quinta-feira, 4 de abril de 2019


GENTES DO CONCELHO DE MELGAÇO

CRISTÓVAL


 

 

 

 

 

 

 

 

Edição de autor

 


 

 

Ficha técnica

 

Título: Gentes do Concelho de Melgaço - Cristóval

 

Autor – Joaquim Agostinho da Rocha

 

Capa – Brasão da freguesia

 

Fotografias – vários autores

 

Execução gráfica –

 

Tiragem –

 

Depósito legal –

 

ISBN –

 

Data de edição –

 

Correio eletrónico: joaquim.a.rocha@sapo.pt

Blogue: Melgaço, Minha Terra

 

Telemóvel: 965815648

 

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Obras do autor

 

 

Obras a publicar

 

Poemas do Vento

Sonetos do Sol e da Lua

Quadras ao deus dará

Escritos Sobre Melgaço

Entre Mortos e Feridos (romance)

Lembranças Amargas (romance)

Gentes de Melgaço (biografias)

Dicionário Enciclopédico de Melgaço

A Minha Vida em Imagens

A minha religião e outros escritos

  Auto da Palina

Frágeis Elos (2.ª edição)

Melgaço: Padres, Monges e Frades

 

Obras publicadas

 

Livros

 

Frágeis Elos (uma história familiar)

Dicionário Enciclopédico de Melgaço (I e II volumes)

Lina – Filha de Pã (romance)

Os Meus Sonetos e os do frade

Os Novos Lusíadas

Melgacenses na I Grande Guerra
                                                       (em parceria com Walter Alves)
 

Separatas

 

A Origem de Algumas Famílias Melgacenses

A Febre Tifoide e os seus Protagonistas

Tomás das Quingostas (200 anos do seu nascimento)

A Provável Origem de Melgaço e Paderne

 

Prefácios nos livros de José A. Cerdeira e do Dr. Augusto César Esteves:

 

Tomaz das Quingostas

O Buraco da Serpe

A Adversidade por Madrasta

O Sonhador dos Montes da Aguieira

Nas Páginas do Notícias de Melgaço

 

Colaborações

 

No Boletim dos Serviços Sociais da CGD

No Boletim Cultural da Câmara Municipal de Melgaço

No jornal A Voz de Melgaço

No jornal Fronteira Notícias

Artigo sobre o santuário da Peneda no livro Lugares Sagrados

 de Portugal I, editado pelo Círculo de Leitores em 2016.

 

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APRESENTAçÃO


 

      O nome CRISTÓVAL é deturpação de Cristóvão. O padroeiro de Ribadávia, vila galega próxima desta freguesia é São Cristóvão. Isso significa que esse santo, apesar de lendário (foi excluído do calendário litúrgico pelo papa Paulo VI, a 9/5/1969), era venerado por estes sítios. Terá vivido, segundo a lenda, logo depois da morte de Jesus, e foi convertido ao cristianismo pelo apóstolo Bartolomeu. // Cristóval é freguesia de Melgaço desde a fundação do concelho, século XII.  

      A 13/8/1883 foi pela 1.ª vez sepultado um corpo fora da igreja (ver Maria Florinda Soeiro). // A partir de 3/5/1885 voltaram a ser enterrados dentro da igreja, devido à rebelião do povo, sobretudo das mulheres. Houve excepções: Francisco Esteves, que faleceu a 2/5/1886 (a seu pedido foi sepultado fora da igreja); e o guarda da alfândega, Atanásio de Melo, que morreu afogado no rio Trancoso a 13/3/1888 (também manifestara essa vontade). // Ver também Aurélio Melão, sepultado a 16/6/1889. // A 26/1/1892 foi sepultada fora da igreja, em jazigo próprio, Florinda Pereira. // A 24/12/1892 também foi sepultada fora da igreja Clara Luísa Rodrigues. // A 8/1/1893 também foi sepultada fora da igreja Josefa Vaz. // A 10/4/1894 foi sepultada em jazigo de família, fora da igreja, Delfina (ou Claudina) Gonçalves. // A 16/10/1894 foi sepultado fora da igreja Manuel do Outeiro. // A 6/1/1895 foi sepultado fora da igreja Miquelina Rosa da Silva. // A 21/6/1895 foi enterrada fora da igreja Miquelina Augusta de Almeida. // A 6/8/1895 foi sepultada fora da igreja Maria Garcia. // Mais três cadáveres enterrados fora da igreja: Manuel José Marques, falecido a 16/9/1895; José Fernandes, falecido a 2/10/1895; e António Vaz, falecido a 7/11/1895. // A partir de Janeiro de 1896 (ver Manuel Joaquim Fernandes) os corpos dos defuntos começaram a ser enterrados fora da igreja, salvo raras excepções.       


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            Lugares: Aldeia do Souto, Arroteia, Calçada, Campo do Souto, Carvão, Casais (parte), Cevide, Coto, Coto do Sobreiro, Coule, Cruz, Doma, Esquipa, Facho, Ferraria, Fonte do Cabo, Gonte, Gorvela, Granja, Grova (parte), Igreja, Marga, Mouriga, Pedrugal, Pico, Porta, Portas de Paradela, Pousadas, Ramo, Ranhado, Regueiro, Rua Verde, São Gregório, Soalheira, Sobreiro, Sucastelo, Tortim.


 

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ABREU



ABREU, Abel Augusto. Filho do Dr. José Joaquim de Abreu e de Augusta Maria de Araújo, proprietários, moradores na Rua Verde de São Gregório. Neto paterno de Miquelina Rosa de Abreu; neto materno de José Joaquim de Araújo e de Benedita Pires Pereira. Nasceu a 1/11/1907 e foi batizado a 8 desse mês e ano. Padrinho: Caetano Maria de Abreu, solteiro, proprietário. // A 26/7/1917 fez exame do 1.º grau e obteve a classificação de ótimo; era aluno do professor Abel Nogueira Dantas (Jornal de Melgaço n.º 1169, de 4/8/1917). // Em Julho ou Agosto de 1918 fez exame do 2.º grau, tendo sido aprovado com distinção (JM 1220, de 24/8/1918). // Ainda jovem ingressou no exército, tendo atingido a patente de sargento-ajudante. // Casou no Posto do Registo Civil de Vila Praia de Âncora, Caminha, a 18/12/1940, com Alda da Conceição Soares de Albergaria. // Faleceu a 11/10/1989 na freguesia da Ajuda, Lisboa.     

 ABREU, Albina. Filha de Celestino de Jesus de Abreu, soldado da Guarda-Fiscal, e de Adelaide Estefânia Lopes, moradores no lugar de São Gregório. N.p. de Luís Manuel de Abreu e de Albina Josefa de Almeida; n.m. de Francisco Manuel Lopes e de Maria do Carmo Durães. Nasceu em Cristóval a 31/12/1901 e foi batizada na igreja a 4/1/1902. Madrinha: Albina Rosa da Silva, solteira, proprietária. // Sem mais notícias.  




ABREU, Amadeu. Filho de Lucrécia Augusta de Abreu, solteira (*), proprietária, moradora na Rua Verde de São Gregório, e de António Joaquim da Cruz, solteiro, natural de Ganfei, Valença do Minho. Neto materno de Manuel Joaquim de Abreu (por adoção, ou reconhecimento, e não por ser casado) e de Maria da Pureza de Almeida, solteira, de São Gregório; neto paterno de Manuel José da Cruz e de Ana Joaquina Fernandes. Nasceu na Rua Verde a 4/10/1886 e foi batizado na igreja de Cristóval nesse dia. Padrinhos: António Joaquim Pacheco, casado, empregado, como guarda, no posto de São Gregório, e sua mulher, Miquelina de Almeida, tios maternos do bebé. // S.m.n.    



ABREU, Ana da Conceição. Filha de Caetano de Abreu e de Ludovina Rosa Lopes, proprietários. N.p. de Francisca de Abreu, solteira; n.m. de Francisco Manuel Lopes e de Cármen Durães, todos de São Gregório. Nasceu a 26/7/1884 e foi batizada na igreja de Cristóval a 29 desse mês e ano. Padrinhos: o seu avô materno, proprietário, e Beatriz de Jesus Lopes, solteira, tia materna da criança. // Faleceu em São João do Souto, Braga, a 22/8/1962.

 
ABREU, António Avelino. Filho de Celestino de Jesus de Abreu, soldado da Guarda-Fiscal, e de Adelaide Estefânia Lopes, moradores no lugar de São Gregório. Neto paterno de Luís Manuel de Abreu e de Albina Josefa de Almeida; neto materno de Francisco Manuel Lopes e de Carmen Durães. Nasceu em Cristóval a 10/4/1899 e foi batizado na igreja a 13 desse mês e ano. Padrinhos: António Avelino Lopes, solteiro, proprietário, e Albina Rosa da Silva, solteira. // Casou a 12/12/1918, na Conservatória do Registo Civil de Melgaço, com Merenciana Maria Esteves, de 21 anos de idade, natural de Cristóval, filha de Rosa Esteves. // Faleceu a 7/10/1921 em Ciego de Ávila, República de Cuba. 

 ABREU, António José Avelino. Filho de Caetano de Abreu e de Ludovina Rosa Lopes, artistas, moradores no lugar de São Gregório. N.p. de Francisca de Abreu; n.m. de Francisco Manuel Lopes e de Carmen Durães. Nasceu em Cristóval a 7/2/1898 e foi batizado a 9 desse mês e ano. Padrinhos: José Joaquim Cortes, solteiro, lavrador, e Ana Augusta de Jesus Cortes, solteira. // Casou a 23/11/1921, na CRCM, com a sua conterrânea Inês Sofia Esteves de Magalhães, de 21 anos de idade, filha de Manuel Esteves de Magalhães e de Delfina Esteves de Amorim. // Faleceu na sua freguesia de nascimento a 30/9/1982.  




 
ABREU, António Severo. Filho de -------------- Abreu e de --------------- Lopes. Nasceu a --/--/19--. // A 17/7/1933 fez exame do 2.º grau, quarta classe, ficando distinto (NM 204, de 13/8/1933).

 
ABREU, Arnaldo. Filho de Caetano de Abreu e de Ludovina Rosa Lopes, ele oficial de alfaiate. N.p. de Francisca de Abreu; n.m. de Francisco Manuel Lopes e de Cármen Durães, todos de São Gregório. Nasceu a 15/3/1888 e foi batizado na igreja de Cristóval a 20 desse mês e ano. Madrinha: Júlia Augusta Correia dos Santos, solteira, de São Gregório, maior de catorze anos. (Por os pais do bebé serem pobres, o assento não levou estampilha).    

 

ABREU, Berta Augusta. Filha de José Joaquim de Abreu e de Augusta Maria de Araújo, proprietários, moradores no lugar de São Gregório. N.p. de Miquelina de Abreu; n.m. de José Joaquim de Araújo e de Benedita Pires Pereira. Nasceu em Cristóval a 25/5/1904 e foi batizada na igreja a 29 desse mês e ano. Padrinhos: Caetano Maria de Abreu, solteiro, proprietário, e Miquelina de Abreu, solteira, proprietária. // No verão de 1915 fez exame do 1.º grau, obtendo a classificação de «ótima»; era sua professora Maria Cândida Lopes (Correio de Melgaço n.º 160, de 8/8/1915). // A 4/8/1917 fez exame do 2.º grau, ficando aprovada (Jornal de Melgaço n.º 1170, de 11/8/1917). // Casou a 24/9/1926, na CRCM, com Luís Jorge Maximiliano Sanches (?) de Mendegona.   

 

ABREU, Birgita. Filha de Luís Manuel de Abreu e de Albina Josefa de Almeida, do Coto de São Gregório. Neta paterna de Inácio Luís de Abreu e de Benta Durães, de São Gregório; neta materna de Manuel José de Almeida e de Maria do Outeiro, do Coto. Nasceu em Cristóval a 17/5/1866 e foi batizada a 21 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel José de Araújo, solteiro, negociante, e Birgita de Sousa, solteira, de São Gregório. 

 

ABREU, Caetano. Filho de Francisca de Abreu, solteira, moradora em São Gregório. N.m. de Inácio José (ou Inácio Luís) de Abreu e de Maria Benta Rodrigues (ou Durães), do dito lugar. Nasceu a 27/12/1856 e foi batizado a 29 desse mês e ano. Padrinhos: Caetano Domingues e sua irmã, Cândida, solteiros, do Coto. // Casou a 15/5/1882, com Ludovina Rosa, de 22 anos de idade, solteira, filha de Francisco Manuel Lopes e de Maria do Carmo Durães, proprietários na Rua Verde de São Gregório. Testemunhas: António Fernandes, casado, oficial de tacheiro, morador na Rua Verde, e Júlio Celestino Gonçalves, solteiro, a residir no lugar da Porta.   

 

ABREU, Caetano Maria. Filho de José Joaquim de Abreu (Lima e Castro) e de Francisca Rosa Gomes, de São Gregório. N.p. de Francisco José de Abreu (Lima e Castro) e de Maria Engrácia de Araújo Lira e Abendanho; n.m. de Manuel José Gomes e de Ana Rosa Esteves, de Sá, Paços. Nasceu a 30/12/1841 e foi batizado a 1/1/1842. Padrinhos: Caetano Gomes e sua irmã, Ana, tios maternos do bebé. // Militou no Partido Regenerador. Lê-se em “O Meu Livro das Gerações Melgacenses”, de Augusto César Esteves, volume I, página 607: «… e como nas eleições camarárias de 1895 fez parte da mesa eleitoral na qualidade de escrutinador, foi processado criminalmente a requerimento do Dr. António Joaquim Durães, e em 17/11/1897 julgado e condenado em cinquenta mil réis de multa, fora as custas e selos do processo.» // Em 1912 encontrava-se muito doente (Correio de Melgaço n.º 6). // Faleceu em São Gregório a 4/2/1913 (Correio de Melgaço n.º 36, de 9/2/1913). // Era irmão do padre José Joaquim de Abreu. // Sem geração.

    

ABREU, Carlos Augusto. Filho de ------------- Abreu e de ------------------------------. Nasceu a --/--/19--. // A 17/7/1933 fez exame do 2.º grau, quarta classe, ficando aprovado (NM 204, de 13/8/1933).

 

ABREU, Celestino de Jesus. Filho de Luís Manuel de Abreu, alfaiate, e de Albina Josefa de Almeida, moradores em São Gregório, na Rua Verde. N.p. de Inácio Luís de Abreu e de Benta Durães, lavradores, do dito lugar; n.m. de Manuel José de Almeida, tabelião público na Vila de Melgaço, e de Maria do Outeiro, residentes no Coto. Nasceu a 18/1/1863 e foi batizado a 26 desse mês e ano. Padrinhos: Luís Manuel de Almeida, solteiro, lavrador, e Maria de Almeida, solteira, do Coto, tios maternos do batizando. // Foi soldado da Guarda-Fiscal. // Casou a 21/4/1884, na igreja de Cristóval, com Adelaide Estefânia, solteira, de 21 anos de idade, filha de Francisco Manuel Lopes e de Carmen Durães, residentes na Rua Verde. Testemunhas presentes: Constantino Domingues, casado, lavrador, e Francisco José Rodrigues, solteiro, oficial de alfaiate, ambos moradores no lugar da Porta. // Faleceu em Fiães a 11/11/1942 (?). // Com geração (ver, também, na freguesia de Fiães).  

 

ABREU, Elvira de Jesus. Filha de Celestino de Jesus de Abreu, soldado da Guarda-Fiscal, e de Adelaide Estefânia Lopes, moradores no lugar da Rua Verde de São Gregório. N.p. de Luís Manuel de Abreu e de Albina Josefa de Almeida; n.m. de Francisco Manuel Lopes e de Maria do Carmo Durães. Nasceu em Cristóval a 22/6/1904 e foi batizada na igreja a 26 desse mês e ano. Madrinha: Albina Rosa da Silva, solteira, proprietária. // A 15/7/1918 fez exame do 1.º grau na escola Conde de Ferreira, obtendo a classificação de ótima (JM 1216, de 27/7/1918). // Casou a 21/12/1927, na CRCM, com Amaro de Lima. // O seu marido morreu a 10/1/1990. // Ela faleceu no Lar Pereira de Sousa a 18/6/1993, com 88 anos de idade. // Mãe de Idalina Alice de Lima, casada com Manuel José Esteves, comerciante na Vila, e de Maria Alice de Lima, casada com ------------ Martins.  

 

ABREU, Emília Joaquina. Filha de Luís Manuel de Abreu (e Abendanho) e de Maria Teresa Benita de Puga, moradores no lugar de São Gregório. Neta paterna de Francisco José de Abreu (Lima e Castro) e de Maria Engrácia de Araújo (Lira de Abendanho), de Alvaredo, termo de Valadares; neta materna de Francisco de Puga e de Eufémia Esteves, naturais da Frieira, Desteriz. Nasceu em Cristóval a 28/8/1833 e foi batizada a 1/9/1833. Padrinhos: Francisco Joaquim de Abreu e sua irmã, Maria Joaquina de Abreu, de Alvaredo. 

 

ABREU, Francisca. Filha de Inácio Luís de Abreu e de Maria Benta Durães, proprietários. // Faleceu em São Gregório a 15/1/1885, com cinquenta anos de idade, no estado de solteira, apenas com a extrema-unção, sem testamento, e foi sepultada no cemitério no dia seguinte. // Com geração.

 

ABREU, Francisco Manuel. Filho de Caetano de Abreu, alfaiate, e de Ludovina Rosa Lopes. Neto paterno de Francisca de Abreu; neto materno de Francisco Manuel Lopes e de Cármen Durães, todos de São Gregório. Nasceu a 20/2/1883 e foi batizado na igreja de Cristóval no dia seguinte. Padrinhos: o seu avô materno, casado, proprietário, e Adelaide Lopes, solteira, tia materna. 

 

ABREU, Helena (?) Rosa. Filha de José Joaquim de Abreu e de Francisca Rosa Gomes, de São Gregório. N.p. de Francisco José de Abreu Lima e Castro e de Maria Engrácia de Araújo Abendanho, de Alvaredo; n.m. de Manuel José Gomes e de Ana Rosa Esteves, de Sá, Paços. Nasceu a 3/8/1839 e foi batizada a 6 desse mês e ano. Padrinhos: Manuel José Gomes e sua filha, Ana, avô e tia da neófita. 

 

ABREU, Hermínia da Anunciação. Filha de Celestino de Jesus Abreu e de Adelaide Estefânia Lopes, proprietários. N.p. de Luís Manuel de Abreu e de Albina Josefa de Almeida; n.m. de Francisco Manuel Lopes e de Cármen Durães, todos da Rua Verde de São Gregório. Nasceu a 22/3/1885 e foi batizada na igreja de Cristóval a 25 desse mês e ano. Padrinhos: Francisco Joaquim Pacheco, empregado da Alfândega de Melgaço, e mulher, Miquelina da Anunciação de Almeida, ambos tios da batizanda. // Casou com António Fernandes Correia, de 22 anos de idade, da freguesia de Arcozelo, Ponte de Lima, filho de Rosa da Conceição, na CRCM, a 26/8/1916 (Correio de Melgaço n.º 216). // Faleceu em Cristóval a 21/2/1965. // Mãe de Idalina da Luz Correia. 

 

ABREU, Isidoro Maria. Filho de Celestino de Jesus Abreu, soldado da Guarda-Fiscal, e de Adelaide Estefânia Lopes, residentes no lugar de São Gregório. N.p. de Luís Manuel de Abreu e de Albina Josefa de Almeida; n.m. de Francisco Manuel Lopes e de Carmen Durães. Nasceu em Cristóval a 2/2/1894 e foi batizado na igreja católica a 4 do mesmo mês e ano. Madrinha: Maria Pureza de Almeida, solteira. 

 

ABREU, José António. Filho de Maria Joaquina de Abreu, moradora na Rua Verde. Neto materno de Luís Manuel de Abreu (de Abendanho) e de Maria Teresa Benito de Puga, do dito lugar. Nasceu em Cristóval a 4/7/1858 e foi batizado na igreja pelo pároco José Manuel Lopes a 12 desse mês e ano. Padrinhos: José António de Abreu Cunha Araújo, da Casa do Rio do Porto, Vila de Melgaço «capital deste concelho».

 

ABREU, José Joaquim. Filho de Francisco José de [Abreu] Lima e Castro e de Maria Engrácia de Araújo Lira de Abendanho, do Maninho, Alvaredo. Nasceu por volta de 1795 (*). // Lavrador. // Morava em São Gregório, Cristóval, quando casou na igreja de Paços, a 26/11/1832, com Francisca Rosa Gomes, filha de Manuel José Gomes e de Ana Rosa Esteves, de Sá, Paços. Testemunhas: Joaquim do Outeiro e Manuel Domingues, de Sá. // Em 1838 era comerciante em São Gregório. // Morreu em São Gregório a 19/8/1881, com 86 anos de idade, no estado de casado, só com os sacramentos da penitência e da extrema-unção, com testamento, e foi sepultado na igreja no dia 20. // A sua viúva finou-se na Rua Verde a 3/4/1889, com 76 anos de idade, com todos os sacramentos, sem testamento, e foi sepultada na igreja de Cristóval no dia 5. // Com geração. /// (*) Deve ter nascido em Alvaredo e vindo para Cristóval ainda novo, onde foi agricultor e comerciante.   

 

ABREU, José Joaquim. Filho de José Joaquim de Abreu e de Francisca Rosa Gomes, moradores em São Gregório.

 

ABREU, José Joaquim (Padre). Filho de José Joaquim de Abreu (Lima e Castro Abendanho), lavrador, natural de Alvaredo, e de Francisca Rosa Gomes, lavradeira, natural de Paços, moradores em São Gregório. Neto paterno de Francisco José de Abreu (Lima e Castro) e de Maria Engrácia de Araújo Lira de Abendanho, de Alvaredo; neto materno de Manuel José Gomes e de Ana Rosa Esteves, de Paços. Nasceu em São Gregório, Cristóval, a 1/6/1837, e foi batizado a 4 desse mês e ano. Padrinhos: os seus avós maternos. // Estudou em Braga. // Em 1879 era encomendado em SMP. // Morreu em São Gregório, freguesia de Cristóval, a 21/8/1909, com todos os sacramentos, com testamento, sem filhos, e foi sepultado na capela do cemitério de Cristóval. // Era tio do Dr. José Joaquim de Abreu (1880/1938), que foi o primeiro Conservador do Registo Civil de Melgaço. 

 

ABREU, José Joaquim (Dr.) Filho de Miquelina Rosa de Abreu, solteira, proprietária, natural de Cristóval. Neto materno de José Joaquim de Abreu (Lima e Castro Abendanho), natural de Alvaredo, e de Francisca Rosa Gomes, natural de Paços. Foi nascer (para evitar um escândalo) na freguesia de Monte Redondo, província de Ourense, a --/--/1880. // Depois dos estudos secundários ingressou na Universidade, tendo concluído, em 1904, o Curso de Direito. // Fixou-se na Vila de Melgaço como advogado. // Casou na igreja de Cristóval a 3/4/1901 com Augusta Maria de Araújo, de 23 anos de idade, solteira, nascida em São Gregório, filha de José Joaquim de Araújo e de Benedita Pires Pereira. Testemunhas presentes: Francisco Joaquim Pacheco, guarda-fiscal reformado, e Manuel Pereira da Costa, proprietário, ambos residentes em Cristóval. Moraram na Rua Verde de São Gregório (*), onde possuíam uma boa casa em granito, na qual lhe nasceram os filhos. // Em 1911 toma posse de Conservador do Registo Civil de Melgaço, o primeiro a fazê-lo, pois essa Conservatória fora criada nesse ano, lugar que ocupou até à sua morte. // Em 1912 foi administrador do concelho; nesse ano fazia parte da Comissão Municipal do Partido Republicano Evolucionista (Correio de Melgaço n.º 7). // A 12/1/1913 pediu a demissão de administrador do concelho, tendo sido substituído a 24 de Fevereiro desse ano pelo Dr. António Augusto Durães. // Em Junho de 1913 deu 2$50 para ajudar a escola de Cristóval (Correio de Melgaço n.º 55). // Foi jurado pela freguesia de Cristóval no 2.º semestre de 1915 (Correio de Melgaço n.º 157, de 18/7/1915). // Novamente administrador do concelho em 1919, a seguir à intentona monárquica, conhecida por «monarquia do norte»; tomou posse a 14 de Fevereiro (Jornal de Melgaço n.º 1235). // Voltou a ter esse cargo em 1921 e em 1923, tomando posse a 6 de Dezembro. Aguentava apenas uns escassos meses nesse espinhoso lugar. // A Companhia de Seguros “Adamastor”, com sede em Lisboa e filial no Porto, em 1919 nomeou-o seu agente em Melgaço (JM 12/42, de 13/4/1919). // Faleceu na sua casa de São Gregório a 20/10/1938, com cinquenta e oito anos de idade (NM 418, de 23/10/1938). Alguém comentou no “Notícias de Melgaço” n.º 419: «...figura de destaque no meio republicano.» // A sua viúva residiu depois em casa do seu filho, na Orada, freguesia da Vila, onde se finou a 9/2/1954, com setenta e seis anos de idade. // Pai do Dr. Abreu, advogado e Conservador do Registo Civil e Predial de Melgaço, e de Abel, militar. /// (*) Também possuía uma casa na Vila, onde residia a sua amante, Emília Rodrigues, mais conhecida por “Emília Barrenhas”, em quem gerou dois filhos: Eurico e José Augusto (ver as suas biografias em Rodrigues – Vila de Melgaço).        

 

ABREU, José Joaquim. Filho de Caetano de Abreu e de Ludovina Rosa Lopes, proprietários. N.p. de Francisca de Abreu, solteira; n.m. de Francisco Manuel Lopes e de Cármen Durães, todos de São Gregório. Nasceu a 19/3/1886 e foi batizado na igreja de Cristóval a 21 desse mês e ano. Padrinhos: os seus avós maternos.   


Dr. José Joaquim Abreu 
 

ABREU, José Joaquim (Dr.) Filho do Dr. José Joaquim de Abreu e de Augusta Maria de Araújo, proprietários, moradores em São Gregório. Neto paterno de Miquelina Rosa de Abreu; neto materno de José Joaquim de Araújo e de Benedita Pires Pereira. Nasceu em Cristóval a 4/1/1906 e foi batizado na igreja a 12 desse mês e ano. Padrinhos: José Joaquim de Araújo, viúvo, negociante, e Matilde Gonçalves de Araújo, casada, proprietária, representada por António Augusto de Araújo, viúvo, proprietário. // A 26/7/1917 fez exame do 1.º grau e obteve a classificação de ótimo; era aluno do professor Abel Nogueira Dantas (JM 1169, de 4/8/1917). // Em Julho ou Agosto de 1918 fez exame do 2.º grau, ficando aprovado com distinção (JM 1220, de 24/8/1918). // Formou-se em Direito, na Universidade de Coimbra, em 1931. // Em 1933 abriu escritório de advogado na Rua da Calçada, Vila de Melgaço (NM 182, de 5/2/1933). // Em 1936 foi nomeado Conservador do Registo Civil de Santa Cruz da Graciosa, Açores (NM 303, de 1 de Março). Foi também Conservador dos Registos Civil e Predial em Melgaço; tomou posse na sala da audiência do tribunal judicial da comarca de Melgaço a 3/12/1938; essa posse foi-lhe dada pelo delegado do Procurador da República, Dr. Abel de Campos Carvalho. // Foi promovido à 2.ª classe em 1957. // Casou a 29/7/1933 na CRCM e no dia seguinte na capela da Orada, com a professora do ensino básico, Duartina Rosa, de 27 anos de idade, na altura a lecionar na escola do ensino primário em Cubalhão, filha de José Bento Domingues e de Ana Maria Rodrigues, castrejos, donos da Quinta da Orada. // Dizem que «filho de peixe sabe nadar» e este não escapou à regra: mulherengo exibicionista, teve como concubina uma das filhas da “Maria das Adegas”, além de ter outras amantes ocasionais, espalhadas um pouco por todo o lado! // Gerou polémica com os padres Vaz, residentes em Braga, proprietários de “A Voz de Melgaço”, além de conflitos que manteve com cão e gato. Para alguns conterrâneos tornou-se uma ameaça, pois, devido à profissão que exercia, tinha direito a usar arma de fogo, a qual usou certa altura para ameaçar um candidato a namorado da sua amante. Publicou diversos artigos no jornal “República” e “Notícias de Melgaço”, em tom agressivo e irónico, que posteriormente compilou e editou: «Vil Perseguição a um Advogado por um delegado do Ministério Público» (1955). Neste livro descreve pormenorizadamente a perseguição que lhe moveu o delegado do Procurador da República, Dr. Octávio Manuel Soares Medeiros, entre 1951 e 1953. Quando este chegou a Melgaço, tornaram-se grandes amigos, mas essa amizade tinha pés de barro, por isso transformou-se em ódio feroz. O Dr. Abreu chegou a estar preso, foi enxovalhado, levou uma tareia de dois indivíduos, os quais receberam dinheiro de alguém para lhe baterem, enfim, um período péssimo na sua vida. Viu-se envolvido num caso de assinatura falsa, cujo final não ficou devidamente esclarecido, etc. Publicou também «Denúncia Caluniosa» (1957); «Padres Incríveis» (1976), uma autêntica batalha contra os padres Vaz, de Rouças; «Magistrados Indesejáveis» (1977). // Dizia-se republicano, mas alinhava em comezainas com os amigos do regime corporativista de Salazar e Marcelo, até com os agentes da PIDE! O “Notícias de Melgaço” n.º 556, de 14/9/1941, dá-nos conta da sua participação em uma homenagem ao chefe dessa polícia política do Peso – brindou e elogiou! // Apesar de tudo, há quem afirme que foi um bom advogado. // Morreu na Vila de Melgaço a 17/12/1979. // Pai de Rui de Abreu.         

 
ABREU, José Maria. Filho de Luís Manuel de Abreu (e Abendanho) e de Maria Teresa Benito de Puga, moradores no lugar de São Gregório. Neto paterno de Francisco José de Abreu (Lima e Castro) e de Maria Engrácia Araújo Abendanho, de Alvaredo; n.m. de Francisco de Puga e de Eufémia Esteves, de Desteriz, Galiza. Nasceu a 30/12/1839 e foi batizado a 1/1/1840. Padrinhos: José Miguel da Silva e sua mulher, Maria Josefa Ribeiro, de São Gregório. // S.m.n. 

 

ABREU, Júlio de Jesus. Filho de Caetano de Abreu e de Ludovina Rosa Lopes, moradores em São Gregório. N.p. de Francisca de Abreu, solteira, do dito lugar; n.m. de Francisco Manuel Lopes e de Cármen Durães, da Rua Verde. Nasceu a 20/2/1892 e foi batizado a 25 desse mês e ano. Padrinhos: Júlio Augusto de Sousa Viana, solteiro, negociante e proprietário, e Maria de Brito, solteira, proprietária, ambos de São Gregório. (O padre não cobrou os seus direitos, nem pôs estampilhas no duplicado do assento, pelo facto dos pais da criança serem pobres). 

 

ABREU, Justino Júlio. Filho de Manuel Joaquim Abreu, solteiro, proprietário, e de Maria da Pureza de Almeida, solteira, moradores em São Gregório. Neto paterno de José Joaquim de Abreu e de Francisca Rosa Gomes, do dito lugar; neto materno de Manuel José de Almeida e de Maria Joaquina do Outeiro, moradores na Vila de Melgaço, intramuros. Nasceu a 22/9/1870 e foi batizado na igreja de Cristóval a 27 desse mês e ano. Padrinhos: João Domingues Rodrigues, solteiro, de Chaviães, morador na Portela do Couto (representado por Luís Camilo Gomes de Abreu, solteiro, proprietário, morador na Vila de Melgaço, intramuros). // Morreu a 18/11/1872 e foi sepultado na igreja. 

 

ABREU, Lucrécia Augusta. Filha de Manuel Joaquim de Abreu, solteiro, proprietário, e de Maria da Pureza de Almeida, solteira, moradores em São Gregório. Neta paterna de José Joaquim de Abreu e de Francisca Rosa Gomes, do dito lugar; neta materna de Manuel José de Almeida e de Maria Joaquina do Outeiro, moradores na Vila de Melgaço. Nasceu a 10/9/1868 e foi batizada na igreja de Cristóval a 16 desse mês e ano. Padrinho: João Domingues Rodrigues, solteiro, negociante, natural de Chaviães, morador na Portela do Couto. (Não assinou o assento rectificativo, datado de 10/3/1869, por estar ausente no ultramar). // Mãe solteira de Amadeu Abreu (nasceu a 4/10/1886 mas foi legitimado depois do casamento dos pais). // Casou com António Joaquim da Cruz, na igreja paroquial de Ganfei, Valença, filho de Manuel José da Cruz e de Ana Joaquina Fernandes, valencianos. Moraram em São Gregório, Melgaço. // Depois do casamento nasceu Felisbela Augusta Abreu da Cruz.      

 

ABREU, Luís José. Filho de Manuel Joaquim de Abreu e de Joaquina Rosa Rodrigues (Táboas), rurais, moradores em São Gregório. Neto paterno de Frutuoso António de Abreu e de Rosa Teresa de Castro, do Outeiro, Paços; neto materno de Manuel Ventura Rodrigues “Táboas” e de Maria José de Abreu e Abendanho, residentes em São Gregório. Nasceu em Cristóval a 28/5/1864 e foi batizado no dia 29 do mesmo mês e ano. Padrinhos: Luís Manuel Rodrigues, casado, lavrador, do lugar do Outeiro, Paços, e Carlota Rodrigues, solteira, de São Gregório. // Morreu em São Gregório a 2/6/1892, no estado de solteiro, sem sacramentos, por ser demente, sem testamento, e foi sepultado na igreja no dia 4, ou seja, dois dias depois.

 

ABREU, Luís Manuel. Filho de Inácio Luís de Abreu e de Maria Benta Durães, moradores em São Gregório. Neto paterno de João Luís de Abreu e de Maria Rosa Gomes, da Vila de Melgaço; neto materno de Manuel António Feijó e de Maria Rosa Durães, de São Gregório. Foi batizado na igreja de Cristóval por volta de 1831. Aprendeu a profissão de alfaiate. // Tinha trinta e um anos de idade, era solteiro, quando casou a 3/3/1862 com Albina Josefa, de vinte e cinco anos de idade, solteira, cristovalense, filha de Manuel José de Almeida e de Maria do Outeiro, do Coto; neta paterna de José Gonçalves de Almeida e de Isabel Maria Gomes de Araújo, da Vila de Melgaço; e neta materna de Joaquim do Outeiro e de Antónia da Ribeira, da Soalheira, Cristóval. Testemunhas: Francisco Rodrigues, casado, da Poça Velha, Desteriz, e Francisco José Rodrigues, casado, da Granja, Cristóval, e ainda Luís Manuel de Almeida, solteiro, do Coto. // Faleceu na Rua Verde a 17/11/1884, com 52 anos de idade, casado com a dita Albina Josefa, com todos os sacramentos, sem testamento, e foi sepultado no cemitério no dia 18. // Morreu com o estatuto de proprietário.   

 

ABREU, Manuel António. Filho de Luís Manuel de Abreu (e Abendanho) e de Maria Teresa Benito de Puga. Neto paterno de Francisco José de Abreu Lima e Castro e de Maria Engrácia de Araújo Lira de Abendanho; neto materno de Francisco de Puga e de Eufémia Esteves. Nasceu em Cristóval a 30/3/1828.

 

ABREU, Manuel Joaquim. Filho de José Joaquim de Abreu (Lima e Castro Abendanho) e de Francisca Rosa Gomes, moradores em São Gregório. Neto paterno de Francisco José de Abreu (Lima e Castro) e de Maria Engrácia de Araújo Lira de Abendanho, de Alvaredo; n.m. de Manuel José Gomes e de Ana Rosa Esteves, de Paços. Nasceu em São Gregório a 27/10/1834 e foi batizado na igreja a 29 desse mês e ano. Padrinhos: o seu avô materno e sua filha. // Morreu na Rua Verde a 26/10/1884, no estado de solteiro, sem sacramentos, sem testamento, e foi sepultado no cemitério no dia 28. // Deixou uma filha de menor idade, Lucrécia Augusta, a quem reconhecera, e ainda Justino Júlio, que também reconhera, filhos de Maria da Pureza de Almeida. // Ficou com fama de mauzão, por ter batido na sua irmã e na sua amante (ver O Meu Livro das Geraçãos Melgacenses, de Augusto César Esteves, volume I, página 606).  

 

ABREU, Marcelina. Filha de Luís Manuel de Abreu (de Abendanho) e de Maria Teresa Benito de Puga. Neta paterna de Francisco José de Abreu Lima e Castro e de Maria Engrácia de Araújo Lira de Abendanho; neta materna de Francisco de Puga e de Eufémia Esteves. Nasceu em Cristóval a 22/3/1831. // Faleceu em São Gregório a 23/11/1844. 

 

ABREU, Maria Constança. Filha de Manuel Joaquim de Abreu e de Joaquina Rosa Rodrigues, moradores em São Gregório. Neta paterna de Frutuoso António de Abreu e de Rosa Teresa de Castro, do lugar do Outeiro, Paços; neta materna de Manuel Ventura Rodrigues e de Maria José de Abreu e Abendanho, residentes em São Gregório, Cristóval. Nasceu a 27/5/1871 e foi batizada na igreja de Cristóval a 30 desse mês e ano. Madrinha: Carlota Rodrigues, solteira, moradora em São Gregório, tia da criança. // Casou na igreja da sua freguesia a 11/1/1897 com Manuel Joaquim Rodrigues, lavrador-jornaleiro, de 25 anos de idade, solteiro, filho de João António Rodrigues e de Carolina Rosa Gonçalves, natural de Chaviães. // Com geração.

 

ABREU, Maria das Dores. Filha de Luís Manuel de Abreu (e Abendanho) e de Maria Teresa Benito de Puga. Neta paterna de Francisco José de Abreu Lima e Castro e de Maria Engrácia de Araújo Lira de Abendanho; neta materna de Francisco de Puga e de Eufémia Esteves. Nasceu em Cristóval a 28/3/1826.

 

ABREU, Maria da Glória. Filha de Caetano de Abreu, oficial de alfaiate, e de Ludovina Rosa Lopes. Neta paterna de Francisca de Abreu, viúva; neta materna de Francisco Manuel Lopes e de Cármen Durães, todos de São Gregório. Nasceu a 16/2/1890 e foi batizado na igreja de Cristóval 18 desse mês e ano. Padrinhos: António Adelino Lopes, solteiro, e Beatriz Lopes, casada, tios da criança, moradores na Rua Verde. // Faleceu na freguesia de São João do Souto, Braga, a 11/3/1970.

 

ABREU, Maria Joaquina. Filha de Luís Manuel de Abreu (e Abendanho) e de Maria Teresa Benito de Puga, residentes em São Gregório. Neta paterna de Francisco José de Abreu Lima e Castro e de Maria Engrácia de Araújo Lira de Abendanho, de Alvaredo; neta materna de Francisco de Puga e de Eufémia Esteves, de Desteriz, Galiza. Nasceu em Cristóval a 31/1/1836 e foi batizada na igreja a 3/2/1836. Padrinho: padre Manuel Joaquim Fernandes, do lugar da Granja.

 

ABREU, Maria José. Filha de Francisco de Abreu e de Maria Engrácia de Abendanho. // Faleceu em São Gregório a 2/1/1871, com sessenta anos de idade, no estado de casada com Manuel Rodrigues, com todos os sacramentos, sem testamento, e foi sepultada na igreja. // Mãe de Luís, Joaquina, e de Carlota.

 

ABREU, Maria José. Filha de Celestino de Jesus Abreu, guarda da Alfândega, e de Adelaide Estefânia Lopes. N.p. de Luís Manuel de Abreu e de Albina Josefa de Almeida; n.m. de Francisco António Lopes e de Cármen Durães. Nasceu a 19/12/1889 e foi batizada na igreja de Cristóval a 26 desse mês e ano. Padrinhos: José Joaquim Fernandes, solteiro, guarda da fiscalização, de Gondarém, Vila Nova de Cerveira, e Maria Teresa Lopes, solteira, tia da criança, todos moradores em São Gregório. // continua...

terça-feira, 2 de abril de 2019


GENTES DO CONCELHO DE MELGAÇO


COUSSO

 



 

 

 

 

 

Edição de autor

 

 

 

 

Ficha técnica

 
Título: Gentes do Concelho de Melgaço - Cousso

 

Autor – Joaquim Agostinho da Rocha

 

Capa – brasão da freguesia

 

Fotografias – vários autores

 

Execução gráfica –

 

Tiragem –

 

Depósito legal –

 

ISBN –

 

Data de edição –

 

Correio eletrónico: joaquim.a.rocha@sapo.pt

Blogue: Melgaço, Minha Terra

 
Telemóvel: 965815648

 

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Obras do autor

 
 

Obras a publicar

 

Poemas do Vento

Sonetos do Sol e da Lua

Quadras ao deus dará

Escritos Sobre Melgaço

Entre Mortos e Feridos (romance)

Lembranças Amargas (romance)

Gentes do Concelho de Melgaço (biografias)

Dicionário Enciclopédico de Melgaço

A Minha Vida em Imagens

A minha religião e outros escritos

Auto da Palina

Frágeis Elos (2.ª edição)

Melgaço: Padres, Monges e Frades

 

Obras publicadas

 

Livros

 

Frágeis Elos (uma história familiar)

Dicionário Enciclopédico de Melgaço (I e II volumes)

Lina – Filha de Pã (romance)

Os Meus Sonetos e os do frade

Os Novos Lusíadas (2018)

Melgacenses na I Grande Guerra

  (em parceria com Valter Alves)

 

Separatas

 

A Origem de Algumas Famílias Melgacenses

A Febre Tifoide e os seus Protagonistas

Tomás das Quingostas (200 anos do seu nascimento)

A Provável Origem de Melgaço e Paderne

 

Prefácios nos seguintes livros de José A. Cerdeira e do Dr. Augusto César Esteves:

 

Tomaz das Quingostas

O Buraco da Serpe

A Adversidade por Madrasta

O Sonhador dos Montes da Aguieira

Nas Páginas do Notícias de Melgaço (ACE)

 

Colaborações

 

No Boletim dos Serviços Sociais da CGD

No Boletim Cultural da Câmara Municipal de Melgaço

No jornal A Voz de Melgaço

No jornal Fronteira Notícias

Artigo sobre o santuário da Peneda no livro Lugares Sagrados

 de Portugal I, editado pelo Círculo de Leitores em 2016.

 

 

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Apresentação

 

      Esta freguesia passou a pertencer a Melgaço a partir de Outubro de 1855; mas somente em 1860 é que os padres começaram a escrever que Cousso pertencia ao concelho de Melgaço!

 

LUGARES: Aldeia, Barreira, Cela, Cerdeiras, Cousso, Fojo, Igreja, Pousadas, Surribas, Tojeira e Virtelo.

 

     A capela de Virtelo foi beneficiada com várias obras (VM 1299, de 1/8/2008).

 

     O primeiro cadáver a ser sepultado no adro da igreja foi Manuel Joaquim Gonçalves (1861-1883). Este tipo de enterramento durou até finais de 1885; no dia 30 de Dezembro desse ano foi sepultado novamente na igreja o corpo de João Manuel Alves (1807-1885). // Voltou-se ao enterramento no adro em Agosto de 1892 (ver Florinda Alves); a seguir os mortos voltaram a ser enterrados na igreja; em Agosto de 1893 foi sepultado no adro da igreja Manuel Rodrigues Lobato.

 

 
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AFONSO

 

AFONSO, Abílio. Filho de Francisco Afonso e de Florinda Alves. Neto paterno de Manuel Afonso e de Maria Joana Vaz; neto materno de Manuel Luís Alves e de Maria Alves. Nasceu a 23/10/1899 e foi batizado na igreja de Cousso a 26 desse mês e ano. Padrinhos: Joaquim Afonso “Morgado” e sua mulher, Emília Domingues, lavradores. // Casou com Maria dos Prazeres Afonso, a 28 de Novembro de 1924, na Conservatória do Registo Civil de Melgaço. // Morreu em Vila Verde a 13 de Julho de 1970. // A sua viúva finou-se nesse concelho a 2/1/1992.    

 

AFONSO, Abílio. Filho de Justina Afonso, lavradeira, coussense, moradora no lugar do Fojo. Neto materno de João Afonso e de Maria Gregório. Nasceu em Cousso a 17/4/1905 e foi batizado a 20 desse mesmo mês e ano. Padrinhos: Manuel Joaquim Gregório, casado, alfaiate, e Maria Gonçalves, viúva, lavradeira. // Casou na CRCM a 22/5/1929 com Rosa Veloso. // A sua esposa faleceu em Riba de Mouro a 21/2/1984.

 

AFONSO, Adelino. Filho de Francisco Afonso e de Florinda Alves, coussenses. Neto paterno de Manuel Afonso e de Maria Joaquina Vaz; neto materno de Manuel Luís Alves e de Maria Alves. Nasceu em Cousso a 11/3/1902 e foi batizado a 16 desse mês e ano. Padrinhos: Torcato da Costa, casado, e Maria Duque, solteira, lavradores.

 

AFONSO, Adjuto. Filho de Maria Afonso, solteira, com a sua residência no lugar de Aldeia, freguesia de Cousso. Neto materno de Francisco Afonso e de Luísa Gonçalves. Nasceu a 25/2/1883 e foi batizado na igreja no dia seguinte. Padrinhos: Manuel Gonçalves, solteiro, de Surribas, e Joaquina Afonso, solteira, do Fojo. // Casou na CRCM, a 18/7/1928, com Mirandolina Gonçalves, de 35 anos de idade, natural de Cousso, filha de Rosa Gonçalves. // Faleceu na sua freguesia a 18/9/1945.  

 

AFONSO, Agostinho. Filho de António Afonso e de Maria Teresa Domingues. Neto paterno de Manuel José Afonso e de Josefa Alves, da Tojeira; neto materno de Francisco Domingues e de Ana Enes. Nasceu em Cousso a 2/12/1857 e foi batizado no dia a seguir. Padrinhos: Agostinho Dias e sua mulher, Rosa Afonso.

 

AFONSO, Agostinho. Filho de José Afonso e de Joaquina Alves Barbeitos, lavradores, ela natural de Penso e ele natural de Cousso, com a sua residência nesta última freguesia. Neto paterno de Manuel Joaquim Afonso e de Josefa Alves; neto materno de Rosa Teresa Barbeitos (*) Nasceu a 8/5/1899 e foi batizado a 10 desse mês e ano. Padrinhos: Agostinho Afonso e Maria Alves, solteiros, lavradores. // Casou com Nazaré Miquelina Rodrigues, de Aveiras de Cima, Azambuja, a 28/11/1938. // Morreu a 22 de Fevereiro de 1952. /// (*) Escreveu o padre: «declaro que esta a perfilhou, como consta de uma escritura feita em Valadares a 22/12/1898». Eu interpreto assim: Rosa Teresa Barbeitos deu à luz uma filha, Joaquina, e colocou-a na roda; mais tarde foi buscá-la e perfilhou-a, isto é, assumiu-se como mãe da criança. E o apelido Alves? Será do progenitor?     

 

AFONSO, Alfredo. Filho de Francisco Afonso e de Florinda Alves. Neto paterno de Manuel Afonso e de Maria Joaquina Vaz; neto materno de Manuel Luís Alves e de Maria Alves. Nasceu a 24 de Abril de 1893 e foi batizado na igreja de Cousso a 26 desse mês e ano. Padrinhos: António Alves e Maria Alves, solteiros, lavradores. // Casou na CRCM a 22/7/1916 com Adelaide Júlia, viúva, de 37 anos de idade, sua conterrânea, filha de José Gregório e de Rosa Alves. // Ambos os cônjuges faleceram na freguesia de Cousso: a esposa a 17/12/1965 e ele a 6/6/1972.   

 

AFONSO, Álvaro. Filho de Rosa Afonso. Nasceu em Cousso a --/--/1934 (Notícias de Melgaço n.º 230, de 22/4/1934).

 

AFONSO, Amadeu. Filho de (?). Nasceu em Cousso a --/--/1908. // Casou com ----------------------------------------. // Morreu em Monção, onde residia, no estado de viúvo, a 11/2/1999, com noventa e um anos de idade. // Pai de Manuel e de Abel; sogro de Fernanda Vaz e de Rosa Afonso. Avô do Dr. Paulo Afonso e de Fernanda Afonso. // Foi sepultado no cemitério da Vila de Monção.  

 

AFONSO, Américo. Filho de (?). Nasceu a --/--/19--. // Faleceu em Cousso a --/--/1997 (A Voz de Melgaço n.º 1074).

 

AFONSO, Ana. Filha de (?). Nasceu por volta de 1839. // Faleceu em Cousso a --/--/1912, com 73 anos de idade (Correio de Melgaço n.º 26, de 1/12/1912).

 

AFONSO, Ana. Filha de António Afonso e de Maria Josefa Alves. Neta paterna de Manuel Joaquim Afonso e de Maria José Alves; neta materna de Manuel José Alves e de Maria Joana Afonso, todos lavradores, da Tojeira. Nasceu em Cousso a 27/9/1873 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: o seu avô materno, viúvo, e Ana Afonso, solteira, lavradora, tia da criança.

 

AFONSO, Ana. Filha de António Afonso e de Maria Teresa Domingues, moradores no lugar de Covelo. Neta paterna de Manuel José Afonso e de Josefa Alves, da Tojeira; neta materna de Francisco Domingues e de Ana Enes, de Covelo. Nasceu em Cousso a 3/2/1856 e foi batizada no dia seguinte. Padrinhos: o avô paterno e a avó materna.

 

AFONSO, António. Filho de Manuel José Afonso e de Josefa Alves, ambos naturais do lugar da Tojeira. Nasceu em Cousso por volta de 1810. // Lavrador. // Faleceu a 11/6/1878, no lugar de Cousso, onde residia, com todos os sacramentos da igreja católica, com sessenta e oito anos de idade, no estado de casado com Maria Teresa Domingues, sem testamento, com filhos, e foi sepultado na igreja.    

 

AFONSO, António. Filho de Manuel Joaquim Afonso e de Josefa Alves. Nasceu na Tojeira a 14/4/1845. // Casou na igreja de Cousso a 12/1868, com Maria, nascida na Tojeira a 20/4/1849, filha de Manuel José Alves e de Maria Joana Afonso, todos lavradores. Ambos obtiveram consentimento de seus pais. Ele foi dispensado (talvez tivesse sido seminarista) do voto simples de castidade «perpetuum». Testemunhas: Manuel António Rodrigues, viúvo, e seu filho, Manuel Joaquim Rodrigues, casado, do mesmo lugar. // (Os noivos eram parentes no 2.º, 3.º e 4.º graus).   

 

AFONSO, António. Filho de José Afonso e de Maria Afonso, lavradores. Neto paterno de Manuel José Afonso e de Maria José Rodrigues; neto materno de Joaquina Afonso, solteira, todos de Cerdeiras. Nasceu em Cousso a 16/2/1878 e foi batizado a 19 desse mês e ano. Padrinhos: padre Manuel Rodrigues, pároco de Tangil, e Carolina Vaz, solteira, da Breia, Prado. // Lavrador. // Casou na igreja de Cousso a 15/5/1910 com Maria Joaquina Rolo, de 35 anos de idade, solteira, camponesa, sua conterrânea, filha de Manuel Gonçalves Rolo e de Maria Custódia Gonçalves, do lugar de Aldeia. // Faleceu na sua terra a 29/3/1930.     

 

AFONSO, António. Filho de (?). Nasceu a --/--/19--. // Em 1938 fez exame do ensino primário na escola de Cousso e ficou aprovado. Era seu professor Eliseu Júlio P. Lemos (NM 411).

 

AFONSO, António. Filho de (?). // A 16/12/2001 era candidato a presidente da Junta de Freguesia de Cousso pelo Partido Socialista. // Já fora presidente (VM 1137, de 1/5/2000).

 

AFONSO, António Augusto. Filho de Maria Afonso, solteira, lavradora, do lugar de Aldeia. Neto materno de Francisco Afonso (Morgado) e de Luísa Gonçalves. Nasceu em Cousso a 14/2/1880 e foi batizado 17 desse mês e ano. Padrinhos: António Gonçalves e Maria Domingues, solteiros, lavradores, residentes no sobredito lugar.  

 

AFONSO, António José. Filho de Francisco Afonso (Morgado) e de Luísa Gonçalves, moradores no lugar de Aldeia. N.p. de Manuel Afonso e de Luísa Rodrigues; n.m. de José Gonçalves Rolo e de Maria Rosa Esteves. Nasceu em Cousso a 28/8/1858 e foi batizado a 30 desse mês e ano. Padrinhos: José Afonso, primo do batizando, e Maria Joana Rodrigues, casada com Manuel Gonçalves (Rolo), todos do lugar de Aldeia. // Faleceu a 30/9/1859 e foi sepultado na igreja local a 1 de Outubro desse dito ano.

 

AFONSO, Artur. Filho de António Afonso e de Maria Alves, lavradores, residentes no lugar da Tojeira. N.p. de Manuel Joaquim Afonso e de Josefa Alves; n.m. de Manuel José Alves e de Maria Joana Afonso. Nasceu em Cousso a 28/8/1879 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: Luís Manuel Afonso Tojeira, minorista, e Rosa Afonso, solteira, tios da criança.  

 

AFONSO, Augusto. Filho de (?). Nasceu por volta de 1863. // Faleceu em Cousso a --/--/1913, com 50 anos de idade (Correio de Melgaço n.º 34, de 26/1/1913).

 

AFONSO, Bento. Filho de Manuel Afonso e de Joaquina Vaz, lavradores, residentes no lugar de Surribas. N.p. de Francisco Afonso e de Francisca Afonso; n.m. de Maria José Vaz, solteira. Nasceu em Cousso a 13/7/1879 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: Bento Gonçalves Roldão, morador em Aldeia de Cousso, e Rosa Vaz, moradora em Paradela, freguesia de Penso, solteiros, lavradores.  

 

AFONSO, Carolina Rosa. Filha de José Afonso e de Maria Afonso, camponeses, moradores no lugar de Cerdeiras. Neta paterna de Manuel José Afonso e de Maria José Rodrigues; neta materna de Joaquina Afonso, solteira, todos lavradores. Nasceu em Cousso a --/--/1875 e foi batizada na igreja. Padrinhos: padre Manuel Rodrigues, reitor de Tangil, e Carolina Vaz, solteira, natural do lugar da Breia, freguesia de Prado. // Faleceu a 3/2/1877, no dito lugar de Cerdeiras, com apenas dois anos de idade, e foi sepultada na igreja paroquial.

 

AFONSO, Constantino. Filho de Manuel Afonso, natural de Cousso, e de Maria Joaquina Vaz, natural de Penso, moradores no lugar de Virtelo. N.p. de Francisco Afonso e de Joaquina Gonçalves; n.m. de Maria José Vaz, solteira, de Paradela, Penso. Nasceu na freguesia de Cousso a 6/3/1873 e foi batizado a oito do dito mês e ano. Padrinhos: Manuel Joaquim Gonçalves, solteiro, de Pousadas, e Custódia Gonçalves Roldão, solteira, de Aldeia, lavradores. // Faleceu na sua terra natal a 9/10/1945 (confirmar).   

 

AFONSO, Domingos. Filho de Manuel José Afonso e de Josefa Maria Alves. // Casou na igreja de Cousso, a 7/5/1856, com Maria Rodrigues, sua prima em terceiro grau, filha de Manuel António Rodrigues e de Quitéria Rodrigues, todos do lugar da Tojeira. Testemunhas presentes: Manuel Joaquim Afonso, casado, e Manuel Joaquim Rodrigues, solteiro, do mesmo lugar. 

 

AFONSO, Domingos. // Foi casado com Maria Rodrigues, do lugar da Tojeira. // Faleceu a 11/5/1859, sem testamento, e foi sepultado na igreja de Cousso a treze desse mês e ano. // Será o de cima?

 

AFONSO, Domingos. Filho de Manuel Joaquim Afonso e de Josefa Alves. Nasceu em Cousso a 7/9/1847. // Morreu a 16/4/1869, no lugar da Tojeira, com todos os sacramentos da igreja católica, solteiro, sem testamento, e foi sepultado na igreja. 

 

AFONSO, Eduardo. Filho de Maria Afonso, solteira. Neto materno de Francisco Afonso e de Luísa Gonçalves, moradores no lugar de Aldeia de Virtelo. Nasceu em Cousso a 10/3/1871 e foi batizado na igreja a 12 desse mês e ano. Padrinhos: José Afonso, casado, do lugar de Cerdeiras, e Maria Gonçalves Rolo, solteira, do lugar de Aldeia, filha de Manuel Gonçalves Rolo, lavradores.

 

AFONSO, Emília. Filha de Maria Afonso, solteira, com a sua casa de morada no lugar de Aldeia, freguesia de Cousso. Neta materna de Francisco Afonso e de Luísa Gonçalves. Nasceu a 20/3/1889 e foi batizada a 21 desse mês e ano. Padrinhos: Joaquim Afonso, tio da criança, e sua mulher, Emília Domingues. // Faleceu a 11/8/1889, no lugar de Aldeia, e foi sepultada na igreja.

 

AFONSO, Esmeralda. Filha de Rosa Afonso. Nasceu em Cousso a --/--/1916 (Correio de Melgaço n.º 216, de 17/9/1916).

 

AFONSO, Faustino. Filho de Manuel José Afonso e de Ana Joaquina Domingues, lavradores, ele natural de Parada do Monte e ela natural de Lamas do Mouro, residentes no lugar da Ponte da Cela, Cousso. Neto paterno de António Luís Afonso e de Rosa Gonçalves; neto materno de António Domingues e de Ana Afonso. Nasceu a 29/12/1883 e foi batizado a 1/1/1884. Padrinhos: Inácio Rodrigues e Felicidade Rodrigues, solteiros, lavradores, ambos do lugar da Cela. 

 

AFONSO, Fernando. Filho de (?). Nasceu a --/--/19--. // Morou no lugar de Cousso. // A 16/12/2001 fazia parte da lista do PSD à Assembleia de Freguesia de Cousso. 

 

AFONSO, Francisco (Morgado). Filho de Manuel Afonso e de Luísa Rodrigues, lavradores. Nasceu por volta de 1804. // Casou a 6/8/1862, na igreja de Cousso, com Maria Joana, de 49 (confirmar) anos de idade, solteira, filha de Francisco Manuel Gonçalves, de Virtelo, e de Maria Joaquina Gonçalves, do lugar de Cousso, todos rurais. O noivo tinha 58 anos de idade e era viúvo de Luísa Gonçalves. Testemunhas: Manuel Afonso, clérigo diácono, e José Gregório, casado, alfaiate. // Faleceu em Aldeia de Virtelo a 9/9/1867, com 63 anos de idade, casado com a sobredita Maria Joana Gonçalves, sem testamento, e foi sepultado na igreja. // Deixou filhos da primeira esposa.    

 

AFONSO, Francisco. Filho de Manuel Afonso, natural de Cousso, e de Maria Joaquina Vaz, natural de Penso, moradores em Aldeia de Virtelo. N.p. de Francisco Afonso e de Joaquina Gonçalves, de Aldeia; n.m. de Maria José Vaz, solteira, natural do lugar de Paradela, freguesia de Penso. Nasceu em Cousso a 16/3/1868 e foi batizado no dia seguinte. Padrinhos: Francisco Gonçalves, solteiro, do lugar de Pousadas, e Maria Albina Domingues, solteira, do lugar de Aldeia de Virtelo, lavradores. // Camponês. // Casou na igreja da sua freguesia natal a 25/9/1892, com a sua conterrânea, Florinda Alves, de 25 anos de idade, solteira, camponesa, filha de Manuel Luís Alves e de Maria Alves. Testemunhas presentes: Francisco Gonçalves, casado, lavrador, do lugar de Virtelo, e António Alves, solteiro, rural, irmão da nubente.  

 

AFONSO, Francisco (Santos). Filho de João Manuel Afonso e de Maria Joana Gregório, lavradores, residentes no lugar do Fojo. Neto paterno de Rosa Afonso, solteira; neto materno de Luísa Gregório, solteira, ambas do dito lugar. Nasceu em Cousso a 16/4/1879 e foi batizado na igreja paroquial no dia seguinte. Padrinhos: Francisco Gonçalves, solteiro, de Pousadas, e Marcelina Pinto, solteira, do dito lugar do Fojo. // Era solteiro, artista, quando casou na igreja da freguesia de Penso a 2/4/1902 com Felícia Ferreira de Passos, de 16 anos de idade, solteira, costureira, natural de Penso, onde residia, no lugar da Carreira, filha de Germana Ferreira de Passos, costureira. Testemunhas presentes: Evaristo Esteves, casado, lavrador, natural de Penso, e Manuel Pereira, solteiro, criado de servir, também de Penso. // Faleceu no lugar de Felgueiras, Penso, a 1/8/1939. // Com geração (ver em Penso, no apelido Santos). 

 

AFONSO, Isaías. Filho de Secundino Afonso e de Gracinda Alves. Nasceu no lugar da Cela, Cousso, a --/--/1937. // Faleceu a --/--/1938, com apenas onze meses de vida (NM 367 e NM 407).

 

AFONSO, Isolina. Filha de Justina Afonso, lavradeira, coussense, moradora no lugar do Fojo. Neta materna de João Afonso e de Maria Gregório. Nasceu em Cousso a 24/3/1910 e foi batizada na igreja católica local a 27 desse mesmo mês e ano. Padrinhos: Manuel Joaquim Gonçalves, solteiro, lavrador, e Carolina Gregório, solteira, camponesa. // Casou a 12/11/1941 na igreja da sua terra natal com Máximo José Esteves, seu conterrâneo. // Faleceu a 17/1/1984 em Cousso.

 

AFONSO, Januário. Filho de Maria Afonso, solteira, moradora em Aldeia, Cousso. Neto materno de Francisco Afonso e de Luísa Gonçalves. Nasceu a 27/4/1885 e foi batizado a 29 desse mês e ano. Padrinhos: José Serafim Ramos, moleiro dos moinhos da Ponte de Virtelo, e Carolina Gregório, solteira, lavradora, do Fojo. 

 

AFONSO, Joana. Filha de João Afonso e de Maria Afonso, lavradores. // Faleceu em Cerdeiras (de Virtelo), a 19/9/1864, com sessenta e três anos de idade, no estado de solteira, com todos os sacramentos, com testamento, e foi sepultada na igreja. // Camponessa. // Sem geração.  

 

AFONSO, João. Filho de Rosa Afonso, solteira, de Covelo, Riba de Mouro, Monção. Nasceu em Riba do Mouro por volta de 1829. // Lavrador. // Casou na igreja de Cousso a 4/4/1859, com Maria Joana Gregório, solteira, do lugar do Fojo, filha de Luísa Gregório. Testemunhas: João Rodrigues, viúvo, do lugar de Aldeia, e Domingos Afonso, do lugar de Tojeira. // Faleceu a 29/3/1893, em sua casa, sita no lugar do Fojo, freguesia de Cousso, com todos os sacramentos da igreja católica, menos o da extrema-unção, com 64 anos de idade, no estado de casado com a dita Maria Joana Gregório, sem testamento, com filhos, e foi sepultado na igreja de Cousso.    

 

AFONSO, João. Filho de Manuel Joaquim Afonso e de Josefa Maria Alves. Neto paterno de Manuel José Afonso e de Josefa Alves; neto materno de Manuel António Alves e de Maria Rosa Alves. Nasceu em Cousso a 18/12/1855 e foi batizado em casa, por necessidade, por Rosa Afonso, mulher de Francisco Joaquim Alves, todos da Tojeira. // Faleceu a 18/12/1859 e foi sepultado na igreja a 20 desse mês e ano.
 
// continua...