GENTES DO CONCELHO DE MELGAÇO
Freguesia da Vila (SMP)
Por Joaquim A. Rocha
LINARES
LINARES,
António Alberto. Filho de Dolores Linares, do lugar do Castro, freguesia de
Santa Cristina de Baleixe, partido judicial da Caniça, Galiza. // A 13/6/1866,
pelas duas horas da manhã, colocaram-no na roda de Melgaço, aparentando ter
dois ou três dias de idade. // A rodeira levou-o à Câmara Municipal, ficando
registado no livro dos expostos sob o n.º 263. // Foi batizado nesse dia treze,
na igreja de SMP, tendo por padrinhos Caetano Celestino de Sousa e Maria
Henriqueta Pereira, solteira, da Assadura (ou Corga), ambos da freguesia da
Vila. // Após o batismo foi entregue para criação à ama acima citada, Maria
Henriqueta Pereira. // A 27/6/1866 a criança foi entregue à sua mãe, afiançada
por Manuel António Rodrigues, solteiro, da Vila, que assinou. Assinaram também
Luís Manuel Rodrigues e António Joaquim de Sousa.
LINDO
LINDO,
António Adelino. Filho de ----------- Lindo e de ------------ Costa. Nasceu em
----------------, a --/--/19--. // É dono do restaurante Panorama, sito na
Praça Municipal, Vila de Melgaço. // (VM 1062, de 1/12/1996).
LIRA
LIRA,
António José da Costa (Dr.) // Foi juiz de fora em Melgaço de 1834 a 1835. //
Estava casado com Constança Caetana Pereira de Castro Marinho, do lugar de
Crastos, Paderne. // Foi o último juiz de fora em Melgaço, devido à nova
reforma administrativa do território. // Daqui seguiu para Monção, onde assumiu
a administração desse concelho. // Com geração. // (OJM, de ACE, p. 110).
LIRA,
António Maria. Filho de Jacinto Mosqueira Tavares Sotomaior e de Teresa Antónia
Lira e Pereira, da Casa de Paravedra, em São Cristóvão de Mourentão, Galiza.
N.p. de José Mosqueira e Trancoso e de Beatriz Tavares Sotomaior; n.m. de
Bazílio Lira Pereira e de Joana Mosqueira e Baamonde. Nasceu no século XVIII.
// Foi um dos conjurados da “revolta” melgacense de 9/6/1808 para expulsar os
franceses de território nacional. // (ver
Melgaço e as Invasões Francesas, de Augusto César Esteves).
LIRA,
Bebiana Amália. Filha do Dr. António José da Costa Lira, juiz de fora, e de
Constança Caetana Pereira de Castro Marinho, doméstica, residentes na Vila de
Melgaço. N.p. de Manuel Fernandes da Costa e de Maria Angélica da Silva Lira,
da Vila de Monção; n.m. de Dionísio António Pereira de Castro e de Josefa
Caetana Ribeiro, de Paderne. Nasceu a 30/8/1835 e foi batizada na igreja
de SMP a 6 de Setembro desse ano. Padrinhos: José Guilherme e Luciana, irmãos
da neófita. // Em finais desse ano partiu com a família para a Vila de Monção,
onde faleceu a 13/5/1854.
LIRA,
Maria Teresa. Filha de Jacinto Mosqueira Tavares Sotomaior e de Teresa Antónia
Lira e Pereira. Nasceu na Galiza no século XVIII. // Casou com Caetano José,
filho de Caetano de Abreu Soares e de Caetana Maria Gomes de Abreu, da Casa
armoriada de ao pé da matriz, Vila de Melgaço. // O marido foi, tal como seu
cunhado galego, um dos conjurados de 1808. // Com geração.
LISBOA
LISBOA,
Aniceto Guilherme. Filho de António Manuel Lisboa, jornaleiro, e de Olívia dos
Anjos, doméstica. N.p. de Guilherme Augusto e de Ermelinda da Rosa; n.m. de
João Manuel Teixeira e de Isabel Maria. Nasceu no lugar de Vale Bom dos Figos,
freguesia de Mascarenhas, concelho de Mirandela, a 11/3/1937. // Embarcou para
África ainda jovem, onde casou (na
igreja paroquial de Vila Trigo de Morais) em
primeiras núpcias com Emília, de 25 anos de idade, natural da freguesia de
Oleiros, Ponte da Barca, filha de José Maria Elias e de Rosa Maria de Sousa, a
20/12/1964. // Foi agente da Polícia de Segurança Pública. // Depois da
independência das ex-colónias regressa a Portugal e fixa-se, com esposa e
filhos, em Melgaço. Nesta Vila alto-minhota residiu 36 anos da sua vida. Ali
ficou viúvo (a sua esposa faleceu a 27/8/1975) e ali casou em segundas núpcias, a 8/11/1980, com Ilda de
Barros, viúva, natural de Eiró, Rouças. // Em Dezembro de 1997, já
aposentado, foi candidato pelo PSD local à Assembleia de Freguesia. // Depois
de 2000 deixa Melgaço e fixa residência em Braga. // Morreu no dia 12/10/2020,
às onze horas da manhã, na capital da província do Minho, na freguesia de São
Vítor. // Pai de Ana (ou Anabela), casada com
Valdemiro da Costa Fernandes, nascido em Prado, Vila Verde, por volta de 1964;
de Graça Maria, casada com José Filipe Malheiro Vidal, nascido em Cristóval,
Melgaço; de ---------------------------------. // Da segunda mulher não houve
descendência.
LOBARINHAS
LOBARINHAS,
Amaro Esteves. // Foi vereador mais velho e juiz pela ordenação em 1702. // (Organização Judicial de Melgaço, de ACE, p. 126).
LOBARINHAS,
António Esteves (Padre). // Foi abade de São
Miguel de Prado, em Pico de Regalados, e provedor da Santa Casa da Misericórdia
de Melgaço em 1680.
LOBARINHAS,
António Gomes (Dr.) // Foi juiz de fora em Melgaço de 1717 a 1721. // (OJM, de
ACE, p. 65).
LOBARINHAS,
Domingos Gomes (Padre). // Foi comissário do
Santo Ofício e provedor da SCMM em 1696. // Faleceu na Quinta das Carvalheiras,
Chaviães, a 17/10/1725.
LOBARINHAS,
Francisco Alberto (Padre). // Foi reitor de Rio
Seco e provedor da Santa Casa da Misericórdia de Melgaço em 1818.
LOBARINHAS,
Joaquim José (Padre). // Foi pároco de Trute,
Monção, e provedor da Santa Casa da Misericórdia de Melgaço em 1802.
LOBARINHAS,
Salvador Gomes (Padre). // Sobrinho do padre
Domingos Gomes Lobarinhas. // Foi provedor da SCMM em 1733.
LOBATO
LOBATO,
Adriano Felício. Filho de Francisco Joaquim Lobato e de Ermelinda da Glória de
Sousa e Castro, moradores na Calçada, Vila. N.p. de Manuel Caetano Lobato e de
Ana Maria Esteves de Lima, de Riba de Mouro; n.m. de Frederico Justiniano de
Sousa e Castro e de Mariana Carolina de Abreu Cunha Araújo, da Quinta da Torre,
Paderne. Nasceu a 17/8/1859 e foi batizado na igreja de SMP a 28 desse
mês. Padrinhos: João António Cunha Araújo e sua mãe, Maria Luísa dos Reis, da
Casa do Rio do Porto.
LOBATO,
Albino José. Filho de Francisco Joaquim Lobato e de Ermelinda da Glória de
Sousa e Castro, proprietários, moradores na Calçada, SMP. N.p. de Manuel
Caetano Lobato e de Ana Maria Esteves de Lima; n.m. de Frederico Justiniano de
Sousa e Castro e de Mariana Carolina de Abreu Cunha Araújo. Nasceu a 15/10/1860
e foi batizado a 24 desse mês. Padrinhos: Caetano José de Abreu Cunha Araújo,
casado, morador em Monção, e Albina Clara de Abreu Cunha Araújo (por procuração
de Ludovina da Conceição Amorim Azedo e Castro, mulher do padrinho).
LOBATO,
Aldemiro Alberto. Filho de Francisco Joaquim Lobato e de Ermelinda da Glória de
Sousa e Castro, proprietários, moradores na Rua da Calçada, SMP. N.p. de Manuel
Caetano Lobato e de Ana Maria Esteves de Lima, de Riba de Mouro; n.m. de
Frederico Justiniano de Sousa e Castro e de Mariana Carolina de Abreu Cunha
Araújo. Nasceu a 20/6/1866 e foi batizado a 30 desse mês. Padrinhos: Alberto
Magno de Sousa e Castro e Amélia Augusta de Sousa e Castro, tios maternos do
batizando.
LOBATO,
Belarmina. Filha de Francisco Joaquim Lobato e de Ermelinda da Glória de Sousa
e Castro, proprietários, moradores na Calçada, SMP. N.p. de Manuel Caetano
Lobato e de Ana Maria Esteves Lima, de Riba de Mouro (ex Valadares e a partir
de 1855 Monção), proprietários; n.m. de Frederico Justiniano de Sousa e Castro,
escrivão, e de Mariana Carolina de Abreu Cunha Araújo. Nasceu a 16/3/1868 e foi
batizada a 29 desse mês. Padrinhos: o avô materno e sua filha Albina, tia
materna.
LOBATO,
Jalsemina. Filha de Francisco Joaquim Lobato e de Ermelinda da Glória de Sousa
e Castro, moradores na Calçada, SMP. N.p. de Manuel Caetano Lobato e de Ana
Maria Esteves Lima; n.m. de Frederico Justiniano de Sousa e Castro e de Mariana
Carolina de Abreu Cunha Araújo. Nasceu a 1/5/1864 e foi batizada a 12 desse mês
e ano. Padrinhos: o avô materno e sua filha, Angelina Cândida.
LOBATO,
José. Filho de Manuel Lobato e de Maria Lourenço, lavradores, de Mazedo,
Monção. Nasceu nessa freguesia por volta de 1835. // Criado de servir. //
Faleceu solteiro, na Vila de Melgaço, a 2/11/1865, com 30 anos de idade, e foi
sepultado na igreja matriz.
LOBATO,
José. Filho natural de José de Sousa Lobato, farmacêutico, de Alvaredo,
e de Cândida de Azevedo, proprietária, da freguesia de Fiscal, concelho de
Amares, moradora em Galvão, Vila de Melgaço. N.p. de Vitorino de Sousa Lobato e
de Maria Benedita Martins; n.m. de Francisco da Silva Reis e de Gertrudes de
Azevedo. Nasceu em Galvão a 11/3/1909 (*), e foi batizado pelo padre Manuel José Domingues a 8 de Agosto desse ano.
Padrinhos: António do Rosário, casado, chefe da conservação das hidráulicas, e
Ana de Sousa Lobato, casada, proprietária. // Casou a 14/7/1927 com Ana de
Sousa Lobato, natural de Alvaredo. // Terminou o Curso do Magistério Primário
em 1933 (ver NM 203, de 6/8/1933, e NM 204, de
13/8/1933); nesse ano foi nomeado professor para
a escola do sexo masculino de Tangil, Monção; era professor oficial do quadro
auxiliar do distrito escolar de Viana (NM 216,
de 17/12/1933). // Em 1934 era professor oficial na
escola de Paderne; nesse ano foi nomeado vogal da Comissão Administrativa da
Câmara Municipal de Melgaço (Notícias de Melgaço
n.º 249, de 21/10/1934). // Chegou a ser inspetor escolar. //
A sua mulher finou-se na freguesia de Ramalde, Porto, a 4/11/1978. // Ele
faleceu em Aldoar, Porto, a 30/12/1987. // Com geração. /// (*) No assento de
batismo ficou registada, por engano, a data de 1/8/1909.
LOBATO,
José. Filho de José de Sousa Lobato e de Ana de Sousa Lobato, residentes na
Vila. N.p. de José de Sousa Lobato e de Cândida de Azevedo; n.m. de Manuel de
Sousa Lobato e de Lina Rosa Domingues. Nasceu na Vila de Melgaço a 29/9/1926 e
foi batizado na igreja de SMP 23/2/1927. Padrinhos: Abílio Domingues e Ana de
Sousa Lobato. // Casou a 25/10/1948 na Senhora da Conceição, Porto, com Rosa
Viana (Moreira?).
LOBATO,
Laureano Augusto. Filho de Francisco Joaquim Lobato e de Ermelinda da Glória de
Sousa e Castro, proprietários, residentes na Calçada, Vila. N.p. de Manuel
Caetano Lobato e de Ana Maria Esteves Lima, proprietários, moradores em Riba de
Mouro, Monção; n.m. de Frederico Justiniano de Sousa e Castro, advogado nos
auditórios, e de Mariana Carolina de Abreu Cunha Araújo, da Vila de Melgaço.
Nasceu a --/--/18--. // Faleceu a 8/9/1864, com apenas vinte e dois meses de
vida, e foi sepultado na igreja do extinto convento das Carvalhiças.
LOBATO,
Maria Amália. Filha de Jorge de Sousa Lobato e de Sidónia Ferreira de Araújo,
moradores na Vila. N.p. de José de Sousa Lobato e de Cândida de Azevedo; n.m.
de Domingos Ferreira de Araújo e de Amália Correia dos Santos. Nasceu na Vila a
10/10/1926 e foi batizada na igreja de SMP a 7 de Novembro desse ano.
Padrinhos: Artur Correia dos Santos e Amália Correia dos Santos Araújo. //
Casou com Júlio Pereira Coutinho, dos Arcos de Valdevez, chefe de conservação
de estradas na JAE. // Faleceu em ------------------, a --/--/19--. // O seu
viúvo finou-se em 1991, com sessenta e seis anos de idade. // (VM 938).
LOBATO,
Manuel. Filho de José de Sousa Lobato e de Ana de Sousa Lobato. Nasceu na Vila
a --/--/1931 (Notícias de Melgaço n.º 96, de 1/2/1931).
LOBATO,
Tristão. Filho de João de Caldas Lobato e de Páscoa de Sousa Castro. Nasceu no
lugar das Várzeas no século XVII. // A 17/2/1681 ainda estava solteiro; era
capitão de infantaria. // Casou com Constança de Abreu de Castro Soares, filha
de João de Sousa e Castro e de Maria de São Francisco. // Quando se reformou,
fixaram a sua residência na Quinta das Várzeas. // Pai de Pedro (foi batizado na igreja de Prado a 18/6/1685); de Páscoa (batizada
em Prado a 5/4/1687); de João (batizado em Prado a 28/3/1689, cavaleiro professo da Ordem
de Cristo, em 1755 vivia em Lisboa, casado com Joana Margarida de Sousa, e era
pai de Carlos Tristão e de Inês); e de Damião (foi batizado por necessidade em casa e depois na igreja de
Prado a 28/9/1691).
LOBO
LOBO,
Jácomo Fernandes (Padre). // Foi abade da Vila
de 1757 a 1766 (?). // Ensandeceu. // Finou-se em Braga a 20/3/1768. //
Sucederam-lhe no múnus, enquanto vivo, os padres encomendados Manuel Álvares e
Bento Lima; depois de morto, o sacerdote Manuel Esteves Costa (1768-1775).
LONÉ
LONÉ,
Manuel Pedro (Padre). // Foi abade de SMP e
morreu a 10/5/1796. Lê-se no Notícias
de Melgaço n.º 1578, de 5/12/1965: (...)
LOPES
LOPES,
Abílio [Augusto]. Filho de Rogério Augusto Lopes e de Maria da Cruz Colmeiro,
agricultores-caseiros. Nasceu no Bairro do Carvalho, Vila de Melgaço, a
--/--/1946 (ou 1947).
// Antes do serviço militar emigrou para França. // Na página 21 do jornal “A
Voz de Melgaço” de 1/9/2024 fala-se dele: diz-se que é solteiro, adquiriu a
nacionalidade francesa, que comprou a casa que era dos pais no dito Bairro do
Carvalho, vila de Melgaço.
LOPES,
Albertina Augusta. Filha de Cândido Augusto Lopes, cocheiro, e de Ermelinda
Gomes da Costa, de Barbeita, ambos de Monção, moradores na Vila de Melgaço. Neta
paterna de João António Lopes e de Maria Inácia da Costa; neta materna de José
Gomes da Costa e de Maria Domingues (Torres?). Nasceu em Melgaço a 2/2/1912 e foi batizado na igreja de
SMP a 2 de Julho desse ano. Padrinhos: Abel Martins, sapateiro, solteiro, e
Albertina Augusta Ferreira, solteira, de serviço doméstico.
LOPES,
Almerinda Teresa. Filha de Rogério Augusto Lopes e de Maria da Cruz Colmeiro,
caseiros. Nasceu no Bairro do Carvalho, SMP, a 29/5/1941 (confirmar). // Depois da
instrução primária foi para casa da sua tia Isaulinda Colmeiro, para a ajudar
nos trabalhos domésticos e fazer-lhe companhia. // Na adolescência namorou com
Albano, caixeiro na loja de Hilário Alves Gonçalves, mas acabaram o namoro. //
Emigrou para França e ali casou em 1965 com Joaquim Botelho Vilas, emigrante nesse
país, sobrinho por afinidade da sua prima Aurora Colmeiro Fernandes. Lê-se no Notícias
de Melgaço n.º 1545, de 17/2/1965: (...) // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1554, de
9/5/1965: (...) // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1603, de 24/7/1966: (...) //
LOPES,
Ana Maria. Filha de Francisco Rodrigues Lopes, de Viana do Castelo, e de Carmen de Oliva, natural da Galiza, moradores na Vila de Melgaço. N.p. de António Rodrigues Lopes e de
Maria Fernandes; n.m. de António de Oliva e de Joana Trancoso. Nasceu a
13/5/1928 e foi batizada na igreja de SMP a 23 de Agosto desse ano. // Casou a
--/12/1945 na paróquia de Desteriz, Tui, com João Vitorino, filho de João
Morais e de Aida dos Santos Lima. // Tiveram um forno de pão na Vila de Melgaço, mas vendo
que o negócio estava fraco, emigraram ambos para França. // Enviuvou a
--/--/2---. // Com geração.
LOPES,
Ana Maria. Filha de Maria Amélia Lopes, da Vila (e de Henrique Augusto Alves, natural
de Chaviães), ambos solteiros quando ela viu a luz do dia. Nasceu por volta
de 1952. // Casou com Carlos Augusto, filho de António Alves (Estopas) e de ------------- da
Lama, emigrante no Quebec, Canadá, para onde ela seguiu. // Mãe de Carla Maria.
LOPES,
Ana Ventura. Filha de Bernardo Lopes e de Bernarda Meleiro, moradores no
Outeiro Alto, freguesia da Vila. N.p. de António Lopes e de Gregória Marques,
da Vila; n.m. de Lourenço Meleiro e de Ana Rodrigues, de Prado. Nasceu a
2/11/1759 e foi batizada na igreja de SMP pelo padre BLM dois dias depois.
Padrinhos: Lourenço Meleiro e Isabel Vaz, da freguesia de Prado.
LOPES,
Ana Ventura. // Morava em Galvão de Baixo, SMP, onde nascera, quando morreu, a 17/1/1844,
viúva de Manuel José Caminha, sendo sepultada na igreja matriz com ofício de 10
padres.
LOPES,
Aníbal Moura (Eng.º) // Tirou o Curso de Engenharia Civil. // Casou com a Dr.ª
Manuela Sofia Gorgel Couto Pinto. // Em 1995 a sua esposa era notária em
Melgaço. // Em 1996 ele tinha escritório na Rua Dr. António Durães, 3.º D, Vila
de Melgaço. Elaborava projetos de engenharia. // Em 1999 a sua esposa deu à luz
uma menina em uma maternidade de Coimbra. // (VM
1042 e VM 1111).
LOPES,
António. Filho de António Luís Lopes e de Maria Joaquina Rodrigues, moradores
na Vila. N.p. de Manuel José Lopes e de Ana Joaquina Ribeiro; n.m. de António
José Rodrigues Ana Joaquina Esteves, todos lavradores, de Chaviães.
Nasceu na Quinta da Orada, SMP, a 6/6/1892 e foi batizado a 19 desse mês e ano.
Padrinhos: Carlos João Ribeiro Lima, casado, capitalista, e Emília de La Salete
de Barros, solteira, filha-família. // Casou a 1/2/1917 com Filomena de Jesus,
de 27 anos de idade, de Chaviães, filha de Maria José Esteves. //
Faleceu em Chaviães a 26/8/1949.
LOPES,
António. Filho de Francisco Rodrigues Lopes, de Capareiros (Barroselas), Viana do Castelo,
relojoeiro e fotógrafo, e de Carmen Oliva, de Cresciente, Galiza, taberneira,
moradores na Vila de Melgaço. N.p. de António Rodrigues Lopes e de Maria
Fernandes; n.m. de António Oliva e de Joana Trancoso. Nasceu a 22/5/1922 e foi
batizado na igreja de SMP a 18 de Junho desse ano. Padrinhos: Marcelino
Ferreira, pedreiro, e Wenceslã Oliva, doméstica, de, e moradores, em
Cresciente. // Morreu a --/--/1933 (NM 198,
de 18/6/1933), com apenas onze anos de idade, em
consequência (*) de uma tremenda coça dada pelos irmãos Hilário Nunes de Castro
e José Nunes de Castro, como represália por não os ter ajudado num trabalho
escolar! /// (*) Esta informação foi-me
prestada por sua irmã, Maria Rodrigues Lopes.
LOPES,
António. Filho de Francisco da Silva Lopes e de Albertina Francisca da Silva.
Nasceu na Vila a --/--/1932 (Notícias de Melgaço
n.º 175, de 4/12/1932).
LOPES,
António Augusto. Filho de Alfredo Augusto Lopes, natural de Chaviães, e
de Olívia dos Remédios da Silva Gonçalves, natural da Vila, lavradores. Neto paterno
de António Luís Lopes e de Maria Joaquina Rodrigues; neto materno de Manuel
Gonçalves e de Maria Josefa da Silva. Nasceu no lugar da Oliveira, freguesia da
Vila, a 17/3/1901, e foi batizado na igreja de SMP a 24 desse mês e ano.
Padrinhos: António Augusto Durães e Amália Augusta Ferreira de Araújo. // Casou
a 26/3/1924, na CRCM, com Mariana de Jesus Lopes, de Gondufe, Chaviães. //
Faleceu nessa freguesia de Chaviães a 1/4/1971. // Com geração.
LOPES,
António Augusto. Filho de Cândido Augusto Lopes, cocheiro, natural de Prado,
e de Ermelinda Gomes da Costa, doméstica, natural de Barbeita, Monção. N.p. de
João António Lopes e de Maria Unácia da Costa; n.m. de José Gomes da Costa e de
Maria Domingues Torres. Nasceu na Rua Nova de Melo a 15/2/1903 e foi batizado
na igreja de SMP a 1 de Março desse ano. Padrinhos: António Augusto Durães,
solteiro, filho-família, e Maria das Dores Pereira Mendes, solteira, doméstica,
ambos residentes em SMP. // A 12/7/1916 fez exame do 1.º grau na escola Conde
de Ferreira, obtendo a classificação de «bem»
(Correio de Melgaço n.º 207, de 16/7/1916).
LOPES,
António Augusto. Filho de Rogério Augusto Lopes e de Maria da Cruz Colmeiro.
Nasceu na Vila a --/--/1935. // Lavrador. // Casou com Maria de Lurdes, nascida
em Prado em 1938, filha de Aniceto Gomes e de Belarmina da Glória Sarandão. //
Emigraram para França, onde se mantiveram até à aposentação dele, em 1995, após
39 anos de serviço. A empresa de construção civil “J. Novellot”, sita em Tours,
condecorou-o com a medalha de ouro e diploma de mérito pelos 35 anos de bons
serviços. // O casal regressou a Melgaço, mandaram reconstruir uma pequena
vivenda de granito que ele herdara junto a uns campos nas Carvalhiças, e ali
vivem. // Morreu na Vila de Melgaço a --/--/2022,
com 86 anos de idade (A Voz de Melgaço de 1/6/2022). // (ver A Voz de Melgaço n.º 992, de 15/9/1993, e A Voz de Melgaço
n.º 1037). // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º
1424, de --/01/1962 (!). Casamento de: (...) // NOTA: os do jornal
enganaram-se; quem casou com a Maria de Lurdes Sarandão Gomes foi o António
Augusto Lopes.
LOPES,
António José. // Morou na Vila, intramuros, casado com Antónia Lourenço. // Morreu a 2/7/1801.
LOPES,
António Maria. Filho de Dolores Lopes, solteira, moradora nas Carvalhiças,
Melgaço. N.p. de José Lopes e de Manuela Ferreira, de São Pedro Félix, partido
do Carvalhinho, alcaidaria de Brobas, Galiza. Nasceu na Vila de Melgaço a 13/8/1869
e foi batizado a 18 desse mês. Padrinhos: o avô materno e Maria Josefa Lopes,
solteira, do Bairro do Carvalho, SMP. // Tinha 24 anos, era solteiro, padeiro,
morava na Portela, Mourentão, quando casou na igreja de SMP a 21/5/1893 com
Isabel Marques Ucha, de 27 anos de idade, solteira, lavradora, de São Cristóvão
de Mourentão, Tui, moradora no dito lugar da Portela, filha de José e de
Francisca, lavradores, de Mourentão. Testemunhas: Vitorino Joaquim Lourenço,
casado, negociante, e José Albano Migueis, solteiro, vendeiro, ambos da Vila de
Melgaço.
LOPES,
António do Patrocínio. Filho de João Lopes e de Brígida Rosa. Nasceu em São
Dinis, Vila Real, a --/--/1878. // Tinha 28 anos de idade, era solteiro,
empregado da Companhia dos Tabacos, quando casou na igreja de SMP, Melgaço, a
4/8/1906, com Glória, de 22 anos de idade, solteira, doméstica, de Cambeses,
Monção, residente na Vila de Melgaço, filha de Manuel Luís Esteves e de Rosa
Francisco. Testemunhas: Leopoldo Gonçalves da Silva, casado, empregado da
Companhia de Tabacos, e José Dias, mordomo da igreja. // S.m.n.
LOPES,
Armando. Filho de --------------- Lopes e de ---------- Cunha. Nasceu na Vila de
Melgaço (*) a --/--/19--. // Casou com Maria dos Prazeres Martins Afonso, da
Gavieira, Arcos de Valdevez. // Por volta de 1977 adquiriram, por compra verbal, um prédio
urbano: casa de r/c e 1.º andar, com rossios, com a área de 198 mais 62 m2,
sito em Porto Ribeiro, Lamas de Mouro, a Alberto Domingues, viúvo, residente na
Peneda. // Em 1999 residiam na Peneda (VM 1113). /// (*) Confirmar.
LOPES,
Artur Augusto. Filho de Rogério Augusto Lopes e de Maria da Cruz Colmeiro.
Nasceu no Bairro do Carvalho, Vila de Melgaço, a 4/8/1931 (NM 125, de 20/9/1931). // Na
sua juventude emigrou para França, só regressando à terra natal 50 anos depois,
em 2000. Trouxe com ele a sua esposa, Arlete. // (VM 1146). Morreu a
--/--/2---.
LOPES,
Augusto Cândido. Filho de Cândida (ou
Cândida Augusta) Lopes, costureira, moradora na Rua da
Calçada. Neto materno de Josefa Lopes. Nasceu a 17/5/1897 e foi batizado na
igreja de SMP a 24 desse mês e ano. Padrinhos: Diogo Pinto, casado, servo da
Misericórdia, e Cândida Laurinda Pinto, casada. // Aprendeu a profissão de alfaiate
com Francisco José Ribeiro, pai de Ângelo Ribeiro. Depois do serviço militar
cumprido ingressou na GNR, prestando serviço em Monção, etc. // Viveu
maritalmente com Maria Fernandes da Silva e geraram Maria Emília (nasceu em Campanhã, Porto, por volta de 1920, e casou com
Mário Baleixo, de Rouças); Maria Salomé (nasceu na Vila de Melgaço a 21/9/1922); Augusto Carlos (nasceu
na Vila a 10/10/1925). // Morreu no Rio do Porto, Vila, a
--/--/1927, com apenas 30 anos de idade, ainda sua mãe era viva.
LOPES,
Augusto Carlos. Filho de Augusto Cândido Lopes, solteiro, alfaiate e depois soldado
da GNR, solteiro, natural da Vila de Melgaço, e de Maria Fernandes da Silva,
solteira, peixeira, natural da freguesia de Monserrate, Viana do Castelo,
moradora na Vila de Melgaço. Neto paterno de Cândida Lopes; neto materno de
António da Silva e de Albina Rosa Dias Fernandes. Nasceu na Vila de Melgaço a
10/10/1925 e foi batizado na igreja a 18 desse mês e ano. Padrinhos: Carlos
António Afonso, residente no Brasil, representado por seu prucurador e irmão,
José Cândido Afonso, morador em Chaviães, e Ludovina. // Casou na igreja de
Paderne a 21/1/1946 com Maria dos Anjos Pereira. Ficaram a residir em Golães. //
Foi funileiro, mas vendo que a profissão mal dava para a côdea, emigrou para a
França. // Depois da aposentação voltaram para Melgaço. // A sua esposa faleceu
a 10/10/2006. // Ele em 2012 residia em Golães, Paderne. // Morreu em Golães a
--/2/2015. // Com geração. // Nota: era
irmão, por parte da mãe, de Acácio Dias, escultor.
LOPES,
Augusto José. Filho de Teresa Joaquina Lopes, solteira, moradora no Carvalho,
SMP. N.m. de José Bernardo Lopes e de Januária Lopes, do dito lugar. Nasceu a
24/3/1853 e foi batizado a 27 desse mês e ano. Padrinhos: José Esteves (o
Rainha) e Maria Luísa Gonçalves (do Silvestre), solteira, todos da Vila.
LOPES,
Beatriz. Filha de José Cândido Lopes, carpinteiro, da Vila, e de Maria das
Dores Fernandes, exposta na Roda do extinto concelho de Valadares, doméstica,
moradores na Vila. N.p. de Maria das Dores Lopes, criada de servir, de SMP;
n.m. de Ana Rosa Fernandes, solteira, da Vila, e antes aqui residente «a qual sei ser mãe da mãe da criança»
(assim escreveu o padre). Nasceu na Rua da Calçada, Vila, a 6/2/1891, e foi
batizada a 22 desse mês. Padrinhos: Cândido Augusto Correia dos Santos Lima,
solteiro, proprietário, e Emília de La Sallette Barros, solteira, proprietária.
// Casou civilmente, a 5/4/1920, com Francisco Caetano, de 30 anos de idade, de
Rouças, filho de António Cardoso e de Florinda de Sousa. // O seu marido
finou-se em Rouças a 14/2/1960. // Ela faleceu na Vila a 3/8/1970.
LOPES,
Bernarda Maria. Filha de Domingos Lopes, da Vila, e de Maria Pires Veloso, de Penso,
moradores na Calçada. N.p. do Dr. Domingos Lopes Azevedo, de Chaves, e de Maria
Teresa, solteira, moradora na Calçada, Melgaço; n.m. de António Pires Veloso e
de Quitéria Pereira, solteira, ambos naturais de Penso, e ali moradores. Nasceu
a 20/8/1786 e foi batizada na igreja de SMP a 23 desse mês e ano. Padrinhos:
Leão José Gomes de Abreu e esposa, Maria Pereira de Araújo, melgacenses.
LOPES,
Bernardo. Filho de António Lopes, dos Arcos, e de Gregória Marques, de Melgaço.
Nasceu no século XVIII. // Casou com Bernarda Meleiro. // Em 1797 morava no
Outeiro Alto (Galvão). // Pai de Manuel Bento e de Mariana, casada com Manuel
José Quintela. // Nota: parece ser o
mesmo senhor que morreu no lugar dos Moinhos, freguesia da Vila, onde morava, a
25/2/1806, no estado de viúvo.
LOPES,
Bernardo Joaquim. Filho de Bernardo José Lopes e de Josefa Januária Lopes, lavradores,
residentes na Rua Direita, SMP. N.p. de António José Lopes e de Antónia
Lourenço (ou Lourença Antónia), marchantes na Vila de Melgaço; n.m. de António
Lopes e de Josefa Fernandes, de São Pedro de Leirado, Ourense. Nasceu na Vila a
24/11/1825 e foi batizado nesse dia pelo padre Carlos
Domingues. Padrinhos: Joaquim Daniel Torres Salgado, escrivão da Câmara
Municipal, e serviu de madrinha Francisco Bernardo Pereira da Gama, ambos da
Vila. // Tinha 47 anos de idade, era solteiro, lavrador, quando casou na igreja
de SMP a 17/11/1872 com Rosa Maria, de cerca de 30 anos de idade, solteira,
exposta na Galiza e batizada na igreja matriz da Vila de Melgaço por ordem de
Sua Excelência [o bispo] a 22/8/1872. No ato disseram ao pároco que reconheciam
por seus filhos legítimos a Jerónimo José, nascido a 4/7/1866, a João, nascido
a 4/4/1869, e a Teresa Joaquina, nascida a 8/6/1872. Testemunhas: Jerónimo
Pereira, de intramuros, casado, e Caetano Celestino de Sousa, mordomo da
igreja. // Faleceu no Bairro do Carvalho, Vila, a 12/8/1901, com todos os
sacramentos, sem testamento, e foi sepultado no cemitério municipal.
LOPES,
Bernardo José. Filho de António José Lopes, de Leirado, Milmanda, Ourense, e de
Lourença Antónia, da Cela, Tui, moradores no Bairro do Carvalho, Vila de
Melgaço. N.p. de Fabião Lopes e de Maria Fernandes; n.m. de Marta Rodrigues,
solteira. Nasceu a 11/3/1793 e foi batizado na igreja de SMP a 19 desse mês e
ano. Padrinhos: Manuel Bernardo Gomes e sua esposa, Úrsula Josefa, melgacenses.
// Casou com Josefa Januária Lopes.
LOPES,
Caetano José. Filho de Manuela Lopes, de São Miguel de Cecriños, Galiza, viúva
de João Ribeiro. Neto materno de Francisco Lopes e de Teresa Simões, galegos.
Nasceu a 28/8/1864 e foi batizado na igreja de SMP a 31 desse mês e ano.
Padrinho: Caetano Celestino de Sousa.
LOPES,
Cândida (ou Cândida Augusta). Filha de Josefa de Jesus Lopes. Nasceu em SMP, Vila de
Melgaço, a --/--/18--. // Teve um filho, Augusto Cândido, nascido na Vila em
1897, que morreu em 1927. // Em 1900 deu à luz outro filho: Reinaldo Cândido. //
E em 1904 uma filha: Maria Isabel. // Ela em 1937 ainda devia estar viva, pois
nesse ano uma senhora com o seu nome recebeu 2$50, do dinheiro enviado por
Eusébio Pinto, residente no Bié, para as pessoas necessitadas de Melgaço. // (ver
Notícias de Melgaço n.º 351).
LOPES,
Cândida da Conceição Quintião (Chaufera). Filha de António Joaquim Lopes e de Maria Gonçalves.
Nasceu em Valença a --/--/1896. // Veio para Melgaço ainda mulher nova, em
companhia de um chafeur de praça, daí a alcunha, ele natural da ilha da Madeira;
ela por aqui foi ficando, apesar do namorado se ter ido embora. // Morou em uma
casinha junto às muralhas. // Passou a vender tremoços, doces, etc., para
ganhar a vida. // Durante algum tempo viveu maritalmente com Amadeu Caetano
Dias, latoeiro, de quem teve uma filha, Palmira de Lurdes Lopes. // Nos anos
cinquenta já andava de bengala, sinal de que a sua saúde era débil. // Faleceu
na freguesia de Ferreiros, Braga, em casa da dita filha, em 1968, com 72 anos
de idade. // (ver Notícias de Melgaço n.º 1703, de 24/11/1968).
LOPES,
Carlos João. Filho de Bernardo José Lopes e de Josefa Januária, moradores na
Rua Direita. N.p. de António José Lopes e de Antónia Lourenço, de Melgaço; n.m.
de António Lopes e de Josefa Fernandes, de São Pedro de Leirado, Ourense.
Nasceu a 28/1/1835 e foi batizado pelo padre Bernardino
José Gomes, pároco da Vila. Padrinhos: João Correia dos Santos Lima e
esposa, Emília Perfeita da Rocha Gonçalves.
LOPES,
Carmelina Maria. // Nasceu em Vila Nova de Cerveira por volta de 1931. // «Viveu muitos anos em Melgaço». //
Faleceu em Tours, França, a 4/5/2020, com 89 anos de idade (A Voz de Melgaço de
1/6/2020).
LOPES,
Casimiro Augusto. Filho de Cândido Augusto Lopes, cocheiro, de Prado, e
de Ermelinda Gomes da Costa, de Barbeita, Monção. N.p. de João António Lopes e
de Maria Inácia da Costa; n.m. de José Gomes da Costa e de Maria Domingues
Torres. Nasceu na Rua da Calçada, Vila, a 8/8/1901, e foi batizado a 22 desse
mês e ano. Padrinhos: Casimiro da Silva Costa, casado, da Vila de Monção, e Umbelina
Augusta da Cunha, solteira, da Rua Nova de Melo, Vila de Melgaço.
LOPES,
Clara Rosa. Filha de Ana Lopes, moradora na Vila de Melgaço. Neta materna de
Maria Rosa Lopes, de Prado. Nasceu a 14/9/1850 e foi batizada na igreja
de SMP a 20 desse mês e ano. Padrinhos: José Maria Pereira, veterano, natural
do Val dos Arcos, e Clara Rosa de Castro, de Remoães, residente na
Vila.
LOPES,
Claudina Rosa. Filha de João Manuel Lopes e de Josefa Maria da Cunha, moradores
no Campo da Feira de Fora. N.p. de Domingos António Lopes e de Maria Pires Veloso;
n.m. de Inácio António da Cunha e de Domingas Maria Vaz. Nasceu a 15/3/1827 e
foi batizada na igreja de SMP a 18 desse mês. Padrinhos: António Manuel da
Cunha e Vitória Ventura da Cunha, tios da batizanda, da Vila. // Em Outubro de
1849 ainda se encontrava solteira.
LOPES,
Domingos. Filho de João Manuel Lopes e de Josefa Maria da Cunha, moradores no
Campo da Feira de Fora. N.p. de Domingos António Lopes e de Maria Pires Veloso;
n.m. de Inácio António da Cunha e de Domingas Maria Vaz, residentes intramuros.
Nasceu a 22/1/1820 e foi batizado na igreja católica a 29 desse mês e ano.
Padrinhos: os seus avós paternos.
LOPES,
Domingos António. Filho natural do Dr. Domingos Lopes de Azevedo, de Chaves,
juiz de fora em Melgaço entre 1750 e 1754, e de Maria Teresa, da Calçada,
Melgaço (OJM, de ACE, p. 70). Nasceu na Vila a --/--/1752. // Morou na Rua de
Baixo, Vila. // Faleceu a 1/11/1828, casado com Maria Pires Veloso. // Pai de
João Manuel.
LOPES,
Domingos António. Filho de João Manuel Lopes e de Josefa Maria da Cunha. Nasceu
na Vila a --/--/18--. // Casou na igreja de Castro Laboreiro, onde morava, a
8/5/1863, com Joana, de 23 anos de idade, solteira, de Santa Maria de Arcos,
bispado de Ourense, filha de Tomás Barroza e de Gertrudes Álvares, do
Carballino (Carvalhinho?). Testemunhas: padre Manuel Vicente Pereira e Domingos
José Pires, negociante. // Nota:
lê-se à margem do assento: «declaro que a
idade de cada um dos nubentes é de 43 anos por ambos haverem nascido em 1820.»
(!!!)
LOPES,
Domingos José. Filho de Francisco Manuel Lopes e de Luísa Gonçalves, moradores
na Vila. N.p. de Domingos António Lopes e de Maria Pires Veloso, da dita
freguesia; n.m. de Francisco Gonçalves e de Feliciana Rodrigues, de Remoães.
Nasceu a 10/12/1806 e foi batizado na igreja de SMP a 14 desse mês. Padrinhos:
Caetano José de Abreu e esposa, Maria Teresa Mosqueira, da Vila. // Foi
escrevente da Fazenda Nacional. // Faleceu na Rua Direita, Vila, a 22/7/1867,
casado com Maria Coelho, e foi sepultado na igreja matriz. // Não deixou
filhos.
LOPES,
Emília. Filha de Augusto Cândido Lopes, alfaiate e soldado da Guarda Nacional Republicana,
e de Maria Fernandes da Silva. // Nasceu no Porto a --/--/1920. // Casou com
Mário, da Vila de Melgaço, filho de Maria Julieta Baleixo. // Morreram ambos no
Brasil. // Deixaram cinco filhos.
LOPES,
Fausto Augusto Guedes. Filho de Cândido Augusto Lopes, cocheiro, da freguesia e
Vila de Monção, e de Ermelinda Gomes da Costa, doméstica, de Barbeita, Monção. N.p.
de João António Lopes e de Maria Inácia da Costa; n.m. de José Gomes da Costa e
de Maria Domingues Torres. Nasceu na Rua Nova de Melo, Vila de Melgaço, a
8/3/1908, e foi batizado na igreja de SMP a 11 desse mês e ano. Padrinhos:
António Luís da Cunha, casado, proprietário, e Umbelina da Cunha, casada,
proprietária. // Casou na Conservatória do Registo Civil de Monção a 8/5/1931 com
Maria, de 20 anos de idade, natural de Bela, Monção, filha de Alfredo Gonçalves
e de Aurora Martins. // Faleceu na dita freguesia de Bela a 10/4/1959.
LOPES,
Fernando Augusto. Filho de Maria Joaquina Lopes. Neto materno de Maria Josefa
Lopes. Nasceu na Vila a 23/10/1840 e foi batizado na igreja de SMP a 29 desse
mês. Padrinho: José Manuel Gomes de Abreu.
LOPES,
Florinda Augusta. Filha de Cândido Augusto Lopes, de Prado, e de
Ermelinda Gomes da Costa, de Barbeita, Monção. Nasceu a --/--/190-. // Faleceu
na Rua da Calçada, Vila, a 1/1/1912, com cinco anos de idade.
LOPES,
Francisco. // Morou intramuros, SMP. // Faleceu a 30/10/1855, casado com Luísa,
e foi sepultado na igreja matriz com ofício de 10 padres. Era pobre.
LOPES,
Francisco. Filho de Teresa Joaquina Lopes, solteira, da Vila. N.m. de António
José Lopes e de Antónia Lourenço. Nasceu a 20/7/1823 e foi batizado na igreja
de SMP a 26 desse mês e ano. Padrinhos: Diogo Esteves, galego, e a mãe de
Jesus.
LOPES,
Francisco. Filho de Teresa Joaquina Lopes, solteira, moradora no Carvalho, Vila.
N.m. de José Bernardo Lopes e de Josefa Januária Lopes, do dito lugar. Nasceu a
1/6/1857 e foi batizado a 7 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco Meleiro, de
Crastos, Paderne, marchante, e Rosa, tia materna da mãe do batizando. //
Carpinteiro. // Casou com Emília Rosa, filha de José de Sousa Machado e de Ana
Joaquina. // Pai de Guilhermino Lopes. // Nota:
ficou legitimado pelo matrimónio subsequente dos pais (ver Jerónimo José
Pereira).
LOPES,
Francisco (Galego da Feira Nova). Filho de António Rodrigues Lopes, lavrador, e de Maria
Fernandes, doméstica. Nasceu em São Pedro de Capareiros (Barroselas), Viana do Castelo,
a --/--/1871. // Segundo me contou uma sua neta, Ana Maria, ele estava em
Chaimite, Moçambique, no ano de 1895, a cumprir o serviço militar, quando o
capitão Mouzinho de Albuquerque prendeu o imperador dos vátuas, Gungunhana. //
No regresso de África emigrou para a Suíça, onde foi operário em uma fábrica de
relógios. Dali partiu para Vila Garcia, Barcelona, onde abriu uma ourivesaria.
Da Espanha veio para Melgaço, onde exerceu a profissão de fotógrafo e de
relojoeiro. Na década de trinta andou envolvido na pesquisa de volfrâmio, na
Aguieira (VM 1016, de 15/10/1994, página 10). // Casou na Vila de Melgaço por volta de 1921 com Carmen
de Oliva, nascida em Ribeira de Creciente, Caniça, a 15/9/1889. // A esposa
abriu um pequeno restaurante (taberna) nos baixos da antiga praça de peixe. //
No “Notícias de Melgaço” n.º 329, de 18/10/1936, escreveu-se: «contígua ao atelier do relojoeiro e
fotógrafo amador, Rodrigues, ao fundo do Largo Hermenegildo Solheiro, acaba de
ser instalada uma nova agência forense, que se encarrega de cobranças de dívidas,
requerimentos e demais serviços de solicitação ou procuradoria…» Pertencia
ao advogado Dr. Artur Anselmo. // Morreu na Rua do Espírito Santo, Vila de
Melgaço, a 7/2/1944, com 73 anos de idade. // Deixou filhos da esposa, mas
também – segundo a citada fonte – tinha deixado em Espanha um ror de crianças
geradas em várias nomoradas que tivera. // A sua viúva finou-se em França,
provavelmente em casa da sua filha Ana, a 29/12/1968, mas está sepultada no
cemitério municipal da Vila de Melgaço.
LOPES,
Francisco Manuel. Filho de Domingos António Lopes e de Maria Pires Veloso,
moradores na Calçada. N.p. do Dr. Domingos Lopes de Azevedo, de Chaves (juiz de
fora em Melgaço de 1751 a 1754), e de Maria Teresa, solteira, da Vila de
Melgaço; n.m. de António Pires Veloso e de Quitéria Pereira, solteira, ambos de
Penso. Nasceu a 2/4/1781 e foi batizado na igreja de SMP dois dias
depois. Padrinhos: Francisco José Costa, da Vila, e Maria Manuela, solteira, de
Prado. Testemunhas: Manuel Pereira Novais e MPF, ambos da Vila. // Casou
na igreja de SMP a 28/2/1803 com Luísa, filha de Francisco Gonçalves e de
Feliciana Fernandes, residentes em Remoães. Testemunhas: JDTS, Manuel Pereira
de Novais, e António Eusébio, mordomo da igreja, todos da Vila. // Com geração.
LOPES,
Francisco Manuel. Filho de João Manuel Lopes e de Josefa Maria da Cunha,
moradores no Campo da Feira de Fora. N.p. de Domingos António Lopes e de Maria
Pires Veloso; n.m. de Inácio António da Cunha e de Domingas Maria Vaz. Nasceu a
10/9/1822 e foi batizado na igreja de SMP a 24 desse mês e ano. Padrinhos:
Francisco Manuel da Cunha e sua irmã, Maria Vitória da Cunha, tios maternos do
batizando, residentes na Vila. // Proprietário. //
Casou na igreja de Cristóval, onde residia, a 16/7/1856, com Cármen, filha de
Francisco António Durães e de Ramona Moure, de São Gregório. Testemunhas: José
da Costa, viúvo, do lugar da Porta; e António Joaquim de Barros, de São
Gregório. // Faleceu na Rua Verde a 11/3/1892, com 69 anos de idade, no estado
de casado, com todos os sacramentos, sem testamento, e foi sepultado na igreja
no dia 12. // Com geração.
LOPES,
Guilhermino. Filho de Francisco Pereira Lopes, carpinteiro, e de Emília Rosa de
Sousa, moradores na Rua de Baixo, SMP. N.p. de Jerónimo José Pereira e de
Teresa Joaquina Lopes; n.m. de José de Sousa Machado e de Ana Joaquina. Nasceu
a 13/9/1887 e foi batizado a 29 desse mês e ano. Padrinhos: Luís da Silva e
mulher, Teresa de Jesus da Silva.
LOPES,
Januário. // Faleceu na Vila de Melgaço a 21/10/1838 e foi sepultado na igreja
matriz.
LOPES,
Joana (Alves?). // Faleceu na Rua da Misericórdia, SMP, a 17/9/1837, e foi
sepultada na igreja matriz.
LOPES,
Joana Rosa. Filha de António José Lopes, de Leirado, jurisdição de Milmanda,
Ourense, e de Lourença Antónia, da Cela, Tui, moradores no Bairro do Carvalho,
Vila de Melgaço. N.p. de Fabião Lopes e de Maria Fernandes, de Leirado; n.m. de
Marta Rodrigues, solteira, da Cela. Nasceu na Vila a 7/9/1791 e foi batizada na
igreja de SMP a 11 desse mês e ano. Padrinhos: João Luís de Brito e sua filha,
Joana Rosa, de Ponte de Lima.
LOPES,
João (Cambado).
Filho de Bernardo Joaquim Lopes e de Rosa Maria Exposta. Nasceu na Vila a
4/4/1869. // Carreteiro. // Faleceu a 28/2/1946. // Nota: deve ser o senhor que a 14/8/1912, na Rua do Rio do Porto, o
soldado da Guarda-Fiscal, Manuel Esteves Pinto, lhe apreendeu um par de alpercatas,
compradas em Espanha, as quais trazia ocultas entre uns sacos com sal, pagando
de direitos e multa 3$810 réis; era lavrador e estava solteiro (Correio de
Melgaço n.º 11, de 18/8/1912).
LOPES,
João. Filho de José António Fernandes Lopes e de Balbina Lopes. Nasceu em
-------------, a --/--/18--. // Em 1913 veio transferido de Terras de Bouro
para Melgaço a fim de ocupar o cargo de secretário de finanças (Correio de
Melgaço n.º 46, de 20/4/1913). // Em 1914 foram-lhe concedidos quinze dias de
licença (ver Correio de Melgaço n.º 93, de 29/3/1914, e Correio de Melgaço n.º
108). // Em 1915 foi transferido para Ponte da Barca (Correio de Melgaço n.º
146, de 25/4/1915). // Nota: seu pai
morreu em Tourém (talvez Montalegre) no início de Outubro de 1913; também fora
secretário de finanças (Correio de Melgaço n.º 71, de 19/10/1913).
LOPES,
João. Filho de Rogério Augusto Lopes e de Maria da Cruz Colmeiro. Nasceu na
Vila de Melgaço a --/--/193-. // Antes do serviço militar emigrou para França.
// Casou nesse país com Luísa, natural de Castelo Branco, salvo erro (ver
António Augusto Lopes). // Em 1962 visitou Melgaço (ver Notícias de Melgaço n.º 1446, de 2/9/1962).
LOPES,
João Batista. // Faleceu na Vila, intramuros, a 7/11/1869, em casa de sua irmã
Caetana, viúva de Apolinário, viúvo, o qual dizia ter sido casado em Lisboa com
Maria da Conceição «porém nenhum
esclarecimento deste tenho em meu poder legalmente; também dizem que tratou ou
fez escritura, eu nada sei de certo» (assim escreveu o padre). // Foi
sepultado na igreja matriz. // Constava que tinha filhos.
LOPES,
João José. Filho de José Bernardo Lopes e de Josefa Januária Lopes, moradores
intramuros. N.p. de António José Lopes e de Antónia Lourença, marchantes na
Vila; n.m. de António Lopes e de Josefa Fernandes, de Leirado, Ourense. Nasceu
a 24/4/1828 e foi batizado na igreja de SMP a 28 desse mês. Padrinhos: João
Pita Bezerra e esposa, Maria Teresa Ribeiro da Costa Codesso, do Campo da Feira
de Fora.
LOPES,
João Luís. Filho de Bernardo Lopes e de Bernarda Meleiro, moradores no Outeiro
Alto, Vila. N.p. de António Lopes e de Gregória Marques, do dito lugar; n.m. de
Lourenço Meleiro e de Ana Rodrigues, residentes em Malhagrilos, Prado.
Nasceu a 22/4/1768 e foi batizado na igreja de SMP pelo padre Luís António Lima, de São João de Sá, Valadares, a 26 desse
mês e ano. Padrinhos: João Domingues, do lugar da Carreira, São Paio de
Melgaço, e Maria Meleiro, do lugar de Raposos, Prado. Testemunhas:
João António Araújo e Manuel António de Araújo, ambos da Vila.
LOPES,
João Manuel. Filho de Domingos António Lopes e de Maria Pires Veloso, moradores
na Calçada. N.p. do Dr. Domingos Lopes de Azevedo, de Chaves, juiz de fora que
foi em Melgaço, e de Maria Teresa, solteira, residente na Calçada; n.m. de
António Pires Veloso e de Quitéria Pereira, solteira, ambos de Penso, termo de
Valadares. Nasceu na Vila a 13/5/1777 e foi batizado na igreja de SMP a 17
desse mês. Padrinhos: padre João Domingues Cordeiro e sua irmã, Teresa Maria,
solteira, de Penso (representada por Francisco Manuel Pereira da Gama,
da Vila). Testemunhas: padre Manuel Pedro Loné, pároco de SMP, e MPF, mordomo
da igreja. // Casou na igreja de SMP a 12/2/1817 com Josefa Maria, filha de
Inácio António da Cunha e de Domingas Maria Vaz, todos de intramuros.
Testemunhas: padre António José Gomes, de Corujeiras, João Manuel Pinto,
casado, e João de Barros, morador no CFF, todos da Vila. // Moraram em Galvão
(Outeiro Alto). // Faleceu antes de Outubro de 1849. // A sua viúva finou-se a
3/6/1870. // Com geração. // (ver, em Cristóval, Joaquim Júlio Lopes).
LOPES,
João Manuel. // Morou no Campo da Feira de Fora, SMP. // Faleceu a 9/8/1835,
casado, e foi sepultado na igreja matriz.
LOPES,
João Manuel. Filho de João Manuel Lopes e de Josefa Maria da Cunha, residentes
no Campo da Feira de Fora. N.p. de Domingos António Lopes e de Maria Veloso
Pires; n.m. de Inácio António da Cunha e de Domingas Maria Vaz, moradores na
Rua Direita. Nasceu a 23/9/1825 e foi batizado na igreja de SMP a 29 desse mês.
Padrinhos: Francisco Manuel da Cunha e Maria Vitória da Cunha, tia materna do
neófito, da Vila.
LOPES,
João Manuel. Filho de ---------- Lopes e de --------- Pereira de Sousa. Nasceu
em Leiria a --/--/19--. // Em 1990 assumiu as funções de gerente da CGD na Vila
de Melgaço; vinha da agência da sua terra natal. // Em 1992 foi transferido, a
seu pedido, para Estarreja, para o mesmo cargo. // (VM 929 e VM 970).
LOPES,
Joaquim Júlio. Filho de João Manuel Lopes e de Josefa Maria da Cunha, moradores
no Campo da Feira de Fora. Neto paterno de Domingos António Lopes e de Maria
Pires Veloso; neto materno de Inácio António da Cunha e de Domingas Maria Vaz.
Nasceu 26/7/1829 e foi batizado na igreja de SMP a 30 desse mês e ano.
Padrinhos: António Manuel da Cunha e Vitória Ventura da Cunha, tios maternos do
neófito. // Casou na igreja de Cristóval a
16/7/1856, com Josefa, filha de Francisco António Durães e de Ramona Moure, de
São Gregório. Testemunhas: José da Costa, viúvo, do lugar da Porta, e António
Joaquim de Barros, de São Gregório. // Morreu em São Gregório a 20/4/1866, com
45 anos de idade, em consequência dos golpes que recebera provocados pelas
ruínas da casa de Joaquim Berna (!), do dito lugar, cujo acidente ocorreu pelas
oito horas e trinta minutos da manhã; sem testamento. // Pai de Maria, de José,
de Francisco, e de Rufino António. // Nota:
aquando da sua morte a sua esposa estava grávida (ver Claudina Júlia).
LOPES,
Joaquina Carlota. Filha de João Manuel Lopes e de Josefa Maria da Cunha,
moradores no Campo da Feira de Fora. N.p. de Domingos António Lopes e de Maria
Pires Veloso; n.m. de Inácio António da Cunha e de Domingas Maria Vaz. Nasceu a
10/1/1819 e foi batizada na igreja de SMP a 18 desse mês. Padrinhos: Inácio
António da Cunha e Maria Helena Gomes, da Vila.
LOPES,
José (Padre). Filho de António José Lopes e de
--------------------------. N.p. de Francisco Lopes e de Madalena Marques.
Nasceu no Outeiro Alto, Galvão, no século XVIII. // Em 1781 teve de pagar à
Confraria das Almas de Prado a quantia de 12.000 réis, valor de um empréstimo
contraído por seu pai a 21/8/1744, tendo morrido sem o liquidar. // Foi aceite
na dita Confraria a 25/8/1793, dando de entrada 1.600 réis.
LOPES,
José. Nasceu na Vila por volta de 1812. // Moleiro. // A sua esposa, Maria Manuela
Ferreira, faleceu na sua casa das Carvalhiças, Vila, a 30/4/1869, no estado de casada, com
50 anos de idade. // Ele finou-se também nas Carvalhiças, em sua casa, a
23/9/1880, com 68 anos de idade, viúvo da dita Manuela Ferreira, e foi
sepultado no cemitério. // Deixaram filhos.
LOPES,
José Augusto. Filho de Alfredo Augusto Lopes, de Chaviães, e de Olívia
dos Remédios Gonçalves, da Vila, onde moravam, lavradores. N.p. de António Luís
Lopes e de Maria Joaquina Rodrigues; n.m. de Manuel Gonçalves e de Maria Josefa
Gonçalves. Nasceu no lugar da Assadura a 28/6/1905 e foi batizado na igreja de
SMP a 2 de Julho desse ano. Padrinhos: Dr. António Joaquim Durães, casado, e
Florinda dos Santos Lima, solteira, proprietária. // Faleceu na Vila a
11/8/1920.
LOPES, José
Augusto. Filho de Rogério Augusto Lopes e de Maria da Cruz Colmeiro. Nasceu na
Vila a --/12/1926. // Emigrou para França. // Morreu na vila de Melgaço a
--/08/2023, com 96
anos de idade.
LOPES,
José Bernardo. Filho de António José Lopes e de Antónia Lourenço (ou Lourença
Antónia) Lopes, moradores intramuros, Bairro do Carvalho. N.p. de Fabião Lopes
e de Maria Fernandes, de Leirado, Galiza; n.m. de Marta Rodrigues, solteira, da
Cela, Tui. Nasceu a 2/4/1798 e foi batizado na igreja de SMP a 4 desse mês. Padrinho:
Bernardo José Fernandes, de Santa Maria de Bouro, Amares. // Lavrador/proprietário.
// Casou na igreja matriz a 14/2/1822 com Januária, filha de António Lopes e de
Josefa Fernandes, de São Pedro do Leirado, Ourense, moradora na Vila de
Melgaço. Testemunhas: Joaquim Daniel Torres Salgado, escrivão da CMM; AJR,
mordomo da igreja; e João Luís Abreu, lavrador, residente junto à Misericórdia.
// Depois de viúvo voltou a casar, novamente na igreja de SMP, a 17/12/1861,
morava no bairro do Carvalho, com a sua cunhada, Josefa, de 58 anos de idade,
solteira, lavradora, batizada na freguesia de São Pedro de Leirado, Galiza,
filha de António Lopes e de Josefa Fernandes, galegos, neta paterna de José
Fernandes, de Leirado, e os mais avós ignorados. Testemunhas: Caetano Celestino
de Sousa e João Fernandes, marchante na Vila de Melgaço. // Faleceu na sua casa
da Rua do Carvalho, Vila, a 18/10/1876, repentinamente, casado com a dita Josefa
Fernandes Lopes, e foi sepultado na igreja matriz. Fizera testamento. Deixou
filhos. // A sua viúva faleceu na Rua Direita, Vila, a 9/4/1891, com 77 anos de
idade, e foi sepultada no cemitério municipal; consta que fizera escritura
testamentária; não deixou filhos.
LOPES,
José Cândido (Lopes da Assembleia). Filho de Maria das Dores Lopes, solteira, criada de
servir. Neto materno de José Lopes e de Maria Manuela Ferreira, moleiros, naturais de São
Pedro Félix de Broes, Ourense, residentes nas Carvalhiças, Vila de Melgaço. Nasceu
a 4/1/1864 e foi batizado na igreja de SMP a 18 desse mês. Padrinhos: Cândido
Augusto Correia dos Santos Lima, solteiro, estudante, e Constância Júlia Gomes
de Abreu, solteira. // Tinha 26 anos de idade, era solteiro, carpinteiro,
quando casou na igreja de SMP a 9/2/1890 com Maria das Dores, de 36 anos de
idade, solteira, criada de servir, exposta na Roda do extinto concelho de
Valadares, batizada na igreja de S. Miguel de Messegães, moradora na Vila de
Melgaço, em companhia de Ana Rosa Fernandes «que diz ser essa a mãe». Testemunhas: Cândido Augusto Correia dos
Santos Lima, solteiro, proprietário, e Caetano Celestino de Sousa, ambos de
SMP. // Militou no Partido Progressista. // Inaugurou a 19/4/1896 o “Café Melgacense”,
que esteve instalado num prédio junto à capela de Santo António (Praça do Comércio até 1910, e depois Praça da República). // Em 1908 foi nomeado regedor da Vila de Melgaço (JM 727). Em Junho de 1915 tinha novamente
esse cargo. // Foi jurado para as causas-crime no 1.º semestre de 1915. // Faleceu
na Vila 28/2/1919 (no JM 1237 diz-se que ele morreu a
1/3/1919). // Uma sua filha casou com Macker
Luís Teixeira Pinto.
LOPES,
José Cândido. Filho de Bernardo José Lopes e de Rosa Maria Exposta, lavradores,
residentes na Rua do Carvalho, Vila. N.p. de José Bernardo Lopes e de Januária
Josefa Lopes. Nasceu a 20/12/1877 e foi batizado a 26 desse mês e ano.
Padrinhos: JCGA e Virgínia Nunes de Almeida, solteira, proprietária.
LOPES,
José Cândido. Filho de José Joaquim Lopes, cabo da GF, da Vila, e de Filomena
Rodrigues, lavradeira, de Paderne, moradores na Rua de Baixo, Vila. N.p.
de Dolores Lopes, solteira, de São Pedro Felix de Broes, Ourense; n.m. de
António Francisco Rodrigues e de Maria Joaquina Esteves, lavradores, de Paderne.
Nasceu a 13/2/1893 e foi batizado a 26 desse mês e ano. Padrinhos: JCGA e
Margarida Augusta Pires, solteira, filha-família, da Vila.
LOPES,
José Constantino. Filho de José Bernardo Lopes, marchante, e de Josefa Januária
Lopes, moradores intramuros. N.p. de António José Lopes e de Antónia Lourenço,
de Melgaço; n.m. de António Lopes e de Josefa Fernandes, de Leirado, Ourense.
Nasceu a 24/3/1830 e foi batizado na igreja de SMP a 31 desse mês e ano.
Padrinhos: padre José Joaquim Torres e António
Jacinto Araújo Azevedo, de Chaviães, sargento-mor do termo de Melgaço.
LOPES,
José Joaquim. Filho de João Manuel Lopes e de Josefa Maria da Cunha. N.p. de
Domingos António Lopes e de Maria Pires Veloso; n.m. de Inácio António da Cunha
e de Domingas Vaz. Nasceu a 13/2/1824 e foi batizado na igreja de SMP a 19
desse mês e ano. Padrinhos: Francisco Manuel da Cunha e sua irmã, Maria Josefa
da Cunha, solteiros, tios maternos do batizando.
LOPES,
José Joaquim. Filho de Teresa Joaquina Lopes, moradora no Bairro do Carvalho,
Vila. Neto materno de José Bernardo Lopes e de Josefa Januária Lopes,
marchantes. Nasceu a 2/11/1847 e foi batizado na igreja de SMP a 7 desse mês e
ano. Padrinhos: Joaquim António da Silva (Joaquim
da Mestra), tocando como madrinha Dionísio José
de Caldas, marchante na Valinha, Ceivães, Valadares. // Sem mais notícias.
LOPES,
José Joaquim (Pata). Filho
de Dolores (ou Maria das Dores - ver) Lopes, solteira, de São Pedro Felix de Broes, Ourense,
moradora nas Carvalhiças, Melgaço, e de (*). Neto materno de José Lopes e de Maria
Manuela Ferreira. Nasceu a 24/3/1867 e foi batizado a 1 de Abril desse ano.
Padrinhos: José Luís Calheiros, casado, lavrador, e Joaquina Lourenço,
solteira, ambos das Carvalhiças. // Foi 2.º cabo da Guarda-Fiscal. // Casou com
Filomena Rodrigues, de vinte anos de idade, filha de António Francisco
Rodrigues e de Maria Joaquina Esteves, natural de Paderne. // Pode
ler-se no Notícias de Melgaço n.º 36, de 4/11/1929: «Agradecimento. JJL, sua esposa FR, e filhos, agradecem muito
reconhecidos a todas as pessoas que se dignaram visitá-los e acompanhar à
última morada seu extremoso filho; e muito especialmente ao respeitável clero e
praças da Guarda-Fiscal. Paderne, 23/10/1929. JJL, FR, Fernando José Lopes
(ausente), Luís Joaquim Lopes, Armando César Lopes, Norberto Lopes, Maria do
Loreto Lopes, Esmeralda Lopes Ribeiro, Teresa de Jesus Lopes Pires, Alice de S.
Clara Lopes, Augusta da Encarnação Lopes, Margarida de Lurdes Lopes, e Leonor
de Lurdes Lopes.» // Morreu no lugar de Além, Paderne, a 18/11/1951, e foi
sepultado no cemitério dessa localidade. Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1002,
e 25/11/1951: (...)
A sua viúva finou-se também nessa
freguesia a 22/11/1959, com oitenta e nove anos de idade. // Um filho do casal,
Fernando José, foi tenente da Guarda-Fiscal. // Nota: Há quem afirme que foi ele o descobridor de uma mina de
cassiterite em Castro Laboreiro; a mesma seria adjudicada para exploração a um
francês, chegando a trabalhar nela doze homens; depois de acabar a guerra, em
1918, deve ter sido abandonada (ver Correio de
Melgaço n.º 213, de 27/8/1916). /// (*) Informa-nos o “Mário
de Prado” de que ele é filho de Florêncio Soares (Pata).
LOPES,
José Maria. // Nasceu por volta de 1828. // Lavrador. // Faleceu a 12/2/1888,
na Rua de Baixo, Vila, onde morava, com 60 anos de idade, no estado de casado, e
foi sepultado no cemitério. // Fizera testamento. // Não deixou filhos.
LOPES,
José Maria. Filho de Maria Joaquina Lopes, solteira, moradora na Rua da
Calçada. N.m. de Maria Josefa Lopes. Nasceu a 23/1/846 e foi batizado na igreja
de SMP a 28 desse mês e ano. Padrinhos: Dionísio José Caldas e sua filha Maria
Joaquina, da Valinha, Ceivães, Valadares.
LOPES,
José Maria. Filho de Maria Joaquina Lopes, solteira, moradora na Rua da Calçada.
Neto materno de António José Lopes e de Antónia Lourenço. Nasceu a 26/9/1849 e
foi batizado na igreja de SMP a 3 de Outubro desse ano. Padrinhos: Dionísio
José de Caldas e sua filha Maria Joaquina, de Ceivães, Valadares. // Tinha 25
anos de idade, morava intramuros, quando casou na igreja de SMP a 12/10/1874
com Claudina (exposta), de 26 anos de idade, moradora na Vila. Testemunhas:
Diogo Pinto, servo da SCMM, e sua filha Rufina, solteira, de SMP.
LOPES,
Josefa. Filha de Teresa Joaquina Lopes, moradora no Bairro do Carvalho, Vila. N.m.
de José Bernardo Lopes e de Josefa Januária Fernandes Lopes, marchantes. Nasceu
a 10/3/1850 e foi batizada na igreja de SMP no dia seguinte. Padrinhos: José
Meleiro e esposa, Josefa Correia, de São Miguel de Messegães, Valadares. //
Faleceu na Vila a --/--/1923, com 72 anos de idade. // Parece ser a mãe de
Cândida (ou Cândida Augusta) Lopes; se for, o seu nome completo era Josefa de
Jesus Lopes.
LOPES,
Josefa Maria. Filha de Domingos António Lopes e de Maria Pires Veloso,
moradores na Calçada. N.p. do Dr. Domingos Lopes de Azevedo, de Chaves, juiz de
fora que foi em Melgaço, e de Maria Teresa, solteira, de Abelenda das Penas (ou
Peras), Ribadávia (?), Ourense; n.m. António Pires Veloso e de Quitéria
Pereira, solteiros, de Penso. Nasceu a 20/12/1775 e foi batizada na
igreja de SMP. Padrinhos: padre Manuel de Gouvea Freitas, abade da igreja de
Santa Eulália, termo de Valadares (representado por seu irmão, Baltazar de
Gouvea Freitas), e Josefa Maria, solteira, filha legítima do dito António Pires
Veloso, de Penso.
LOPES,
Josefa Maria da Assumpção. Filha de José Bernardo Lopes, da Vila de Melgaço, e
de Januária Fernandes Lopes, de São Pedro de Leirado, Ourense. N.p. de António
José Lopes e de Antónia Lourenço (ou Lourença Antónia), moradores na Vila de
Melgaço; n.m. de António Lopes e de Josefa Fernandes, de Leirado, Galiza. Nasceu
a 4/5/1823 e foi batizada na igreja de SMP a 8 desse mês e ano. Padrinhos: José
Luís Caldas e esposa, Maria José Lopes. // (Gémea de Teresa Joaquina).
LOPES,
Júlio Cândido. Filho de Maria Josefa Lopes, solteira, de SMP. Neto materno de Teresa
Joaquina Lopes. Nasceu intramuros, a 21/2/1871, e foi batizado a 28 desse mês e ano.
Padrinhos: JCGA e Joaquina Júlia Gomes, solteira, da Vila. // Faleceu a
17/4/1872.
LOPES,
Ladislau Joaquim. Filho de Josefa Lopes, solteira, moleira, do Carvalhinho,
Galiza, moradora na Vila de Melgaço. Neto materno de José Lopes e de Manuela Ferreira.
Nasceu nas Carvalhiças, SMP, a 2/5/1871, e foi batizado a 10 desse mês e ano.
Padrinhos: Ladislau José (Bento de Almeida?) e sua prima, Joaquina Maria de
Almeida, solteiros, moradores intramuros. // Morreu a 15/6/1871.
LOPES,
Laura. Filha de Alfredo Augusto Lopes (Louvado), de Chaviães, e de
Olívia dos Remédios da Silva Gonçalves, da Vila, rurais, moradores na Orada,
SMP. N.p. de António Luís Lopes e de Maria Joaquina Rodrigues; n.m. de Manuel
Gonçalves e de Maria Josefa da Silva. Nasceu na Orada a 1/5/1898 e foi batizada
a 7 desse mês e ano. Padrinhos: Dr. António Joaquim Durães, Conservador
privativo do Registo Predial, e Emília de La Salete de Barros, casados. //
Casou a 2/5/1919 com António Joaquim, de 22 anos de idade, da Vila, filho de
Manuel Francisco Cerdeira e de Emília Cândida da Cunha. // Ambos faleceram na
Vila: o marido a 25/7/1977 e ela a 17/10/1987. // Com geração.
LOPES,
Leonor Cândida. Filha de Norberto Lopes, cabo da Guarda-Fiscal, natural de
Paderne, e de Alcina Olívia Alonso Dias, natural da Galiza. Neta paterna de
José Joaquim Lopes (cabo Lopes) e de Filomena Rodrigues; neta materna de
------------------------------------------. Nasceu na Vila de Melgaço a
--/--/1937 (NM 369).
LOPES, Manuel (Padre).
// Faleceu em SMP, Vila de Melgaço, a 14/1/1813.
LOPES, Manuel
António. Filho de Manuel José Lopes e de Maria Madalena de Araújo, moradores na
Rua do Carvalho, Vila. Neto paterno de Gabriel Lopes e de Mariana Gonçalves, da
Vila de Monção; neto materno de Constantino Manuel Marinho, de Paredes de
Coura, solteiro, soldado da praça de Valença, e de Custódia Maria, solteira,
melgacense. Nasceu a 6/2/1776 e foi batizado na igreja de SMP dois dias depois.
Padrinhos: António Manuel Teixeira da Gama e sua esposa, Joana Maria Engrácia
de Sousa Salgado, da Vila de Melgaço. Testemunhas: padre
Manuel Pedro Loné, abade de SMP, Francisco Manuel Pereira da Gama, e o padre Bernardo de Araújo.
LOPES,
Manuel Augusto. // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1531, de 25/10/1964: (...)
LOPES,
Manuel Bento. Filho de Bernardo Lopes e de Bernarda Meleiro, moradores no
Outeiro Alto (Galvão), Vila. N.p. de António Lopes, de Santa Eulália, termo dos
Arcos, e de Gregória Marques, melgacense; n.m. de Lourenço Meleiro e de Ana
Rodrigues, de Malhagrilos, Prado. Nasceu a 11/7/1762 e foi batizado na
igreja de SMP a 14 desse mês. Padrinhos: o avô materno, Lourenço Meleiro, e sua
filha, Gertrudes, solteira, tia materna da criança. // Faleceu na Vila, onde
nascera, a 3/9/1839, e foi sepultado na igreja matriz a 5 desse mês. // Fizera
testamento.
LOPES,
Manuel José (Guimarães). Filho de Maria José Teixeira, de Vinhós, Monte Longo
(atual Fafe). // Casou na igreja de SMP a 29/10/1821 com Ana Joaquina, filha de
Manuel Luís Gomes de Sousa (defunto) e de Mariana Gertrudes Soares, da Vila de
Melgaço, todos moradores no CFF. Testemunhas: padre
Manuel Caetano da Costa Ribeiro Codeço (e Freitas?) e António J.
Rodrigues, solteiro, mordomo da igreja. // Morou na Rua da Calçada, SMP. //
Morreu em delírio, a 8/4/1827, no estado de casado com Ana Joaquina Gomes [de Sousa].
// Era irmão da Confraria das Almas.
LOPES,
Manuel José. Filho de Domingos António Lopes e de Maria Pires Veloso, moradores
na Calçada. N.p. do Dr. Domingos Lopes Azevedo, juiz de fora que foi em
Melgaço, e de Maria Teresa, solteira, moradora na Vila de Melgaço; n.m. de
António Pires Veloso e de Quitéria Pereira, solteira, ambos de Penso.
Nasceu a 14/11/1783 e foi batizado na igreja de SMP a 16 desse mês. Padrinhos:
Manuel Ventura Álvares e esposa, Rosa Maria Fernandes, residentes nas
Carvalhiças.
LOPES,
Manuel Luís. Filho de ------------ Lopes e de --------------------------------.
Nasceu em --------------, a --/--/18--. // Casou com
----------------------------. // Foi oficial de diligências no concelho de
Melgaço. // Em Junho de 1918 já estava viúvo. // Faleceu na Vila a --/--/1925,
com 72 anos.
LOPES,
Maria. // Nasceu em Lisboa por volta de 1815. // Faleceu a 30/9/1869, na casa
de sua cunhada, Maria Lopes, casada com João de Almada, ferreiro, moradores
intramuros, SMP. // Era casada com Domingos Lopes e tinha 54 anos de idade. // Foi
sepultada na igreja matriz. // Não deixou filhos.
LOPES,
Maria. Filha de Maria Josefa Lopes, solteira, moleira, de Carvalhinho, Galiza.
N.m. de José Lopes e de Manuela Ferreira. Nasceu nas Carvalhiças, SMP, a
12/4/1873, e foi batizada a 15 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel José Pereira,
solteiro, alfaiate, e Maria Ferreira, solteira.
LOPES,
Maria. Filha de Francisco Rodrigues Lopes, natural de Barroselas, Viana do
Castelo, e de Carmen de Oliva [Trancoso], da Galiza. Neta paterna de António
Rodrigues Lopes e de Maria Fernandes; neta materna de António de Oliva e de
Joana Trancoso. Nasceu na Vila de Melgaço a 14 de
Maio (*) de 1925 e foi batizada na igreja de SMP a 8 de Junho (**) desse
ano. Padrinhos: os seus avós maternos. // Em 1938 fez exame do ensino primário
na escola da Vila, com a professora Emília Cândida de Magalhães, ficando
aprovada (Notícias de Melgaço n.º 409). // Depois da 4.ª classe aprendeu a arte
de costura. // Casou em 1945 com António Mário Fernandes, natural de
Corçães, Rouças. // Divorciou-se do seu marido a --/--/196-. // Passou então
a residir na Vila: primeiro na Rua do Espírito Santo, e depois numa casa perto
da igreja da Santa Casa da Misericórdia, que uma velhota (Maria Teresa Vieira “Mantana”)
lhe doou em troca da Maria tomar conta dela enquanto fosse viva; por sinal,
essa senhora faleceu catorze dias depois, a 6/11/1967! // Do marido teve três
filhos: Décio, Ana Maria, e Margarida, todos licenciados. // Nota: depois de separada do marido deu
à luz uma menina, Maria Manuel, gerada pelo professor do ensino primário Manuel
Augusto Vaz (1917-1995), natural de Rouças, Melgaço, casado. /// (*) Nasceu a 14 de Junho, mas o
empregado da Conservatória do Registo Civil, por engano, registou 14 de Maio.
/// (**) Deve ser 8 de Julho. (Pedir registo na CRCM).
LOPES,
Maria Amélia. Filha de Augusto Cândido Lopes, soldado da G.N.R., e de Maria
Fernandes da Silva, peixeira. Nasceu na Vila a --/--/1917 (JM 1185, de 1/12/1917). //
Faleceu a 29/10/1918, com apenas doze meses de idade.
LOPES,
Maria Amélia. Filha de Rogério Augusto Lopes e de Maria da Cruz Colmeiro. N.p.
de Teresa de Jesus Lopes; n.m. de Vitorino Augusto Colmeiro e de Rita Augusta
Rodrigues. Nasceu na Vila a 4/5/1929 e foi batizada na igreja de SMP a
16/2/1930. Padrinhos: Francisco de Jesus Vaz, casado, e Emília Rodrigues,
solteira, ambos da Vila. // Como seus pais eram caseiros, ajudou-os sempre nos
campos. // Namorou com Henrique Augusto Alves, natural de Chaviães, e
dele teve uma filha, Ana Maria Lopes (ver). O Henrique casou depois com Irene Esteves, das
Carvalhiças, SMP. // Em 2012 vivia sozinha, com uma pequena pensão. // Faleceu
em Fevereiro de 2015.
LOPES,
Maria da Conceição. Filha de João Fernandes Lopes, antigo secretário de Finanças,
e de Maria da Purificação Barreiros Vila Verde, naturais de São Salvador, Arcos
de Valdevez, moradores na Rua Direita, Vila de Melgaço. N.p. de António José
Fernandes Lopes e de Balbina de Miranda; n.m. de João Luís Vila Verde e de
Maria da Glória Barreiros. Nasceu a 2/8/1914 e foi batizada na igreja de SMP a
13 de Novembro desse ano. Padrinhos: Sérgio Augusto de Barros Bacelar, casado,
funcionário público, e Maria da Conceição Barreiros Vila Verde, casada,
proprietária, representados no ato por Luís Barreto de Lara, casado, tenente da
Guarda-Fiscal, comandante da Secção de Melgaço, e Casimira Barreto de Lara,
solteira, doméstica.
LOPES,
Maria das Dores. // Nasceu em Espanha por volta de 1828. // Faleceu no hospital
da Vila de Melgaço a 31/7/1898, só com a extrema-unção, solteira, com 70 anos
de idade, sem testamento, e foi sepultada no cemitério municipal. // Nota: o
padre que registou o óbito afirma que ela não deixou quaisquer filhos. No
entanto, parece ser mãe de José Joaquim Lopes (Pata), gerado por Florêncio
Soares.
LOPES,
Maria das Dores. Filha de José Lopes e de Maria Manuela Ferreira, lavradores,
galegos. Nasceu na freguesia de Brus, Carvalhinho, Ourense, por volta de 1840.
// Lavradeira. // A 21/10/1888, na igreja de SMP, foi madrinha de Vitorino de
Jesus Maria Barbeitos, nascido na Rua Direita, Vila, a 14 desse mês e ano. // Morava
na dita Rua Direita quando morreu, a 9/8/1894, solteira, com 54 anos de idade. //
Foi sepultada no cemitério municipal. // Deixou filhos.
LOPES,
Maria das Dores. Filha de Alfredo Augusto Lopes, natural de Chaviães, e
de Olívia dos Remédios Gonçalves, natural da Vila, lavradores. N.p. de António
Luís Lopes e de Maria Joaquina Rodrigues; n.m. de Manuel Gonçalves e de Maria
Josefa Gonçalves. Nasceu no lugar da Assadura, SMP, a 6/7/1903 e foi batizada a
13 desse mês e ano. Padrinhos: António Augusto Durães, solteiro, estudante, e
Maria das Dores Pereira Mendes, solteira, criada de servir, a qual assinou. //
Faleceu na Assadura a 23/12/1905 e foi sepultada no cemitério municipal.
LOPES,
Maria Joaquina. // Morou no Forte, Vila de Melgaço. // Morreu solteira, a
8/6/1855. Há cerca de um ano que se encontrava no estado de demência. Segundo
escreveu o padre, havia muitos anos que andava amancebada, a mando da mãe, com
um marchante, de quem teve filhos. Foi sepultada na igreja matriz, com ofício
da Confraria das Almas de quinze (15) padres.
LOPES,
Maria Joaquina. Filha de Fernando Lopes e de Ermelinda Sacramento. Nasceu em
----------, a --/--/1870 (confirmar).
// Casou com João Rodrigues Nabeiro. // Enviuvou a 5/12/1926. // Faleceu a
16/12/1952, com 82 anos de idade. // Com geração.
LOPES,
Maria Joaquina. Filha de Josefa Lopes, solteira, jornaleira, moradora na Rua
Direita, Vila. Neta materna de Teresa Joaquina Lopes. Nasceu a 9/3/1873 e foi
batizada a 12 desse mês e ano. Padrinho: Jerónimo José Pereira, casado,
pedreiro, morador em SMP. // Nota:
foi legitimada pelo matrimónio subsequente dos progenitores. Penso que o pai se
chamava Manuel Joaquim dos Reis.
LOPES,
Maria Josefa. Filha de Francisco Manuel Lopes e de Luísa Gonçalves. N.p. de
Domingos António Lopes e de Maria Pires Veloso, da Vila; n.m. de Francisco
Gonçalves e de Feliciana Fernandes, de Remoães. Nasceu na Vila a 14/5/1812 e
foi batizada na igreja de SMP a 18 desse mês e ano. Padrinhos: o tio paterno,
João Manuel Lopes, e o avô paterno. // Faleceu a 13/1/1871, na sua casa junto à
Misericórdia, viúva de Manuel Joaquim Soares, e foi sepultada na igreja matriz.
// Deixou filhos.
LOPES,
Maria Josefa. Filha de João Manuel Lopes e de Josefa Maria da Cunha, moradores
no Campo da Feira de Fora. Neta paterna de Domingos António Lopes e de Maria
Pires Veloso; neta materna de Inácio António da Cunha e de Domingas Maria da
Ressurreição. Nasceu a 11/11/1817 e foi batizada dois dias depois. Padrinhos: padre Francisco António da Cunha (representado por
Domingos António Lopes) e sua irmã, Maria Josefa da Cunha, residentes na freguesia
de Prado.
LOPES,
Maria Josefa. // Morreu de parto, a 23/5/1846, e foi sepultada na igreja do
convento [das Carvalhiças] com ofício e missas gerais, e de caixão. // Era
casada com José António da Costa Guimarães, negociante na Vila de Monção.
LOPES,
Maria Josefa. // Morou na Calçada, SMP. // Morreu a 7/6/1847, no estado de casada
com José Luís do Lago, marchante, e foi sepultada na igreja matriz com ofício
de vinte (20) padres.
LOPES,
Maria Josefa. Nasceu por volta de 1846. // Faleceu a 11/2/1886, no lugar das
Carvalhiças, SMP, onde morava, com 40 anos de idade, no
estado de solteira, e foi sepultada no cemitério. // Deixou uma filha
menor.
LOPES,
Maria Manuel (Dr.ª) Filha de Maria Rodrigues Lopes, divorciada, (e do professor
do ensino primário Manuel Vaz, casado). Nasceu na Vila a --/--/1965. // Era
estudante universitária quando casou na igreja da SCMM a --/--/1990 com o Dr.
Manuel Joaquim Gonçalves, natural de São Paio, gestor de empresas (*).
Padrinhos da noiva: Manuel de Sousa, empregado bancário, e esposa, Maria Teresa
Rodrigues (Teresa da Aida do Leonel), funcionária da Câmara Municipal de Melgaço. Padrinhos do
noivo: Manuel António Fernandes, subchefe da PSP, e esposa, prof.ª Maria da
Natividade Gonçalves Fernandes. O almoço foi servido no restaurante “A
Lanterna”, da Vila de Melgaço. // Em 1998 era aluna da Faculdade de Filosofia
de Braga (VM 1106). // // Com geração. /// (*) No ano de 1998 era um dos administradores da Adega Cooperativa de Monção;
depois esteve nas Termas do Peso, no tempo de Sousa Cintra.
LOPES,
Maria Rosa. Filha de Francisco Rodrigues Lopes, natural de Barroselas, Viana do
Castelo, e de Carmen de Oliva, natural da Galiza, moradores na Vila de Melgaço.
Nasceu na Vila, SMP, a --/6/1926. // Em 1938 fez exame do ensino primário na
escola da Vila, com a professora Emília Cândida de Magalhães, ficando aprovada
(Notícias de Melgaço n.º 409).
// Casou com João da Silva Gonçalves, nascido em São Julião do Freixo, Ponte de
Lima, por volta de 1900, soldado da G.N.R. // Saiu de Melgaço com o marido. // Faleceu
em Janeiro de 2021, com
95 anos de idade.
LOPES, Maria
Salomé. Filha de Augusto Cândido Lopes, de 24 anos de idade, solteiro, natural
da Vila de Melgaço, alfaiate e soldado da G.N.R., e de Maria Fernandes da
Silva, de 28 anos de idade, solteira, natural de Monserrate, Viana do Castelo,
doméstica. Neta paterna de Cândida Augusta Lopes; neta materna de António Silva
e de Albina Rosa Dias Fernandes. Nasceu na Vila a 21/9/1922 e foi batizada a 25
de Dezembro desse ano. Padrinhos: Guilherme José Fernandes, natural de
Chaviães, e Maria Augusta Domingues, natural de Cristóval,
solteiros, lavradores. // Rapariga ainda, partiu para a capital do país, a fim
de trabalhar como empregada doméstica. // Casou a 23/8/1954 na 1.ª
Conservatória do Registo Civil de Lisboa com Olímpio da Silva Oliveira, da freguesia
de Santiago, Lisboa. // O seu marido morreu a 14/3/1984. // Ela finou-se na
freguesia de São José, Lisboa, a 28/10/1987.
LOPES,
Maria Teresa. Filha de João Manuel Lopes e de Josefa Maria da Cunha, moradores
no Campo da Feira de Fora. N.p. de Domingos António Lopes e de Maria Pires
Veloso; n.m. de Inácio António da Cunha e de Domingas da Ressurreição Vaz.
Nasceu a 18/3/1821 e foi batizada na igreja de SMP a 29 desse mês e ano.
Padrinhos: avô paterno e tia paterna, Maria Josefa Lopes, residentes na
Vila.
LOPES,
Mariana. Filha de Bernardo Lopes e de Bernarda Meleiro. Nasceu no Outeiro Alto
(Galvão) a --/--/17--. // Faleceu na Vila a 5/11/1826, casada com Manuel José
Quintela.
LOPES,
Mariana Isabel. Filha de Cândida Lopes, criada de servir, de SMP. N.m. de Josefa
de Jesus Lopes. Nasceu na Rua da Calçada, Vila, a 2/7/1904, e foi batizada na
igreja de SMP dois dias depois. Padrinhos: Diogo Manuel Pinto, viúvo, servo da
SCMM, e Cândida Laurinda Pinto, casada, de serviço doméstico. // Faleceu no
Bairro do Carvalho, Vila, a 1/4/1912.
LOPES,
Olinda Augusta. Filha de ----------- Lopes e de ----------------------------.
Nasceu em ---------- a --/--/1933 (confirmar). // Faleceu na Rua dos Parizes (!), Melgaço, a 26/10/2025,
com 92 anos de idade (agência funerária Vilarinho).
LOPES,
Palmira de Lurdes. Filha de Amadeu Caetano Dias, natural de Melgaço, e de
Cândida da Conceição Quintião Lopes, natural de Valença, solteiros. N.p. de Caetano
Maria Dias e de Palmira Augusta Gonçalves; n.m. de António Joaquim Lopes e de
Maria Gonçalves. Nasceu na Vila de Melgaço a 8/6/1926 e foi batizada a 17 de
Outubro desse ano. Padrinhos: João Augusto Ferreira e Ana do Carmo de Carvalho
(Pitães). // Saiu da terra natal muito nova, por volta de 1940. // Casou com
Arménio José Ferreira da Silva Araújo, de Braga, escriturário. // Em 2001 já estava
viúva; morava na sua casa de Ferreiros, Braga. // Não tiveram filhos, mas criaram
o filho de uns vizinhos, que mais tarde casou e ficou a viver perto dos pais
adotivos.
LOPES,
Pedro (Dr.) Filho de ---------- Lopes e de --------------------------. Nasceu
em Melgaço a --/--/19--. // Casou com a Dr.ª Graça Lopes, professora do Ensino
Secundário. // Em 2000 era administrador dos hospitais da Universidade de Coimbra
(VM 1138).
LOPES,
Raimundo. Filho de Josefa Lopes, solteira, residente com com seu cunhado, José
Lopes, no Bairro do Carvalho, Vila. Neto materno de António Lopes e de Josefa
Lopes, de São Pedro de Leirado, Galiza. Nasceu a 30/8/1846 e foi batizado na
igreja de SMP no dia seguinte. Padrinhos: o padre
batizante, João Evangelista de Sá Sotomaior, e Teresa Joaquina Lopes,
prima do neófito. // Nota: mais
tarde foi legitimado em virtude de seus pais contraírem matrimónio.
LOPES,
Reinaldo Cândido. Filho de Cândida Lopes, solteira, costureira. Neto materno de
Josefa Lopes. Nasceu na Calçada, Vila, a 30/1/1900, e foi batizado a 1 de
Fevereiro desse ano. Padrinhos: Diogo Pinto, casado, servo da Misericórdia, e sua
filha, Cândida Laurinda Pinto, casada. // A 13/7/1912 fez exame do 1.º grau com
o professor António José de Barros, obtendo a classificação de «ótimo». // Casou na 1.ª Conservatória do
Registo Civil do Porto a 16/6/1921 com Albertina de Oliveira. // Enviuvou a
24/11/1970. // Morreu na freguesia de Aveleda, Vila do Conde, a 23/11/1985.
LOPES,
Rodolfo Augusto. Filho de Ângela Maria Lopes, natural de Guimarães, moradora na
Vila de Melgaço. Neto materno de José Varela e de Maria Lopes. Nasceu na Rua de
Baixo, SMP, a 2/4/1873, e foi batizado a 8 desse mês e ano. Padrinhos: Gaspar
de Brito e Rocha, solteiro, diretor da Alfândega, e tocou com a coroa
da Senhora Inocêncio Augusto Pedreira, solteiro, empregado da Alfândega. // Casou
a 14/12/1898 com Maria da Ressurreição, filha de João Francisco e de Maria
Luísa, de Vila (Alvim? – deve ser Aboim). // Faleceu na freguesia de Assunção,
Elvas, a 2/3/1919.
LOPES,
Rogério Augusto. Filho de Teresa Joaquina Lopes, solteira, doméstica, natural de
SMP. Neto materno de Bernardo Joaquim Lopes e de Rosa Maria Exposta. Nasceu no
Bairro do Carvalho a 11/4/1903 e foi batizado na igreja de SMP a 25 desse mês e
ano. Padrinhos: Augusto Jaime de Almeida, solteiro, proprietário, e Ana Cândida
Pinto da Silva, solteira, filha-familia. // A 12/7/1916 fez exame do 1.º grau
na escola Conde de Ferreira, obtendo a classificação de «ótimo» (Correio de Melgaço n.º 207, de
16/7/1916). // Casou a 27/2/1926, na CRCM, com
Maria da Cruz, filha de Vitorino Maria Colmeiro e de Rita Augusta Rodrigues. //
Moraram no Bairro do Carvalho, Vila. // Aquando da festa da Senhora da
Pastoriza de 1938, 18 de Setembro, foi nomeado para a comissão de festas para o
ano seguinte, juntamente com Diamantino de Freitas, Artur de Castro e Joaquim
Esteves. As mordomas seriam: Julieta Gil, Palmira Vilas, Ludovina Cerdeira e
Judite Pires (NM 416, de 9/10/1938). // Foi caseiro da sua cunhada, Isaulinda Colmeiro. // Ambos
os cônjuges faleceram na freguesia da Vila: a sua esposa a 22/3/1967 e ele a 18/2/1980.
// Com geração.
LOPES,
Rosa. // Padeira. // Faleceu na Rua da Calçada, Vila de Melgaço, onde morava, a
8/5/1884, com noventa e um (91) anos de idade, no estado de viúva, e foi
sepultada no cemitério. // Não deixou filhos.
LOPES,
Rosa. Filha de António José Lopes e de Lourença Antónia, moradores no Bairro do
Carvalho. Neta paterna de Fabião Lopes e de Maria Fernandes, de Leirado,
Galiza; neta materna de Marta Rodrigues, solteira, da Cela, Tui. Nasceu na Vila
a 16/9/1800 e foi batizada na igreja de SMP dois dias depois. Padrinhos: José
Bento da Costa e Isidora Joana, solteiros, de Melgaço.
LOPES,
Rosa Maria. Filha de ------------ Lopes e de ------------------------------. Nasceu
em -----------, a --/--/18--. // Faleceu na Vila a --/--/1922, com 92 anos de
idade.
LOPES,
Sofia Cândida. Filha de José Cândido Lopes, carpinteiro, e de Maria da
Conceição (ou Maria das Dores) Fernandes, lavradeira, da Vila. Neta paterna de Maria das
Dores Lopes, solteira; n.m. de Ana Rosa Fernandes, solteira. Nasceu na Rua da
Calçada a 23/3/1894 e foi batizada na igreja de SMP a 7 de Maio desse ano.
Padrinhos: António Pires Teixeira, solteiro, “brasileiro”, e Margarida Pires,
solteira, ambos da Vila. // Fez exame do 1.º grau na escola da Vila em Julho de
1908, obtendo um óptimo. // Casou civilmente, a 7/5/1916, com Maker Luís, de 25
anos, filho de Artur Napoleão Matos Teixeira Pinto e de Claudina Rosa da Silva.
// Faleceu a 9/2/1953 na freguesia de Santa Maria Maior, Viana. // Mãe de
Alexandre Herculano, nascido em Paderne em finais de 1927 ou princípios
de 1928.
LOPES,
Teresa de Jesus. Filha de ----------- Lopes e de ----------------------------.
Nasceu por volta de 1880. // Faleceu na Vila de Melgaço a --/--/1931, com cinquenta
e um anos de idade (Notícias de Melgaço n.º 97, de 17/2/1931).
LOPES,
Teresa Joaquina. Filha de António José Lopes, de Leirado, Milmanda, Ourense, e
de Lourença Antónia Rodrigues, de Cela, Tui, moradores intramuros, Vila de
Melgaço. N.p. de Fabião Lopes e de Maria Fernandes; n.m. de Marta Rodrigues,
solteira. // Nasceu na Vila a 1/10/1796 e foi batizada na igreja de SMP no dia
seguinte. Padrinhos: Manuel Durães Monteiro e esposa, Margarida Rodrigues, de Remoães,
onde moravam. // Nota: parece ser a
mesma senhora que faleceu de repente, na Vila, a 7/11/1841, sendo sepultada na
igreja matriz a 9 desse mês e ano.
LOPES,
Teresa Joaquina. Filha de José Bernardo Lopes e de Josefa Januária Lopes, de Leirado,
Ourense, moradores na Vila de Melgaço. N.p. de António José Lopes e de Antónia
Lourenço (ou Lourença Antónia), residentes na Vila; n.m. de António Lopes e de
Josefa Fernandes, de Leirado. // Nasceu na Vila a 4/5/1823 e foi batizada na
igreja de SMP a 8 desse mês e ano. Padrinhos: José Fernandes, bisavô da
batizanda, e Teresa Joaquina, tia, todos a morar na Vila de Melgaço. // Faleceu
na Rua Direita, Vila, a 25/7/1885, com 62 anos de idade; era casada desde 1857 com
Jerónimo José Pereira, pedreiro, e foi sepultada no cemitério. // Mãe de José
Joaquim Lopes, nascido a 2/11/1847, de Josefa Lopes, nascida em 1850, de Augusto
José Lopes, nascido a 24/3/1853, de Francisco Pereira Lopes, nascido a 1/6/1857.
LOPES,
Teresa Joaquina. Filha de Bernardo Joaquim Lopes, solteiro (*), lavrador, «o qual disse, em frente dos padrinhos, ser o
pai da criança», e de Rosa Maria Exposta. N.p. de José Bernardo Lopes e de Josefa
Januária Lopes. Nasceu no Bairro do Carvalho, SMP, a 8/6/1872, e foi batizada a
13 desse mês e ano. Padrinhos: Jerónimo José Pereira e sua mulher, Teresa Joaquina
Lopes, tia paterna da neófita. // Mãe de Rogério Augusto Lopes. /// (*) Casou com a mãe da criança em Novembro de
1872.
LOPES,
Tomaz José. Filho de Teresa Lopes, solteira, moradora na Vila. Neto materno de
António José Lopes e de Antónia de Senra. Nasceu a 8/11/1818 e foi batizado na
igreja de SMP a 10 desse mês. Padrinhos: Tomaz José Gomes de Abreu, tabelião,
residente na Calçada, e Ana Joaquina Batista (de Percos?), residente em Chaviães.
LOPES,
Tomaz José. Filho de António José Lopes e de Maria Antónia Simões, moradores na
Rua do Carvalho. N.p. de Fabião Lopes e de Maria Fernandes da Cruz, de Leirado,
Ourense; n.m. de Sebastião Simões e de Joana Gomes, residentes no Louridal.
Nasceu a 3/8/1781 e foi batizado na igreja de SMP a 6 desse mês e ano.
Padrinhos: Tomaz José, filho de Leão José Gomes de Abreu e de Maria Pereira da
Costa, da Vila. Testemunhas: Leão José Gomes de Abreu e seu filho Bernardo
Xavier.
LOPES,
Umbelina Augusta. Filha de Cândido Augusto Lopes, cocheiro, da Vila de Monção,
e de Ermelinda Gomes da Costa, doméstica, de Barbeita, Monção. N.p. de João
António Lopes e de Maria Inácia da Costa; n.m. de José Gomes da Costa e de
Maria Domingues Torres. Nasceu na Calçada, Vila de Melgaço, a 10/7/1910, e foi
batizada a 15 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco de Jesus Vaz, solteiro, e
Umbelina da Cunha, casada, proprietária. // Faleceu na Vila de Monção a
23/10/1981.
LOPES,
Valentim. Filho de Francisco Rodrigues Lopes, natural de Barroselas, Viana do
Castelo, e de Carmen de Oliva, natural da Galiza. Nasceu na Vila a --/--/1932.
// Depois da 4.ª classe aprendeu a arte de alfaiate, mas penso que nunca
exerceu essa profissão. // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 906, de 31/7/1949: (...)
Com pouco mais de vinte anos abriu uma
alfaiataria no Rio do Porto mas, ou porque não gostava do seu ofício, ou porque
não o tinha aprendido convenientemente, o certo é que os clientes não apareceram;
desgostoso, fechou a loja e emigrou para França na década sessenta, salvo erro.
Nesse país casou com Zaida. // Pai de quatro filhos, dois deles com curso
superior. // Nunca mais voltou a Melgaço, salvo erro! // Nota: antes de emigrar gerou uma filha, em Teresa de Castro, filha
de Artur de Castro e de Belarmina Cândida de Freitas, ao qual deram o nome de
Rosa. Também gerou outra criança, rapaz ou rapariga, mas não sei o seu
nome.
LOPES,
Vidal da Silva. // Nasceu por volta de 1930. // Morreu a --/--/1932, com apenas
dezoito meses de idade (NM 174, de 27/11/1932).
LOPES,
Vitorino Alfredo. Filho de Alfredo Augusto Lopes, natural de Chaviães, e
de Olívia dos Remédios da Silva Gonçalves, da Vila, lavradores, residentes na
Assadura. Neto paterno de António Luís Lopes e de Maria Joaquina Rodrigues; neto
materno de Manuel Gonçalves e de Maria Josefa da Silva. Nasceu a 24/2/1897 e
foi batizado a 1 de Março desse ano. Padrinhos: Vitorino Augusto dos Santos
Lima, casado, proprietário, e Maria de Nazaré Esteves, casada. // Faleceu no
lugar da Assadura a 12/7/1897 e foi sepultado no cemitério público.
LOPES,
Zélia Inocência. Filha (adulterina) de Ângela Maria Lopes, moradora intramuros, SMP, amancebada
com um funcionário da Alfândega. Neta materna de José Azevedo Varela e de Maria
Lopes, de Guimarães. Nasceu a 21/10/1868 e foi batizada a 25 desse mês e ano.
Padrinhos: Inocêncio Augusto Pedreira, solteiro, escrivão da Alfândega na Vila
de Melgaço, e Cândida Júlia de Armada, solteira, da Vila de Melgaço. // Sem mais
notícias.
LOUREIRO
LOUREIRO,
Justino José. Filho de ------------- Loureiro e de Clara Joaquina Rodrigues,
solteira, proprietária. Nasceu em São Pedro da Castanheira, Paredes de Coura,
por volta de 1861. // Tinha 30 anos de idade, era solteiro, escrivão de
Direito, quando casou na igreja de SMP, a 18/1/1891, com Pureza da Paixão Gomes,
de 22 anos de idade, solteira, de Melgaço, filha de Francisco José Gomes,
antigo escrivão da administração, e de Maria das Dores Alves de Sousa, proprietária,
de Prado, moradores na Vila. Testemunhas: Caetano José de Abreu Cunha
Araújo, casado, administrador do concelho, e Caetano Celestino de Sousa, ambos
da Vila. // Em 1908 ainda exercia o cargo de escrivão-notário na Vila de Melgaço.
// (JM 744).
LOUREIRO,
Tomaz. Filho de ---------- Loureiro e de ------------ Silva. Nasceu em
--------, a --/--/18--. // Emigrante no Brasil. // Em Janeiro de 1908 embarcou
para Pará, depois de uma visita à sua terra melgacense; era comerciante em
Belém de Pará, Brasil. // (JM 717).
LOURENÇO
LOURENÇO,
Adélia Augusta. Filha de Manuel Lourenço (Manel da
Garage) e de Anália Albina de Jesus Franco.
Nasceu na Vila a 9/10/1935. // Casou na igreja do convento das Carvalhiças a
7/9/1958 com Aníbal da Costa Nogueira, comerciante no Porto, para onde ela foi
habitar. // Sem mais notícias.
LOURENÇO,
Adolfo José. Filho de João Evangelista Lourenço e de Laureana Rosa de Sousa,
lavradores, residentes no Largo da Misericórdia, SMP. N.p. de José Maria
Lourenço e de Josefa Antónia Gonçalves, lavradores; n.m. de Caetano Celestino
de Sousa, mordomo da igreja, e de Francisca Teresa Gonçalves. Nasceu a
23/9/1880 e foi batizado a 10 de Outubro desse ano. Padrinhos: José Albano
Nunes de Almeida, proprietário, e Florinda da Glória dos Santos Lima, solteiros,
da Vila. // Morreu a 10/4/1882 e foi sepultado no cemitério municipal.
LOURENÇO,
Albertina Adélia. Filha de António Bernardino Lourenço, natural de Rouças,
e de Laura Rodrigues, natural da Vila, onde moraram. N.p. de Bernardino José
Lourenço e de Clara Joaquina da Costa Barreto; n.m. de José Rodrigues e de
Emília Marinho. Nasceu na Vila a 22/6/1925 e foi batizada na igreja de SMP a 17
de Outubro desse ano. Padrinhos: José Joaquim Rodrigues e Maria Emília
Lourenço. // Casou a 20/8/1950 com Eleutério dos Anjos Golim, da Vila, soldado
da Guarda-Fiscal. Testemunhas: Manuel Lourenço (irmão
da noiva) e sua esposa, Anália Franco. //
Faleceu em Monção a --/--/2020, com 95 anos de idade
(VM 1443, de 1/10/2020). // C.g.
LOURENÇO,
Albertina Augusta. Filha de Carlos José Lourenço e de Teresa de Jesus
Rodrigues. Nasceu em -------------, a 21/9/1916. // Casou com o Dr. Manuel
António da Fonseca.
LOURENÇO,
Alberto Augusto. Filho de António Joaquim Lourenço (Perinhas), natural da Vila,
e de Rosa Cerdeira, natural de Paderne, lavradores, residentes em Galvão
de Baixo. N.p. de Manuel Joaquim Lourenço e de Ana Rosa Dias; n.m. de João José
Cerdeira e de Mariana Domingues. Nasceu a 20/3/1895 e foi batizado a 2 de Abril
desse ano. Padrinhos: António Carlos Esteves e Maria Pia Pereira de Castro,
solteiros, proprietários, da Vila. // Casou na CRCM a 13/10/1919 com Teresa de
Jesus, de 24 anos de idade, natural de Rouças, filha de Ludovina
Domingues e de Bernardo António Pereira de Castro, da Quinta de Eiró. //
Faleceu em Eiró, Rouças, a 15/7/1963, no estado de casado. Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1478, de 21/7/1963: (...)
LOURENÇO,
Alberto Augusto. Filho de Manuel de Jesus Lourenço e de Elvira Augusta Rodrigues.
Nasceu na Vila a --/--/1919. // Faleceu a 5/9/1920, com apenas dez meses de
idade.
LOURENÇO,
Alberto Augusto. Filho de Anselmo António Lourenço e de Júlia de Jesus Quintela.
Nasceu na Vila a 17/6/1920. // Faleceu a 19 desse mês e ano.
LOURENÇO,
Albina da Ascensão. Filha de Manuel José Lourenço e de Maria Teresa da Silva. Neta
paterna de Francisco António Lourenço e de Maria Rosa Alonso Gonçalves,
moradores no lugar da Pigarra, Vila; neta materna de Anastácio José da Silva e
de Teresa Maria de Jesus, de São Gregório, Cristóval. Nasceu na Vila a
4/5/1842 e foi batizada na igreja de SMP a 8 desse mês e ano. Padrinho: José
Luís Rodrigues Cardoso, do Rio do Porto, Vila. // S.m.n.
LOURENÇO,
Alcindina Rosa. Filha de António de Jesus Lourenço, natural de Rouças, e
de Silvéria Cândida Marinho, natural da Vila. Neta paterna de Maria de Jesus
Lourenço; neta materna de João Cândido Marinho e de Delfina Dias. Nasceu na
Vila a 17/6/1930 e foi batizada na igreja de SMP a 13 de Julho desse ano.
Padrinhos: os seus avós maternos, lavradores. // Sem mais notícias.
LOURENÇO,
Alexandre Amoedo (Eng.º) Filho do professor José Augusto Lourenço e da professora
Maria Helena da Cruz. Nasceu em -----------------, a --/--/196- e foi batizado
na igreja de SMP a 13/8/1967. Padrinhos: Dr. José Amoedo Gomes, médico em
Monção, e sua esposa, Pureza Gilda Rodrigues. Ao ato presidiu o padre Manuel
Lourenço, tio paterno da criança, na altura pároco de Fiães. // Saiu de Melgaço
a fim de estudar, fixando a sua residência em Braga, onde casou. // Foi um dos
grandes impulsionadores da Casa de Melgaço na capital do Minho. // Em 2001 foi
vereador da Câmara Municipal de Braga pelo PSD. // Tem mais seis irmãos.
LOURENÇO,
Alfredo Armando. Filho de António de Jesus Lourenço, natural de Rouças,
e de Silvéria Cândida Marinho, natural da Vila, lavradores. N.p. de Maria de
Jesus Lourenço; n.m. de Cândido José Marinho e de Maria Delfina Dias. Nasceu na
Vila a 28/1/1922 e foi batizado na igreja de SMP a 21 de Maio desse ano.
Padrinhos: Francisco de Jesus Vaz, solteiro, da Vila, e Maria Joaquina Dias,
lavradeira, moradora em Chaviães. // Faleceu em Corçães, Rouças, a --/--/1995.
// (VM 1041).
LOURENÇO,
Álvaro. Filho de Armindo de Lourdes Lourenço, comerciante, de Melgaço, e de
Florinda da Trindade Barbeitos, de Barbeita, Monção, moradores na Calçada. Neto
paterno de João Evangelista Lourenço e de Laureana Rosa de Sousa; neto materno
de Caetano José Barbeitos e de Rosa Clementina Fernandes. Nasceu na Vila a
29/3/1911 e foi batizado a 2 de Maio desse ano. Padrinhos: Álvaro Barbeitos,
casado, e Delfina Barbeitos Nogueira, viúva, proprietários. // Casou na igreja
de Penha de França, Lisboa, a 24/5/1970, com Margarida Casanova.
LOURENÇO,
Ana de Lurdes. Filha de António de Jesus Lourenço, natural de Rouças, e
de Silvéria Cândida Marinho, natural da Vila. // Nasceu na Vila de Melgaço a 28/10/1923
e foi batizada na igreja de SMP a 25 de Novembro desse ano. Padrinhos: João
Cândido Marinho, casado, e Amélia Estefânia Dias, viúva, da Vila. // Faleceu a
17 de Agosto de 2008 e foi sepultada no cemitério municipal de Melgaço. //
Deixou uma filha, netos, e bisnetos.
LOURENÇO,
Ana Maria. Filha de Francisco António Lourenço e de Maria Rosa Alonso Gonçalves,
caseiros na Pigarra, Vila. N.p. de Mateus Lourenço e de Maria Antónia Soutelo;
n.m. de Pedro Gonçalves e de Marta Alonso. Nasceu na Vila a 18/10/1820 e foi
batizada pelo padre António José Gomes dois dias depois. Padrinho: Francisco
Pereira, residente no Campo da Feira, Vila. // Lavradeira. // Casou na igreja matriz
de SMP a 23/5/1846 com Adriano José, galego, filho de Maria Migueis, solteira,
de Petão, Tui. As testemunhas da boda foram dois militares estacionados em
Melgaço: Joaquim Manuel da Silva, caçador da Companhia n.º 7, e Constantino
José da Silva, veterano. // Faleceu a 12/10/1884, nas Carvalhiças, casada com o
dito Adriano José Migueis, e foi sepultada no cemitério municipal. // Deixou
filhos. // O seu viúvo morreu também nas Carvalhiças a 19/6/1887.
LOURENÇO,
António (*) // Em 1655 era tabelião na Vila de Melgaço (OJM, de ACE, p. 56).
/// (*) Nome completo: António Gonçalves
Lourenço.
LOURENÇO,
António. // Morou em Corujeiras, freguesia da Vila. // Faleceu no estado de casado,
a 29/10/1781.
LOURENÇO,
António (ou Antónia). // Faleceu na Vila de Melgaço, onde morava, a 27/2/1842,
e foi sepultado/a no dia seguinte na igreja matriz.
LOURENÇO,
António (Perotito). Filho de António Joaquim Lourenço (Perinhas) e de Rosa Domingues
Cerdeira. Nasceu a --/--/18--. // S.m.n.
LOURENÇO,
António. // Natural da Vila. // Em 1937 recebeu a quantia de 2$50, dada por
Eusébio Pinto, residente no Bié. // (NM 351).
LOURENÇO,
António de Jesus. Filho de José Maria Lourenço e de Josefa Antónia Gonçalves. Neto
paterno de Francisco António Lourenço e de Maria Rosa Alonso Gonçalves; neto materno
de José Benito Gonçalves e de Teresa Sanches. Nasceu na Vila a 13/1/1832 e foi
batizado na igreja de SMP a 18 desse mês e ano. Padrinhos: António José Rego, de
Penafiel, residente em Melgaço, e Teresa Clara Pereira da Gama, solteira, da
Calçada, Vila.
LOURENÇO,
António Joaquim (Perinhas).
Filho de Manuel Joaquim Lourenço e de Ana Rosa Dias, lavradores, residentes em
Galvão de Baixo. N.p. de Manuel José Lourenço e de Maria Luísa de Araújo; n.m.
de João Manuel Dias e de Maria Teresa da Costa. Nasceu a 8/9/1860 e foi
batizado a 10 desse mês e ano. Padrinhos: Luís Manuel Pinheiro, negociante,
morador em Prado, e a avó paterna do batizando, moradora em Galvão de Baixo.
// Era solteiro, lavrador, quando casou na igreja de SMP a 8/4/1883 com Rosa,
de 22 anos de idade, filha de João José Cerdeira e de Mariana Domingues,
lavradores, de Paderne, residentes em Galvão. No acto, os noivos declararam
que reconheciam por sua filha a Constância Júlia, de 16 meses, nascida e
batizada em SMP. Testemunhas: António Ferreira, escriturário da Fazenda, e Caetano
Celestino de Sousa, casados, de SMP. // Faleceu em Eiró, Rouças, a --/--/1939.
// Pai também de Alberto Augusto, casado com Teresa de Jesus Pereira de Castro.
LOURENÇO,
António Joaquim. Filho de Vitorino Lourenço e de Maria Benedita Exposta, caseiros
em Galvão de Cima, SMP. N.p. de Clara Rebelo, de Prado. Nasceu a
24/11/1867 e foi batizado a 28 desse mês e ano. Padrinhos: António Joaquim
Dias, ferreiro, morador na Assadura, e Senhorinha Alves de Barros, solteira,
todos de SMP.
LOURENÇO,
António José. Filho de João Luís Lourenço e de Maria Joana Domingues. N.p. de
João Lourenço e de Joana Álvares, de Sainde; n.m. de Domingos José Domingues e
de Maria Benta Pires, de Felgueiras, todos da freguesia de Paderne,
moradores no Rio do Porto, Vila. Nasceu na Vila de Melgaço a 29/8/1836 e foi
batizado na igreja de SMP a 31 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Luís
Domingues e Eufrásia Rosa, tios maternos do bebé.
LOURENÇO,
Armanda da Cruz. Filha de Manuel de Jesus Lourenço e de Elvira Augusta
Rodrigues, moradores na Vila. Neta paterna de Maria Lourenço; neta materna de
António Rodrigues e de Adelaide Emília de Oliveira. Nasceu na Vila a 16/2/1926
e foi batizada na igreja de SMP a 20 de Agosto desse ano. Padrinhos: Arlindo
Cândido e Rufina Pinto. // Casou a 8/6/1975 com António Rodrigues Gomes (de
Grijó, Vila Nova de Gaia; confirmar).
LOURENÇO,
Arménio José. Filho de António Joaquim Lourenço e de Rosa Cerdeira, caseiros. Neto
paterno de Manuel Joaquim Lourenço e de Ana Rosa Dias, jornaleiros, da Vila; neto
materno de João José Cerdeira, jornaleiro, de Paderne, e de Mariana
Domingues, da Vila. Nasceu em Galvão de Baixo a 20/7/1892 e foi batizado a 24
desse mês. Padrinhos: José Dias, casado, proprietário, e Conceição Rosa
Sarandão, solteira, lavradora, ambos da Vila.
LOURENÇO,
Armindo de Lourdes. Filho de João Evangelista Lourenço e de Laureana Rosa de
Sousa, padeiros, moradores na Rua da Misericórdia, Vila. Neto paterno de José
Maria Lourenço e de Josefa Antónia Gonçalves; neto materno de Caetano Celestino
de Sousa e de Francisca Teresa Gonçalves. Nasceu às 6 horas da manhã de
24/2/1879, na Rua da Misericórdia, e foi batizado a 4 de Março do mesmo ano.
Padrinhos: Augusto César Ribeiro Lima e sua irmã, Beatriz Augusta Ribeiro Lima,
solteiros, moradores no Campo da Feira, SMP. // Casou antes de 1915, em primeiras
núpcias, com Florinda da Trindade, filha de Caetano José Barbeitos e de Rosa Clementina
Fernandes Loureiro, de Barbeita. // A 17/12/1905, na Praça do Comércio, canto
da Rua do Rio do Porto, onde depois esteve o Café “Chave d’Oiro”, e aonde antes
estivera a “Loja do Rainha”, abriu o estabelecimento “A Pérola do Minho”, cujo
crisma, em 1910, alterou para “Casa do Povo” «na qual, além do serviço diário, fornecerá, por preços convidativos, jantares,
merendas, lunches, etc., para os quais tem empregados competentes.»
Aceitava comensais por preços razoáveis, assim como hóspedes internos (ver Correio de Melgaço n.º 222, de 29/10/1916). // Ali se manteve até 1926, mudando para a Rua da
Calçada, para o prédio que mais tarde seria de António Pedroso Lima
“Azeiteiro”, acabando envolto em mil dificuldades financeiras. // Concorreu às
eleições camarárias de 4/11/1917, como vereador suplente, na lista do partido
Republicano (ver JM 1181, de 27/10/1917). // Em Junho de 1918 a Guarda-Fiscal procedeu a buscas em
sua casa; procurava tabaco espanhol, mas pelos vistos nada encontrou (JM 1211, de 22/6/1918). // Em
finais de 1918 arrematou à Câmara Municipal, por 3.901$00, os impostos indiretos
a cobrar no ano de 1919 (JM 1229, de 6/12/1918). // Lê-se no Jornal de Melgaço n.º 1242, de 13/4/1919: «Com a nova remessa do “branquinho” deve
chegar amanhã o pão-de-ló de Margaride, amêndoas e confeitos, vinhos finos e de
Colares, que o proprietário desta casa venderá pelo preço de custo aos seus amigos
e fregueses…» // Em Dezembro de 1919 arrematou à Câmara os ditos impostos
indiretos por 3.170$00, a cobrar em 1920 (JM 1275,
de 28/12/1919). // A sua esposa faleceu a 30/8/1927,
com quarenta e oito anos de idade. // Casou de novo, a 9/1/1929, com Lucinda da
Glória, natural de Ponte da Barca, viúva de José Augusto Pires, filha de José
Maria de Ascensão e Sousa e de Inácia Beatriz Cerqueira. A boda realizou-se no
Porto. A noiva tinha uma filha, chamada Orquídea. Lê-se no Notícias de Melgaço
n.º 1, de 17/2/1929: «Casamentos. No dia 9 do mês
de Janeiro findo realizou-se na cidade do Porto o consórcio do nosso estimado
amigo e assinante, Armindo de Lurdes Lourenço com Lucinda da Glória d’Ascensão
e Sousa, natural de Ponte da Barca, e que nesta Vila de Melgaço residiu alguns
anos. Paraninfaram por parte da noiva seus sobrinhos Dr. Raul Ferreira
Gonçalves e sua irmã Alina Ferreira d’Ascensão Gonçalves; e por parte do noivo
João Maria Ferreira Gonçalves e Raquel d’Ascensão Ferreira Gonçalves,
respetivamente cunhado e irmã da noiva. Terminado este acto foi servido aos
convivas um delicado copo d´água. Ao jantar, que decorreu cheio de animação,
assistiram – além de pessoas de famílias – o Dr. José Rodrigues Pereira, sua
galante irmã, Jenoveva Rodrigues Pereira, e a simpática e interessante Maria da
Conceição Nogueira da Costa, amigos dos noivos e residentes na cidade do Porto.
Findo o jantar, e feitas as despedidas do estilo, os noivos seguiram para o sul...»
// No “Notícias de Melgaço” n.º 49, de 9/2/1930, vinha este anúncio: CASA e
AUTOMÓVEIS – vende-se uma muito boa para lavrador, tem quintais com vinha,
espigueiro, cortes e adega. Também se vendem, sem reserva de preço, dois
automóveis, sendo um de carga (200 kg) e outro de passageiros (sete lugares),
em bom estado de funcionamento. Não se trata com intermediários. Dirigir-se a
Armindo de Lourdes Lourenço. // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 143, de
20/3/1932: «No juízo de Direito de Melgaço,
pelo Cartório do 2.º ofício, na execução hipotecária que José Augusto da Cunha,
casado, comerciante em Lisboa, move a Armindo de Lourdes Lourenço, casado, e a
outros, proceder-se-á, no dia 3/4/1932, pelas onze horas, à porta do Tribunal,
à arrematação em hasta pública da casa de morada, com altos e baixos, e dois
quintais, sita nesta Vila, a confrontar do nascente com herdeiros de Angelina
Rosa Pires, do poente com Travessa da Misericórdia e Vitorino Manuel Esteves,
do norte com António Maria das Valas e outros, e do sul com rua pública.
Avaliada em 10.000$00. Pelo presente são citados quaisquer credores incertos
para a arrematação. // O escrivão do 2.º ofício: Augusto César Esteves. // O
Juiz de Direito: Faria Sampaio.» // Em 1933 residia com a esposa em Lisboa
(Notícias de Melgaço n.º------, de 19/11/1933). // Morreu na freguesia de Arroios, Lisboa, a 29/5/1954.
// Com geração.
LOURENÇO,
Artur. Filho de Jerónima Augusta Lourenço, solteira, moradora em Galvão de
Baixo. Neto materno de António Joaquim Lourenço e de Rosa Cerdeira. Nasceu no
lugar do Arraial, Prado, a 2/3/1921, e foi batizado na igreja de SMP a
20 de Novembro desse ano. Padrinhos: Carlos José Lourenço, casado, lavrador, da
Vila, residente em Prado, e Miquelina Rodrigues, solteira, doméstica, de Prado,
moradora na Vila.
LOURENÇO,
Augusto Cândido. Filho de José Delfim Lourenço e de Genoveva Maria (ou Maria
Genoveva) de Sousa, moradores no lugar dos Moinhos, freguesia da Vila. Nasceu
por volta de 1846. // Faleceu na Vila a 16/7/1920, com 74 anos de idade, viúvo
de Ana Marinho. // Pai de Lucrécia Cândida (1879/1966).
LOURENÇO,
Avelino. Filho de João Luís Lourenço e de Mariana Batista. Nasceu a 28/7/1891 e
foi batizado na igreja de SMP dois dias depois. // Casou a 10/4/1965 em São
Gabriel Arcanjo da Matola, Lourenço Marques, Moçambique, com Elvira, nascida a
2/1/1908, filha de José dos Santos Rato e de Maria Borges de Almeida.
LOURENÇO,
Beatriz Augusta. Filha de Rosa Joaquina Lourenço, taberneira, natural de Chaviães,
viúva, moradora na Vila. Neta materna de Maria Joaquina Lourenço, criada de
servir, solteira, de Chaviães. Nasceu na Rua Direita a 15/1/1893, e foi
batizada a 22 desse mês e ano. Padrinhos: António Ferreira, casado, carteiro, e
Beatriz Augusta Gomes, solteira, filha-família, ambos de SMP. // Casou com ---------------.
Por sentença de 10/1/1929, proferida no Juizo de Direito da comarca de Melgaço,
cartório do 3.º ofício, foi decretado o divórcio definitivo. // Faleceu na
freguesia do Couto, Arcos de Valdevez, a 19/12/1970.
LOURENÇO,
Benezinda Cândida. Filha de João Evangelista Lourenço e de Laureana Rosa de
Sousa, lavradores, residentes na Rua de Baixo, SMP. Neta paterna de José Maria
Lourenço e de Josefa Antónia Gonçalves (defuntos); neta materna de Caetano Celestino de Sousa, mordomo da
igreja, e de Francisca Teresa Gonçalves. Nasceu a 10/3/1886 e foi batizada a 23
desse mês e ano. Padrinhos: José Cândido Gomes de Abreu, negociante, e Teresa
de Jesus Rodrigues, solteiros, da Vila. // Faleceu no estado de solteira, na
Vila, a 22/10/1918. x
LOURENÇO,
Bento José. Filho de António Lourenço e de Justa Maria de Magalhães, moradores
em Corujeiras, arrabaldes da Vila. N.p. de Manuel Lourenço e de Inês de Araújo,
residentes que foram em Galvão; n.m. de Francisco de Magalhães e de Grácia
Francisca, de São Miguel de Prado, termo de Pico de Regalados. Nasceu na Vila a
11/7/1766 e foi batizado na igreja de SMP a 13 desse mês e ano. Padrinhos:
Manuel Gomes e sua irmã, Caetana Maria, solteiros, do Rio do Porto, Rouças.
LOURENÇO,
Bruno. Filho de José Maria Lourenço e de Josefa Antónia Gonçalves, moradores na
Rua da Misericórdia. N.p. de Francisco António Lourenço e de Maria Rosa Alonso
Gonçalves; n.m. de José Benito Gonçalves e de Teresa Sanches. Nasceu na Vila a
4/7/1849 e foi batizado na igreja de SMP a 8 desse mês e ano. Padrinhos: a avó
materna, galega, e o padre João Evangelista de Sá Sotomaior, que o batizara. x
LOURENÇO,
Caetana Maria. Filha de Luís António Lourenço e de Bernarda Esteves, moradores
no Outeiro Alto. Nasceu na Vila a 9/3/1755 e foi batizada na igreja de SMP pelo
padre António Abreu Magalhães, cura da igreja de
SMP, dois dias depois. Padrinhos: padre Manuel da
Ribeira, abade da Vila de Melgaço, e Caetana Bernarda, solteira, filha
de João Domingues e de Maria Salgado, de Galvão.
LOURENÇO,
Caetano Maria. Filho de José Maria Lourenço e de Josefa Antónia Gonçalves. N.p.
de Francisco António Lourenço e de Maria Rosa Alonso Gonçalves; n.m. de José
Benito Gonçalves e de Teresa Sanches. Nasceu na Vila a 1/10/1839 e foi batizado
na igreja a 7 desse mês e ano. Padrinhos: Caetano Maria de Abreu Mosqueira, e
sua avó, Maria Mosqueira. // Depois da escola primária aprendeu a arte de
carpinteiro. // Em 1864 trabalhava em Lisboa. Nesse ano foi padrinho da sua
sobrinha, Felisménia Maria Lourenço Pires, nascida na Vila a 11/1/1864, e por
não poder estar presente fez-se representar por seu pai, José Maria
Lourenço.
LOURENÇO,
Cândido. Filho de Vitorino Esteves Lourenço e de Maria Benedita Exposta,
lavradores, residentes em Corujeiras, SMP. N.p. de Clara Maria Gonçalves,
solteira, moradora no dito lugar. Nasceu a 4/8/1884 e foi batizado a 10 desse
mês. Padrinhos: Vitorino Augusto dos Santos Lima, negociante, e Maria Fernandes,
solteiros, melgacenses. // Faleceu em Rouças a 27/7/1964.
LOURENÇO,
Cândido João. Filho de António de Jesus Lourenço, de Rouças, e de
Silvéria Cândida Marinho, da Vila, onde moravam. N.p. de Maria de Jesus
Lourenço; n.m. de João Cândido Marinho e de Maria Delfina Dias. Nasceu na Vila
a 14/10/1927 e foi batizado na igreja de SMP a 28 de Novembro desse ano. Padrinhos:
João Cândido e Amélia Estefânia. // Morreu no lugar de Galvão a --/--/1928, com
apenas vinte meses de idade.
LOURENÇO,
Carlos José (Penhas).
Filho de António Joaquim Lourenço e de Rosa Cerdeira, lavradores, residentes na
Vila. N.p. de Manuel Joaquim Lourenço e de Ana Rosa Dias; n.m. de João José
Cerdeira e de Mariana Domingues. Nasceu em Galvão de Baixo a 9/4/1890 e foi
batizado a 15 desse mês e ano. Padrinhos: Carlos Alberto de Sousa,
proprietário, e Maria Ludovina Esteves, lavradora, solteiros, ambos da Vila. //
Rural. // Casou na igreja de Rouças a 2/2/1911, com Teresa de Jesus Rodrigues, solteira,
camponesa, de 23 anos de idade, nascida em Rouças, filha de António José
Rodrigues e de Teresa de Jesus Aires da Costa. // Morreu em Prado a 17/10/1960.
// Pai de Albertina, Alpoim Augusto, António, Deolinda Augusta, Isaura,
Isolina, Lucinda, e de Maria. // Sogro de Alzira Gonçalves, de Américo
Gonçalves, de António Barbeitos, de Elvira Alves, de José de Freitas, do Dr.
Manuel António da Fonseca, de Manuel Vilas, e de Raimundo Sequeira.
LOURENÇO,
Celeste de Jesus. Filha de Manuel de Jesus Lourenço e de Elvira Augusta Rodrigues,
de Rouças, lavradores, residentes na Vila. N.p. de Maria de Jesus
Lourenço; n.m. de António Eduardo Rodrigues e de Adelaide Emília de Oliveira. Nasceu
na Pigarra, Vila, a 3/10/1922 e foi batizada na igreja pelo padre Manuel José
Domingues a 25 de Dezembro desse ano. Padrinhos: Manuel Joaquim Gomes,
residente na Assadura, e Josefina Colmeiro, residente nas Carvalhiças,
solteiros, camponeses.
LOURENÇO,
Claudina Rosa. Filha de Manuel Joaquim Lourenço e de Ana Rosa (ou Ana Bernarda)
Dias, de Galvão de Baixo. Neta paterna de Manuel José Lourenço e de Maria Luísa
Araújo, do dito lugar; neta materna de João Manuel Dias e de Maria Teresa Pereira,
do lugar da Serra, Prado. Nasceu na Vila a 6/8/1851 e foi batizada na
igreja de SMP pelo padre João Evangelista a 11
desse mês e ano. Padrinho: padre Caetano Celestino
Soares Calheiros, de Galvão. // Em 1913 residia no dito lugar de Galvão;
nesse ano recebeu uma esmola, enviada do Brasil por Luís Manuel Solheiro (Correio de Melgaço n.º 54, de 22/6/1913). // Em 1917 recebeu uma esmola de $50 (Correio de Melgaço n.º 246, e 22/4/1917).
LOURENÇO,
Constância de Jesus. Filha de António Joaquim Lourenço (Perinhas) e de Rosa Domingues
Cerdeira. Nasceu na Vila por volta de 1880. // Segundo consta, viveu amancebada
com Lopo Magno Pereira de Castro, com Indalécio Rodrigues, e por fim com José
Esmeraldino Gonçalves (Zé Canelas), feitor da Casa do Rio do Porto. // Faleceu em casa do seu
último namorado, a 13/2/1959, com 80 anos de idade.
LOURENÇO,
Cristina da Conceição. Filha de João Evangelista Lourenço e de Laureana Rosa de
Sousa, lavradores, residentes no Largo da Misericórdia, SMP. N.p. de José Maria
Lourenço e de Josefa Antónia Gonçalves; n.m. de Caetano Celestino de Sousa e de
Francisca Teresa Gonçalves. Nasceu a 7/6/1882 e foi batizada a 5 de Julho desse
ano. Padrinhos: Amadeu Carlos João Ribeiro Lima e Emília de La Salete Barros,
solteiros, de SMP. // Faleceu na Rua de Baixo, SMP, onde seus pais moravam, a
19/3/1886, e foi sepultada no cemitério.
LOURENÇO,
Delfim José. Filho de Augusto Cândido Lourenço e de Ana Marinho, lavradores,
residentes na Pigarra, SMP. N.p. de José Delfim Lourenço e de Maria Genoveva,
lavradores, residentes no lugar de Moinhos; n.m. de José Marinho e de Brandina
Marinho, residentes no Louridal, SMP. Nasceu a 18/5/1881 e foi batizado a 26
desse mês e ano. Padrinhos: Manuel José Esteves, casado, escrivão da Fazenda, e
Lucrécia Augusta Chaves e Lemos Melo, solteira.
LOURENÇO,
Delfina da Ascenção. Filha de Augusto Cândido Lourenço e de Ana Marinho,
residentes na Pigarra, SMP. N.p. de José Delfim Lourenço e de Maria Genoveva,
moradores no lugar de Moinhos; n.m. de José Marinho e de Brandina Marinho
(defunta), residente no Louridal, todos lavradores. Nasceu a 14/5/1884 e foi
batizada a 18 desse mês. Padrinhos: Manuel José Esteves, casado, escrivão da
Fazenda, e Lucrécia Augusta de Melo Chaves e Lemos, solteira. // Faleceu a
3/9/1884 e foi sepultada no cemitério.
LOURENÇO,
Domingos Manuel (Eng.º) Filho de Manuel Lourenço (Manel da Garage) e de
Anália Albina de Jesus Franco. Nasceu na Vila a 29 de Outubro de 1946. // Na
instrução primária foi um dos melhores alunos. // Depois da quarta classe continuou
os estudos, ingressando mais tarde na Universidade do Porto, onde concluiu um
Curso de Engenharia. // A 31/7/1965 submeteu-se à inspeção militar, ficando
apurado (Notícias de Melgaço n.º 1564, de
8/8/1965). Cumpriu
parte do serviço militar em Angola. // Foi diretor numa empresa da área
das tintas. // Casou já com mais de cinquenta anos de idade, com uma filha de
José Ferreira Cardoso, soldado da Guarda-Fiscal.
LOURENÇO,
Eduardo Jorge. Filho de --------- Lourenço e de ---------------------. Nasceu
em Cascais a --/--/1937. Fez a instrução primária na Ericeira. Residiu em
Lisboa e dali foi, depois da recruta e especialidade, (como voluntário!), para
Moçambique, com a patente de 1.º cabo mecânico de viaturas especiais (carros de combate). Manteve-se
nessa função de 1959 a 1962. Após a disponibilidade ficou a residir nessa
ex-colónia portuguesa, onde permaneceu «cerca
de 17 anos». Entretanto casou e ao casal nasceu-lhes uma filha. Trabalhou
em Nampula na firma Pendray e Sousa, como mecânico de automóveis. Em
1966 teve um convite para ir para Porto Amélia chefiar as oficinas da V.W., que
pertenciam a uma empresa alemã. Em 1969, já pai de dois filhos, aceitou um convite
para trabalhar no Estado, na Junta Provincial de Povoamento, situada em
Montepuez. Nasceu-lhes outro filho. Colaborou no jornal “Diário de Lourenço
Marques”. Aquando da independência da colónia, e por sugestão de uns amigos,
veio para Melgaço, em 1975, com a família. Militava então no PSD mas aqui decidiu
inscrever-se no PS. Arranjou emprego na Câmara Municipal como mecânico. Durante
25 anos foi membro da Comissão Política Distrital e membro da Comissão Política
Concelhia. Além de mecânico, foi também motorista dos BVM. Devido ao facto dum
jipe da Câmara estar estragado compraram (quem? a CMM!) um velho na Galiza e
puseram-lhe a mesma matrícula, mas a vigarice descobriu-se e a PJ levou o caso
a tribunal. Ele, Eduardo Jorge, mentiu a essa polícia (de acordo com posterior confissão) e foi absolvido. A partir daí zangou-se com o presidente
da CMM e com alguns vereadores e pediu a demissão do PS. Depois aposentou-se.
Como deixou de pertencer ao Partido Socialista, inscreveu-se no Bloco de
Esquerda! Tornou-se correspondente de “A Voz de Melgaço” e começou a desancar
no Rui Solheiro, culpando-o de todo o mal que lhe sucedera. Durante anos, e com
a ajuda do diretor do dito jornal, perseguiu-o implacavelmente. Os seus
artigos, mordazes, certeiros, eram verdadeiras setas atiradas ao PS local.
Apesar de não ter muitas habilitações literárias, sabe escrever e os seus
escritos atingiam o alvo em cheio mas, apesar disso, Rui Solheiro manteve-se na
Câmara durante estes anos todos, até a lei não lhe possibilitar a recandidatura.
(Ver VM 1278, de 1/12/2006). // Na
época 1976/7 foi treinador do Sport Clube Melgacense. O clube tinha sete
jogadores de Monção e treze de Melgaço, e estava na 1.ª Divisão Regional. // Também
foi secretário do Clube Hípico Desportivo e Recreativo Miradouro. (MH 13, de Fevereiro/96). // Mais
tarde foi presidente do SCM durante duas épocas. (Ver VM 1282, de 1 e 15/3/2007).
// Em 2007 António Evangelista Pires (Zé do
Rio Trancoso), melgacense mas a residir em São
Paulo, Brasil, também colaborador da VM, julgando que E.L. lhe estava a roubar
o protagonismo no dito jornal, atira-se a ele como uma fera. Eduardo
responde-lhe: «… Diz o Sr. que eu
esperneio porque me quitaram um emprego que tive na CMM, mecânico assalariado,
ao qual concorri e fui aceite. Isto passou-se em 1993 e fui despedido em 1999,
pelo governo de António Guterres, por já ter desempenhado essas funções em
Moçambique na JPP, e ser aposentado. Como vê, o emprego não era político! Não
sou simpatizante de Salazar, mas tenho um certo respeito pelo defunto. Foi por
causa dele que “fui parar com as costas” à guerra colonial, e foi por não concordar
com essa guerra que em 10/6/1973 fui preso pela PIDE/DGS em Porto Amélia,
Moçambique. Se o Sr. é salazarista, eu respeito a sua opção. Cada qual tem o
direito de ser o que quiser. Agora o que não tem é o direito de tratar menos
bem quem tem opinião diferente da sua. Sou um homem pacífico, pobre, porque
sempre trabalhei ganhando dinheiro honradamente e chefe de família exemplar.
Como vê, está enganado! Não sou pulha nem biltre…» (VM 1284, de 15/5/2007). //
“Zé do Rio Trancoso” respondeu-lhe diplomaticamente: «… Sr. Lourenço, não me queira mal. Nem fique zangado comigo! Também nada
tem que perdoar a este pecador. Afinal só lhe critiquei o seu erro crasso e
injusto de misturar a idoneidade Moral de um Homem que Ressurgiu, reergueu
Portugal do marasmo de falência total…» «… eu também errei ao presumir que o seu emprego era fruto de compadrio…»
«… o meu mea culpa.» (VM 1285, de 1/6/2007). //
Nesse número de jornal escreve Eduardo Lourenço: «De “bestial” a “besta”. – É com esta frase que começo este meu texto,
que será o último que escrevo! Quando não há liberdade de expressão e não se
tolera o direito à indignação, é tempo para deixar a caneta e não escrever mais!»
Mas reconsiderou e continua a escrever.
LOURENÇO,
Felícia Augusta. Filha de António Joaquim Lourenço e de Rosa Cerdeira, lavradores,
residentes em Galvão. Neta paterna de Manuel Joaquim Lourenço e de Ana Rosa
Dias; neta materna de João José Cerdeira e de Maria Domingues. Nasceu na Vila a
29/9/1885 e foi batizada na igreja a 4 de Outubro desse ano. Padrinhos: António
Ferreira, escriturário da Fazenda, e Maria do Carmo Baleixo, casados, da Vila.
// No dia 12/9/1905, e no estado de solteira, deu à luz um menino, Rodolfo
Amadeu, o qual foi batizado na igreja de Rouças nesse mesmo dia; e no dia
11/6/1908 deu à luz outro filho, Alfredo Abino (ver
em Rouças, no apelido Fernandes). // Casou a
9/5/1909 com Amadeu Augusto Fernandes (Garavelos) (*), natural da Vila de Melgaço, filho de Maria José
Fernandes. // Faleceu em Melgaço a 25/12/1941. /// (*) Amadeu Augusto Fernandes
é o pai de todos os filhos de Felícia Augusta Lourenço.
LOURENÇO,
Francisca Caetana. Filha de Maria Vicenta Lourenço, solteira, galega, moradora
no Carvalho, Vila. Neta materna de Mateus Lourenço e Maria Antónia Soutelo,
naturais de Cecrinhos, Galiza. Nasceu a 17/12/1811 e foi batizada na igreja de
SMP dois dias depois. Padrinhos: Francisco Pereira e esposa, Maria Ana Araújo,
residentes no Campo da Feira. // Nota:
é provável que tenha engravidado e colocado a criança – Manuel José [da Cunha]
– na roda (ver, em São Paio, Joaquina Rosa da Cunha e José Manuel da
Cunha).
LOURENÇO,
Francisco António. Filho de Mateus Lourenço e de Maria Antónia Soutelo, de
Cecrinhos, Tui. Nasceu na Galiza. // Veio para Melgaço nos finais do século
XVIII. // Casou com Maria Rosa, filha de Pedro Gonçalves e de Marta Alonso, de
Santa Maria de Loredo, Tui. // Em Março de 1803 já moravam, como caseiros, na
Pigarra, Vila. Nesse ano de 1803 foi padrinho de Francisco António Castilho,
filho de galegos, batizado na igreja de SMP a 17 de Março. // No dia 22/9/1805
ele e a esposa foram padrinhos de Francisco António, filho de Joana, solteira,
galega, residente também na Pigarra. // Morreu a 23/9/1848, somente com a
extrema-unção, porque o arrebatou o estupor, de repente, sendo sepultado na
igreja matriz de SMP com ofício de 12 padres. // (Era avô da minha bisavó).
LOURENÇO,
Francisco Armando. Filho de António de Jesus Lourenço e de Silvéria Cândida
Marinho, lavradores, residentes no Louridal, freguesia da Vila. Nasceu a --/--/1918.
// Morreu no dito lugar do Louridal a 17/10/1920.
LOURENÇO,
Francisco Hernâni. Filho de José Lourenço e de Julieta Baleixo, industriais de
restauração. Nasceu a --/--/1995 (ou 1996).
LOURENÇO,
Francisco Manuel. Filho de António Lourenço e de Justa Maria Magalhães,
moradores em Corujeiras, Vila. N.p. de Manuel Lourenço e de Inês de Araújo, da
Vila de Melgaço; n.m. de Francisco José Magalhães e de Ana Inácia, da freguesia
de São Miguel de Prado, termo da Vila de Regalados, Braga. Nasceu na Vila a
18/11/1779 e foi batizado na igreja de SMP pelo padre
Francisco Xavier Torres Salgado a 22 desse mês e ano. Padrinhos: padre Francisco Manuel Pereira da Gama e sua irmã,
Isidora Joana Pereira da Gama, todos da Vila. Testemunhas: padre Caetano José de Araújo e Francisco António
Pereira da Gama.
LOURENÇO,
Francisco Manuel. Filho de Francisco António Lourenço e de Maria Rosa Alonso
Gonçalves, caseiros na Pigarra, SMP. N.p. de Mateus Lourenço e de Maria Antónia
Soutelo; n.m. de Pedro Gonçalves e de Marta Alonso. Nasceu na Vila a 21/2/1808
e foi batizado na igreja de SMP três dias depois. Padrinhos: padre Francisco Vaz, e tocou como madrinha o padre José Alves, ambos de Alvaredo. // Casou
na igreja de Rouças a 11/4/1838 com Ana Joaquina Gonçalves, lavradeira, filha
de João Manuel Gonçalves e de Maria da Conceição, do lugar de Cavaleiros. Testemunhas:
Dr. Miguel Caetano Torres, da Quinta de São Julião, e Manuel José Lourenço,
residente no Rio do Porto, irmão do noivo. // Morou na freguesia de Rouças. // A
sua mulher faleceu na freguesia de Rouças, lugar da Cabana, a 19/3/1876, com 64
anos de idade, deixando quatro filhos.
LOURENÇO,
Francisco Manuel. Filho de Manuel José Lourenço e de Maria Teresa da Silva.
N.p. de Francisco António Lourenço e de Maria Rosa Alonso Gonçalves; n.m. de
Anastácio José da Silva e de Teresa Maria de Jesus. Nasceu na Vila a 7/12/1840
e foi batizado na igreja a 10 desse mês e ano. Padrinho: Francisco Manuel Gomes
de Abreu, da Vila. // S.m.n.
LOURENÇO,
Gomercindo António. Filho de Armindo de Lourdes Lourenço, negociante, da Vila
de Melgaço, e de Florinda da Trindade Barbeitos, de Barbeita, Monção. N.p. de
João Evangelista Lourenço e de Laureana Rosa de Sousa; n.m. de Caetano José
Barbeitos e de Rosa Clementina Fernandes Loureiro. Nasceu na Rua de Baixo,
Vila, a 22/1/1908, e foi batizado a 26 desse mês e ano. Padrinhos: Inocêncio do
Nascimento Barbeitos, casado, proprietário, e Libéria das Dores Barbeitos,
casada, proprietária. // A 12/7/1918 fez o exame do 1.º grau na escola Conde de
Ferreira, tendo obtido um «ótimo». //
Faleceu, vitimado pela tuberculose, a 8/2/1928.
LOURENÇO,
Ida Florinda. Filha de Filha de Armindo de Lourdes Lourenço e de Florinda da
Trindade Barbeitos. N.p. de João Evangelista Lourenço e de Laureana Rosa de
Sousa; n.m. de Caetano José Barbeitos e de Rosa Clementina Fernandes Loureiro.
Nasceu na Vila a 10/4/1913 e foi batizada na igreja a 24 de Junho desse ano.
Padrinhos: Manuel Barbeitos e Constança Barbeitos, solteiros, proprietários. x
LOURENÇO,
Ilídio. Filho de -------------- Lourenço e de -------------- Rodrigues. Nasceu
a --/--/1915. // Faleceu em Galvão de Baixo a --/--/1915, com apenas três meses
de vida (Correio de Melgaço n.º 147, de 2/5/1915).
LOURENÇO,
Jerónima Augusta. Filha de António Joaquim Lourenço e de Rosa Cerdeira,
moradores no lugar dos Sobreiros, Vila. Neta paterna de Manuel Joaquim Lourenço
e de Ana Rosa Dias; neta materna de João José Cerdeira e de Mariana Domingues.
Nasceu na Vila a 1/11/1887 e foi batizada na igreja a 13 desse mês e ano.
Padrinhos: Carlos Alberto de Sousa e Jerónima Rosa de Sousa, solteiros,
moradores na Rua Direita, Vila. // Teve vários filhos naturais, entre eles
Deolinda Augusta, nascida no Arrochal, Prado, a 18/12/1918.
LOURENÇO,
Jerónima Luísa. Filha de Francisco António Lourenço e de Maria Rosa Alonso
Gonçalves, lavradores, galegos, caseiros na Pigarra. N.p. de Mateus Lourenço e
de Maria Antónia Soutelo; n.m. de Pedro Gonçalves e de Marta Alonso. Nasceu na
Vila a 4/2/1816 e foi batizada na igreja a 8 desse mês e ano. Padrinhos: o
sargento-mor António Jacinto de Araújo e sua mulher, Jerónima (tocando por ela seu filho, Luís Vicente), de Chaviães. // Lavradeira. // Teve três filhos
como mãe solteira, mas acabou por casar com o pai das crianças, Domingos,
morador nas Carvalhiças, filho de Manuel da Gandra (ou Gândara) e de Maria
Martins, de Guilhares, freguesia de São Justo de (Eutinça?), Tui, que os
legitimou. Depois do casamento ainda teve mais uma filha. // Faleceu nas
Carvalhiças a 2/3/1890, viúva, e foi sepultada no cemitério municipal. /// (Era irmã do meu trisavô).
LOURENÇO,
Jerónimo. Filho de Francisco António Lourenço e de Maria Rosa Alonso Gonçalves,
caseiros na Quinta da Pigarra. N.p. de Mateus Lourenço e de Maria Antónia
Soutelo; n.m. de Pedro Gonçalves e de Marta Alonso. Nasceu na Vila a 18/10/1809
e foi batizado na igreja de SMP dois dias depois. Padrinho: padre Jerónimo José
Magalhães Abreu, de Penso.
LOURENÇO,
João. Filho de pais desconhecidos, de cor negra. // Nasceu no Brasil por volta
de 1849 (*). // Deve ter vindo para Melgaço como escravo. // Teria 28 anos de
idade, era solteiro, lavrador (depois foi também
cantoneiro), morava na Orada, Vila, quando casou
na igreja matriz de SMP a 18/3/1877 com Maria Rosa, de 40 anos de idade,
solteira, lavradora, nascida e batizada em São Paio de Melgaço, filha de
António José da Lama e de Maria Rosa Vaz, sampaienses. Testemunhas: José
Martins Afonso, negociante, (Antónia Carneiro,
residente na Assadura), e Caetano Celestino de Sousa. // (ver Diário do Governo n.º 77, de 5/4/1878). // Faleceu na Assadura a 11/8/1897, com todos os
sacramentos, com cerca de 60 anos de idade, no estado de casado com Maria José
(!) Lamas, sem testamento, sem filhos, e foi sepultado no cemitério municipal. ///
(*) A sua
data de nascimento, sem documentos, é impossível de determinar.
LOURENÇO,
João António. Filho de Maria de Jesus Lourenço, melgacense. Nasceu na Vila a
3/6/1898 e foi batizado na igreja a 11 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Pinto
e Maria Caetana da Costa. // S.m.n.
LOURENÇO,
João António. Filho de Maria José Lourenço, doméstica, moradora na Vila. N.m. de
Maria Joaquina Alves. Nasceu na Vila de Melgaço a 13/1/1915 e foi batizado a 2
de Março desse ano. Padrinhos: António de Araújo, solteiro, artista, e Emília
Araújo, solteira, doméstica.
LOURENÇO,
João Batista. Filho de Manuel José Lourenço e de Maria Luísa de Araújo, moradores
em Galvão. N.p. de António Lourenço e de Umbelina, do lugar de Lourenços, São
Paio; n.m. de António Manuel de Araújo e de Margarida Domingues, de Galvão,
Vila. Nasceu a 10/2/1825 e foi batizado na igreja de SMP pelo padre Carlos Domingues a 15 desse mês e ano.
Padrinhos: Carlos Joaquim Gomes e Isabel Gertrudes Rangel. // Lavrador. //
Faleceu em sua casa de Galvão de Baixo a 5/6/1878, com 63 anos de idade (!),
solteiro, e foi sepultado no cemitério municipal.
LOURENÇO,
João Evangelista. Filho de José Maria Lourenço, natural de Melgaço, e de Josefa
Antónia Gonçalves, galega, padeiros, residentes na Rua da Misericórdia, Vila.
N.p. de Francisco António Lourenço e de Maria Rosa Alonso Gonçalves, residentes
na Pigarra; n.m. de José Benito Gonçalves e de Teresa Sanches, moradores na Rua
da Misericórdia. Nasceu a 7/7/1845; no batismo teve por padrinhos o padre João Evangelista de Sá Sotomaior e a Senhora do
Rosário. // Exerceu a profissão de padeiro. // Casou na igreja de SMP a
25/3/1877 com Laureana Rosa, de 29 anos de idade, solteira, criada de servir,
sua conterrânea, filha de Caetano Celestino de Sousa, da Vila, mordomo da
igreja, e de Francisca Rosa Alves, padeira, de Chaviães. Testemunhas: José
Cândido Gomes de Abreu e Maria Joaquina de Sousa, irmã da noiva. // Em 1913 e
1916 foi eleito presidente da paróquia da Vila (ver
Correio de Melgaço n.º 188, de 27/2/1916). // A
sua esposa finou-se a 13/12/1914. // Ele morreu na Vila a 15/11/1929 (Notícias
de Melgaço n.º 41, de 8/12/1929). Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 38, de
17/11/1929: «… faleceu nesta Vila o
senhor João Evangelista Lourenço, extremoso pai do nosso amigo e assinante
senhor Armindo de Lurdes Lourenço e sogro do senhor Vitorino Esteves “Sabino”;
o seu funeral foi muito concorrido de várias pessoas das suas relações. A toda
a família enviamos as nossas condolências.» // (ver Correio de Melgaço n.º 92, de 22/3/1914).
LOURENÇO,
João Luís. Filho de ------- Lourenço e de ------------------------------.
Nasceu em São Paio de Segude, Monção, por volta de 1868. // Soldado da
Guarda-Fiscal. // Casou com Mariana Batista, de Barbeita. // Além de guarda,
também foi sacristão da igreja da Santa Casa da Misericórdia de Melgaço. // Faleceu
na Vila a 31/5/1934, com 66 anos de idade (ver Notícias de Melgaço n.º 235, de
10/6/1934). // Pai de Anésia, casada com Manuel Plácido Rodrigues. // (ver
Avelino Lourenço).
LOURENÇO,
João Manuel. Filho de Vitorino Lourenço (*) e de Maria Benedita Exposta,
caseiros na Orada, Vila. N.p. de Clara Rebelo, de Prado. Nasceu a
8/11/1865 e foi batizado a 12 desse mês. Padrinhos: João Manuel Esteves,
sapateiro, e sua mulher, Ana Maria Pereira. // Faleceu em Carvalho de Lobo, Rouças,
a 20/1/1940. // (Julgo que morara em Galvão). /// (*) Parece que quando o
bebé nasceu os pais ainda não eram casados.
LOURENÇO,
João Vicente. Filho de Manuel Lourenço e de Maria Luísa Araújo, moradores em
Galvão. N.p. de António Lourenço e de Umbelina Domingues, de São Paio;
n.m. de António Manuel Araújo e de Margarida Domingues, de Galvão. Nasceu na
Vila a 20/3/1822 e foi batizado na igreja de SMP a 26 desse mês e ano.
Padrinhos: Diogo Manuel de Castro, de Galvão, e Maria Peregrina, das Várzeas,
ambos da Vila.
LOURENÇO,
Joaquim. Filho de Ludovina Rosa Lourenço, solteira, lavradora, residente em
Galvão de Baixo, e de José Maria Abreu, solteiro (*), criado de servir. N.m. de
Manuel Joaquim Lourenço e de Ana Dias; n.p. de António Joaquim de Abreu e de
Maria José Esteves. Nasceu a 24/8/1884 e foi batizado a 31 desse mês e ano. Padrinhos:
Joaquim Dionísio Afonso e Maria Francisca Rodrigues, lavradores, da Vila. // Casou
na igreja de SMP a 10/1/1916 com Maria José, filha de Caetano Celestino
Domingues e de Joana Rosa Gomes, natural da Breia, Prado. // Faleceu na
Vila a 3/8/1940. // Sem geração. /// (*) Joaquim Lourenço foi legitimado pelo
subsequente matrimónio dos pais, José Maria de Abreu e Ludovina Rosa Lourenço, ocorrido
a 3/7/1899.
LOURENÇO,
José. // A 15/6/1799 era juiz - homem bom - na Vila de Melgaço. // (OJM, de
ACE, p.p. 22 e 23).
LOURENÇO,
José António. Filho de António Joaquim Lourenço, natural da Vila, e de Rosa
Cerdeira, natural de Paderne, lavradores. Neto paterno de Manuel Joaquim
Lourenço e de Ana Domingues; neto materno de João José Cerdeira e de Mariana
Cerdeira. Nasceu no lugar da Oliveira, Vila, a 16/3/1900, e foi batizado na
igreja de SMP a 29 desse mês e ano. Padrinhos: José Ferreira Las Casas, casado,
capitalista, e Maria Rosa Las Casas, viúva, proprietária.
LOURENÇO,
José António. Filho de Manuel Lourenço (Manel da
Garage) e de Anália Albina de Jesus Franco.
Nasceu na Vila a 21/12/1933. // Depois da 4.ª classe começou a trabalhar com o
pai nos negócios, conseguindo acumular alguma fortuna. // Também explorou o
Café Estrela, na Calçada. // Enquanto foi solteiro, gozou a vida à sua maneira,
algumas farras com os seus amigos, dormiu com esta e com aquela, mas com a
idade assentou. // Casou na década de sessenta, ou setenta, com Maria da
Conceição Garcia, mais conhecida por “Ção Pianha”, regente escolar. // Morreu a
23/12/1994, na sua casa da Calçada, Vila. // Deixou uma filha, Anália Maria (em
1993 ingressou na Universidade do Minho, no Curso de Engenharia de Sistemas e
Informática; dizem que quando concluiu o Curso ficou a lecionar nessa Universidade).
// A sua viúva ainda era viva em 2017.
LOURENÇO,
José Dias. Filho de João Evangelista Lourenço, padeiro, e de Laureana Rosa de
Sousa, lavradeira, moradores na Rua de Baixo, SMP. Neto paterno de José Maria
Lourenço e de Josefa Antónia Gonçalves (defuntos); neto materno de Caetano Celestino de Sousa e de Francisca
Teresa Gonçalves. Nasceu a 6/12/1887 e foi batizado a 11 desse mês e ano.
Padrinhos: José Dias, casado, proprietário, e Maria Joaquina de Sousa, tia do
neófito. // Faleceu na Rua de Baixo, SMP, a 10/7/1888.
LOURENÇO,
José Gaspar. // Lê-se no Jornal de Melgaço n.º 1313, de 28/11/1920: «O nosso amigo e assinante senhor José Gaspar
Lourenço, filho do falecido Cândido Delfim, tendo partido em 1896 desta vila em
direcção a São Paulo, aí se conservou durante quinze anos, seguindo depois para
a Argentina, atravessando a cordilheira dos Andes, foi ao Chile, Bolívia,
atravessou a laguna de Titicácá, Peru, Equador, Colômbia, Panamá, Havana, Cuba
e New York. E tendo viajado por tantas terras onde decerto nada lhe faltaria,
contudo a ideia de Pátria originou em seu coração um vácuo que só a mesma
Pátria é capaz de preencher. Assim, norteado por essa ideia, empreende a viagem
de regresso, e ei-lo nesta vila aonde se encontra desde o mês findo…»
LOURENÇO,
José João. Filho de João Luís Lourenço, soldado da Guarda-Fiscal, de Segude, e
de Mariana Batista, de Barbeita, ambos de Monção. N.p. de Manuel Lourenço e de
Margarida de Sousa; n.m. de Domingos Batista e de Maria de Araújo. Nasceu no
Largo da Baixa, Vila de Melgaço, a 24/2/1901, e foi batizado na igreja de SMP a
15 de Março desse ano. Padrinhos: José Ferreira Las Casas, casado, capitalista,
e Margarida Augusta Pires, solteira.
LOURENÇO,
José Joaquim. Filho de António de Jesus Lourenço, natural de Rouças, e
de Silvéria Cândida Marinho, natural da Vila, lavradores, residentes nas
Carvalhiças. Neto paterno de Maria de Jesus Lourenço; neto materno de João
Cândido Marinho e de Maria Delfina Dias. Nasceu na Vila a 25/11/1916 e foi batizado
na igreja de SMP a 1/1/1917. Padrinhos: Francisco de Jesus Vaz e Júlia Esteves,
solteiros, proprietários, da Vila. // Casou em 1944 com Ilda de Barros, nascida
em Rouças em 1922. // Moraram no lugar das Carvalhiças. // Faleceu na sua
freguesia de nascimento a 29/6, ou 29/7/1975. // A sua viúva casou em 1980 com
Aniceto Guilherme Lisboa.
LOURENÇO,
José Luís. Filho de Manuel Joaquim Lourenço e de Ana Rosa Dias, moradores nos
Moinhos, Vila. N.p. de Manuel José Lourenço e de Maria Luísa Araújo, de Galvão
de Baixo; n.m. de João Manuel Dias e de Teresa da Costa, do lugar da Serra, Prado.
Nasceu a 5/3/1847 e foi batizado na igreja de SMP pelo padre João Evangelista a
7 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Luís Rodrigues e esposa, Maria Luísa
Alves, caseiros na Quinta do Fecho, Rouças. // Casou na igreja de
Chaviães a 20/8/1875 com Teresa Joaquina Lopes, natural de Chaviães,
onde ele passou a morar. // Com geração.
LOURENÇO,
José Maria. Filho de Francisco António Lourenço, de Cecriños, e de Maria Rosa
Alonso Gonçalves, de Loeda, Tui, moradores em Melgaço. N.p. de Mateus Lourenço
e de Maria Antónia Soutelo; n.m. de Pedro Gonçalves e de Marta Alonso. Nasceu na
Vila a 3/2/1803 e foi batizado na igreja de SMP nesse dia. Padrinhos: padre
José Gomes de Magalhães, de Chaviães, e Maria Fernandes, solteira, de Fiães.
// Morreu ainda bebé.
LOURENÇO,
José Maria. Filho de Francisco António Lourenço e de Maria Rosa Alonso Gonçalves,
galegos, moradores em Melgaço. N.p. de Mateus Lourenço e de Maria Antónia
Soutelo; n.m. de Pedro Gonçalves e de Marta Alonso. Nasceu na Vila a 19/11/1804
e foi batizado a 22 desse mês e ano. Padrinhos: padre
António José Gomes e Maria Fernandes. // Lavrador. // Casou na igreja de
SMP a 22/8/1827 com Josefa Antónia, de Santiago de Parada das Achas, Tui, filha
de José Benito Gonçalves e de Teresa Sanches, residentes em Melgaço.
Testemunhas: padre Carlos Domingues, padre Manuel
Joaquim Quintela, e António Joaquim Rodrigues, mordomo da igreja. (Abade coadjutor: Bernardino José Gomes). //
Faleceu em sua casa, sita na Rua do Espírito Santo, Vila, a 23/5/1880, e foi
sepultado no cemitério municipal. // A sua viúva finou-se a 18/1/1886, com 80
anos. // Com geração.
LOURENÇO,
Josefa Rosa. Filha de Manuel José Lourenço e de Maria Luísa de Araújo,
moradores em Galvão de Baixo. N.p. de António Lourenço e de Umbelina Domingues,
de Lourenços, São Paio; n.m. de António Manuel de Araújo e de Margarida
Joaquina Domingues, de Galvão, Vila. Nasceu na Vila a 15/11/1828 e foi batizada
pelo padre Carlos Domingues a 19 desse mês e ano. Padrinhos: José Bento Pinto e
sua irmã, Vitória Joaquina Pinto. // S.m.n.
LOURENÇO,
Lina Rosa. Filha de Miquelina Rodrigues Lourenço, solteira, jornaleira,
moradora na Barbosa, SMP. Neta materna de Vitória Rodrigues. Nasceu a 7/1/1872
e foi batizada a 15 desse mês e ano. Padrinhos: José Maria Pereira, soldado
veterano, e Lina Rosa Codesseira, solteira, de Rouças. // Casou (antes
do casamento já viviam maritalmente), a 17/12/1919, com Justiniano António, de
70 anos de idade, filho de José Bento Esteves e de Ana Emília Coelho, de SMP.
// Ambos faleceram na Vila: o marido a 3/7/1926 e ela a 11/5/1959. // Com geração.
LOURENÇO,
Lucinda Augusta. Filha de Carlos José Lourenço e de Teresa de Jesus Rodrigues.
Nasceu em -------------, a 3/12/1924. // Casou com António Barbeitos.
LOURENÇO,
Lucrécia Augusta. Filha de António de Jesus Lourenço, natural de Rouças,
e de Silvéria Cândida Marinho, natural da Vila. Neta paterna de Maria de Jesus
Lourenço; neta materna de João Cândido Marinho e de Maria Delfina Dias. Nasceu
na Vila a 17/10/1914 e foi batizada a 15 de Novembro desse ano. Padrinhos:
Manuel Cardoso, solteiro, negociante, e Lucrécia Augusta da Costa Velho,
solteira, proprietária. // Faleceu em Surribas, Rouças, a 14/8/1963 (*), com 48
anos de idade, no estado de solteira, e foi sepultada no cemitério de Rouças;
mais tarde mudaram-na para o cemitério municipal de Melgaço. // Lê-se no
Notícias de Melgaço n.º 1482, de 25/8/1963: «… no lugar de Surribas, freguesia
de Rouças, faleceu no passado dia 14 a senhora Lucrécia Augusta Lourenço, de 48
anos de idade, filha do senhor António [de Jesus] Lourenço e da senhora
Silvéria Cândida Marinho (já falecida) naturais desta Vila. A saudosa extinta,
sempre muito doente, era - por todos - estimada, motivo porque o seu falecimento
foi largamente concorrido. Paz à sua bela alma, e os nossos sentimentos a toda
a família enlutada.» /// (*) Na sua campa está
registada erradamente a data de 14/10/1963.
LOURENÇO,
Lucrécia Cândida. Filha de Augusto Cândido Lourenço e de Ana Marinho,
trabalhadores, de SMP. N.p. de José Delfim Lourenço e de Maria Genoveva de
Sousa; n.m. de José Marinho e de Brandina Marinho. Nasceu na Pigarra, Vila, a
12/5/1879, e foi batizada na igreja a 20 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel
José Esteves, escrivão da Fazenda, e Lucrécia de Melo. // Casou na igreja de
SMP a 23/6/1909 com Luís, de 26 anos de idade, artista, da freguesia de São
Paio, Vila dos Arcos de Valdevez, filho de Francisco da Silva e de Felizarda
Pereira. Testemunhas: Abel Martins, solteiro, e José Dias, casado. // O seu
marido morreu a 9/5/1955 na freguesia de Vila Nova da Telha, Maia. // Ela
finou-se em Moreira, Maia, a 14/4/1966. // Com geração.
LOURENÇO,
Ludovina Rosa (Caga Mulas). Filha de Manuel Joaquim Lourenço e de Ana Rosa Dias,
moradores em Galvão de Baixo. N.p. de Manuel José Lourenço e de Maria Luísa de
araújo, do dito lugar; n.m. de João Manuel Dias e de Maria Teresa da Costa, da
Serra, Prado. Nasceu a 21/4/1857 e foi batizada no dia seguinte.
Padrinho: Luís Manuel Pinheiro, comerciante na Vila de Melgaço. // Casou a
3/7/1899 com José Maria, de 47 anos de idade, filho de António Joaquim de Abreu
e de Maria José Esteves. // Enviuvou a 7/10/1911. // Faleceu em Galvão a
--/3/1936 (NM 307). // Mãe de Joaquim (deu-o à luz antes do casamento).
LOURENÇO,
Luís Manuel. Filho de João Manuel Lourenço e de Escolástica Marques, de Remoães.
// Casou na igreja de SMP a 18/4/1855 com Maria Joaquina, filha de Dionísio
Alonso e de Luísa Maria Alves, de Paderne, nessa altura caseiros no
lugar de Corujeiras, SMP. Testemunhas: Caetano Celestino de Sousa, mordomo da
igreja, Francisco Manuel Lourenço (irmão do noivo), e José Maria Pereira,
soldado veterano.
LOURENÇO,
Luís Vicente. Filho de Manuel Joaquim Lourenço e de Ana Rosa Dias, moradores em
Galvão, SMP. N.p. de Manuel José Lourenço e de Maria Luísa de Araújo, do dito
lugar; n.m. de João Manuel Dias e de Maria Teresa da Costa, da Serra, Prado.
Nasceu a 23/1/1854 e foi batizado a 6/2/1854. Padrinhos: JCGA e Maria Bernarda
de Araújo, casada com Francisco Domingues, de Galvão.
LOURENÇO,
Luísa. Filha de Maria Joana Lourenço, solteira, de São Benito do Rabinho, Ourense,
moradora no lugar da Corga, Vila de Melgaço. N.m. de Estevo Lourenço e de Manuela
Campos, galegos. Nasceu na Vila a 3/8/1820 e foi batizada na igreja de SMP a 8
desse mês e ano. Padrinhos: Manuel de Nóvoa, galego, e sua esposa, Maria
Tirona.
LOURENÇO,
Manuel. Filho de Manuel Lourenço e de Inês de Araújo, moradores em Galvão.
Nasceu na Vila a 19/10/1713 e foi batizado na igreja de SMP pelo padre Gregório Salgado, codjutor, da Vila, a 24 desse
mês e ano. Padrinhos: padre Manuel da Cunha Lira,
abade de Rouças, e Maria Lobato, solteira, do lugar de Galvão.
LOURENÇO,
Manuel Domingos. Filho de Manuel Lourenço, natural de Rouças, e de
Anália Albina de Jesus Franco, natural da Vila, negociantes. Neto paterno de
António Lourenço e de Laura Rodrigues; neto materno de Domingos Alves Franco e
de Adélia Gonçalves. Nasceu nas Carvalhiças, Vila, a 10/2/1931 (NM 100, de
8/3/1931). // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 989, de 12/8/1951: (...)
Casou na capela de Santa Rita, Rouças, a
17/9/1961, com Maria Fernanda, de 22 anos de idade, nascida em São Sebastião da
Pedreira, Lisboa, filha de António de Faro e de Maria da Graça Correia dos
Santos, donos de um talho de carnes verdes na Praça da República, Vila de
Melgaço. // Por sentença de 15/2/1971, transitada em julgado a 26 desse mês,
proferida pela 1.ª vara cível do tribunal da comarca do Porto, foi decretada a
separação judicial de pessoas e bens; e por sentença de 18/7/1975 a dita
separação foi convertida em divórcio. // Casou civilmente com Maria Josefa do
Amaral Abreu Rodrigues, a 26/9/1985, na Conservatória do Registo Civil de Gaia.
// Teve filhos da primeira esposa.
LOURENÇO,
Manuel João. Filho de João Lourenço (João do
Estar) e de Perpétua do Nascimento Golim,
comerciantes na Assadura. Nasceu na Vila a 11/12/1945. // Estudou alguns anos
no Colégio da Barbosa e foi empregado de escritório do seu tio paterno, Manuel
Lourenço (Manel da Garage). // No dia 31/7/1965 submeteu-se à inspeção militar, tendo
sido apurado para todo o serviço (NM 1564,
de 8/8/1965). // Depois da tropa, parte dela cumprida em África, ingressou (Maio de 1972) na PIDE/DGS, tendo
sido destacado para a Guiné-Bissau em Junho desse ano como agente de 2.ª classe.
// Depois do 25/4/1974, e extinta aquela polícia política, emigrou para o Brasil,
onde tinha parentes que o ajudaram. // Em 2008 era «comerciante e industrial» em Niterói (VM 1298). // Solteiro e sem
geração.
LOURENÇO,
Manuel Joaquim. Filho de Manuel José Lourenço e de Maria Luísa de Araújo,
moradores em Galvão de Baixo. N.p. de António Lourenço e de Umbelina Domingues,
de Lourenços, São Paio; n.m. de António Manuel Araújo e de Margarida
Domingues, do lugar dos Moinhos, Vila. Nasceu na Vila a 10/5/1820 e foi
batizado na igreja de SMP a 21 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Ventura
Fernandes, ausente na cidade do Porto (representado por António Joaquim de
Sousa, das Várzeas) e Maria Josefa Fernandes, solteira, do lugar da Oliveira,
Vila. // Casou na igreja de SMP a 25/5/1846 com Ana Rosa, filha de João Manuel
Dias e de Maria Teresa da Costa, da Serra, Prado. Testemunhas: AJR,
mordomo da igreja, e João Manuel Vasques, ferrador na Vila. // Faleceu a
27/10/1891, em Galvão, com 72 anos de idade, casado. // Com geração.
LOURENÇO,
Manuel José. Filho de António Lourenço e de Umbelina Domingues, de Lourenços, São
Paio. // Casou na igreja de SMP a 20/10/1819 com Maria Luísa, filha de
António Manuel de Araújo e de Margarida Domingues, do lugar do Outeiro Alto,
SMP. Testemunhas: padre AJG, cura de SMP; padre Manuel Joaquim Quintela; e Luís Inácio Pereira,
soldado da Companhia Fixa da Praça de Melgaço. // Morreu a 28/6/1848, não
estando em seu perfeito juízo, casado, e foi sepultado na igreja matriz com
ofício de sepultura.
LOURENÇO,
Manuel José. Filho de Francisco António Lourenço e de Maria Rosa Alonso Gonçalves,
da freguesia de Loeda, Tui, caseiros na Pigarra, SMP. Neto paterno de Mateus
Lourenço e de Maria Antónia Soutelo; neto materno de Pedro Gonçalves e de Marta
Alonso. Nasceu na Vila a 23/4/1812 e foi batizado na igreja de SMP a 26 desse mês
e ano. Padrinhos: Nicolau Gonçalves, morador em Pontepedrinha, e sua filha
Maria. // Casou na igreja de SMP a 24/6/1835, com Teresa Maria, filha de
António (ou Anastácio) José da Silva e de Teresa Maria de Jesus, de São
Gregório, Cristóval. Testemunhas: João Rodrigues de Armada e mulher,
Maria do Carmo. // A 16/6/1867 foi padrinho de sua neta, Jovita Alves, nascida
no Rio do Porto, Rouças, a 13 desse mês. // A 20/2/1868 ele e a esposa
foram padrinhos de Maria Monteiro, nascida no Rio do Porto, Rouças, a 9
desse mês e ano. Ele sabia escrever, a madrinha não. // Faleceu na Rua de
Baixo, Vila, a 16/9/1891, viúvo, e foi sepultado no cemitério. // Fizera
testamento. // Deixou filhos. /// (É meu trisavô).
LOURENÇO,
Manuel Luís. Filho de Bernardo Lourenço e de Isabel Alves, de São Paio,
moradores na Quinta de Galvão, SMP. // Casou na igreja de SMP a 5/7/1815, com
Maria Teresa, filha de Domingos Durães e de Antónia Alves da Silva, de Crasto, Rouças.
Testemunhas: padre FXTS, António de Sampaio (mordomo), e Carlos Joaquim Gomes.
LOURENÇO,
Márcia. Filha de António Joaquim Lourenço e de Rosa Domingues Cerqueira. Nasceu
a --/--/18--. // S.m.n.
LOURENÇO,
Márcia Augusta. Filha de Jerónima Augusta Lourenço, doméstica, melgacense,
moradora na Vila. N.m. de António Lourenço e de Rosa Alves. Nasceu a 4/9/1916 e
foi batizada na igreja de SMP a 10 de Outubro desse ano. Padrinhos: Alberto
José Lourenço e Adelina Augusta Cerdeira, solteiros, trabalhadores, da
Vila.
LOURENÇO,
Maria. // Faleceu no lugar das Várzeas, Vila, a 24/2/1811.
LOURENÇO,
Maria. Filha de -------- Lourenço e de --------------------------------. Nasceu
em ------------, a --/--/18--. // Faleceu na Vila a 12/7/1950, com oitenta e
seis anos de idade (Notícias de Melgaço n.º 939, de
16/7/1950).
LOURENÇO,
Maria Antónia. Filha de Francisco António Lourenço e de Maria Rosa Alonso
Gonçalves, caseiros na Pigarra. Neta paterna de Mateus Lourenço e de Maria
Antónia Soutelo; neta materna de Pedro Gonçalves e de Marta Alonso. Nasceu na
Vila a 21/2/1818 e foi batizada dois dias depois. Padrinhos: padre António José Gomes, da Vila, e Maria Antónia
Gonçalves, moradora na casa do padre Carlos Domingues,
pároco de SMP.
LOURENÇO,
Maria Augusta. Filha de Manuel Joaquim Lourenço, trabalhador, da Vila, e de Ana
Rosa Dias, doméstica, natural de Prado (ver), moradores em Galvão de
Baixo. N.p. de Manuel José Lourenço e de Maria Luísa Araújo, da Vila; n.m. de
João Manuel Dias e de Maria Teresa, do lugar da Serra, Prado. Nasceu a 2/4/1849
e foi batizada na igreja de SMP pelo padre Caetano Soares Calheiros, da Galvão,
a 5 desse mês e ano. Padrinhos: o sacerdote batizante e a avó paterna da
neófita. // Faleceu em Galvão, Vila, solteira, sem sacramentos, a 10/6/1910,
sem testamento, e foi sepultada no cemitério municipal. // No assento de óbito
diz-se que não deixou filhos (confirmar).
LOURENÇO,
Maria Delfina. Filha de António de Jesus Lourenço, natural de Rouças, e
de Silvéria Cândida Marinho, natural da Vila. N.p. de Maria de Jesus Lourenço;
n.m. de João Cândido Marinho e de Maria Delfina Dias. Nasceu na Vila a 20/5/1928
e foi batizada na igreja a 17 de Junho desse ano. Padrinhos: João Cândido Marinho
e Maria de Jesus Lourenço. // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1008, de
13/1/1952: «deu à luz uma linda menina na
maternidade da SCMM a senhora MDL.» //
LOURENÇO,
Maria Fernanda. Filha de João Manuel Lourenço (João
do Estar) e de Perpétua do Nascimento Golim.
Nasceu a 18/12/194-. // Casou com Manuel Augusto Cerdeira, guarda-fios. //
Trabalhou nas limpezas, no Centro de Saúde de Melgaço, até à sua aposentação.
// Enviuvou a --/--/2---. // Mãe de António Manuel (cabo da marinha em 1992;
casou com Ana; pai de Ana Sofia); de Vítor Manuel (comerciante em Niteroi,
Brasil, em 1992; pai de duas gémeas – Vitória e Ana Carolina); de João Henrique;
e de Manuel João.
LOURENÇO,
Maria Florinda. Filha de José Maria Lourenço e de Josefa Antónia Gonçalves.
N.p. de Francisco António Lourenço e de Maria Rosa Alonso Gonçalves; n.m. de
José Benito Gonçalves e de Teresa Sanches. Nasceu na Vila a 24/4/1834 e foi
batizada na igreja pelo padre Francisco António Soares
Coutinho a 27 desse mês e ano. Padrinhos: Vitorino Joaquim da Rocha Gonçalves
e sua irmã, Maria Florinda da Rocha Gonçalves, do Campo da Feira de Dentro, Vila.
LOURENÇO,
Maria Francisca. Filha de Francisco António Lourenço e de Maria Rosa Alonso Gonçalves,
caseiros na Pigarra, SMP. N.p. de Mateus Lourenço e de Maria Antónia Soutelo;
n.m. de Pedro Gonçalves e de Marta Alonso. Nasceu na Vila a 14/10/1810 e foi
batizada pelo padre Carlos Domingues a 22 desse
mês e ano. Padrinhos: padre Francisco Vaz, de Alvaredo,
e Maria Gonçalves, da Vila. // Faleceu na Pigarra, solteira, a 9/7/1828; foi
amortalhada em hábitos mulheris, e sepultada na igreja matriz com uma missa
cantada.
LOURENÇO,
Maria Gertrudes. Filha de Maria Lourenço, solteira, moradora em Galvão. N.m. de
Manuel Lourenço e de Inês de Araújo, do dito lugar. Nasceu a 8/7/1767 e foi
batizada na igreja de SMP pelo padre Manuel Álvares
a 11 desse mês e ano. Padrinhos: João Domingues e Manuel do Souto Monteiro,
ambos de Galvão. Testemunhas: Dr. Inácio Luís, da Vila, e Manuel de Azevedo,
soldado de infantaria, do destacamento de Melgaço. // Morou nas Várzeas. //
Faleceu solteira, a 30/7/1818, e o seu funeral foi acompanhado por dez padres.
// Deixou testamento.
LOURENÇO,
Maria da Glória. Filha de João Evangelista Lourenço e de Laureana Rosa de
Sousa, moradores na Rua de Baixo, SMP. N.p. de José Maria Lourenço e de Josefa
Antónia Gonçalves, residente na Rua Direita; n.m. de Caetano Celestino de Sousa
e de Francisca Gonçalves, moradores na Rua de Baixo. Nasceu a 13/12/1883 e foi
batizada a 21 desse mês e ano. Padrinhos: José Albano Nunes de Almeida,
proprietário, e Beatriz Augusta Ribeiro dos Santos Lima, solteiros, da Vila. //
Casou a 25/11/1906 com Vitorino Manuel Esteves (Sabino), comerciante, natural de Paderne. Tiveram loja no
r/c do prédio do médico Passos. // Em 1913 deu à luz um nado-morto (Correio de
Melgaço n.º 73, de 2/11/1913). // A vida conjugal começou a correr
pessimamente, o marido era-lhe infiel, gastador, e ela colocou o seguinte
anúncio no “Notícias de Melgaço” n.º 149, de 8/5/1932: «… não se responsabiliza pelas dívidas feitas por seu marido (…), tanto no
comércio como a qualquer particular. Melgaço, 8/5/1932.» // Divorciou-se a
31/10/1932 (ver Notícias de Melgaço n.º 180, de
22/1/1933, página 8). // Faleceu na Vila a 22/12/1933 (NM 218, de 7/1/1934). // O
seu ex-marido pôs fim à vida a 11/2/1940, devido sobretudo a problemas de ordem
financeira. // Mãe do popular Flórido da Assadura, nascido em 1911, entre
outros. // (Ver Notícias de Melgaço n.º 150).
LOURENÇO,
Maria Helena. Filha de Orlando Lourenço e de Maria dos Anjos Ferreira, ambos da
Vila, onde moravam. N.p. de João Lourenço e de Mariana Batista; n.m. de Albertina
Augusta Ferreira, solteira. Nasceu a 25/11/1933. // Casou em Monção, a
18/10/1953, com António Guimarães Vasques de Carvalho. // O casamento foi
dissolvido por divórcio decretado por sentença de 19/4/1982, transitada a
3/5/1982, proferida pelo Tribunal de Família do Porto. // Casou em segundas
núpcias, a 2/7/1984, em Pully, Suíça, com Jean-Bernard Hauen, adotando o apelido
do marido.
LOURENÇO,
Maria de Jesus. Filha de João Evangelista Lourenço e de Laureana Rosa de Sousa.
N.p. de José Maria Lourenço e de Josefa Antónia Gonçalves; n.m. de Caetano
Celestino de Sousa e de Francisca Gonçalves. Nasceu a --/--/18--. // Faleceu em
Lisboa, onde residia, a 22/12/1933.
LOURENÇO,
Maria de Jesus. Filha de Vitorino Joaquim Lourenço e de Maria Joaquina Alves.
Nasceu na Vila, SMP, por volta de 1896. // Mãe solteira de Vítor Cândido
Lourenço (1917-1988).
LOURENÇO,
Maria Joaquina. Filha de António Lourenço e de Justa Maria Magalhães, moradores
em Galvão. N.p. de Manuel Lourenço e de Inês de Araújo, do dito lugar; n.m. de
Francisco de Magalhães e de Ana Engrácia, de São Miguel de Prado, Pico de
Regalados. Nasceu na Vila a 23/4/1776 e foi batizada na igreja de SMP pelo
padre Manuel Álvares a 26 desse mês. Padrinhos: Dr. Luís José Pereira da Gama e
sua irmã, Maria Pereira da Gama, solteiros, residentes no Campo da Feira de
Fora. Testemunhas: MPF, mordomo da igreja, FMPG, e o padre
Luís de Araújo.
LOURENÇO,
Maria Joaquina. Filha de Francisco António Lourenço e de Maria Rosa Alonso
Gonçalves, caseiros na Pigarra. N.p. de Mateus Lourenço e de Maria Antónia
Soutelo; n.m. de Pedro Gonçalves e de Marta Alonso. Nasceu na Vila a 12/4/1806
e foi batizada na igreja de SMP pelo padre Carlos Domingues três dias depois.
Padrinhos: Joaquim José Caldas Bacelar, de Alvaredo, e sua esposa, Maria
Gomes de Magalhães.
LOURENÇO,
Maria Joaquina. Filha de Manuel José Lourenço e de Maria Teresa da Silva. N.p.
de Francisco António Lourenço e de Maria Rosa Alonso Gonçalves; n.m. de
Anastácio José da Silva e de Teresa Maria de Jesus. Nasceu na Vila a
--/--/1837. // Casou na igreja de Rouças a 7/5/1862 com João Bento Seixo, de 48
anos de idade, galego. // A 16/6/1867 foi madrinha de Jovita Alves, sua
sobrinha, nascida no Rio do Porto, Rouças, a 13 desse mês e ano. // Mãe
de José Maria Seixo, nascido em Rouças a 1877, entre outros.
LOURENÇO,
Maria Josefa. Filha de Bernardo Lourenço e de Isabel Alves, lavradores, de São
Paio. // Lavradeira. // Faleceu em sua casa, sita em Corujeiras, Vila, a
18/4/1870, com cerca de 70 (ou 80) anos de idade, viúva de Manuel António Vasques,
e foi sepultada na igreja matriz. // Deixou filhos.
LOURENÇO,
Maria Josefa. Filha de Francisco António Lourenço e de Maria Rosa Alonso
Gonçalves, galegos, moradores na Vila, caseiros na Pigarra. N.p. de Mateus
Lourenço e de Maria Antónia Soutelo; n.m. de Pedro Gonçalves e de Marta Alonso.
Nasceu na Vila a 22/10/1801 e foi batizada na igreja de SMP pelo padre
Francisco Xavier Torres Salgado no dia seguinte. Padrinho: António Jacinto de
Araújo e Azevedo, de Soengas, Chaviães.
LOURENÇO,
Maria Ludovina. Filha de Vitorino Lourenço e de Maria Benedita Exposta, caseiros
na Quinta de Galvão de Cima, SMP. N.p. de Clara Rebelo, de Prado. Nasceu
a 17/6/1870 e foi batizada na igreja a 19 desse mês (fora batizada em casa, no
dia do nascimento, devido a correr perigo de vida, por Maria Teresa Esteves,
casada, de Bilhões, Rouças). Padrinhos: João António Tomaz Rodrigues,
solteiro, do Rio do Porto, SMP, e Maria Teresa Esteves, acima mencionada.
LOURENÇO,
Maria de Lurdes. Filha de Alberto Augusto Lourenço e de Teresa de Jesus
Domingues, lavradores. N.p. de António Joaquim Lourenço e de Rosa Cerdeira; n.m
de Bernardo Pereira de Castro e de Ludovina Rosa Domingues. Nasceu na Vila a
22/8/1922 e foi batizada a 1 de Novembro desse ano. Padrinhos: Frederico
Augusto Esteves, casado, artista, e Maria Luísa Domingues, solteira, camponesa,
residente em Melgaço. // Casou em segundas núpcias com Manuel Joaquim de
Freitas, a 11/4/1955.
LOURENÇO,
Maria de Lurdes. Filha de Manuel Lourenço (Manuel
da Garage) e de Anália Albina de Jesus Franco.
Nasceu a --/--/1932 (NM 164, de 11/9/1932). // Casou (na
igreja do convento das Carvalhiças, salvo erro)
a 15/9/1957 com Armando Afonso, filho de Carlos Ferreira Lopes e de Ana Maria
Pinto, guarda-livros em Vila Nova de Gaia, tendo ido viver com o marido para
Gaia, levando consigo uma rapariga de Melgaço, filha de José Salvador Gonçalves
(Zé Mocho)
e de Rosa ---------------. // Uma filha deste casal faleceu em 1968, com apenas
sete anos de idade (ver Notícias de Melgaço n.º 1688, de 14/7/1968, página 2).
LOURENÇO,
Maria Margarida. Filha de Manuel Lourenço, natural de Rouças, casado, e
de Narcisa Cândida Azevedo Barroso, solteira, natural da Vila, onde ambos
moravam. Neta paterna de António Bernardino Lourenço e de Laura Rodrigues; neta
materna de Feliciano Cândido de Azevedo (Barroso) e de Margarida da Conceição Gonçalves. Nasceu em SMP a 17/7/1949.
// Foi com a mãe para Lisboa. Em Agosto de 1959 foi internada no Colégio de
Nossa Senhora das Dores, em Caxias. // Fez alguns estudos, talvez o 9.º ano ou
12.º. // Empregou-se como telefonista nos CTT; morava com a mãe na Rua do
Desterro. // Casou a 3/7/1976 no Mosteiro dos Jerónimos, Lisboa, com Miguel
José Colaço Neto Viana. // Com geração.
LOURENÇO,
Maria Miquelina. Filha de -------- Lourenço e de ---------------------. Nasceu na
Vila por volta de 1841. // Faleceu na Assadura, Vila, solteira, a 14/6/1919,
com 78 anos de idade (JM 1251, de 22/6/1919).
LOURENÇO,
Maria Rita. Filha de Teresa Lourenço, de São Cristóvão, bispado de Tui. N.m. de
Domingos Lourenço e de Vitória da Ribeira, todos galegos. Nasceu na Vila de
Melgaço a 10/1/1827 e foi batizada na igreja de SMP pelo padre Carlos Domingues
a 22 desse mês e ano. Padrinhos: Joaquim Dias Soares, da freguesia do
Carvalhão, e Vitória Joaquina Pereira da Gama, da Calçada.
LOURENÇO,
Maria do Rosário. Filha de Alberto Manuel Lourenço e de Maria Amália de Araújo.
Nasceu em -------------, a --/--/19--. // Empregada comercial. // Casou na
igreja matriz de SMP a --/--/1991 com Almerindo, de Riba do Mouro, Monção,
filho de Serafim Afonso Lobato e de Maria da Glória Afonso Rodrigues. Padrinhos
da noiva: seus tios, Luís António Lourenço e esposa, Maria Carmen Souvier.
Padrinhos do noivo: Almerindo Afonso Lobato e esposa, Laurinda de Lima. O
almoço foi servido na sala de festas do antigo Ciclo Preparatório, fornecido
pelo restaurante “A Lanterna”. // (ver VM 933, de 15/2/1991).
LOURENÇO,
Maria Teresa. Filha de Manuel José Lourenço e de Maria Teresa da Silva. N.p. de
Francisco António Lourenço e de Maria Rosa Alonso Gonçalves; n.m. de Anastácio
José da Silva e de Teresa Maria de Jesus. Nasceu na Vila a 14/6/1838 e foi
batizada dois dias depois. Padrinho: José Luís Rodrigues Cardoso, da Vila. //
Casou com um viúvo, João António Alves, nascido no lugar da Granja, Paderne, em
1815, filho de Manuel Luís Alves e de Maria Joaquina Rodrigues, com oficina de
serralheiro na Vila de Melgaço. // A 18/3/1900, e na igreja de Paços, foi
madrinha de Bebília Lourenço, nascida nessa freguesia a 10 daquele mês e ano; o
seu filho José Maria Alves foi o padrinho. // Ambos os cônjuges faleceram em
SMP: o marido a 14/12/1887 e ela, esposa e viúva, a 31/3/1925.
LOURENÇO,
Maria Vicenta. Filha de Mateus Lourenço e de Maria Antónia Soutelo, ambos de
Cecrinhos, bispado de Tui, camponeses. Nasceu na Galiza em finais do século
XVIII. // Veio para Melgaço ainda nova. Morou no Bairro do Carvalho, SMP. Devia
ser jornaleira ou criada de servir. // Mãe de Francisca Caetana, nascida em
Melgaço a 17/12/1811.
LOURENÇO,
Marteniano Cândido Hermegildo. Filho de João Luís Lourenço e de Maria Joana
Domingues. N.p. de Manuel Lourenço e de Joana Alves; n.m. de Domingos José
Domingues e de Maria Benta Pires, todos de Estivadas, moradores no Rio do Porto.
Nasceu na Vila de Melgaço a 6/7/1834 e foi batizado na igreja de SMP nesse dia.
Padrinhos: João António de Abreu Cunha Araújo e Maria Carolina de Abreu Cunha
Araújo, residentes na sua Quinta do Rio do Porto.
LOURENÇO,
Orlando. Filho de João Luís Lourenço, guarda-fiscal, de Segude, e de Mariana
Batista, de Barbeita, doméstica, ambos de Monção. N.p. de Manuel Lourenço e de
Margarida de Sousa; n.m. de Domingos Batista e de Maria de Araújo. Nasceu no
Largo da Baixa, Vila de Melgaço, a 1/3/1907 e foi batizado a 3 desse mês e ano.
Padrinhos: Dr. António Pereira de Sousa, solteiro, médico municipal, e Maria
Rosa Las Casas, viúva, proprietária. // Carteiro. // Casou na CRCM a 1/7/1933
com Maria dos Anjos, de 22 anos de idade, filha de Albertina Augusta Ferreira,
também da Vila de Melgaço. // A sua esposa faleceu em Mafamude, Vila Nova de Gaia,
a 14/10/1981. // Pai de Maria Helena Lourenço.
LOURENÇO,
Patrícia Sofia. Filha de José Lourenço e de Julieta Beleixo, donos de um
restaurante em Melgaço. Nasceu a 25/8/1982. // No ano 2000 frequentava o 12.º
ano na Escola Secundária de Melgaço. // Nota:
parece ser neta materna de Armando Hernâni Baleixo.
LOURENÇO,
Renato Cândido. Filho de Armindo de Lourdes Lourenço, comerciante, da Vila de
Melgaço, e de Florinda da Trindade Barbeitos, doméstica, de Barbeita, Monção.
N.p. de João Evangelista Lourenço e de Laureana Rosa de Sousa; n.m. de Caetano
José Barbeitos e de Rosa Clementina Fernandes Loureiro. Nasceu na Vila a 3/4/1915.
// Casou com Eva de Jesus Pereira Lourenço, na igreja de Nossa Senhora da
Boavista, freguesia de Ramalde, Porto. // Faleceu em Cristóval, Melgaço, a
17/9/2003.
LOURENÇO,
Rosa Cândida. Filha de Maria Miquelina Lourenço, solteira, moradora na Rua da
Calçada, SMP. Neta materna de Joaquim Lourenço e de Maria Vitória Rodrigues, de
São Paio. Nasceu a 15/12/1866 e foi batizada a 28 desse mês e ano.
Padrinhos: Caetano Maria Abreu Mosqueira, proprietário, de intramuros, e Rosa
de Jesus Costa Pinto, solteira, da Rua da Calçada.
LOURENÇO,
Sara Augusta. Filha de Maria de Jesus Lourenço. Nasceu na Vila, SMP, a
--/--/1919 (Jornal de Melgaço n.º 1262, de
14/9/1919). // Faleceu a 21 de Novembro desse
ano, com apenas dois meses de vida.
LOURENÇO,
Telmo Sérgio Cândido. Filho de António de Jesus Lourenço, natural de Rouças,
e de Silvéria Cândida Marinho, natural da Vila, SMP. Nasceu na Vila a 6 de
Abril de 1925. // Casou com ---------------------------. // Faleceu a 21 de
Fevereiro de 2009 e foi sepultado no cemitério municipal de Melgaço. // Deixou
viúva, filhos, e netos.
LOURENÇO,
Tiago José. Filho de José Lourenço e de Julieta Baleixo, industriais de restauração
em Melgaço. Nasceu a --/--/1989 (ou 1990).
LOURENÇO,
Tomaz José. Filho de António Joaquim Lourenço (Perinhas) e de Rosa Cerdeira,
lavradores, residentes em Galvão. N.p. de Manuel Joaquim Lourenço e de Ana Rosa
Dias; n.m. de João José Cerdeira e de Mariana Domingues. Nasceu na Vila a
10/2/1884 e foi batizado a 23 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel José Esteves,
escrivão da Fazenda, e Jerónima Rosa Gonçalves, ambos casados, de SMP. // Lavrador.
// Casou na igreja de Rouças a 27/3/1910 com Ermezinda Alves, de 25 anos de
idade, solteira, camponesa, natural de Rouças, filha de António Joaquim
Alves e de Ludovina da Conceição Domingues. // Morreu em Prado a 3/4/1956.
LOURENÇO,
Urbana Augusta. Filha de António Joaquim Lourenço, da Vila, e de Rosa Cerdeira,
de Paderne, lavradores, residentes em Galvão de Baixo. N.p. de Manuel
Joaquim Lourenço e de Ana Rosa Dias; n.m. de João José Cerdeira e de Mariana
Domingues. Nasceu a 19/7/1897 e foi batizada a 26 desse mês. Padrinhos: José
António Gonçalves, solteiro, negociante, e Elvira Joaquina Fernandes, solteira.
// Casou em primeiras núpcias a 2/7/1933 com Sebastião de Araújo, viúvo, o qual
se finou na Vila a 5/10/1955. // Casou de novo, a 15/11/1956, com Valdemiro
Esteves (Miro Funga). // Morou na Barbosa. // Ambos morreram na Vila: o 2.º
marido a 18/2/1977 e ela a 12/10/1979.
LOURENÇO,
Venceslau. Filho de José Maria Lourenço e de Josefa Antónia Gonçalves. N.p. de
Francisco António Lourenço e de Maria Rosa Alonso Gonçalves; n.m. de José
Benito Gonçalves e de Teresa Sanches. Nasceu em SMP a 7/2/1829 e foi batizado na
igreja a 12 desse mês. Padrinhos: José Manuel da Costa Pinto e Diogo Manuel
Castro e Sousa, da Quinta de Galvão, que serviu de madrinha. // S.m.n.
LOURENÇO,
Vítor Cândido. Filho de Maria de Jesus Lourenço. Neto materno de Vitorino Joaquim
Lourenço e de Maria Joaquina Alves. Nasceu na Vila a 1/8/1917 (Jornal de Melgaço n.º 1175, de 15/9/1917). // Deve ter ido para Espanha, lutando de 1936 a 1939 ao
lado das tropas de Franco; posteriormente, 1942-1943, segundo consta, lutou na Rússia,
ao lado dos alemães, integrado na Divisão Azul, durante a II Guerra Mundial. //
Morou na freguesia da Bela, lugar de São Bento, concelho de Monção, onde morreu,
de carcinoma gástrico, no estado de solteiro, a 22/11/1988; o seu cadáver foi sepultado
no cemitério daquela freguesia.
LOURENÇO,
Vitória Florinda. Filha de José Maria Lourenço e de Josefa Antónia Gonçalves.
N.p. de Francisco António Lourenço e de Maria Rosa Alonso Gonçalves; n.m. de
José Benito Gonçalves e de Teresa Sanches. Nasceu na Vila a 10/3/1837 e foi
batizada na igreja de SMP a 14 desse mês e ano. Padrinhos: Vitorino Joaquim da
Rocha Gonçalves e sua irmã, Florinda de Jesus da Rocha Gonçalves. // Casou antes
de 1862 com um viúvo, José Joaquim, de São Paio, com taberna na Vila,
filho de Francisco Pires e de Maria Angélica Alves. // A 18/3/1862 foi madrinha
de Quitéria Gonçalves, nascida na Vila (lugar
dos Chãos) a 11 desse mês e ano. Não assinou,
por ser analfabeta. // Faleceu no estado de viúva, a 19/10/1918. // Mãe de Emília
de Jesus Pires (1861/----); de Felisménia Maria Pires (1864/----); e de Belmira
dos Prazeres Pires (1872-1956).
LOURENÇO,
Vitória Joaquina. Filha de Manuel José Lourenço e de Maria Luísa Araújo,
moradores em Galvão de Baixo. Neta paterna de António Lourenço e de Umbelina
Domingues, de Lourenços, São Paio; neta materna de António Manuel Araújo
e de Margarida Joaquina Domingues, de Galvão, Vila. Nasceu a 21/2/1831 e foi
batizada na igreja de SMP a 1 de Março desse ano. Padrinhos: padre Caetano Celestino Soares Calheiros e Vitória
Joaquina Pinto, solteira.
LOURENÇO,
Vitorino Joaquim. Filho de José Maria Lourenço e de Josefa Antónia Gonçalves,
lavradores, residentes intramuros. Neto paterno de Francisco António Lourenço e
de Maria Rosa Alonso Gonçalves; neto materno de José Bento Gonçalves e de
Teresa Sanches (Mancos).
Nasceu na Vila de Melgaço a 2/12/1842 e foi batizado a 8 desse mês e ano.
Padrinhos: Vitorino Joaquim Gonçalves e sua esposa, Rosa Joaquina, melgacenses.
// Casou na igreja de SMP a 14/7/1864 (seis
horas da manhã), com Antónia Maria, de 32 anos de
idade, solteira, sua conterrânea, filha de Lourenço Caetano Fernandes [Rodrigues]
e de Maria Joaquina Trancoso, lavradores, residentes na Rua da Calçada; neta
paterna de João Fernandes e de Francisca Domingues de Araújo, de Prado;
neta materna de Margarida Joaquina Trancoso. Testemunhas: Manuel José Domingues
e Ana Rosa Domingues, solteiros, lavradores, residentes na Quinta de
Cavaleiros, Rouças. // A 23/3/1874, na Câmara Municipal de Melgaço, assinou por
José Dias, Florêncio Soares Pinto da Costa, e António Luís Lopes, todos
analfabetos, agraciados com uma medalha de prata e diploma, por terem ajudado a
combater um grande incêndio ocorrido na vila de Melgaço no dia 12 de Fevereiro
desse ano. Era taberneiro, ou vendeiro. // No ano de 1888, a 21 de Outubro, foi
padrinho de Vitorino de Jesus Maria Barbeitos, nascido na Rua Direita, Vila, a
14 desse mês e ano. A madrinha foi Maria das Dores Lopes, solteira. // A sua
esposa faleceu no Bairro do Carvalho a 6/1/1908. // Ele morreu a 30/1/1909, na
Rua do Espírito Santo, com todos os sacramentos, sem testamento, e foi
sepultado no cemitério municipal. // Sem geração. // Nota: no assento de óbito ele aparece apenas como Vitorino
Lourenço, com 63 anos de idade; e ela com o nome de Antónia Maria Calheiros,
filha de pais desconhecidos, com 72 anos de idade.
LOUSADA
LOUSADA,
Benigno. Filho de Ana Rosa Lousada, solteira, presa na cadeia da Vila de
Melgaço. N.m. de Manuel Joaquim Flores e de Josefa Lousada, todos de Tui.
Nasceu a 6/5/1884 e foi batizado na igreja de SMP a 13 desse mês e ano.
Padrinhos: João Luís Rodrigues de Abreu, casado, moleiro, da Vila, e Rosa
Joaquina Marques, solteira, de Prado.
LOUSADO
LOUSADO,
Luís Freire (Dr.) // Foi juiz de fora em Melgaço de 1722 a 1727. // A
30/8/1724, com 31 anos de idade, tornou-se irmão da Santa Confraria das Almas
da Vila de Melgaço, mas depois foi riscado, por não ter pago! // (OJM, de ACE, p. 66).
LUÍS
LUÍS,
Joana Cristina. Filha de Paulo Jorge Carvalho Luís, sócio da Escola de Condução
“Rio Minho”, e de Paula Cristina Sousa Cerqueira, professora. Neta paterna de
------------- Luís e de --------------------; neta materna de Aprígio Cerqueira
e de Gisela de Sousa, comerciantes. Nasceu em ------------, a --/--/19-- e foi
batizada na igreja matriz de SMP a --/--/1990. Padrinhos: Carvalho Luís, tio
paterno da neófita, e Maria Manuel Cerqueira, prima (VM 929).
LUÍS,
João Pedro. Filho de Paulo Jorge Carvalho Luís e da professora Paula Cristina
de Sousa Cerqueira. Nasceu em ------------, a --/--/1995 e foi batizado na
igreja do Convento das Carvalhiças a --/--/1996. Padrinhos: Paulo Jorge Cerqueira
Fernandes e Sónia Maria Carvalho Luís, estudantes universitários. // (VM 1040 e VM 1050).
MACEDO
MACEDO,
Luís António. Filho de Manuel Alves Pinheiro de Macedo e de Rosa Domingues, donos
da Quinta de Alote, São Paio. N.p. de Manuel Alves [Macedo] e de Maria
Pinheiro, da Carpinteira, São Paio; n.m. de João Domingues, de Moinhos, Paderne,
e de Francisca Gonçalves, de Sante. Nasceu em São Paio a --/--/17--. // Morava
na Quinta da Pigarra, freguesia da Vila, quando casou a 5/4/1769 com Maria
Manuela, filha de Bento da Cunha Araújo e de Ana Bernarda Pereira da Rosa, da
Vila de Melgaço, e sobrinha do padre Bernardo António de Araújo. // Ambos
faleceram na Pigarra: a sua esposa a 11/12/1802 e ele a 5/2/1805. // Com geração.
MACEDO,
Manuel António. Filho de Manuel de Macedo e de Maria Gomes, moradores na Vila.
N.p. de Sebastião de Macedo, da Vila, e de Joana Gonçalves, de São Paio;
n.m. de Jorema (?) Gomes Ribeiro e de Rosa Domingues, ambos da Vila. Nasceu a
17/2/1771 e foi batizado na igreja de SMP a 20 desse mês e ano. Padrinhos:
António Manuel Pereira da Gama e esposa, Joana Maria Engrácia de Sousa e Gama,
do Campo da Feira, Vila.
MACEDO,
Maria Joaquina Clara. Filha de Luís António Pinheiro de Macedo e de Maria Manuela
Araújo, moradores na Pigarra. Nasceu a --/--/177-. // Casou com João, filho de
António da Costa Coelho Pereira e de Mariana Gomes Pereira, naturais de Caminha.
// Moraram na Pigarra, Vila de Melgaço. // João da Costa Coelho Pereira fez
testamento, e parece ter sido rico, porquanto deixou escrito «… e quando meus herdeiros entrarem no desfruto
da Quinta do Sol e Reboredo, do termo de Vila Nova [de Cerveira?]…» // O
seu marido faleceu a 5/7/1818 e foi sepultado na igreja do convento das
Carvalhiças; era membro da irmandade de Coura, e tinha um irmão padre, de nome
António. // Uma filha do casal, Rosa Joaquina Clara, casou a 24/7/1824 com
Manuel José, filho de Inácio António da Cunha e de Domingas Maria Vaz, ficando
a residir na Pigarra. // Mãe também de António Agostinho, nascido a 23/10/1806.
MACEDO,
Renato Frederico. Filho de --------- Macedo e de -----------------------.
Nasceu em ------------, a --/--/19--. // Comerciante na Vila de Melgaço. //
Casou com a Dr.ª Rosa Douteiro Esteves, professora na Escola Secundária de Monção.
// Pai de Renato Frederico (era ainda um menino em 1992). // (VM 933, de 15/2/1991).
MACHADO
MACHADO,
Arménio Manuel. Filho de Manuel José Domingues Machado, empregado nas Obras
Públicas, e de Carlota Joaquina Vieira, de Messegães (S. Miguel), moradores em
Galvão, SMP. N.p. de Francisco Domingues e de Maria Rosa Domingues Machado
(defunta), do Lameiro, freguesia de Santa Maria da Gavea; n.m. de António José
Vieira e de Rosa Maria Rodrigues (falecida), do Paço Velho, Messegães
(Valadares). Nasceu a 13/5/1888 e foi batizado a 27 desse mês. Padrinhos:
Manuel Joaquim Gonçalves Ribeiro e Constança da Rocha Queirós, casada, da Valinha,
Ceivães, Monção.
MACHADO,
Carlos Augusto. Filho de Alexandre Joaquim Alves Machado, guarda da Alfândega,
de Carvalheira, Terras de Bouro, e de Ana Rodrigues, de Covide, Terras de
Bouro, moradores na Rua de Baixo, SMP. N.p. de José Alves Machado, alfaiate, e
de Maria da Conceição; n.m. de Ana Joaquina Rodrigues, solteira. Nasceu a
9/7/1882 e foi batizado a 19 desse mês. Padrinhos: José Maria Alves Machado e
Maria Teresa Pires, casados, lavradores, de Carvalheira, Terras de Bouro. //
Faleceu em Melgaço a 30/12/1882 e foi sepultado no cemitério municipal.
MACHADO,
Filipe Osório (ou Filipe António) Freitas (Dr.) // Exerceu o cargo de
desembargador do Príncipe Regente (futuro D. João VI), corregedor com exercício
de juiz de fora e alçada no civil, crime e órfãos na Vila de Melgaço, de 1807 a
1810. // Foi um dos conjurados que, a 9/6/1808, em Melgaço, levantaram o grito
de guerra contra o domínio francês em Portugal. // (OJM, de ACE, p. 89).
MACHADO,
Henriqueta. Filha de Alexandre Joaquim Alves Machado, guarda da Alfândega, e de
Ana Rodrigues, de Terras de Bouro, moradores em Melgaço. N.p. de José Alves
Machado, alfaiate, e de Maria da Conceição; n.m. de Ana Joaquina Rodrigues,
solteira. Nasceu a 26/3/1884 e foi batizada a 15/4/1884. Padrinhos: Tristão de
Abreu Araújo Bacelar, Chefe da Fiscalização externa das Alfândegas, e
Henriqueta Virgínia Portugal de Barros Bacelar, casados, residentes em Melgaço.
MACHADO,
Hermínio Manuel. Filho de Manuel José Domingues Machado e de Carlota Joaquina
Vieira. Nasceu na Vila a 13/5/1888 e foi batizado na igreja a 27 desse mês.
Padrinhos: Manuel Joaquim Gonçalves Ribeiro e Constância da Rocha Queirós.
MACHADO,
José Dionísio. Filho de João António Machado e de Ana de Jesus, de Ranhados,
Viseu. // Era 2.º sargento da 4.ª Companhia n.º 11, de Caçadores 7, quando
casou, na igreja da SCMM, a 24/1/1844, com Maria Teresa, filha (natural) de
João Soares e de Caetana Pires, ambos da Vila de Melgaço. Testemunhas: frei
João de Nossa Senhora da Peneda, João José de Almeida, de SMP, e Francisco
Xavier Blanco Mosqueira, galego.
MACHADO,
José Maria. Filho de Alexandre Joaquim Alves Machado, guarda da Alfândega, e de
Ana Rodrigues, de Terras de Bouro, moradores em Melgaço. Nasceu a 9/7/1882 e
foi batizado a 19 desse mês. Padrinhos: José Maria Alves Machado e Maria Teresa
Pires, casados, lavradores, de Carvalheira, Terras de Bouro. // (Gémeo de
Carlos Augusto).
MACHADO,
Luís José de Faria (Presbítero secular). // Morava em casa da viúva Maria
Teresa Mosqueira e Lira, sita intramuros, SMP, quando morreu, a 15/1/1830,
sendo amortalhado em hábitos sacerdotais e sepultado na igreja matriz, na
capela da Senhora do Amparo, com ofício de corpo presente de mais de 30 padres.
MACHADO,
Maria da Ascensão. Filha de José Dionísio Machado e de Maria Teresa Soares,
moradores no Carvalho, Vila. N.p. de João António Machado e de Ana de Jesus, de
Ranhados, Viseu; n.m. de Caetana Pires, solteira, da Vila de Melgaço. Nasceu a
20/5/1846 e foi batizada na igreja de SMP dois dias depois. Padrinhos: Caetano
Maria de Abreu Mosqueira e sua tia Bernarda, da Vila.
MACHADO,
Suzana Cristina. Filha de António Oliveira Machado e de Maria de Fátima
Perfeita de Barros. Nasceu na Vila de Melgaço a 19/12/1982. // Foi funcionária nas
Águas do Peso. Tinha o 12.º ano e Curso Termal.
MADURO
MADURO,
Mário Marques Ferreira. // Foi tesoureiro da Fazenda Pública em Melgaço na
década de cinquenta do século XX (ver
“Denúncia Caluniosa”, do Dr. José Joaquim Abreu, página 22). Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1005, de 16/12/1951: «Tomou
posse - no passado dia 10 do corrente - do cargo de tesoureiro da Fazenda
Púlica deste concelho o senhor Mário Marques Ferreira Maduro.»
MAGALHÃES
MAGALHÃES,
António (Padre). Filho de --------------- Gomes
de Abreu Magalhães e de -----------------------. // Foi capelão da SCMM muitos
anos. // Instituiu um vínculo para a capela de São Julião a 10/9/1755. //
Faleceu a 9/3/1756. // Tio de Boaventura Gomes de Abreu Magalhães.
MAGALHÃES,
António (Padre). // Foi pároco de Santa Cristina
de Arões, Guimarães, e provedor da Santa Casa da Misericórdia de Melgaço em
1765. // Ordenou o seu testamento a 10/9/1775 e morreu a 15/12/1775. // Era
irmão de João Gomes de Magalhães e sobrinho do padre Francisco Gomes de Abreu
Magalhães.
MAGALHÃES,
António. Filho de -------- Abreu Magalhães e de -------------------. // Morou
no lugar da Orada, Vila. // Faleceu solteiro, a 16/3/1834, sendo amortalhado em
hábito de S. Vicente, e sepultado na igreja matriz, na capela da Senhora do
Amparo, com ofício de corpo presente, além de 30 padres. // Nota: deve ser o senhor que em 1803 e
1819 foi juiz pela ordenação e vereador. // (ver OJM, de ACE, p. 132).
MAGALHÃES,
António Augusto. Filho de Rosa Cândida de Magalhães, solteira, costureira. N.m.
de Maria Miquelina Lourenço, solteira, ambas de SMP. Nasceu na Rua de Baixo a
24/6/1890 e foi batizado pelo padre Elias de Jesus Marques a 1/7/1890.
Madrinha: Lucinda Aurora Pinto, casada, doméstica, de SMP. // Faleceu a
27/8/1890.
MAGALHÃES,
António Caetano. Filho do Dr. João Caetano Gomes Abreu de Magalhães e de
Caetana Maria Isabel Abreu Soares, moradores no Campo da Feira. N.p. do
sargento-mor Jerónimo Gomes Magalhães Abreu e de Sabina Josefa Gomes de Abreu;
n.m. de Caetano de Abreu Soares, cavaleiro professo na Ordem de Cristo, e de
Caetana Maria Gomes de Abreu. Nasceu a 21/7/1780 e foi batizado na igreja de
SMP a 3 de Agosto desse ano. Padrinhos: Francisco António da Silva Abreu
Vasconcelos, de Ponte da Barca, e Andreza Gomes de Abreu, de Melgaço.
Testemunhas: Caetano José de Abreu Soares e o padre Caetano José de Abreu Cunha
Araújo, da Vila.
MAGALHÃES,
Bernardo Correia. // Foi contador e distribuidor do juízo de direito na comarca
de Melgaço. // O Diário do Governo n.º 185 (de 19/8/1882), publicita uma sua licença
por sessenta dias.
MAGALHÃES,
Boaventura. Filho natural de Paula de Abreu, do lugar da Barbosa, e de Pero
Gomes de Abreu [Magalhães], de São Julião. // Foi vereador mais velho e juiz
pela ordenação nos anos de 1770 a 1772, e 1776. // Foi o 1.º administrador do
vínculo da capela, instituído por seu tio paterno, padre António Gomes de
Magalhães.
MAGALHÃES,
Caetano Celestino. Filho de Jerónimo Luís Gomes Abreu Magalhães, capitão de
milícias do regimento dos Arcos, e de Rosa Caetana Soares Calheiros, de Galvão
de Baixo. N.p. do Dr. João Caetano Abreu Magalhães e de Maria Bárbara Morfi e
Puga; n.m. do Dr. Luís Soares Calheiros e de Rosa Maria do Souto Monteiro.
Nasceu a 12/10/1829 e foi batizado na igreja de SMP a 25 desse mês e ano.
Padrinhos: padre Caetano Celestino Soares Calheiros (representado
pelo avô paterno da criança) e Rosa Joaquina do Souto Monteiro, solteira, de Prado.
// Faleceu a 21/12/1830.
MAGALHÃES,
Carlota Cândida. Filha de Jerónimo Luís Gomes de Abreu Magalhães e de Rosa Caetana
Soares Calheiros. N.p. do Dr. João Caetano Gomes de Abreu Magalhães e de Maria
Bárbara Morfi Ervelle Gaioso de Puga; n.m. do Dr. Luís Soares Calheiros e de
Rosa Maria do Souto Monteiro. Nasceu na Vila a 9/12/1826 e foi batizada na
igreja de SMP a 17 desse mês e ano. Padrinhos: padre
Caetano Celestino Soares Calheiros e Antónia do Souto, tia da neófita. //
Faleceu na Rua da Calçada, vila de Melgaço, a 8/10/1878, no estado de solteira,
e foi sepultada no cemitério municipal. // Fizera testamento. // Proprietária.
MAGALHÃES,
Duarte Augusto. Filho de Joaquim Maria de Magalhães e de Marcelina Rosa da
Rocha e Sá, moradores na Vila. Neto paterno de Jerónimo Luís Gomes de Abreu
Magalhães e de Rosa Caetana Soares Calheiros, proprietários em Melgaço; neto materno
de Aires de Sá e de Maria Rosa Rodrigues, proprietários em Ceivães, freguesia
do extinto concelho de Valadares. Nasceu a 1/7/1867 e foi batizado na igreja de
SMP a 8 desse mês e ano. Padrinhos: o seu avô paterno e Delfina Augusta de Melo
e Chaves, viúva, da Vila de Valença do Minho. // Militou no Partido
Regenerador. // Tinha 26 anos de idade, era solteiro, empregado na Conservatória
da Vila de Melgaço, morava em São Julião, Vila, cujo Solar herdara, quando
casou na igreja de SMP, a 29/5/1894, com Sérgia Elvira, de 19 anos de idade, nascida
na Casa da Fraga, Alveios, a 24/6/1874 (*), residente no lugar da Serra, Prado,
filha de Luís Anguiano Rodrigues, proprietário, de Alveios, e de Rita Generosa
Gomes Pinheiro de Sousa Gama, proprietária, de Prado. Testemunhas: José Cândido
Gomes de Abreu e Aurélio Augusto Vaz, casado. // Em 1908 era secretário da
Administração do concelho (JM 716, de 9 de
Janeiro). // Em 1910 foi nomeado secretário da
Câmara Municipal de Melgaço, e Chefe da Secretaria, cargo que ocupou até à sua
aposentação. Substituiu Júlio de Lemos, que partira para Viana. // Foi diretor,
proprietário, administrador e editor do “Jornal de Melgaço”, por ele fundado a
1/12/1893. // Em 1912 fazia parte da Comissão Municipal do Partido Republicano
Evolucionista. // Também esteve ligado à pecuária, pois em 1917 a sua vaca
leiteira ganhou o 1.º prémio, no valor de 5$00, no concurso que decorreu na
feira do gado, inserida nas feiras francas (Correio
de Melgaço n.º 250, de 20/5/1917). // Em
1920 a sua esposa ofereceu um porco, o qual seria vendido em leilão à saída da
missa de domingo, constituindo o produto da venda uma ajuda para a festa em
honra de Santo António (JM 1283, de 28/3/1920). // Em 1932 reagiu mal a uma notícia inserta no Notícias
de Melgaço n.º 165, de 18/9/1932, a qual dava a conhecer ao público em geral
que o Estado não pagou as viagens aos mancebos que tinham ido a Viana
submeter-se à inspeção militar. Escreveu ele no Notícias de Melgaço n.º 166, de
25/9/1932, página 8: «A ignorância é muito atrevida. Vem isto a propósito de em
uma local inserta no número 165, do Notícias de Melgaço, se dizer que aos
mancebos que foram à Junta de Inspeção a Viana do Castelo ainda não foi pago o
subsídio de 6$00 que lhe devia ter sido dado pela sua deslocação apesar de
várias vezes solicitado ao funcionário competente, alegando-se que este deita
as culpas ao DRR 3 e que o chefe deste disse aos mancebos que esta falta é do
presidente e secretário da Comissão de Recenseamento! Só uma requintada má-fé,
ou uma grande ignorância, pode dar lugar a uma afirmação tão extravagante. É
certo que o decreto 21292 autorizava aquele subsídio, o qual foi requisitado em
tempo competente, mas também é certo que nunca foi recebido, como pode
provar-se com documentos. // Ora, nestas condições, como queriam os mancebos, e
o autor da estapafúrdia local, que se lhes abonasse tal subsídio? Por que em
Viana lhes disseram que o deviam receber? Estamos autorizados a declarar que
tal afirmação é completamente falsa e teve somente em vista torná-la pública
para melhor satisfazerem os seus interesses. Segundo a opinião do chefe do DRR
3 devia-se ter chamado imediatamente à responsabilidade quem produziu
afirmações de tal natureza para se apurar o que elas continham de verdade. Nós
porém, limita-nos a desmentir o facto, e a aconselhar o autor do escrito a que
seja mais cauteloso nas suas afirmações. Que interesse teriam, no DRR 3, em dizer
aos mancebos que viessem receber o subsídio de que se trata se ali se sabia
perfeitamente que não podia ser abonado? A ignorância é muito atrevida.» // O Secretário da
Comissão. Duarte de Magalhães. // Lê-se no Notícias de
Melgaço n.º 167, de 2/10/1932: «Resposta ao Sr. Duarte de Magalhães, secretário
da Comissão de Recenseamento Militar. Acerca do comunicado, com o título acima,
devemos dizer ao Sr. Duarte de Magalhães que a prosa que esvurmou no n.º 166
deste semanário parece saída de uma pessoa atacada de bílis e não de um
funcionário, que todo lo manda na Câmara –
recenseamento militar, recenseamento eleitoral, Misericórdia, etc., isto é um
super-homem! O senhor DM, popularmente conhecido por senhor Duarte, nome de um
rei que foi cognominado o “eloquente”, e de vários vultos da História, devia
ter mandado este semanário para o tribunal, pelas reclamações que a respeito do
subsídio aos mancebos foram feitos nos números 159, de 31 de Julho, e 165, de
18 de Setembro, a que faz referência no seu comunicado. A este jornal foi feita
queixa por vários mancebos de não terem recebido o subsídio e um nosso colaborador
redigiu a primeira notícia. Tempos depois nova queixa, mas desta vez, para
receberem, teriam de reclamar, que custando o papel selado 2$50 e 5$00 a quem
fizesse o requerimento, se viessem a receber ainda ficavam prejudicados em
1$50, além da perda de tempo. Em redor da queixa [pairavam] certas
considerações que nós lhes dissemos que eram descabidas, pois os funcionários
eram pessoas de bastante honorabilidade e prometemos nova (…) que teria
qualquer resposta. E fizemos a segunda notícia, a qual teve uma resposta nada
adequada ao caso. Não nos ocorre o nome de todos os reclamantes, mas aí vão
três, que melhor fixamos: Armando Dantas, da Vila; Manuel Almeida, da
Carpinteira, São Paio, e o senhor Manuel Alves, de Sorrego, Sante, pai de um
dos mancebos. Ora, senhor Duarte: o seu comunicado tem períodos e palavras que
parecem que alguém lhe quer tirar quaisquer direitos, e pouco corretas, pois
como funcionário devia solicitar providências para os [jovens] receberem o
subsídio previsto num decreto e, caso este tivesse sido revogado, declará-lo
publicamente, para conhecimento de todos [os interessados] de que não tinham
direito ao subsídio. A atenção e urbanidade devem ser o apanágio de todos os
funcionários públicos, porque o que reclamavam estava previsto num decreto.
Senhor Duarte, faça tratamento ao fígado, para que a bílis lhe não faça perder
as suas maneiras atenciosas, obrigando-o a desopilá-lo com a caneta para os
“lino tipes”.» // Aposentou-se, por limite de idade, em
1934 (NM 226, de 18/3/1934). Em Outubro desse ano foi nomeado vogal da Comissão Administrativa
da Câmara Municipal de Melgaço (NM 249, de
21/10/1934). // Depois da Ditadura Militar de
1926, ele, um homem que se dizia defensor da liberdade de expressão, tornou-se
adepto do regime corporativo! Por exemplo: em 1936 acolheu na sua Casa da
Calçada todos aqueles que se tinham manifestado contra o socialismo e o
comunismo, na Câmara Municipal, tendo como pano de fundo a guerra civil de
Espanha. Veio gente de Viana, de Monção, etc. // Era então provedor da Santa
Casa da Misericórdia de Melgaço. // Morreu na Calçada, Vila, a 9/7/1951. Lê-se
no Notícias de Melgaço n.º 985, de 15/7/1951: «No seu lindo solar da Calçada faleceu às primeiras horas do dia 9 do
corrente o senhor Duarte Augusto de Magalhães, antigo provedor da SCMM e
secretário aposentado da CMM. Não resistiu aos estragos causados pela provecta
idade, e inúteis foram os esforços da medicina para lha prolongar. O seu
funeral realizou-se no dia seguinte, tendo sido muito concorrido. À passagem do
féretro o comércio fechou as suas portas e as bandeiras do hospital da SCMM e
da CMM estiveram a meia haste. À sua viúva, Ex.ma Sr.ª D. Sérgia Anguiano de Magalhães,
a sua filha e a seu genro, Ex.ma Sr.ª D. Maria Higina de Magalhães e Sr. Dr.
Henrique Fernandes Pinto, aos seus netos e à demais família enlutada Notícias
de Melgaço apresenta sentidas condolências.» // A sua viúva morreu em
Lisboa, a 5/4/1956, mas ambos foram sepultados em jazigo de família no
cemitério de Melgaço. /// (*) O Dr. Augusto César Esteves escreveu que ela nascera na Casa
da Serra, Prado (ver “O Meu Livro das Gerações Melgacenses”, volume II, página 99).
MAGALHÃES,
Eva Maria Cândida. Filha de ----------- Magalhães e de ----------------------
Araújo. Nasceu em --------------, a 4/12/1925. // Veio para Melgaço na década
de quarenta, na companhia de sua mãe e de seu pai, tenente, o qual fora nomeado
comandante da Guarda-Fiscal no Quartel de Melgaço. // Neste concelho raiano
apaixonou-se por Alfredo Esteves Pereira, conhecido por “Alfredo Pandulho”,
mais velho do que ela, pobre, pois exercia na altura, salvo erro, a profissão
de barbeiro na Vila, com quem casou a 24/12/1945. Arrendaram uma casa nas
Carvalhiças, para onde foram morar. // O seu marido no ano seguinte foi nomeado
oficial de diligências. // Desse matrimónio tão inesperado vieram ao mundo duas
meninas: Paulina Antonieta, nascida em Janeiro ou Fevereiro de 1947, e
Duartina, nascida em Julho de 1951. // O seu marido a partir de certa altura
começou a abusar do álcool e acabou por morrer a 17/1/1971, com 54 anos de
idade. // Ela ficou com uma pequena pensão, foi-se aguentando como pôde,
vendendo umas aves, cultivando uma pequena horta, enfim, lutando pela
sobrevivência. Entretanto as filhas casaram e foram com os maridos para França,
possibilitando-lhe uma vida melhor. // Em 1994 deu uma queda grave quando
descia as escadas do Mercado Municipal, sendo de imediato transportada para o
hospital de Viana, verificando-se que tinha sofrido fractura da coluna
vertebral (VM 1012).
// Faleceu na Vila a --/--/2020, com 94 anos de
idade (A Voz de Melgaço n.º 1443, de 1/X/2020). // Nota: desconheço se os pais dela aceitaram este casamento, mas
penso que não.
MAGALHÃES,
Francisco (Padre). // Deve ser filho de António
Gomes de Abreu, tabelião da Vila e termo de Melgaço, e de Jerónima Gomes de Magalhães
(ver O Meu Livro das Gerações Melgacenses, de ACE, volume II, p.78). // Paroquiou
Barbeita e foi provedor da SCMM em 1732. // Justificou a sua nobreza em 1736,
sendo-lhe concedida carta de armas, cujo brasão se podia ver na casa que foi
sua ao cimo da Praça da República, Vila. // Foi ele que instituiu o morgadio
dos Chãos. // Faleceu a 10/1/1765.
MAGALHÃES,
Francisco Luís. Filho de Maria Joaquina de Magalhães, da Vila, e do padre Francisco Manuel Álvares
(Azevedo), natural de Chaviães. Nasceu na Vila a --/--/18--. // Foi para
o Brasil e por lá morreu.
MAGALHÃES,
Francisco Manuel. // Casou com Maria da Agonia. // Morou na Vila, intramuros.
// Faleceu a 27/7/1807.
MAGALHÃES,
Higina Cândida. Filha de Joaquim Maria de Magalhães e de Marcelina Rosa da
Rocha e Sá, moradores na Vila. N.p. de Jerónimo Luís Gomes de Abreu Magalhães e
de Rosa Caetana Soares Calheiros; n.m. de Aires da Rocha e Sá e de Maria Rosa
Rodrigues. Nasceu a 11/1/1864 e foi batizada na igreja a 20 desse mês e ano. Padrinhos:
Bernardo António de Sousa e Castro, proprietário, de Remoães, e Carlota
Cândida, solteira, tia paterna da batizanda. // Tinha 24 anos de idade, era
solteira, morava na Vila de Melgaço, quando casou na igreja de SMP a 27/9/1888
com o seu parente no 3.º grau de consanguinidade, José Joaquim, de 32 anos de
idade, solteiro, proprietário (brasileiro de Belém
de Pará), filho de Manuel Tomaz de Magalhães e
de Jerónima Luísa Alves, proprietários, de Chaviães. Testemunhas: JCGA e
Luís Camilo Gomes de Abreu, solteiros, proprietários. // Faleceu pelas 12 horas
de 7/3/1937 na sua casa da Praça da República, Vila, no estado de viúva (NM 346, de 14/3/1937).
MAGALHÃES,
Hugo José. Filho de José Alberto Passos Magalhães, proprietário de um Café, e
de Maria da Conceição Quintela Alves, professora do Ensino Secundário. //
Recebeu o batismo na igreja do convento das Carvalhiças a 19/4/1998, domingo de
pascoela, juntamente com os primos gémeos, Marcelo e Sofia Quintela Alves.
Padrinhos do Hugo José: Clementina de Passos Magalhães e José Augusto Esteves,
tios do batizando. O almoço foi servido no restaurante Inês Negra.
MAGALHÃES,
Jerónimo. // Fidalgo da Casa Real. // Em 1737 era juiz pela ordenação e
vereador mais velho. // Foi capitão e depois sargento-mor das ordenanças da
Vila. // Era também procurador da Casa de Bragança em Melgaço. // (ver OJM, de
ACE, p.p. 128 e 132). // Foi ele quem aformoseou o Solar da Calçada com brasão
de armas. // Casou com Sabina Gomes de Abreu. // (ver O Meu Livro das Gerações
Melgacenses, volume II, p.p. 60 a 63).
MAGALHÃES,
Jerónimo José. Filho de Jerónimo Gomes Abreu Magalhães e de Sabina Gomes de
Abreu. // Foi morgado da Quinta da Calçada e 2.º administrador da capela de S.
Julião. // Casou em 1762 com Teresa Joaquina Rosa, filha de António José de
Sousa Cirne Vasconcelos e de Tomásia Melo Almada e Lima Vasconcelos, moradores
na Casa e Quinta do Paço, e Senhores dos Montes Livres, na freguesia de Santa
Maria de Silvares e Santa Eulália, em Guimarães. // Em 1775 tinha a patente de
capitão-mor das ordenanças. Nesse ano, a 7 de Outubro, foi padrinho de Maria
Teresa Almeida, nascida na Vila a 1 desse mês. A madrinha foi a sua esposa.
Moravam na Quinta de São Julião. // Nota:
deve ser o mesmo senhor que era cavaleiro professo na Ordem de Cristo; morava
na Calçada, onde faleceu a 16/12/1813, casado, sendo sepultado na igreja do
convento das Carvalhiças, com testamento.
MAGALHÃES,
Jerónimo Luís. Filho de João Caetano Gomes de Abreu Magalhães, viúvo, e de Maria
Bárbara Morfi Ervelle Gaioso de Puga, residentes no Campo da Feira, SMP. N.p.
de Jerónimo Gomes de Magalhães e de Sabina Gomes de Abreu; n.m. de Sefíbio
Morfi de Ervelle e Silva e de Joaquina Ervelle Gaioso de Puga, espanhóis. Nasceu
na Vila a 10/3/1796. // Em 1829 era capitão de milícias do regimento dos Arcos
de Valdevez. Nesse ano foi admitido na Confraria das Almas de Prado. // Por
alvará de 24/3/1830 foi nomeado Escudeiro Fidalgo da Casa Real, com 450 réis de
moradia por mês, e juntamente Cavaleiro Fidalgo, com mais 300 réis de moradia e
um alqueire de cevada segundo a ordenança. // Foi o último administrador do
morgado dos Chãos. // Tornou-se sectário de D. Miguel, mas depois, no regime
liberal, chegou a administrador do concelho. // Diz-nos o Dr. Augusto César
Esteves (O Meu Livro das Gerações Melgacenses, vol. II, p. 96) que tinha «génio
irascível.» // Casou na igreja de Remoães a 21/11/1825 com Rosa Caetana, filha
do Dr. Luís Soares Calheiros e de Rosa Maria do Souto Monteiro, de Galvão de Baixo,
SMP. Testemunhas: Manuel José Monteiro, de Remoães, e Rosa Joaquina
----------, de Leiros, Prado. // A sua esposa faleceu em Galvão de
Baixo, onde moravam, a 11/12/1830 «em
consequência do trabalho de parto de sua filha Maria Carolina.» // Casou em
segundas núpcias, a 27/5/1840, com Maria Delfina, filha de Luís Caetano de
Sousa Gama e de Maria Antónia, moradores na Casa da Serra, Prado. // Do 2.º
matrimónio não houve filhos. // Faleceu na Quinta de São Julião de Baixo, Vila,
a 8/10/1877, e foi sepultado no cemitério municipal.
MAGALHÃES,
Jerónimo Luís. Filho de Joaquim Maria Gomes de Abreu Magalhães e de Marcelina
Rosa da Rocha e Sá, moradores na Calçada, SMP. N.p. de Jerónimo Luís Gomes de
Abreu Magalhães e de Rosa Caetana Soares Calheiros, da Casa da Calçada; n.m. de
Aires da Rocha e Sá e de Maria Rosa Rodrgues, moradores em Ceivães, freguesia
do extinto concelho de Valadares. Nasceu a 17/1/1859 e foi batizado a 23 desse
mês e ano. Padrinhos: o avô paterno, tocando por madrinha o avô materno. // Era
empregado das Obras Públicas, solteiro, morava na Calçada, quando morreu, a
31/8/1881, com apenas 22 anos de idade; foi sepultado no cemitério
público.
MAGALHÃES,
João. // Foi o 1.º administrador do morgadio dos Chãos. // Casou a 1/11/1693
com Constança Mendes, filha do capitão António Rosa Araújo. // Era irmão do
padre António Abreu Magalhães e sobrinho e herdeiro do padre Francisco Gomes
Abreu Magalhães.
MAGALHÃES,
João Caetano (Dr.) Filho de Jerónimo Gomes de Magalhães e da sua 2.ª esposa,
Sabina Gomes de Abreu. N.p. de António Gomes de Abreu e de Jerónima Gomes de
Magalhães; n.m. de Manuel Esteves da Costa e de Isabel Gomes de Abreu. Nasceu
na Vila, SMP, a 1/2/1744. // Tirou o Curso de Direito na Universidade de
Coimbra. // Foi Cavaleiro Fidalgo da Casa Real e administrador do Morgadio dos
Chãos. // Em 1782 residia no Campo da Feira de Dentro. Era sargento-mor das
ordenanças de Melgaço. // Ainda solteiro, gerou filhos em duas raparigas: em
Maria Josefa Teixeira gerou a Francisco Manuel; e em Escolástica Maria de
Araújo gerou a Manuel Luís, que foi mais tarde perfilhado pelo pai. // Casou em
primeiras núpcias a 6/2/1780 com Caetana Maria Isabel Soares. Moraram no CFD e
mais tarde em Galvão de Baixo. Essa senhora faleceu a 11/2/1787. Tiveram um
filho: António Caetano, nascido a 21/7/1780, o qual morreu criança. // Casou em
segundas núpcias com Maria Bárbara, galega, de Santiago de Compostela, filha de
Sefíbio (ou Secílio) Morfi de Ervelle e Silva e de Joaquina Ervelle Gaioso de
Puga. Viveram, na companhia um do outro, mais de trinta e cinco anos, primeiro em
Galvão, na casa que mais tarde seria de Gaspar Oliveira Figueiredo, e depois no
campo da Feira, na casa armoriada, que fora de seu tio-avô, padre Francisco
Gomes de Abreu. // Foi ele o herdeiro de seu irmão Jerónimo José. // Em 1808
era vereador e juiz pela ordenação (OJM, de ACE, p. 132). // Era sargento-mor
reformado quando faleceu, na Vila, a 28/11/1829, casado, sendo amortalhado em
hábito de São Vicente e sepultado na capela-mor do convento da Senhora da
Conceição, sito nas Carvalhiças, como determinou em seu testamento; teve ofício
de corpo presente com mais 40 padres.
MAGALHÃES,
João Fernando Fernandes (Dr.) // Lê-se no Notícias de Melgaço n.º 1442, de 29/7/1962:
MAGALHÃES,
Joaquim Maria. Filho de Jerónimo Luís Gomes de Abreu Magalhães e de Rosa
Caetana Soares Calheiros. N.p. do Dr. João Caetano Gomes de Abreu Magalhães e
de Maria Bárbara Morfi Ervelle Gaioso de Puga; n.m. do Dr. Luís Soares
Calheiros e de Rosa Maria do Souto Monteiro. Nasceu a 2/3/1826 (segundo o Dr.
Augusto César Esteves) e em 1827 ou 1828 (segundo o arquiteto Luís de Magalhães
Fernandes Pinto e Professor Dr. Armando Barreiros Malheiro da Silva). // Proprietário.
// Casou em Ceivães, Valadares, com Marcelina Rosa, proprietária, filha de
Aires da Rocha e Sá, comerciante, e de Maria Rosa Rodrigues. Viveram na Quinta
de São Julião de Baixo e no Campo da Feira de Dentro. // Faleceu na Rua do Campo
da Feira, SMP, a 9/9/1878 (o Dr. ACE escreveu
que ele falecera a 9/9/1899 – ver “O Meu Livro das Gerações Melgacense”, vol.
II, p. 99). // A sua viúva morreu em São Julião
de Baixo, a 17/5/1905, com 85 anos de idade, sem sacramentos, sem testamento, e
foi sepultada no cemitério municipal de Melgaço. // Pai de Duarte Augusto de
Magalhães.
MAGALHÃES,
José Alberto (Bimbas).
Filho de --------- Magalhães e de ---------- Passos. Nasceu em Monção a
--/--/19--. // Veio viver para Melgaço, tendo-se tornado sócio da Pastelaria e
Salão de Chá “Palidó”. // Em 1991 ganhou o campeonato de bilhar (snooker),
disputado no Café “A Cova do Leão”, sito na Vila, no qual participaram cerca de
50 pessoas. O prémio foi uma bicicleta especial de montanha, no valor de
50.000$00. // Casou com a professora do Ensino Secundário, Maria da Conceição,
filha de Manuel José Alves e de Julieta da Conceição Quintela, residentes na
Vila de Melgaço. // Tomou de trespasse o Café J. Lima, sito na Loja Nova,
propriedade de Júlio João dos Santos Lima. // A sua esposa deu à luz em 1997,
na maternidade Júlio Diniz, Porto, um menino (VM
1076).
MAGALHÃES,
Jovita Cândida. Filha de José Joaquim Alves de Magalhães, de Chaviães, e
de Higina Cândida Magalhães, de SMP, proprietários. N.p. de Manuel Tomaz
Magalhães e de Jerónima Luísa Alves, de Chaviães; n.m. de Joaquim Maria
de Magalhães, da Vila de Melgaço, e de Marcelina Rosa da Rocha e Sá, de
Ceivães, Monção. Nasceu na Rua da Calçada a 20/9/1889 e foi batizada na igreja
de SMP a 17 de Outubro desse mesmo ano. Padrinhos: JCGA e invocou-se por madrinha
a Senhora do Rosário, tocando com a coroa Luís Camilo Gomes de Abreu, solteiro,
proprietário, da Vila. // Faleceu na Casa da Calçada a 1/11/1889.
MAGALHÃES,
Manuel (Dr.) Filho de José Pinto da Cunha e de Maria Rita da Conceição de Melo.
Nasceu em Meinedo, Lousada, a --/--/18--. // Veio para Melgaço como médico
municipal (2.º partido), tomando posse a 18/6/1915, sexta-feira, auferindo o
ordenado anual de 400$00 (Correio de Melgaço n.º 176, de 28/11/1915). // Fixou
a sua residência na sede do concelho. // Segundo o Correio de Melgaço ele
recusou-se a ir ao hospital depois da meia-noite de 3/2/1916 ver Ana Joaquina
da Lama, que ficara bastante queimada no incêndio que deflagrara na sua casa da
Assadura. // A 6/8/1916 foi eleito membro da Comissão Venatória concelhia (CM
211). // Partiu para Lisboa no verão de 1917 a fim de cumprir o serviço militar
como médico miliciano (ver JM 1172, de 25/8/1917, e JM 1196, de 23/2/1918), mas
pouco tempo por lá permaneceu, voltando para Melgaço. // Faleceu nesta Vila a
19/10/1918, com apenas 35 anos de idade, solteiro, devido à epidemia
bronco-pneumónica que grassou nesse ano, mas foi sepultado no jazigo de família
em Felgueiras (JM 1227, de 22/11/1918, e JM 1265, de 5/10/1919). // Um ano
depois da sua morte o Dr. Augusto César Esteves presta-lhe uma merecida
homenagem. Às tantas pergunta: «que importava
ao seu comodismo que esta casa ou aquela fosse um foco perigoso, um foco de
evitar, se lá dentro, acariciado pelas asas da morte, jazia um ente humano, que
era preciso arrancar às Parcas?» // (ver Jornal de Melgaço n.º 1267, de
19/10/1919). // A 20/10/1920 morreu seu pai (JM 1269).
MAGALHÃES,
Manuel Luís (*). Filho natural do bacharel João Caetano Gomes de Abreu
Magalhães, de São Julião de Baixo, Vila de Melgaço, e de Escolástica
Maria de Araújo, solteira, da Orada, SMP. N.p. de Jerónimo Gomes de
Magalhães e de Sabina Gomes de Abreu, da Calçada, SMO; n.m. de Jerónimo Gomes e
de Ângela de Araújo, da Orada. // Casou na igreja de Rouças a 9/12/1813, na
presença do padre Inácio Luís Pereira de Castro, reitor de Riba do Mouro (São
Pedro), termo de Valadares, com a sua parente no 3.º grau de consanguinidade,
Antónia Joaquina, filha de António José Pinheiro de Castro e de Maria Gertrudes
de Abreu Magalhães, do lugar de Requeijo, Rouças; neta paterna de Francisco
Pinheiro de Castro e de Ângela Custódia de Sousa, do dito lugar, e neta materna
de Diogo de Abreu e de Jerónima de Araújo, do lugar da Orada, SMP. Testemunhas:
o pai do noivo; e João António de Abreu Cunha Araújo, capitão-mor de Melgaço; e
ainda o padre António José de Abreu, abade de Cristóval. /// (*) Foi perfilhado pelo pai.
MAGALHÃES,
Maria Angélica. Filha adulterina, por declaração da mãe, Maria Angélica
Magalhães, casada com Luís Manuel Gonçalves, moradores que foram no lugar do
Cruzeiro, Chaviães. N.p. de avós incógnitos; n.m. de José Caetano de Magalhães,
nascido no Campo da Feira, Melgaço, e de Francisca de Cardenes, de Ourense,
depois moradores no Cruzeiro de Chaviães. Nasceu em São Julião, Vila, a
18/9/1869, e foi batizada a 26 desse mês e ano. Madrinha: Maria Agostinha
Gomes, solteira, da Corga, Vila. // A 8/5/1872 a sua mãe, no estado de viúva e
pobre, apresentou a criança ao presidente da Câmara Municipal, Luís Vicente
Gomes Pinheiro, que a aceitou no hospício até Setembro de 1876, mediante
acórdão camarário, ficando registada no livro dos expostos sob o n.º 283. //
Nesse dia 8/5/1872 foi entregue à ama de seco, Benta Gonçalves, da Assadura,
Vila. // A 29/9/1876 findou a época de criação, e a Câmara entregou-a a seu tio
materno, Manuel Tomaz de Magalhães, natural de Chaviães, com ofício ao
Juízo Orfanológico de 30/9/1876. // Sem mais notícias.
MAGALHÃES,
Maria Carolina. Filha de Jerónimo Luís Gomes de Abreu Magalhães e de Rosa
Caetana Soares Calheiros, moradores em Galvão de Baixo. N.p. do Dr. João
Caetano Abreu Magalhães e de Maria Bárbara Morfi Puga; n.m. do Dr. Luís Soares
Calheiros e de Rosa Maria Souto Monteiro. Nasceu a 6/12/1830 e foi batizada em
casa pelo padre Caetano Celestino Soares Calheiros, tio da neófita, por a
criança se achar em perigo de vida. Recebeu os santos óleos na igreja no dia
seguinte. Padrinhos: o sacerdote batizante e Antónia Maria do Souto Monteiro,
bis-tia da batizanda. // Nota: a sua
mãe morreu quando a deu à luz.
MAGALHÃES,
Maria Gertrudes. Filha de Jerónimo Gomes Abreu Magalhães e de Sabina Gomes de
Abreu. Nasceu a --/--/17--. // Professou no convento de Santa Clara de
Trancoso.
MAGALHÃES,
Maria Higina. Filha de Duarte Augusto de Magalhães, da Vila de Melgaço, e de
Sérgia Elvira Anguiano Rodrigues Gomes Pinheiro, de Alveios, Tui, moradores na
Quinta de São Julião, Vila. Neta paterna de Joaquim Maria de Magalhães e de
Marcelina Rosa da Rocha e Sá; neta materna de Luís Anguiano Rodrigues e de Rita
Generosa Gomes Pinheiro de Sousa Gama. Nasceu em São Julião a 28/4/1904 e foi
batizada na igreja de SMP a 11 de Maio desse ano. Padrinhos: José Cândido Gomes
de Abreu, casado, comerciante, e Higina Cândida de Magalhães, casada,
proprietária. // A 1/7/1914 fez exame do 1.º grau na escola Conde de Ferreira,
obtendo a classificação de «ótima»;
estudava no colégio Nossa Senhora de Lurdes, sito na Vila, dirigido por Maria
das Dores Teixeira da Costa. // A 10/8/1917 fez exame do 2.º grau, passando com
distinção (JM 1170, de 11/8/1917). // Casou na CRCM a 27 e a 29/4/1927, na capela da Orada,
com o Dr. Henrique, nascido em Melgaço a 22/7/1898, filho do Dr. Manuel
Fernandes Pinto, de Mazedo, Monção, delegado do Procurador Régio na comarca de
Melgaço, e de Ludovina Amélia da Rocha Gonçalves, de Santos-o-Velho, Lisboa. //
Ambos os cônjuges faleceram na Vila de Melgaço: o marido a 17/11/1964 e ela a
8/7/1977. // Com geração.
MAGALHÃES,
Maria Joaquina. Filha do Dr. João Caetano Gomes de Abreu Magalhães, de Melgaço,
e de Maria Bárbara Morfi Ervelha Gaioso de Puga, de São Senjo, Santiago,
Galiza. Neta paterna de Jerónimo Gomes de Magalhães e de Sabina Gomes de Abreu;
neta materna de Sefíbio Morfi Ervelle e Silva e de Joaquina Ervelle Gaioso de
Puga. Nasceu a 2/11/1791 e foi batizada a 7 desse mês na igreja de SMP pelo
padre Manuel Ferreira Lopes, pároco de Santa Eulália de Valadares, com licença
do padre Manuel Pedro Loné, abade na Vila de Melgaço. Padrinhos: o sacerdote
batizante e Mariana Gertrudes de Magalhães e Abreu, e ao sacramento assistiu o
capitão-mor, Luís Caetano de Sousa Gama, com procuração. // Ainda novita,
enamorou-se de um estudante de Teologia, Francisco
Luís Álvares, natural de Chaviães, de quem teve dois filhos:
Maria Joaquina e Francisco Luís. // Faleceu com apenas 36 anos de idade e solteira.
// (ver “À la Recherche de mes Racines”, p.p. 94 e 95, e “O Meu Livro das
Gerações Melgacenses”, II volume, p.p. 127 e 128).
MAGALHÃES,
Maria Joaquina. Filha de Maria Joaquina de Magalhães, natural da Vila, e do padre Francisco Luís Álvares, natural
de Chaviães. Neta paterna de Miguel Caetano Álvares e de Antónia Maria de
Araújo Azevedo Gomes (Poderé); neta materna do Dr. João Caetano Gomes de Abreu
Magalhães e de Maria Bárbara Morfi Ervelha Gaioso de Puga. Nasceu na Vila de Melgaço
por volta de 1810. // Proprietária. // Casou com Manuel António Pereira de
Castro. // Residiu na Quinta de Eiró, Rouças. // Faleceu a 28/1/1895, no lugar
e Quinta de Eiró, com todos os sacramentos, com 85 anos de idade, no estado de
viúva, sem testamento, com dois filhos vivos: Bernardo António e de Maria
Joaquina Pereira de Castro, e foi sepultada no cemitério de Rouças.
MAGALHÃES,
Maria Joaquina. Nasceu (exposta) em SMP. // De serviço doméstico. // Casou com
Francisco [Joaquim] Esteves. // Apareceu morta na sua casa da Rua da Calçada, Vila,
a 3/2/1906, com 61 anos de idade (*), viúva, sem testamento, e foi sepultada no
cemitério municipal. // Com geração. /// (*) Tinha mais idade do que essa (ver a sua filha, Felisbela Cândida
Esteves).
MAGALHÃES,
Maria do Nascimento. Filha de --------- Magalhães e de ---------------------.
Nasceu a --/--/19--. Em 1913 frequentava a escola do ensino doméstico; no verão
desse ano fez exame do 1.º grau, obtendo a classificação de «ótima» (Correio de Melgaço n.º 59). // A
17/8/1915 fez exame do 2.º grau na escola Conde de Ferreira, ficando aprovada
(CM 162, de 22/8/1915).
MAGALHÃES,
Maria Teresa. Filha de Francisco Manuel de Magalhães, da Vila de Melgaço, e de
Maria da Agonia Vilar, de Viana, moradores intramuros. N.p. de Maria Josefa,
solteira, melgacense; n.m. de João Rodrigues Vilar, de São João de Longos
Vales, e de Inocência Rosa, de Viana. Nasceu na Vila a 22/5/1794 e foi batizada
na igreja de SMP pelo padre Caetano José Abreu Cunha Araújo, pároco de Chaviães.
Padrinhos: o sacerdote batizante e Constança Teresa, viúva, melgacenses. //
Morreu em sua casa, sita na Rua da Calçada, Vila, a 25/5/1876, com 82 anos,
viúva de Jerónimo José Rodrigues Araújo, e foi sepultada na igreja do extinto
convento das Carvalhiças. // Deixou filhos. // Segundo o padre, ela era
mendiga!
MAGALHÃES,
Mariana Gertrudes. Filha do Dr. João Caetano Gomes de Abreu Magalhães,
melgacense, e de Maria Bárbara Morfi de Puga, de São Senjo, Santiago de
Compostela, Galiza. N.p. de Jerónimo Gomes de Magalhães e de Sabina Gomes de
Abreu; n.m. de Secílio Morfi de Elvalle e Silva e de Joaquina Ervella Gaioso de
Puga. Nasceu na Vila a 16/3/1794 e foi batizada na igreja de SMP pelo padre Manuel Pedro Loné, pároco da freguesia, a 26
desse mês. Padrinhos: Jerónimo José Gomes de Magalhães, de Melgaço, e Josefa Morfi,
moradora em São João de Longos Vales. Testemunhas: José de Melo Menezes
Palhares e Manuel Francisco Fernandes. // Casou na igreja de SMP a 7/10/1824
com Tomás António Gomes de Abreu, da Calçada. // Moraram no Campo da Feira de
Dentro. // Faleceu a 18/7/1834, casada, foi amortalhada em hábito de freira e
sepultada na igreja matriz com ofício de corpo presente de 20 padres. // Fizera
testamento. // É mãe de José Cândido Gomes de Abreu, entre outros. // Nota: o seu viúvo voltou a casar, a
30/6/1851, desta vez com Maria Vitória, viúva de Domingos José Gonçalves, da
Vila, filha de Felícia Marques, de Soutomendo, Fiães. Deste segundo
matrimónio não houve filhos.
MAGALHÃES,
Pero. Filho de ---------- Gomes Abreu Magalhães e de ----------------------.
Nasceu a --/--/1615. // Casou com Ana Gomes, de Cavaleiros, Rouças. //
Foi juiz mais velho e juiz pela ordenação nos anos de 1657, 1677, e 1680. //
Também exerceu o cargo de provedor da SCMM em 1672. // Morou no Viso, Chaviães.
// Pai de António, casado com Joaquina Gomes de Magalhães.
MAGALHÃES,
Rosa Joaquina. Filha natural de José Caetano Magalhães e de Francisca Caetana
Domingues. N.p. do Dr. João Caetano Gomes de Abreu Magalhães. Nasceu em
------------, a --/--/1---. // Casou com Diogo Manuel Soares.