sábado, 27 de novembro de 2021

OS NOVOS LUSÍADAS 


Continuação de 29/08/2021.



23

 

No tempo do rei Dom João terceiro,

Os lusos foram à Nova Guiné,

Queriam conhecer o mundo inteiro,

Imbuídos de garra e louca fé…

Buscavam a fama, algum dinheiro,

Pimenta, canela, o bom café.

Na mão transportavam a dura cruz

Os arautos do sonhador Jesus.


24

 

Atingiram as costas do Japão,

Conquistaram as ilhas Molucas…

Celebes, Sonda, são de Dom João,

As ondas do mar tornam-se eunucas.

Misturam realidade e ficção,

Como o evangelho de São Lucas.

Ai quem nos dera a nós lá estar

Para ver na praia o barco zarpar.

 

25

 

Cada viagem é uma aventura,

Cada naufrágio uma desgraça;

Navegam entre coragem… loucura,

Entre o grave-sério e a chalaça. 

Morrem de fome, sede, de secura,

Na conquista de Quíloa e Mombaça.

E para prolongar a imensa dor

Combatem por Cochim e Cananor. 

 

26

 

Escorbuto, malária, mil doenças,

Atingem nossos nautas ferozmente…

Rezam-se missas, reforçam-se crenças,

Mas cada dia falece mais gente...

Os que restam já sonham gordas tenças.

O rei, no seu trono, está contente... 

E antes que a parca a todos mate

Tocam os grandes sinos a rebate.


27

 

Perderam-se cem naus, muitas caravelas,

Os marinheiros que as pilotavam;

Por sua alma queimam-se tantas velas!

Choram-se as pessoas que se amavam...

Crentes oram nas igrejas… capelas,

Viúvas de dor e raiva gritavam.

O astro-luz do ar desaparece…

O povo lança-se ao chão numa prece.

 

28

 

E assim o bei ganhou eterna fama

À custa dessas vidas por cumprir;

Morreram no alto mar, longe da cama,

Em sofrimento atroz… a bramir.

E quantos tombaram na suja lama,

Para o anjo da morte bem nutrir.

Os deuses assistiram à matança,

Mas ficaram em paz, em segurança.

 

29

 

Gaspar Real topou a Terra Nova,

 João da Nova, Ascensão e Helena.

Aqui e ali levavam dura sova,

A tripulação ficava mais pequena.

O mar profundo era a sua cova,

Todos choram aquela triste cena.

Só resta àquela gente a ilusão,

Forte ânimo, o braço do capitão.


30

 

Pra provar a redondeza da Terra

Magalhães fez uma longa viagem.

Não quis saber de lutas ou de guerra,

Ocupou-se mais do tempo, da aragem.

Mas destino, que tudo em si encerra,

Despojou-lhe a vida, pô-lo à margem!

Pereceu cangado pelo sucesso,

Não permitindo assim o seu regresso.

 

31

 

Ficou vaidoso, o rei espanhol,

Apesar de voltar só uma nau.

Julgou-se um deus, o próprio sol...

Os mortos nem valiam a cruz tau.

Untou-se com óleo de girassol,

Deixou crescer a barba, o bisnau;

E para esconjurar todo o mal

Fez erguer uma bela catedral.

 

32

 

Santo, herói, Sebastião d’Elcano,

Por completar vivo a volta ao mundo;

Recebe propriedades, o magano, 

Títulos, uma arca de ouro, sem fundo; 

Tornou-se déspota, senhor tirano,

Espírito altivo, corpo rotundo…

E pra que fosse eterna sua fama

Dizia-se igual ao nosso Gama!


33

 

Francisco de Almeida fez História…

Da “Índia” foi primeiro vice-rei;

Encheu os pulmões de fama e glória,

Orgulho de Portugal, sua grei…

Não passava contudo de vanglória,

Esquecendo moral, a própria lei.

Cochim, Angediva, e Cananor,

São sinónimo de morte e de dor.

 

 34

 

No reinado de Dom João terceiro

Nasce a malquista Santa Inquisição.

O pobre herege era o primeiro

A cair na teia da organização.

E no chamado dia derradeiro

Ia à fogueira o judeu e o cristão!

Em nome da douta igreja católica

Derribava-se a bruxa melancólica.

 

35

 

Albuquerque, o guerreiro temível,

Segundo vice-rei, conquistador,

Qual Alexandre, forte, terrível,

Torna-se da guerra o grão senhor,

O soldado perfeito, invencível,

Dando ao rei título de imperador.

E para que o mundo não o esqueça

Ergueram-lhe estátua por promessa.


36

 

Malaca, Ormuz, a formosa Goa,

Passam a ser do reino português.

Foram orgulho da real coroa,

Mais importantes do que Ceuta e Fez.

          Estas praças, tão longe de Lisboa,

Tornam-se lusas como o rio Vez.

E para que haja absoluta certeza

Semeiam lá a língua portuguesa.

 

37

 

O Lopo Soares de Albergaria,

Homem de armas, terceiro vice-rei,

Devoto da mãe de Jesus, Maria,

Em Ceilão impõe a força, sua lei,

Feita de espada, de vil tirania;

E mais o que ele fez, nem eu sei.

Que interessa Colombo conquistar

Se logo depois a vai entregar?

 

38

 

Tomam a fortaleza de Safim,

À cabeça Diogo de Azambuja…

Mas que malta tão afoita e ruim,

Que faz que aquela boa gente fuja. 

Roubaram pimenta, ouro, marfim…

Eis a bestial festa da maruja!

E para que mais nada reste

Deixaram lá escorbuto e peste.

 

39

 

E diziam-se eles homens cristãos,

Aquelas verdadeiras feras à solta;

Os olhos vítreos, sujas as mãos,

Sempre em pé de guerra, em revolta.

Matavam por prazer, os cidadãos

Daquelas pobres terras ali à volta.

Não tinham pena, dó, nem consciência,

Cultivavam no lazer a violência. 


// continua...


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NOTA: - Se alguém estiver interessado em adquirir este livro pode faze-lo nas livrarias de Melgaço e de Braga. Eu posso enviá-lo pelo Correio. O preço é de oito euros mais a despesa de envio, aproximadamente dois euros. 

quinta-feira, 25 de novembro de 2021

 

GENTES DO CONCELHO DE MELGAÇO

 

LAMAS DE MOURO

 

 

Senhor Adílio de Jesus Pereira. Atendendo ao seu pedido, eis-me a rever minuciosamente os registos paroquiais (*), além de outros documentos, a fim de o esclarecer acerca de algumas dúvidas que as pequenas biografias lhe suscitaram. Cheguei à triste conclusão que o padre, ou alguém que colaborava com ele, errou quando preencheu os dados da criança (ou crianças) no livro dos batismos; esses erros chegaram até nós. Quanto a isso, poderemos fazer alguma coisa? Duvido, mas pelo menos tentámos. Envio-lhe micro biografias de alguns dos seus parentes, na tentativa, talvez vã, de arrumar a “casa”. Concentre-se em Clara Pereira, filha de António Pereira e de Ana Domingues. Casou com Domingos José Rodrigues, o qual morreu em Madrid na década de 50 do século XIX; ficou viúva ainda jovem, com uma filha, Teresa Caetana Rodrigues, nascida a 27/1/1855. Esta menina deve ter sido filha única do casal. // No que diz respeito a Teresa Rodrigues, que faleceu a 18/5/1884, com 50 anos de idade, penso que o nome dos seus pais não está certo, mas eu não posso alterar o que consta nos registos. Se é erro, teremos de viver com ele. Portanto, Teresa Rodrigues e Teresa Caetana Rodrigues, não são, eu diria obviamente, irmãs, talvez fossem parentes, quem sabe? /// (*) Quero aqui lembrar-lhe que a freguesia de Lamas de Mouro foi inserida no concelho de Melgaço no ano de 1855, juntamente com Castro Laboreiro e outras freguesias; daí eu apenas tratar de registos de pessoas que nasceram, ou faleceram, depois de Outubro desse ano de 1855. Como sabe, ao meu trabalho de investigação, dei o título de Gentes do Concelho de Melgaço.               

 

 

 

GREGÓRIO

 

GREGÓRIO, Perpétua. Filha de Manuel José Gregório e de Catarina Domingues. Nasceu por volta de 1821. // Faleceu no lugar da Igreja, Lamas de Mouro, a 29/5/1893, com 72 anos de idade, no estado de viúva de José Pereira (Bacelar), e foi sepultada na igreja paroquial no dia seguinte. // Com geração. // NOTA: em princípio, teria menos quinze anos do que o seu marido!    

 

PEREIRA

 

PEREIRA, Adílio de Jesus. Filho de ----------- Pereira e de ----------------------. Nasceu em Lamas de Mouro a --/--/19--. // Gémeo de Albertino de Jesus Pereira. // Reside em Várzea Travessa, Castro Laboreiro. É dono da padaria e pastelaria “A Castrejinha”.  

 

PEREIRA, Albertino de Jesus. Filho de ----------- Pereira e de -------------------------. Nasceu em Lamas de Mouro a --/--/19--. // Casou com a professora Maria de Fátima Afonso, natural de Castro Laboreiro. // Em 1996 residiam em Várzea Travessa, Castro Laboreiro. // (ver A Voz de Melgaço n.º 1057). // Albertino de Jesus é gémeo de Abílio de Jesus.  

 

PEREIRA, António. Filho de António Manuel Pereira e de Ana Maria Domingues, lavradores. // Morreu no lugar da Igreja, Lamas de Mouro, a 31/10/1881, no estado de viúvo de Maria Domingues, e foi sepultado na igreja paroquial. // Com geração.

 

PEREIRA, António. Filho de José Pereira (Bacelar) e de Perpétua Gregório. Neto paterno de António Manuel Pereira e de Ana Maria Domingues; neto materno de Manuel José Gregório e de Catarina Domingues. Nasceu a 5/5/1855 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: Luís Pereira e sua mulher, Ana Gregório.

 

PEREIRA, António Joaquim. Filho de Francisco Pereira e de Maria Domingues, lavradores, residentes no lugar de Cima, Lamas de Mouro. Neto paterno de José Pereira (Bacelar) e de Perpétua Gregório; neto materno de António Domingues (Ferraria) e de Maria José Domingues. Nasceu em Lamas de Mouro a 21/2/1895 e foi batizado na igreja paroquial a 23 desse dito mês e ano. Padrinhos: o seu avô materno e Maria Gonçalves, viúva, criada de servir do padrinho. // Casou na CRCM a 7/10/1924 com Zulmira da Conceição Domingues. // Faleceu em Lamas de Mouro a 25/2/1931. 

 

PEREIRA, Clara. Filha de António Pereira e de Ana Domingues. Nasceu por volta de 1830. // Lavradeira. // Faleceu no lugar de Cima, Lamas de Mouro, a 26/3/1893, com 63 anos de idade, no estado de viúva de Domingos [José] Rodrigues, e foi sepultada na igreja no dia seguinte. // Mãe de Teresa Caetana Rodrigues.

 

PEREIRA, Deolinda. Filha de Francisco Pereira e de Maria Domingues, lavradores, residentes no lugar de Cima, Lamas de Mouro. Neta paterna de José Pereira (Bacelar) e de Perpétua Gregório; neta materna de António Domingues e de Maria José Domingues. Nasceu a 16/6/1889 e foi batizada nesse dia. Padrinhos: António Pereira e Emília Pereira, solteiros, lavradores, residentes no lugar de Igreja. // Casou com Joaquim Alves, na CRCM, a 17/7/1916. // Faleceu em Lamas de Mouro a 12/9/1968.  

 

PEREIRA, Emília. Filha de José Pereira “Bacelar” e de Perpétua Gregório. Neta paterna de António Pereira e de Ana Maria Domingues; neta materna de Manuel José Gregório e de Catarina Domingues. Nasceu a 5/9/1865 e foi batizada a 7 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Gregório e sua mulher, Ana Rodrigues. // Faleceu no lugar da Igreja, Lamas de Mouro, a 9/4/1941.

 

PEREIRA, Emília. Filha de Francisco Pereira e de Maria Domingues, lavradores, residentes no lugar de Cima. Neta paterna de José Pereira “Bacelar” e de Perpétua Gregório; neta materna de António Domingues e de Maria José Domingues. Nasceu em Lamas de Mouro a 16/6/1891 e foi batizada na igreja a 18 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel José Domingues, solteiro, do lugar de Cima (por seu procurador, Manuel Domingues, casado, lavrador, do mesmo lugar) e Emília Pereira, solteira, lavradora, do lugar da Igreja. // Camponesa. // Faleceu a 12/8/1909, em casa de seus pais, sita no lugar de Cima, Lamas de Mouro, com todos os sacramentos da igreja católica, sem testamento, sem filhos, e foi sepultada no adro.  

 

PEREIRA, Francisco. Filho de José Pereira (Bacelar) e de Perpétua Gregório, lavradores, residentes no lugar da Igreja, Lamas de Mouro. Neto paterno de António Manuel Pereira e de Ana Maria Domingues; neto materno de Manuel José Gregório e de Catarina Domingues. Nasceu a 20/1/1860 e foi batizado a 24 desse mês e ano. Padrinho: Manuel José Gregório. // Tinha 25 anos de idade, era solteiro, camponês, quando casou na igreja de Lamas de Mouro a 8/7/1886, com Maria, de 22 anos de idade, solteira, filha de António Domingues e de Maria Domingues. // Faleceu a 14/3/1911, no lugar de Cima, onde residia, com todos os sacramentos da igreja católica, com 52 anos de idade, no estado de casado com a dita Maria Domingues, sem testamento, com filhos, e foi sepultado no adro da igreja paroquial.

 

PEREIRA, Isabel. Filha de Luís Pereira e de Ana Gregório. Neta paterna de António Manuel Pereira e de Ana Maria Domingues; neta materna de Manuel José Gregório e de Catarina Domingues. Nasceu a 25/6/1858 e foi batizada na igreja de Lamas de Mouro no dia seguinte. Padrinhos: José Esteves e sua mulher, Isabel Gregório. // Faleceu no lugar da Cela, Castro Laboreiro, a 23/8/1946.  

 

PEREIRA, Joaquim. Filho de José Pereira “Bacelar” e de Perpétua Gregório, do lugar da Igreja, Lamas de Mouro. Neto paterno de António Pereira e de Ana Maria Domingues; neto materno de Manuel José Gregório e de Catarina Domingues. Nasceu a 23/4/1857 e foi batizado a 26 desse mês e ano. Padrinhos: Luís Pereira e sua mulher, Ana Gregório, todos naturais de Lamas de Mouro. // Tinha 35 anos de idade, era solteiro, quando casou na igreja de Lamas de Mouro a 5/9/1892, com a sua parente por consanguinidade (2. º e 3.º grau por uma via e 3.º e 4.º por outra), Maria Rosa, de 20 anos de idade, solteira, lavradora, residente no lugar de Cima, filha de Manuel José Alves e de Maria Albina Domingues. (Os pais da noiva deram consentimento à filha para ela poder casar).

 

PEREIRA, Joaquina (ou Joaquim). Filho/a de Luís Pereira e de Ana Gregório. Neto/a paterno/a de António Pereira e de Ana Domingues; neto/a materno/a de Manuel José Gregório e de Catarina Domingues. Nasceu a 21/8/1856 e foi batizado/a na igreja de Lamas de Mouro a 24 desse mês e ano. Padrinhos: José Pereira “Bacelar” e sua mulher, Perpétua Gregório.

 

PEREIRA, José (Bacelar). Filho de António Manuel Pereira e de Ana Maria Domingues. Nasceu em Lamas de Mouro por volta de 1806. // Lavrador. // Faleceu no lugar da Igreja, freguesia de Lamas de Mouro, a 17/12/1881, com 75 anos de idade, no estado de casado com Perpétua Gregório. // Com geração.  

 

PEREIRA, José. Filho de Luís Pereira e de Ana Gregório, de Touça. Neto paterno de António Manuel Pereira e de Ana Maria Domingues; neto materno de Manuel José Gregório e de Catarina Domingues. Nasceu a 29/8/1867 e foi batizado na igreja de Lamas de Mouro a 1 de Setembro desse dito ano. Padrinhos: José Pereira “Bacelar” e sua mulher, Perpétua Gregório. (Gémeo de Manuel). // Tinha 29 anos de idade, era solteiro, lavrador, quando casou na igreja da sua terra, a 23/8/1896, com a sua parente no 2.º e 3.º grau de consanguinidade, Maria da Assunção, de 21 anos de idade, solteira, lavradora, residente no lugar de Igreja, Lamas de Mouro, filha de Joaquim Domingues e de Teresa Rodrigues. Testemunhas presentes: António José Alves, casado, lavrador, e José Domingues “Ferraria”, casado, lavrador, ambos do lugar de Igreja. // Nota: é provável que seja o mesmo senhor que respondeu a 3/8/1915, acusado de tentativa de homicídio frustrado; estava preso na cadeia de Melgaço depois de ter regressado do Brasil, para onde fugira havia alguns anos. Lê-se no jornal: «aborrecido de tanta liberdade, resolveu apresentar-se às autoridades, a fim de assumir a responsabilidade dos seus atos; foi absolvido» (ver Correio de Melgaço n.º 160, de 8/8/1915).  

 

PEREIRA, José Bento. Filho de José Pereira (Bacelar) e de Perpétua Gregório, lavradores. Nasceu em Lamas de Mouro por volta de 1850. // Tinha 30 anos de idade, era solteiro, quando casou na igreja da sua terra, a 15/8/1880, com Rosa Teresa, de 23 anos de idade, solteira, lavradora, sua conterrânea, filha de António Joaquim Domingues e de Mariana Alves. Testemunhas presentes: o padre Francisco Esteves, encomendado da freguesia de Lamas de Mouro, e Manuel Joaquim Gregório, casado, lavrador. // Morreu no lugar Cima, Lamas de Mouro, a --/--/1932, com oitenta (80) anos de idade (NM 141, de 28/2/1932).   

 

PEREIRA, José Joaquim. Filho de Francisco Pereira e de Maria Domingues, lavradores, residentes no lugar de Cima, Lamas de Mouro. Neto paterno de José Pereira (Bacelar) e de Perpétua Gregório; neto materno de António Domingues (Ferraria) e de Maria José Domingues. Nasceu em Lamas de Mouro a 11/4/1897 e no dia seguinte foi batizado na igreja paroquial. Padrinhos: o seu avô materno, e Maria Gonçalves, viúva, lavradeira, criada de servir do dito Francisco Pereira. // Morreu no lugar de Cima, Lamas de Mouro, a 16/6/1945.

 

PEREIRA, Justino. Filho de Joaquim Pereira e de Maria Alves, lavradores, residentes no lugar de Cima, Lamas de Mouro. Neto paterno de José Pereira (Bacelar) e de Perpétua Gregório; neto materno de Manuel José Alves e de Maria Albina Domingues. Nasceu em Lamas de Mouro a 21/1/1905 e foi batizado a 23 desse mês e ano. Padrinhos: os seus avós maternos, camponeses, moradores no lugar de Cima. // Faleceu a 21/3/1905 e foi sepultado no adro da igreja paroquial.

 

PEREIRA, Luís. Filho de José Pereira (Bacelar) e de Perpétua Gregório. Nasceu por volta de 1855. // Tinha trinta e dois (32) anos de idade, era solteiro, quando casou na igreja de Lamas de Mouro (com dispensa de Roma), a 22/2/1887, com Maria, de 24 anos de idade, solteira, filha de Bento Domingues e de Rosa Gregório, do lugar da Igreja. // Sem mais notícias.  

 

PEREIRA, Manuel. Filho de Luís Pereira e de Ana Gregório. Neto paterno de António Manuel Pereira e de Ana Maria Domingues; neto materno de Manuel José Gregório e de Catarina Domingues. Nasceu a 29/8/1867 e foi batizado a 1 de Setembro de esse dito ano. Padrinhos: Bento Domingues e sua mulher, Rosa Gregório. (Gémeo de José).

 

PEREIRA, Manuel. Filho de José Bento Pereira e de Rosa Teresa Domingues, lavradores, residentes no lugar de Cima. Neto paterno de José Pereira “Bacelar” e de Perpétua Gregório; neto materno de António Joaquim Domingues e de Mariana Alves. Nasceu a 23/5/1891 e foi batizado a 26 desse mês e ano. Padrinhos: Joaquim Fernandes e sua mulher, Maria Domingues, do Baleiral, Gavieira. // S.m.n.

 

PEREIRA, Manuel Adriano. Filho de Francisco Pereira e de Maria Domingues, lavradores, residentes no lugar de Cima. Neto paterno de José Pereira (Bacelar) e de Perpétua Gregório; neta materna de António Domingues e de Maria José Domingues. Nasceu em Lamas de Mouro a 17 de Março de 1893 e foi batizado na igreja paroquial a 19 desse mesmo mês e ano. Padrinhos: Rosendo de Pinho, casado, lavrador, residente no lugar de Cima, Lamas de Mouro, e Maria de Pinho, solteira, camponesa, do mesmo lugar e freguesia.

 

PEREIRA, Manuel José. Filho de Joaquim Pereira e de Maria Rosa Alves, lavradores, residentes no lugar de Cima, Lamas de Mouro. Neto paterno de José Pereira (Bacelar) e de Perpétua Gregório; neto materno de Manuel José Alves e de Maria Albina Domingues. Nasceu em Lamas de Mouro a 27/10/1901 e no dia seguinte foi batizado na igreja paroquial. Padrinhos: Manuel José Alves e Maria Albina Domingues, camponeses, avós maternos do batizando. // Casou na CRCM a 23/6/1924 com a sua conterrânea Umbelina Bernardo, de 19 anos de idade, filha de António Bernardo e de Ana Joaquina Alves. // Faleceu na sua freguesia natal a 23/3/1978. 

 

PEREIRA, Maria. Filha de José Bento Pereira e de Rosa Teresa Domingues. Neta paterna de José Pereira (Bacelar) e de Perpétua Gregório; neta materna de António Joaquim Domingues e de Mariana Alves. Nasceu a 29/7/1884 e foi batizada na igreja de Lamas de Mouro nesse dia. Padrinhos: Luís Domingues e Emília Pereira, todos lavradores. // Faleceu a 6/12/1947. 

 

PEREIRA, Maria Albina. Filha de Joaquim Pereira e de Maria Rosa Alves, lavradores, residentes no lugar de Cima, Lamas de Mouro. Neta paterna de José Pereira (Bacelar) e de Perpétua Gregório; neta materna de Manuel José Alves e de Albina Domingues. Nasceu em Lamas de Mouro a 20 de Abril de 1894 e dois dias depois foi batizada na igreja paroquial. Padrinhos: os seus avós maternos, Manuel José Alves e Albina Domingues, lavradores. // Casou na CRCM a 8/11/1920 com Manuel Domingues (Ferraria). // Faleceu na freguesia de Lamas de Mouro a 18/6/1974.  

 

PEREIRA, Maria Joaquina. Filha de José Pereira “Bacelar” e de Perpétua Gregório. Neta paterna de António Manuel Pereira e de Ana Maria Domingues; neta materna de Manuel José Gregório e de Catarina Domingues. Nasceu a 19/2/1863 e foi batizada na igreja de Lamas de Mouro no dia seguinte. Padrinhos: Manuel Gregório e Ana Alves. // Faleceu no lugar de Igreja, Lamas de Mouro, a 8/7/1877.  

 

PEREIRA, Maria Joaquina. Filha de Francisco Pereira e de Maria Domingues, lavradores, do lugar de Cima, Lamas de Mouro. Neta paterna de José Pereira (Bacelar) e de Perpétua Gregório; neta materna de António Domingues e de Maria José Domingues. Nasceu a 11/5/1887 e foi batizada a 12 desse mês e ano. Padrinhos: José Domingues e Joaquina Pereira. // Faleceu a 6/5/1956.

   

PEREIRA, Miquelina Rosa. Filha de Joaquim Pereira e de Maria Rosa Alves, lavradores, residentes no lugar de Cima, freguesia de Lamas de Mouro. Neta paterna de José Pereira (Bacelar) e de Perpétua Gregório; neta materna de Manuel José Alves e de Maria Albina Domingues. Nasceu em Lamas de Mouro a 18/9/1896 e foi batizada na igreja paroquial a 20 desse mês e ano. Padrinhos: os seus avós maternos. // Casou na CRCM a 6 de Abril de 1921 com José Joaquim Pereira. // Ambos os cônjuges faleceram em Lamas de Mouro: o marido a 14/6/1945 e ela a 10/9/1971.   

 

PEREIRA, Rosa. Filha de Luís Pereira e de Ana Gregório. Neta paterna de António Manuel Pereira e de Ana Maria Domingues; neta materna de Manuel José Gregório e de Catarina Domingues. Nasceu a 15/1/1863 e foi batizada na igreja de Lamas a 18 desse mês e ano. Padrinhos: José Pereira “Bacelar” e sua mulher, Perpétua Gregório.

 

PEREIRA, Rosa. Filha de José Pereira e de Rosa Teresa Domingues, lavradores. Neta paterna de José Pereira (Bacelar) e de Perpétua Gregório, do lugar da Igreja; neta materna de António Joaquim Domingues e de Mariana Alves, do lugar de Cima. Nasceu a 24/3/1887 e foi batizada na igreja de Lamas de Mouro a 27 desse mês e ano. Padrinhos: Luís Pereira e Emília Pereira, solteiros, tios da neófita. // Casou a 22/12/1909 com o seu conterrâneo e parente Joaquim Domingues, de 28 anos de idade.   

 

PEREIRA, Rosa. Filha de Francisco Pereira e de Maria Domingues, lavradores, residentes no lugar de Cima, freguesia de Lamas de Mouro. // Faleceu a 16/3/1900, com apenas cinco meses e meio de idade, e foi sepultada no adro da igreja.

 

PEREIRA, Rosa. Filha de Francisco Pereira e de Maria Domingues, lavradores, residentes no lugar de Cima, Lamas de Mouro. Neta paterna de José Pereira (Bacelar) e de Perpétua Gregório; neta materna de António Domingues e de Maria José Domingues. Nasceu em Lamas de Mouro a 8 de Fevereiro de 1901 e foi batizada na igreja paroquial a 11 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Domingues Barreira, solteiro, camponês, do lugar de Cima, Lamas de Mouro, e Maria Gonçalves, viúva, lavradeira, do lugar do Ribeiro, freguesia de Castro Laboreiro. // Casou na CRCM a 10/6/1926 com José Pereira. // Faleceu na sua freguesia natal a 23/2/1947.

 

PEREIRA, Rosa de Jesus. Filha de Francisco Pereira e de Maria Domingues, lavradores, residentes no lugar de Cima, Lamas de Mouro. Neta paterna de José Pereira (Bacelar) e de Perpétua Gregório; neta materna de António Domingues (Ferraria) e de Maria José Domingues. Nasceu em Lamas de Mouro a 31/10/1899 e foi batizada na igreja paroquial a 3 de Novembro desse mesmo ano. Padrinhos: António Domingues (Ferraria), viúvo, lavrador, do lugar de Cima, Lamas de Mouro, e Maria Gonçalves, viúva, do lugar do Ribeiro, freguesia de Castro Laboreiro.  

 

PEREIRA, Rosalina. Filha de José Bento Pereira e de Rosa Teresa Domingues, lavradores. Neta paterna de José Pereira “Bacelar” e de Perpétua Gregório, do lugar da Igreja; neta materna de António Joaquim Domingues e de Mariana Alves, do lugar de Cima. Nasceu a 28/4/1882 e foi batizada na igreja de Lamas de Mouro a 29 desse mês e ano. Padrinhos: Joaquim Pereira e Emília Pereira, do lugar da Igreja. // Faleceu a 31/12/1949. 

 

PEREIRA, Teresa Rosa. Filha de Luís Pereira e de Ana Gregório. Neta paterna de António Pereira e de Ana Domingues; neta materna de Manuel José Gregório e de Catarina Domingues. Nasceu a 27/1/1855 e foi batizada na igreja de Lamas de Mouro no dia seguinte. Padrinhos: José Pereira “Bacelar” e sua mulher, Perpétua Gregório.

 

RODRIGUES

 

RODRIGUES, Domingos José. // Faleceu em Madrid, Espanha, a 6/12/1855. Escreveu o padre: «… e se lhe fez o seu funeral na forma do costume e de suas possibilidades». // Era casado, do lugar de Cima, Lamas de Mouro. // Nota: deve ser o mesmo senhor que segue.  

 

RODRIGUES, Domingos José. Filho de Henrique José Rodrigues e de Isabel Gonçalves. Nasceu em Lamas de Mouro a --/--/18--. // Casou com a sua conterrânea Clara Pereira, camponesa, nascida por volta de 1830. // Morreu em Madrid, Espanha, a 6/12/1855 (ou 6/2/1856), no estado de casado com a dita Clara Pereira. // Com geração (ver Teresa Caetana Rodrigues).

 

RODRIGUES, Henrique. // Faleceu em Lamas de Mouro a 19/4/1854, no estado de viúvo, e foi sepultado na igreja paroquial no dia seguinte. // Teve três ofícios de sete clérigos. // Este senhor será Henrique José Rodrigues, pai de Domingos José Rodrigues?

 

RODRIGUES, Teresa. Filha de Domingos Rodrigues e de Clara Pereira. // Camponesa. // Faleceu em sua casa do lugar da Igreja, Lamas de Mouro, repentinamente, a 18/5/1884, com 50 anos de idade, no estado de casada com Joaquim Domingues, e foi sepultada no adro da igreja. // Com geração. // Nota: este assento paroquial está muito confuso.

 

RODRIGUES, Teresa Caetana. Filha de Domingos [José] Rodrigues e de Clara Pereira. Neta paterna de Henrique José Rodrigues e de Isabel Gonçalves; neta materna de António Pereira e de Ana Domingues. Nasceu a 27/1/1855 e foi batizada na igreja de Lamas no dia seguinte. Padrinhos: padre Agostinho Manuel Cardoso e Maria Pires. // Sem mais notícias.   

 

RODRIGUES, Tomásia. Filha de Henrique [José] Rodrigues e de Isabel Gonçalves, lavradores, moradores no lugar de Cima. Nasceu em Lamas de Mouro por volta de 1834. // Lavradeira. // Faleceu a 11/10/1903, em sua casa, sita no lugar de Cima, Lamas de Mouro, com 69 anos de idade, com todos os sacramentos da igreja católica, no estado de casada com Manuel Francisco Domingues, sem testamento, com filhos, e foi sepultada no adro da igreja paroquial.  

 

 

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Senhor Genilson Alves Correa:

 

       Solicitou-me elementos biográficos sobre a sua bisavó Florinda Rosa Afonso, casada que foi com Manuel Alves (*). Aquilo que eu encontrei em GENTES DO CONCELHO DE MELGAÇO, acerca de senhoras com esse nome, julgo que não lhe vai servir de nada, pois não me disse em que freguesia de Melgaço nasceu; se o seu avô Eduardo Alves nasceu (onde?) a 24/11/1901, a mãe dele, sua bisavó, teria nascido na década de 70 ou 80 do século XIX. Dê-me mais informações, e eu enviar-lhe-ei tudo que descobrir acerca dela. /// (*) Com este nome existiram milhares de pessoas do sexo masculino em Melgaço.       

 

 

 

AFONSO, Florinda Rosa. Filha de Manuel José Afonso e de Joana Gonçalves, lavradores, padernenses. Nasceu na freguesia de Paderne por volta de 1814. // Faleceu na sua casa, sita no lugar de Pomares, a 20/2/1892, com 78 anos de idade, no estado de viúva de Jerónimo [José] Fernandes, e foi sepultada no adro da igreja. // Deixou filhos.

 

FERNANDES, Constantino. Filho de Jerónimo José Fernandes e de Florinda [Rosa] Afonso. Neto paterno de Luísa Fernandes, da Cela, Cousso; neto materno de Manuel José Afonso e de Joana Rosa Gonçalves, de Pomares, Paderne. Nasceu em Paderne a 2/10/1853 e foi batizado dois dias depois. // Lavrador. // Casou na igreja do mosteiro a 23/7/1879 com a sua conterrânea e parente no 4.º grau de consanguinidade, Maria Vaz, de 17 anos de idade, solteira, camponesa, moradora no lugar de Fontes, filha de José Vaz e de Maria Teresa Lourenço, rurais. Testemunhas: António Luís Vaz, Tomás Afonso, ambos casados, e Marcelina Rosa Afonso, solteira, todos agricultores.

 

FERNANDES, Joaquim. Filho de Jerónimo José Fernandes e de Florinda [Rosa] Afonso, moradores em Pomares. Neto paterno de Luísa Fernandes, de Cousso; neto materno de Manuel José Afonso e de Joana Rosa Gonçalves, de Pomares. Nasceu a 27/8/1842 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: tio materno, Domingos Afonso, e tia paterna, Rosa Marcelina, de Cousso.  

 

FERNANDES, José Joaquim. Filho de Constantino Fernandes e de Maria Vaz, lavradores, residentes em Fontes. N.p. de Jerónimo [José] Fernandes e de Florinda [Rosa] Afonso; n.m. de José Joaquim Vaz e de Maria Teresa Lourenço. Nasceu a 6/6/1890 e foi batizado dois dias depois. Padrinhos: José Joaquim Vaz, casado, lavrador, e Maria Teresa Lourenço, casada, doméstica. // Casou na CRCM a 3/4/1926 com Deolinda Vaz. // Ambos faleceram em Paderne: a esposa a 1/1/1978 e ele a 17/1/1979.

 

FERNANDES, José Manuel. Filho de Jerónimo [José] Fernandes e de Florinda Rosa Afonso, moradores no lugar de Pomares. Neto paterno de Luísa Fernandes, solteira, do lugar da Cela, Cousso; neto materno de Manuel José Afonso e de Joana Rosa Gonçalves, de Pomares. Nasceu em Paderne a 12/2/1840 e foi batizado no dia seguinte. Padrinho: seu tio materno, Domingos Afonso.   

 

FERNANDES, Júlia. Filha de Constantino Fernandes e de Maria Vaz, lavradores, residentes no lugar de Fontes. Neta paterna de Jerónimo [José] Fernandes e de Florinda Rosa Afonso; neta materna de José Vaz e de Maria Teresa Lourenço. Nasceu a 9 de Dezembro de 1892 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: os seus avós maternos. // Casou na CRCM a 4/5/1914 com Manuel Francisco Rodrigues. // Faleceu em Paderne a 10/1/1970. // Mãe de Manuel Joaquim Rodrigues.  

 

FERNANDES, Ludovina Rosa. Filha de Jerónimo [José] Fernandes e de Florinda [Rosa] Afonso, moradores em Pomares. N.p. de Luísa Fernandes, da Cela, Cousso; n.m. de Manuel José Afonso e de Joana Rosa Gonçalves, de Pomares. Nasceu a 23/4/1848 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: João Joaquim Vieites e sua irmã, Rosa, solteiros. // Morreu na sua casa de Pomares, a 3 de Maio de 1889, com 41 anos de idade, casada com José Maria Pereira, e foi sepultada na igreja. // Com geração.

 

FERNANDES, Manuel. Filho de Constantino Fernandes e de Maria Vaz, moradores em Fontes. N.p. de Jerónimo [José] Fernandes e de Florinda [Rosa] Afonso, de Pomares; n.m. de José Joaquim Vaz, de Fontes, Paderne, e de Maria Teresa Lourenço, dos Bouços, Alvaredo, lavradores. // Nasceu a 22/2/1881 e foi batizado nesse dia. Padrinhos: os seus avós maternos, residentes em Fontes.   

 

FERNANDES, Maria Albina. Filha de Jerónimo [José] Fernandes e de Florinda Rosa Afonso, moradores em Pomares. Neta paterna de Luísa Fernandes, da Cela, Cousso; neta materna de Manuel José Afonso e de Joana Rosa Gonçalves, de Pomares, Paderne. Nasceu em Paderne a 24/2/1838 e foi batizada na igreja a 26 desse mês e ano. Padrinhos: o tio materno, Domingos, e Rosa Marcelina, irmã da avó paterna da criança, do dito lugar da Cela.

 

FERNANDES, Maria Teresa. Filha de Constantino Fernandes e de Maria Vaz, moradores no lugar de Fontes. N.p. de Jerónimo [José] Fernandes e de Florinda [Rosa] Afonso, de Pomares; n.m. de José Joaquim Vaz, de Fontes, Paderne, e de Maria Teresa Lourenço, de Bouços, Alvaredo, lavradores. Nasceu a 1/4/1883 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: os seus avós maternos.  

 

FERNANDES, Rosa. Filha de Constantino Fernandes e de Maria Vaz, lavradores, residentes no lugar de Fontes. N.p. de Jerónimo [José] Fernandes e de Florinda Rosa Afonso; n.m. de José Joaquim Vaz e de Maria Teresa Lourenço. Nasceu em Paderne a 10/6/1895 e foi batizada a 12 desse mês e ano. Padrinhos: o seu avô materno, viúvo, rural, e Mariana Afonso, doméstica. // Faleceu a 30/6/1899 e foi sepultada no adro da igreja paroquial.

 

FERNANDES, Rosa Marcelina. Filha de Jerónimo [José] Fernandes e de Florinda Rosa Afonso. Neta paterna de Luísa Fernandes, solteira, de Cousso; neta materna de Manuel José Afonso e de Joana Rosa Gonçalves, de Pomares, Paderne. Nasceu a 8/5/1845 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: tio materno, Domingos, e tia paterna, Rosa Marcelina.   

 

FERNANDES, Teresa de Jesus. Filha de Constantino Fernandes e de Maria Vaz, moradores em Fontes, Paderne. N.p. de Jerónimo [José] Fernandes e de Florinda [Rosa] Afonso, de Pomares; n.m. de José Joaquim Vaz, de Fontes, e de Maria Teresa Lourenço, de Bouços, Alvaredo, lavradores. Nasceu a 9/7/1885 e foi batizada a 11 desse mês e ano. Padrinhos: os seus avós maternos. 

 

FERNANDES, Teresa de Jesus. Filha de Constantino Fernandes, pedreiro, e de Maria Vaz, doméstica, moradores no lugar de Fontes. Neta paterna de Jerónimo [José] Fernandes e de Florinda [Rosa] Afonso; neta materna de José Joaquim Vaz e de Maria Teresa Lourenço. Nasceu em Paderne a 9/1/1888 e foi batizada a 11 desse mês e ano. Padrinhos: os seus avós maternos, lavradores. // Casou na igreja do mosteiro a 19/11/1910 com Julião Afonso da Costa Guimarães, de 21 anos de idade, solteiro, camponês, natural de Sistelo, Arcos de Valdevez, filho de Domingos Afonso da Costa Guimarães e de Deolinda Fernandes, lavradores, de Sistelo. // Faleceu em Paderne a 22/2/1977.  

 

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AFONSO, Florinda Rosa (Grila). Filha de João Batista Afonso, natural de Rouças, e de Ana Rosa de Campos, natural de Prado, onde moravam, no lugar da Corredoura. Neta paterna de Manuel José Afonso e de Maria Joaquina de Castro, do lugar da Pombeira, Rouças; neta materna de José de Campos e de Clara Rosa Gonçalves, do lugar da Corredoura, Prado. Nasceu em Prado a --/--/1863. // Faleceu a 28/3/1947. // NOTA: ver, em Rouças, Florinda Afonso.

 

AFONSO, Florinda. Filha de João [Batista] Afonso (Grilo) e de Ana Rosa de Campos, lavradores, residentes no lugar de Carvalhos. Neta paterna de Manuel José Afonso e de Maria Joaquina de Castro, da Pombeira; neta materna de José de Campos e de Clara Maria Gonçalves, da Corredoura, Prado. Nasceu na freguesia de Rouças a 8/2/1863 e foi batizada a 11 desse mês e ano. Padrinhos: padre António Monteiro, de Cavaleiros, Rouças, e Maria Joaquina Gonçalves, solteira, lavradora, do lugar de Ferreiros, freguesia de Prado. // Faleceu em Prado a 28/3/1947. // NOTA: ver, em Prado, Florinda Rosa Afonso. 

 

joaquim.a.rocha@sapo.pt