igreja de SMP a 31 desse mês e ano. Padrinho: Caetano Celestino de Sousa. 

 

LOPES, Cândida (ou Cândida Augusta). Filha de Josefa de Jesus Lopes. Nasceu em SMP, Vila de Melgaço, a --/--/18--. // Teve um filho, Augusto Cândido, nascido na Vila em 1897, que morreu em 1927. // Em 1900 deu à luz outro filho: Reinaldo Cândido. // E em 1904 uma filha: Maria Isabel. // Ela em 1937 ainda devia estar viva, pois nesse ano uma senhora com o seu nome recebeu 2$50, do dinheiro enviado por Eusébio Pinto, residente no Bié, para as pessoas necessitadas de Melgaço. // (ver Notícias de Melgaço n.º 351).   

 

LOPES, Cândida da Conceição Quintião (Chaufera). Filha de António Joaquim Lopes e de Maria Gonçalves. Nasceu em Valença a --/--/1896. // Veio para Melgaço ainda mulher nova, em companhia de um chafeur de praça, daí a alcunha, ele natural da ilha da Madeira; ela por aqui foi ficando, apesar do namorado se ter ido embora. // Morou em uma casinha junto às muralhas. // Passou a vender tremoços, doces, etc., para ganhar a vida. // Durante algum tempo viveu maritalmente com Amadeu Caetano Dias, latoeiro, de quem teve uma filha, Palmira de Lurdes Lopes. // Nos anos cinquenta já andava de bengala, sinal de que a sua saúde era débil. // Faleceu na freguesia de Ferreiros, Braga, em casa da dita filha, em 1968, com 72 anos de idade. // (ver Notícias de Melgaço n.º 1703, de 24/11/1968).      

 

LOPES, Carlos João. Filho de Bernardo José Lopes e de Josefa Januária, moradores na Rua Direita. N.p. de António José Lopes e de Antónia Lourenço, de Melgaço; n.m. de António Lopes e de Josefa Fernandes, de São Pedro de Leirado, Ourense. Nasceu a 28/1/1835 e foi batizado pelo padre Bernardino José Gomes, pároco da Vila. Padrinhos: João Correia dos Santos Lima e esposa, Emília Perfeita da Rocha Gonçalves.  

 

LOPES, Carmelina Maria. // Nasceu em Vila Nova de Cerveira por volta de 1931. // «Viveu muitos anos em Melgaço». // Faleceu em Tours, França, a 4/5/2020, com 89 anos de idade (A Voz de Melgaço de 1/6/2020).  

 

LOPES, Casimiro Augusto. Filho de Cândido Augusto Lopes, cocheiro, de Prado, e de Ermelinda Gomes da Costa, de Barbeita, Monção. N.p. de João António Lopes e de Maria Inácia da Costa; n.m. de José Gomes da Costa e de Maria Domingues Torres. Nasceu na Rua da Calçada, Vila, a 8/8/1901, e foi batizado a 22 desse mês e ano. Padrinhos: Casimiro da Silva Costa, casado, da Vila de Monção, e Umbelina Augusta da Cunha, solteira, da Rua Nova de Melo, Vila de Melgaço.  

    

LOPES, Clara Rosa. Filha de Ana Lopes, moradora na Vila de Melgaço. Neta materna de Maria Rosa Lopes, de Prado. Nasceu a 14/9/1850 e foi batizada na igreja de SMP a 20 desse mês e ano. Padrinhos: José Maria Pereira, veterano, natural do Val dos Arcos, e Clara Rosa de Castro, de Remoães, residente na Vila. 

 

LOPES, Claudina Rosa. Filha de João Manuel Lopes e de Josefa Maria da Cunha, moradores no Campo da Feira de Fora. N.p. de Domingos António Lopes e de Maria Pires Veloso; n.m. de Inácio António da Cunha e de Domingas Maria Vaz. Nasceu a 15/3/1827 e foi batizada na igreja de SMP a 18 desse mês. Padrinhos: António Manuel da Cunha e Vitória Ventura da Cunha, tios da batizanda, da Vila. // Em Outubro de 1849 ainda se encontrava solteira. 

 

LOPES, Domingos. Filho de João Manuel Lopes e de Josefa Maria da Cunha, moradores no Campo da Feira de Fora. N.p. de Domingos António Lopes e de Maria Pires Veloso; n.m. de Inácio António da Cunha e de Domingas Maria Vaz, residentes intramuros. Nasceu a 22/1/1820 e foi batizado na igreja católica a 29 desse mês e ano. Padrinhos: os seus avós paternos.

 

LOPES, Domingos António. Filho natural do Dr. Domingos Lopes de Azevedo, de Chaves, juiz de fora em Melgaço entre 1750 e 1754, e de Maria Teresa, da Calçada, Melgaço (OJM, de ACE, p. 70). Nasceu na Vila a --/--/1752. // Morou na Rua de Baixo, Vila. // Faleceu a 1/11/1828, casado com Maria Pires Veloso. // Pai de João Manuel.

 

LOPES, Domingos António. Filho de João Manuel Lopes e de Josefa Maria da Cunha. Nasceu na Vila a --/--/18--. // Casou na igreja de Castro Laboreiro, onde morava, a 8/5/1863, com Joana, de 23 anos de idade, solteira, de Santa Maria de Arcos, bispado de Ourense, filha de Tomás Barroza e de Gertrudes Álvares, do Carballino (Carvalhinho?). Testemunhas: padre Manuel Vicente Pereira e Domingos José Pires, negociante. // Nota: lê-se à margem do assento: «declaro que a idade de cada um dos nubentes é de 43 anos por ambos haverem nascido em 1820.» (!!!)  

 

LOPES, Domingos José. Filho de Francisco Manuel Lopes e de Luísa Gonçalves, moradores na Vila. N.p. de Domingos António Lopes e de Maria Pires Veloso, da dita freguesia; n.m. de Francisco Gonçalves e de Feliciana Rodrigues, de Remoães. Nasceu a 10/12/1806 e foi batizado na igreja de SMP a 14 desse mês. Padrinhos: Caetano José de Abreu e esposa, Maria Teresa Mosqueira, da Vila. // Foi escrevente da Fazenda Nacional. // Faleceu na Rua Direita, Vila, a 22/7/1867, casado com Maria Coelho, e foi sepultado na igreja matriz. // Não deixou filhos.  

 

LOPES, Emília. Filha de Augusto Cândido Lopes, alfaiate e soldado da Guarda Nacional Republicana, e de Maria Fernandes da Silva. // Nasceu no Porto a --/--/1920. // Casou com Mário, da Vila de Melgaço, filho de Maria Julieta Baleixo. // Morreram ambos no Brasil. // Deixaram cinco filhos.   

 

LOPES, Fausto Augusto Guedes. Filho de Cândido Augusto Lopes, cocheiro, da freguesia e Vila de Monção, e de Ermelinda Gomes da Costa, doméstica, de Barbeita, Monção. N.p. de João António Lopes e de Maria Inácia da Costa; n.m. de José Gomes da Costa e de Maria Domingues Torres. Nasceu na Rua Nova de Melo, Vila de Melgaço, a 8/3/1908, e foi batizado na igreja de SMP a 11 desse mês e ano. Padrinhos: António Luís da Cunha, casado, proprietário, e Umbelina da Cunha, casada, proprietária. // Casou na Conservatória do Registo Civil de Monção a 8/5/1931 com Maria, de 20 anos de idade, natural de Bela, Monção, filha de Alfredo Gonçalves e de Aurora Martins. // Faleceu na dita freguesia de Bela a 10/4/1959.    

 

LOPES, Fernando Augusto. Filho de Maria Joaquina Lopes. Neto materno de Maria Josefa Lopes. Nasceu na Vila a 23/10/1840 e foi batizado na igreja de SMP a 29 desse mês. Padrinho: José Manuel Gomes de Abreu. 

 

LOPES, Florinda Augusta. Filha de Cândido Augusto Lopes, de Prado, e de Ermelinda Gomes da Costa, de Barbeita, Monção. Nasceu a --/--/190-. // Faleceu na Rua da Calçada, Vila, a 1/1/1912, com cinco anos de idade.

 

LOPES, Francisco. // Morou intramuros, SMP. // Faleceu a 30/10/1855, casado com Luísa, e foi sepultado na igreja matriz com ofício de 10 padres. Era pobre.   

 

LOPES, Francisco. Filho de Teresa Joaquina Lopes, solteira, da Vila. N.m. de António José Lopes e de Antónia Lourenço. Nasceu a 20/7/1823 e foi batizado na igreja de SMP a 26 desse mês e ano. Padrinhos: Diogo Esteves, galego, e a mãe de Jesus.

 

LOPES, Francisco. Filho de Teresa Joaquina Lopes, solteira, moradora no Carvalho, Vila. N.m. de José Bernardo Lopes e de Josefa Januária Lopes, do dito lugar. Nasceu a 1/6/1857 e foi batizado a 7 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco Meleiro, de Crastos, Paderne, marchante, e Rosa, tia materna da mãe do batizando. // Carpinteiro. // Casou com Emília Rosa, filha de José de Sousa Machado e de Ana Joaquina. // Pai de Guilhermino Lopes. // Nota: ficou legitimado pelo matrimónio subsequente dos pais (ver Jerónimo José Pereira).

 

LOPES, Francisco (Galego da Feira Nova). Filho de António Rodrigues Lopes, lavrador, e de Maria Fernandes, doméstica. Nasceu em São Pedro de Capareiros (Barroselas), Viana do Castelo, a --/--/1871. // Segundo me contou uma sua neta, Ana Maria, ele estava em Chaimite, Moçambique, no ano de 1895, a cumprir o serviço militar, quando o capitão Mouzinho de Albuquerque prendeu o imperador dos vátuas, Gungunhana. // No regresso de África emigrou para a Suíça, onde foi operário em uma fábrica de relógios. Dali partiu para Vila Garcia, Barcelona, onde abriu uma ourivesaria. Da Espanha veio para Melgaço, onde exerceu a profissão de fotógrafo e de relojoeiro. Na década de trinta andou envolvido na pesquisa de volfrâmio, na Aguieira (VM 1016, de 15/10/1994, página 10). // Casou na Vila de Melgaço por volta de 1921 com Carmen de Oliva, nascida em Ribeira de Creciente, Caniça, a 15/9/1889. // A esposa abriu um pequeno restaurante (taberna) nos baixos da antiga praça de peixe. // No “Notícias de Melgaço” n.º 329, de 18/10/1936, escreveu-se: «contígua ao atelier do relojoeiro e fotógrafo amador, Rodrigues, ao fundo do Largo Hermenegildo Solheiro, acaba de ser instalada uma nova agência forense, que se encarrega de cobranças de dívidas, requerimentos e demais serviços de solicitação ou procuradoria…» Pertencia ao advogado Dr. Artur Anselmo. // Morreu na Rua do Espírito Santo, Vila de Melgaço, a 7/2/1944, com 73 anos de idade. // Deixou filhos da esposa, mas também – segundo a citada fonte – tinha deixado em Espanha um ror de crianças geradas em várias nomoradas que tivera. // A sua viúva finou-se em França, provavelmente em casa da sua filha Ana, a 29/12/1968, mas está sepultada no cemitério municipal da Vila de Melgaço.     

                                               

 

LOPES, Francisco Manuel. Filho de Domingos António Lopes e de Maria Pires Veloso, moradores na Calçada. N.p. do Dr. Domingos Lopes de Azevedo, de Chaves (juiz de fora em Melgaço de 1751 a 1754), e de Maria Teresa, solteira, da Vila de Melgaço; n.m. de António Pires Veloso e de Quitéria Pereira, solteira, ambos de Penso. Nasceu a 2/4/1781 e foi batizado na igreja de SMP dois dias depois. Padrinhos: Francisco José Costa, da Vila, e Maria Manuela, solteira, de Prado. Testemunhas: Manuel Pereira Novais e MPF, ambos da Vila. // Casou na igreja de SMP a 28/2/1803 com Luísa, filha de Francisco Gonçalves e de Feliciana Fernandes, residentes em Remoães. Testemunhas: JDTS, Manuel Pereira de Novais, e António Eusébio, mordomo da igreja, todos da Vila. // Com geração.      

 

LOPES, Francisco Manuel. Filho de João Manuel Lopes e de Josefa Maria da Cunha, moradores no Campo da Feira de Fora. N.p. de Domingos António Lopes e de Maria Pires Veloso; n.m. de Inácio António da Cunha e de Domingas Maria Vaz. Nasceu a 10/9/1822 e foi batizado na igreja de SMP a 24 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco Manuel da Cunha e sua irmã, Maria Vitória da Cunha, tios maternos do batizando, residentes na Vila. // Proprietário. // Casou na igreja de Cristóval, onde residia, a 16/7/1856, com Cármen, filha de Francisco António Durães e de Ramona Moure, de São Gregório. Testemunhas: José da Costa, viúvo, do lugar da Porta; e António Joaquim de Barros, de São Gregório. // Faleceu na Rua Verde a 11/3/1892, com 69 anos de idade, no estado de casado, com todos os sacramentos, sem testamento, e foi sepultado na igreja no dia 12. // Com geração.   

 

LOPES, Guilhermino. Filho de Francisco Pereira Lopes, carpinteiro, e de Emília Rosa de Sousa, moradores na Rua de Baixo, SMP. N.p. de Jerónimo José Pereira e de Teresa Joaquina Lopes; n.m. de José de Sousa Machado e de Ana Joaquina. Nasceu a 13/9/1887 e foi batizado a 29 desse mês e ano. Padrinhos: Luís da Silva e mulher, Teresa de Jesus da Silva. 

 

LOPES, Januário. // Faleceu na Vila de Melgaço a 21/10/1838 e foi sepultado na igreja matriz.

 

LOPES, Joana (Alves?). // Faleceu na Rua da Misericórdia, SMP, a 17/9/1837, e foi sepultada na igreja matriz.

 

LOPES, Joana Rosa. Filha de António José Lopes, de Leirado, jurisdição de Milmanda, Ourense, e de Lourença Antónia, da Cela, Tui, moradores no Bairro do Carvalho, Vila de Melgaço. N.p. de Fabião Lopes e de Maria Fernandes, de Leirado; n.m. de Marta Rodrigues, solteira, da Cela. Nasceu na Vila a 7/9/1791 e foi batizada na igreja de SMP a 11 desse mês e ano. Padrinhos: João Luís de Brito e sua filha, Joana Rosa, de Ponte de Lima.

 

LOPES, João (Cambado). Filho de Bernardo Joaquim Lopes e de Rosa Maria Exposta. Nasceu na Vila a 4/4/1869. // Carreteiro. // Faleceu a 28/2/1946. // Nota: deve ser o senhor que a 14/8/1912, na Rua do Rio do Porto, o soldado da Guarda-Fiscal, Manuel Esteves Pinto, lhe apreendeu um par de alpercatas, compradas em Espanha, as quais trazia ocultas entre uns sacos com sal, pagando de direitos e multa 3$810 réis; era lavrador e estava solteiro (Correio de Melgaço n.º 11, de 18/8/1912).

 

LOPES, João. Filho de José António Fernandes Lopes e de Balbina Lopes. Nasceu em -------------, a --/--/18--. // Em 1913 veio transferido de Terras de Bouro para Melgaço a fim de ocupar o cargo de secretário de finanças (Correio de Melgaço n.º 46, de 20/4/1913). // Em 1914 foram-lhe concedidos quinze dias de licença (ver Correio de Melgaço n.º 93, de 29/3/1914, e Correio de Melgaço n.º 108). // Em 1915 foi transferido para Ponte da Barca (Correio de Melgaço n.º 146, de 25/4/1915). // Nota: seu pai morreu em Tourém (talvez Montalegre) no início de Outubro de 1913; também fora secretário de finanças (Correio de Melgaço n.º 71, de 19/10/1913).

 

LOPES, João. Filho de Rogério Augusto Lopes e de Maria da Cruz Colmeiro. Nasceu na Vila de Melgaço a --/--/193-. // Antes do serviço militar emigrou para França. // Casou nesse país com Luísa, natural de Castelo Branco, salvo erro (ver António Augusto Lopes). // Em 1962 visitou Melgaço (ver Notícias de Melgaço n.º 1446, de 2/9/1962).   

    

LOPES, João Batista. // Faleceu na Vila, intramuros, a 7/11/1869, em casa de sua irmã Caetana, viúva de Apolinário, viúvo, o qual dizia ter sido casado em Lisboa com Maria da Conceição «porém nenhum esclarecimento deste tenho em meu poder legalmente; também dizem que tratou ou fez escritura, eu nada sei de certo» (assim escreveu o padre). // Foi sepultado na igreja matriz. // Constava que tinha filhos.  

 

LOPES, João José. Filho de José Bernardo Lopes e de Josefa Januária Lopes, moradores intramuros. N.p. de António José Lopes e de Antónia Lourença, marchantes na Vila; n.m. de António Lopes e de Josefa Fernandes, de Leirado, Ourense. Nasceu a 24/4/1828 e foi batizado na igreja de SMP a 28 desse mês. Padrinhos: João Pita Bezerra e esposa, Maria Teresa Ribeiro da Costa Codesso, do Campo da Feira de Fora.

 

LOPES, João Luís. Filho de Bernardo Lopes e de Bernarda Meleiro, moradores no Outeiro Alto, Vila. N.p. de António Lopes e de Gregória Marques, do dito lugar; n.m. de Lourenço Meleiro e de Ana Rodrigues, residentes em Malhagrilos, Prado. Nasceu a 22/4/1768 e foi batizado na igreja de SMP pelo padre Luís António Lima, de São João de Sá, Valadares, a 26 desse mês e ano. Padrinhos: João Domingues, do lugar da Carreira, São Paio de Melgaço, e Maria Meleiro, do lugar de Raposos, Prado. Testemunhas: João António Araújo e Manuel António de Araújo, ambos da Vila. 

 

LOPES, João Manuel. Filho de Domingos António Lopes e de Maria Pires Veloso, moradores na Calçada. N.p. do Dr. Domingos Lopes de Azevedo, de Chaves, juiz de fora que foi em Melgaço, e de Maria Teresa, solteira, residente na Calçada; n.m. de António Pires Veloso e de Quitéria Pereira, solteira, ambos de Penso, termo de Valadares. Nasceu na Vila a 13/5/1777 e foi batizado na igreja de SMP a 17 desse mês. Padrinhos: padre João Domingues Cordeiro e sua irmã, Teresa Maria, solteira, de Penso (representada por Francisco Manuel Pereira da Gama, da Vila). Testemunhas: padre Manuel Pedro Loné, pároco de SMP, e MPF, mordomo da igreja. // Casou na igreja de SMP a 12/2/1817 com Josefa Maria, filha de Inácio António da Cunha e de Domingas Maria Vaz, todos de intramuros. Testemunhas: padre António José Gomes, de Corujeiras, João Manuel Pinto, casado, e João de Barros, morador no CFF, todos da Vila. // Moraram em Galvão (Outeiro Alto). // Faleceu antes de Outubro de 1849. // A sua viúva finou-se a 3/6/1870. // Com geração. // (ver, em Cristóval, Joaquim Júlio Lopes).

 

LOPES, João Manuel. // Morou no Campo da Feira de Fora, SMP. // Faleceu a 9/8/1835, casado, e foi sepultado na igreja matriz.

 

LOPES, João Manuel. Filho de João Manuel Lopes e de Josefa Maria da Cunha, residentes no Campo da Feira de Fora. N.p. de Domingos António Lopes e de Maria Veloso Pires; n.m. de Inácio António da Cunha e de Domingas Maria Vaz, moradores na Rua Direita. Nasceu a 23/9/1825 e foi batizado na igreja de SMP a 29 desse mês. Padrinhos: Francisco Manuel da Cunha e Maria Vitória da Cunha, tia materna do neófito, da Vila.     

 

LOPES, João Manuel. Filho de ---------- Lopes e de --------- Pereira de Sousa. Nasceu em Leiria a --/--/19--. // Em 1990 assumiu as funções de gerente da CGD na Vila de Melgaço; vinha da agência da sua terra natal. // Em 1992 foi transferido, a seu pedido, para Estarreja, para o mesmo cargo. // (VM 929 e VM 970).

 

LOPES, Joaquim Júlio. Filho de João Manuel Lopes e de Josefa Maria da Cunha, moradores no Campo da Feira de Fora. Neto paterno de Domingos António Lopes e de Maria Pires Veloso; neto materno de Inácio António da Cunha e de Domingas Maria Vaz. Nasceu 26/7/1829 e foi batizado na igreja de SMP a 30 desse mês e ano. Padrinhos: António Manuel da Cunha e Vitória Ventura da Cunha, tios maternos do neófito. // Casou na igreja de Cristóval a 16/7/1856, com Josefa, filha de Francisco António Durães e de Ramona Moure, de São Gregório. Testemunhas: José da Costa, viúvo, do lugar da Porta, e António Joaquim de Barros, de São Gregório. // Morreu em São Gregório a 20/4/1866, com 45 anos de idade, em consequência dos golpes que recebera provocados pelas ruínas da casa de Joaquim Berna (!), do dito lugar, cujo acidente ocorreu pelas oito horas e trinta minutos da manhã; sem testamento. // Pai de Maria, de José, de Francisco, e de Rufino António. // Nota: aquando da sua morte a sua esposa estava grávida (ver Claudina Júlia).   

 

LOPES, Joaquina Carlota. Filha de João Manuel Lopes e de Josefa Maria da Cunha, moradores no Campo da Feira de Fora. N.p. de Domingos António Lopes e de Maria Pires Veloso; n.m. de Inácio António da Cunha e de Domingas Maria Vaz. Nasceu a 10/1/1819 e foi batizada na igreja de SMP a 18 desse mês. Padrinhos: Inácio António da Cunha e Maria Helena Gomes, da Vila. 

 

LOPES, José (Padre). Filho de António José Lopes e de --------------------------. N.p. de Francisco Lopes e de Madalena Marques. Nasceu no Outeiro Alto, Galvão, no século XVIII. // Em 1781 teve de pagar à Confraria das Almas de Prado a quantia de 12.000 réis, valor de um empréstimo contraído por seu pai a 21/8/1744, tendo morrido sem o liquidar. // Foi aceite na dita Confraria a 25/8/1793, dando de entrada 1.600 réis.

 

LOPES, José. Nasceu na Vila por volta de 1812. // Moleiro. // A sua esposa, Maria Manuela Ferreira, faleceu na sua casa das Carvalhiças, Vila, a 30/4/1869, no estado de casada, com 50 anos de idade. // Ele finou-se também nas Carvalhiças, em sua casa, a 23/9/1880, com 68 anos de idade, viúvo da dita Manuela Ferreira, e foi sepultado no cemitério. // Deixaram filhos.

 

LOPES, José Augusto. Filho de Alfredo Augusto Lopes, de Chaviães, e de Olívia dos Remédios Gonçalves, da Vila, onde moravam, lavradores. N.p. de António Luís Lopes e de Maria Joaquina Rodrigues; n.m. de Manuel Gonçalves e de Maria Josefa Gonçalves. Nasceu no lugar da Assadura a 28/6/1905 e foi batizado na igreja de SMP a 2 de Julho desse ano. Padrinhos: Dr. António Joaquim Durães, casado, e Florinda dos Santos Lima, solteira, proprietária. // Faleceu na Vila a 11/8/1920.        

LOPES, José Augusto. Filho de Rogério Augusto Lopes e de Maria da Cruz Colmeiro. Nasceu na Vila a --/12/1926. // Emigrou para França. // Morreu na vila de Melgaço a --/08/2023, com 96 anos de idade.

 

LOPES, José Bernardo. Filho de António José Lopes e de Antónia Lourenço (ou Lourença Antónia) Lopes, moradores intramuros, Bairro do Carvalho. N.p. de Fabião Lopes e de Maria Fernandes, de Leirado, Galiza; n.m. de Marta Rodrigues, solteira, da Cela, Tui. Nasceu a 2/4/1798 e foi batizado na igreja de SMP a 4 desse mês. Padrinho: Bernardo José Fernandes, de Santa Maria de Bouro, Amares. // Lavrador/proprietário. // Casou na igreja matriz a 14/2/1822 com Januária, filha de António Lopes e de Josefa Fernandes, de São Pedro do Leirado, Ourense, moradora na Vila de Melgaço. Testemunhas: Joaquim Daniel Torres Salgado, escrivão da CMM; AJR, mordomo da igreja; e João Luís Abreu, lavrador, residente junto à Misericórdia. // Depois de viúvo voltou a casar, novamente na igreja de SMP, a 17/12/1861, morava no bairro do Carvalho, com a sua cunhada, Josefa, de 58 anos de idade, solteira, lavradora, batizada na freguesia de São Pedro de Leirado, Galiza, filha de António Lopes e de Josefa Fernandes, galegos, neta paterna de José Fernandes, de Leirado, e os mais avós ignorados. Testemunhas: Caetano Celestino de Sousa e João Fernandes, marchante na Vila de Melgaço. // Faleceu na sua casa da Rua do Carvalho, Vila, a 18/10/1876, repentinamente, casado com a dita Josefa Fernandes Lopes, e foi sepultado na igreja matriz. Fizera testamento. Deixou filhos. // A sua viúva faleceu na Rua Direita, Vila, a 9/4/1891, com 77 anos de idade, e foi sepultada no cemitério municipal; consta que fizera escritura testamentária; não deixou filhos.

              

LOPES, José Cândido (Lopes da Assembleia). Filho de Maria das Dores Lopes, solteira, criada de servir. Neto materno de José Lopes e de Maria Manuela Ferreira, moleiros, naturais de São Pedro Félix de Broes, Ourense, residentes nas Carvalhiças, Vila de Melgaço. Nasceu a 4/1/1864 e foi batizado na igreja de SMP a 18 desse mês. Padrinhos: Cândido Augusto Correia dos Santos Lima, solteiro, estudante, e Constância Júlia Gomes de Abreu, solteira. // Tinha 26 anos de idade, era solteiro, carpinteiro, quando casou na igreja de SMP a 9/2/1890 com Maria das Dores, de 36 anos de idade, solteira, criada de servir, exposta na Roda do extinto concelho de Valadares, batizada na igreja de S. Miguel de Messegães, moradora na Vila de Melgaço, em companhia de Ana Rosa Fernandes «que diz ser essa a mãe». Testemunhas: Cândido Augusto Correia dos Santos Lima, solteiro, proprietário, e Caetano Celestino de Sousa, ambos de SMP. // Militou no Partido Progressista. // Inaugurou a 19/4/1896 o “Café Melgacense”, que esteve instalado num prédio junto à capela de Santo António (Praça do Comércio até 1910, e depois Praça da República). // Em 1908 foi nomeado regedor da Vila de Melgaço (JM 727). Em Junho de 1915 tinha novamente esse cargo. // Foi jurado para as causas-crime no 1.º semestre de 1915. // Faleceu na Vila 28/2/1919 (no JM 1237 diz-se que ele morreu a 1/3/1919). // Uma sua filha casou com Macker Luís Teixeira Pinto.

 

LOPES, José Cândido. Filho de Bernardo José Lopes e de Rosa Maria Exposta, lavradores, residentes na Rua do Carvalho, Vila. N.p. de José Bernardo Lopes e de Januária Josefa Lopes. Nasceu a 20/12/1877 e foi batizado a 26 desse mês e ano. Padrinhos: JCGA e Virgínia Nunes de Almeida, solteira, proprietária.

 

LOPES, José Cândido. Filho de José Joaquim Lopes, cabo da GF, da Vila, e de Filomena Rodrigues, lavradeira, de Paderne, moradores na Rua de Baixo, Vila. N.p. de Dolores Lopes, solteira, de São Pedro Felix de Broes, Ourense; n.m. de António Francisco Rodrigues e de Maria Joaquina Esteves, lavradores, de Paderne. Nasceu a 13/2/1893 e foi batizado a 26 desse mês e ano. Padrinhos: JCGA e Margarida Augusta Pires, solteira, filha-família, da Vila.

 

LOPES, José Constantino. Filho de José Bernardo Lopes, marchante, e de Josefa Januária Lopes, moradores intramuros. N.p. de António José Lopes e de Antónia Lourenço, de Melgaço; n.m. de António Lopes e de Josefa Fernandes, de Leirado, Ourense. Nasceu a 24/3/1830 e foi batizado na igreja de SMP a 31 desse mês e ano. Padrinhos: padre José Joaquim Torres e António Jacinto Araújo Azevedo, de Chaviães, sargento-mor do termo de Melgaço.

 

LOPES, José Joaquim. Filho de João Manuel Lopes e de Josefa Maria da Cunha. N.p. de Domingos António Lopes e de Maria Pires Veloso; n.m. de Inácio António da Cunha e de Domingas Vaz. Nasceu a 13/2/1824 e foi batizado na igreja de SMP a 19 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco Manuel da Cunha e sua irmã, Maria Josefa da Cunha, solteiros, tios maternos do batizando.

 

LOPES, José Joaquim. Filho de Teresa Joaquina Lopes, moradora no Bairro do Carvalho, Vila. Neto materno de José Bernardo Lopes e de Josefa Januária Lopes, marchantes. Nasceu a 2/11/1847 e foi batizado na igreja de SMP a 7 desse mês e ano. Padrinhos: Joaquim António da Silva (Joaquim da Mestra), tocando como madrinha Dionísio José de Caldas, marchante na Valinha, Ceivães, Valadares. // Sem mais notícias.

 

LOPES, José Joaquim (Pata). Filho de Dolores (ou Maria das Dores - ver) Lopes, solteira, de São Pedro Felix de Broes, Ourense, moradora nas Carvalhiças, Melgaço, e de (*). Neto materno de José Lopes e de Maria Manuela Ferreira. Nasceu a 24/3/1867 e foi batizado a 1 de Abril desse ano. Padrinhos: José Luís Calheiros, casado, lavrador, e Joaquina Lourenço, solteira, ambos das Carvalhiças. // Foi 2.º cabo da Guarda-Fiscal. // Casou com Filomena Rodrigues, de vinte anos de idade, filha de António Francisco Rodrigues e de Maria Joaquina Esteves, natural de Paderne. // Pode ler-se no Notícias de Melgaço n.º 36, de 4/11/1929: «Agradecimento. JJL, sua esposa FR, e filhos, agradecem muito reconhecidos a todas as pessoas que se dignaram visitá-los e acompanhar à última morada seu extremoso filho; e muito especialmente ao respeitável clero e praças da Guarda-Fiscal. Paderne, 23/10/1929. JJL, FR, Fernando José Lopes (ausente), Luís Joaquim Lopes, Armando César Lopes, Norberto Lopes, Maria do Loreto Lopes, Esmeralda Lopes Ribeiro, Teresa de Jesus Lopes Pires, Alice de S. Clara Lopes, Augusta da Encarnação Lopes, Margarida de Lurdes Lopes, e Leonor de Lurdes Lopes.» // Morreu no lugar de Além, Paderne, a 18/11/1951, e foi sepultado no cemitério dessa localidade. Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1002, e 25/11/1951: (...)

     A sua viúva finou-se também nessa freguesia a 22/11/1959, com oitenta e nove anos de idade. // Um filho do casal, Fernando José, foi tenente da Guarda-Fiscal. // Nota: Há quem afirme que foi ele o descobridor de uma mina de cassiterite em Castro Laboreiro; a mesma seria adjudicada para exploração a um francês, chegando a trabalhar nela doze homens; depois de acabar a guerra, em 1918, deve ter sido abandonada (ver Correio de Melgaço n.º 213, de 27/8/1916). /// (*) Informa-nos o “Mário de Prado” de que ele é filho de Florêncio Soares (Pata).

 

LOPES, José Maria. // Nasceu por volta de 1828. // Lavrador. // Faleceu a 12/2/1888, na Rua de Baixo, Vila, onde morava, com 60 anos de idade, no estado de casado, e foi sepultado no cemitério. // Fizera testamento. // Não deixou filhos.

 

LOPES, José Maria. Filho de Maria Joaquina Lopes, solteira, moradora na Rua da Calçada. N.m. de Maria Josefa Lopes. Nasceu a 23/1/846 e foi batizado na igreja de SMP a 28 desse mês e ano. Padrinhos: Dionísio José Caldas e sua filha Maria Joaquina, da Valinha, Ceivães, Valadares.

 

LOPES, José Maria. Filho de Maria Joaquina Lopes, solteira, moradora na Rua da Calçada. Neto materno de António José Lopes e de Antónia Lourenço. Nasceu a 26/9/1849 e foi batizado na igreja de SMP a 3 de Outubro desse ano. Padrinhos: Dionísio José de Caldas e sua filha Maria Joaquina, de Ceivães, Valadares. // Tinha 25 anos de idade, morava intramuros, quando casou na igreja de SMP a 12/10/1874 com Claudina (exposta), de 26 anos de idade, moradora na Vila. Testemunhas: Diogo Pinto, servo da SCMM, e sua filha Rufina, solteira, de SMP.     

 

LOPES, Josefa. Filha de Teresa Joaquina Lopes, moradora no Bairro do Carvalho, Vila. N.m. de José Bernardo Lopes e de Josefa Januária Fernandes Lopes, marchantes. Nasceu a 10/3/1850 e foi batizada na igreja de SMP no dia seguinte. Padrinhos: José Meleiro e esposa, Josefa Correia, de São Miguel de Messegães, Valadares. // Faleceu na Vila a --/--/1923, com 72 anos de idade. // Parece ser a mãe de Cândida (ou Cândida Augusta) Lopes; se for, o seu nome completo era Josefa de Jesus Lopes.

 

LOPES, Josefa Maria. Filha de Domingos António Lopes e de Maria Pires Veloso, moradores na Calçada. N.p. do Dr. Domingos Lopes de Azevedo, de Chaves, juiz de fora que foi em Melgaço, e de Maria Teresa, solteira, de Abelenda das Penas (ou Peras), Ribadávia (?), Ourense; n.m. António Pires Veloso e de Quitéria Pereira, solteiros, de Penso. Nasceu a 20/12/1775 e foi batizada na igreja de SMP. Padrinhos: padre Manuel de Gouvea Freitas, abade da igreja de Santa Eulália, termo de Valadares (representado por seu irmão, Baltazar de Gouvea Freitas), e Josefa Maria, solteira, filha legítima do dito António Pires Veloso, de Penso.   

 

LOPES, Josefa Maria da Assumpção. Filha de José Bernardo Lopes, da Vila de Melgaço, e de Januária Fernandes Lopes, de São Pedro de Leirado, Ourense. N.p. de António José Lopes e de Antónia Lourenço (ou Lourença Antónia), moradores na Vila de Melgaço; n.m. de António Lopes e de Josefa Fernandes, de Leirado, Galiza. Nasceu a 4/5/1823 e foi batizada na igreja de SMP a 8 desse mês e ano. Padrinhos: José Luís Caldas e esposa, Maria José Lopes. // (Gémea de Teresa Joaquina).  

 

LOPES, Júlio Cândido. Filho de Maria Josefa Lopes, solteira, de SMP. Neto materno de Teresa Joaquina Lopes. Nasceu intramuros, a 21/2/1871, e foi batizado a 28 desse mês e ano. Padrinhos: JCGA e Joaquina Júlia Gomes, solteira, da Vila. // Faleceu a 17/4/1872.

 

LOPES, Ladislau Joaquim. Filho de Josefa Lopes, solteira, moleira, do Carvalhinho, Galiza, moradora na Vila de Melgaço. Neto materno de José Lopes e de Manuela Ferreira. Nasceu nas Carvalhiças, SMP, a 2/5/1871, e foi batizado a 10 desse mês e ano. Padrinhos: Ladislau José (Bento de Almeida?) e sua prima, Joaquina Maria de Almeida, solteiros, moradores intramuros. // Morreu a 15/6/1871.

 

LOPES, Laura. Filha de Alfredo Augusto Lopes (Louvado), de Chaviães, e de Olívia dos Remédios da Silva Gonçalves, da Vila, rurais, moradores na Orada, SMP. N.p. de António Luís Lopes e de Maria Joaquina Rodrigues; n.m. de Manuel Gonçalves e de Maria Josefa da Silva. Nasceu na Orada a 1/5/1898 e foi batizada a 7 desse mês e ano. Padrinhos: Dr. António Joaquim Durães, Conservador privativo do Registo Predial, e Emília de La Salete de Barros, casados. // Casou a 2/5/1919 com António Joaquim, de 22 anos de idade, da Vila, filho de Manuel Francisco Cerdeira e de Emília Cândida da Cunha. // Ambos faleceram na Vila: o marido a 25/7/1977 e ela a 17/10/1987. // Com geração.     


 

 

 

 

 

 

                   

 

LOPES, Leonor Cândida. Filha de Norberto Lopes, cabo da Guarda-Fiscal, natural de Paderne, e de Alcina Olívia Alonso Dias, natural da Galiza. Neta paterna de José Joaquim Lopes (cabo Lopes) e de Filomena Rodrigues; neta materna de ------------------------------------------. Nasceu na Vila de Melgaço a --/--/1937 (NM 369).

 

LOPES, Manuel (Padre). // Faleceu em SMP,  Vila de Melgaço, a 14/1/1813.

 

LOPES, Manuel António. Filho de Manuel José Lopes e de Maria Madalena de Araújo, moradores na Rua do Carvalho, Vila. Neto paterno de Gabriel Lopes e de Mariana Gonçalves, da Vila de Monção; neto materno de Constantino Manuel Marinho, de Paredes de Coura, solteiro, soldado da praça de Valença, e de Custódia Maria, solteira, melgacense. Nasceu a 6/2/1776 e foi batizado na igreja de SMP dois dias depois. Padrinhos: António Manuel Teixeira da Gama e sua esposa, Joana Maria Engrácia de Sousa Salgado, da Vila de Melgaço. Testemunhas: padre Manuel Pedro Loné, abade de SMP, Francisco Manuel Pereira da Gama, e o padre Bernardo de Araújo.   

 

LOPES, Manuel Augusto. // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1531, de 25/10/1964: (...)

  

LOPES, Manuel Bento. Filho de Bernardo Lopes e de Bernarda Meleiro, moradores no Outeiro Alto (Galvão), Vila. N.p. de António Lopes, de Santa Eulália, termo dos Arcos, e de Gregória Marques, melgacense; n.m. de Lourenço Meleiro e de Ana Rodrigues, de Malhagrilos, Prado. Nasceu a 11/7/1762 e foi batizado na igreja de SMP a 14 desse mês. Padrinhos: o avô materno, Lourenço Meleiro, e sua filha, Gertrudes, solteira, tia materna da criança. // Faleceu na Vila, onde nascera, a 3/9/1839, e foi sepultado na igreja matriz a 5 desse mês. // Fizera testamento.

 

LOPES, Manuel José (Guimarães). Filho de Maria José Teixeira, de Vinhós, Monte Longo (atual Fafe). // Casou na igreja de SMP a 29/10/1821 com Ana Joaquina, filha de Manuel Luís Gomes de Sousa (defunto) e de Mariana Gertrudes Soares, da Vila de Melgaço, todos moradores no CFF. Testemunhas: padre Manuel Caetano da Costa Ribeiro Codeço (e Freitas?) e António J. Rodrigues, solteiro, mordomo da igreja. // Morou na Rua da Calçada, SMP. // Morreu em delírio, a 8/4/1827, no estado de casado com Ana Joaquina Gomes [de Sousa]. // Era irmão da Confraria das Almas.  

 

LOPES, Manuel José. Filho de Domingos António Lopes e de Maria Pires Veloso, moradores na Calçada. N.p. do Dr. Domingos Lopes Azevedo, juiz de fora que foi em Melgaço, e de Maria Teresa, solteira, moradora na Vila de Melgaço; n.m. de António Pires Veloso e de Quitéria Pereira, solteira, ambos de Penso. Nasceu a 14/11/1783 e foi batizado na igreja de SMP a 16 desse mês. Padrinhos: Manuel Ventura Álvares e esposa, Rosa Maria Fernandes, residentes nas Carvalhiças.  

 

LOPES, Manuel Luís. Filho de ------------ Lopes e de --------------------------------. Nasceu em --------------, a --/--/18--. // Casou com ----------------------------. // Foi oficial de diligências no concelho de Melgaço. // Em Junho de 1918 já estava viúvo. // Faleceu na Vila a --/--/1925, com 72 anos.

 

LOPES, Maria. // Nasceu em Lisboa por volta de 1815. // Faleceu a 30/9/1869, na casa de sua cunhada, Maria Lopes, casada com João de Almada, ferreiro, moradores intramuros, SMP. // Era casada com Domingos Lopes e tinha 54 anos de idade. // Foi sepultada na igreja matriz. // Não deixou filhos.

 

LOPES, Maria. Filha de Maria Josefa Lopes, solteira, moleira, de Carvalhinho, Galiza. N.m. de José Lopes e de Manuela Ferreira. Nasceu nas Carvalhiças, SMP, a 12/4/1873, e foi batizada a 15 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel José Pereira, solteiro, alfaiate, e Maria Ferreira, solteira.

 

LOPES, Maria. Filha de Francisco Rodrigues Lopes, natural de Barroselas, Viana do Castelo, e de Carmen de Oliva [Trancoso], da Galiza. Neta paterna de António Rodrigues Lopes e de Maria Fernandes; neta materna de António de Oliva e de Joana Trancoso. Nasceu na Vila de Melgaço a 14 de Maio (*) de 1925 e foi batizada na igreja de SMP a 8 de Junho (**) desse ano. Padrinhos: os seus avós maternos. // Em 1938 fez exame do ensino primário na escola da Vila, com a professora Emília Cândida de Magalhães, ficando aprovada (Notícias de Melgaço n.º 409). // Depois da 4.ª classe aprendeu a arte de costura. // Casou em 1945 com António Mário Fernandes, natural de Corçães, Rouças. // Divorciou-se do seu marido a --/--/196-. // Passou então a residir na Vila: primeiro na Rua do Espírito Santo, e depois numa casa perto da igreja da Santa Casa da Misericórdia, que uma velhota (Maria Teresa Vieira “Mantana”) lhe doou em troca da Maria tomar conta dela enquanto fosse viva; por sinal, essa senhora faleceu catorze dias depois, a 6/11/1967! // Do marido teve três filhos: Décio, Ana Maria, e Margarida, todos licenciados. // Nota: depois de separada do marido deu à luz uma menina, Maria Manuel, gerada pelo professor do ensino primário Manuel Augusto Vaz (1917-1995), natural de Rouças, Melgaço, casado. /// (*) Nasceu a 14 de Junho, mas o empregado da Conservatória do Registo Civil, por engano, registou 14 de Maio. /// (**) Deve ser 8 de Julho. (Pedir registo na CRCM).

 

LOPES, Maria Amélia. Filha de Augusto Cândido Lopes, soldado da G.N.R., e de Maria Fernandes da Silva, peixeira. Nasceu na Vila a --/--/1917 (JM 1185, de 1/12/1917). // Faleceu a 29/10/1918, com apenas doze meses de idade. 

 

LOPES, Maria Amélia. Filha de Rogério Augusto Lopes e de Maria da Cruz Colmeiro. N.p. de Teresa de Jesus Lopes; n.m. de Vitorino Augusto Colmeiro e de Rita Augusta Rodrigues. Nasceu na Vila a 4/5/1929 e foi batizada na igreja de SMP a 16/2/1930. Padrinhos: Francisco de Jesus Vaz, casado, e Emília Rodrigues, solteira, ambos da Vila. // Como seus pais eram caseiros, ajudou-os sempre nos campos. // Namorou com Henrique Augusto Alves, natural de Chaviães, e dele teve uma filha, Ana Maria Lopes (ver). O Henrique casou depois com Irene Esteves, das Carvalhiças, SMP. // Em 2012 vivia sozinha, com uma pequena pensão. // Faleceu em Fevereiro de 2015.

 

LOPES, Maria da Conceição. Filha de João Fernandes Lopes, antigo secretário de Finanças, e de Maria da Purificação Barreiros Vila Verde, naturais de São Salvador, Arcos de Valdevez, moradores na Rua Direita, Vila de Melgaço. N.p. de António José Fernandes Lopes e de Balbina de Miranda; n.m. de João Luís Vila Verde e de Maria da Glória Barreiros. Nasceu a 2/8/1914 e foi batizada na igreja de SMP a 13 de Novembro desse ano. Padrinhos: Sérgio Augusto de Barros Bacelar, casado, funcionário público, e Maria da Conceição Barreiros Vila Verde, casada, proprietária, representados no ato por Luís Barreto de Lara, casado, tenente da Guarda-Fiscal, comandante da Secção de Melgaço, e Casimira Barreto de Lara, solteira, doméstica.  

 

LOPES, Maria das Dores. // Nasceu em Espanha por volta de 1828. // Faleceu no hospital da Vila de Melgaço a 31/7/1898, só com a extrema-unção, solteira, com 70 anos de idade, sem testamento, e foi sepultada no cemitério municipal. // Nota: o padre que registou o óbito afirma que ela não deixou quaisquer filhos. No entanto, parece ser mãe de José Joaquim Lopes (Pata), gerado por Florêncio Soares.  

 

LOPES, Maria das Dores. Filha de José Lopes e de Maria Manuela Ferreira, lavradores, galegos. Nasceu na freguesia de Brus, Carvalhinho, Ourense, por volta de 1840. // Lavradeira. // A 21/10/1888, na igreja de SMP, foi madrinha de Vitorino de Jesus Maria Barbeitos, nascido na Rua Direita, Vila, a 14 desse mês e ano. // Morava na dita Rua Direita quando morreu, a 9/8/1894, solteira, com 54 anos de idade. // Foi sepultada no cemitério municipal. // Deixou filhos.

 

LOPES, Maria das Dores. Filha de Alfredo Augusto Lopes, natural de Chaviães, e de Olívia dos Remédios Gonçalves, natural da Vila, lavradores. N.p. de António Luís Lopes e de Maria Joaquina Rodrigues; n.m. de Manuel Gonçalves e de Maria Josefa Gonçalves. Nasceu no lugar da Assadura, SMP, a 6/7/1903 e foi batizada a 13 desse mês e ano. Padrinhos: António Augusto Durães, solteiro, estudante, e Maria das Dores Pereira Mendes, solteira, criada de servir, a qual assinou. // Faleceu na Assadura a 23/12/1905 e foi sepultada no cemitério municipal.

 

LOPES, Maria Joaquina. // Morou no Forte, Vila de Melgaço. // Morreu solteira, a 8/6/1855. Há cerca de um ano que se encontrava no estado de demência. Segundo escreveu o padre, havia muitos anos que andava amancebada, a mando da mãe, com um marchante, de quem teve filhos. Foi sepultada na igreja matriz, com ofício da Confraria das Almas de quinze (15) padres.

 

LOPES, Maria Joaquina. Filha de Fernando Lopes e de Ermelinda Sacramento. Nasceu em ----------, a --/--/1870 (confirmar). // Casou com João Rodrigues Nabeiro. // Enviuvou a 5/12/1926. // Faleceu a 16/12/1952, com 82 anos de idade. // Com geração.  

   

LOPES, Maria Joaquina. Filha de Josefa Lopes, solteira, jornaleira, moradora na Rua Direita, Vila. Neta materna de Teresa Joaquina Lopes. Nasceu a 9/3/1873 e foi batizada a 12 desse mês e ano. Padrinho: Jerónimo José Pereira, casado, pedreiro, morador em SMP. // Nota: foi legitimada pelo matrimónio subsequente dos progenitores. Penso que o pai se chamava Manuel Joaquim dos Reis.

 

LOPES, Maria Josefa. Filha de Francisco Manuel Lopes e de Luísa Gonçalves. N.p. de Domingos António Lopes e de Maria Pires Veloso, da Vila; n.m. de Francisco Gonçalves e de Feliciana Fernandes, de Remoães. Nasceu na Vila a 14/5/1812 e foi batizada na igreja de SMP a 18 desse mês e ano. Padrinhos: o tio paterno, João Manuel Lopes, e o avô paterno. // Faleceu a 13/1/1871, na sua casa junto à Misericórdia, viúva de Manuel Joaquim Soares, e foi sepultada na igreja matriz. // Deixou filhos.

 

LOPES, Maria Josefa. Filha de João Manuel Lopes e de Josefa Maria da Cunha, moradores no Campo da Feira de Fora. Neta paterna de Domingos António Lopes e de Maria Pires Veloso; neta materna de Inácio António da Cunha e de Domingas Maria da Ressurreição. Nasceu a 11/11/1817 e foi batizada dois dias depois. Padrinhos: padre Francisco António da Cunha (representado por Domingos António Lopes) e sua irmã, Maria Josefa da Cunha, residentes na freguesia de Prado.  

 

LOPES, Maria Josefa. // Morreu de parto, a 23/5/1846, e foi sepultada na igreja do convento [das Carvalhiças] com ofício e missas gerais, e de caixão. // Era casada com José António da Costa Guimarães, negociante na Vila de Monção.

   

LOPES, Maria Josefa. // Morou na Calçada, SMP. // Morreu a 7/6/1847, no estado de casada com José Luís do Lago, marchante, e foi sepultada na igreja matriz com ofício de vinte (20) padres.

 

LOPES, Maria Josefa. Nasceu por volta de 1846. // Faleceu a 11/2/1886, no lugar das Carvalhiças, SMP, onde morava, com 40 anos de idade, no estado de solteira, e foi sepultada no cemitério. // Deixou uma filha menor.

 

LOPES, Maria Manuel (Dr.ª) Filha de Maria Rodrigues Lopes, divorciada, (e do professor do ensino primário Manuel Vaz, casado). Nasceu na Vila a --/--/1965. // Era estudante universitária quando casou na igreja da SCMM a --/--/1990 com o Dr. Manuel Joaquim Gonçalves, natural de São Paio, gestor de empresas (*). Padrinhos da noiva: Manuel de Sousa, empregado bancário, e esposa, Maria Teresa Rodrigues (Teresa da Aida do Leonel), funcionária da Câmara Municipal de Melgaço. Padrinhos do noivo: Manuel António Fernandes, subchefe da PSP, e esposa, prof.ª Maria da Natividade Gonçalves Fernandes. O almoço foi servido no restaurante “A Lanterna”, da Vila de Melgaço. // Em 1998 era aluna da Faculdade de Filosofia de Braga (VM 1106). // // Com geração. /// (*) No ano de 1998 era um dos administradores da Adega Cooperativa de Monção; depois esteve nas Termas do Peso, no tempo de Sousa Cintra.

 

LOPES, Maria Rosa. Filha de Francisco Rodrigues Lopes, natural de Barroselas, Viana do Castelo, e de Carmen de Oliva, natural da Galiza, moradores na Vila de Melgaço. Nasceu na Vila, SMP, a --/6/1926. // Em 1938 fez exame do ensino primário na escola da Vila, com a professora Emília Cândida de Magalhães, ficando aprovada (Notícias de Melgaço n.º 409). // Casou com João da Silva Gonçalves, nascido em São Julião do Freixo, Ponte de Lima, por volta de 1900, soldado da G.N.R. // Saiu de Melgaço com o marido. // Faleceu em Janeiro de 2021, com 95 anos de idade.

 

LOPES, Maria Salomé. Filha de Augusto Cândido Lopes, de 24 anos de idade, solteiro, natural da Vila de Melgaço, alfaiate e soldado da G.N.R., e de Maria Fernandes da Silva, de 28 anos de idade, solteira, natural de Monserrate, Viana do Castelo, doméstica. Neta paterna de Cândida Augusta Lopes; neta materna de António Silva e de Albina Rosa Dias Fernandes. Nasceu na Vila a 21/9/1922 e foi batizada a 25 de Dezembro desse ano. Padrinhos: Guilherme José Fernandes, natural de Chaviães, e Maria Augusta Domingues, natural de Cristóval, solteiros, lavradores. // Rapariga ainda, partiu para a capital do país, a fim de trabalhar como empregada doméstica. // Casou a 23/8/1954 na 1.ª Conservatória do Registo Civil de Lisboa com Olímpio da Silva Oliveira, da freguesia de Santiago, Lisboa. // O seu marido morreu a 14/3/1984. // Ela finou-se na freguesia de São José, Lisboa, a 28/10/1987.  

 

LOPES, Maria Teresa. Filha de João Manuel Lopes e de Josefa Maria da Cunha, moradores no Campo da Feira de Fora. N.p. de Domingos António Lopes e de Maria Pires Veloso; n.m. de Inácio António da Cunha e de Domingas da Ressurreição Vaz. Nasceu a 18/3/1821 e foi batizada na igreja de SMP a 29 desse mês e ano. Padrinhos: avô paterno e tia paterna, Maria Josefa Lopes, residentes na Vila.  

 

LOPES, Mariana. Filha de Bernardo Lopes e de Bernarda Meleiro. Nasceu no Outeiro Alto (Galvão) a --/--/17--. // Faleceu na Vila a 5/11/1826, casada com Manuel José Quintela.

 

LOPES, Mariana Isabel. Filha de Cândida Lopes, criada de servir, de SMP. N.m. de Josefa de Jesus Lopes. Nasceu na Rua da Calçada, Vila, a 2/7/1904, e foi batizada na igreja de SMP dois dias depois. Padrinhos: Diogo Manuel Pinto, viúvo, servo da SCMM, e Cândida Laurinda Pinto, casada, de serviço doméstico. // Faleceu no Bairro do Carvalho, Vila, a 1/4/1912.   

 

LOPES, Olinda Augusta. Filha de ----------- Lopes e de ----------------------------. Nasceu em ---------- a --/--/1933 (confirmar). // Faleceu na Rua dos Parizes (!), Melgaço, a 26/10/2025, com 92 anos de idade (agência funerária Vilarinho).

  

LOPES, Palmira de Lurdes. Filha de Amadeu Caetano Dias, natural de Melgaço, e de Cândida da Conceição Quintião Lopes, natural de Valença, solteiros. N.p. de Caetano Maria Dias e de Palmira Augusta Gonçalves; n.m. de António Joaquim Lopes e de Maria Gonçalves. Nasceu na Vila de Melgaço a 8/6/1926 e foi batizada a 17 de Outubro desse ano. Padrinhos: João Augusto Ferreira e Ana do Carmo de Carvalho (Pitães). // Saiu da terra natal muito nova, por volta de 1940. // Casou com Arménio José Ferreira da Silva Araújo, de Braga, escriturário. // Em 2001 já estava viúva; morava na sua casa de Ferreiros, Braga. // Não tiveram filhos, mas criaram o filho de uns vizinhos, que mais tarde casou e ficou a viver perto dos pais adotivos.  

 

LOPES, Pedro (Dr.) Filho de ---------- Lopes e de --------------------------. Nasceu em Melgaço a --/--/19--. // Casou com a Dr.ª Graça Lopes, professora do Ensino Secundário. // Em 2000 era administrador dos hospitais da Universidade de Coimbra (VM 1138). 

 

LOPES, Raimundo. Filho de Josefa Lopes, solteira, residente com com seu cunhado, José Lopes, no Bairro do Carvalho, Vila. Neto materno de António Lopes e de Josefa Lopes, de São Pedro de Leirado, Galiza. Nasceu a 30/8/1846 e foi batizado na igreja de SMP no dia seguinte. Padrinhos: o padre batizante, João Evangelista de Sá Sotomaior, e Teresa Joaquina Lopes, prima do neófito. // Nota: mais tarde foi legitimado em virtude de seus pais contraírem matrimónio.

 

LOPES, Reinaldo Cândido. Filho de Cândida Lopes, solteira, costureira. Neto materno de Josefa Lopes. Nasceu na Calçada, Vila, a 30/1/1900, e foi batizado a 1 de Fevereiro desse ano. Padrinhos: Diogo Pinto, casado, servo da Misericórdia, e sua filha, Cândida Laurinda Pinto, casada. // A 13/7/1912 fez exame do 1.º grau com o professor António José de Barros, obtendo a classificação de «ótimo». // Casou na 1.ª Conservatória do Registo Civil do Porto a 16/6/1921 com Albertina de Oliveira. // Enviuvou a 24/11/1970. // Morreu na freguesia de Aveleda, Vila do Conde, a 23/11/1985.

 

LOPES, Rodolfo Augusto. Filho de Ângela Maria Lopes, natural de Guimarães, moradora na Vila de Melgaço. Neto materno de José Varela e de Maria Lopes. Nasceu na Rua de Baixo, SMP, a 2/4/1873, e foi batizado a 8 desse mês e ano. Padrinhos: Gaspar de Brito e Rocha, solteiro, diretor da Alfândega, e tocou com a coroa da Senhora Inocêncio Augusto Pedreira, solteiro, empregado da Alfândega. // Casou a 14/12/1898 com Maria da Ressurreição, filha de João Francisco e de Maria Luísa, de Vila (Alvim? – deve ser Aboim). // Faleceu na freguesia de Assunção, Elvas, a 2/3/1919.     

 

LOPES, Rogério Augusto. Filho de Teresa Joaquina Lopes, solteira, doméstica, natural de SMP. Neto materno de Bernardo Joaquim Lopes e de Rosa Maria Exposta. Nasceu no Bairro do Carvalho a 11/4/1903 e foi batizado na igreja de SMP a 25 desse mês e ano. Padrinhos: Augusto Jaime de Almeida, solteiro, proprietário, e Ana Cândida Pinto da Silva, solteira, filha-familia. // A 12/7/1916 fez exame do 1.º grau na escola Conde de Ferreira, obtendo a classificação de «ótimo» (Correio de Melgaço n.º 207, de 16/7/1916). // Casou a 27/2/1926, na CRCM, com Maria da Cruz, filha de Vitorino Maria Colmeiro e de Rita Augusta Rodrigues. // Moraram no Bairro do Carvalho, Vila. // Aquando da festa da Senhora da Pastoriza de 1938, 18 de Setembro, foi nomeado para a comissão de festas para o ano seguinte, juntamente com Diamantino de Freitas, Artur de Castro e Joaquim Esteves. As mordomas seriam: Julieta Gil, Palmira Vilas, Ludovina Cerdeira e Judite Pires (NM 416, de 9/10/1938). // Foi caseiro da sua cunhada, Isaulinda Colmeiro. // Ambos os cônjuges faleceram na freguesia da Vila: a sua esposa a 22/3/1967 e ele a 18/2/1980. // Com geração. 

 

LOPES, Rosa. // Padeira. // Faleceu na Rua da Calçada, Vila de Melgaço, onde morava, a 8/5/1884, com noventa e um (91) anos de idade, no estado de viúva, e foi sepultada no cemitério. // Não deixou filhos.

 

LOPES, Rosa. Filha de António José Lopes e de Lourença Antónia, moradores no Bairro do Carvalho. Neta paterna de Fabião Lopes e de Maria Fernandes, de Leirado, Galiza; neta materna de Marta Rodrigues, solteira, da Cela, Tui. Nasceu na Vila a 16/9/1800 e foi batizada na igreja de SMP dois dias depois. Padrinhos: José Bento da Costa e Isidora Joana, solteiros, de Melgaço. 

 

LOPES, Rosa Maria. Filha de ------------ Lopes e de ------------------------------. Nasceu em -----------, a --/--/18--. // Faleceu na Vila a --/--/1922, com 92 anos de idade.

 

LOPES, Sofia Cândida. Filha de José Cândido Lopes, carpinteiro, e de Maria da Conceição (ou Maria das Dores) Fernandes, lavradeira, da Vila. Neta paterna de Maria das Dores Lopes, solteira; n.m. de Ana Rosa Fernandes, solteira. Nasceu na Rua da Calçada a 23/3/1894 e foi batizada na igreja de SMP a 7 de Maio desse ano. Padrinhos: António Pires Teixeira, solteiro, “brasileiro”, e Margarida Pires, solteira, ambos da Vila. // Fez exame do 1.º grau na escola da Vila em Julho de 1908, obtendo um óptimo. // Casou civilmente, a 7/5/1916, com Maker Luís, de 25 anos, filho de Artur Napoleão Matos Teixeira Pinto e de Claudina Rosa da Silva. // Faleceu a 9/2/1953 na freguesia de Santa Maria Maior, Viana. // Mãe de Alexandre Herculano, nascido em Paderne em finais de 1927 ou princípios de 1928.

 

LOPES, Teresa de Jesus. Filha de ----------- Lopes e de ----------------------------. Nasceu por volta de 1880. // Faleceu na Vila de Melgaço a --/--/1931, com cinquenta e um anos de idade (Notícias de Melgaço n.º 97, de 17/2/1931).  

 

LOPES, Teresa Joaquina. Filha de António José Lopes, de Leirado, Milmanda, Ourense, e de Lourença Antónia Rodrigues, de Cela, Tui, moradores intramuros, Vila de Melgaço. N.p. de Fabião Lopes e de Maria Fernandes; n.m. de Marta Rodrigues, solteira. // Nasceu na Vila a 1/10/1796 e foi batizada na igreja de SMP no dia seguinte. Padrinhos: Manuel Durães Monteiro e esposa, Margarida Rodrigues, de Remoães, onde moravam. // Nota: parece ser a mesma senhora que faleceu de repente, na Vila, a 7/11/1841, sendo sepultada na igreja matriz a 9 desse mês e ano.

 

LOPES, Teresa Joaquina. Filha de José Bernardo Lopes e de Josefa Januária Lopes, de Leirado, Ourense, moradores na Vila de Melgaço. N.p. de António José Lopes e de Antónia Lourenço (ou Lourença Antónia), residentes na Vila; n.m. de António Lopes e de Josefa Fernandes, de Leirado. // Nasceu na Vila a 4/5/1823 e foi batizada na igreja de SMP a 8 desse mês e ano. Padrinhos: José Fernandes, bisavô da batizanda, e Teresa Joaquina, tia, todos a morar na Vila de Melgaço. // Faleceu na Rua Direita, Vila, a 25/7/1885, com 62 anos de idade; era casada desde 1857 com Jerónimo José Pereira, pedreiro, e foi sepultada no cemitério. // Mãe de José Joaquim Lopes, nascido a 2/11/1847, de Josefa Lopes, nascida em 1850, de Augusto José Lopes, nascido a 24/3/1853, de Francisco Pereira Lopes, nascido a 1/6/1857.

 

LOPES, Teresa Joaquina. Filha de Bernardo Joaquim Lopes, solteiro (*), lavrador, «o qual disse, em frente dos padrinhos, ser o pai da criança», e de Rosa Maria Exposta. N.p. de José Bernardo Lopes e de Josefa Januária Lopes. Nasceu no Bairro do Carvalho, SMP, a 8/6/1872, e foi batizada a 13 desse mês e ano. Padrinhos: Jerónimo José Pereira e sua mulher, Teresa Joaquina Lopes, tia paterna da neófita. // Mãe de Rogério Augusto Lopes. /// (*) Casou com a mãe da criança em Novembro de 1872.

 

LOPES, Tomaz José. Filho de Teresa Lopes, solteira, moradora na Vila. Neto materno de António José Lopes e de Antónia de Senra. Nasceu a 8/11/1818 e foi batizado na igreja de SMP a 10 desse mês. Padrinhos: Tomaz José Gomes de Abreu, tabelião, residente na Calçada, e Ana Joaquina Batista (de Percos?), residente em Chaviães.

 

LOPES, Tomaz José. Filho de António José Lopes e de Maria Antónia Simões, moradores na Rua do Carvalho. N.p. de Fabião Lopes e de Maria Fernandes da Cruz, de Leirado, Ourense; n.m. de Sebastião Simões e de Joana Gomes, residentes no Louridal. Nasceu a 3/8/1781 e foi batizado na igreja de SMP a 6 desse mês e ano. Padrinhos: Tomaz José, filho de Leão José Gomes de Abreu e de Maria Pereira da Costa, da Vila. Testemunhas: Leão José Gomes de Abreu e seu filho Bernardo Xavier.

 

LOPES, Umbelina Augusta. Filha de Cândido Augusto Lopes, cocheiro, da Vila de Monção, e de Ermelinda Gomes da Costa, doméstica, de Barbeita, Monção. N.p. de João António Lopes e de Maria Inácia da Costa; n.m. de José Gomes da Costa e de Maria Domingues Torres. Nasceu na Calçada, Vila de Melgaço, a 10/7/1910, e foi batizada a 15 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco de Jesus Vaz, solteiro, e Umbelina da Cunha, casada, proprietária. // Faleceu na Vila de Monção a 23/10/1981.    

 

LOPES, Valentim. Filho de Francisco Rodrigues Lopes, natural de Barroselas, Viana do Castelo, e de Carmen de Oliva, natural da Galiza. Nasceu na Vila a --/--/1932. // Depois da 4.ª classe aprendeu a arte de alfaiate, mas penso que nunca exerceu essa profissão. // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 906, de 31/7/1949: (...)

      Com pouco mais de vinte anos abriu uma alfaiataria no Rio do Porto mas, ou porque não gostava do seu ofício, ou porque não o tinha aprendido convenientemente, o certo é que os clientes não apareceram; desgostoso, fechou a loja e emigrou para França na década sessenta, salvo erro. Nesse país casou com Zaida. // Pai de quatro filhos, dois deles com curso superior. // Nunca mais voltou a Melgaço, salvo erro! // Nota: antes de emigrar gerou uma filha, em Teresa de Castro, filha de Artur de Castro e de Belarmina Cândida de Freitas, ao qual deram o nome de Rosa. Também gerou outra criança, rapaz ou rapariga, mas não sei o seu nome.     

LOPES, Vidal da Silva. // Nasceu por volta de 1930. // Morreu a --/--/1932, com apenas dezoito meses de idade (NM 174, de 27/11/1932). 

 

LOPES, Vitorino Alfredo. Filho de Alfredo Augusto Lopes, natural de Chaviães, e de Olívia dos Remédios da Silva Gonçalves, da Vila, lavradores, residentes na Assadura. Neto paterno de António Luís Lopes e de Maria Joaquina Rodrigues; neto materno de Manuel Gonçalves e de Maria Josefa da Silva. Nasceu a 24/2/1897 e foi batizado a 1 de Março desse ano. Padrinhos: Vitorino Augusto dos Santos Lima, casado, proprietário, e Maria de Nazaré Esteves, casada. // Faleceu no lugar da Assadura a 12/7/1897 e foi sepultado no cemitério público.

 

LOPES, Zélia Inocência. Filha (adulterina) de Ângela Maria Lopes, moradora intramuros, SMP, amancebada com um funcionário da Alfândega. Neta materna de José Azevedo Varela e de Maria Lopes, de Guimarães. Nasceu a 21/10/1868 e foi batizada a 25 desse mês e ano. Padrinhos: Inocêncio Augusto Pedreira, solteiro, escrivão da Alfândega na Vila de Melgaço, e Cândida Júlia de Armada, solteira, da Vila de Melgaço. // Sem mais notícias.

 

LOUREIRO

 

LOUREIRO, Justino José. Filho de ------------- Loureiro e de Clara Joaquina Rodrigues, solteira, proprietária. Nasceu em São Pedro da Castanheira, Paredes de Coura, por volta de 1861. // Tinha 30 anos de idade, era solteiro, escrivão de Direito, quando casou na igreja de SMP, a 18/1/1891, com Pureza da Paixão Gomes, de 22 anos de idade, solteira, de Melgaço, filha de Francisco José Gomes, antigo escrivão da administração, e de Maria das Dores Alves de Sousa, proprietária, de Prado, moradores na Vila. Testemunhas: Caetano José de Abreu Cunha Araújo, casado, administrador do concelho, e Caetano Celestino de Sousa, ambos da Vila. // Em 1908 ainda exercia o cargo de escrivão-notário na Vila de Melgaço. // (JM 744).       

LOUREIRO, Tomaz. Filho de ---------- Loureiro e de ------------ Silva. Nasceu em --------, a --/--/18--. // Emigrante no Brasil. // Em Janeiro de 1908 embarcou para Pará, depois de uma visita à sua terra melgacense; era comerciante em Belém de Pará, Brasil. // (JM 717).  

 

LOURENÇO

 

LOURENÇO, Adélia Augusta. Filha de Manuel Lourenço (Manel da Garage) e de Anália Albina de Jesus Franco. Nasceu na Vila a 9/10/1935. // Casou na igreja do convento das Carvalhiças a 7/9/1958 com Aníbal da Costa Nogueira, comerciante no Porto, para onde ela foi habitar. // Sem mais notícias.    

 

LOURENÇO, Adolfo José. Filho de João Evangelista Lourenço e de Laureana Rosa de Sousa, lavradores, residentes no Largo da Misericórdia, SMP. N.p. de José Maria Lourenço e de Josefa Antónia Gonçalves, lavradores; n.m. de Caetano Celestino de Sousa, mordomo da igreja, e de Francisca Teresa Gonçalves. Nasceu a 23/9/1880 e foi batizado a 10 de Outubro desse ano. Padrinhos: José Albano Nunes de Almeida, proprietário, e Florinda da Glória dos Santos Lima, solteiros, da Vila. // Morreu a 10/4/1882 e foi sepultado no cemitério municipal.

 

LOURENÇO, Albertina Adélia. Filha de António Bernardino Lourenço, natural de Rouças, e de Laura Rodrigues, natural da Vila, onde moraram. N.p. de Bernardino José Lourenço e de Clara Joaquina da Costa Barreto; n.m. de José Rodrigues e de Emília Marinho. Nasceu na Vila a 22/6/1925 e foi batizada na igreja de SMP a 17 de Outubro desse ano. Padrinhos: José Joaquim Rodrigues e Maria Emília Lourenço. // Casou a 20/8/1950 com Eleutério dos Anjos Golim, da Vila, soldado da Guarda-Fiscal. Testemunhas: Manuel Lourenço (irmão da noiva) e sua esposa, Anália Franco. // Faleceu em Monção a --/--/2020, com 95 anos de idade (VM 1443, de 1/10/2020). // C.g.

 

LOURENÇO, Albertina Augusta. Filha de Carlos José Lourenço e de Teresa de Jesus Rodrigues. Nasceu em -------------, a 21/9/1916. // Casou com o Dr. Manuel António da Fonseca.

 

LOURENÇO, Alberto Augusto. Filho de António Joaquim Lourenço (Perinhas), natural da Vila, e de Rosa Cerdeira, natural de Paderne, lavradores, residentes em Galvão de Baixo. N.p. de Manuel Joaquim Lourenço e de Ana Rosa Dias; n.m. de João José Cerdeira e de Mariana Domingues. Nasceu a 20/3/1895 e foi batizado a 2 de Abril desse ano. Padrinhos: António Carlos Esteves e Maria Pia Pereira de Castro, solteiros, proprietários, da Vila. // Casou na CRCM a 13/10/1919 com Teresa de Jesus, de 24 anos de idade, natural de Rouças, filha de Ludovina Domingues e de Bernardo António Pereira de Castro, da Quinta de Eiró. // Faleceu em Eiró, Rouças, a 15/7/1963, no estado de casado. Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1478, de 21/7/1963: (...)

  

LOURENÇO, Alberto Augusto. Filho de Manuel de Jesus Lourenço e de Elvira Augusta Rodrigues. Nasceu na Vila a --/--/1919. // Faleceu a 5/9/1920, com apenas dez meses de idade. 

 

LOURENÇO, Alberto Augusto. Filho de Anselmo António Lourenço e de Júlia de Jesus Quintela. Nasceu na Vila a 17/6/1920. // Faleceu a 19 desse mês e ano. 

 

LOURENÇO, Albina da Ascensão. Filha de Manuel José Lourenço e de Maria Teresa da Silva. Neta paterna de Francisco António Lourenço e de Maria Rosa Alonso Gonçalves, moradores no lugar da Pigarra, Vila; neta materna de Anastácio José da Silva e de Teresa Maria de Jesus, de São Gregório, Cristóval. Nasceu na Vila a 4/5/1842 e foi batizada na igreja de SMP a 8 desse mês e ano. Padrinho: José Luís Rodrigues Cardoso, do Rio do Porto, Vila. // S.m.n.   

 

LOURENÇO, Alcindina Rosa. Filha de António de Jesus Lourenço, natural de Rouças, e de Silvéria Cândida Marinho, natural da Vila. Neta paterna de Maria de Jesus Lourenço; neta materna de João Cândido Marinho e de Delfina Dias. Nasceu na Vila a 17/6/1930 e foi batizada na igreja de SMP a 13 de Julho desse ano. Padrinhos: os seus avós maternos, lavradores. // Sem mais notícias.

 

LOURENÇO, Alexandre Amoedo (Eng.º) Filho do professor José Augusto Lourenço e da professora Maria Helena da Cruz. Nasceu em -----------------, a --/--/196- e foi batizado na igreja de SMP a 13/8/1967. Padrinhos: Dr. José Amoedo Gomes, médico em Monção, e sua esposa, Pureza Gilda Rodrigues. Ao ato presidiu o padre Manuel Lourenço, tio paterno da criança, na altura pároco de Fiães. // Saiu de Melgaço a fim de estudar, fixando a sua residência em Braga, onde casou. // Foi um dos grandes impulsionadores da Casa de Melgaço na capital do Minho. // Em 2001 foi vereador da Câmara Municipal de Braga pelo PSD. // Tem mais seis irmãos.  

 

LOURENÇO, Alfredo Armando. Filho de António de Jesus Lourenço, natural de Rouças, e de Silvéria Cândida Marinho, natural da Vila, lavradores. N.p. de Maria de Jesus Lourenço; n.m. de Cândido José Marinho e de Maria Delfina Dias. Nasceu na Vila a 28/1/1922 e foi batizado na igreja de SMP a 21 de Maio desse ano. Padrinhos: Francisco de Jesus Vaz, solteiro, da Vila, e Maria Joaquina Dias, lavradeira, moradora em Chaviães. // Faleceu em Corçães, Rouças, a --/--/1995. // (VM 1041).   

 

LOURENÇO, Álvaro. Filho de Armindo de Lourdes Lourenço, comerciante, de Melgaço, e de Florinda da Trindade Barbeitos, de Barbeita, Monção, moradores na Calçada. Neto paterno de João Evangelista Lourenço e de Laureana Rosa de Sousa; neto materno de Caetano José Barbeitos e de Rosa Clementina Fernandes. Nasceu na Vila a 29/3/1911 e foi batizado a 2 de Maio desse ano. Padrinhos: Álvaro Barbeitos, casado, e Delfina Barbeitos Nogueira, viúva, proprietários. // Casou na igreja de Penha de França, Lisboa, a 24/5/1970, com Margarida Casanova.  

 

LOURENÇO, Ana de Lurdes. Filha de António de Jesus Lourenço, natural de Rouças, e de Silvéria Cândida Marinho, natural da Vila. // Nasceu na Vila de Melgaço a 28/10/1923 e foi batizada na igreja de SMP a 25 de Novembro desse ano. Padrinhos: João Cândido Marinho, casado, e Amélia Estefânia Dias, viúva, da Vila. // Faleceu a 17 de Agosto de 2008 e foi sepultada no cemitério municipal de Melgaço. // Deixou uma filha, netos, e bisnetos.

                      

LOURENÇO, Ana Maria. Filha de Francisco António Lourenço e de Maria Rosa Alonso Gonçalves, caseiros na Pigarra, Vila. N.p. de Mateus Lourenço e de Maria Antónia Soutelo; n.m. de Pedro Gonçalves e de Marta Alonso. Nasceu na Vila a 18/10/1820 e foi batizada pelo padre António José Gomes dois dias depois. Padrinho: Francisco Pereira, residente no Campo da Feira, Vila. // Lavradeira. // Casou na igreja matriz de SMP a 23/5/1846 com Adriano José, galego, filho de Maria Migueis, solteira, de Petão, Tui. As testemunhas da boda foram dois militares estacionados em Melgaço: Joaquim Manuel da Silva, caçador da Companhia n.º 7, e Constantino José da Silva, veterano. // Faleceu a 12/10/1884, nas Carvalhiças, casada com o dito Adriano José Migueis, e foi sepultada no cemitério municipal. // Deixou filhos. // O seu viúvo morreu também nas Carvalhiças a 19/6/1887.  

 

LOURENÇO, António (*) // Em 1655 era tabelião na Vila de Melgaço (OJM, de ACE, p. 56). /// (*) Nome completo: António Gonçalves Lourenço. 

 

LOURENÇO, António. // Morou em Corujeiras, freguesia da Vila. // Faleceu no estado de casado, a 29/10/1781.

 

LOURENÇO, António (ou Antónia). // Faleceu na Vila de Melgaço, onde morava, a 27/2/1842, e foi sepultado/a no dia seguinte na igreja matriz.

 

LOURENÇO, António (Perotito). Filho de António Joaquim Lourenço (Perinhas) e de Rosa Domingues Cerdeira. Nasceu a --/--/18--. // S.m.n.

 

LOURENÇO, António. // Natural da Vila. // Em 1937 recebeu a quantia de 2$50, dada por Eusébio Pinto, residente no Bié. // (NM 351).

 

LOURENÇO, António de Jesus. Filho de José Maria Lourenço e de Josefa Antónia Gonçalves. Neto paterno de Francisco António Lourenço e de Maria Rosa Alonso Gonçalves; neto materno de José Benito Gonçalves e de Teresa Sanches. Nasceu na Vila a 13/1/1832 e foi batizado na igreja de SMP a 18 desse mês e ano. Padrinhos: António José Rego, de Penafiel, residente em Melgaço, e Teresa Clara Pereira da Gama, solteira, da Calçada, Vila.  

 

LOURENÇO, António Joaquim (Perinhas). Filho de Manuel Joaquim Lourenço e de Ana Rosa Dias, lavradores, residentes em Galvão de Baixo. N.p. de Manuel José Lourenço e de Maria Luísa de Araújo; n.m. de João Manuel Dias e de Maria Teresa da Costa. Nasceu a 8/9/1860 e foi batizado a 10 desse mês e ano. Padrinhos: Luís Manuel Pinheiro, negociante, morador em Prado, e a avó paterna do batizando, moradora em Galvão de Baixo. // Era solteiro, lavrador, quando casou na igreja de SMP a 8/4/1883 com Rosa, de 22 anos de idade, filha de João José Cerdeira e de Mariana Domingues, lavradores, de Paderne, residentes em Galvão. No acto, os noivos declararam que reconheciam por sua filha a Constância Júlia, de 16 meses, nascida e batizada em SMP. Testemunhas: António Ferreira, escriturário da Fazenda, e Caetano Celestino de Sousa, casados, de SMP. // Faleceu em Eiró, Rouças, a --/--/1939. // Pai também de Alberto Augusto, casado com Teresa de Jesus Pereira de Castro.

 

LOURENÇO, António Joaquim. Filho de Vitorino Lourenço e de Maria Benedita Exposta, caseiros em Galvão de Cima, SMP. N.p. de Clara Rebelo, de Prado. Nasceu a 24/11/1867 e foi batizado a 28 desse mês e ano. Padrinhos: António Joaquim Dias, ferreiro, morador na Assadura, e Senhorinha Alves de Barros, solteira, todos de SMP.

 

LOURENÇO, António José. Filho de João Luís Lourenço e de Maria Joana Domingues. N.p. de João Lourenço e de Joana Álvares, de Sainde; n.m. de Domingos José Domingues e de Maria Benta Pires, de Felgueiras, todos da freguesia de Paderne, moradores no Rio do Porto, Vila. Nasceu na Vila de Melgaço a 29/8/1836 e foi batizado na igreja de SMP a 31 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Luís Domingues e Eufrásia Rosa, tios maternos do bebé.

 

LOURENÇO, Armanda da Cruz. Filha de Manuel de Jesus Lourenço e de Elvira Augusta Rodrigues, moradores na Vila. Neta paterna de Maria Lourenço; neta materna de António Rodrigues e de Adelaide Emília de Oliveira. Nasceu na Vila a 16/2/1926 e foi batizada na igreja de SMP a 20 de Agosto desse ano. Padrinhos: Arlindo Cândido e Rufina Pinto. // Casou a 8/6/1975 com António Rodrigues Gomes (de Grijó, Vila Nova de Gaia; confirmar).  

 

LOURENÇO, Arménio José. Filho de António Joaquim Lourenço e de Rosa Cerdeira, caseiros. Neto paterno de Manuel Joaquim Lourenço e de Ana Rosa Dias, jornaleiros, da Vila; neto materno de João José Cerdeira, jornaleiro, de Paderne, e de Mariana Domingues, da Vila. Nasceu em Galvão de Baixo a 20/7/1892 e foi batizado a 24 desse mês. Padrinhos: José Dias, casado, proprietário, e Conceição Rosa Sarandão, solteira, lavradora, ambos da Vila.

 

LOURENÇO, Armindo de Lourdes. Filho de João Evangelista Lourenço e de Laureana Rosa de Sousa, padeiros, moradores na Rua da Misericórdia, Vila. Neto paterno de José Maria Lourenço e de Josefa Antónia Gonçalves; neto materno de Caetano Celestino de Sousa e de Francisca Teresa Gonçalves. Nasceu às 6 horas da manhã de 24/2/1879, na Rua da Misericórdia, e foi batizado a 4 de Março do mesmo ano. Padrinhos: Augusto César Ribeiro Lima e sua irmã, Beatriz Augusta Ribeiro Lima, solteiros, moradores no Campo da Feira, SMP. // Casou antes de 1915, em primeiras núpcias, com Florinda da Trindade, filha de Caetano José Barbeitos e de Rosa Clementina Fernandes Loureiro, de Barbeita. // A 17/12/1905, na Praça do Comércio, canto da Rua do Rio do Porto, onde depois esteve o Café “Chave d’Oiro”, e aonde antes estivera a “Loja do Rainha”, abriu o estabelecimento “A Pérola do Minho”, cujo crisma, em 1910, alterou para “Casa do Povo” «na qual, além do serviço diário, fornecerá, por preços convidativos, jantares, merendas, lunches, etc., para os quais tem empregados competentes.» Aceitava comensais por preços razoáveis, assim como hóspedes internos (ver Correio de Melgaço n.º 222, de 29/10/1916). // Ali se manteve até 1926, mudando para a Rua da Calçada, para o prédio que mais tarde seria de António Pedroso Lima “Azeiteiro”, acabando envolto em mil dificuldades financeiras. // Concorreu às eleições camarárias de 4/11/1917, como vereador suplente, na lista do partido Republicano (ver JM 1181, de 27/10/1917). // Em Junho de 1918 a Guarda-Fiscal procedeu a buscas em sua casa; procurava tabaco espanhol, mas pelos vistos nada encontrou (JM 1211, de 22/6/1918). // Em finais de 1918 arrematou à Câmara Municipal, por 3.901$00, os impostos indiretos a cobrar no ano de 1919 (JM 1229, de 6/12/1918). // Lê-se no Jornal de Melgaço n.º 1242, de 13/4/1919: «Com a nova remessa do “branquinho” deve chegar amanhã o pão-de-ló de Margaride, amêndoas e confeitos, vinhos finos e de Colares, que o proprietário desta casa venderá pelo preço de custo aos seus amigos e fregueses…» // Em Dezembro de 1919 arrematou à Câmara os ditos impostos indiretos por 3.170$00, a cobrar em 1920 (JM 1275, de 28/12/1919). // A sua esposa faleceu a 30/8/1927, com quarenta e oito anos de idade. // Casou de novo, a 9/1/1929, com Lucinda da Glória, natural de Ponte da Barca, viúva de José Augusto Pires, filha de José Maria de Ascensão e Sousa e de Inácia Beatriz Cerqueira. A boda realizou-se no Porto. A noiva tinha uma filha, chamada Orquídea. Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1, de 17/2/1929: «Casamentos. No dia 9 do mês de Janeiro findo realizou-se na cidade do Porto o consórcio do nosso estimado amigo e assinante, Armindo de Lurdes Lourenço com Lucinda da Glória d’Ascensão e Sousa, natural de Ponte da Barca, e que nesta Vila de Melgaço residiu alguns anos. Paraninfaram por parte da noiva seus sobrinhos Dr. Raul Ferreira Gonçalves e sua irmã Alina Ferreira d’Ascensão Gonçalves; e por parte do noivo João Maria Ferreira Gonçalves e Raquel d’Ascensão Ferreira Gonçalves, respetivamente cunhado e irmã da noiva. Terminado este acto foi servido aos convivas um delicado copo d´água. Ao jantar, que decorreu cheio de animação, assistiram – além de pessoas de famílias – o Dr. José Rodrigues Pereira, sua galante irmã, Jenoveva Rodrigues Pereira, e a simpática e interessante Maria da Conceição Nogueira da Costa, amigos dos noivos e residentes na cidade do Porto. Findo o jantar, e feitas as despedidas do estilo, os noivos seguiram para o sul...» // No “Notícias de Melgaço” n.º 49, de 9/2/1930, vinha este anúncio: CASA e AUTOMÓVEIS – vende-se uma muito boa para lavrador, tem quintais com vinha, espigueiro, cortes e adega. Também se vendem, sem reserva de preço, dois automóveis, sendo um de carga (200 kg) e outro de passageiros (sete lugares), em bom estado de funcionamento. Não se trata com intermediários. Dirigir-se a Armindo de Lourdes Lourenço. // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 143, de 20/3/1932: «No juízo de Direito de Melgaço, pelo Cartório do 2.º ofício, na execução hipotecária que José Augusto da Cunha, casado, comerciante em Lisboa, move a Armindo de Lourdes Lourenço, casado, e a outros, proceder-se-á, no dia 3/4/1932, pelas onze horas, à porta do Tribunal, à arrematação em hasta pública da casa de morada, com altos e baixos, e dois quintais, sita nesta Vila, a confrontar do nascente com herdeiros de Angelina Rosa Pires, do poente com Travessa da Misericórdia e Vitorino Manuel Esteves, do norte com António Maria das Valas e outros, e do sul com rua pública. Avaliada em 10.000$00. Pelo presente são citados quaisquer credores incertos para a arrematação. // O escrivão do 2.º ofício: Augusto César Esteves. // O Juiz de Direito: Faria Sampaio.» // Em 1933 residia com a esposa em Lisboa (Notícias de Melgaço n.º------, de 19/11/1933). // Morreu na freguesia de Arroios, Lisboa, a 29/5/1954. // Com geração.    

 

LOURENÇO, Artur. Filho de Jerónima Augusta Lourenço, solteira, moradora em Galvão de Baixo. Neto materno de António Joaquim Lourenço e de Rosa Cerdeira. Nasceu no lugar do Arraial, Prado, a 2/3/1921, e foi batizado na igreja de SMP a 20 de Novembro desse ano. Padrinhos: Carlos José Lourenço, casado, lavrador, da Vila, residente em Prado, e Miquelina Rodrigues, solteira, doméstica, de Prado, moradora na Vila. 

 

LOURENÇO, Augusto Cândido. Filho de José Delfim Lourenço e de Genoveva Maria (ou Maria Genoveva) de Sousa, moradores no lugar dos Moinhos, freguesia da Vila. Nasceu por volta de 1846. // Faleceu na Vila a 16/7/1920, com 74 anos de idade, viúvo de Ana Marinho. // Pai de Lucrécia Cândida (1879/1966).  

 

LOURENÇO, Avelino. Filho de João Luís Lourenço e de Mariana Batista. Nasceu a 28/7/1891 e foi batizado na igreja de SMP dois dias depois. // Casou a 10/4/1965 em São Gabriel Arcanjo da Matola, Lourenço Marques, Moçambique, com Elvira, nascida a 2/1/1908, filha de José dos Santos Rato e de Maria Borges de Almeida.  

 

LOURENÇO, Beatriz Augusta. Filha de Rosa Joaquina Lourenço, taberneira, natural de Chaviães, viúva, moradora na Vila. Neta materna de Maria Joaquina Lourenço, criada de servir, solteira, de Chaviães. Nasceu na Rua Direita a 15/1/1893, e foi batizada a 22 desse mês e ano. Padrinhos: António Ferreira, casado, carteiro, e Beatriz Augusta Gomes, solteira, filha-família, ambos de SMP. // Casou com ---------------. Por sentença de 10/1/1929, proferida no Juizo de Direito da comarca de Melgaço, cartório do 3.º ofício, foi decretado o divórcio definitivo. // Faleceu na freguesia do Couto, Arcos de Valdevez, a 19/12/1970. 

 

LOURENÇO, Benezinda Cândida. Filha de João Evangelista Lourenço e de Laureana Rosa de Sousa, lavradores, residentes na Rua de Baixo, SMP. Neta paterna de José Maria Lourenço e de Josefa Antónia Gonçalves (defuntos); neta materna de Caetano Celestino de Sousa, mordomo da igreja, e de Francisca Teresa Gonçalves. Nasceu a 10/3/1886 e foi batizada a 23 desse mês e ano. Padrinhos: José Cândido Gomes de Abreu, negociante, e Teresa de Jesus Rodrigues, solteiros, da Vila. // Faleceu no estado de solteira, na Vila, a 22/10/1918. x

 

LOURENÇO, Bento José. Filho de António Lourenço e de Justa Maria de Magalhães, moradores em Corujeiras, arrabaldes da Vila. N.p. de Manuel Lourenço e de Inês de Araújo, residentes que foram em Galvão; n.m. de Francisco de Magalhães e de Grácia Francisca, de São Miguel de Prado, termo de Pico de Regalados. Nasceu na Vila a 11/7/1766 e foi batizado na igreja de SMP a 13 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Gomes e sua irmã, Caetana Maria, solteiros, do Rio do Porto, Rouças.

 

LOURENÇO, Bruno. Filho de José Maria Lourenço e de Josefa Antónia Gonçalves, moradores na Rua da Misericórdia. N.p. de Francisco António Lourenço e de Maria Rosa Alonso Gonçalves; n.m. de José Benito Gonçalves e de Teresa Sanches. Nasceu na Vila a 4/7/1849 e foi batizado na igreja de SMP a 8 desse mês e ano. Padrinhos: a avó materna, galega, e o padre João Evangelista de Sá Sotomaior, que o batizara. x

 

LOURENÇO, Caetana Maria. Filha de Luís António Lourenço e de Bernarda Esteves, moradores no Outeiro Alto. Nasceu na Vila a 9/3/1755 e foi batizada na igreja de SMP pelo padre António Abreu Magalhães, cura da igreja de SMP, dois dias depois. Padrinhos: padre Manuel da Ribeira, abade da Vila de Melgaço, e Caetana Bernarda, solteira, filha de João Domingues e de Maria Salgado, de Galvão.

 

LOURENÇO, Caetano Maria. Filho de José Maria Lourenço e de Josefa Antónia Gonçalves. N.p. de Francisco António Lourenço e de Maria Rosa Alonso Gonçalves; n.m. de José Benito Gonçalves e de Teresa Sanches. Nasceu na Vila a 1/10/1839 e foi batizado na igreja a 7 desse mês e ano. Padrinhos: Caetano Maria de Abreu Mosqueira, e sua avó, Maria Mosqueira. // Depois da escola primária aprendeu a arte de carpinteiro. // Em 1864 trabalhava em Lisboa. Nesse ano foi padrinho da sua sobrinha, Felisménia Maria Lourenço Pires, nascida na Vila a 11/1/1864, e por não poder estar presente fez-se representar por seu pai, José Maria Lourenço.   

 

LOURENÇO, Cândido. Filho de Vitorino Esteves Lourenço e de Maria Benedita Exposta, lavradores, residentes em Corujeiras, SMP. N.p. de Clara Maria Gonçalves, solteira, moradora no dito lugar. Nasceu a 4/8/1884 e foi batizado a 10 desse mês. Padrinhos: Vitorino Augusto dos Santos Lima, negociante, e Maria Fernandes, solteiros, melgacenses. // Faleceu em Rouças a 27/7/1964.   

 

LOURENÇO, Cândido João. Filho de António de Jesus Lourenço, de Rouças, e de Silvéria Cândida Marinho, da Vila, onde moravam. N.p. de Maria de Jesus Lourenço; n.m. de João Cândido Marinho e de Maria Delfina Dias. Nasceu na Vila a 14/10/1927 e foi batizado na igreja de SMP a 28 de Novembro desse ano. Padrinhos: João Cândido e Amélia Estefânia. // Morreu no lugar de Galvão a --/--/1928, com apenas vinte meses de idade.  

 

LOURENÇO, Carlos José (Penhas). Filho de António Joaquim Lourenço e de Rosa Cerdeira, lavradores, residentes na Vila. N.p. de Manuel Joaquim Lourenço e de Ana Rosa Dias; n.m. de João José Cerdeira e de Mariana Domingues. Nasceu em Galvão de Baixo a 9/4/1890 e foi batizado a 15 desse mês e ano. Padrinhos: Carlos Alberto de Sousa, proprietário, e Maria Ludovina Esteves, lavradora, solteiros, ambos da Vila. // Rural. // Casou na igreja de Rouças a 2/2/1911, com Teresa de Jesus Rodrigues, solteira, camponesa, de 23 anos de idade, nascida em Rouças, filha de António José Rodrigues e de Teresa de Jesus Aires da Costa. // Morreu em Prado a 17/10/1960. // Pai de Albertina, Alpoim Augusto, António, Deolinda Augusta, Isaura, Isolina, Lucinda, e de Maria. // Sogro de Alzira Gonçalves, de Américo Gonçalves, de António Barbeitos, de Elvira Alves, de José de Freitas, do Dr. Manuel António da Fonseca, de Manuel Vilas, e de Raimundo Sequeira.     

 

LOURENÇO, Celeste de Jesus. Filha de Manuel de Jesus Lourenço e de Elvira Augusta Rodrigues, de Rouças, lavradores, residentes na Vila. N.p. de Maria de Jesus Lourenço; n.m. de António Eduardo Rodrigues e de Adelaide Emília de Oliveira. Nasceu na Pigarra, Vila, a 3/10/1922 e foi batizada na igreja pelo padre Manuel José Domingues a 25 de Dezembro desse ano. Padrinhos: Manuel Joaquim Gomes, residente na Assadura, e Josefina Colmeiro, residente nas Carvalhiças, solteiros, camponeses. 

 

LOURENÇO, Claudina Rosa. Filha de Manuel Joaquim Lourenço e de Ana Rosa (ou Ana Bernarda) Dias, de Galvão de Baixo. Neta paterna de Manuel José Lourenço e de Maria Luísa Araújo, do dito lugar; neta materna de João Manuel Dias e de Maria Teresa Pereira, do lugar da Serra, Prado. Nasceu na Vila a 6/8/1851 e foi batizada na igreja de SMP pelo padre João Evangelista a 11 desse mês e ano. Padrinho: padre Caetano Celestino Soares Calheiros, de Galvão. // Em 1913 residia no dito lugar de Galvão; nesse ano recebeu uma esmola, enviada do Brasil por Luís Manuel Solheiro (Correio de Melgaço n.º 54, de 22/6/1913). // Em 1917 recebeu uma esmola de $50 (Correio de Melgaço n.º 246, e 22/4/1917).

 

LOURENÇO, Constância de Jesus. Filha de António Joaquim Lourenço (Perinhas) e de Rosa Domingues Cerdeira. Nasceu na Vila por volta de 1880. // Segundo consta, viveu amancebada com Lopo Magno Pereira de Castro, com Indalécio Rodrigues, e por fim com José Esmeraldino Gonçalves (Zé Canelas), feitor da Casa do Rio do Porto. // Faleceu em casa do seu último namorado, a 13/2/1959, com 80 anos de idade. 

 

LOURENÇO, Cristina da Conceição. Filha de João Evangelista Lourenço e de Laureana Rosa de Sousa, lavradores, residentes no Largo da Misericórdia, SMP. N.p. de José Maria Lourenço e de Josefa Antónia Gonçalves; n.m. de Caetano Celestino de Sousa e de Francisca Teresa Gonçalves. Nasceu a 7/6/1882 e foi batizada a 5 de Julho desse ano. Padrinhos: Amadeu Carlos João Ribeiro Lima e Emília de La Salete Barros, solteiros, de SMP. // Faleceu na Rua de Baixo, SMP, onde seus pais moravam, a 19/3/1886, e foi sepultada no cemitério.

 

LOURENÇO, Delfim José. Filho de Augusto Cândido Lourenço e de Ana Marinho, lavradores, residentes na Pigarra, SMP. N.p. de José Delfim Lourenço e de Maria Genoveva, lavradores, residentes no lugar de Moinhos; n.m. de José Marinho e de Brandina Marinho, residentes no Louridal, SMP. Nasceu a 18/5/1881 e foi batizado a 26 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel José Esteves, casado, escrivão da Fazenda, e Lucrécia Augusta Chaves e Lemos Melo, solteira.  

 

LOURENÇO, Delfina da Ascenção. Filha de Augusto Cândido Lourenço e de Ana Marinho, residentes na Pigarra, SMP. N.p. de José Delfim Lourenço e de Maria Genoveva, moradores no lugar de Moinhos; n.m. de José Marinho e de Brandina Marinho (defunta), residente no Louridal, todos lavradores. Nasceu a 14/5/1884 e foi batizada a 18 desse mês. Padrinhos: Manuel José Esteves, casado, escrivão da Fazenda, e Lucrécia Augusta de Melo Chaves e Lemos, solteira. // Faleceu a 3/9/1884 e foi sepultada no cemitério.   

 

LOURENÇO, Domingos Manuel (Eng.º) Filho de Manuel Lourenço (Manel da Garage) e de Anália Albina de Jesus Franco. Nasceu na Vila a 29 de Outubro de 1946. // Na instrução primária foi um dos melhores alunos. // Depois da quarta classe continuou os estudos, ingressando mais tarde na Universidade do Porto, onde concluiu um Curso de Engenharia. // A 31/7/1965 submeteu-se à inspeção militar, ficando apurado (Notícias de Melgaço n.º 1564, de 8/8/1965). Cumpriu parte do serviço militar em Angola. // Foi diretor numa empresa da área das tintas. // Casou já com mais de cinquenta anos de idade, com uma filha de José Ferreira Cardoso, soldado da Guarda-Fiscal.   

 

LOURENÇO, Eduardo Jorge. Filho de --------- Lourenço e de ---------------------. Nasceu em Cascais a --/--/1937. Fez a instrução primária na Ericeira. Residiu em Lisboa e dali foi, depois da recruta e especialidade, (como voluntário!), para Moçambique, com a patente de 1.º cabo mecânico de viaturas especiais (carros de combate). Manteve-se nessa função de 1959 a 1962. Após a disponibilidade ficou a residir nessa ex-colónia portuguesa, onde permaneceu «cerca de 17 anos». Entretanto casou e ao casal nasceu-lhes uma filha. Trabalhou em Nampula na firma Pendray e Sousa, como mecânico de automóveis. Em 1966 teve um convite para ir para Porto Amélia chefiar as oficinas da V.W., que pertenciam a uma empresa alemã. Em 1969, já pai de dois filhos, aceitou um convite para trabalhar no Estado, na Junta Provincial de Povoamento, situada em Montepuez. Nasceu-lhes outro filho. Colaborou no jornal “Diário de Lourenço Marques”. Aquando da independência da colónia, e por sugestão de uns amigos, veio para Melgaço, em 1975, com a família. Militava então no PSD mas aqui decidiu inscrever-se no PS. Arranjou emprego na Câmara Municipal como mecânico. Durante 25 anos foi membro da Comissão Política Distrital e membro da Comissão Política Concelhia. Além de mecânico, foi também motorista dos BVM. Devido ao facto dum jipe da Câmara estar estragado compraram (quem? a CMM!) um velho na Galiza e puseram-lhe a mesma matrícula, mas a vigarice descobriu-se e a PJ levou o caso a tribunal. Ele, Eduardo Jorge, mentiu a essa polícia (de acordo com posterior confissão) e foi absolvido. A partir daí zangou-se com o presidente da CMM e com alguns vereadores e pediu a demissão do PS. Depois aposentou-se. Como deixou de pertencer ao Partido Socialista, inscreveu-se no Bloco de Esquerda! Tornou-se correspondente de “A Voz de Melgaço” e começou a desancar no Rui Solheiro, culpando-o de todo o mal que lhe sucedera. Durante anos, e com a ajuda do diretor do dito jornal, perseguiu-o implacavelmente. Os seus artigos, mordazes, certeiros, eram verdadeiras setas atiradas ao PS local. Apesar de não ter muitas habilitações literárias, sabe escrever e os seus escritos atingiam o alvo em cheio mas, apesar disso, Rui Solheiro manteve-se na Câmara durante estes anos todos, até a lei não lhe possibilitar a recandidatura. (Ver VM 1278, de 1/12/2006). // Na época 1976/7 foi treinador do Sport Clube Melgacense. O clube tinha sete jogadores de Monção e treze de Melgaço, e estava na 1.ª Divisão Regional. // Também foi secretário do Clube Hípico Desportivo e Recreativo Miradouro. (MH 13, de Fevereiro/96). // Mais tarde foi presidente do SCM durante duas épocas. (Ver VM 1282, de 1 e 15/3/2007). // Em 2007 António Evangelista Pires (Zé do Rio Trancoso), melgacense mas a residir em São Paulo, Brasil, também colaborador da VM, julgando que E.L. lhe estava a roubar o protagonismo no dito jornal, atira-se a ele como uma fera. Eduardo responde-lhe: «… Diz o Sr. que eu esperneio porque me quitaram um emprego que tive na CMM, mecânico assalariado, ao qual concorri e fui aceite. Isto passou-se em 1993 e fui despedido em 1999, pelo governo de António Guterres, por já ter desempenhado essas funções em Moçambique na JPP, e ser aposentado. Como vê, o emprego não era político! Não sou simpatizante de Salazar, mas tenho um certo respeito pelo defunto. Foi por causa dele que “fui parar com as costas” à guerra colonial, e foi por não concordar com essa guerra que em 10/6/1973 fui preso pela PIDE/DGS em Porto Amélia, Moçambique. Se o Sr. é salazarista, eu respeito a sua opção. Cada qual tem o direito de ser o que quiser. Agora o que não tem é o direito de tratar menos bem quem tem opinião diferente da sua. Sou um homem pacífico, pobre, porque sempre trabalhei ganhando dinheiro honradamente e chefe de família exemplar. Como vê, está enganado! Não sou pulha nem biltre…» (VM 1284, de 15/5/2007). // “Zé do Rio Trancoso” respondeu-lhe diplomaticamente: «… Sr. Lourenço, não me queira mal. Nem fique zangado comigo! Também nada tem que perdoar a este pecador. Afinal só lhe critiquei o seu erro crasso e injusto de misturar a idoneidade Moral de um Homem que Ressurgiu, reergueu Portugal do marasmo de falência total…» «… eu também errei ao presumir que o seu emprego era fruto de compadrio…» «… o meu mea culpa.» (VM 1285, de 1/6/2007). // Nesse número de jornal escreve Eduardo Lourenço: «De “bestial” a “besta”. – É com esta frase que começo este meu texto, que será o último que escrevo! Quando não há liberdade de expressão e não se tolera o direito à indignação, é tempo para deixar a caneta e não escrever mais!» Mas reconsiderou e continua a escrever.             

 

LOURENÇO, Felícia Augusta. Filha de António Joaquim Lourenço e de Rosa Cerdeira, lavradores, residentes em Galvão. Neta paterna de Manuel Joaquim Lourenço e de Ana Rosa Dias; neta materna de João José Cerdeira e de Maria Domingues. Nasceu na Vila a 29/9/1885 e foi batizada na igreja a 4 de Outubro desse ano. Padrinhos: António Ferreira, escriturário da Fazenda, e Maria do Carmo Baleixo, casados, da Vila. // No dia 12/9/1905, e no estado de solteira, deu à luz um menino, Rodolfo Amadeu, o qual foi batizado na igreja de Rouças nesse mesmo dia; e no dia 11/6/1908 deu à luz outro filho, Alfredo Abino (ver em Rouças, no apelido Fernandes). // Casou a 9/5/1909 com Amadeu Augusto Fernandes (Garavelos) (*), natural da Vila de Melgaço, filho de Maria José Fernandes. // Faleceu em Melgaço a 25/12/1941. /// (*) Amadeu Augusto Fernandes é o pai de todos os filhos de Felícia Augusta Lourenço.

 

LOURENÇO, Francisca Caetana. Filha de Maria Vicenta Lourenço, solteira, galega, moradora no Carvalho, Vila. Neta materna de Mateus Lourenço e Maria Antónia Soutelo, naturais de Cecrinhos, Galiza. Nasceu a 17/12/1811 e foi batizada na igreja de SMP dois dias depois. Padrinhos: Francisco Pereira e esposa, Maria Ana Araújo, residentes no Campo da Feira. // Nota: é provável que tenha engravidado e colocado a criança – Manuel José [da Cunha] – na roda (ver, em São Paio, Joaquina Rosa da Cunha e José Manuel da Cunha).    

 

LOURENÇO, Francisco António. Filho de Mateus Lourenço e de Maria Antónia Soutelo, de Cecrinhos, Tui. Nasceu na Galiza. // Veio para Melgaço nos finais do século XVIII. // Casou com Maria Rosa, filha de Pedro Gonçalves e de Marta Alonso, de Santa Maria de Loredo, Tui. // Em Março de 1803 já moravam, como caseiros, na Pigarra, Vila. Nesse ano de 1803 foi padrinho de Francisco António Castilho, filho de galegos, batizado na igreja de SMP a 17 de Março. // No dia 22/9/1805 ele e a esposa foram padrinhos de Francisco António, filho de Joana, solteira, galega, residente também na Pigarra. // Morreu a 23/9/1848, somente com a extrema-unção, porque o arrebatou o estupor, de repente, sendo sepultado na igreja matriz de SMP com ofício de 12 padres. // (Era avô da minha bisavó).

 

LOURENÇO, Francisco Armando. Filho de António de Jesus Lourenço e de Silvéria Cândida Marinho, lavradores, residentes no Louridal, freguesia da Vila. Nasceu a --/--/1918. // Morreu no dito lugar do Louridal a 17/10/1920.

 

LOURENÇO, Francisco Hernâni. Filho de José Lourenço e de Julieta Baleixo, industriais de restauração. Nasceu a --/--/1995 (ou 1996). 

 

LOURENÇO, Francisco Manuel. Filho de António Lourenço e de Justa Maria Magalhães, moradores em Corujeiras, Vila. N.p. de Manuel Lourenço e de Inês de Araújo, da Vila de Melgaço; n.m. de Francisco José Magalhães e de Ana Inácia, da freguesia de São Miguel de Prado, termo da Vila de Regalados, Braga. Nasceu na Vila a 18/11/1779 e foi batizado na igreja de SMP pelo padre Francisco Xavier Torres Salgado a 22 desse mês e ano. Padrinhos: padre Francisco Manuel Pereira da Gama e sua irmã, Isidora Joana Pereira da Gama, todos da Vila. Testemunhas: padre Caetano José de Araújo e Francisco António Pereira da Gama.

 

LOURENÇO, Francisco Manuel. Filho de Francisco António Lourenço e de Maria Rosa Alonso Gonçalves, caseiros na Pigarra, SMP. N.p. de Mateus Lourenço e de Maria Antónia Soutelo; n.m. de Pedro Gonçalves e de Marta Alonso. Nasceu na Vila a 21/2/1808 e foi batizado na igreja de SMP três dias depois. Padrinhos: padre Francisco Vaz, e tocou como madrinha o padre José Alves, ambos de Alvaredo. // Casou na igreja de Rouças a 11/4/1838 com Ana Joaquina Gonçalves, lavradeira, filha de João Manuel Gonçalves e de Maria da Conceição, do lugar de Cavaleiros. Testemunhas: Dr. Miguel Caetano Torres, da Quinta de São Julião, e Manuel José Lourenço, residente no Rio do Porto, irmão do noivo. // Morou na freguesia de Rouças. // A sua mulher faleceu na freguesia de Rouças, lugar da Cabana, a 19/3/1876, com 64 anos de idade, deixando quatro filhos.

 

LOURENÇO, Francisco Manuel. Filho de Manuel José Lourenço e de Maria Teresa da Silva. N.p. de Francisco António Lourenço e de Maria Rosa Alonso Gonçalves; n.m. de Anastácio José da Silva e de Teresa Maria de Jesus. Nasceu na Vila a 7/12/1840 e foi batizado na igreja a 10 desse mês e ano. Padrinho: Francisco Manuel Gomes de Abreu, da Vila. // S.m.n.      

 

LOURENÇO, Gomercindo António. Filho de Armindo de Lourdes Lourenço, negociante, da Vila de Melgaço, e de Florinda da Trindade Barbeitos, de Barbeita, Monção. N.p. de João Evangelista Lourenço e de Laureana Rosa de Sousa; n.m. de Caetano José Barbeitos e de Rosa Clementina Fernandes Loureiro. Nasceu na Rua de Baixo, Vila, a 22/1/1908, e foi batizado a 26 desse mês e ano. Padrinhos: Inocêncio do Nascimento Barbeitos, casado, proprietário, e Libéria das Dores Barbeitos, casada, proprietária. // A 12/7/1918 fez o exame do 1.º grau na escola Conde de Ferreira, tendo obtido um «ótimo». // Faleceu, vitimado pela tuberculose, a 8/2/1928.     

 

LOURENÇO, Ida Florinda. Filha de Filha de Armindo de Lourdes Lourenço e de Florinda da Trindade Barbeitos. N.p. de João Evangelista Lourenço e de Laureana Rosa de Sousa; n.m. de Caetano José Barbeitos e de Rosa Clementina Fernandes Loureiro. Nasceu na Vila a 10/4/1913 e foi batizada na igreja a 24 de Junho desse ano. Padrinhos: Manuel Barbeitos e Constança Barbeitos, solteiros, proprietários. x

 

LOURENÇO, Ilídio. Filho de -------------- Lourenço e de -------------- Rodrigues. Nasceu a --/--/1915. // Faleceu em Galvão de Baixo a --/--/1915, com apenas três meses de vida (Correio de Melgaço n.º 147, de 2/5/1915).

 

LOURENÇO, Jerónima Augusta. Filha de António Joaquim Lourenço e de Rosa Cerdeira, moradores no lugar dos Sobreiros, Vila. Neta paterna de Manuel Joaquim Lourenço e de Ana Rosa Dias; neta materna de João José Cerdeira e de Mariana Domingues. Nasceu na Vila a 1/11/1887 e foi batizada na igreja a 13 desse mês e ano. Padrinhos: Carlos Alberto de Sousa e Jerónima Rosa de Sousa, solteiros, moradores na Rua Direita, Vila. // Teve vários filhos naturais, entre eles Deolinda Augusta, nascida no Arrochal, Prado, a 18/12/1918.   

 

LOURENÇO, Jerónima Luísa. Filha de Francisco António Lourenço e de Maria Rosa Alonso Gonçalves, lavradores, galegos, caseiros na Pigarra. N.p. de Mateus Lourenço e de Maria Antónia Soutelo; n.m. de Pedro Gonçalves e de Marta Alonso. Nasceu na Vila a 4/2/1816 e foi batizada na igreja a 8 desse mês e ano. Padrinhos: o sargento-mor António Jacinto de Araújo e sua mulher, Jerónima (tocando por ela seu filho, Luís Vicente), de Chaviães. // Lavradeira. // Teve três filhos como mãe solteira, mas acabou por casar com o pai das crianças, Domingos, morador nas Carvalhiças, filho de Manuel da Gandra (ou Gândara) e de Maria Martins, de Guilhares, freguesia de São Justo de (Eutinça?), Tui, que os legitimou. Depois do casamento ainda teve mais uma filha. // Faleceu nas Carvalhiças a 2/3/1890, viúva, e foi sepultada no cemitério municipal. /// (Era irmã do meu trisavô).    

 

LOURENÇO, Jerónimo. Filho de Francisco António Lourenço e de Maria Rosa Alonso Gonçalves, caseiros na Quinta da Pigarra. N.p. de Mateus Lourenço e de Maria Antónia Soutelo; n.m. de Pedro Gonçalves e de Marta Alonso. Nasceu na Vila a 18/10/1809 e foi batizado na igreja de SMP dois dias depois. Padrinho: padre Jerónimo José Magalhães Abreu, de Penso. 

 

LOURENÇO, João. Filho de pais desconhecidos, de cor negra. // Nasceu no Brasil por volta de 1849 (*). // Deve ter vindo para Melgaço como escravo. // Teria 28 anos de idade, era solteiro, lavrador (depois foi também cantoneiro), morava na Orada, Vila, quando casou na igreja matriz de SMP a 18/3/1877 com Maria Rosa, de 40 anos de idade, solteira, lavradora, nascida e batizada em São Paio de Melgaço, filha de António José da Lama e de Maria Rosa Vaz, sampaienses. Testemunhas: José Martins Afonso, negociante, (Antónia Carneiro, residente na Assadura), e Caetano Celestino de Sousa. // (ver Diário do Governo n.º 77, de 5/4/1878). // Faleceu na Assadura a 11/8/1897, com todos os sacramentos, com cerca de 60 anos de idade, no estado de casado com Maria José (!) Lamas, sem testamento, sem filhos, e foi sepultado no cemitério municipal. /// (*) A sua data de nascimento, sem documentos, é impossível de determinar.

 

LOURENÇO, João António. Filho de Maria de Jesus Lourenço, melgacense. Nasceu na Vila a 3/6/1898 e foi batizado na igreja a 11 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Pinto e Maria Caetana da Costa. // S.m.n.

 

LOURENÇO, João António. Filho de Maria José Lourenço, doméstica, moradora na Vila. N.m. de Maria Joaquina Alves. Nasceu na Vila de Melgaço a 13/1/1915 e foi batizado a 2 de Março desse ano. Padrinhos: António de Araújo, solteiro, artista, e Emília Araújo, solteira, doméstica.  

 

LOURENÇO, João Batista. Filho de Manuel José Lourenço e de Maria Luísa de Araújo, moradores em Galvão. N.p. de António Lourenço e de Umbelina, do lugar de Lourenços, São Paio; n.m. de António Manuel de Araújo e de Margarida Domingues, de Galvão, Vila. Nasceu a 10/2/1825 e foi batizado na igreja de SMP pelo padre Carlos Domingues a 15 desse mês e ano. Padrinhos: Carlos Joaquim Gomes e Isabel Gertrudes Rangel. // Lavrador. // Faleceu em sua casa de Galvão de Baixo a 5/6/1878, com 63 anos de idade (!), solteiro, e foi sepultado no cemitério municipal.

 

LOURENÇO, João Evangelista. Filho de José Maria Lourenço, natural de Melgaço, e de Josefa Antónia Gonçalves, galega, padeiros, residentes na Rua da Misericórdia, Vila. N.p. de Francisco António Lourenço e de Maria Rosa Alonso Gonçalves, residentes na Pigarra; n.m. de José Benito Gonçalves e de Teresa Sanches, moradores na Rua da Misericórdia. Nasceu a 7/7/1845; no batismo teve por padrinhos o padre João Evangelista de Sá Sotomaior e a Senhora do Rosário. // Exerceu a profissão de padeiro. // Casou na igreja de SMP a 25/3/1877 com Laureana Rosa, de 29 anos de idade, solteira, criada de servir, sua conterrânea, filha de Caetano Celestino de Sousa, da Vila, mordomo da igreja, e de Francisca Rosa Alves, padeira, de Chaviães. Testemunhas: José Cândido Gomes de Abreu e Maria Joaquina de Sousa, irmã da noiva. // Em 1913 e 1916 foi eleito presidente da paróquia da Vila (ver Correio de Melgaço n.º 188, de 27/2/1916). // A sua esposa finou-se a 13/12/1914. // Ele morreu na Vila a 15/11/1929 (Notícias de Melgaço n.º 41, de 8/12/1929). Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 38, de 17/11/1929: «… faleceu nesta Vila o senhor João Evangelista Lourenço, extremoso pai do nosso amigo e assinante senhor Armindo de Lurdes Lourenço e sogro do senhor Vitorino Esteves “Sabino”; o seu funeral foi muito concorrido de várias pessoas das suas relações. A toda a família enviamos as nossas condolências.» // (ver Correio de Melgaço n.º 92, de 22/3/1914).    

 

LOURENÇO, João Luís. Filho de ------- Lourenço e de ------------------------------. Nasceu em São Paio de Segude, Monção, por volta de 1868. // Soldado da Guarda-Fiscal. // Casou com Mariana Batista, de Barbeita. // Além de guarda, também foi sacristão da igreja da Santa Casa da Misericórdia de Melgaço. // Faleceu na Vila a 31/5/1934, com 66 anos de idade (ver Notícias de Melgaço n.º 235, de 10/6/1934). // Pai de Anésia, casada com Manuel Plácido Rodrigues. // (ver Avelino Lourenço).

 

LOURENÇO, João Manuel. Filho de Vitorino Lourenço (*) e de Maria Benedita Exposta, caseiros na Orada, Vila. N.p. de Clara Rebelo, de Prado. Nasceu a 8/11/1865 e foi batizado a 12 desse mês. Padrinhos: João Manuel Esteves, sapateiro, e sua mulher, Ana Maria Pereira. // Faleceu em Carvalho de Lobo, Rouças, a 20/1/1940. // (Julgo que morara em Galvão). /// (*) Parece que quando o bebé nasceu os pais ainda não eram casados.  

 

LOURENÇO, João Vicente. Filho de Manuel Lourenço e de Maria Luísa Araújo, moradores em Galvão. N.p. de António Lourenço e de Umbelina Domingues, de São Paio; n.m. de António Manuel Araújo e de Margarida Domingues, de Galvão. Nasceu na Vila a 20/3/1822 e foi batizado na igreja de SMP a 26 desse mês e ano. Padrinhos: Diogo Manuel de Castro, de Galvão, e Maria Peregrina, das Várzeas, ambos da Vila.   

 

LOURENÇO, Joaquim. Filho de Ludovina Rosa Lourenço, solteira, lavradora, residente em Galvão de Baixo, e de José Maria Abreu, solteiro (*), criado de servir. N.m. de Manuel Joaquim Lourenço e de Ana Dias; n.p. de António Joaquim de Abreu e de Maria José Esteves. Nasceu a 24/8/1884 e foi batizado a 31 desse mês e ano. Padrinhos: Joaquim Dionísio Afonso e Maria Francisca Rodrigues, lavradores, da Vila. // Casou na igreja de SMP a 10/1/1916 com Maria José, filha de Caetano Celestino Domingues e de Joana Rosa Gomes, natural da Breia, Prado. // Faleceu na Vila a 3/8/1940. // Sem geração. /// (*) Joaquim Lourenço foi legitimado pelo subsequente matrimónio dos pais, José Maria de Abreu e Ludovina Rosa Lourenço, ocorrido a 3/7/1899.

 

LOURENÇO, José. // A 15/6/1799 era juiz - homem bom - na Vila de Melgaço. // (OJM, de ACE, p.p. 22 e 23).  

 

LOURENÇO, José António. Filho de António Joaquim Lourenço, natural da Vila, e de Rosa Cerdeira, natural de Paderne, lavradores. Neto paterno de Manuel Joaquim Lourenço e de Ana Domingues; neto materno de João José Cerdeira e de Mariana Cerdeira. Nasceu no lugar da Oliveira, Vila, a 16/3/1900, e foi batizado na igreja de SMP a 29 desse mês e ano. Padrinhos: José Ferreira Las Casas, casado, capitalista, e Maria Rosa Las Casas, viúva, proprietária.

 

LOURENÇO, José António. Filho de Manuel Lourenço (Manel da Garage) e de Anália Albina de Jesus Franco. Nasceu na Vila a 21/12/1933. // Depois da 4.ª classe começou a trabalhar com o pai nos negócios, conseguindo acumular alguma fortuna. // Também explorou o Café Estrela, na Calçada. // Enquanto foi solteiro, gozou a vida à sua maneira, algumas farras com os seus amigos, dormiu com esta e com aquela, mas com a idade assentou. // Casou na década de sessenta, ou setenta, com Maria da Conceição Garcia, mais conhecida por “Ção Pianha”, regente escolar. // Morreu a 23/12/1994, na sua casa da Calçada, Vila. // Deixou uma filha, Anália Maria (em 1993 ingressou na Universidade do Minho, no Curso de Engenharia de Sistemas e Informática; dizem que quando concluiu o Curso ficou a lecionar nessa Universidade). // A sua viúva ainda era viva em 2017.   

                  

LOURENÇO, José Dias. Filho de João Evangelista Lourenço, padeiro, e de Laureana Rosa de Sousa, lavradeira, moradores na Rua de Baixo, SMP. Neto paterno de José Maria Lourenço e de Josefa Antónia Gonçalves (defuntos); neto materno de Caetano Celestino de Sousa e de Francisca Teresa Gonçalves. Nasceu a 6/12/1887 e foi batizado a 11 desse mês e ano. Padrinhos: José Dias, casado, proprietário, e Maria Joaquina de Sousa, tia do neófito. // Faleceu na Rua de Baixo, SMP, a 10/7/1888.

 

LOURENÇO, José Gaspar. // Lê-se no Jornal de Melgaço n.º 1313, de 28/11/1920: «O nosso amigo e assinante senhor José Gaspar Lourenço, filho do falecido Cândido Delfim, tendo partido em 1896 desta vila em direcção a São Paulo, aí se conservou durante quinze anos, seguindo depois para a Argentina, atravessando a cordilheira dos Andes, foi ao Chile, Bolívia, atravessou a laguna de Titicácá, Peru, Equador, Colômbia, Panamá, Havana, Cuba e New York. E tendo viajado por tantas terras onde decerto nada lhe faltaria, contudo a ideia de Pátria originou em seu coração um vácuo que só a mesma Pátria é capaz de preencher. Assim, norteado por essa ideia, empreende a viagem de regresso, e ei-lo nesta vila aonde se encontra desde o mês findo…»   

 

LOURENÇO, José João. Filho de João Luís Lourenço, soldado da Guarda-Fiscal, de Segude, e de Mariana Batista, de Barbeita, ambos de Monção. N.p. de Manuel Lourenço e de Margarida de Sousa; n.m. de Domingos Batista e de Maria de Araújo. Nasceu no Largo da Baixa, Vila de Melgaço, a 24/2/1901, e foi batizado na igreja de SMP a 15 de Março desse ano. Padrinhos: José Ferreira Las Casas, casado, capitalista, e Margarida Augusta Pires, solteira. 

 

LOURENÇO, José Joaquim. Filho de António de Jesus Lourenço, natural de Rouças, e de Silvéria Cândida Marinho, natural da Vila, lavradores, residentes nas Carvalhiças. Neto paterno de Maria de Jesus Lourenço; neto materno de João Cândido Marinho e de Maria Delfina Dias. Nasceu na Vila a 25/11/1916 e foi batizado na igreja de SMP a 1/1/1917. Padrinhos: Francisco de Jesus Vaz e Júlia Esteves, solteiros, proprietários, da Vila. // Casou em 1944 com Ilda de Barros, nascida em Rouças em 1922. // Moraram no lugar das Carvalhiças. // Faleceu na sua freguesia de nascimento a 29/6, ou 29/7/1975. // A sua viúva casou em 1980 com Aniceto Guilherme Lisboa.

          

LOURENÇO, José Luís. Filho de Manuel Joaquim Lourenço e de Ana Rosa Dias, moradores nos Moinhos, Vila. N.p. de Manuel José Lourenço e de Maria Luísa Araújo, de Galvão de Baixo; n.m. de João Manuel Dias e de Teresa da Costa, do lugar da Serra, Prado. Nasceu a 5/3/1847 e foi batizado na igreja de SMP pelo padre João Evangelista a 7 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Luís Rodrigues e esposa, Maria Luísa Alves, caseiros na Quinta do Fecho, Rouças. // Casou na igreja de Chaviães a 20/8/1875 com Teresa Joaquina Lopes, natural de Chaviães, onde ele passou a morar. // Com geração.  

 

LOURENÇO, José Maria. Filho de Francisco António Lourenço, de Cecriños, e de Maria Rosa Alonso Gonçalves, de Loeda, Tui, moradores em Melgaço. N.p. de Mateus Lourenço e de Maria Antónia Soutelo; n.m. de Pedro Gonçalves e de Marta Alonso. Nasceu na Vila a 3/2/1803 e foi batizado na igreja de SMP nesse dia. Padrinhos: padre José Gomes de Magalhães, de Chaviães, e Maria Fernandes, solteira, de Fiães. // Morreu ainda bebé. 

 

LOURENÇO, José Maria. Filho de Francisco António Lourenço e de Maria Rosa Alonso Gonçalves, galegos, moradores em Melgaço. N.p. de Mateus Lourenço e de Maria Antónia Soutelo; n.m. de Pedro Gonçalves e de Marta Alonso. Nasceu na Vila a 19/11/1804 e foi batizado a 22 desse mês e ano. Padrinhos: padre António José Gomes e Maria Fernandes. // Lavrador. // Casou na igreja de SMP a 22/8/1827 com Josefa Antónia, de Santiago de Parada das Achas, Tui, filha de José Benito Gonçalves e de Teresa Sanches, residentes em Melgaço. Testemunhas: padre Carlos Domingues, padre Manuel Joaquim Quintela, e António Joaquim Rodrigues, mordomo da igreja. (Abade coadjutor: Bernardino José Gomes). // Faleceu em sua casa, sita na Rua do Espírito Santo, Vila, a 23/5/1880, e foi sepultado no cemitério municipal. // A sua viúva finou-se a 18/1/1886, com 80 anos. // Com geração.

 

LOURENÇO, Josefa Rosa. Filha de Manuel José Lourenço e de Maria Luísa de Araújo, moradores em Galvão de Baixo. N.p. de António Lourenço e de Umbelina Domingues, de Lourenços, São Paio; n.m. de António Manuel de Araújo e de Margarida Joaquina Domingues, de Galvão, Vila. Nasceu na Vila a 15/11/1828 e foi batizada pelo padre Carlos Domingues a 19 desse mês e ano. Padrinhos: José Bento Pinto e sua irmã, Vitória Joaquina Pinto. // S.m.n.   

 

LOURENÇO, Lina Rosa. Filha de Miquelina Rodrigues Lourenço, solteira, jornaleira, moradora na Barbosa, SMP. Neta materna de Vitória Rodrigues. Nasceu a 7/1/1872 e foi batizada a 15 desse mês e ano. Padrinhos: José Maria Pereira, soldado veterano, e Lina Rosa Codesseira, solteira, de Rouças. // Casou (antes do casamento já viviam maritalmente), a 17/12/1919, com Justiniano António, de 70 anos de idade, filho de José Bento Esteves e de Ana Emília Coelho, de SMP. // Ambos faleceram na Vila: o marido a 3/7/1926 e ela a 11/5/1959. // Com geração.

 

LOURENÇO, Lucinda Augusta. Filha de Carlos José Lourenço e de Teresa de Jesus Rodrigues. Nasceu em -------------, a 3/12/1924. // Casou com António Barbeitos.

 

LOURENÇO, Lucrécia Augusta. Filha de António de Jesus Lourenço, natural de Rouças, e de Silvéria Cândida Marinho, natural da Vila. Neta paterna de Maria de Jesus Lourenço; neta materna de João Cândido Marinho e de Maria Delfina Dias. Nasceu na Vila a 17/10/1914 e foi batizada a 15 de Novembro desse ano. Padrinhos: Manuel Cardoso, solteiro, negociante, e Lucrécia Augusta da Costa Velho, solteira, proprietária. // Faleceu em Surribas, Rouças, a 14/8/1963 (*), com 48 anos de idade, no estado de solteira, e foi sepultada no cemitério de Rouças; mais tarde mudaram-na para o cemitério municipal de Melgaço. // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1482, de 25/8/1963: «… no lugar de Surribas, freguesia de Rouças, faleceu no passado dia 14 a senhora Lucrécia Augusta Lourenço, de 48 anos de idade, filha do senhor António [de Jesus] Lourenço e da senhora Silvéria Cândida Marinho (já falecida) naturais desta Vila. A saudosa extinta, sempre muito doente, era - por todos - estimada, motivo porque o seu falecimento foi largamente concorrido. Paz à sua bela alma, e os nossos sentimentos a toda a família enlutada.» /// (*) Na sua campa está registada erradamente a data de 14/10/1963.

     

LOURENÇO, Lucrécia Cândida. Filha de Augusto Cândido Lourenço e de Ana Marinho, trabalhadores, de SMP. N.p. de José Delfim Lourenço e de Maria Genoveva de Sousa; n.m. de José Marinho e de Brandina Marinho. Nasceu na Pigarra, Vila, a 12/5/1879, e foi batizada na igreja a 20 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel José Esteves, escrivão da Fazenda, e Lucrécia de Melo. // Casou na igreja de SMP a 23/6/1909 com Luís, de 26 anos de idade, artista, da freguesia de São Paio, Vila dos Arcos de Valdevez, filho de Francisco da Silva e de Felizarda Pereira. Testemunhas: Abel Martins, solteiro, e José Dias, casado. // O seu marido morreu a 9/5/1955 na freguesia de Vila Nova da Telha, Maia. // Ela finou-se em Moreira, Maia, a 14/4/1966. // Com geração.    

 

LOURENÇO, Ludovina Rosa (Caga Mulas). Filha de Manuel Joaquim Lourenço e de Ana Rosa Dias, moradores em Galvão de Baixo. N.p. de Manuel José Lourenço e de Maria Luísa de araújo, do dito lugar; n.m. de João Manuel Dias e de Maria Teresa da Costa, da Serra, Prado. Nasceu a 21/4/1857 e foi batizada no dia seguinte. Padrinho: Luís Manuel Pinheiro, comerciante na Vila de Melgaço. // Casou a 3/7/1899 com José Maria, de 47 anos de idade, filho de António Joaquim de Abreu e de Maria José Esteves. // Enviuvou a 7/10/1911. // Faleceu em Galvão a --/3/1936 (NM 307). // Mãe de Joaquim (deu-o à luz antes do casamento).          

 

LOURENÇO, Luís Manuel. Filho de João Manuel Lourenço e de Escolástica Marques, de Remoães. // Casou na igreja de SMP a 18/4/1855 com Maria Joaquina, filha de Dionísio Alonso e de Luísa Maria Alves, de Paderne, nessa altura caseiros no lugar de Corujeiras, SMP. Testemunhas: Caetano Celestino de Sousa, mordomo da igreja, Francisco Manuel Lourenço (irmão do noivo), e José Maria Pereira, soldado veterano. 

 

LOURENÇO, Luís Vicente. Filho de Manuel Joaquim Lourenço e de Ana Rosa Dias, moradores em Galvão, SMP. N.p. de Manuel José Lourenço e de Maria Luísa de Araújo, do dito lugar; n.m. de João Manuel Dias e de Maria Teresa da Costa, da Serra, Prado. Nasceu a 23/1/1854 e foi batizado a 6/2/1854. Padrinhos: JCGA e Maria Bernarda de Araújo, casada com Francisco Domingues, de Galvão. 

 

LOURENÇO, Luísa. Filha de Maria Joana Lourenço, solteira, de São Benito do Rabinho, Ourense, moradora no lugar da Corga, Vila de Melgaço. N.m. de Estevo Lourenço e de Manuela Campos, galegos. Nasceu na Vila a 3/8/1820 e foi batizada na igreja de SMP a 8 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel de Nóvoa, galego, e sua esposa, Maria Tirona.

 

LOURENÇO, Manuel. Filho de Manuel Lourenço e de Inês de Araújo, moradores em Galvão. Nasceu na Vila a 19/10/1713 e foi batizado na igreja de SMP pelo padre Gregório Salgado, codjutor, da Vila, a 24 desse mês e ano. Padrinhos: padre Manuel da Cunha Lira, abade de Rouças, e Maria Lobato, solteira, do lugar de Galvão.

 

LOURENÇO, Manuel Domingos. Filho de Manuel Lourenço, natural de Rouças, e de Anália Albina de Jesus Franco, natural da Vila, negociantes. Neto paterno de António Lourenço e de Laura Rodrigues; neto materno de Domingos Alves Franco e de Adélia Gonçalves. Nasceu nas Carvalhiças, Vila, a 10/2/1931 (NM 100, de 8/3/1931). // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 989, de 12/8/1951: (...)

 

     Casou na capela de Santa Rita, Rouças, a 17/9/1961, com Maria Fernanda, de 22 anos de idade, nascida em São Sebastião da Pedreira, Lisboa, filha de António de Faro e de Maria da Graça Correia dos Santos, donos de um talho de carnes verdes na Praça da República, Vila de Melgaço. // Por sentença de 15/2/1971, transitada em julgado a 26 desse mês, proferida pela 1.ª vara cível do tribunal da comarca do Porto, foi decretada a separação judicial de pessoas e bens; e por sentença de 18/7/1975 a dita separação foi convertida em divórcio. // Casou civilmente com Maria Josefa do Amaral Abreu Rodrigues, a 26/9/1985, na Conservatória do Registo Civil de Gaia. // Teve filhos da primeira esposa. 

 

LOURENÇO, Manuel João. Filho de João Lourenço (João do Estar) e de Perpétua do Nascimento Golim, comerciantes na Assadura. Nasceu na Vila a 11/12/1945. // Estudou alguns anos no Colégio da Barbosa e foi empregado de escritório do seu tio paterno, Manuel Lourenço (Manel da Garage). // No dia 31/7/1965 submeteu-se à inspeção militar, tendo sido apurado para todo o serviço (NM 1564, de 8/8/1965). // Depois da tropa, parte dela cumprida em África, ingressou (Maio de 1972) na PIDE/DGS, tendo sido destacado para a Guiné-Bissau em Junho desse ano como agente de 2.ª classe. // Depois do 25/4/1974, e extinta aquela polícia política, emigrou para o Brasil, onde tinha parentes que o ajudaram. // Em 2008 era «comerciante e industrial» em Niterói (VM 1298). // Solteiro e sem geração.      

 

LOURENÇO, Manuel Joaquim. Filho de Manuel José Lourenço e de Maria Luísa de Araújo, moradores em Galvão de Baixo. N.p. de António Lourenço e de Umbelina Domingues, de Lourenços, São Paio; n.m. de António Manuel Araújo e de Margarida Domingues, do lugar dos Moinhos, Vila. Nasceu na Vila a 10/5/1820 e foi batizado na igreja de SMP a 21 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Ventura Fernandes, ausente na cidade do Porto (representado por António Joaquim de Sousa, das Várzeas) e Maria Josefa Fernandes, solteira, do lugar da Oliveira, Vila. // Casou na igreja de SMP a 25/5/1846 com Ana Rosa, filha de João Manuel Dias e de Maria Teresa da Costa, da Serra, Prado. Testemunhas: AJR, mordomo da igreja, e João Manuel Vasques, ferrador na Vila. // Faleceu a 27/10/1891, em Galvão, com 72 anos de idade, casado. // Com geração.  

 

LOURENÇO, Manuel José. Filho de António Lourenço e de Umbelina Domingues, de Lourenços, São Paio. // Casou na igreja de SMP a 20/10/1819 com Maria Luísa, filha de António Manuel de Araújo e de Margarida Domingues, do lugar do Outeiro Alto, SMP. Testemunhas: padre AJG, cura de SMP; padre Manuel Joaquim Quintela; e Luís Inácio Pereira, soldado da Companhia Fixa da Praça de Melgaço. // Morreu a 28/6/1848, não estando em seu perfeito juízo, casado, e foi sepultado na igreja matriz com ofício de sepultura.

 

LOURENÇO, Manuel José. Filho de Francisco António Lourenço e de Maria Rosa Alonso Gonçalves, da freguesia de Loeda, Tui, caseiros na Pigarra, SMP. Neto paterno de Mateus Lourenço e de Maria Antónia Soutelo; neto materno de Pedro Gonçalves e de Marta Alonso. Nasceu na Vila a 23/4/1812 e foi batizado na igreja de SMP a 26 desse mês e ano. Padrinhos: Nicolau Gonçalves, morador em Pontepedrinha, e sua filha Maria. // Casou na igreja de SMP a 24/6/1835, com Teresa Maria, filha de António (ou Anastácio) José da Silva e de Teresa Maria de Jesus, de São Gregório, Cristóval. Testemunhas: João Rodrigues de Armada e mulher, Maria do Carmo. // A 16/6/1867 foi padrinho de sua neta, Jovita Alves, nascida no Rio do Porto, Rouças, a 13 desse mês. // A 20/2/1868 ele e a esposa foram padrinhos de Maria Monteiro, nascida no Rio do Porto, Rouças, a 9 desse mês e ano. Ele sabia escrever, a madrinha não. // Faleceu na Rua de Baixo, Vila, a 16/9/1891, viúvo, e foi sepultado no cemitério. // Fizera testamento. // Deixou filhos. /// (É meu trisavô).    

 

LOURENÇO, Manuel Luís. Filho de Bernardo Lourenço e de Isabel Alves, de São Paio, moradores na Quinta de Galvão, SMP. // Casou na igreja de SMP a 5/7/1815, com Maria Teresa, filha de Domingos Durães e de Antónia Alves da Silva, de Crasto, Rouças. Testemunhas: padre FXTS, António de Sampaio (mordomo), e Carlos Joaquim Gomes.

 

LOURENÇO, Márcia. Filha de António Joaquim Lourenço e de Rosa Domingues Cerqueira. Nasceu a --/--/18--. // S.m.n.

 

LOURENÇO, Márcia Augusta. Filha de Jerónima Augusta Lourenço, doméstica, melgacense, moradora na Vila. N.m. de António Lourenço e de Rosa Alves. Nasceu a 4/9/1916 e foi batizada na igreja de SMP a 10 de Outubro desse ano. Padrinhos: Alberto José Lourenço e Adelina Augusta Cerdeira, solteiros, trabalhadores, da Vila. 

 

LOURENÇO, Maria. // Faleceu no lugar das Várzeas, Vila, a 24/2/1811.

 

LOURENÇO, Maria. Filha de -------- Lourenço e de --------------------------------. Nasceu em ------------, a --/--/18--. // Faleceu na Vila a 12/7/1950, com oitenta e seis anos de idade (Notícias de Melgaço n.º 939, de 16/7/1950).

  

LOURENÇO, Maria Antónia. Filha de Francisco António Lourenço e de Maria Rosa Alonso Gonçalves, caseiros na Pigarra. Neta paterna de Mateus Lourenço e de Maria Antónia Soutelo; neta materna de Pedro Gonçalves e de Marta Alonso. Nasceu na Vila a 21/2/1818 e foi batizada dois dias depois. Padrinhos: padre António José Gomes, da Vila, e Maria Antónia Gonçalves, moradora na casa do padre Carlos Domingues, pároco de SMP. 

 

LOURENÇO, Maria Augusta. Filha de Manuel Joaquim Lourenço, trabalhador, da Vila, e de Ana Rosa Dias, doméstica, natural de Prado (ver), moradores em Galvão de Baixo. N.p. de Manuel José Lourenço e de Maria Luísa Araújo, da Vila; n.m. de João Manuel Dias e de Maria Teresa, do lugar da Serra, Prado. Nasceu a 2/4/1849 e foi batizada na igreja de SMP pelo padre Caetano Soares Calheiros, da Galvão, a 5 desse mês e ano. Padrinhos: o sacerdote batizante e a avó paterna da neófita. // Faleceu em Galvão, Vila, solteira, sem sacramentos, a 10/6/1910, sem testamento, e foi sepultada no cemitério municipal. // No assento de óbito diz-se que não deixou filhos (confirmar). 

 

LOURENÇO, Maria Delfina. Filha de António de Jesus Lourenço, natural de Rouças, e de Silvéria Cândida Marinho, natural da Vila. N.p. de Maria de Jesus Lourenço; n.m. de João Cândido Marinho e de Maria Delfina Dias. Nasceu na Vila a 20/5/1928 e foi batizada na igreja a 17 de Junho desse ano. Padrinhos: João Cândido Marinho e Maria de Jesus Lourenço. // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1008, de 13/1/1952: «deu à luz uma linda menina na maternidade da SCMM a senhora MDL.» //

 

LOURENÇO, Maria Fernanda. Filha de João Manuel Lourenço (João do Estar) e de Perpétua do Nascimento Golim. Nasceu a 18/12/194-. // Casou com Manuel Augusto Cerdeira, guarda-fios. // Trabalhou nas limpezas, no Centro de Saúde de Melgaço, até à sua aposentação. // Enviuvou a --/--/2---. // Mãe de António Manuel (cabo da marinha em 1992; casou com Ana; pai de Ana Sofia); de Vítor Manuel (comerciante em Niteroi, Brasil, em 1992; pai de duas gémeas – Vitória e Ana Carolina); de João Henrique; e de Manuel João.  

 

LOURENÇO, Maria Florinda. Filha de José Maria Lourenço e de Josefa Antónia Gonçalves. N.p. de Francisco António Lourenço e de Maria Rosa Alonso Gonçalves; n.m. de José Benito Gonçalves e de Teresa Sanches. Nasceu na Vila a 24/4/1834 e foi batizada na igreja pelo padre Francisco António Soares Coutinho a 27 desse mês e ano. Padrinhos: Vitorino Joaquim da Rocha Gonçalves e sua irmã, Maria Florinda da Rocha Gonçalves, do Campo da Feira de Dentro, Vila. 

 

LOURENÇO, Maria Francisca. Filha de Francisco António Lourenço e de Maria Rosa Alonso Gonçalves, caseiros na Pigarra, SMP. N.p. de Mateus Lourenço e de Maria Antónia Soutelo; n.m. de Pedro Gonçalves e de Marta Alonso. Nasceu na Vila a 14/10/1810 e foi batizada pelo padre Carlos Domingues a 22 desse mês e ano. Padrinhos: padre Francisco Vaz, de Alvaredo, e Maria Gonçalves, da Vila. // Faleceu na Pigarra, solteira, a 9/7/1828; foi amortalhada em hábitos mulheris, e sepultada na igreja matriz com uma missa cantada.   

 

LOURENÇO, Maria Gertrudes. Filha de Maria Lourenço, solteira, moradora em Galvão. N.m. de Manuel Lourenço e de Inês de Araújo, do dito lugar. Nasceu a 8/7/1767 e foi batizada na igreja de SMP pelo padre Manuel Álvares a 11 desse mês e ano. Padrinhos: João Domingues e Manuel do Souto Monteiro, ambos de Galvão. Testemunhas: Dr. Inácio Luís, da Vila, e Manuel de Azevedo, soldado de infantaria, do destacamento de Melgaço. // Morou nas Várzeas. // Faleceu solteira, a 30/7/1818, e o seu funeral foi acompanhado por dez padres. // Deixou testamento.

 

LOURENÇO, Maria da Glória. Filha de João Evangelista Lourenço e de Laureana Rosa de Sousa, moradores na Rua de Baixo, SMP. N.p. de José Maria Lourenço e de Josefa Antónia Gonçalves, residente na Rua Direita; n.m. de Caetano Celestino de Sousa e de Francisca Gonçalves, moradores na Rua de Baixo. Nasceu a 13/12/1883 e foi batizada a 21 desse mês e ano. Padrinhos: José Albano Nunes de Almeida, proprietário, e Beatriz Augusta Ribeiro dos Santos Lima, solteiros, da Vila. // Casou a 25/11/1906 com Vitorino Manuel Esteves (Sabino), comerciante, natural de Paderne. Tiveram loja no r/c do prédio do médico Passos. // Em 1913 deu à luz um nado-morto (Correio de Melgaço n.º 73, de 2/11/1913). // A vida conjugal começou a correr pessimamente, o marido era-lhe infiel, gastador, e ela colocou o seguinte anúncio no “Notícias de Melgaço” n.º 149, de 8/5/1932: «… não se responsabiliza pelas dívidas feitas por seu marido (…), tanto no comércio como a qualquer particular. Melgaço, 8/5/1932.» // Divorciou-se a 31/10/1932 (ver Notícias de Melgaço n.º 180, de 22/1/1933, página 8). // Faleceu na Vila a 22/12/1933 (NM 218, de 7/1/1934). // O seu ex-marido pôs fim à vida a 11/2/1940, devido sobretudo a problemas de ordem financeira. // Mãe do popular Flórido da Assadura, nascido em 1911, entre outros. // (Ver Notícias de Melgaço n.º 150).   

 

LOURENÇO, Maria Helena. Filha de Orlando Lourenço e de Maria dos Anjos Ferreira, ambos da Vila, onde moravam. N.p. de João Lourenço e de Mariana Batista; n.m. de Albertina Augusta Ferreira, solteira. Nasceu a 25/11/1933. // Casou em Monção, a 18/10/1953, com António Guimarães Vasques de Carvalho. // O casamento foi dissolvido por divórcio decretado por sentença de 19/4/1982, transitada a 3/5/1982, proferida pelo Tribunal de Família do Porto. // Casou em segundas núpcias, a 2/7/1984, em Pully, Suíça, com Jean-Bernard Hauen, adotando o apelido do marido. 

 

LOURENÇO, Maria de Jesus. Filha de João Evangelista Lourenço e de Laureana Rosa de Sousa. N.p. de José Maria Lourenço e de Josefa Antónia Gonçalves; n.m. de Caetano Celestino de Sousa e de Francisca Gonçalves. Nasceu a --/--/18--. // Faleceu em Lisboa, onde residia, a 22/12/1933.

    

LOURENÇO, Maria de Jesus. Filha de Vitorino Joaquim Lourenço e de Maria Joaquina Alves. Nasceu na Vila, SMP, por volta de 1896. // Mãe solteira de Vítor Cândido Lourenço (1917-1988).

 

LOURENÇO, Maria Joaquina. Filha de António Lourenço e de Justa Maria Magalhães, moradores em Galvão. N.p. de Manuel Lourenço e de Inês de Araújo, do dito lugar; n.m. de Francisco de Magalhães e de Ana Engrácia, de São Miguel de Prado, Pico de Regalados. Nasceu na Vila a 23/4/1776 e foi batizada na igreja de SMP pelo padre Manuel Álvares a 26 desse mês. Padrinhos: Dr. Luís José Pereira da Gama e sua irmã, Maria Pereira da Gama, solteiros, residentes no Campo da Feira de Fora. Testemunhas: MPF, mordomo da igreja, FMPG, e o padre Luís de Araújo.     

 

LOURENÇO, Maria Joaquina. Filha de Francisco António Lourenço e de Maria Rosa Alonso Gonçalves, caseiros na Pigarra. N.p. de Mateus Lourenço e de Maria Antónia Soutelo; n.m. de Pedro Gonçalves e de Marta Alonso. Nasceu na Vila a 12/4/1806 e foi batizada na igreja de SMP pelo padre Carlos Domingues três dias depois. Padrinhos: Joaquim José Caldas Bacelar, de Alvaredo, e sua esposa, Maria Gomes de Magalhães.      

 

LOURENÇO, Maria Joaquina. Filha de Manuel José Lourenço e de Maria Teresa da Silva. N.p. de Francisco António Lourenço e de Maria Rosa Alonso Gonçalves; n.m. de Anastácio José da Silva e de Teresa Maria de Jesus. Nasceu na Vila a --/--/1837. // Casou na igreja de Rouças a 7/5/1862 com João Bento Seixo, de 48 anos de idade, galego. // A 16/6/1867 foi madrinha de Jovita Alves, sua sobrinha, nascida no Rio do Porto, Rouças, a 13 desse mês e ano. // Mãe de José Maria Seixo, nascido em Rouças a 1877, entre outros.  

 

LOURENÇO, Maria Josefa. Filha de Bernardo Lourenço e de Isabel Alves, lavradores, de São Paio. // Lavradeira. // Faleceu em sua casa, sita em Corujeiras, Vila, a 18/4/1870, com cerca de 70 (ou 80) anos de idade, viúva de Manuel António Vasques, e foi sepultada na igreja matriz. // Deixou filhos.    

 

LOURENÇO, Maria Josefa. Filha de Francisco António Lourenço e de Maria Rosa Alonso Gonçalves, galegos, moradores na Vila, caseiros na Pigarra. N.p. de Mateus Lourenço e de Maria Antónia Soutelo; n.m. de Pedro Gonçalves e de Marta Alonso. Nasceu na Vila a 22/10/1801 e foi batizada na igreja de SMP pelo padre Francisco Xavier Torres Salgado no dia seguinte. Padrinho: António Jacinto de Araújo e Azevedo, de Soengas, Chaviães.    

 

LOURENÇO, Maria Ludovina. Filha de Vitorino Lourenço e de Maria Benedita Exposta, caseiros na Quinta de Galvão de Cima, SMP. N.p. de Clara Rebelo, de Prado. Nasceu a 17/6/1870 e foi batizada na igreja a 19 desse mês (fora batizada em casa, no dia do nascimento, devido a correr perigo de vida, por Maria Teresa Esteves, casada, de Bilhões, Rouças). Padrinhos: João António Tomaz Rodrigues, solteiro, do Rio do Porto, SMP, e Maria Teresa Esteves, acima mencionada.   

 

LOURENÇO, Maria de Lurdes. Filha de Alberto Augusto Lourenço e de Teresa de Jesus Domingues, lavradores. N.p. de António Joaquim Lourenço e de Rosa Cerdeira; n.m de Bernardo Pereira de Castro e de Ludovina Rosa Domingues. Nasceu na Vila a 22/8/1922 e foi batizada a 1 de Novembro desse ano. Padrinhos: Frederico Augusto Esteves, casado, artista, e Maria Luísa Domingues, solteira, camponesa, residente em Melgaço. // Casou em segundas núpcias com Manuel Joaquim de Freitas, a 11/4/1955.  

 

LOURENÇO, Maria de Lurdes. Filha de Manuel Lourenço (Manuel da Garage) e de Anália Albina de Jesus Franco. Nasceu a --/--/1932 (NM 164, de 11/9/1932). // Casou (na igreja do convento das Carvalhiças, salvo erro) a 15/9/1957 com Armando Afonso, filho de Carlos Ferreira Lopes e de Ana Maria Pinto, guarda-livros em Vila Nova de Gaia, tendo ido viver com o marido para Gaia, levando consigo uma rapariga de Melgaço, filha de José Salvador Gonçalves (Zé Mocho) e de Rosa ---------------. // Uma filha deste casal faleceu em 1968, com apenas sete anos de idade (ver Notícias de Melgaço n.º 1688, de 14/7/1968, página 2).  

 

LOURENÇO, Maria Margarida. Filha de Manuel Lourenço, natural de Rouças, casado, e de Narcisa Cândida Azevedo Barroso, solteira, natural da Vila, onde ambos moravam. Neta paterna de António Bernardino Lourenço e de Laura Rodrigues; neta materna de Feliciano Cândido de Azevedo (Barroso) e de Margarida da Conceição Gonçalves. Nasceu em SMP a 17/7/1949. // Foi com a mãe para Lisboa. Em Agosto de 1959 foi internada no Colégio de Nossa Senhora das Dores, em Caxias. // Fez alguns estudos, talvez o 9.º ano ou 12.º. // Empregou-se como telefonista nos CTT; morava com a mãe na Rua do Desterro. // Casou a 3/7/1976 no Mosteiro dos Jerónimos, Lisboa, com Miguel José Colaço Neto Viana. // Com geração.  

 

LOURENÇO, Maria Miquelina. Filha de -------- Lourenço e de ---------------------. Nasceu na Vila por volta de 1841. // Faleceu na Assadura, Vila, solteira, a 14/6/1919, com 78 anos de idade (JM 1251, de 22/6/1919).

 

LOURENÇO, Maria Rita. Filha de Teresa Lourenço, de São Cristóvão, bispado de Tui. N.m. de Domingos Lourenço e de Vitória da Ribeira, todos galegos. Nasceu na Vila de Melgaço a 10/1/1827 e foi batizada na igreja de SMP pelo padre Carlos Domingues a 22 desse mês e ano. Padrinhos: Joaquim Dias Soares, da freguesia do Carvalhão, e Vitória Joaquina Pereira da Gama, da Calçada.  

 

LOURENÇO, Maria do Rosário. Filha de Alberto Manuel Lourenço e de Maria Amália de Araújo. Nasceu em -------------, a --/--/19--. // Empregada comercial. // Casou na igreja matriz de SMP a --/--/1991 com Almerindo, de Riba do Mouro, Monção, filho de Serafim Afonso Lobato e de Maria da Glória Afonso Rodrigues. Padrinhos da noiva: seus tios, Luís António Lourenço e esposa, Maria Carmen Souvier. Padrinhos do noivo: Almerindo Afonso Lobato e esposa, Laurinda de Lima. O almoço foi servido na sala de festas do antigo Ciclo Preparatório, fornecido pelo restaurante “A Lanterna”. // (ver VM 933, de 15/2/1991).

 

LOURENÇO, Maria Teresa. Filha de Manuel José Lourenço e de Maria Teresa da Silva. N.p. de Francisco António Lourenço e de Maria Rosa Alonso Gonçalves; n.m. de Anastácio José da Silva e de Teresa Maria de Jesus. Nasceu na Vila a 14/6/1838 e foi batizada dois dias depois. Padrinho: José Luís Rodrigues Cardoso, da Vila. // Casou com um viúvo, João António Alves, nascido no lugar da Granja, Paderne, em 1815, filho de Manuel Luís Alves e de Maria Joaquina Rodrigues, com oficina de serralheiro na Vila de Melgaço. // A 18/3/1900, e na igreja de Paços, foi madrinha de Bebília Lourenço, nascida nessa freguesia a 10 daquele mês e ano; o seu filho José Maria Alves foi o padrinho. // Ambos os cônjuges faleceram em SMP: o marido a 14/12/1887 e ela, esposa e viúva, a 31/3/1925.  

 

LOURENÇO, Maria Vicenta. Filha de Mateus Lourenço e de Maria Antónia Soutelo, ambos de Cecrinhos, bispado de Tui, camponeses. Nasceu na Galiza em finais do século XVIII. // Veio para Melgaço ainda nova. Morou no Bairro do Carvalho, SMP. Devia ser jornaleira ou criada de servir. // Mãe de Francisca Caetana, nascida em Melgaço a 17/12/1811.   

 

LOURENÇO, Marteniano Cândido Hermegildo. Filho de João Luís Lourenço e de Maria Joana Domingues. N.p. de Manuel Lourenço e de Joana Alves; n.m. de Domingos José Domingues e de Maria Benta Pires, todos de Estivadas, moradores no Rio do Porto. Nasceu na Vila de Melgaço a 6/7/1834 e foi batizado na igreja de SMP nesse dia. Padrinhos: João António de Abreu Cunha Araújo e Maria Carolina de Abreu Cunha Araújo, residentes na sua Quinta do Rio do Porto.    

 

LOURENÇO, Orlando. Filho de João Luís Lourenço, guarda-fiscal, de Segude, e de Mariana Batista, de Barbeita, doméstica, ambos de Monção. N.p. de Manuel Lourenço e de Margarida de Sousa; n.m. de Domingos Batista e de Maria de Araújo. Nasceu no Largo da Baixa, Vila de Melgaço, a 1/3/1907 e foi batizado a 3 desse mês e ano. Padrinhos: Dr. António Pereira de Sousa, solteiro, médico municipal, e Maria Rosa Las Casas, viúva, proprietária. // Carteiro. // Casou na CRCM a 1/7/1933 com Maria dos Anjos, de 22 anos de idade, filha de Albertina Augusta Ferreira, também da Vila de Melgaço. // A sua esposa faleceu em Mafamude, Vila Nova de Gaia, a 14/10/1981. // Pai de Maria Helena Lourenço.  

 

LOURENÇO, Patrícia Sofia. Filha de José Lourenço e de Julieta Beleixo, donos de um restaurante em Melgaço. Nasceu a 25/8/1982. // No ano 2000 frequentava o 12.º ano na Escola Secundária de Melgaço. // Nota: parece ser neta materna de Armando Hernâni Baleixo.

 

LOURENÇO, Renato Cândido. Filho de Armindo de Lourdes Lourenço, comerciante, da Vila de Melgaço, e de Florinda da Trindade Barbeitos, doméstica, de Barbeita, Monção. N.p. de João Evangelista Lourenço e de Laureana Rosa de Sousa; n.m. de Caetano José Barbeitos e de Rosa Clementina Fernandes Loureiro. Nasceu na Vila a 3/4/1915. // Casou com Eva de Jesus Pereira Lourenço, na igreja de Nossa Senhora da Boavista, freguesia de Ramalde, Porto. // Faleceu em Cristóval, Melgaço, a 17/9/2003.  

 

LOURENÇO, Rosa Cândida. Filha de Maria Miquelina Lourenço, solteira, moradora na Rua da Calçada, SMP. Neta materna de Joaquim Lourenço e de Maria Vitória Rodrigues, de São Paio. Nasceu a 15/12/1866 e foi batizada a 28 desse mês e ano. Padrinhos: Caetano Maria Abreu Mosqueira, proprietário, de intramuros, e Rosa de Jesus Costa Pinto, solteira, da Rua da Calçada.

 

LOURENÇO, Sara Augusta. Filha de Maria de Jesus Lourenço. Nasceu na Vila, SMP, a --/--/1919 (Jornal de Melgaço n.º 1262, de 14/9/1919). // Faleceu a 21 de Novembro desse ano, com apenas dois meses de vida. 

 

LOURENÇO, Telmo Sérgio Cândido. Filho de António de Jesus Lourenço, natural de Rouças, e de Silvéria Cândida Marinho, natural da Vila, SMP. Nasceu na Vila a 6 de Abril de 1925. // Casou com ---------------------------. // Faleceu a 21 de Fevereiro de 2009 e foi sepultado no cemitério municipal de Melgaço. // Deixou viúva, filhos, e netos.

        

LOURENÇO, Tiago José. Filho de José Lourenço e de Julieta Baleixo, industriais de restauração em Melgaço. Nasceu a --/--/1989 (ou 1990). 

 

LOURENÇO, Tomaz José. Filho de António Joaquim Lourenço (Perinhas) e de Rosa Cerdeira, lavradores, residentes em Galvão. N.p. de Manuel Joaquim Lourenço e de Ana Rosa Dias; n.m. de João José Cerdeira e de Mariana Domingues. Nasceu na Vila a 10/2/1884 e foi batizado a 23 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel José Esteves, escrivão da Fazenda, e Jerónima Rosa Gonçalves, ambos casados, de SMP. // Lavrador. // Casou na igreja de Rouças a 27/3/1910 com Ermezinda Alves, de 25 anos de idade, solteira, camponesa, natural de Rouças, filha de António Joaquim Alves e de Ludovina da Conceição Domingues. // Morreu em Prado a 3/4/1956.

 

LOURENÇO, Urbana Augusta. Filha de António Joaquim Lourenço, da Vila, e de Rosa Cerdeira, de Paderne, lavradores, residentes em Galvão de Baixo. N.p. de Manuel Joaquim Lourenço e de Ana Rosa Dias; n.m. de João José Cerdeira e de Mariana Domingues. Nasceu a 19/7/1897 e foi batizada a 26 desse mês. Padrinhos: José António Gonçalves, solteiro, negociante, e Elvira Joaquina Fernandes, solteira. // Casou em primeiras núpcias a 2/7/1933 com Sebastião de Araújo, viúvo, o qual se finou na Vila a 5/10/1955. // Casou de novo, a 15/11/1956, com Valdemiro Esteves (Miro Funga). // Morou na Barbosa. // Ambos morreram na Vila: o 2.º marido a 18/2/1977 e ela a 12/10/1979.

 

LOURENÇO, Venceslau. Filho de José Maria Lourenço e de Josefa Antónia Gonçalves. N.p. de Francisco António Lourenço e de Maria Rosa Alonso Gonçalves; n.m. de José Benito Gonçalves e de Teresa Sanches. Nasceu em SMP a 7/2/1829 e foi batizado na igreja a 12 desse mês. Padrinhos: José Manuel da Costa Pinto e Diogo Manuel Castro e Sousa, da Quinta de Galvão, que serviu de madrinha. // S.m.n.

 

LOURENÇO, Vítor Cândido. Filho de Maria de Jesus Lourenço. Neto materno de Vitorino Joaquim Lourenço e de Maria Joaquina Alves. Nasceu na Vila a 1/8/1917 (Jornal de Melgaço n.º 1175, de 15/9/1917). // Deve ter ido para Espanha, lutando de 1936 a 1939 ao lado das tropas de Franco; posteriormente, 1942-1943, segundo consta, lutou na Rússia, ao lado dos alemães, integrado na Divisão Azul, durante a II Guerra Mundial. // Morou na freguesia da Bela, lugar de São Bento, concelho de Monção, onde morreu, de carcinoma gástrico, no estado de solteiro, a 22/11/1988; o seu cadáver foi sepultado no cemitério daquela freguesia.   

 

LOURENÇO, Vitória Florinda. Filha de José Maria Lourenço e de Josefa Antónia Gonçalves. N.p. de Francisco António Lourenço e de Maria Rosa Alonso Gonçalves; n.m. de José Benito Gonçalves e de Teresa Sanches. Nasceu na Vila a 10/3/1837 e foi batizada na igreja de SMP a 14 desse mês e ano. Padrinhos: Vitorino Joaquim da Rocha Gonçalves e sua irmã, Florinda de Jesus da Rocha Gonçalves. // Casou antes de 1862 com um viúvo, José Joaquim, de São Paio, com taberna na Vila, filho de Francisco Pires e de Maria Angélica Alves. // A 18/3/1862 foi madrinha de Quitéria Gonçalves, nascida na Vila (lugar dos Chãos) a 11 desse mês e ano. Não assinou, por ser analfabeta. // Faleceu no estado de viúva, a 19/10/1918. // Mãe de Emília de Jesus Pires (1861/----); de Felisménia Maria Pires (1864/----); e de Belmira dos Prazeres Pires (1872-1956).

 

LOURENÇO, Vitória Joaquina. Filha de Manuel José Lourenço e de Maria Luísa Araújo, moradores em Galvão de Baixo. Neta paterna de António Lourenço e de Umbelina Domingues, de Lourenços, São Paio; neta materna de António Manuel Araújo e de Margarida Joaquina Domingues, de Galvão, Vila. Nasceu a 21/2/1831 e foi batizada na igreja de SMP a 1 de Março desse ano. Padrinhos: padre Caetano Celestino Soares Calheiros e Vitória Joaquina Pinto, solteira.  

 

LOURENÇO, Vitorino Joaquim. Filho de José Maria Lourenço e de Josefa Antónia Gonçalves, lavradores, residentes intramuros. Neto paterno de Francisco António Lourenço e de Maria Rosa Alonso Gonçalves; neto materno de José Bento Gonçalves e de Teresa Sanches (Mancos). Nasceu na Vila de Melgaço a 2/12/1842 e foi batizado a 8 desse mês e ano. Padrinhos: Vitorino Joaquim Gonçalves e sua esposa, Rosa Joaquina, melgacenses. // Casou na igreja de SMP a 14/7/1864 (seis horas da manhã), com Antónia Maria, de 32 anos de idade, solteira, sua conterrânea, filha de Lourenço Caetano Fernandes [Rodrigues] e de Maria Joaquina Trancoso, lavradores, residentes na Rua da Calçada; neta paterna de João Fernandes e de Francisca Domingues de Araújo, de Prado; neta materna de Margarida Joaquina Trancoso. Testemunhas: Manuel José Domingues e Ana Rosa Domingues, solteiros, lavradores, residentes na Quinta de Cavaleiros, Rouças. // A 23/3/1874, na Câmara Municipal de Melgaço, assinou por José Dias, Florêncio Soares Pinto da Costa, e António Luís Lopes, todos analfabetos, agraciados com uma medalha de prata e diploma, por terem ajudado a combater um grande incêndio ocorrido na vila de Melgaço no dia 12 de Fevereiro desse ano. Era taberneiro, ou vendeiro. // No ano de 1888, a 21 de Outubro, foi padrinho de Vitorino de Jesus Maria Barbeitos, nascido na Rua Direita, Vila, a 14 desse mês e ano. A madrinha foi Maria das Dores Lopes, solteira. // A sua esposa faleceu no Bairro do Carvalho a 6/1/1908. // Ele morreu a 30/1/1909, na Rua do Espírito Santo, com todos os sacramentos, sem testamento, e foi sepultado no cemitério municipal. // Sem geração. // Nota: no assento de óbito ele aparece apenas como Vitorino Lourenço, com 63 anos de idade; e ela com o nome de Antónia Maria Calheiros, filha de pais desconhecidos, com 72 anos de idade.       

 

LOUSADA

 

LOUSADA, Benigno. Filho de Ana Rosa Lousada, solteira, presa na cadeia da Vila de Melgaço. N.m. de Manuel Joaquim Flores e de Josefa Lousada, todos de Tui. Nasceu a 6/5/1884 e foi batizado na igreja de SMP a 13 desse mês e ano. Padrinhos: João Luís Rodrigues de Abreu, casado, moleiro, da Vila, e Rosa Joaquina Marques, solteira, de Prado.  

 

LOUSADO

 

LOUSADO, Luís Freire (Dr.) // Foi juiz de fora em Melgaço de 1722 a 1727. // A 30/8/1724, com 31 anos de idade, tornou-se irmão da Santa Confraria das Almas da Vila de Melgaço, mas depois foi riscado, por não ter pago! // (OJM, de ACE, p. 66). 

 

LUÍS

 

LUÍS, Joana Cristina. Filha de Paulo Jorge Carvalho Luís, sócio da Escola de Condução “Rio Minho”, e de Paula Cristina Sousa Cerqueira, professora. Neta paterna de ------------- Luís e de --------------------; neta materna de Aprígio Cerqueira e de Gisela de Sousa, comerciantes. Nasceu em ------------, a --/--/19-- e foi batizada na igreja matriz de SMP a --/--/1990. Padrinhos: Carvalho Luís, tio paterno da neófita, e Maria Manuel Cerqueira, prima (VM 929).

 

LUÍS, João Pedro. Filho de Paulo Jorge Carvalho Luís e da professora Paula Cristina de Sousa Cerqueira. Nasceu em ------------, a --/--/1995 e foi batizado na igreja do Convento das Carvalhiças a --/--/1996. Padrinhos: Paulo Jorge Cerqueira Fernandes e Sónia Maria Carvalho Luís, estudantes universitários. // (VM 1040 e VM 1050).    

 

MACEDO

 

MACEDO, Luís António. Filho de Manuel Alves Pinheiro de Macedo e de Rosa Domingues, donos da Quinta de Alote, São Paio. N.p. de Manuel Alves [Macedo] e de Maria Pinheiro, da Carpinteira, São Paio; n.m. de João Domingues, de Moinhos, Paderne, e de Francisca Gonçalves, de Sante. Nasceu em São Paio a --/--/17--. // Morava na Quinta da Pigarra, freguesia da Vila, quando casou a 5/4/1769 com Maria Manuela, filha de Bento da Cunha Araújo e de Ana Bernarda Pereira da Rosa, da Vila de Melgaço, e sobrinha do padre Bernardo António de Araújo. // Ambos faleceram na Pigarra: a sua esposa a 11/12/1802 e ele a 5/2/1805. // Com geração. 

 

MACEDO, Manuel António. Filho de Manuel de Macedo e de Maria Gomes, moradores na Vila. N.p. de Sebastião de Macedo, da Vila, e de Joana Gonçalves, de São Paio; n.m. de Jorema (?) Gomes Ribeiro e de Rosa Domingues, ambos da Vila. Nasceu a 17/2/1771 e foi batizado na igreja de SMP a 20 desse mês e ano. Padrinhos: António Manuel Pereira da Gama e esposa, Joana Maria Engrácia de Sousa e Gama, do Campo da Feira, Vila. 

 

MACEDO, Maria Joaquina Clara. Filha de Luís António Pinheiro de Macedo e de Maria Manuela Araújo, moradores na Pigarra. Nasceu a --/--/177-. // Casou com João, filho de António da Costa Coelho Pereira e de Mariana Gomes Pereira, naturais de Caminha. // Moraram na Pigarra, Vila de Melgaço. // João da Costa Coelho Pereira fez testamento, e parece ter sido rico, porquanto deixou escrito «… e quando meus herdeiros entrarem no desfruto da Quinta do Sol e Reboredo, do termo de Vila Nova [de Cerveira?]…» // O seu marido faleceu a 5/7/1818 e foi sepultado na igreja do convento das Carvalhiças; era membro da irmandade de Coura, e tinha um irmão padre, de nome António. // Uma filha do casal, Rosa Joaquina Clara, casou a 24/7/1824 com Manuel José, filho de Inácio António da Cunha e de Domingas Maria Vaz, ficando a residir na Pigarra. // Mãe também de António Agostinho, nascido a 23/10/1806.

 

MACEDO, Renato Frederico. Filho de --------- Macedo e de -----------------------. Nasceu em ------------, a --/--/19--. // Comerciante na Vila de Melgaço. // Casou com a Dr.ª Rosa Douteiro Esteves, professora na Escola Secundária de Monção. // Pai de Renato Frederico (era ainda um menino em 1992). // (VM 933, de 15/2/1991).   

 

MACHADO

 

MACHADO, Arménio Manuel. Filho de Manuel José Domingues Machado, empregado nas Obras Públicas, e de Carlota Joaquina Vieira, de Messegães (S. Miguel), moradores em Galvão, SMP. N.p. de Francisco Domingues e de Maria Rosa Domingues Machado (defunta), do Lameiro, freguesia de Santa Maria da Gavea; n.m. de António José Vieira e de Rosa Maria Rodrigues (falecida), do Paço Velho, Messegães (Valadares). Nasceu a 13/5/1888 e foi batizado a 27 desse mês. Padrinhos: Manuel Joaquim Gonçalves Ribeiro e Constança da Rocha Queirós, casada, da Valinha, Ceivães, Monção.

 

MACHADO, Carlos Augusto. Filho de Alexandre Joaquim Alves Machado, guarda da Alfândega, de Carvalheira, Terras de Bouro, e de Ana Rodrigues, de Covide, Terras de Bouro, moradores na Rua de Baixo, SMP. N.p. de José Alves Machado, alfaiate, e de Maria da Conceição; n.m. de Ana Joaquina Rodrigues, solteira. Nasceu a 9/7/1882 e foi batizado a 19 desse mês. Padrinhos: José Maria Alves Machado e Maria Teresa Pires, casados, lavradores, de Carvalheira, Terras de Bouro. // Faleceu em Melgaço a 30/12/1882 e foi sepultado no cemitério municipal.

 

MACHADO, Filipe Osório (ou Filipe António) Freitas (Dr.) // Exerceu o cargo de desembargador do Príncipe Regente (futuro D. João VI), corregedor com exercício de juiz de fora e alçada no civil, crime e órfãos na Vila de Melgaço, de 1807 a 1810. // Foi um dos conjurados que, a 9/6/1808, em Melgaço, levantaram o grito de guerra contra o domínio francês em Portugal. // (OJM, de ACE, p. 89).

 

MACHADO, Henriqueta. Filha de Alexandre Joaquim Alves Machado, guarda da Alfândega, e de Ana Rodrigues, de Terras de Bouro, moradores em Melgaço. N.p. de José Alves Machado, alfaiate, e de Maria da Conceição; n.m. de Ana Joaquina Rodrigues, solteira. Nasceu a 26/3/1884 e foi batizada a 15/4/1884. Padrinhos: Tristão de Abreu Araújo Bacelar, Chefe da Fiscalização externa das Alfândegas, e Henriqueta Virgínia Portugal de Barros Bacelar, casados, residentes em Melgaço.

 

MACHADO, Hermínio Manuel. Filho de Manuel José Domingues Machado e de Carlota Joaquina Vieira. Nasceu na Vila a 13/5/1888 e foi batizado na igreja a 27 desse mês. Padrinhos: Manuel Joaquim Gonçalves Ribeiro e Constância da Rocha Queirós. 

 

MACHADO, José Dionísio. Filho de João António Machado e de Ana de Jesus, de Ranhados, Viseu. // Era 2.º sargento da 4.ª Companhia n.º 11, de Caçadores 7, quando casou, na igreja da SCMM, a 24/1/1844, com Maria Teresa, filha (natural) de João Soares e de Caetana Pires, ambos da Vila de Melgaço. Testemunhas: frei João de Nossa Senhora da Peneda, João José de Almeida, de SMP, e Francisco Xavier Blanco Mosqueira, galego.

 

MACHADO, José Maria. Filho de Alexandre Joaquim Alves Machado, guarda da Alfândega, e de Ana Rodrigues, de Terras de Bouro, moradores em Melgaço. Nasceu a 9/7/1882 e foi batizado a 19 desse mês. Padrinhos: José Maria Alves Machado e Maria Teresa Pires, casados, lavradores, de Carvalheira, Terras de Bouro. // (Gémeo de Carlos Augusto).       

 

MACHADO, Luís José de Faria (Presbítero secular). // Morava em casa da viúva Maria Teresa Mosqueira e Lira, sita intramuros, SMP, quando morreu, a 15/1/1830, sendo amortalhado em hábitos sacerdotais e sepultado na igreja matriz, na capela da Senhora do Amparo, com ofício de corpo presente de mais de 30 padres.

 

MACHADO, Maria da Ascensão. Filha de José Dionísio Machado e de Maria Teresa Soares, moradores no Carvalho, Vila. N.p. de João António Machado e de Ana de Jesus, de Ranhados, Viseu; n.m. de Caetana Pires, solteira, da Vila de Melgaço. Nasceu a 20/5/1846 e foi batizada na igreja de SMP dois dias depois. Padrinhos: Caetano Maria de Abreu Mosqueira e sua tia Bernarda, da Vila. 

 

MACHADO, Suzana Cristina. Filha de António Oliveira Machado e de Maria de Fátima Perfeita de Barros. Nasceu na Vila de Melgaço a 19/12/1982. // Foi funcionária nas Águas do Peso. Tinha o 12.º ano e Curso Termal.

 

MADURO

 

MADURO, Mário Marques Ferreira. // Foi tesoureiro da Fazenda Pública em Melgaço na década de cinquenta do século XX (ver “Denúncia Caluniosa”, do Dr. José Joaquim Abreu, página 22). Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1005, de 16/12/1951: «Tomou posse - no passado dia 10 do corrente - do cargo de tesoureiro da Fazenda Púlica deste concelho o senhor Mário Marques Ferreira Maduro.»

 

MAGALHÃES

 

MAGALHÃES, António (Padre). Filho de --------------- Gomes de Abreu Magalhães e de -----------------------. // Foi capelão da SCMM muitos anos. // Instituiu um vínculo para a capela de São Julião a 10/9/1755. // Faleceu a 9/3/1756. // Tio de Boaventura Gomes de Abreu Magalhães.   

 

MAGALHÃES, António (Padre). // Foi pároco de Santa Cristina de Arões, Guimarães, e provedor da Santa Casa da Misericórdia de Melgaço em 1765. // Ordenou o seu testamento a 10/9/1775 e morreu a 15/12/1775. // Era irmão de João Gomes de Magalhães e sobrinho do padre Francisco Gomes de Abreu Magalhães.

 

MAGALHÃES, António. Filho de -------- Abreu Magalhães e de -------------------. // Morou no lugar da Orada, Vila. // Faleceu solteiro, a 16/3/1834, sendo amortalhado em hábito de S. Vicente, e sepultado na igreja matriz, na capela da Senhora do Amparo, com ofício de corpo presente, além de 30 padres. // Nota: deve ser o senhor que em 1803 e 1819 foi juiz pela ordenação e vereador. // (ver OJM, de ACE, p. 132).

 

MAGALHÃES, António Augusto. Filho de Rosa Cândida de Magalhães, solteira, costureira. N.m. de Maria Miquelina Lourenço, solteira, ambas de SMP. Nasceu na Rua de Baixo a 24/6/1890 e foi batizado pelo padre Elias de Jesus Marques a 1/7/1890. Madrinha: Lucinda Aurora Pinto, casada, doméstica, de SMP. // Faleceu a 27/8/1890.

 

MAGALHÃES, António Caetano. Filho do Dr. João Caetano Gomes Abreu de Magalhães e de Caetana Maria Isabel Abreu Soares, moradores no Campo da Feira. N.p. do sargento-mor Jerónimo Gomes Magalhães Abreu e de Sabina Josefa Gomes de Abreu; n.m. de Caetano de Abreu Soares, cavaleiro professo na Ordem de Cristo, e de Caetana Maria Gomes de Abreu. Nasceu a 21/7/1780 e foi batizado na igreja de SMP a 3 de Agosto desse ano. Padrinhos: Francisco António da Silva Abreu Vasconcelos, de Ponte da Barca, e Andreza Gomes de Abreu, de Melgaço. Testemunhas: Caetano José de Abreu Soares e o padre Caetano José de Abreu Cunha Araújo, da Vila.      

 

MAGALHÃES, Bernardo Correia. // Foi contador e distribuidor do juízo de direito na comarca de Melgaço. // O Diário do Governo n.º 185 (de 19/8/1882), publicita uma sua licença por sessenta dias.

 

MAGALHÃES, Boaventura. Filho natural de Paula de Abreu, do lugar da Barbosa, e de Pero Gomes de Abreu [Magalhães], de São Julião. // Foi vereador mais velho e juiz pela ordenação nos anos de 1770 a 1772, e 1776. // Foi o 1.º administrador do vínculo da capela, instituído por seu tio paterno, padre António Gomes de Magalhães.    

 

MAGALHÃES, Caetano Celestino. Filho de Jerónimo Luís Gomes Abreu Magalhães, capitão de milícias do regimento dos Arcos, e de Rosa Caetana Soares Calheiros, de Galvão de Baixo. N.p. do Dr. João Caetano Abreu Magalhães e de Maria Bárbara Morfi e Puga; n.m. do Dr. Luís Soares Calheiros e de Rosa Maria do Souto Monteiro. Nasceu a 12/10/1829 e foi batizado na igreja de SMP a 25 desse mês e ano. Padrinhos: padre Caetano Celestino Soares Calheiros (representado pelo avô paterno da criança) e Rosa Joaquina do Souto Monteiro, solteira, de Prado. // Faleceu a 21/12/1830.      

 

MAGALHÃES, Carlota Cândida. Filha de Jerónimo Luís Gomes de Abreu Magalhães e de Rosa Caetana Soares Calheiros. N.p. do Dr. João Caetano Gomes de Abreu Magalhães e de Maria Bárbara Morfi Ervelle Gaioso de Puga; n.m. do Dr. Luís Soares Calheiros e de Rosa Maria do Souto Monteiro. Nasceu na Vila a 9/12/1826 e foi batizada na igreja de SMP a 17 desse mês e ano. Padrinhos: padre Caetano Celestino Soares Calheiros e Antónia do Souto, tia da neófita. // Faleceu na Rua da Calçada, vila de Melgaço, a 8/10/1878, no estado de solteira, e foi sepultada no cemitério municipal. // Fizera testamento. // Proprietária.

 

MAGALHÃES, Duarte Augusto. Filho de Joaquim Maria de Magalhães e de Marcelina Rosa da Rocha e Sá, moradores na Vila. Neto paterno de Jerónimo Luís Gomes de Abreu Magalhães e de Rosa Caetana Soares Calheiros, proprietários em Melgaço; neto materno de Aires de Sá e de Maria Rosa Rodrigues, proprietários em Ceivães, freguesia do extinto concelho de Valadares. Nasceu a 1/7/1867 e foi batizado na igreja de SMP a 8 desse mês e ano. Padrinhos: o seu avô paterno e Delfina Augusta de Melo e Chaves, viúva, da Vila de Valença do Minho. // Militou no Partido Regenerador. // Tinha 26 anos de idade, era solteiro, empregado na Conservatória da Vila de Melgaço, morava em São Julião, Vila, cujo Solar herdara, quando casou na igreja de SMP, a 29/5/1894, com Sérgia Elvira, de 19 anos de idade, nascida na Casa da Fraga, Alveios, a 24/6/1874 (*), residente no lugar da Serra, Prado, filha de Luís Anguiano Rodrigues, proprietário, de Alveios, e de Rita Generosa Gomes Pinheiro de Sousa Gama, proprietária, de Prado. Testemunhas: José Cândido Gomes de Abreu e Aurélio Augusto Vaz, casado. // Em 1908 era secretário da Administração do concelho (JM 716, de 9 de Janeiro). // Em 1910 foi nomeado secretário da Câmara Municipal de Melgaço, e Chefe da Secretaria, cargo que ocupou até à sua aposentação. Substituiu Júlio de Lemos, que partira para Viana. // Foi diretor, proprietário, administrador e editor do “Jornal de Melgaço”, por ele fundado a 1/12/1893. // Em 1912 fazia parte da Comissão Municipal do Partido Republicano Evolucionista. // Também esteve ligado à pecuária, pois em 1917 a sua vaca leiteira ganhou o 1.º prémio, no valor de 5$00, no concurso que decorreu na feira do gado, inserida nas feiras francas (Correio de Melgaço n.º 250, de 20/5/1917). // Em 1920 a sua esposa ofereceu um porco, o qual seria vendido em leilão à saída da missa de domingo, constituindo o produto da venda uma ajuda para a festa em honra de Santo António (JM 1283, de 28/3/1920). // Em 1932 reagiu mal a uma notícia inserta no Notícias de Melgaço n.º 165, de 18/9/1932, a qual dava a conhecer ao público em geral que o Estado não pagou as viagens aos mancebos que tinham ido a Viana submeter-se à inspeção militar. Escreveu ele no Notícias de Melgaço n.º 166, de 25/9/1932, página 8: «A ignorância é muito atrevida. Vem isto a propósito de em uma local inserta no número 165, do Notícias de Melgaço, se dizer que aos mancebos que foram à Junta de Inspeção a Viana do Castelo ainda não foi pago o subsídio de 6$00 que lhe devia ter sido dado pela sua deslocação apesar de várias vezes solicitado ao funcionário competente, alegando-se que este deita as culpas ao DRR 3 e que o chefe deste disse aos mancebos que esta falta é do presidente e secretário da Comissão de Recenseamento! Só uma requintada má-fé, ou uma grande ignorância, pode dar lugar a uma afirmação tão extravagante. É certo que o decreto 21292 autorizava aquele subsídio, o qual foi requisitado em tempo competente, mas também é certo que nunca foi recebido, como pode provar-se com documentos. // Ora, nestas condições, como queriam os mancebos, e o autor da estapafúrdia local, que se lhes abonasse tal subsídio? Por que em Viana lhes disseram que o deviam receber? Estamos autorizados a declarar que tal afirmação é completamente falsa e teve somente em vista torná-la pública para melhor satisfazerem os seus interesses. Segundo a opinião do chefe do DRR 3 devia-se ter chamado imediatamente à responsabilidade quem produziu afirmações de tal natureza para se apurar o que elas continham de verdade. Nós porém, limita-nos a desmentir o facto, e a aconselhar o autor do escrito a que seja mais cauteloso nas suas afirmações. Que interesse teriam, no DRR 3, em dizer aos mancebos que viessem receber o subsídio de que se trata se ali se sabia perfeitamente que não podia ser abonado? A ignorância é muito atrevida.» // O Secretário da Comissão. Duarte de Magalhães.  // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 167, de 2/10/1932: «Resposta ao Sr. Duarte de Magalhães, secretário da Comissão de Recenseamento Militar. Acerca do comunicado, com o título acima, devemos dizer ao Sr. Duarte de Magalhães que a prosa que esvurmou no n.º 166 deste semanário parece saída de uma pessoa atacada de bílis e não de um funcionário, que todo lo manda na Câmara – recenseamento militar, recenseamento eleitoral, Misericórdia, etc., isto é um super-homem! O senhor DM, popularmente conhecido por senhor Duarte, nome de um rei que foi cognominado o “eloquente”, e de vários vultos da História, devia ter mandado este semanário para o tribunal, pelas reclamações que a respeito do subsídio aos mancebos foram feitos nos números 159, de 31 de Julho, e 165, de 18 de Setembro, a que faz referência no seu comunicado. A este jornal foi feita queixa por vários mancebos de não terem recebido o subsídio e um nosso colaborador redigiu a primeira notícia. Tempos depois nova queixa, mas desta vez, para receberem, teriam de reclamar, que custando o papel selado 2$50 e 5$00 a quem fizesse o requerimento, se viessem a receber ainda ficavam prejudicados em 1$50, além da perda de tempo. Em redor da queixa [pairavam] certas considerações que nós lhes dissemos que eram descabidas, pois os funcionários eram pessoas de bastante honorabilidade e prometemos nova (…) que teria qualquer resposta. E fizemos a segunda notícia, a qual teve uma resposta nada adequada ao caso. Não nos ocorre o nome de todos os reclamantes, mas aí vão três, que melhor fixamos: Armando Dantas, da Vila; Manuel Almeida, da Carpinteira, São Paio, e o senhor Manuel Alves, de Sorrego, Sante, pai de um dos mancebos. Ora, senhor Duarte: o seu comunicado tem períodos e palavras que parecem que alguém lhe quer tirar quaisquer direitos, e pouco corretas, pois como funcionário devia solicitar providências para os [jovens] receberem o subsídio previsto num decreto e, caso este tivesse sido revogado, declará-lo publicamente, para conhecimento de todos [os interessados] de que não tinham direito ao subsídio. A atenção e urbanidade devem ser o apanágio de todos os funcionários públicos, porque o que reclamavam estava previsto num decreto. Senhor Duarte, faça tratamento ao fígado, para que a bílis lhe não faça perder as suas maneiras atenciosas, obrigando-o a desopilá-lo com a caneta para os “lino tipes”.» // Aposentou-se, por limite de idade, em 1934 (NM 226, de 18/3/1934). Em Outubro desse ano foi nomeado vogal da Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Melgaço (NM 249, de 21/10/1934). // Depois da Ditadura Militar de 1926, ele, um homem que se dizia defensor da liberdade de expressão, tornou-se adepto do regime corporativo! Por exemplo: em 1936 acolheu na sua Casa da Calçada todos aqueles que se tinham manifestado contra o socialismo e o comunismo, na Câmara Municipal, tendo como pano de fundo a guerra civil de Espanha. Veio gente de Viana, de Monção, etc. // Era então provedor da Santa Casa da Misericórdia de Melgaço. // Morreu na Calçada, Vila, a 9/7/1951. Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 985, de 15/7/1951: «No seu lindo solar da Calçada faleceu às primeiras horas do dia 9 do corrente o senhor Duarte Augusto de Magalhães, antigo provedor da SCMM e secretário aposentado da CMM. Não resistiu aos estragos causados pela provecta idade, e inúteis foram os esforços da medicina para lha prolongar. O seu funeral realizou-se no dia seguinte, tendo sido muito concorrido. À passagem do féretro o comércio fechou as suas portas e as bandeiras do hospital da SCMM e da CMM estiveram a meia haste. À sua viúva, Ex.ma Sr.ª D. Sérgia Anguiano de Magalhães, a sua filha e a seu genro, Ex.ma Sr.ª D. Maria Higina de Magalhães e Sr. Dr. Henrique Fernandes Pinto, aos seus netos e à demais família enlutada Notícias de Melgaço apresenta sentidas condolências.» // A sua viúva morreu em Lisboa, a 5/4/1956, mas ambos foram sepultados em jazigo de família no cemitério de Melgaço. /// (*) O Dr. Augusto César Esteves escreveu que ela nascera na Casa da Serra, Prado (ver “O Meu Livro das Gerações Melgacenses”, volume II, página 99).             

 

MAGALHÃES, Eva Maria Cândida. Filha de ----------- Magalhães e de ---------------------- Araújo. Nasceu em --------------, a 4/12/1925. // Veio para Melgaço na década de quarenta, na companhia de sua mãe e de seu pai, tenente, o qual fora nomeado comandante da Guarda-Fiscal no Quartel de Melgaço. // Neste concelho raiano apaixonou-se por Alfredo Esteves Pereira, conhecido por “Alfredo Pandulho”, mais velho do que ela, pobre, pois exercia na altura, salvo erro, a profissão de barbeiro na Vila, com quem casou a 24/12/1945. Arrendaram uma casa nas Carvalhiças, para onde foram morar. // O seu marido no ano seguinte foi nomeado oficial de diligências. // Desse matrimónio tão inesperado vieram ao mundo duas meninas: Paulina Antonieta, nascida em Janeiro ou Fevereiro de 1947, e Duartina, nascida em Julho de 1951. // O seu marido a partir de certa altura começou a abusar do álcool e acabou por morrer a 17/1/1971, com 54 anos de idade. // Ela ficou com uma pequena pensão, foi-se aguentando como pôde, vendendo umas aves, cultivando uma pequena horta, enfim, lutando pela sobrevivência. Entretanto as filhas casaram e foram com os maridos para França, possibilitando-lhe uma vida melhor. // Em 1994 deu uma queda grave quando descia as escadas do Mercado Municipal, sendo de imediato transportada para o hospital de Viana, verificando-se que tinha sofrido fractura da coluna vertebral (VM 1012). // Faleceu na Vila a --/--/2020, com 94 anos de idade (A Voz de Melgaço n.º 1443, de 1/X/2020). // Nota: desconheço se os pais dela aceitaram este casamento, mas penso que não. 

 

MAGALHÃES, Francisco (Padre). // Deve ser filho de António Gomes de Abreu, tabelião da Vila e termo de Melgaço, e de Jerónima Gomes de Magalhães (ver O Meu Livro das Gerações Melgacenses, de ACE, volume II, p.78). // Paroquiou Barbeita e foi provedor da SCMM em 1732. // Justificou a sua nobreza em 1736, sendo-lhe concedida carta de armas, cujo brasão se podia ver na casa que foi sua ao cimo da Praça da República, Vila. // Foi ele que instituiu o morgadio dos Chãos. // Faleceu a 10/1/1765. 

 

MAGALHÃES, Francisco Luís. Filho de Maria Joaquina de Magalhães, da Vila, e do padre Francisco Manuel Álvares (Azevedo), natural de Chaviães. Nasceu na Vila a --/--/18--. // Foi para o Brasil e por lá morreu.

 

MAGALHÃES, Francisco Manuel. // Casou com Maria da Agonia. // Morou na Vila, intramuros. // Faleceu a 27/7/1807.

 

MAGALHÃES, Higina Cândida. Filha de Joaquim Maria de Magalhães e de Marcelina Rosa da Rocha e Sá, moradores na Vila. N.p. de Jerónimo Luís Gomes de Abreu Magalhães e de Rosa Caetana Soares Calheiros; n.m. de Aires da Rocha e Sá e de Maria Rosa Rodrigues. Nasceu a 11/1/1864 e foi batizada na igreja a 20 desse mês e ano. Padrinhos: Bernardo António de Sousa e Castro, proprietário, de Remoães, e Carlota Cândida, solteira, tia paterna da batizanda. // Tinha 24 anos de idade, era solteira, morava na Vila de Melgaço, quando casou na igreja de SMP a 27/9/1888 com o seu parente no 3.º grau de consanguinidade, José Joaquim, de 32 anos de idade, solteiro, proprietário (brasileiro de Belém de Pará), filho de Manuel Tomaz de Magalhães e de Jerónima Luísa Alves, proprietários, de Chaviães. Testemunhas: JCGA e Luís Camilo Gomes de Abreu, solteiros, proprietários. // Faleceu pelas 12 horas de 7/3/1937 na sua casa da Praça da República, Vila, no estado de viúva (NM 346, de 14/3/1937).  

 

MAGALHÃES, Hugo José. Filho de José Alberto Passos Magalhães, proprietário de um Café, e de Maria da Conceição Quintela Alves, professora do Ensino Secundário. // Recebeu o batismo na igreja do convento das Carvalhiças a 19/4/1998, domingo de pascoela, juntamente com os primos gémeos, Marcelo e Sofia Quintela Alves. Padrinhos do Hugo José: Clementina de Passos Magalhães e José Augusto Esteves, tios do batizando. O almoço foi servido no restaurante Inês Negra.   

 

MAGALHÃES, Jerónimo. // Fidalgo da Casa Real. // Em 1737 era juiz pela ordenação e vereador mais velho. // Foi capitão e depois sargento-mor das ordenanças da Vila. // Era também procurador da Casa de Bragança em Melgaço. // (ver OJM, de ACE, p.p. 128 e 132). // Foi ele quem aformoseou o Solar da Calçada com brasão de armas. // Casou com Sabina Gomes de Abreu. // (ver O Meu Livro das Gerações Melgacenses, volume II, p.p. 60 a 63).

 

MAGALHÃES, Jerónimo José. Filho de Jerónimo Gomes Abreu Magalhães e de Sabina Gomes de Abreu. // Foi morgado da Quinta da Calçada e 2.º administrador da capela de S. Julião. // Casou em 1762 com Teresa Joaquina Rosa, filha de António José de Sousa Cirne Vasconcelos e de Tomásia Melo Almada e Lima Vasconcelos, moradores na Casa e Quinta do Paço, e Senhores dos Montes Livres, na freguesia de Santa Maria de Silvares e Santa Eulália, em Guimarães. // Em 1775 tinha a patente de capitão-mor das ordenanças. Nesse ano, a 7 de Outubro, foi padrinho de Maria Teresa Almeida, nascida na Vila a 1 desse mês. A madrinha foi a sua esposa. Moravam na Quinta de São Julião. // Nota: deve ser o mesmo senhor que era cavaleiro professo na Ordem de Cristo; morava na Calçada, onde faleceu a 16/12/1813, casado, sendo sepultado na igreja do convento das Carvalhiças, com testamento.  

 

MAGALHÃES, Jerónimo Luís. Filho de João Caetano Gomes de Abreu Magalhães, viúvo, e de Maria Bárbara Morfi Ervelle Gaioso de Puga, residentes no Campo da Feira, SMP. N.p. de Jerónimo Gomes de Magalhães e de Sabina Gomes de Abreu; n.m. de Sefíbio Morfi de Ervelle e Silva e de Joaquina Ervelle Gaioso de Puga, espanhóis. Nasceu na Vila a 10/3/1796. // Em 1829 era capitão de milícias do regimento dos Arcos de Valdevez. Nesse ano foi admitido na Confraria das Almas de Prado. // Por alvará de 24/3/1830 foi nomeado Escudeiro Fidalgo da Casa Real, com 450 réis de moradia por mês, e juntamente Cavaleiro Fidalgo, com mais 300 réis de moradia e um alqueire de cevada segundo a ordenança. // Foi o último administrador do morgado dos Chãos. // Tornou-se sectário de D. Miguel, mas depois, no regime liberal, chegou a administrador do concelho. // Diz-nos o Dr. Augusto César Esteves (O Meu Livro das Gerações Melgacenses, vol. II, p. 96) que tinha «génio irascível.» // Casou na igreja de Remoães a 21/11/1825 com Rosa Caetana, filha do Dr. Luís Soares Calheiros e de Rosa Maria do Souto Monteiro, de Galvão de Baixo, SMP. Testemunhas: Manuel José Monteiro, de Remoães, e Rosa Joaquina ----------, de Leiros, Prado. // A sua esposa faleceu em Galvão de Baixo, onde moravam, a 11/12/1830 «em consequência do trabalho de parto de sua filha Maria Carolina.» // Casou em segundas núpcias, a 27/5/1840, com Maria Delfina, filha de Luís Caetano de Sousa Gama e de Maria Antónia, moradores na Casa da Serra, Prado. // Do 2.º matrimónio não houve filhos. // Faleceu na Quinta de São Julião de Baixo, Vila, a 8/10/1877, e foi sepultado no cemitério municipal.         

 

MAGALHÃES, Jerónimo Luís. Filho de Joaquim Maria Gomes de Abreu Magalhães e de Marcelina Rosa da Rocha e Sá, moradores na Calçada, SMP. N.p. de Jerónimo Luís Gomes de Abreu Magalhães e de Rosa Caetana Soares Calheiros, da Casa da Calçada; n.m. de Aires da Rocha e Sá e de Maria Rosa Rodrgues, moradores em Ceivães, freguesia do extinto concelho de Valadares. Nasceu a 17/1/1859 e foi batizado a 23 desse mês e ano. Padrinhos: o avô paterno, tocando por madrinha o avô materno. // Era empregado das Obras Públicas, solteiro, morava na Calçada, quando morreu, a 31/8/1881, com apenas 22 anos de idade; foi sepultado no cemitério público.  

 

MAGALHÃES, João. // Foi o 1.º administrador do morgadio dos Chãos. // Casou a 1/11/1693 com Constança Mendes, filha do capitão António Rosa Araújo. // Era irmão do padre António Abreu Magalhães e sobrinho e herdeiro do padre Francisco Gomes Abreu Magalhães.  

 

MAGALHÃES, João Caetano (Dr.) Filho de Jerónimo Gomes de Magalhães e da sua 2.ª esposa, Sabina Gomes de Abreu. N.p. de António Gomes de Abreu e de Jerónima Gomes de Magalhães; n.m. de Manuel Esteves da Costa e de Isabel Gomes de Abreu. Nasceu na Vila, SMP, a 1/2/1744. // Tirou o Curso de Direito na Universidade de Coimbra. // Foi Cavaleiro Fidalgo da Casa Real e administrador do Morgadio dos Chãos. // Em 1782 residia no Campo da Feira de Dentro. Era sargento-mor das ordenanças de Melgaço. // Ainda solteiro, gerou filhos em duas raparigas: em Maria Josefa Teixeira gerou a Francisco Manuel; e em Escolástica Maria de Araújo gerou a Manuel Luís, que foi mais tarde perfilhado pelo pai. // Casou em primeiras núpcias a 6/2/1780 com Caetana Maria Isabel Soares. Moraram no CFD e mais tarde em Galvão de Baixo. Essa senhora faleceu a 11/2/1787. Tiveram um filho: António Caetano, nascido a 21/7/1780, o qual morreu criança. // Casou em segundas núpcias com Maria Bárbara, galega, de Santiago de Compostela, filha de Sefíbio (ou Secílio) Morfi de Ervelle e Silva e de Joaquina Ervelle Gaioso de Puga. Viveram, na companhia um do outro, mais de trinta e cinco anos, primeiro em Galvão, na casa que mais tarde seria de Gaspar Oliveira Figueiredo, e depois no campo da Feira, na casa armoriada, que fora de seu tio-avô, padre Francisco Gomes de Abreu. // Foi ele o herdeiro de seu irmão Jerónimo José. // Em 1808 era vereador e juiz pela ordenação (OJM, de ACE, p. 132). // Era sargento-mor reformado quando faleceu, na Vila, a 28/11/1829, casado, sendo amortalhado em hábito de São Vicente e sepultado na capela-mor do convento da Senhora da Conceição, sito nas Carvalhiças, como determinou em seu testamento; teve ofício de corpo presente com mais 40 padres.             

 

MAGALHÃES, João Fernando Fernandes (Dr.) // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1442, de 29/7/1962:

  

MAGALHÃES, Joaquim Maria. Filho de Jerónimo Luís Gomes de Abreu Magalhães e de Rosa Caetana Soares Calheiros. N.p. do Dr. João Caetano Gomes de Abreu Magalhães e de Maria Bárbara Morfi Ervelle Gaioso de Puga; n.m. do Dr. Luís Soares Calheiros e de Rosa Maria do Souto Monteiro. Nasceu a 2/3/1826 (segundo o Dr. Augusto César Esteves) e em 1827 ou 1828 (segundo o arquiteto Luís de Magalhães Fernandes Pinto e Professor Dr. Armando Barreiros Malheiro da Silva). // Proprietário. // Casou em Ceivães, Valadares, com Marcelina Rosa, proprietária, filha de Aires da Rocha e Sá, comerciante, e de Maria Rosa Rodrigues. Viveram na Quinta de São Julião de Baixo e no Campo da Feira de Dentro. // Faleceu na Rua do Campo da Feira, SMP, a 9/9/1878 (o Dr. ACE escreveu que ele falecera a 9/9/1899 – ver “O Meu Livro das Gerações Melgacense”, vol. II, p. 99). // A sua viúva morreu em São Julião de Baixo, a 17/5/1905, com 85 anos de idade, sem sacramentos, sem testamento, e foi sepultada no cemitério municipal de Melgaço. // Pai de Duarte Augusto de Magalhães.     

 

MAGALHÃES, José Alberto (Bimbas). Filho de --------- Magalhães e de ---------- Passos. Nasceu em Monção a --/--/19--. // Veio viver para Melgaço, tendo-se tornado sócio da Pastelaria e Salão de Chá “Palidó”. // Em 1991 ganhou o campeonato de bilhar (snooker), disputado no Café “A Cova do Leão”, sito na Vila, no qual participaram cerca de 50 pessoas. O prémio foi uma bicicleta especial de montanha, no valor de 50.000$00. // Casou com a professora do Ensino Secundário, Maria da Conceição, filha de Manuel José Alves e de Julieta da Conceição Quintela, residentes na Vila de Melgaço. // Tomou de trespasse o Café J. Lima, sito na Loja Nova, propriedade de Júlio João dos Santos Lima. // A sua esposa deu à luz em 1997, na maternidade Júlio Diniz, Porto, um menino (VM 1076).

 

MAGALHÃES, Jovita Cândida. Filha de José Joaquim Alves de Magalhães, de Chaviães, e de Higina Cândida Magalhães, de SMP, proprietários. N.p. de Manuel Tomaz Magalhães e de Jerónima Luísa Alves, de Chaviães; n.m. de Joaquim Maria de Magalhães, da Vila de Melgaço, e de Marcelina Rosa da Rocha e Sá, de Ceivães, Monção. Nasceu na Rua da Calçada a 20/9/1889 e foi batizada na igreja de SMP a 17 de Outubro desse mesmo ano. Padrinhos: JCGA e invocou-se por madrinha a Senhora do Rosário, tocando com a coroa Luís Camilo Gomes de Abreu, solteiro, proprietário, da Vila. // Faleceu na Casa da Calçada a 1/11/1889.

 

MAGALHÃES, Manuel (Dr.) Filho de José Pinto da Cunha e de Maria Rita da Conceição de Melo. Nasceu em Meinedo, Lousada, a --/--/18--. // Veio para Melgaço como médico municipal (2.º partido), tomando posse a 18/6/1915, sexta-feira, auferindo o ordenado anual de 400$00 (Correio de Melgaço n.º 176, de 28/11/1915). // Fixou a sua residência na sede do concelho. // Segundo o Correio de Melgaço ele recusou-se a ir ao hospital depois da meia-noite de 3/2/1916 ver Ana Joaquina da Lama, que ficara bastante queimada no incêndio que deflagrara na sua casa da Assadura. // A 6/8/1916 foi eleito membro da Comissão Venatória concelhia (CM 211). // Partiu para Lisboa no verão de 1917 a fim de cumprir o serviço militar como médico miliciano (ver JM 1172, de 25/8/1917, e JM 1196, de 23/2/1918), mas pouco tempo por lá permaneceu, voltando para Melgaço. // Faleceu nesta Vila a 19/10/1918, com apenas 35 anos de idade, solteiro, devido à epidemia bronco-pneumónica que grassou nesse ano, mas foi sepultado no jazigo de família em Felgueiras (JM 1227, de 22/11/1918, e JM 1265, de 5/10/1919). // Um ano depois da sua morte o Dr. Augusto César Esteves presta-lhe uma merecida homenagem. Às tantas pergunta: «que importava ao seu comodismo que esta casa ou aquela fosse um foco perigoso, um foco de evitar, se lá dentro, acariciado pelas asas da morte, jazia um ente humano, que era preciso arrancar às Parcas?» // (ver Jornal de Melgaço n.º 1267, de 19/10/1919). // A 20/10/1920 morreu seu pai (JM 1269).

 

MAGALHÃES, Manuel Luís (*). Filho natural do bacharel João Caetano Gomes de Abreu Magalhães, de São Julião de Baixo, Vila de Melgaço, e de Escolástica Maria de Araújo, solteira, da Orada, SMP. N.p. de Jerónimo Gomes de Magalhães e de Sabina Gomes de Abreu, da Calçada, SMO; n.m. de Jerónimo Gomes e de Ângela de Araújo, da Orada. // Casou na igreja de Rouças a 9/12/1813, na presença do padre Inácio Luís Pereira de Castro, reitor de Riba do Mouro (São Pedro), termo de Valadares, com a sua parente no 3.º grau de consanguinidade, Antónia Joaquina, filha de António José Pinheiro de Castro e de Maria Gertrudes de Abreu Magalhães, do lugar de Requeijo, Rouças; neta paterna de Francisco Pinheiro de Castro e de Ângela Custódia de Sousa, do dito lugar, e neta materna de Diogo de Abreu e de Jerónima de Araújo, do lugar da Orada, SMP. Testemunhas: o pai do noivo; e João António de Abreu Cunha Araújo, capitão-mor de Melgaço; e ainda o padre António José de Abreu, abade de Cristóval. /// (*) Foi perfilhado pelo pai.

 

MAGALHÃES, Maria Angélica. Filha adulterina, por declaração da mãe, Maria Angélica Magalhães, casada com Luís Manuel Gonçalves, moradores que foram no lugar do Cruzeiro, Chaviães. N.p. de avós incógnitos; n.m. de José Caetano de Magalhães, nascido no Campo da Feira, Melgaço, e de Francisca de Cardenes, de Ourense, depois moradores no Cruzeiro de Chaviães. Nasceu em São Julião, Vila, a 18/9/1869, e foi batizada a 26 desse mês e ano. Madrinha: Maria Agostinha Gomes, solteira, da Corga, Vila. // A 8/5/1872 a sua mãe, no estado de viúva e pobre, apresentou a criança ao presidente da Câmara Municipal, Luís Vicente Gomes Pinheiro, que a aceitou no hospício até Setembro de 1876, mediante acórdão camarário, ficando registada no livro dos expostos sob o n.º 283. // Nesse dia 8/5/1872 foi entregue à ama de seco, Benta Gonçalves, da Assadura, Vila. // A 29/9/1876 findou a época de criação, e a Câmara entregou-a a seu tio materno, Manuel Tomaz de Magalhães, natural de Chaviães, com ofício ao Juízo Orfanológico de 30/9/1876. // Sem mais notícias.      

 

MAGALHÃES, Maria Carolina. Filha de Jerónimo Luís Gomes de Abreu Magalhães e de Rosa Caetana Soares Calheiros, moradores em Galvão de Baixo. N.p. do Dr. João Caetano Abreu Magalhães e de Maria Bárbara Morfi Puga; n.m. do Dr. Luís Soares Calheiros e de Rosa Maria Souto Monteiro. Nasceu a 6/12/1830 e foi batizada em casa pelo padre Caetano Celestino Soares Calheiros, tio da neófita, por a criança se achar em perigo de vida. Recebeu os santos óleos na igreja no dia seguinte. Padrinhos: o sacerdote batizante e Antónia Maria do Souto Monteiro, bis-tia da batizanda. // Nota: a sua mãe morreu quando a deu à luz.    

 

MAGALHÃES, Maria Gertrudes. Filha de Jerónimo Gomes Abreu Magalhães e de Sabina Gomes de Abreu. Nasceu a --/--/17--. // Professou no convento de Santa Clara de Trancoso. 

 

MAGALHÃES, Maria Higina. Filha de Duarte Augusto de Magalhães, da Vila de Melgaço, e de Sérgia Elvira Anguiano Rodrigues Gomes Pinheiro, de Alveios, Tui, moradores na Quinta de São Julião, Vila. Neta paterna de Joaquim Maria de Magalhães e de Marcelina Rosa da Rocha e Sá; neta materna de Luís Anguiano Rodrigues e de Rita Generosa Gomes Pinheiro de Sousa Gama. Nasceu em São Julião a 28/4/1904 e foi batizada na igreja de SMP a 11 de Maio desse ano. Padrinhos: José Cândido Gomes de Abreu, casado, comerciante, e Higina Cândida de Magalhães, casada, proprietária. // A 1/7/1914 fez exame do 1.º grau na escola Conde de Ferreira, obtendo a classificação de «ótima»; estudava no colégio Nossa Senhora de Lurdes, sito na Vila, dirigido por Maria das Dores Teixeira da Costa. // A 10/8/1917 fez exame do 2.º grau, passando com distinção (JM 1170, de 11/8/1917). // Casou na CRCM a 27 e a 29/4/1927, na capela da Orada, com o Dr. Henrique, nascido em Melgaço a 22/7/1898, filho do Dr. Manuel Fernandes Pinto, de Mazedo, Monção, delegado do Procurador Régio na comarca de Melgaço, e de Ludovina Amélia da Rocha Gonçalves, de Santos-o-Velho, Lisboa. // Ambos os cônjuges faleceram na Vila de Melgaço: o marido a 17/11/1964 e ela a 8/7/1977. // Com geração.   

 

MAGALHÃES, Maria Joaquina. Filha do Dr. João Caetano Gomes de Abreu Magalhães, de Melgaço, e de Maria Bárbara Morfi Ervelha Gaioso de Puga, de São Senjo, Santiago, Galiza. Neta paterna de Jerónimo Gomes de Magalhães e de Sabina Gomes de Abreu; neta materna de Sefíbio Morfi Ervelle e Silva e de Joaquina Ervelle Gaioso de Puga. Nasceu a 2/11/1791 e foi batizada a 7 desse mês na igreja de SMP pelo padre Manuel Ferreira Lopes, pároco de Santa Eulália de Valadares, com licença do padre Manuel Pedro Loné, abade na Vila de Melgaço. Padrinhos: o sacerdote batizante e Mariana Gertrudes de Magalhães e Abreu, e ao sacramento assistiu o capitão-mor, Luís Caetano de Sousa Gama, com procuração. // Ainda novita, enamorou-se de um estudante de Teologia, Francisco Luís Álvares, natural de Chaviães, de quem teve dois filhos: Maria Joaquina e Francisco Luís. // Faleceu com apenas 36 anos de idade e solteira. // (ver “À la Recherche de mes Racines”, p.p. 94 e 95, e “O Meu Livro das Gerações Melgacenses”, II volume, p.p. 127 e 128).      

 

MAGALHÃES, Maria Joaquina. Filha de Maria Joaquina de Magalhães, natural da Vila, e do padre Francisco Luís Álvares, natural de Chaviães. Neta paterna de Miguel Caetano Álvares e de Antónia Maria de Araújo Azevedo Gomes (Poderé); neta materna do Dr. João Caetano Gomes de Abreu Magalhães e de Maria Bárbara Morfi Ervelha Gaioso de Puga. Nasceu na Vila de Melgaço por volta de 1810. // Proprietária. // Casou com Manuel António Pereira de Castro. // Residiu na Quinta de Eiró, Rouças. // Faleceu a 28/1/1895, no lugar e Quinta de Eiró, com todos os sacramentos, com 85 anos de idade, no estado de viúva, sem testamento, com dois filhos vivos: Bernardo António e de Maria Joaquina Pereira de Castro, e foi sepultada no cemitério de Rouças.    

 

MAGALHÃES, Maria Joaquina. Nasceu (exposta) em SMP. // De serviço doméstico. // Casou com Francisco [Joaquim] Esteves. // Apareceu morta na sua casa da Rua da Calçada, Vila, a 3/2/1906, com 61 anos de idade (*), viúva, sem testamento, e foi sepultada no cemitério municipal. // Com geração. /// (*) Tinha mais idade do que essa (ver a sua filha, Felisbela Cândida Esteves).

 

MAGALHÃES, Maria do Nascimento. Filha de --------- Magalhães e de ---------------------. Nasceu a --/--/19--. Em 1913 frequentava a escola do ensino doméstico; no verão desse ano fez exame do 1.º grau, obtendo a classificação de «ótima» (Correio de Melgaço n.º 59). // A 17/8/1915 fez exame do 2.º grau na escola Conde de Ferreira, ficando aprovada (CM 162, de 22/8/1915).

 

MAGALHÃES, Maria Teresa. Filha de Francisco Manuel de Magalhães, da Vila de Melgaço, e de Maria da Agonia Vilar, de Viana, moradores intramuros. N.p. de Maria Josefa, solteira, melgacense; n.m. de João Rodrigues Vilar, de São João de Longos Vales, e de Inocência Rosa, de Viana. Nasceu na Vila a 22/5/1794 e foi batizada na igreja de SMP pelo padre Caetano José Abreu Cunha Araújo, pároco de Chaviães. Padrinhos: o sacerdote batizante e Constança Teresa, viúva, melgacenses. // Morreu em sua casa, sita na Rua da Calçada, Vila, a 25/5/1876, com 82 anos, viúva de Jerónimo José Rodrigues Araújo, e foi sepultada na igreja do extinto convento das Carvalhiças. // Deixou filhos. // Segundo o padre, ela era mendiga!

 

MAGALHÃES, Mariana Gertrudes. Filha do Dr. João Caetano Gomes de Abreu Magalhães, melgacense, e de Maria Bárbara Morfi de Puga, de São Senjo, Santiago de Compostela, Galiza. N.p. de Jerónimo Gomes de Magalhães e de Sabina Gomes de Abreu; n.m. de Secílio Morfi de Elvalle e Silva e de Joaquina Ervella Gaioso de Puga. Nasceu na Vila a 16/3/1794 e foi batizada na igreja de SMP pelo padre Manuel Pedro Loné, pároco da freguesia, a 26 desse mês. Padrinhos: Jerónimo José Gomes de Magalhães, de Melgaço, e Josefa Morfi, moradora em São João de Longos Vales. Testemunhas: José de Melo Menezes Palhares e Manuel Francisco Fernandes. // Casou na igreja de SMP a 7/10/1824 com Tomás António Gomes de Abreu, da Calçada. // Moraram no Campo da Feira de Dentro. // Faleceu a 18/7/1834, casada, foi amortalhada em hábito de freira e sepultada na igreja matriz com ofício de corpo presente de 20 padres. // Fizera testamento. // É mãe de José Cândido Gomes de Abreu, entre outros. // Nota: o seu viúvo voltou a casar, a 30/6/1851, desta vez com Maria Vitória, viúva de Domingos José Gonçalves, da Vila, filha de Felícia Marques, de Soutomendo, Fiães. Deste segundo matrimónio não houve filhos.

 

MAGALHÃES, Pero. Filho de ---------- Gomes Abreu Magalhães e de ----------------------. Nasceu a --/--/1615. // Casou com Ana Gomes, de Cavaleiros, Rouças. // Foi juiz mais velho e juiz pela ordenação nos anos de 1657, 1677, e 1680. // Também exerceu o cargo de provedor da SCMM em 1672. // Morou no Viso, Chaviães. // Pai de António, casado com Joaquina Gomes de Magalhães.  

 

MAGALHÃES, Rosa Joaquina. Filha natural de José Caetano Magalhães e de Francisca Caetana Domingues. N.p. do Dr. João Caetano Gomes de Abreu Magalhães. Nasceu em ------------, a --/--/1---. // Casou com Diogo Manuel Soares.