terça-feira, 15 de outubro de 2019

LEMBRANÇAS AMARGAS
 
romance
 
Por Joaquim A. Rocha






XXXII

 

Depois do naufrágio qualquer tábua serve

  
     Mais um ato de solidariedade: sabendo que o meu idoso avô paterno ficaria desamparado quando eu ingressasse na vida militar, procurei acomodá-lo o melhor possível. Todos têm conhecimento que os antigos asilos eram desconfortáveis e pouco higiénicos, mas evitavam, apesar de tudo, que os anciãos morressem na rua, à chuva e ao vento; por outro lado, sempre iam tendo algo para comer, e uma modesta enxerga para dormir. Ao longo dos séculos, os velhos, sobretudo aqueles que nada tinham para legar aos parentes depois da sua morte, foram quase sempre tratados com desprezo, atirados ao lixo como trastes inúteis. Felizmente as coisas têm vindo a melhorar. Venham então acompanhar os meus passos:


 

- Senhor Provedor, vinha aqui pedir-lhe, pela alma de que lá tem, um grande favor, uma esmola.

- Diz lá, Cândido. Aconteceu alguma coisa de grave?!

- É que tenho comigo o meu avô, pai do meu pai, o senhor Agostinho; andava por aí a mendigar, e eu meti-o em casa, sabe como é, um caldinho e um bocado de broa com toucinho sempre se vai arranjando, mas agora vou para a tropa, já estou apurado, e não posso deixá-lo sozinho em casa, a minha mãe vai todos os dias para as aldeias, aquele maldito vício, morria à fome, quase que já não pode andar; eu sei que no asilo são bem tratados, não lhes falta nada.

- Faz-se o que se pode, meu rapaz. De facto a vossa situação é melindrosa, a Santa Casa da Misericórdia procura socorrer todos os indigentes, mas nesta altura não há nenhuma vaga, nenhuma cama disponível, vai passando, pode ser que antes de ires para a vida militar se consiga alguma coisa, não te garanto nada, a tua mãe é que podia tomar conta dele, mas leva aquela vida.

- Com a minha mãe não se pode contar: não tem dinheiro nem paciência para tratar de idosos; e a tropa, por causa da guerra em África, dura pelo menos três longos anos, eu não gostaria de ver novamente o velhote pedir esmola pelas ruas e a dormir ao relento; se eu tivesse cabedal pagava a alguém que tomasse conta dele, mas não tenho.

- O teu avô, quantos filhos tem?

- Apenas um, o meu pai, mas quando eu nasci ele foi para Espanha; casou com uma galega, e nunca mais veio para Portugal. Esqueceu-se completamente de seus pais e da terra que o viu nascer!       

- E a tua avó, a mulher dele?

- Morreu há dois anos; foi por isso que ele teve de abandonar os terrenos do patrão e começar a pedir esmola pelas portas; não tem casa, nem família, ele nem sequer me conhecia, foi a minha mãe que me disse que ele é meu avô.

- Vamos lá ver se remediamos a situação, não te prometo nada, vai passando por aqui.

- Obrigado, muito obrigado, senhor Provedor, que Deus lhe pague.

 

          Algum tempo depois:

 

- Avô, estive a conversar com o senhor provedor da Misericórdia, a pedir-lhe para o meter no asilo; aquilo não é nenhum hotel, mas é melhor do que andar por aí, eu dentro em pouco tempo tenho de ir para o exército.

- É o destino, meu neto, é o destino! Agora que eu estava aqui tão bem contigo, que podia ter um fim de vida tranquilo, sossegado, vais-te embora e eu serei metido naquele casarão de velhos abandonados, quase uma prisão, e – segundo dizem – as criadas sempre a ralhar, não gostam de limpar a porcaria deles, mas para isso são pagas, que limpem, se alguém pede auxílio de noite bem pode morrer que elas não se importam, é o que comentam por aí, eu nunca lá estive.

- Sabe que às vezes diz-se mais do que aquilo que é; não acredito que as empregadas tratem mal os idosos, que não chamem as enfermeiras e médicos quando eles estão doentes; não acredito! As pessoas desta esquecida terra só sabem dizer mal, é raríssimo ouvirmos dizer bem, seja de quem for. Se alguém for generoso, logo se diz que está a fingir; se for mau, maldizente, gabam a sua atitude, mas pelas costas tecem-lhe as piores diatribes. Trata-se de uma deficiente formação, de pura hipocrisia; a maior parte das pessoas não têm educação, são grosseiras e medíocres, vis, mas depois vão-se confessar ao sacerdote, tomam a hóstia, e ficam aptas a repetir os pecados anteriormente repetidos.

- Tens razão, meu querido neto. Nós não temos escola, vivemos sempre no meio de animais, comportamo-nos pior do que eles; como nada temos de nosso, somos invejosos dos bens dos outros; mas que queres, não podemos mudar as coisas.     

- É verdade. A chamada classe humilde pouco ou nada pode mudar, não tem forças, nem capacidade, nem meios para o conseguir; esperemos que Deus se compadeça de nós, só ele nos poderá valer.

- Deus também já deve estar cansado da gente, passamos uma vida a mendigar-lhe coisas, só sabemos pedir, pedir…

- Em troca da nossa alma; Deus sabe que o adoramos.

- E o senhor provedor, deu-te esperanças?

- Mandou-me passar por lá de vez em quando, parece que neste momento não há vaga, as camas estão todas ocupadas, pode ser que se consiga uma antes de eu ir para a tropa.

- É possível que um dia destes morra um desses velhos para eu lhe ir ocupar a enxerga.

- Não se pode pensar assim, avô; uns morrem, outros nascem, é assim o ciclo da vida.

- Quando se é novo não se pensa na morte, mas ao chegar à minha idade começa-se a ver-lhe a sombra, ela aproxima-se velozmente, mais rápida do que uma lebre, de foice afiada nas esqueléticas mãos, e nós não lhe podemos fugir, nem escapar, pois o seu poder é imenso. A tua avó sofreu muito antes de deixar este mundo; passei noites e noites à sua cabeceira, ela delirava, não dizia coisa com coisa, eu estava a ver que ficava também enfermo, os campos ficaram por cultivar, o dono das terras já andava em cima de mim: «se não podes lavrar a terra, vai-te embora!» Como podia eu ir embora se tinha a mulher a morrer-me; eu já sem alentos, ali isolado, sem vizinhos, perdido naqueles campos.

- Na verdade vocês estavam isolados, só campos e monte.

- Os vizinhos mais próximos ficavam a muitos metros de distância, quase um quilómetro! O Olavo Augusto não gostava de viver ali, por isso é que ele se foi embora para Espanha, pedia-me para mudarmos, também para se ver livre da tua mãe, estava farto dela, não o largava, aquelas cenas de ciúme, receava que ele a trocasse por outra; mas eu já estava acostumado ao lugar, foram muitos anos, e quando se é novo depressa se vai aqui e ali.

- O seu filho não gostava da minha mãe?!    

- No princípio sim, foi a primeira mulher que ele teve, não falava noutra coisa, a Matilde para aqui, a Matilde para acolá, mas depois aborreceu-se, sabes como é: mais velha, já com filhos, com uma filha quase da idade dele, toda a gente lhe tirou a ideia da cabeça. Hoje estou arrependido, pelo menos tinha-o perto de mim, e a tua mãe comportava-se melhor; assim, fiquei sem ele e dei cabo da vossa vida.

- Tudo acontece por vontade de Deus.

- Tudo talvez não, os homens fazem muitas asneiras, amiúde vão contra as leis do Senhor, por exemplo, quando foi a guerra civil de Espanha, como eu morava perto da raia, de vez em quando ouvia os tiros, matavam-se uns aos outros, não respeitavam sequer os familiares, ali bem perto um soldado do general Franco veio matar o próprio pai, um civil, só porque era republicano. Alguns galegos ainda se refugiaram na minha casa, depois partiram para o sul, coitados deles, se não fugissem eram abatidos como cães, o caudilho, como era conhecido, não perdoava a ninguém; dizem que os alemães do Hitler o ajudaram muito.

- Com aviões…

- Aviões e tropa; os republicanos e os comunistas não se aguentaram. 

- Os portugueses não se meteram?

- Dizem que também lá andavam de um lado e de outro; eram voluntários, que a guerra era só entre espanhóis.

- Foi por essa altura que começou o contrabando...

- Eu nunca me envolvi nisso, receava ser preso ou apanhar um tiro; o teu pai é que fez algum dinheiro, mas só transportava coisas pequerruchas – uns quilos de café, sabão, pedras de isqueiro, azeite, e pouco mais. Eu tinha um medo enorme que aparecesse a guarda, mas o Olavo Augusto dizia-me que eles também andavam metidos nisso!

- E, segundo consta, aqueles guardas que não andavam a contrabandear recebiam dinheiro para fechar os olhos.

- Contrabandeava-se muito, é verdade, alguns fulanos encheram-se bem, mas olha que lhes deve pesar a consciência, parece que cometeram muita baixeza. Uma altura, venderam tripas aos galegos, para eles fazerem fumeiro, mas as tripas já estavam estragadas, podres! Foram reclamar ao vendedor e este disse-lhes que as devolvessem se queriam reaver o dinheiro; quando o fizeram, foram apanhados pelos guardas-fiscais. Claro que tinham sido denunciados!

- Diz-se tanta coisa; o que é certo, é que eles andam por aí à vontade, sem constrangimentos, até parece que são os senhores do mundo!

- De outra vez venderam latas de azeite, mas sabes o que elas continham? Oitenta por cento de água! O azeite só aparecia por cima. E pedras de isqueiro? Metade era arame! Tinha o mesmo tamanho e a cor das pedras!

- Ladrões! Quando morrerem vão para o inferno.

- Não sei, meu neto, não sei. No inferno vivemos nós por causa deles e de outros.   
 
// continua...       

domingo, 13 de outubro de 2019


GENTES DO CONCELHO DE MELGAÇO
(Freguesia da Gave)
 
Por Joaquim A. Rocha



// continuação

ALVES, Manuel Joaquim. Filho de Manuel Joaquim Alves e de Florinda Rosa Duque, lavradores, residentes no lugar de Baldosa. Neto paterno de Manuel Alves e de Rosa Maria Afonso, camponeses, moradores no dito lugar; neto materno de António José Duque e de Maria Florinda Afonso, rurais, também residentes em Baldosa. Nasceu na Gave a 16/9/1891 e no dia seguinte foi batizado na igreja paroquial. Padrinhos: os seus avós maternos. // Casou na CRCM a 23/11/1914 com Gracinda Esteves, de 19 anos de idade, natural de Parada do Monte, filha de José Esteves e de Florinda Pires. // Faleceu na sua freguesia natal a 11/9/1966. 

 

ALVES, Manuel José. Filho de António José Alves e de Maria Rosa Esteves, lavradores, residentes no lugar dos Coelhos. Neto paterno de Rosa Alves, solteira, de Listedo; neto materno de Manuel José Esteves e de Maria Rosa Domingues, dos Coelhos, todos lavradores. Nasceu a 4/11/1864 e foi batizado nesse dito dia. Padrinhos: Manuel José Esteves e Maria Rosa Domingues, casados, camponeses, dos Coelhos. // Tinha 24 anos de idade, era solteiro, camponês, residia em casa de seus pais, quando casou na igreja paroquial a 24/1/1889 com a sua conterrânea Maria Genoveva Domingues, de 26 anos de idade, solteira, camponesa, moradora no lugar do Lameiro, filha de António José Domingues e de Ana Domingues, rurais. Testemunhas presentes: José Manuel de Araújo, casado, e Francisco Domingues, viúvo, lavradores, residentes no lugar do Lameiro. // Faleceu na Gave a 20/11/1944.

 

ALVES, Manuel José. Filho de João Alves e de Maria Alves, da Sobreira, lavradores. N.p. de João Alves e de Maria Rodrigues, de Cernadas, Merufe; n.m. de Luís Manuel Alves e de Joaquina Rosa Monteiro Barbosa, da Sobreira, Gave, todos lavradores. Nasceu a 19/9/1866 e foi batizado nesse dia. Padrinhos: Manuel José Alves, solteiro, lavrador, da Sobreira, e Maria Engrácia Gonçalves, casada, lavradeira. / Faleceu em casa dos pais, a 7/12/1868, e foi sepultado na igreja.  

 

ALVES, Manuel José. Filho de Manuel Joaquim Alves, natural da Gave, e de Carolina Alves, natural de Parada do Monte, lavradores, residentes no lugar da Baldosa. Neto paterno de Manuel António Alves e de Ana Maria Pires, camponeses, moradores no dito lugar; neto materno de Maria Alves, solteira, jornaleira, moradora no lugar de Coto Santo, Parada do Monte. Nasceu na Gave a 16/4/1892 e no dia seguinte foi batizado na igreja paroquial. Padrinhos: José Maria Esteves, solteiro, e Maria Joaquina Esteves, viúva, lavradores, residentes no lugar de Baldosa. // Deve ter falecido ainda bebé.

 

ALVES, Manuel Luís. Filho de Manuel José Alves e de Josefa Rodrigues. // Tinha 33 anos, era solteiro, lavrador, morava na Lage, quando casou na igreja da sua terra, Gave, a 2/11/1864, com Luísa, de 39 anos, solteira, lavradora, sua conterrânea, moradora no dito lugar, filha de Manuel Domingues e de Isabel Gregório. Testemunhas do ato religioso: Manuel António Gregório, de Suadro, e Manuel Maria Afonso, do Pombal, lavradores.    

 

ALVES, Manuel Luís. Natural da Gave. // Foi citado pelo tribunal por ter falecido Quitéria Maria Afonso, casada com Manuel Domingues Ramos (Diário do Governo n.º 44, de 26/2/1883).

 

ALVES, Manuel Luís. Filho de Manuel Joaquim Alves, natural da Gave, e de Carolina Alves, natural de Parada do Monte, lavradores, residentes no lugar da Baldosa. Neto paterno de Manuel António Alves e de Ana Maria Pires, camponeses, moradores no dito lugar; neto materno de Maria Alves, solteira, jornaleira, moradora no lugar de Coto Santo, Parada do Monte. Nasceu na Gave a 2/7/1894 e foi batizado na igreja católica local a 4 desse dito mês e ano. Padrinhos: Manuel Luís Esteves, solteiro, e Maria Joaquina Esteves, viúva, rurais, moradores no lugar da Baldosa. // Por ter pedido o adiamento, iria ser incluído no recenseamento militar de 1915 (Correio de Melgaço n.º 122, de 27/10/1914). // Casou na CRCM a 27/2/1924 com Maria Esteves. // A sua esposa faleceu na Gave a 28 de Setembro de 1975. // Ele morreu também na Gave a 16/3/1977.   

 

ALVES, Manuel Luís. Filho de Joaquim Alves e de Felicidade Domingues, lavradores, residentes no lugar de Eiriz. Neto paterno de José Alves e de Maria Joaquina Esteves; neto materno de Francisco Manuel Domingues e de Maria José Afonso. Nasceu na Gave a 17/12/1909 e no dia seguinte foi batizado na igreja paroquial. Padrinhos: Manuel Luís Alves e sua esposa, Maria de Jesus Alves, camponeses. // Casou na CRCM a 5/4/1934 com Mercedes Pereira. // Faleceu na Gave a 15/12/1988.

 

ALVES, Manuel Serafim. // Morreu no lugar da Baldosa, Gave, a --/--/1932, com apenas dois anos de idade (NM 141, de 28/2/1932).

 

ALVES, Manuel Ventura. Filho de Manuel Ventura Alves e de Maria Gregório, de Cousso, onde ele nascera. // Lavrador. // Faleceu nos Chãos, Gave, a 27/10/1878, com 60 anos, viúvo de Ana Maria Gregório, do dito lugar, e foi sepultado na igreja da Gave. // Deixou uma filha. 

 

ALVES, Maria. Filha de ----------- Alves e de --------------------------------------------. Nasceu por volta de 1830. // Faleceu no lugar do Lameiro, Gave, a --/--/1916, com 86 anos de idade (Correio de Melgaço n.º 229, de 17/12/1916).

 

ALVES, Maria. Filha de Rosa Maria Alves, solteira, lavradora, residente no lugar da Igreja. Neta materna de Luís Caetano Alves e de Maria José Gregório. Nasceu a 19/9/1860 e foi batizada nesse dia. Madrinha: Florinda Gregório (tocou com a coroa de São José), solteira, lavradora. // Tinha 29 anos de idade, era solteira, camponesa, morava no lugar da Sobreira, quando casou na igreja paroquial a 19/5/1890 com Manuel Maria Esteves, de 22 anos de idade, solteiro, lavrador, natural da freguesia de Messegães, Monção, filho de Florinda Rosa Esteves, solteira, residente no lugar da Sobreira, Gave. Testemunhas presentes: José Fernandes, solteiro, morador no lugar dos Chãos, e Joaquim Esteves, também solteiro, morador no lugar da Sobreira. // Tinha 37 anos de idade, era viúva de Manuel Maria Esteves, quando casou na igreja paroquial a 12/1/1898 com José Lourenço, de 34 anos de idade, viúvo de Maria José Afonso, filho de Manuel Lourenço e de Maria Duque, morador na freguesia da Gave. Testemunhas presentes: Joaquim Manuel de Araújo, casado, proprietário, casado, proprietário, e José Joaquim Fernandes, casado, lavrador, ambos do lugar do Lameiro, freguesia da Gave.  

 

ALVES, Maria. Filha de António José Alves e de Maria Rosa Esteves, lavradores, residentes no lugar dos Coelhos. Neta paterna de Rosa Alves, solteira, do lugar de Listedo; neta materna de Manuel José Esteves e de Maria Rosa Domingues, do lugar dos Coelhos, todos rurais. Nasceu na Gave a 19/7/1871 e no dia seguinte foi batizada na igreja católica local. Padrinhos: Firmino Alves e Violanta Alves, solteiros, camponeses, do lugar dos Chãos, freguesia da Gave.

 

ALVES, Maria. Filha de Luís Alves e de Maria das Dores Duque, lavradores, residentes no lugar de Ferrão. Neta paterna de Joaquim Alves e de Mariana de Sousa; neta materna de Florinda Rosa Duque. Nasceu na Gave a 7/3/1904 e no dia seguinte foi batizada na igreja paroquial. Padrinhos: Manuel José Domingues e sua mulher, Maria Joaquina Esteves, camponeses. // Casou na CRCM a 27/12/1930 com o seu conterrâneo Manuel José Domingues. // Faleceu no lugar de Ferrão, Gave, a 5/4/1941. 

 

ALVES, Maria. Filha de Manuel Joaquim Alves e de Gracinda Esteves. Nasceu na Gave a --/--/1917 (Correio de Melgaço n.º 244, de 8/4/1917). // Nota: deve ser a mesma senhora que casou com ---------------------; em 1994 já estava viúva, e residia no lugar do Lameiro, Gave (A Voz de Melgaço n.º 1017).   



 

ALVES, Maria dos Anjos. Filha de Francisco Alves e de Emília Domingues, lavradores, residentes no lugar de Eiriz. Neta paterna de José Alves e de Maria Joaquina Esteves; neta materna de Francisco Manuel Domingues e de Maria José Afonso. Nasceu na Gave a 18/5/1908 e nesse mesmo dia foi batizada na igreja matriz. Padrinhos: Manuel Luís Alves e sua mulher, Maria de Jesus Alves, camponeses, do lugar de Lijó, Riba do Mouro. // Faleceu na sua freguesia de nascimento a 25/4/2000. 

 

ALVES, Maria Cândida. Filha de Luís Alves e de Maria das Dores Duque, lavradores, residentes no lugar de Ferrão. Neta paterna de Joaquim Alves e de Maria Ana de Sousa; neta materna de Florinda Rosa Duque. Nasceu na Gave a 24/1/1901 e nesse mesmo dia, mês e ano, foi batizada na igreja paroquial. Madrinha: Cândida da Conceição Gregório, solteira, tecedeira. // Faleceu a 13/9/1902. 

 

ALVES, Maria do Carmo. Filha de Maria Alves, solteira, residente na Sobreira. Neta materna de Luís Manuel Alves e de Joaquina Rosa Monteiro. Nasceu a 4/7/1855 e foi batizada nesse dia. Padrinhos: Francisco Joaquim de Araújo e Maria Rosa Rodrigues, gavienses. // Casou na igreja do mosteiro de Paderne a 21/9/1891 com José Bernardino Dias, lavrador, nascido em São Paio a 8/3/1869, filho de António Manuel Dias e de Mariana Esteves. // Faleceu na freguesia de São Paio a 6/11/1943.   

 

ALVES, Maria da Conceição. Filha de Manuel Ventura Alves e de Ana Maria Gregório. Neta paterna de Manuel Ventura Alves e de Maria Gregório; neta materna de António Gregório e de Maria Duque, dos Chãos, Gave. Nasceu a 20/1/1856 e foi batizada nesse dia. Padrinhos: Francisco Rodrigues, solteiro, da Lage, e Maria Rosa Duque, dos Chãos. 

 

ALVES, Maria da Conceição. Filha de Francisco Alves e de Maria Margarida Rodrigues, lavradores, residentes no lugar da Lage. Neta paterna de Manuel José Alves e de Maria Josefa Rodrigues, do dito lugar; neta materna de José Rodrigues e de Catarina Alves, do lugar do Listedo. Nasceu na Gave a 24/3/1869 e foi batizada na igreja católica local nesse dito dia, mês e ano. Padrinhos: Manuel Rodrigues, solteiro, do lugar de Listedo, e Rosa Rodrigues, casada, do lugar do Pereiral, freguesia de Parada do Monte, rurais.

 

ALVES, Maria da Conceição. Filha de Manuel Alves e de Maria Emília de Carvalho, lavradores, residentes no lugar dos Chãos. Neta paterna de Joaquim Alves e de Mariana Vaz de Sousa; neta materna de José de Carvalho e de Maria Luísa Alves. Nasceu na Gave a 8/8/1901 e foi batizada na igreja paroquial a 10 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel António Gregório, viúvo, lavrador, e Maria da Conceição Alves, solteira, camponesa. // Faleceu na sua freguesia natal a 20/1/1990.    

 

ALVES, Maria Emília. Filha de José Alves e de Maria Joaquina Domingues, moradores no lugar dos Chãos. Neta paterna de Alexandre António Alves e de Rosa Maria Alves; neta materna de Pedro Manuel Domingues e de Maria Teresa Esteves, de São Miguel, Riba de Mouro. Nasceu a 7/8/1855 e foi batizada a 9 desse mês e ano. Padrinhos: Alexandre António Domingues e Maria Emília Gomes, ambos de Riba de Mouro. // Faleceu nos Chãos, Gave, a 15/6/1939.

 

ALVES, Maria Emília. Filha de João Alves, natural de Merufe, Monção, e de Maria Alves, natural da Gave, Melgaço, lavradores, residentes no lugar da Sobreira. Neta paterna de João Alves e de Maria Rodrigues, do lugar de Cornadas, freguesia de Merufe, concelho de Monção; neta materna de Luís Manuel Alves e de Joaquina Rosa Monteiro Barbosa, gavienses, do lugar da Sobreira. Nasceu na Gave a 17/2/1870 e foi batizada na igreja católica local nesse mesmo dia, mês e ano. Padrinhos: Duarte José Lourenço e Maria Teresa de Sousa, casados, lavradores, naturais do lugar do Baleiral, Gavieira, Arcos de Valdevez.     

 

ALVES, Maria Felicidade. Filha de Manuel Joaquim Alves e de Florinda Rosa Duque, lavradores, residentes no lugar da Baldosa. Neta paterna de Manuel José Alves e de Maria Rosa Afonso; neta materna de António José Duque e de Maria Florinda Afonso, todos camponeses, moradores no sobredito lugar. Nasceu na Gave a 3/5/1890 e nesse mesmo dia foi batizada na igreja paroquial. Padrinhos: os seus avós maternos. // Tinha 17 anos de idade, era solteira, camponesa, morava em casa de seus pais, quando casou na igreja da Gave a 24/10/1907 com Justino Pereira, de 24 anos de idade, solteiro, camponês, morador no lugar de Cortegada, freguesia de Parada do Monte, onde nascera, filho de Manuel Pereira e de Maria Vieites. // Enviuvou a 20/5/1927. // Faleceu na sua freguesia natal a 9/3/1975, onde seu marido também morrera. 

 

ALVES, Maria de Jesus. Filha de José Alves, natural da Gave, e de Maria Joaquina Esteves, natural de Lijó, Riba de Mouro, lavradores, residentes no lugar de Eiriz. Neta paterna de Manuel António Alves e de Rosa Maria Rodrigues; neta materna de João Manuel Esteves e de Florinda Rosa Alves, todos rurais. Nasceu na Gave a 4/12/1869 e foi batizada na igreja católica local nesse mesmo dia, mês e ano. Padrinhos: Manuel António Alves, casado, lavrador, e Maria Rodrigues, solteira, ambos do lugar de Eiriz.    

 

ALVES, Maria Joaquina. Filha de Luís Caetano Alves e de Maria José Gregório, do lugar da Sobreira. Nasceu na Gave por volta de 1833. // Tinha 38 anos de idade, era solteira, camponesa, morava no dito lugar, quando casou na igreja paroquial a 3/5/1871 com João Manuel Esteves, de 44 anos de idade, solteiro, lavrador, natural do lugar de Cabenca, freguesia de Riba de Mouro, concelho de Monção, filho de Manuel José Esteves e de Maria Rosa Afonso.  

 

ALVES, Maria Joaquina. Filha de Manuel António Alves e de Ana Pires, lavradores, residentes no lugar de Baldosa. Nasceu na Gave a 26/3/1854. // Tinha 23 anos de idade, era solteira, camponesa, morava no lugar do Coto do Paço, quando casou na igreja de Parada do Monte a 7/11/1877 com Francisco Esteves, nascido nessa freguesia a 15/4/1855, residente no dito lugar de Coto do Paço, solteiro, lavrador.

 

ALVES, Maria Joaquina. Filha de Manuel José Alves e de Maria Rosa Afonso, lavradores, residentes no lugar de Baldosa, Gave. Neta paterna de Manuel Alves e de Maria Luísa Martins, do lugar do Coto, freguesia de Parada do Monte; neta materna de Manuel José Afonso e de Maria Rosa Gonçalves de Castro, do lugar da Baldosa. Nasceu na Gave a 19/9/1867 e foi batizada na igreja católica local nesse mesmo dia. Padrinhos: Manuel Domingues Ramos e Maria Quitéria Afonso, casados, rurais, do lugar de Baldosa. // Morou em Baldosa. // Faleceu em 1938, com 70 anos de idade (Notícias de Melgaço n.º 392).

 

ALVES, Maria Joaquina. Filha de Rosa Maria Alves, solteira, camponesa, moradora no lugar da Sobreira. Neta materna de Luís Caetano Alves e de Maria José Gregório, lavradores, do dito lugar. Nasceu na Gave a 14/10/1870 e foi batizada na igreja católica local nesse mesmo dia, mês e ano. Padrinhos: Manuel António Pereira, casado, rural, do lugar da Costa, e Maria Joaquina Alves, solteira, camponesa, do lugar da Sobreira. // Casou a 22/7/1943 na igreja paroquial de Oliveira, Arcos de Valdevez, com Manuel Joaquim de Araújo, seu conterrâneo. // O seu marido morreu a 11/5/1949. // Ela faleceu na dita freguesia da Oliveira (onde foi sepultada), Arcos de Valdevez, a 26/3/1978, com 107 anos de idade. // Mãe de Abílio Alves (ver).

 

ALVES, Maria Ludovina. Filha de Manuel Luís Alves e de Luísa Domingues, lavradores, da Sobreira. N.p. de Manuel José Alves e de Josefa Rodrigues; n.m. de Manuel Domingues e de Isabel Gregório. Nasceu a 9/8/1866 e foi batizada nesse dia. Padrinhos: Manuel Rosendo Gregório, casado, e Constância de Jesus, solteira, lavradora, dos Coelhos, Gave. 

 

ALVES, Maria Rosa. Filha de Manuel José Alves e de Ângela Esteves, lavradores. Nasceu na Gave por volta de 1826. // Faleceu a 23/9/1904, no lugar da Cela, freguesia de Cousso, onde residia, com todos os sacramentos da igreja católica, com 78 anos de idade, viúva de Manuel Joaquim Rodrigues, sem testamento, com filhos (ver em Cousso), e foi sepultada no adro da igreja paroquial de Cousso. 

 

ALVES, Maria Rosa. Filha de ---------- Alves e de -------------------------------------. Nasceu por volta de 1840. // Faleceu em Ferrão, Gave, a --/--/1915, com 75 anos de idade (Correio de Melgaço n.º 179, de 19/12/1915).

 

ALVES, Maria Rosa. Filha de Manuel Joaquim Alves e de Maria Balbina Rodrigues, lavradores, residentes no lugar de Cófaros. Neta paterna de José Manuel Alves e de Maria José Gregório, camponeses, moradores no dito lugar; neta materna de Luís Manuel Rodrigues e de Luísa Domingues, rurais, moradores no lugar de Cerdeiral. Nasceu na Gave a 19/9/1886 e no dia seguinte foi batizada na igreja paroquial. Padrinhos: Francisco José Rodrigues, tio materno da neófita, lavrador, residente no lugar do Cerdeiral, e Maria Afonso, solteira, camponesa, moradora no lugar do Pombal. // Casou na igreja da Gave a 19 de Junho de 1902 com o seu conterrâneo Constante ou Constantino Enes, de 26 anos de idade, filho de Luís Enes e de Maria Josefa Gregório. // O seu marido morreu na Gave a 26/2/1933. // Ela faleceu também na Gave a 2/4/1963.    

 

ALVES, Maria Rosa. Filha de Manuel José Alves e de Maria Genoveva Domingues, lavradores, residentes no lugar dos Coelhos. Neta paterna de António José Alves e de Maria Rosa Esteves, camponeses, moradores no dito lugar; neta materna de António José Domingues e de Ana Domingues, lavradores, residentes no lugar do Lameiro. Nasceu na Gave a 3/10/1890 e foi batizada na igreja paroquial a 5 desse mês e ano. Padrinhos: o seu avô paterno e Germana Domingues, tia materna da neófita. // Faleceu na freguesia da Gave a 25/4/1957.  

 

ALVES, Maria Rosa. Filha de Guilherme Alves e de Maria Emília Gregório, lavradores, residentes no lugar da Igreja. Neta paterna de Joaquim Alves e de Maria Ana de Sousa, camponeses, moradores no lugar do Ferrão; neta materna de Manuel Joaquim Gregório e de Joaquina de Caldas, rurais, moradores no lugar da Igreja. Nasceu na Gave a 24 de Dezembro de 1890 e nesse mesmo dia foi batizada na igreja paroquial. Padrinhos: os seus avós paternos. // Casou na igreja da Gave a 11/6/1910 com Manuel Ramos. // Faleceu na sua freguesia de nascimento a 19/3/1924.   

 

ALVES, Maria Rosa. Filha de Palmira Alves, solteira, natural da freguesia de Parada do Monte, moradora no lugar de Baldosa. Neta materna de Manuel Joaquim Alves e de Carolina Rosa Alves. Nasceu na Gave a 18/6/1905 e foi batizada na igreja paroquial a 20 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Joaquim Alves, casado, e Florinda Alves, solteira, lavradores. // Casou na CRCM a 7/8/1935 com Justino Vieites de Carvalho. // Faleceu em Parada do Monte a 25/12/1939 (confirmar a data do óbito).  

 

ALVES, Maria Sofia. Filha de Joaquim Alves, lavrador, natural de Parada do Monte, e de Maria Dorinda Claro, lavradeira, natural da freguesia de São Bartolomeu de Giesta, bispado de Tui, moradores no lugar dos Chãos. Neta paterna de António Caetano Alves e de Albina Rodrigues; neta materna de José Maria Claro e de Maria José Esteves. Nasceu na Gave a 4/2/1910 e foi batizado na igreja paroquial a 7 desse mês e ano. Padrinhos: José Maria Claro, casado, negociante, e Germana Claro, solteira, camponesa. // Casou na CRCM a 21/3/1932 com Albano de Lima. // Enviuvou a 9/5/1984. // Faleceu na Gave a 20/3/1989.   

 

ALVES, Maria Teresa. Filha de João Alves e de Maria Luísa Domingues, lavradores, de Carvalhos, Riba de Mouro. // Faleceu em Ferrão, Gave, a 15/5/1880, com 68 anos de idade, viúva de Joaquim Duque, e foi sepultada na igreja. // Com geração.  

 

ALVES, Mariana. Filha de Manuel Alves e de Luísa Esteves, lavradores, residentes no lugar da Costa. // Lavradeira. // Faleceu em Barreiros, a 3/2/1883, com 85 anos de idade, viúva de José Joaquim de Araújo, e foi sepultada na igreja. // Fizera testamento. // Com geração. 

 

ALVES, Porfírio. Filho de João Manuel Alves e de Luísa Domingues, lavradores, do Val. N.p. de Maria Luísa Alves, solteira, do dito lugar; n.m. de Joaquim Domingues e de Joana Rosa Domingues, do Cerdeiral. Nasceu a 16/7/1866 e foi batizado nesse mesmo dia. Padrinhos: António Joaquim Domingues, solteiro, e Madalena Rodrigues, solteira, lavradores, residentes no Cerdeiral. // Casou no Porto a 26/12/1910.

 

ALVES, Preciosa. Filha de Luís Alves e de Maria das Dores Duque, lavradores, residentes no lugar de Ferrão. Neta paterna de Joaquim Alves e de Mariana de Sousa; neta materna de Florinda Rosa Duque. Nasceu na Gave a 13/3/1908 e foi batizada na igreja paroquial a 15 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Joaquim Domingues e sua mulher, Maria Joaquina Esteves, camponeses. // Faleceu a 18/2/1910.

 

ALVES, Pureza de Jesus. Filha de Guilherme Alves e de Maria Emília Gregório, lavradores, residentes no lugar da Lage. Neto paterno de Joaquim Alves e de Mariana de Sousa; neta materna de Manuel Joaquim Gregório e de Joaquina de Caldas. Nasceu na Gave a 3 de Dezembro de 1900 e foi batizada na igreja paroquial a 7 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Alves, casado, lavrador, do lugar do Lameiro, e Cândida da Conceição Gregório, solteira, tecedeira, do lugar da Igreja. // Faleceu na sua freguesia natal a 12/7/1974.     

 

ALVES, Ricardo. Filho de Manuel Alves e de Josefina de Jesus Esteves, lavradores, residentes no lugar dos Coelhos. Neto paterno de António José Alves e de Maria Rosa Esteves; neto materno de Manuel José Esteves e de Maria Rosa Gregório. Nasceu na Gave a 15/4/1910 e foi batizado na igreja paroquial a 17 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel Carlos Domingues, casado, e Constância Esteves, solteira, lavradores. // Casou na CRCM a 22/11/1933 com Felismina do Carmo Esteves. // Faleceu na sua freguesia de nascimento a 20/1/1941.

 

ALVES, Rosa. Filha de Manuel António Alves e de Ana Pires, moradores em Baldosa, Gave. Neta paterna de Manuel Alves e de Maria Luísa Esteves, do Coto do Paço, Parada do Monte; neta materna de António Pires e de Joaquina Alves, de Baldosa. Nasceu a 4/3/1858 e foi batizada ainda nesse mês e ano. Padrinhos: Manuel António Alves e Rosa Domingues, de Parada do Monte. // Tinha 36 anos de idade, era solteira, quando casou na igreja paroquial a 20/11/1893 com Manuel Luís Afonso, de 48 anos de idade, viúvo de Maria Pires, natural da freguesia de Parada do Monte, residente na freguesia da Gave,

 

ALVES, Rosa. Filha de João Manuel Alves e de Maria Luísa Domingues, rurais, moradores no lugar do Val, Gave. Neta paterna de Maria Luísa Alves, solteira; neta materna de Joaquim Domingues e de Joana Rosa Domingues, do lugar do Cerdeiral. Nasceu na Gave a 17 de Julho de 1878 e foi batizada na igreja católica local dois dias depois. Padrinhos: Manuel José Domingues, solteiro, tio materno da neófita, do lugar do Cerdeiral, e Maria Rosa Domingues, solteira, filha de Manuel Joaquim Domingues, do lugar do Val. // Casou na igreja da Vitória, Porto, a 12/10/1902, com António Pascoal, de 27 anos de idade, natural de São João Batista de Covas do Douro, filho de José Pascoal e de Inácia Maria. // Faleceu em Leça do Balio, Matosinhos, a 22/6/1921. 

 

ALVES, Rosa. Filha de Manuel Joaquim Alves, natural da Gave, e de Carolina Rosa Alves, natural de Parada do Monte, lavradores, residentes no lugar da Baldosa. Neta paterna de Manuel António Alves e de Ana Pires; neta materna de Maria Alves. Nasceu na Gave a 16/8/1896 e no dia seguinte foi batizada na igreja paroquial. Padrinhos: Manuel José Domingues e Maria Afonso, camponeses. // Casou na igreja da Gave a 3/4/1948 com António Luís Esteves, natural de Parada do Monte. // O seu marido morreu na freguesia de Parada do Monte a 14/9/1978. // Ela faleceu na freguesia da Gave a 25/1/1994, com 97 anos de idade.  

 

ALVES, Rosa. Filha de Luís Alves e de Maria das Dores Duque, lavradores, residentes no lugar de Ferrão. Neta paterna de Joaquim Alves e de Maria Ana de Sousa; neta materna de Florinda Rosa Duque. Nasceu na Gave a 29/5/1906 e foi batizada na igreja paroquial a 31 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel José Domingues e sua mulher, Maria Joaquina Esteves, camponeses, gavienses. // Faleceu na Gave a 27/8/1945 (confirmar).

 

ALVES, Rosa. Filha de Joaquim Alves e de Felicidade Domingues. Nasceu na Gave a --/--/1916 (Correio de Melgaço n.º 213, de 27/8/1916).  

 

ALVES, Rosa da Anunciação. Filha de Luís Alves e de Maria das Dores Duque, lavradores, residentes no lugar de Ferrão. Neta paterna de Joaquim Alves e de Maria Ana de Sousa; neta materna de Florinda Rosa Duque. Nasceu na Gave a 4/2/1898 e nesse mesmo dia foi batizada na igreja paroquial. Padrinhos: Joaquim Alves, casado, proprietário, e Maria Antónia Duque, solteira, camponesa. // Faleceu a 20/6/1899.

 

ALVES, Silvéria. Filha de ---------------- Alves e de --------------------------------------------. Nasceu a --/--/1919. // Faleceu no lugar de Eiriz, Gave, a --/--/1920, com apenas quinze meses de idade (Jornal de Melgaço n.º 1300, de 8/8/1920).

 

ARAÚJO

 

ARAÚJO, Adriano José. Filho de João Luís de Araújo e de Mariana Gregório, lavradores, residentes no lugar do Lameiro, Gave. Neto paterno de José Joaquim de Araújo e de Mariana Alves, do lugar da Costa; neto materno de Manuel António Gregório e de Maria Esteves, do lugar da sobreira, todos rurais. Nasceu na Gave a 10/8/1869 e foi batizado na igreja católica local no dia seguinte. Padrinhos: Jerónimo José Duque e Rosa de Araújo, casados, lavradores, do lugar da Costa, Gave. // Faleceu no sobredito lugar do Lameiro a 17/3/1870, com apenas sete meses de vida, e foi sepultado na igreja. 

 

ARAÚJO, Agostinho. Filho de João Luís de Araújo e de Mariana Gregório, lavradores, residentes no lugar do Lameiro, Gave. Neto paterno de José Joaquim de Araújo e de Mariana Alves, do lugar da Costa; neto materno de Manuel António Gregório e de Maria Esteves, do lugar do Sobreiro. Nasceu na Gave a 2/4/1867 e foi batizado na igreja católica local nesse mesmo dia. Padrinhos: João Manuel Domingues e Florinda Rosa Gregório, casados, lavradores, do lugar do Val, Gave. // Faleceu em casa dos pais, a 25/12/1868, com apenas dezanove meses de idade, e foi sepultado na igreja.  

 

ARAÚJO, Agostinho. Filho de Maria do Carmo Araújo, solteira. Neta materna de João Domingues Araújo e de Mariana Gregório, moradores no lugar do Lameiro. Nasceu na Gave a 1/6/1874 e no dia seguinte foi batizado na igreja católica local. Padrinhos: os seus avós maternos.  

 

ARAÚJO, Ana Joaquina. Filha de José Joaquim de Araújo e de Maria Ana Alves, lavradores, residentes no lugar da Costa, freguesia da Gave. // Faleceu em Barreiros, Gave, a 14/7/1881, com 63 anos de idade, solteira, lavradora, residente no dito lugar, e foi sepultada na igreja. // Deixou testamento.  

 

ARAÚJO, António Joaquim. Filho de Francisco de Araújo e de Rosa Maria Domingues, lavradores, do Lameiro. N.p. de José Joaquim de Araújo e de Mariana Alves; n.m. de João Domingues e de Ana Maria Gonçalves. Nasceu a 23/6/1857 e foi batizado nesse dia. Padrinhos: António Manuel Domingues e sua irmã, Joana Rosa Domingues, todos gavienses. // Faleceu no sobredito lugar, a 2/12/1868, e foi sepultado na igreja.   

 

ARAÚJO, Clementina. Filha de Maria do Carmo de Araújo, solteira, camponesa, moradora no lugar do Lameiro. Neta materna de João Luís de Araújo e de Mariana Gregório, rurais, do dito lugar. Nasceu na Gave a 24/8/1880 e foi batizada na igreja católica local a 26 desse mês e ano. Madrinha: Maria José Rodrigues, viúva, do lugar do Ribeiro, Riba de Mouro, Monção. // Casou na igreja da freguesia de Paço, Arcos, a 27/11/1905, com Manuel José, de 28 anos de idade, filho de José António de Amorim Barbosa e de Francisca Cerqueira, natural da dita freguesia dos Arcos de Valdevez. // Ambos os cônjuges faleceram na freguesia de São Paio, Arcos de Valdevez: o marido a 13/10/1949 e ela a 20 de Agosto de 1959.     

 

ARAÚJO, Conceição. Filha de João Luís de Araújo e de Maria Ana Gregório, lavradores, residentes no lugar do Lameiro. Neta paterna de José Joaquim de Araújo e de Maria Ana Alves, do lugar da Costa; neta materna de Manuel António Gregório e de Maria Esteves, do lugar da Sobreira, todos rurais. Nasceu na Gave a 10/3/1871 e foi batizada na igreja católica local nesse mesmo dia, mês e ano. Padrinhos: Jerónimo José Duque e Rosa de Araújo, casados, camponeses, do lugar da Costa. // Casou em 1897 com o seu conterrâneo António Domingues.    

 

ARAÚJO, Delfina. Filha de Francisco Joaquim de Araújo e de Rosa Maria Domingues, lavradores, residentes no Lameiro. N.p. de José Joaquim de Araújo e de Mariana Alves, da Costa; n.m. de João Manuel Domingues e de Ana Maria Gonçalves de Castro, do Lameiro. Nasceu a 8/9/1866 e foi batizada nesse dia. Padrinhos: Manuel José Gonçalves Fontes e mulher, Maria Engrácia Gonçalves, negociantes, moradores na Lage, Gave.

 

ARAÚJO, Delfina. Filha de Maria do Carmo Araújo, solteira, camponesa, moradora no lugar da Sobreira. Neta materna de João Luís de Araújo e de Maria Ana Gregório, lavradores, residentes no lugar do Lameiro. Nasceu na Gave a 29/12/1885 e no dia seguinte foi batizada na igreja paroquial. Padrinhos: José Manuel de Araújo, casado, rural, morador no lugar do Lameiro, e Delfina Duque, solteira, camponesa, moradora no lugar de Barreiros. // Faleceu na freguesia de Cousso a 23/2/1962.  

 

ARAÚJO, Francisco Joaquim. Filho de José Joaquim de Araújo e de Mariana Alves, lavradores, residentes no lugar da Costa. // Lavrador. // Casou na igreja da Gave, a 20/9/1855, com Rosa Maria, filha de João Domingues e de Ana Maria Gonçalves, todos gavienses. / Faleceu no Lameiro, onde residia com a esposa e filhos, a 17/10/1880, com 53 anos, e foi sepultado na igreja.  

 

ARAÚJO, Genoveva Rosa. Filha de Francisco Joaquim de Araújo e de Rosa Maria Domingues, lavradores, residentes no Lameiro. N.p. de José Joaquim de Araújo e de Mariana Alves; n.m. de João Manuel Domingues e de Ana Maria Gonçalves de Castro. Nasceu a 13/9/1862 e foi batizada nesse dia. Padrinhos: João de Araújo, casado, lavrador, e Joana Domingues, solteira.  

 

ARAÚJO, Guilhermina. Filha de Maria do Carmo de Araújo, solteira. Neta materna de João Luís de Araújo e de Mariana Gregório, todos gavienses, moradores no lugar do Lameiro. Nasceu na Gave a 13/3/1879 e no dia seguinte foi batizada na igreja católica local. Padrinhos: o seu avô materno e sua filha, Luísa Rosa de Araújo, solteira, tia materna da neófita, todos camponeses. // Faleceu nos Arcos de Valdevez (Salvador) no dia 3 de Março de 1966.  

 

ARAÚJO, Inês. Filha de Luísa Rosa de Araújo, solteira, camponesa, moradora no lugar do Lameiro. Neta materna de João Luís de Araújo e de Mariana Gregório, lavradores, residentes no dito lugar. Nasceu na Gave a 19/4/1884 e nesse mesmo dia foi batizada na igreja paroquial. Madrinha: Maria do Carmo de Araújo, solteira, tia materna da neófita. // Tinha 23 anos de idade, era solteira, quando casou na igreja a 8/1/1908, com Pedro Fernandes, de 22 anos de idade, solteiro, natural da freguesia de São João Batista de Sistelo, morador na Gave, Melgaço, filho de António Joaquim Fernandes, natural da Gave, e de Maria Fernandes, natural de Sistelo. Testemunhas presentes: José Maria Claro, negociante, e José Joaquim Fernandes, lavrador, ambos casados, gavienses.     

 

ARAÚJO, José Joaquim. Filho de ----------- de Araújo e de -------------------------------------. Nasceu por volta de 1829. // Faleceu na Gave a --/--/1912, com 83 anos de idade (Correio de Melgaço n.º 3).

 

ARAÚJO, Madalena Rosa. Filha de Francisco de Araújo e de Rosa Maria Domingues, lavradores, residentes no lugar do Lameiro. Neta paterna de José Joaquim de Araújo e de Mariana Álvares, do lugar da Costa; neta materna de João Manuel Domingues e de Ana Maria Gonçalves, do lugar do Lameiro, todos rurais. Nasceu na Gave a 31/7/1871 e foi batizada na igreja católica local nesse mesmo dia, mês e ano. Padrinhos: Manuel Domingues, casado, do lugar da Ferrão, e Maria Luísa Domingues, casada, do lugar da Lage, camponeses, gavienses. // Tinha 23 anos de idade quando casou na igreja paroquial a 12/11/1894 com Manuel Domingues, de 23 anos de idade, filho de Manuel Domingues e de Maria Rosa Esteves, lavradores, residentes em Parada do Monte, de onde eram naturais. Testemunhas presentes: Júlio Manuel Afonso, casado, professor da instrução primária em Parada do Monte, e António Joaquim Pires, casado, lavrador, residente no lugar da Lage, Gave.  

 

ARAÚJO, Manuel Joaquim. Filho de João Luís de Araújo e de Mariana Gregório. Neto paterno de José Joaquim de Araújo e de Mariana Alves; neto materno de António Gregório e de Maria Esteves. Nasceu a 25/3/1859 e foi batizado nesse dia. Padrinhos: Manuel José Esteves e Florinda Gregório. // Deve ter falecido ainda bebé.

 

ARAÚJO, Manuel Joaquim. Filho de João Luís de Araújo e de Mariana Gregório, lavradores, residentes no Lameiro. Neto paterno de José Joaquim de Araújo e de Mariana Alves; neto materno de António Gregório e de Maria Esteves. Nasceu na Gave a 16/7/1861 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: José de Araújo, solteiro, lavrador, do lugar da Costa, e Rosa de Araújo, solteira, do mesmo lugar. // Casou na igreja de Oliveira, Arcos de Valdevez, a 22/7/1943, com a sua conterrânea Maria Joaquina Alves. // Faleceu nessa freguesia dos Arcos a 11/3/1949. // Pai de Abílio Alves de Araújo (ver em Abílio Alves, em virtude de ter nascido quando sua mãe era solteira).   

 

ARAÚJO, Manuel José. Filho de João Luís de Araújo e de Mariana Gregório, lavradores, residentes no Lameiro. Neto paterno de José Joaquim de Araújo e de Mariana Alves; neto materno de António Gregório e de Maria Esteves. Nasceu a 3/6/1864 e foi batizado nesse dia. Padrinhos: Manuel José Esteves, solteiro, e Mariana Alves, viúva.   

 

ARAÚJO, Maria das Dores. Filha de Rosa, ou Rosa Luísa de Araújo, solteira, camponesa, moradora no lugar do Lameiro. Neta materna de João Luís de Araújo e de Mariana Gregório, lavradores, residentes no dito lugar. Nasceu na Gave a 26/5/1881 e no dia seguinte foi batizada na igreja católica local. Padrinhos: a sua avó materna e José Pedro Alves, solteiro, lavrador, residente no lugar dos Chãos.   

 

ARAÚJO, Maria Joaquina. Filha de Francisco de Araújo e de Rosa Maria Domingues, lavradores, residentes no Lameiro. Neta paterna de José Joaquim de Araújo e de Mariana Alves; neta materna de João Domingues e de Ana Maria Gonçalves. Nasceu a 8/8/1860 e foi batizada nesse dia. Padrinhos: Manuel José Domingues, solteiro, lavrador, e Joaquina Rosa Domingues, solteira, moradores no Lameiro. // Tinha 24 anos de idade, era solteira, morava no dito lugar do Lameiro, quando casou na igreja paroquial a 30/6/1885 com o seu parente, António Gregório, viúvo de Constância de Jesus Gregório, lavrador, residente no lugar dos Coelhos. // Faleceu a --/--/1931, no dito lugar de Coelhos (NM 125, de 20/9/1931).

 

ARAÚJO, Maria Rosa. Filha de Delfina de Araújo. Nasceu na freguesia da Gave a --/--/1916 (Correio de Melgaço n.º 204, de 25/6/1916). 

 

ARAÚJO, Palmira Augusta. Filha de Francisco Joaquim de Araújo e de Rosa Maria Domingues, residentes no lugar do Lameiro. Neta paterna de José Joaquim de Araújo e de Mariana Alves, do lugar da Costa; neta materna de João Manuel Domingues e de Ana Maria Gonçalves de Castro, do lugar do Lameiro, lavradores. Nasceu na Gave a 22/8/1864 e foi batizada nesse mesmo dia. Padrinhos: Manuel José Gonçalves Fontes e Maria Engrácia Gonçalves de Castro, negociantes na Gave. // Tinha 37 anos de idade, era solteira, morava na sua freguesia, quando casou na igreja paroquial a 28/8/1901 com o seu conterrâneo Manuel Luís Afonso, de 56 anos de idade, viúvo de Rosa Alves.   

 

BALEIXO

 

BALEIXO, João Manuel. Filho de ---------- Baleixo e de -----------------------------. Nasceu a --/--/18--. Casou a --/--/1916 com Rosa Afonso, natural da Gave (ver Correio de Melgaço n.º 196, de 23/4/1916).

 

BARREIROS

 

BARREIROS, Justino da Cunha. Filho de ---------- Barreiros e de --------------------------------. Nasceu a --/--/193-. Faleceu na Gave, com 78 anos de idade, em Dezembro de 2008 ou em Janeiro de 2009 (VM 1305, de 1/2/2009).

 

CALDAS

 

CALDAS, Abílio. Filho de José Albino de Caldas e de Angelina Gonçalves Fontes, lavradores, residentes no lugar da Igreja. Neto paterno de Maria de Caldas, solteira; neto materno de Manuel Gonçalves Fontes e de Maria Engrácia Gonçalves. Nasceu na Gave a 17/7/1898 e foi batizado na igreja paroquial a 20 desse mês e ano. Padrinhos: António Joaquim Dias Monteiro e sua mulher, Adelinda Gonçalves, agricultores. // Casou na CRCM a 16/4/1919 com Deolinda Afonso, de 18 anos de idade, natural de Parada do Monte, filha de Manuel Afonso e de Rosa Pereira. // Faleceu na Gave a 9/6/1924. // A sua viúva voltou a casar.  
 
// continua...